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quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Caça às Bruxas, Caça à Multa ou Apenas a Caça à Liberdade de Expressão?

Há muito tempo que já tinha aberto a caça à liberdade de expressão, mas estamos perante uma autêntica demonstração de que não há mesmo a mínima reserva ou contemplação para ninguém. Caso após caso, exemplo atrás de exemplo. Avançamos para que futuro e para que mundo, afinal?...

Vamos ver mais estes dois exemplos:

Tribunal Alemão aplica multa a Bispo que nega o Holocausto - Um bispo ultraconservador Britânico foi multado em 16,822 dólares (12,000 euros) na Alemanha por ter negado o Holocausto numa entrevista a uma televisão Sueca.
Um tribunal da cidade de Regensburg, na Baviera, aplicou uma multa contra Richard Williamson por incitamento e ligação à negação do Holocausto, afirmou o seu advogado Matthias Lossmann.

Penso que se lembram:



Será que se ele viesse defender a justiça da invasão da Hungria ou da Checoslováquia em Maio de 1968 também seria condenado? Será que se ele viesse defender o regime de Estaline com os seus Gulags e a sua KGB também seria multado?

Outro exemplo:

França condena cómico negro por anti-semitismo - Juízes Franceses condenaram o comediante negro de extrema-direita [vou escrever outra vez: Dieudonne M'bala M'bala , um COMEDIANTE NEGRO DE EXTREMA-DIREITA????!!!!! O jornalista que escreveu esta pérola merecia um prémio… O PRÉMIO DA ESTUPIDEZ!!!!] ao pagamento de 20.000 euros (30.000 dólares), devido a um espectáculo considerado anti-semita e onde ele convidou um notável negacionista do Holocausto ao palco.

O tribunal de Paris multou Dieudonne M'bala M'bala, um Francês com 43 anos e actor de “stand up comedy“ a 10.000 euros de multa pelos seus “insultos anti-semitas em público” e a mais 10.000 euros por danos e honorários judiciais às organizações que o processaram.

O actor Francês foi processado depois de ter convidado Robert Faurisson, um académico já condenado pela prática da negação do Holocausto, para o palco durante um espectáculo de comédia em Paris para receber um prémio satírico de um actor vestido como um Judeu detido num campo de concentração.

O cómico admitiu na audiência que o espectáculo tinha sido um "atentado à bomba com comédia", mas defendeu o seu direito à liberdade de expressão. Organizações anti-racistas e de defesa dos Judeus congratularam-se com o veredicto.

Recordemos:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (III)

Estes últimos dois 'posts' mostram bem como os pesos e as medidas podem ser tão diferentes. Pior do que ser pedófilo ou assassino, traficante de droga ou ladrão, é duvidar de um facto histórico. Reparem que em nenhum dos casos se defendeu qualquer regime ou sistema político. APENAS DE QUESTIONOU ALGO QUE É NORMAL QUALQUER PESSOA PODER QUESTIONAR E/OU DUVIDAR. Faz parte da essência do Homem procurar saber como se fazem as coisas. Faz parte da essência do Homem ter curiosidade em como se passaram as coisas. Se o podemos fazer PARA TODO O RESTO PORQUE NÃO O PODEMOS FAZER PERANTE HOLOCAUSTO?!!!!

Podemos acreditar em OVNIS - HÁ TANTOS TESTEMUNHOS!!!! - mas ninguém é multado ou preso por acreditar ou não, por falar sobre isso, por escrever a defender a sua veracidade ou a sua falsidade!

O mesmo se passa com Deus. Podemos duvidar da sua existência porque actualmente já ninguém vai para a fogueira por causa disso! José Saramago chamou "filho da puta" a Deus no seu mais recente livro "Caim" e as pessoas, no máximo, só poderão criticar as palavras e a atitude mas ninguém o vai multar ou prender! É a sua "liberdade de expressão" que funcionou. Goste-se ou não.

Vamos a um caso muito recente passado em Portugal: Maitê Proença utilizou a sua "liberdade de expressão" para ridicularizar a História e o povo Português - e depois veio dizer que era só "humor e vontade de brincar porque eles no Brasil brincam muito e com tudo".

E a pensar também na minha liberdade de expressão e de informação, resolvi colocar aqui uma das muitas respostas que encontrei na Internet:

"Cara Maitê,

Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!
Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!
Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?
Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...

Sabes o que me lembrei???
Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:

1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7ª maravilha do mundo??"

2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."

3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em ipanema gritando o seguinte: "quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? e vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)

4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este "preto" era bom?? para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"

Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!

Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!

Um beijo pá..

E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programa porque há pasteis para todas!!

Beijos pá

Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.

Outra chamada de atenção que quero fazer, será o facto de usar a expressão "preto" no ponto 4º. não terá qualquer intenção racial subjacente ...será uma forma de ironizar a desplicência com que Maitê trata de alguns temas. Longe de mim querer magoar qualquer tipo de raça..."

Ofensivo? Xenófobo? Foi a "liberdade de expressão" da pessoa que o escreveu...

Encontrei depois outras formas de "liberdade de expressão" que procuravam criticar o vídeo de Maitê Proença - alguns bastante exagerados, diga-se. Mas... existe ou não "liberdade de expressão" para todos?! Ou é só para alguns?!!!



O meu preferido deixei para o fim:


Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (II)


Os pontos de vista de Antonio Caracciolo, um académico Italiano da Universidade de Roma "La Sapienza", relacionados com a negação do Holocausto, provocaram uma onda de protestos com apelos à sua demissão. O investigador de 59 anos descreveu o Holocausto Nazi durante a Segunda Guerra Mundial - ou o extermínio de seis milhões de Judeus - como uma "lenda" e acrescentou que as câmaras de gás "são uma das muitas ‘verdades’ que precisam de ser verificadas".

O chefe da comunidade Judaica de Roma, Riccardo Pacifici, disse que vai mover uma acção judicial contra o académico. "Estamos a aguardar que a universidade tome medidas para proteger os estudantes e que, certamente, tome medidas contra Caracciolo ", disse Pacifici." Estamos confiantes de que o Universidade não será a única instituição de agir e que o conjunto da sociedade civil irá fazer o mesmo."

(…)

O reitor da "La Sapienza", Luigi Frati, anunciou que a universidade "está a considerar tomar medidas disciplinares" contra Caracciolo, sem dar mais detalhes. "Ele faria bem em visitar Dachau, como eu fiz quando tinha 16 anos, ou se ele não conseguir fazer isso, as Grutas Ardeatine " disse Frati. Ele estava a referir-se ao antigo campo de concentração Nazi na Sul da Alemanha e ao massacre de 333 civis italianos ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial em Roma pelas tropas Nazis.

O ‘mayor’ de Roma Gianni Alemanno declarou a sua oposição ao que se estava a passar na universidade: "Não considero que um professor que defende a negação do Holocausto possa ensinar em "La Sapienza".

(…)

Caracciolo negou que fosse um “revisionista histórico” e diz que acredita na liberdade de pensamento e de expressão que, aliás, estão são garantidas na Constituição Italiana.

Não é a primeira vez que um académico italiano manifestou tais pontos de vista. Em Novembro do ano passado, Roberto Valvo, um professor de história foi suspenso depois de ter alegado que “não havia nenhuma prova do Holocausto”.
[Leia a notícia na íntegra.]


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão




Vejam como funciona a censura sob o capitalismo do mercado livre: Hikind v. Irving

O sionista Hikind ordenou à empresa de crédito American Express para impedir que os leitores do historiador David Irving possam pagar os seus livros com a American Express. E a empresa cumpriu a "ordem" de Hikind! - não fosse ela também ser acusada de "anti-Semitismo" ou "racismo", algo que, no mundo actual, é muito pior do que ser pedófilo ou homicida!


