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quarta-feira, 8 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (III)




Tradução:
"- Jerusalém é a cidade das três religiões!"
"- Sim: Messianismo, Judaísmo e Sionismo."

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)



(continuação)


Na prisão na Áustria

Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.


A viagem de David Irving à Polónia

Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History[10]. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.

Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website[11], publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.


(continua)

segunda-feira, 6 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (II)






(continuação)


O relatório Leuchter

Em Abril de 1988, durante o segundo julgamento de Zundel, em Toronto, David Irving soube que um técnico Americano em execuções, Fred Leuchter, tinha sido contactado pelo conselheiro de Ernst Zundel, Robert Faurisson, e tinha voado ara a Polónia com um pequeno grupo de ajudantes para examinar as supostas câmaras de gás em Auschwitz I, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Após o seu regresso, Leuchter escreveu um relatório onde concluiu que aqueles locais não podiam ter sido usados como câmaras de gás por razões técnicas. O mais importante é que Leuchter e a sua equipa tinham retirado amostras das paredes das supostas câmaras de gás de Auschwitz I e Birkenau onde, de acordo com a historiografia oficial, um grande número de Judeus tinham sido mortos com ácido prússico. As amostras foram analisadas posteriormente num laboratório Americano. Os testes revelaram que não existiam vestígios de cianeto ou níveis extremamente baixos, enquanto que uma amostra retirada da Instalações de Desinfestação nº 1 de Birkenau continha uma percentagem excessivamente alta de cianeto. [3]

O relatório de Leuchter confirmou aquilo que David Irving deve ter suspeitado ou aquilo que, de facto, ele já sabia: A história da câmara de gás de Auschwitz não passava de uma fraude monstruosa. Irving acreditava agora que a história do "Holocausto" cairia por terra num futuro próximo e dar uma ajuda. David Irving, cujo génio os historiadores tacanhos do sistema recusam teimosamente a reconhecer, conseguiu envergonhá-los a todos; seria o primeiro proeminente historiador a ridicularizar a fraude de Auschwitz. No final do julgamento de Zundel, Irving apareceu como testemunha de defesa. Endossou o relatório de Leuchter, que ele chamou de um "documento destruidor". Em 1988 e 1989, fez vários discursos questionando a existência de câmaras de gás para fins homicidas em Auschwitz: um desses discursos em terras Austríacas, em 1989, levaria à sua detenção e encarceramento naquele país dezesseis anos mais tarde.

A esperança de Irving de que o relatório de Leuchter levaria ao colapso imediato da mentira de Auschwitz não se materializou: Os Judeus lutaram pelas suas câmaras de gás como uma leoa pelos seus filhotes e David Irving foi rotulado como “negacionista do Holocausto". Numa sociedade Ocidental dominada pelos Judeus esta etiqueta é a marca de Cain. Irving foi maliciosamente marginalizado pelos meios de comunicação social, os seus livros desapareceram das livrarias e ele sofreu perdas financeiras enormes.


David Irving v. Deborah Lipstadt

Após um representante particularmente repugnante do lobby do Holocausto, uma tal Deborah Lipstadt, ter ultrajado Irving no seu livro Denying the Holocaust [Negando o Holocausto] [4], processou-a por difamação. O julgamento aconteceu em Londres, no iníco de 2000. Embora as possibilidades de Irving ganhar este caso serem praticamente nulas logo desde o início, ele podia ter chegado facilmente a uma tremenda vitória moral, demolindo a repulsiva Lipstadt e os seus peritos. Nem é preciso dizer que isso teria exigido uma boa e prévia preparação, mas devido à sua arrogância, Irving, que estava insuficientemente familiarizado com o particular assunto do "Holocausto", não considerou necessário estudar a literatura revisionista antes do julgamento.

Lembro-me nitidamente do meu desânimo quando li no jornal Judeu Suíço Jüdische Rundschau Maccabi que Irving "tinha admitido a existência dos furgões de gás. Era, de facto, verdade: Confrontado com o denominado "just document" [5] que a equipa de Lipstadt tinha apresentado como prova documental para o assassinato em massa de Judeus em furgões de gás, Irving tinha declarado o mesmo como autêntico, embora ele seja uma falsificação grosseira cheia de absurdos linguísticos e técnicos. Esta fraude tinha sido analisada detalhadamente por dois pesquisadores revisionistas, o Alemão Ingrid Weckert [6] ae o Francês Pierre Marais [7]. Uma vez que Irving consegue ler tanto Alemão como Francês com grande facilidade, ele não tem nenhuma desculpa para não saber destes estudos de tão grande importância.