Vamos ver o que Glenn Beck ou Rush Limbaugh vão fazer agora. Censura no mercado deveria ser algo de interesse vital para eles. Mas aposto que não vão fazer nada, porque seria uma profunda ofensa os seus donos Sionistas se fossem divulgar ou protestar esta restrição especial ao comércio.

Beck é uma válvula de segurança que possui a magia de ser ‘uma pessoa que sabe sempre melhor o que fazer’. A questão mais premente na cena internacional: evitar as nuvens de radiação cogumelo de uma guerra nuclear. Beck apoia a guerra com armas nucleares de "Israel" contra o "demónio" o Irão. Internamente e constitucionalmente, a questão mais urgente diante de nós é trazer à justiça os conspiradores que estavam dentro do governo dos E.U.A. e que ajudaram a projectar os ataques terroristas de 9 / 11 de 2001. Beck apoia e divulga a versão oficial do governo Federal obre o 9 / 11. Ele denunciou com veemência e pediu a renúncia de um dos "czares de Obama", porque o "czar" tinha insinuado que o governo dos E.U.A. estava por detrás do 9 / 11.

Qualquer que seja o "bom" que ele possa fazer, Glenn Beck leva milhões de Americanos a dormir sobre as duas questões mais importantes, obrigando-os a acordar e a agir. A ‘Criptocracia’ tem enganado o povo novamente, usando uma frente “rebelde contra-sistema”. Este é um velho argumento que nunca falha.

Limbaugh transformou-se num mártir da liberdade de expressão devido às declarações que fez sobre jogadores de futebol negros - o que lhe deu bastante protagonismo. No entanto, o caso de Irving não tem recebido quase nenhuma publicidade, relegando-se esse protagonismo para o “politicamente correcto”.

Dov Hikind, filho de sobreviventes do Holocausto, está liderar uma autêntica carga cem conjunto com outros seus colegas com o objectivo de forçar a American Express a rescindir definitivamente o contrato com o conhecido “negacionista” do Holocausto David Irving, que iniciou uma série de conferências nos E.U.A. para promover o lançamento do seu novo livro, supostamente “cheio de ódio”, Banged Up: Survival as a Political Prisoner in 21st Century Europe [Banged up: Sobreviver como um preso político na Europa do século XXI].

"A noção de que uma entidade financeira bem credenciada, como a American Express, realiza negócios com alguém da laia de Irving é absolutamente espantoso para mim", comentou Hikind.

Para expressar a sua indignação, Hikind e uma dúzia de outros funcionários, incluindo o senador Democrata , John L. Sampson, escreveram a presidente da AMEX e da CEO Kenneth I. Chenault, dizendo: "Ao receber percentagens com os ingressos para ir ver e ouvir o Sr. Irving nos Estados Unidos, uma ‘tournée’ com um discurso cheio de ódio, bem como para as suas publicações, a sua empresa está a patrocinar uma mensagem repugnante ".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Série Turca Polémica Levanta Protestos de Israel

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Israelita Avigdor Lieberman convocou, na última quarta-feira o embaixador Turco em Israel como protesto contra um novo drama passado na televisão da Turquia e que retrata os soldados das Forças de Defesa de Israel como brutais assassinos. Lieberman instruiu os funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros para protestarem face dos seus homólogos Turcos. Ele realçou que este tipo de séries reflectem um grave nível de incitamento ao ódio - e com a aprovação do governo.

O programa chamado Ayrilik, apresenta uma história de amor que se desenvolve durante a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, segundo a imprensa Israelita. No entanto, parte de um episódio disponível no YouTube mostra várias imagens do IDF abrutalizar o população Palestiniana, com crianças a serem abatidas com tiros no peito e pontapés em pessoas idosas no chão, entre outras coisas.

No vídeo, os soldados Israelitas podem ser vistos a disparar no peito contra uma menina que apenas sorri, a fazerem avançar um tanque através de uma rua movimentada e alinhando um pelotão de fuzilamento para atirar contra os Palestinianos. O programa foi transmitido no canal Turco TRT1, canal de televisão patrocinado pelo próprio estado., segundo a imprensa Israelita.

Eles também relatam que o drama passado na Web "traz para a realidade a ferida aberta da Palestina. Retrata a tragédia de ambos os lados ao longo de gerações... Esta temporada foca as mulheres e crianças e a história da Palestina, bem como a noção de que o solução final é o amor, a compaixão e paz no mundo." [leia a notícia na íntegra]


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lady Renouf no Parlamento Europeu - "UMA PROVA - UMA ÚNICA PROVA!"


Há várias formas de impedir que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação em nome de qualquer coisa que nunca ninguém percebe muito bem o que é.
Por exemplo,
podemos tentar impedir que a pessoa "incómoda" faça a difusão da matéria "incómoda". Podemos, por exemplo, fazer desaparecer a pessoa incómoda. Podemos, no fundo, fazer uma série de coisas que, dizem alguns, é tudo em nome da nossa própria "segurança e bem estar" (???!!!) - esta é a tal parte que eu nunca percebo muito bem o que é...

Mas para que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação não podem existir assuntos protegidos e intocáveis. Infelizmente, todos sabemos que o facto histórico denominado "Holocausto" é o único sobre o qual não se pode falar abertamente sem se correr o risco de sermos imediatamente rotulados de "nazis" ou "anti-semitas" se duvidarmos ou questionarmos a versão oficial.

Seguidamente, iremos apresentar um verdadeiro acto de coragem
[o original foi retirado daqui - e tem ainda umas notas finais de Robert Faurisson]:

No Parlamento Europeu, durante a conferência contra a “Negação”,
Lady Renouf pediu uma prova, uma simples prova, do “Holocausto”

De Londres, onde vive, Lady Michèle Renouf esteve recentemente em Bruxelas e aí, com as necessárias autorizações, no dia 6 de Outubro de 2009, teve a possibilidade de tomar parte, no edifício do Parlamento Europeu, na conferência sobre “Negação e Democracia na Europa”. Dedicada à preparação de uma lei ‘pan-Europeia’ que tem a intenção de criminalizar o revisionismo (mais conhecido como “negação do Holocausto”), a conferência atraiu cerca de duzentas pessoas, entre os quais alguns membros do próprio Parlamento Europeu; foi moderada pelo Alemão Elmar Brok, um antigo jornalista, ele próprio também um ‘MEP’. Numa ligeira intervenção em Inglês, Lady Renouf resumiu os argumentos de várias intervenções, naturalmente todas anti-revisionistas, cada uma mais miserável do que a outra.

Entre as fotografias que ela incluiu na sua apresentação estão algumas de Gilles Karmazyn; até agora, nos seus longos esforços na Internet a fim de localizar revisionistas e os seus escritos, este pobre Torquemada tinha tido sucesso em esconder a sua face e nenhuma imagem sua conseguia ser encontrada no Google ou na Wikipedia.

Mas o mais surpreendente é que, por sorte, Lady Renouf, desconhecida para as pessoas presentes na conferência, obteve permissão para falar depois dos participantes que estavam no programa e ela – que não é nem revisionista nem anti-revisionista – conseguiu fazer um apelo para um debate livre sobre “o Holocausto“; foi ao ponto de pedir, como conclusão naquele debate, uma prova, uma única prova da existência das câmaras da gás Nazis.

Em todo o caso, nos tempos actuais, parece existir a sensação de eu os argumentos exterminacionistas, como dizem os Americanos, é algo que corre sem combustível. Podemos mesmo questionar se a mentira das supostas câmaras de gás Nazis de gás estão, mais ou menos, no mesmo patamar que Ariel Sharon. E, se estão mortos, não é mais do que tempo para os enterrar?


Um comentário breve e enérgico

Aqui está, a seguir, o breve e enérgico comentário de Lady Renouf. No mesmo, as letras “WMD” designam “weapons of mass destruction” [armas de destruição em massa] atribuídas a Adolf Hitler, ou seja, “câmaras de gás” e também “furgões de gás”, supostamente concebidas e usadas para assassinar Judeus na Europa, mas que, em ambos os casos, jamais tenha sido encontrado qualquer vestígio que o prove e que, por óbvias razões físicas e técnicas, são, simplesmente, inconcebíveis.



Obrigado, Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores


Esta conferência é intitulada "Negação e Democracia". Há, seguramente, apenas uma maneira de combater a "negação" num contexto "democrático" – não instituindo debates sobre a negação através de Europa, mas, em vez disso, fornecendo provas documentais que desmintam os negacionistas. Há duas semanas, Benjamin Netanyahu dirigiu-se às Nações Unidas argumentando que possuia provas – os denominados desenhos técnicos de construções industriais de WMD – e que tinha sido rejeitadas por peritos Judeus, tal como Professor Van Pelt, que foi ao ponto de dizer que "os negacionistas devem estar a divertir-se porque isto demonstra como as pessoas são crédulas". Estes mesmos documentos apresentados como provas por Netanyahu, foram, aliás, inicialmente descobertos e publicados em 1976 (como prova da normalidade das câmaras de gás para desinfectar a roupa) pelo veterano revisionista Professor Robert Faurisson!

Poderá esta conferência especializada ter sucesso onde Netanyahu fracassou? Poderá esta conferência fornecer-nos um – apenas um - item documental que funcione como prova e que possa fazer frente às fontes críticas revisionistas sobre o Holocausto? Deveremos apenas silenciar tais vozes cépticas com ameaças, multas e sentenças de prisão ou iremos ensinar as nossas crianças nas escolas que o debate/negação da fonte histórica é uma crítica normal? Viram o "Guidelines for Teaching about the Holocaust” [“Directrizes para o Ensino do Holocausto"? Se me permitirem, irei fazer uma citação: "Deve ser tomada em consideração não dar uma plataforma aos negacionistas... nem procurar desmentir a posição dos negacionistas através de um debate histórico normal e argumentos racionais".

Como antiga conferencista numa universidade pedi, por favor: Poderá a União Europeia fazer aquilo que a ONU não fez e fornecer-nos hoje um documento com o qual as crianças da escola e os seus professores possam contar? Nem a lei contra o negacionismo define o que é uma WMD industrial, pelo qual se condenam cidadãos da Europa e não só a vários anos de prisão".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Nova Inquisição Espanhola


O Partido Popular de Valência decidiu substituir Ricardo Costa como Secretário Regional por César Augusto Asencio.

O jornal El País revelou que o Sr. Asencio é um negacionista do Holocausto, que descreve aquele facto histórico como "a maior fraude da História" num artigo publicado em 1979 no ‘Diario Información’. Ele descreve o extermínio de seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial como uma "lenda".

Nesse artigo, ele afirma que um "estudo detalhado" mostra que "existe propaganda a uma escala mundial"que está nas mãos dos Judeus, suportando a sua posição com inúmeras fotografias e documentos. Referiu ainda que a Cruz Vermelha Internacional nunca mencionou a existência de quaisquer câmaras de gás ou extermínios e massa nos seus relatórios. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 6 de setembro de 2009

Gotz Aly - A Próxima Censura?...



O historiador Götz Aly, autor do livro "Hitler's Beneficiaries", acusou os soldados Aliados negros de serem os responsáveis pela violação sistemática de mulheres Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Ele também contraria a ideia generalizada de que os soldados da Alemanha Nazi já derrotada eram obrigados a lutar. O historiador compara os actos dos soldados negros da Grã-Bretanha e da França às violações em massa feitas pelos soldados do Exército Vermelho Russo na Alemanha Oriental. "Todas as localidades do Sudeste Alemão têm histórias para contar das violações dos soldados negros e que não são muito diferentes das histórias dos Russos [que praticavam o estupro sistematicamente." Aly afirma também que Mahatma Gandhi foi "um dos maiores amigos da Alemanha Nazi" porque ele e o Terceiro Reich partilhavam um inimigo comum.

A notícia pode ser lida na íntegra
aqui.

O Revisionismo em Linha desconhece quanto tempo faltará para este historiador Alemão também ser rotulado, multado ou até mesmo preso pelos seus comentários e visão histórica.
Também não sabemos se acontecerá alguma coisa ao Telegraph On-line por ter colocolda a notícia. O que sabemos é que caminhamos para um mundo em que os "crimes do pensamento" se tornaram demasiados perigosos para certos grupos policos e religiosos.

Pat Buchanan CENSURADO!


Como tiveram oportunidade de ler, o Revisionismo em Linha realçou aqui o artigo de Pat Buchanan por considerar válida qualquer abordagem que nos possa ajudar a perceber melhor um facto histórico, seja ele qual for, não só porque A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO, mas também porque A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO são valores que defendemos de forma firme e decidida!

Talvez por isso não ficámos surpreendidos com o que aconteceu logo a seguir:

A MSNBC eliminou [POR OUTRAS PALAVRAS, FECHOU, CENSUROU!] a coluna de Pat Buchanan em que este defendia [DEVEM TER LIDO OUTRO ARTIGO, POIS EU NÃO LI QUALQUER "DEFENSA". APENAS UMA ANÁLISE, PELOS VISTOS, INCÓMODA PARA ALGUÉM] as acções de Hitler, horas após o National Jewish Democratic Council [Conselho Nacional Democrático Judeu] ter exigido a remoção do artigo do seu site.

Buchanan, um comentador conservador, tinha alegado que Hitler não queria guerra e que as acções dos Aliados tinham sido desnecessárias [É A OPINIÃO DELE - E DE MUITAS OUTRAS OUTRAS PESSOAS! E APRESENTOU DADOS E SUPOSTAS PROVAS DO QUE DEFENDIA!].

"A MSNBC tomou uma decisão responsável" na remoção da coluna, referiu num comunicado o presidente da NJDC, David Harris. "Nenhuma organização noticiosa digna pode empregar e promover um comentador que defende uma tal vil ficção",acrescentou. "Esse tipo de revisionismo histórico é deplorável." [REPAREM QUE NEM SE PREOCUPAM EM TENTAR CONTRARIAR BUCHANAN. NÃO PRECISAM DE APRESENTAR QUAISQUER PROVAS, DADOS, REGISTOS, TESTEMUNHOS, NADA!!!!, QUE DEMONSTRE QUE BUCHANAN ESTÁ A ENVEREADAR PELA TAL "VIL FICÇÃO".


Como Buchanan já tinha sido acusado de fazer outros comentários "racialmente insensíveis" e "anti-semitas", bastou um saltinho, uma queixinha, um recordar do "passado tenebroso" do comentador politicamente incorrecto, para o banir, sanear (na Europa seria multado e preso!), censurar! A liberdade Sionista é mesmo assim: rápida e eficaz...

domingo, 23 de agosto de 2009

A Caça aos Hereges do Século XXI




















As “verdades” impostas pelos juizes jamais tem sido capazes de se sustentar

Durante a Alta Idade Média, a nossa civilização vivia no meio de uma atmosfera carregada de homicidios, de intolerância e de fanatismo religioso, onde os hereges e as bruxas eram perseguidos sob a acusação de terem relações com o diabo. Mas, como a historiografia actual salienta, nenhum tribunal conseguiu alguma vez demonstrar satisfatoriamente a existência destas supostas relações e, muito menos, a existência do Maligno. Tal coisa, no entanto, não era obstáculo que detivesse as autoridades religiosas e seculares que, dominadas pela histeria colectiva, declaravam como "prova" o que até agora resulta impossível de se provar e, sobre esta base, sentenciavam para seus auto-declarados inimigos a um horrível destino.