O seu pobre conhecimento sobre o assunto forçou Irving a fazer vários espetaculares, mas totalmente desnecessárias concessões aos seus adversários. No seu veredicto, o juiz Charles Gray referiu correctamente:

"No decurso do julgamento Irving modificou a sua posição: Foi acabou por admitir que existiram gaseamentos a seres humanos em Auschwitz, mas numa escala limitada". [8]

Para crédito de Irving, deve ser salientado que ele fez um uso muito eficiente do argumento de Faurisson "Nenhuns buracos, nenhum Holocausto". De acordo com a "prova da testemunha ocular" em que a versão oficial dos acontecimentos é baseada, Leichenkeller (morgue) 1 do Krematorium II de Auschwitz-Birkenau foi usado como uma câmara de assassinato com gás onde, de acordo com Robert Jan van Pelt, perito de Lipstadt, aproximadamente 500.000 Judeus terão sido assassinados entre 1943 e 1944. Durante o julgamento, Irving demonstrou que as aberturas no telhado de Leichenkeller 1, por onde, supostamente, os elementos das SS largavam as tais bolinhas de Zyklon B, não existiram, o que significa que o suposto crime não podia ter sido perpetrado. Neste ponto, Irving ganhou um trunfo importante. Mesmo o juiz Charles Gray, que era bastante hostil para com Irving, admitiu honestamente no seu veredicto:

"Tenho que confessar que, tal como certamente pensa a maioria das outras pessoas, estava convencido que as provas do extermínio em massa dos Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram irrefutáveis. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando avaliar as provas apresentadas pelas partes neste procedimento". [9]


(continua)

domingo, 5 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt"

Por Jürgen Graf


[Tradução de Johnny Drake - o original pode ser encontrado aqui]




Um novo e brilhante historiador


O Inglês David Irving possui várias e admiráveis qualidades:

1) É um pesquisador incansável que gastou milhares de horas a estudar os arquivos.
2) É um excelente historiador da Segunda Guerra Mundial. Alguns dos seus livros, tal como Hitler’s War [A Guerra de Hitler] e o Churchill’s War [A Guerra de Churchill], continuarão a ser lidos enquanto existirem pessoas interessadas nesta escuridão e neste período dramático da história.
3) É um mestre da Língua Inglesa, tanto como escritor tanto como orador.


Nos anos sessenta e princípio dos anos setenta, o brilhantismo de Irving foi largamente reconhecido. Apesar de muitos historiadores ‘do sistema’ antipatizaram com este jovem dissidente, poucos negaram o seu talento. Ele era tão bom que os meios de comunicação social eram obrigados a perdoarem-lhe as suas compaixões mal ocultadas para com Adolf Hitler e o Terceiro Reich. Mesmo na Alemanha, ele foi repetidamente convidado para debates na televisão onde impressionou o público com todo o seu conhecimento histórico e o seu Alemão muito fluente.

Quanto à "Questão da Solução Final Para os Judeus", Irving aceitou a versão oficial como uma questão natural; contudo, ele nunca escreveu um livro ou mesmo um artigo sobre este assunto, mas tentou ser o mais claro sobre o mesmo.

"Hitler’s War"

Durante o trabalho em Hitler’s War, David Irving estudou uma quantidade enorme de documentos Alemães do tempo da guerra. Com um assombro crescente, compreendeu que nenhum daqueles incontáveis documentos provavam que Hitler tinha ordenado o extermínio dos Judeus - ou, de facto, tomado conhecimento que os Judeus estavam a ser exterminados. Naquela época, Irving começou a ficar ciente de que havia pesquisadores que questionavam a versão oficial de destino dos Judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A obra The Hoax of the Twentieth Centur, de Arthur Butz tinha saído em 1976, um ano antes de Hitler’s War e acho difícil de acreditar que Irving não tenha aprendido através da existência desse livro, nem que ele não tenha tido uma curiosidade intelectual para lê-lo. De qualquer forma, ele não conseguiu tirar a única conclusão lógica da completa falta de provas documentais para o "Holocausto", mas concluiu, em vez disso, que o exterminio dos Judeus tinha sido mandado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler sem o conhecimento de Hitler. Em Hitler’s War, Irving escreveu:

"Por 1942, a maquinaria para o massacre reunia energia – com tal refinamento e talento diabólico de Himmler que os que dirigiam os campos de extermínio hierarquicamente abaixo talvez só setenta homens estavam cientes da verdade". [1]

A esta tese descontroladamente improvável, Robert Faurisson levantou, a seguir, uma objecção inteiramente lógica:

"Utilizando a comparação de David Irving, eu certamente poderia passar a acreditar que Menachem Begin podia ter ignorado o massacre nos acampamentos de Sabra e Shatila no Líbano no tempo em que eles estavam a acontecer. Durante várias horas, várias centenas de civis foram chacinados. Não sei quando Begin soube do massacre, mas sei como qualquer outra pessoa em qualquer parte do mundo, que ele aprendeu muito rapidamente. Se, no entanto, em vez de várias centenas de homens, mulheres e crianças chacinadas em algumas horas, considerarmos o massacre de milhões de homens, mulheres e crianças durante um período de três ou quatro anos mesmo no coração da Europa, como é que esse crime horrendo poderia ser foi escondido de Hitler, Estalin, Churchill e Roosevelt, assim como da Alemanha e de toda Europa, com excepção talvez de setenta homens! [2]

Actualmente, em 2009, este argumento tem o mesmo efeito como se estivessemos em 1983!