A morte destas indefesas vítimas na fogueira, longe do bem intencionado propósito de purificar pelo fogo a alma e o corpo pecador, e com isso albergar a remota esperança de misericórdia ante o Altíssimo, apontava antes para a submissão das massas através da chantagem emocional e do terror psicológico. O terrível espectáculo de ver um ser humano devorado pelas chamas, cumpria eficazmente a sua função dissuasiva.

A protecção da fé medieval dependia de uma grande máquina de religiosos, magistrados, corpos de sábios e outros voluntariosos cúmplices, cujos ofícios nos tribunais inquisitoriais e processos de bruxas se distinguiam por um imenso ódio contra os acusados. Cegados pelo fanatismo, estes guardiões da religião do Estado tinham a firme crença de que com tais juízos contribuíam para a luta contra o demónio e contra o seu reino do mal; e até acreditavam merecer retribuições divinas por cada vitima queimada nas piras. Nem suspeitavam que estes miseráveis que, mediante tais crueldades arbitrárias, não faziam outra coisa senão adoptar o papel do mesmíssimo Satanás e se converter em instrumentos para acrescentar a dor e as injustiças no mundo.

Nos nossos tempos, infelizmente, parece que as nossas autoridades ou não aprenderam ou querem ignorar as lições de uma das passagens mais sinistras da história. Assim, nos nossos dias, em pleno século XXI, vemos que as perseguições em defesa do sacro-santo Holocausto tomaram o lugar das perseguições de hereges e bruxas do século XVI. Os demonólogos contemporâneos vieram substituir com métodos brutais o Reductio ad Diabolicum pelo Reductio ad Hitlerum.
É assim que podemos estabelecer paralelos realmente assombrosos e preocupantes, entre as perseguições de revisionistas do século XXI e a desumana perseguição medieval de hereges e bruxas.
Depois de conhecer as verdadeiras práticas deste tipo de perseguição, seria muito ingénuo da nossa parte esperar que, por exemplo, os proeminentes revisionistas Ernst Zündel, Germar Rudolf, David Irving e Siegfried Verbeke tivessem sido sujeitos a um julgamento justo e imparcial, de acordo com as normas fundamentais do direito internacional.


Perseguição contemporânea de hereges

Deixando de lado alguns avanços humanitários conseguidos desde então quanto a medidas punitivas e restringindo-nos puramente ao que diz respeito à legislação, perseguição e argumentação, foi possível estabelecer as seguintes 22 semelhanças, bastante bizarras, entre a perseguição medieval de hereges e a perseguição contemporânea de revisionistas (na fraseologia inquisitorial: “negadores do holocausto”) nas “democracias ocidentais”:

1. Tal como os hereges cristãos eram inapelavelmente equiparados aos falsos predecessores (exemplo: os cátaros anti-cristãos), assim os revisionistas são todos falsamente equiparados com nazistas e fascistas.

2. Os perseguidos não são culpados de alguma acção criminosa. A grande ofensa está em que eles estudaram criticamente certas concepções oficiais (estatais) e fizeram públicos as suas descobertas; só por causa disso é que se fizeram puníveis de castigo, além de execráveis.

3. O seu crime é a não crença na religião oficial do Estado (dogma).

4. A acção vigorosa de chantagem/censura legal e social não deixa às pessoas dissidentes, críticas da verdade protegida por lei, outra alternativa que transmitir “ilegalmente” as suas opiniões ao público.

5. Eles são vistos como apostatas e, por causa disso, denunciados e perseguidos.

6. Na realidade, o principal objectivo deste tipo de perseguições não é castigar as vítimas, mas principalmente, lançar um aviso e colocar "cabeças ensanguentadas na picota", para escárneo e dissuasão de outros potenciais críticos à ideologia do Estado.

7. Os actos de acusação estão baseados numa lei ocasional (Malleus Maleficarum “Hexenhammer”, uma farsa jurídica ao estilo do Tribunal Militar Internacional - Nuremberg, a Lex Auschwitz, Loi Gayssot, entre outros), isto é, no tipo de axiomas político-religiosos contra os quais não se permite defesa alguma.

8. A parte acusadora dispõe de ilimitados recursos (financeiros) e tem de seu lado os mercantilistas de notícias. Os acusados, em geral, carecem quase até do indispensável e, encontram-se, desde o início do processo até a leitura da sentença, sob uma intensa acção de calúnia, com a opinião pública contra ele.

9. Os promotores e juízes são incapazes de provar a verdade das suas teses. Eles fazem referência meramente a conhecidas abstrações, santificadas pelo poder do Estado.

10. Com frequência procuram refúgio em acusações do tipo estereotípico e figurativo, não identificáveis objetivamente (“bruxaria”, “racismo”, “anti-semitismo”, “insulto à memória dos judeus assassinados”).

11. A verdade, ou a busca da verdade, é de pouco ou nenhum valor neste tipo de tribunal. Quando a crença prevalece, a ciência emudece. (1)

12. A auto-defesa que é feita com evidência científica e concreta é considerado como prova da justificativa das prisões.

13. Hæresis est maxima, opera maleficorum non credere (“O maior pecado está na negação do pecado”). Em nossos tempos: Hæresis est maxima, holocaustum non credere.

14. As pessoas que não acreditava em algumas partes das doutrinas religiosas recebiam a terrível designação de “hereges”. As pessoas que não acreditam em algumas partes do “Holocausto” recebem a terrível designação de “negacionistas”, “neo-nazistas”, “fascistas”, “anti-semitas”, etc. Todos eles serão entregados ao linchamento social (o equivalente ao “são bento” medieval), à ruína económica e à morte na fogueira.

15. Não se permite à defesa apresentar com evidência o que prove os argumentos dos defendidos. Em alguns países europeus, os defensores também podem ser presos. (2)

16. A contra evidência é só permitida (selectivamente) para legitimar a farsa jurídica. Nunca será aceite, senão sempre recusada em favor da “verdade” ideológica.

17. As declarações das testemunhas da parte acusadora serão sempre aceites, sem maior pedido de provas; as contradições e impossibilidades demonstráveis contidas em tais depoimentos serão sempre desconsideradas.

18. Nestes julgamentos, não há busca da verdade, somente busca de culpabilidade segundo a letra da lei do Estado.

19. Para os juízes é impossível absolver aos processados ou sancioná-los tenuemente; qualquer amostra de benevolência para o amaldiçoado réu significará a segura auto-destruição do magistrado.

20. Por dita razão, a condenação dos acusados é, de antemão, segura e indisputável, ficando completamente descartada qualquer esperança de um julgamento justo.

21. Para os veredictos desta classe de jurisdição é conferido um valor eterno e apolítico.

22. Tal como ocorreu durante a caça medieval de hereges, também nos nossos dias os mais viciosos excessos à hora de castigar os crimes de pensamento têm como palco a Alemanha. Neste país, dezenas de milhares de pensadores “dissidentes” e assim chamados “negadores do holocausto” recebem castigos desproporcionadamente severos. Em nenhum outro lugar as torturas e crimes contra as “bruxas” foram tão cruéis como na Europa central. Hoje em dia, nessa região, os revisionistas são mantidos cativos nas prisões mais conhecidas, como Stuttgart-Stammheim, o fortemente resguardado centro de isolamento, desenhado para confinar os terroristas mais perigosos. Só na Alemanha, mais de 10.000 pessoas são condenadas anualmente.