(continua)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

O 'Rapaz do Gueto de Varsóvia'



[A tradução e adaptação são minhas e o texto original pode ser lido aqui.]
É, provavelmente, a imagem mais memorável e reconhecida do Holocausto: um jovem rapaz assustado, aparentemente sentenciado, com os braços levantados, juntamente com outros Judeus do gueto de Varsóvia, sob o olhar de um soldado Alemão armado (…).

Contráriamente à lenda, o "rapaz do gueto" não foi morto. Sobreviveu ao internamento em tempo de guerra em Varsóvia e a um campo de concentração Alemão. Várias décadas depois de ter sido levado, um médico de Nova Iorque, Tsvi C. Nussbaum, revelou que ele era o rapazinho daquela famosa fotografia. "Lembro-me de que estava um soldado à minha frente e que ele ordenou que eu levantasse as mãos", recordou Nussbaum mais tarde.

Após a intervenção do seu tio, foi permitido ao jovem de sete anos juntar-se à sua família. Juntamente com os seus familiares, o jovem Nussbaum foi deportado de Varsóvia, em 1943, para o campo de Bergen-Belsen, na parte ocidental da Alemanha. Depois da libertação, no final da guerra, foi para Israel, de onde emigrou para os Estados Unidos em 1953. Em 1990, estava a viver em Rockland County, Nova Iorque.

A história de Nussbaum foi sujeita a um exame crítico e apurado e até mesmo décadas depois ainda havia dúvidas quanto à sua semelhança com o rapaz da foto.

Os historiadores Judeus do Holocausto “que desde sempre consideraram a fotografia como um espécie de documento sagrado” não ficaram muito satisfeitos com a revelação de Nussbaum, revelou o The New York Times, porque “estavam convencidos que o poder simbólico da fotografia ficaria diminuido se ficasse provado que o miúdo tinha sobrevivido .” O próprio Nussbaum ficou surpreendido com tais preocupações. “Nunca percebi como poderia alguém colocar o peso de seis milhões de Judeus nessa fotografia”, disse ele. “Para mim, pareceu-me ser um incidente no qual eu estive envolvido, e apenas isso.”

Dr. Lucjan Dobroszycki, do Yivo Institute, um centro historico Judaico em Nova Iorque, alertou para o facto de que “esta grande fotografia do evento mais dramático do Holocausto requer um nível de responsabilidade mais alto da parte dos historiadores do que qualquer outra pessoa. É demasiado sagrado deixar as pessoas fazerem com ele aquilo que querem”.

Por outras palavras, Dobroszycki sugere que a verdade histórica não deve ser permitida porque diminui o impacto emotivo da fotografia e toda a sua utilidade.

Amplamente vista como uma das imagens mais ponderosas e emocionais deste século, a fotografia mostra o destino trágico dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial, mas de uma maneira bastante diferente daquela que muitas pessoas acreditam.

domingo, 7 de junho de 2009

Selecção em Auschwitz-Birkenau


A moral deste relato é que não se pode escrever a história somente se apoiando nos depoimentos das testemunhas.

A versão oficial nos imposta pelo código penal afirma que a SS separava, logo na chegada a Auschwitz-Birkenau, os recém-chegados segundo o sexo, e então os colocava em duas filas:

- de um lado, “a fila direita”, formada por aqueles capacitados ao trabalho e que a princípio eram poupados, mas depois agraciados com uma morte rápida através do trabalho;

- do outro lado, “a fila esquerda” composta por incapacitados ao trabalho, (os doentes, inválidos, as crianças e suas acompanhantes) e que eram escolhidos para o gaseamento e incineração imediata.

As pessoas que não acreditam nisso são os incrédulos, ou seja, seres repugnantes e mais além, criminosos de pensamentos (segundo Lionel Jospin). Analisemos então o caso do comboio belga nr. XXV, que a 21 de maio de 1944 chegou a Auschwitz, ou seja, no início do período negro da história deste campo (numa época quando devia haver teoricamente uma capacidade máxima diária de 24.000 gaseados).

(...)

A descrição que nos fornece Régine B. sobre a seleção, após a chegada, não poderia se ajustar melhor no dogma do holocausto: o relato é sobre guardas armados da SS, de chicote, com cachorros que latiam (como se vê, todos os ingredientes que não se encontram nas fotos que foram feitas em Auschwitz). Bem lembrado, Régine B. não perde a oportunidade para difamar os revisionistas que duvidam de seu relato. Mas o que aconteceu exatamente na rampa?

Pode continuar a ler aqui.

sábado, 23 de maio de 2009

Revisionismo do Holocausto (II)



[continuação]


A versão, aceite pela maioria, deste evento – ou mais propriamente, deste NÃO-evento – é aquela que eu denomino de Versão Judia Ortodoxa d Holocausto [Orthodox Jewish Version of the Holocaust – OJV] que defende que os nazis assassinaram ‘seis milhões’ de Judeus em ‘câmaras de gás’. No entanto, a tal ter acontecido, existem inúmeros problemas com a OJV. De seguida, está uma lista com os principais.
* As ‘provas’ para a OJV consistem, essencialmente, em registos dos “testemunhos” dos julgamentos de Nuremberga.