Na Áustria, a pena máxima para o revisionismo foi elevada a vinte anos de prisão (!). Semelhante tirania política pouco tem que invejar os regimes Estalinistas. Na Holanda, esta pena máxima era até pouco tempo, por lei, de só um ano, mas devido a uma série de artimanhas jurídicas e à poderosa pressão da Alemanha-EUA, quase em segredo, e à custa do povo e do parlamento holandês, foi recentemente elevada a 5 anos de prisão.

Cada um dos mencionados 22 pontos põe em evidência a perseguição contemporânea de revisionistas, expondo-a como o que realmente é: um descarado crime moral e jurídico; uma violação inaceitável, motivada politicamente, dos Direitos Humanos, da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa e da liberdade de ciência.

Nos nossos tempos de raciocínio e de intelecto, o Holocausto aparece como o único fato histórico elevado à categoria de dogma por obra dos nossos modernos e “doutos teólogos”. Nenhum outro capítulo da história mundial está protegido judicialmente, de maneira tão draconiana, como está o Holocausto na Europa.
As discussões sobre o Holocausto pertencem ao domínio do livre pensamento, da liberdade de expressão e da livre investigação científica, e NÃO a uma jurisdição. Nem o poder judicial deveria ter concorrência para julgar problemas que só podem ser elucidados por meios científicos, nem a parte acusadora deveria pôr o problema num nível político.
Mais: a perseguição dos anti-holocaustistas é efectivamente e a todas as luzes uma perseguição racista: quase sem excepção os gentios são perseguidos por judeus ou grupos de pressão judeus. São estes os que iniciam as demandas e o hostilizamento contra os revisionistas, elevando os seus gritos ao céu até que os fantoches do poder judicial das democracias entram em acção contra os acusados. Jamais nenhum dos famosos revisionistas judeus foi levado a tribunal.
Cada um dos promotores, juízes e tribunais que se prestam para acções contra os revisionistas, compartilham uma grande culpa nesta comédia de criminalização do pensamento e os seus nomes serão recordados pelas futuras gerações como exemplos de vileza e desgraça. Conquanto alguns destes magistrados são postos entre a espada e a parede, sem mais alternativa do que co-participar na comissão de tais injustiças, a verdade é que a maioria dos inquisidores resumem voluntariamente, e com orgulho, o abominável papel dos seus antecessores medievais. A perseguição contemporânea de revisionistas, é moral e juridicamente ainda mais maliciosa do que a caça medieval dos hereges.
Naqueles tempos, pelo menos, requeria-se uma confissão do acusado para completar o processo de condenação e, às vezes, alguns réus (aqueles completamente inocentes das acusações) recebiam a graça da absolvição (3). Em troca, nos nossos dias, os “negadores do holocausto” levados ao tribunal por meio de denúncias desonestas são sentenciados a castigos severos.

Curiosamente, a “negação” de Deus, da Criação, do Diabo, de Cristo, de Alá, de Maomé, da Pátria, da Nação, não merece qualquer processo nem sanção alguma nas nossas democracias. Num mundo que já não tem fé em nada nem acredita em nada, só a “negação” do sacro-santo “Holocausto” comove os espíritos com uma fúria contígua no religioso e põe em movimento as molas de toda a maquinaria repressivo-judicial. Somos testemunhas de uma perseguição alimentada por fanatismos e ódios cuja magnitude é maior que durante o obscurantismo medieval.
Ao menos, nesses tempos, havia a remota probabilidade de que as pobres vítimas obtivessem alguma amostra de compaixão cristã. Agora, nos nossos tempos, em lugar de compaixão, só fica aquele visceral ódio judaico, tão bem descrito no Velho Testamento.



Notas:

(1) Apesar de ser um reconhecido defensor da tese holocaustófila, o historiador alemão Ernst Nolte reconhece o desacerto de excluir a argumentação científica: “Frente à importância fundamental da máxima ‘De Omnibus Dubitandum Est’ [se deve duvidar de tudo], alargada à convicção de que qualquer dúvida sobre a imperante concepção do ‘Holocausto’ e dos seus seis milhões de vítimas seja considerada desde um princípio como significado de uma maligna e abominável crença, necessária de proibição, não pode, sob nenhuma circunstância, ser aceite pela ciência, senão que deve ser recusada como um atentado contra a liberdade de investigação científica”.
(2) Recorde-se que naqueles tempos a acusação de herege era a arma mortal mais temível. Se quisesse destruir uma pessoa bastava acusá-la de ser herege, o que equivaleria hoje a acusá-la de ser racista, anti-semita ou negacionista. Por isso, não faltavam acusações infundadas entre inimigos pessoais, devedores, amantes enfurecidas, etc. Em muitos casos, tais denúncias não prosperavam ou as vítimas conseguiam atingir a absolvição depois de se descobrir a motivação dos denunciantes.
(3) Por exemplo, no processo Zündel, na Alemanha, a defesa foi proibida de esgrimir “esses argumentos pseudo-históricos”, sob risco de se fazer também sancionável. Se os advogados de Zündel fizessem questão de fazer uso de ditos argumentos, o público teria que ser desalojado da sala. Às vezes, dada a força da argumentação e o pouco conveniente desta para o sistema, se obriga à defesa a apresentar as suas declarações “só por escrito” (!), evitando assim que cheguem aos ouvidos de terceiras partes. Um sarcástico comentarista descreveu esta caprichosa exigência de argumentação não oral, como uma “litigação entre fantasmas”.




[Traduzido por Centauro daqui e adaptado para o Revisionismo em Linha por Johnny Drake]

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Fredrik Töben Vai Mesmo Para a Prisão


Um dia triste não só para a Austrália, mas também para todas as pessoas que por todo o mundo lutam pela liberdade de expressão e informação - Dr. Toben foi condenado a 3 meses de prisão efectiva.
No dia 13 de Agosto de 2009, pelas 10 horas da manhã, começou o recurso do Dr. Töben. Os numerosos argumentos foram apresentados por David Perkins, advogado de defesa. No fim da audição, os três juízes retiraram-se aproximadamente durante três quartos de hora. Após o seu regresso, leram a sentença, ou seja, que a apelação tinha sido rejeitada, ordenando que a sentença do Dr. Töben começasse imediatamente. Ele acompanhou pacificamente os dois polícias que chegaram vestidos de fato. Inicialmente irá para a prisão de Yatala, de onde se decidirá em que prisão será cumprida a sua sentença.

Leia mais sobre este assunto
aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

A Verdade Não Teme a Investigação!



Existem algumas pessoas que insistem que os "factos históricos não podem ser alterados", ou seja, para elas um "facto histórico" é tudo aquilo que "está provado e não há mais nada a dizer" e "quem o procura questionar ou é louco ou defende, directa ou indirectamente, alguma das partes envolvidas".

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que "os Aliados livraram-nos da praga Nazi e dos seus mais acérrimos defensores". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que as SS eram "altos e louros, arianos puros, que seguiam cegamente o seu Fuhrer e todas as suas ordens, defendendo-o até à morte porque estavam a defender também a sua Pátria Alemã" e o bla, bla, bla que todos já conhecemos há muito tempo. Não consigo perceber, então, a quantidade tão variada de nacionalidades que serviram esta unidade...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente, que a CIA tem feito um trabalho extraordinário para que possamos viver num mundo melhor, livre de radicais fanáticos, quer religiosos, quer políticos". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia.

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que o termo "campos de concentração" ou "campos de trabalho" é a forma simpática de esconder os "campos de extermínio", onde de uma forma mais ou menos dissimulada, um Estado se livra rapidamente dos indivíduos mais indesejáveis. Isso, tal como nos ensinaram nas escolas e nas faculdades, foi uma acção desenvolvida especialmente na Alemanha Nazi e que levou ao "documentadíssimo" e "provadíssimo" facto histórico denominado "Holocausto".

O que eu não consigo perceber é como depois aparecem notícias como esta...

Em resumo, trabalhos como o do Revisionismo em Linha acabam por atrapalhar o politicamente instituído sistema de ensino da História, levantando as dúvidas e as questões normais em qualquer sociedade que honre a liberdade de expressão e de pensamento. Coisa que para alguns só existe se ninguém discordar deles. Se isso acontecer, passamos nós a ser "radicais, extremistas, racistas, anti-semitas", etc.

Lembrem-se sempre que A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso


Como já referimos várias vezes, sabemos perfeitamente que notícias como esta - ou até esta - não conseguem ser devidamente exploradas sem que o rótulo costumeiro do "anti-semitismo" não apareça pouco depois. E quando o assunto diz respeito ao Holocausto, então as coisas pioram e os rótulos passam a ser ainda mais, na procura desesperada de desviar a atenção do assunto principal.

Serve esta pequena introdução para vos dar a conhecer este escândalo que, perfeitamente explorado e sem os rótulos que o "assunto/facto histórico Holocausto" carrega, poderia ser motivo de imensos debates e questões.

Vejamos:

Simon Wiesenthal, famoso pela sua procura pela justiça, terá apanhado muito menos criminosos de guerra do que aqueles que reivindicou e acabou por fabricar muito da sua própria história de Holocausto

Desde o início dos anos 60 que o nome Simon Wiesenthal se tornou o sinónimo de “caça-Nazis”. A sua posição é semelhante à de um santo secular. Nomeado quatro vezes para o prémio Nobre da Paz, recebeu um título de nobre Britânico, a Medalha Presidencial dos EUA para a Liberdade, o título honorário da Legião Francesa e, pelo menos mais 53 outras distinções, foram-lhe atribuídos cerca de 1.100 "escalpes" Nazis. É lembrado, especialmente, pelos seus esforços para a localização de Adolf Eichmann, um dos criminosos de guerra mais procurados.

Porém, a sua reputação foi construída com areia. Ele foi um mentiroso - e até nisso foi mau. Do final da Segunda Guerra Mundial até ao fim da sua vida, em 2005, iria mentir repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichmann assim como de outras façanhas para caçar Nazis. Ele também confeccionou histórias ultrajantes sobre os seus anos de guerra e fez reivindicações falsas sobre a sua carreira académica. Há tantas inconsistências entre as suas principais três autobiografias e entre essas autobiografias e documentos contemporâneos, que é impossível atribuir-lhe uma narrativa de confiança e de credibilidade.

A notícia pode continuar a ser lida aqui - infelizmente, apenas em Inglês. Estranhamente, o "TimesOnLine" - onde estava a notícia original - deixou de disponibilizar a mesma. O que não é a primeira vez, diga-se. Sempre que os assuntos violam o código do politicamente correcto que protege a indústria do Holocausto, existe a tal coincidência destas coisas... desaparecerem ou deixarem de estar disponíveis.

Mas nós estamos cá para recordar...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Após Um Fim-de-Semana Complicado...

... regressa o Revisionismo em Linha com toda a força!!!


Razão têm os crentes afirmacionistas em andar tão preocupados. Vejam como um deles ficou depois de andar o fim-de-semana a carregar com “notícias anti-semitas”…




Naquela carroça aposto que estam notícias como
esta ou esta, exemplos claros que “eles andam aí”…

Saddam Hussein. Ainda se lembram dele? Pois aqui estão algumas das suas "conversas" com representantes do FBI - uma das polícias "aliadas" que tantao lutam para nos libertar destas figuras "opressivas e sinistras" (curiosamente com bigode e com gosto por águias nas bandeiras...). Se estas conversas forem verdadeiras, a teoria de que ele já estaria morto em 1999 cai definitivamente por terra.

Quem pretende também ajudar a fazer cair por terra toda a polémica do "aquecimento global" é Gary North com este seu artigo.

terça-feira, 14 de julho de 2009

"Anti-Semitismo"?




O mundo das notícias cor-de-rosa também chega aos mais recentes factos históricos. E da mesma forma, “vende mais” este tipo de notícia do que esta ou esta. Errol Flynn já morreu, mas a suspeita dele poder ter sido um “espião Nazi” transforma-se num assunto bombástico (???!!!!) que abafa completamente a discussão do porquê existirem “prisioneiros de pensamento” – alguns até lhes chamam “prisioneiros políticos” – em algumas democracias ocidentais. Assim como também abafa qualquer discussão sobre outras formas de abordar, analisar, questionar a História.

No mundo politicamente correcto em que vivemos, pior do que um pedófilo ou do que um psicopata homicida ou de um violador são todos aqueles que supostamente têm ligações a movimentos apelidados de “extremistas”, nomeadamente, “nazis, fascistas ou nacionalistas”. Nem interessa explicar o que eles são, se são todos iguais ou o que pretendem. Os jornalistas “sérios” afirmam que eles são todos maus e nós temos que acreditar. Porque eles é que são sérios.
No mesmo saco são colocados os revisionistas, denominados “negacionistas do Holocausto”. Os mesmos jorrnalistas “sérios” também os gostam de rotular de “anti-semitas”, pois, segundo eles, não passam de “nazis disfarçados e que apenas lutam pelo branqueamento do Nacional Socialismo”.

Deste modo,
não podemos dizer que um grupo de Judeus da Ucrânia está contra uma decisão de considerar crime a situação ocorrida em 1930 denominada “Grande Fome”: existe uma lista de antigos oficiais Soviéticos acusados de serem responsáveis pelo ‘Holodomor’´, que causou milhões de mortos na Ucrânia em 1932-33 e a maiorias dos nomes são de Judeus... Ao divulgar isso somos acusados de “anti-semitismo”…

Não podemos dizer que Israel é controlada por fanáticos religiosos, porque… somos acusados de “anti-semitismo…

Não podemos dizer que muitos Americanos consideram os Judeus responsáveis pela crise económica… porque somos acusados de “anti-semitismo”…

Mas pior do que isto tudo, é corrermos o risco de sermos multados ou até presos não porque se tenha provado que tudo isto esteja errado, mas porque este tipo de notícias são consideradas “anti-semitismo” e isso é penalmente condenável e transforma todos aqueles que têm a coragem de fazer frente a esta loucura em vulgares cadastrados, “portadores de ódio e de falsas notícias”!

É neste mundo louco que existimos. É por causa deste mundo louco que existe o Revisionismo em Linha!

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...


Quatro membros da Jewish Defence League, foram detidos na quarta-feira depois de um ataque a uma livraria de Paris dirigida por activistas pro- Palestina. Com idades entre os 16 e os 26 anos, os jovens foram detidos em Paris e nos seus subúrbios e foram levados sob custódia pr suspeita vandalizarem o estabelecimento. Vândalos mascarados irompeam pela loja, armados com paus cocktails molotovs no final da tarde de sexta-feira, destruindo os computadores e máquinas registadoras, assim como livros (…). Conhecida pelo seu apoio à causa Palestiniana, esta livraria de Paris já tinha sido atacada inúmeras vezes anteriormente. [Leia a notícia na íntegra]

Uma coisa todos sabemos: se os quatro jovens tivessem a cabeça rapada e as vítimas fossem Judeus e este crime corria o mundo, abria os telejornais e durante umas semanas não se falaria de outra coisa. Assim, a notícia sai "de mansinho", sem grande alarido, sem grandes críticas, não vá alguém ainda ser acusado de "anti-semitismo". E eu a pensar que a destruição e a queima de livros eram coisas... de uns certos "maus"...

O Revisionismo em Linha também desconhece se a Hungria também poderá sofrer ataques semelhantes depois dos legisladores daquele país terem recusado considerar a "negação do Holocausto" uma ofensa punível...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes



A vida em Gaza após a invasão Israelita - Seis meses depois da sangrenta guerra de Israel com o Hamas, em Janeiro, e que durou três semanas, Peter Beaumont entrevistou três mulheres que ele conheceu imediatamente após a invasão.