No entanto, os Judeus, como forma de vingança, foram, em muitas ocasiões, encarregues desses julgamentos. (De acordo com Louis Marshalko, no seu livro The World Conquerers, dos 3000 funcionários judiciais, 2400 eram Judeus). Acrescentava-se ao problema o facto de que (1) não havia nenhum outro precedente histórico para julgamentos para crimes de guerra em que só os vencidos foram chamados para explicar as suas acções; e (2) estes julgamentos transgrediram o princípio fundamental de imparcialidade que ninguém pode ser condenado por transgredir uma lei que apenas foi instituída 'ex post facto', ie, depois do crime ser cometido.


* As 'confissões' usadas em tribunal foram bastante duvidosas, uma vez que muitas foram obtidas sob tortura ou através de outros métodos contrários a qualquer ética, tais como a ameaça à família dos que estavam a ser acusados (De acordo com o académico Britânico Vivian Bird, mais de cem réus Alemães foram agredidos nos testículos pelos seus “interrogadores”). Duas confissões foram particularmente duvidosas: a que diz respeito a Rudolf Hoss, comandante de Auschwitz, que terá sido (entre outras coisas) escrita numa língua que ele não dominava e que, posteriormente, levou à criação do número ‘seis milhões’; e a de Kurt Gerstein, cujas dúvidas até deram origem a dissertação de uma tese Francesa.


[continua]

segunda-feira, 11 de maio de 2009

De Regresso, Sempre Contra a Areia


De regresso, após uma semana complicada, com muito trabalho e problemas que afectaram o meu computador - até uma das contas do Gmail foi fechada sem explicação (felizmente já foi reaberta) - gostaria de partilhar com todos um comentário do Diogo que retirei de um blogue 'exterminacionista' que insiste em ter orgasmos pseudo-intelectuais sempre que um revisionista é multado ou preso - para eles, é assim que Holoconto se tem que manter e é assim que a liberdade de expressão deve funcionar.

"A História é uma ciência, embora com algumas características específicas. Está dependente de todo o tipo de provas e evidências incluindo testemunhos que podem ser falsos ou falsificados.

Quando existe controvérsia ou se pretende provar um determinado ponto, tal como acontece nas outras ciências, procede-se a uma investigação mais profunda dando-se a conhecer todos os pormenores dessa investigação, de forma a que outros cientistas possam reproduzir e avaliar a experiência e os resultados nas mesmas condições.

Tal só não acontece quando o cientista é um vigarista (e há muitos casos desses).

No holocausto a situação é infinitamente mais grave: não apenas não é permitido a todos os cientistas e historiadores investigar as evidências e locais, como ainda são julgados se ousarem colocar em dúvida a «verdade estabelecida». Este facto implica vigarice. Não há outra explicação possível."

Fim de citação. Mais resumido, mais simples, mais directo e mais verdadeiro é impossível.

Fica o apontamento. Um excelente apontamento.


Como tantas vezes já foi referido, este blogue pretende penas dar a conhecer outras versões da história, outras visões, outras análises e outros estudos, não havendo, necessáriamente e naturalmente, a total e cega concordância com tudo o que aqui divulgamos - ao contrário do que por diversas vezes nos acusaram.

E se a história tem, naturalmente, tantas interpretações - quase tantas como os seus protagonistas - também as notícias podem ser lidas e interpretadas de diversas formas.

Todos devem ter visto este vídeo. Passou em quase todas as televisões de todo o mundo, durante várias semanas. Racismo e xenofobia vende e aumenta as audiências dos média. Todos sabemos. O que não percebemos é porque é que, se o crime não tem "nem cor nem credo", este tipo de vídeo ou este ou este nunca passam e são ignorados pelos mesmo média. Porque será?

Mas vamos ao caso mais recente (já sei que vão aparecer para aí uns assalariados Sionistas que se vão colocar aos pulinhos para dizerem que eu tinha que vir defender o "nazi", mas carruagem passará sempre enquanto eles ladram.): a 11 de Novembro de 2007, por ocasião de uma manifestação da Juventude do partido "de extrema-direita" Democracia Nacional num bairro de imigrantes, devidamente autorizada, um violento activista antifascista foi assassinado no metropolitano. Josué Estébanez, um militar de 23 anos que se deslocava para a manifestação, foi detido e acusado de homicídio. Dois anos e meio depois, os vídeos de segurança foram divulgados pelo jornal El Pais e revelam imagens impressionantes.