Assista aqui a um 'online slideshow' dos crimes de guerra de Israel em Gaza e pode ler mais sobre este assunto aqui.

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".

A verdade não teme a investigação!

Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Algumas Notícias e Um Livro

A "democracia", a "tolerância" e a "liberdade de expressão" são assim: quase todos os dias nos oferece exemplos de como é bom viver neste mundo onde tais valores são tão apregoados e aplicados. Vejam aqui e também aqui. Podemos falar de tudo - todos os dias são feitas novas descobertas - e podemos discordar de tudo... ou quase tudo, pois duvidar e questionar o "Holoconto" continua a ser o principal problema dos que se recusam em seguir o rebanho.

Num mundo onde certas potências estão imunes, até na tortura; num mundo onde existem certos 'mártires' que caiem rapidamente no esquecimento; num mundo onde os tribunais absolvem e libertam pedófilos e violadores; é neste mesmo mundo que outros "crimes", nomeadamente "do pensamento" têm aquele tipo de resposta.

O livro que gostaria de aconselhar para hoje é este, Spies: The Rise and Fall of the KGB in America. Nesse livro, Engelbert Broda é apontado como espião do KGB na Grã-Bretanha nomeadamente na área da energia atómica: são reveladas provas conclusivas de que o cientista Austríaco era um espião que trabalhava no coração do programa nuclear Britânico no tempo da guerra.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

De Regresso, Sempre Contra a Areia


De regresso, após uma semana complicada, com muito trabalho e problemas que afectaram o meu computador - até uma das contas do Gmail foi fechada sem explicação (felizmente já foi reaberta) - gostaria de partilhar com todos um comentário do Diogo que retirei de um blogue 'exterminacionista' que insiste em ter orgasmos pseudo-intelectuais sempre que um revisionista é multado ou preso - para eles, é assim que Holoconto se tem que manter e é assim que a liberdade de expressão deve funcionar.

"A História é uma ciência, embora com algumas características específicas. Está dependente de todo o tipo de provas e evidências incluindo testemunhos que podem ser falsos ou falsificados.

Quando existe controvérsia ou se pretende provar um determinado ponto, tal como acontece nas outras ciências, procede-se a uma investigação mais profunda dando-se a conhecer todos os pormenores dessa investigação, de forma a que outros cientistas possam reproduzir e avaliar a experiência e os resultados nas mesmas condições.

Tal só não acontece quando o cientista é um vigarista (e há muitos casos desses).

No holocausto a situação é infinitamente mais grave: não apenas não é permitido a todos os cientistas e historiadores investigar as evidências e locais, como ainda são julgados se ousarem colocar em dúvida a «verdade estabelecida». Este facto implica vigarice. Não há outra explicação possível."

Fim de citação. Mais resumido, mais simples, mais directo e mais verdadeiro é impossível.

Fica o apontamento. Um excelente apontamento.


Como tantas vezes já foi referido, este blogue pretende penas dar a conhecer outras versões da história, outras visões, outras análises e outros estudos, não havendo, necessáriamente e naturalmente, a total e cega concordância com tudo o que aqui divulgamos - ao contrário do que por diversas vezes nos acusaram.

E se a história tem, naturalmente, tantas interpretações - quase tantas como os seus protagonistas - também as notícias podem ser lidas e interpretadas de diversas formas.

Todos devem ter visto este vídeo. Passou em quase todas as televisões de todo o mundo, durante várias semanas. Racismo e xenofobia vende e aumenta as audiências dos média. Todos sabemos. O que não percebemos é porque é que, se o crime não tem "nem cor nem credo", este tipo de vídeo ou este ou este nunca passam e são ignorados pelos mesmo média. Porque será?

Mas vamos ao caso mais recente (já sei que vão aparecer para aí uns assalariados Sionistas que se vão colocar aos pulinhos para dizerem que eu tinha que vir defender o "nazi", mas carruagem passará sempre enquanto eles ladram.): a 11 de Novembro de 2007, por ocasião de uma manifestação da Juventude do partido "de extrema-direita" Democracia Nacional num bairro de imigrantes, devidamente autorizada, um violento activista antifascista foi assassinado no metropolitano. Josué Estébanez, um militar de 23 anos que se deslocava para a manifestação, foi detido e acusado de homicídio. Dois anos e meio depois, os vídeos de segurança foram divulgados pelo jornal El Pais e revelam imagens impressionantes.


No vídeo, vê-se Josué no metro, a chegar a uma estação em que entram dezenas de militantes antifascistas (que se deslocavam para uma contra-manifestação). Josué tira discretamente uma navalha do bolso. À entrada na carrugem dos activistas, seguem-se diversas provocações, devido à camisola Three-Stroke do suspeito "neo-nazi". Carlos Javier Palomino, conhecido "caça-fascistas" madrileno de 16 anos, toca no militar, que não lhe dá tempo para mais. De um golpe, espeta-lhe a navalha no coração e empurra-o para fora do vagão. Sucedem-se momentos de tensão, quando os activistas antifascistas tentam vingar a agressão. Um outro militante tenta agredir o jovem nacionalista, que reage com um golpe nas costas. Após uma desequilibrada escaramuça, em que o militar consegue resistir à fúria de várias dezenas de activistas, Josué consegue fugir da estação de metropolitano. É apanhado mais tarde, na rua, por uma "brigada antifascista" que o agride violentamente e o deixa estendido no chão, até ser detido pela polícia.

Se o grupo tão "corajoso" fosse composto de "nazis", esta notícia abriria os telejornais. Mas o mais extraordinário é como, por exemplo aqui, o mesmo vídeo é analisado por certo(s) jornalista(s).

Vejamos:

"Em Novembro de 2007 um militante neonazi assassinou barbaramente um jovem antifascista, de 16 anos, no metro de Madrid. Agora, o jornal espanhol ‘El País’ divulgou o vídeo da agressão mortal."

ASSASSINOU BARBARAMENTE???? EU VEJO ALGUÊM QUE SE DEFENDE DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE SE PREPARAVA PARA O ESPANCAR - O QUE ACONTECEU MAIS TARDE. O "JOVEM ANTIFASCISTA" É ALGUÉM QUE, APESAR DA IDADE, JÁ TEM UM ENORME HISTORIAL DE VIOLÊNCIA ANTIFASCISTA, COM AGRESSÕES À POLÍCIA EM MANIFESTAÇÕES DE EXTREMA-ESQUERDA. CURIOSAMENTE, NADA DISSO FOI REFERIDO...

"(...) Passado alguns minutos, entra na mesma carruagem do que a vítima, Carlos Palomino, acompanhado por amigos."

NO VÍDEO PODEMOS VER QUE O SUPOSTO HOMICIDA JÁ LÁ ESTAVA NA CARRUAGEM, APERCEBE-SE DA CHEGADA DO GRUPO NUMEROSO E PUXA DA NAVALHA, POUCO ANTES DE SER COMPLETAMENTE CERCADO.

"Ao entrar na carruagem, Palomino toca nos símbolo nazi da camisola de Estébanez e este desfere brutalmente uma facada no jovem, atingindo-lhe o coração."

O TOQUE FOI UMA FORMA DE PROVOCAÇÃO, SIMPLESMENTE PARA O SUPOSTO NAZI REAGIR. O QUE O "JOVEM DE EXTREMA-ESQUERDA NÃO SABIA ERA QUE O OUTRO TINHA UMA FACA.

"(...) Estébanez, na altura com 23 anos, conseguiu fugir e a polícia deteve-o passados dois dias."