No vídeo, vê-se Josué no metro, a chegar a uma estação em que entram dezenas de militantes antifascistas (que se deslocavam para uma contra-manifestação). Josué tira discretamente uma navalha do bolso. À entrada na carrugem dos activistas, seguem-se diversas provocações, devido à camisola Three-Stroke do suspeito "neo-nazi". Carlos Javier Palomino, conhecido "caça-fascistas" madrileno de 16 anos, toca no militar, que não lhe dá tempo para mais. De um golpe, espeta-lhe a navalha no coração e empurra-o para fora do vagão. Sucedem-se momentos de tensão, quando os activistas antifascistas tentam vingar a agressão. Um outro militante tenta agredir o jovem nacionalista, que reage com um golpe nas costas. Após uma desequilibrada escaramuça, em que o militar consegue resistir à fúria de várias dezenas de activistas, Josué consegue fugir da estação de metropolitano. É apanhado mais tarde, na rua, por uma "brigada antifascista" que o agride violentamente e o deixa estendido no chão, até ser detido pela polícia.

Se o grupo tão "corajoso" fosse composto de "nazis", esta notícia abriria os telejornais. Mas o mais extraordinário é como, por exemplo aqui, o mesmo vídeo é analisado por certo(s) jornalista(s).

Vejamos:

"Em Novembro de 2007 um militante neonazi assassinou barbaramente um jovem antifascista, de 16 anos, no metro de Madrid. Agora, o jornal espanhol ‘El País’ divulgou o vídeo da agressão mortal."

ASSASSINOU BARBARAMENTE???? EU VEJO ALGUÊM QUE SE DEFENDE DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE SE PREPARAVA PARA O ESPANCAR - O QUE ACONTECEU MAIS TARDE. O "JOVEM ANTIFASCISTA" É ALGUÉM QUE, APESAR DA IDADE, JÁ TEM UM ENORME HISTORIAL DE VIOLÊNCIA ANTIFASCISTA, COM AGRESSÕES À POLÍCIA EM MANIFESTAÇÕES DE EXTREMA-ESQUERDA. CURIOSAMENTE, NADA DISSO FOI REFERIDO...

"(...) Passado alguns minutos, entra na mesma carruagem do que a vítima, Carlos Palomino, acompanhado por amigos."

NO VÍDEO PODEMOS VER QUE O SUPOSTO HOMICIDA JÁ LÁ ESTAVA NA CARRUAGEM, APERCEBE-SE DA CHEGADA DO GRUPO NUMEROSO E PUXA DA NAVALHA, POUCO ANTES DE SER COMPLETAMENTE CERCADO.

"Ao entrar na carruagem, Palomino toca nos símbolo nazi da camisola de Estébanez e este desfere brutalmente uma facada no jovem, atingindo-lhe o coração."

O TOQUE FOI UMA FORMA DE PROVOCAÇÃO, SIMPLESMENTE PARA O SUPOSTO NAZI REAGIR. O QUE O "JOVEM DE EXTREMA-ESQUERDA NÃO SABIA ERA QUE O OUTRO TINHA UMA FACA.

"(...) Estébanez, na altura com 23 anos, conseguiu fugir e a polícia deteve-o passados dois dias."

ELE CONSEGUIU FUGIR DA CARRUAGEM, DEPOIS DE TER ESTADO NUMA GROTESCA DESVANTAGEM NUMÉRICA. MESMO ASSIM, FOI ESPANCADO MAIS TARDE PELOS AMIGOS DO JOVEM APUNHALADO, FACTO QUE FOI IGNORADO PELOS MÉDIA.

Não vou comentar mais a notícia porque não quero vestir a capa de advogado de quem quer que seja. O que não gosto é daqueles que existem nos média apenas para nos atirarem areia para os olhos. O que não gosto é que andem estes senhores a passarem atestados de estupidez às pessoas, julgando-se superiores apenas porque têm um espacinho que lhes permite dar um poder que eles sabem poder servir para manipular os mais distraídos.

Portanto, meus caros senhores pseudo-tolerantes, em forma de resumo, e em primeiro lugar, os exemplos de agressões violentas praticadas contra pessoas 'brancas' também têm que ser tratadas da mesma forma que são tratadas as que dizem respeitos aos outros "jovens" de outras etnias. Em segundo lugar, se o crime não tem cor, nem credo, nem filiação política, porque é sempre crime, independentemente de quem o pratica, seria bom que os outros casos fossem também mostrados e rotulados tal como eles o são na realidade.

domingo, 10 de maio de 2009

A Criminalização da Crítica a Israel



[Tradução de Historiador Livre]


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.

Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Rahm Israel Emanuel não está na Casa Branca para lavar o chão. Mal consiga fazer aprovar a Lei Preventiva de Crimes de Ódio de 2009, passará a ser considerado um crime quando qualquer americano disser a verdade acerca do tratamento e do roubo das terras dos palestinianos por parte de Israel.

Será um crime para os cristãos reconhecer a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus.

Passará a ser crime relatar a extraordinária influência do lobby israelita na Casa Branca e no Congresso, tais como as resoluções redigidas pelo AIPAC a apoiar os crimes de guerra israelitas contra os palestinianos em Gaza que foram endorsadas a 100 porcento pelo Senado dos EUA e a 99 porcento pela Câmara dos Deputados, enquanto o resto do mundo condenava Israel pelo seu barbarismo.

Passará a ser crime duvidar do Holocausto.

Passará a ser crime notar a representação desproporcional dos judeus na comunicação social, nas finanças e na política externa.

Por outras palavras, significará o fim da liberdade de expressão, do livre inquérito e da Primeira Emenda da Constituição. Quaisquer factos ou verdades que causem celeuma sobre Israel serão pura e simplesmente proibidos.

Dado o pundonor do governo dos EUA, este levará Washington a aplicar a lei dos EUA a toda e qualquer nação e organização, o que acontecerá à Cruz Vermelha Internacional, à Comissão para os Direitos Humanos das Nações Unidas e às várias organizações de defesa dos direitos humanos que têm exigido investigações referentes ao assalto militar israelita à população civil de Gaza? Serão presos pelo crime de ódio de crítica “excessiva” de Israel?

Trata-se de um problema sério.

Um relatório recente da ONU, que ainda não foi divulgado na sua totalidade, culpa Israel pelas mortes e pelos feridos que resultaram nas suas instalações em Gaza. O governo israelita reagiu acusando o relatório da ONU de ser “tendencioso, claramente parcial”, o que coloca o relatório da ONU na categoria de crítica excessiva e forte sentimento anti-Israel criada pelo Departamento de Estado.

Israel está a safar-se com a utilização flagrante do governo estadunidense como ferramenta para silenciar os seus críticos apesar do facto da imprensa israelita e os soldados israelitas terem exposto as atrocidades israelitas em Gaza e o assassínio premeditado de mulheres e crianças urgido aos invasores por parte de rabinos israelitas. Estes actos constituem claramente crimes de guerra.

Foi a imprensa israelita que publicou as fotografias das t-shirts dos soldados israelitas que indicam que o assassínio voluntário de mulheres e crianças faz agora parte da cultura do exército israelita. Estas t-shirts são uma expressão horrenda de barbárie. Por exemplo, uma retrata uma mulher palestiniana grávida com uma mira sobra o seu estômago e a frase, “Um tido, duas baixas”. Estas t-shirts são uma indicação de que a política de Israel para com os palestinianos é uma política de exterminação.

É verdade que durante anos o mais vigoroso criticismo do tratamento dos palestinianos por parte de Israel tem vindo da imprensa israelita e dos grupos pacifistas israelitas. Por exemplo, o jornal israelita Haaretz e Jeff Halper do ICAHD têm manifestado uma consciência moral que aparentemente não existe nas democracias ocidentais nas quais os crimes israelitas são encobertos e até louvados.

Será a lei de crime de ódio estadunidense aplicada ao Haaretz e a Jeff Halper? Serão os comentadores estadunidenses que apesar de eles mesmos não o afirmarem mas meramente noticiarem que o Haaretz e Halper afirmaram algo serão detidos por “disseminarem o ódio a Israel, um acto anti-semita”?

Muitos estadunidenses foram submetidos a lavagem cerebral pela propaganda de que os palestinianos são terroristas que ameaçam a inocente Israel. Estes estadunidenses verão a censura meramente como parte da necessária guerra ao terror. Irão aceitar a demonização dos seus compatriotas que relatam factos desagradáveis sobre Israel e concordarão que essas pessoas sejam punidas por auxiliarem e defenderem terroristas.

Está em marcha uma grande jogada para criminalizar a crítica a Israel. Os professores universitários estadunidenses caíram vítimas da tentativa bem organizada para a eliminação de todo o criticismo de Israel. Norman Finkelstein viu negada a sua posse como professor numa universidade católica graças ao poder de pressão do lobby israelita. Agora o lobby israelita está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson. O crime de Robinson: a sua cadeira de relações internacionais incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel.

O lobby israelita aparentemente teve sucesso em convencer o Departamento da Justiça (sic) de Obama de que é anti-semitismo acusar dois funcionários judeus do AIPAC, Steven Rosen e Keith Weissman, de espionagem. O lobby israelita obteve sucesso no adiamento do seu julgamento por quatro anos, e agora o Procurador Geral Eric Holder retirou as queixas. Contudo, Larry Franklin, o funcionário do Departamento de Defesa acusado de fornecer ficheiros secretos a Rosen e a Weissman, encontra-se a cumprir 12 anos e 7 meses de cadeia.

O absurdo é extraordinário. Os dois agentes israelitas não são culpados de receber ficheiros secretos, mas o funcionário americano que lhes entregou esses documentos é culpado de os ter entregue! Se não existem espiões nesta história, porque é que Franklin foi condenado por entregar documentos a espiões?

Criminalizar a crítica de Israel destrói qualquer esperança da América possuir uma política externa independente no Médio Oriente que sirva os interesses estadunidenses em vez dos interesses israelitas. Elimina qualquer perspectiva dos estadunidenses escaparem à sua enculturação com propaganda israelita.

Para manter as mentes estadunidenses cativas, o lobby está a trabalhar para proibir como anti-semitismo qualquer verdade ou facto desagradável que seja pertinente a Israel. É permissível criticar todos os outros países do mundo, mas é anti-semitismo criticar Israel, e o anti-semitismo será em breve considerado um crime de ódio universalmente no mundo ocidental.