ELE CONSEGUIU FUGIR DA CARRUAGEM, DEPOIS DE TER ESTADO NUMA GROTESCA DESVANTAGEM NUMÉRICA. MESMO ASSIM, FOI ESPANCADO MAIS TARDE PELOS AMIGOS DO JOVEM APUNHALADO, FACTO QUE FOI IGNORADO PELOS MÉDIA.

Não vou comentar mais a notícia porque não quero vestir a capa de advogado de quem quer que seja. O que não gosto é daqueles que existem nos média apenas para nos atirarem areia para os olhos. O que não gosto é que andem estes senhores a passarem atestados de estupidez às pessoas, julgando-se superiores apenas porque têm um espacinho que lhes permite dar um poder que eles sabem poder servir para manipular os mais distraídos.

Portanto, meus caros senhores pseudo-tolerantes, em forma de resumo, e em primeiro lugar, os exemplos de agressões violentas praticadas contra pessoas 'brancas' também têm que ser tratadas da mesma forma que são tratadas as que dizem respeitos aos outros "jovens" de outras etnias. Em segundo lugar, se o crime não tem cor, nem credo, nem filiação política, porque é sempre crime, independentemente de quem o pratica, seria bom que os outros casos fossem também mostrados e rotulados tal como eles o são na realidade.

domingo, 10 de maio de 2009

A Criminalização da Crítica a Israel



[Tradução de Historiador Livre]


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.

Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Rahm Israel Emanuel não está na Casa Branca para lavar o chão. Mal consiga fazer aprovar a Lei Preventiva de Crimes de Ódio de 2009, passará a ser considerado um crime quando qualquer americano disser a verdade acerca do tratamento e do roubo das terras dos palestinianos por parte de Israel.

Será um crime para os cristãos reconhecer a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus.

Passará a ser crime relatar a extraordinária influência do lobby israelita na Casa Branca e no Congresso, tais como as resoluções redigidas pelo AIPAC a apoiar os crimes de guerra israelitas contra os palestinianos em Gaza que foram endorsadas a 100 porcento pelo Senado dos EUA e a 99 porcento pela Câmara dos Deputados, enquanto o resto do mundo condenava Israel pelo seu barbarismo.

Passará a ser crime duvidar do Holocausto.

Passará a ser crime notar a representação desproporcional dos judeus na comunicação social, nas finanças e na política externa.

Por outras palavras, significará o fim da liberdade de expressão, do livre inquérito e da Primeira Emenda da Constituição. Quaisquer factos ou verdades que causem celeuma sobre Israel serão pura e simplesmente proibidos.

Dado o pundonor do governo dos EUA, este levará Washington a aplicar a lei dos EUA a toda e qualquer nação e organização, o que acontecerá à Cruz Vermelha Internacional, à Comissão para os Direitos Humanos das Nações Unidas e às várias organizações de defesa dos direitos humanos que têm exigido investigações referentes ao assalto militar israelita à população civil de Gaza? Serão presos pelo crime de ódio de crítica “excessiva” de Israel?

Trata-se de um problema sério.

Um relatório recente da ONU, que ainda não foi divulgado na sua totalidade, culpa Israel pelas mortes e pelos feridos que resultaram nas suas instalações em Gaza. O governo israelita reagiu acusando o relatório da ONU de ser “tendencioso, claramente parcial”, o que coloca o relatório da ONU na categoria de crítica excessiva e forte sentimento anti-Israel criada pelo Departamento de Estado.

Israel está a safar-se com a utilização flagrante do governo estadunidense como ferramenta para silenciar os seus críticos apesar do facto da imprensa israelita e os soldados israelitas terem exposto as atrocidades israelitas em Gaza e o assassínio premeditado de mulheres e crianças urgido aos invasores por parte de rabinos israelitas. Estes actos constituem claramente crimes de guerra.

Foi a imprensa israelita que publicou as fotografias das t-shirts dos soldados israelitas que indicam que o assassínio voluntário de mulheres e crianças faz agora parte da cultura do exército israelita. Estas t-shirts são uma expressão horrenda de barbárie. Por exemplo, uma retrata uma mulher palestiniana grávida com uma mira sobra o seu estômago e a frase, “Um tido, duas baixas”. Estas t-shirts são uma indicação de que a política de Israel para com os palestinianos é uma política de exterminação.

É verdade que durante anos o mais vigoroso criticismo do tratamento dos palestinianos por parte de Israel tem vindo da imprensa israelita e dos grupos pacifistas israelitas. Por exemplo, o jornal israelita Haaretz e Jeff Halper do ICAHD têm manifestado uma consciência moral que aparentemente não existe nas democracias ocidentais nas quais os crimes israelitas são encobertos e até louvados.

Será a lei de crime de ódio estadunidense aplicada ao Haaretz e a Jeff Halper? Serão os comentadores estadunidenses que apesar de eles mesmos não o afirmarem mas meramente noticiarem que o Haaretz e Halper afirmaram algo serão detidos por “disseminarem o ódio a Israel, um acto anti-semita”?

Muitos estadunidenses foram submetidos a lavagem cerebral pela propaganda de que os palestinianos são terroristas que ameaçam a inocente Israel. Estes estadunidenses verão a censura meramente como parte da necessária guerra ao terror. Irão aceitar a demonização dos seus compatriotas que relatam factos desagradáveis sobre Israel e concordarão que essas pessoas sejam punidas por auxiliarem e defenderem terroristas.

Está em marcha uma grande jogada para criminalizar a crítica a Israel. Os professores universitários estadunidenses caíram vítimas da tentativa bem organizada para a eliminação de todo o criticismo de Israel. Norman Finkelstein viu negada a sua posse como professor numa universidade católica graças ao poder de pressão do lobby israelita. Agora o lobby israelita está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson. O crime de Robinson: a sua cadeira de relações internacionais incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel.

O lobby israelita aparentemente teve sucesso em convencer o Departamento da Justiça (sic) de Obama de que é anti-semitismo acusar dois funcionários judeus do AIPAC, Steven Rosen e Keith Weissman, de espionagem. O lobby israelita obteve sucesso no adiamento do seu julgamento por quatro anos, e agora o Procurador Geral Eric Holder retirou as queixas. Contudo, Larry Franklin, o funcionário do Departamento de Defesa acusado de fornecer ficheiros secretos a Rosen e a Weissman, encontra-se a cumprir 12 anos e 7 meses de cadeia.

O absurdo é extraordinário. Os dois agentes israelitas não são culpados de receber ficheiros secretos, mas o funcionário americano que lhes entregou esses documentos é culpado de os ter entregue! Se não existem espiões nesta história, porque é que Franklin foi condenado por entregar documentos a espiões?

Criminalizar a crítica de Israel destrói qualquer esperança da América possuir uma política externa independente no Médio Oriente que sirva os interesses estadunidenses em vez dos interesses israelitas. Elimina qualquer perspectiva dos estadunidenses escaparem à sua enculturação com propaganda israelita.

Para manter as mentes estadunidenses cativas, o lobby está a trabalhar para proibir como anti-semitismo qualquer verdade ou facto desagradável que seja pertinente a Israel. É permissível criticar todos os outros países do mundo, mas é anti-semitismo criticar Israel, e o anti-semitismo será em breve considerado um crime de ódio universalmente no mundo ocidental.

A maior parte da Europa já criminalizou a dúvida sobre o Holocausto. É até considerado crime confirmar que este aconteceu mas concluir que foram assassinados menos de 6 milhões de judeus.

Porque é o Holocausto um tema ao qual não se permite o escrutínio? Como pode ser que um caso apoiado em factos irrefutáveis possa ser colocado em causa por malucos e anti-semitas? Certamente que este caso não precisa de ser salvaguardado pelo policiamento intelectual.

Prender pessoas por terem dúvidas é uma antítese da modernidade.


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