A maior parte da Europa já criminalizou a dúvida sobre o Holocausto. É até considerado crime confirmar que este aconteceu mas concluir que foram assassinados menos de 6 milhões de judeus.

Porque é o Holocausto um tema ao qual não se permite o escrutínio? Como pode ser que um caso apoiado em factos irrefutáveis possa ser colocado em causa por malucos e anti-semitas? Certamente que este caso não precisa de ser salvaguardado pelo policiamento intelectual.

Prender pessoas por terem dúvidas é uma antítese da modernidade.


Podem ler o original aqui.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (III)

"Na minha imaginação, era tudo verdade"...






PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!
POR ISSO TEMOS O DIREITO DE QUESTIONAR E DUVIDAR DE TODOS ELES ATÉ SER, REALMENTE, COMPROVADO O QUE AFIRMAM!

Volto Segunda-feira. Até lá, um bom fim-de-semana a todos!

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (II)





PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

A Indústria do 'Holoconto' (I)



PORQUE HAVEMOS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Há Muito, Muito Tempo, Eras Tu Uma Criança"...

Para o dia de hoje, escolhi especialmente um "livro revisionista" que passou ao lado da censura inquisitória actual - já tínhamos falado dele aqui - e que poderia constituir mais um motivo de debate. Voltem a ler o 'post' e comecem a reflectir um bocadinho. Serão as edições Asa "anti-semitas" ou "nazis" e ninguém sabia?...
Se "matar um ou matar 6 milhões é a mesma coisa", não se percebe porque continuam a insistir num número "virtual" que apenas pode representar a própria falácia do facto histórico em questão.

Também já tinha sido colocado por nós aqui, mas agora está disponível com legendas em Castelhano - o que, para alguns, será mais fácil do que em Inglês. Podem, novamente, assistir em baixo a este vídeo.



quarta-feira, 1 de abril de 2009

Arcebispo Brasileiro Acusa os Judeus de Esconderem Factos do Holocausto


O arcebispo da cidade de Porto Alegre, a sul do Brasil, Dadeus Grings, acusou os Judeus de controlarem a propaganda no mundo e acrescentou ser essa a razão pela qual nem tudo tinha ainda sido revelado sobre o Holocausto, no qual, diz ele, morreram mais Católicos do que Judeus. "Mais católicos morreram que Judeus no Holocausto, mas isso nunca é mencionado porque os Jjudeus dominam toda a propaganda do mundo", afirmou o prelado numa entrevista. [leia a notícia na íntegra]
Mais uma vez, um membro da Igreja Católica pronuncia-se sobre o grande tabu - leiam aqui mais uma análise interessante sobre o sacerdote Richard Williamson - e, certamente, levantará mais uma onda de protestos da actual "inquisição" que controla a liberdade de expressão, como em mais este caso.
Independentemente das opiniões e dos debates mais ou menos permitidos, é curioso depois, de forma paralela, lermos isto que contrasta - ou talvez não - com isto.

sábado, 14 de março de 2009

Vamos Todos Reflectir Amanhã



Tal como questionado aqui anteriormente, vamos aproveitar o dia de amanhã para reflectir sobre estas duas questões:


1) Mesmo sabendo que, como é descrito no Jewish Virtual Library: «As condições no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. E que em Março de 1944, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde eram trazidos os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar.-


2) Mesmo sabendo que nas três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial: «Cruzada na Europa» do General Eisenhower, «A Segunda Guerra Mundial» de Winston Churchill, e o «Memórias da Guerra» do General de Gaulle, não existe uma única referência às câmaras de gás nazis , ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Segunda Guerra Mundial.

O Poder do Lobby... e um "Bónus"


Especialmente para aqueles que vêem no Revisionismo apenas os fantasmas dos "nazis, nazis, nazis!", gostaria de os questionar se esta investigadora terá alguma coisa contra África?... É que se ela tiver razão, são milhares de páginas com teorias e "provas" deitadas para o lixo! ESTAMOS A REESCREVER A HISTÓRIA! Não pode ser! Mas ela estará doida??? Sou capaz de ir mais longe porque suspeito que ela poderá ser racista e xenófoba...

Se esquecermos a ironia, percebemos que a mensagem é muito simples: o Holocausto é o único facto histórico que, ao ser questionado, leva consigo uma série de rótulos que apenas têm a missão distrair-vos do verdadeiro assunto.


Atrás dessa série de rótulos, vem uma atitude de repressão e acusação que chega até aos especialistas económicos. Nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre o Holocausto sem que seja para aceitar sem reservas a versão oficial; nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre Hitler sem ser a de condenação clara, sem deixar dúvidas. Caso contrário... já somos acusados de estar a defendê-lo, ser seu seguidor e adepto.

As coisas vão-se complicando e chegam à política internacional e bem actual de Israel. Apresentar reservas, criticar, denunciar?... "ANTI-SEMITISMO"!

O "lobby é, realmente, muito forte, temos que reconhecer.


Mudando de assunto, e como, infelizmente, não consegui fazer a habitual selecção literária de Quinta, aqui vai um "bónus":

The War Behind Me: Vietnam Veterans Confront the Truth about U.S. War Crimes - Durante a última década, muitos foram aqueles que procuraram atacar a credibilidade dos veteranos da guerra do Vietname, inclusivamente John F. Kerry, que falou contra o grande número de crimes de guerra ocorridos durante esse período. Afirmam que as atrocidades foram casos isolados e até aberrações e que os veteranos que testemunharam sobre isso estavam psicologicamente afectados, politicamente motivados e com uma lavagem cerebral realizada pela propaganda comunista.

Baseado numa quantidade enorme de novos documentos do exército anteriormente classificados e em entrevistas a Vietnamitas e Americanos, Deborah Nelson, uma repórter de investigadora já veterana, vencedora do prémio Pulitzer para a Reportagem de Investigação de 1997 e professor assistente da Carnegie na Universidade de Maryland College of Journalism, revela que foram cometidos sistematicamente crimes de guerra pelos soldados Americanos no Vietname (…). “The War Behind Me” aparece como reivindicação para todos os veteranos que falaram corajosamente contra a injustiça de uma guerra e dos activistas anti-guerra da altura que procuraram sempre denunciar as atrocidades cometidas para a consciencialização da opinião pública.


Leia mais sobre este assunto aqui.

quinta-feira, 12 de março de 2009

As Areias Que Voam Com o Vento

A censura e o lobby Judaico (sempre de mão dada, porque trabalham em conjunto) conseguem a proeza de nos dar exemplos da sua acção praticamente todos os dias. Não acreditam??? Somos "anti-semitas"???
Vejam este caso. Com o Vaticano a defender que "os 'negacionistas' do Holocausto não podem ser considerados Católicos" só vejo uma solução: aderirem todos ao Islamismo. Assim, o filme Sionista fica completo.

Mas quanto à influência do lobby Judeu na política Americana, as coisas chegam a ser cómicas. Vejam aqui e aqui. Quem fala demais - entenda-se o "demais" como "criticar abertamente a política externa Israelita" - sofre as consequências.

E no meio deste folclore "politicamente correcto", resta-nos mostra-vos que as areias, vindas de onde vierem, normalmente desaparecem com o vento. Tal como os castelos de cartas.
Para perceberem melhor, aqui fica este vídeo onde Ray McGovern, veterano da CIA, relata os verdadeiros motivos para uma guerra contra o Irão, com operações tipo "falsa bandeira", como o que aconteceu há 40 anos, com o ataque ao USS Liberty.

terça-feira, 10 de março de 2009

O Número de Mortos em Auschwitz


O NÚMERO DE MORTOS EM AUSCHWITZ

Comentário à tradução disponibilizada aqui.

“O comité chegou à conclusão de que quatro milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz. A sua conclusão foi baseada numa avaliação da capacidade dos crematórios. Os cinco crematórios teriam sido capazes de queimar, ao menos em teoria, 5.121.000 cadáveres. Adicionalmente existia a capacidade adicional proporcionada pelas piras.”


Portanto, se um avião se despenhar e os corpos tiverem desaparecidos, avaliam-se os mortos pela capacidade máxima de lugares do avião. Essa foi a “lógica” para os “4 milhões”. Na minha ingenuidade, estava convencido que deveriam verificar-se os registos dos detidos que entraram no campo e quantos sobreviveram, quantos foram transferidos, quantos morreram e de que forma. Mas devo estar enganado, tal não é o excelente trabalho e a excelente lógica dessa “investigação forense feita pela Comissão Estadual Extraordinária para Averiguar e Investigar os Crimes Cometidos pelo Invasores Alemães Fascistas e os Seus Associados no Campo da Morte de Oswiecim”…


“Além da abordagem de engenharia [a primeira abordagem é de “ENGENHARIA”???? Meu Deus, como anda mal a lógica da engenharia!!!] (…) surgiu um segundo método de estabelecer o número de vítimas. Este baseava-se numa análise do número de deportações para o campo. [Conseguiram chegar lá…] Já em 1946, Nachman Blumental, usando este método, chegou a suposição informada que o número de vítimas devia ter sido entre 1,3 e 1,5 milhões. No início da década de 50, Gerald Reitlinger igualmente tentou chegar a uma estimativa grossa do número de vítimas com base no número de deportados.”


Portanto, resumidamente, primeiro, o número dos 4 milhões aparece da forma como já vimos, mas nem o “comité”nem as pessoas que o compuseram são rotulados de falsos, charlatões, dementes, alienados ou talvez mesmo de boémios… Segundo, as deportações fizeram descer o número de forma considerável, mas o total dos seis milhões mantém-se. O que quer dizer que antes o número aproximava-se dos 10 milhões. O Leo Gott perguntou-me pelas fontes, elas estão nos vossos próprios dados, se eu seguir a vossa lógica…


“No que diz respeito ao número total de judeus trazidos para o local de seleção em Auschwitz, é possível estimá-lo com alguma exatidão para os países da Europa Oriental e Central bem como para os Bálcãs, mas não para a Polônia.”


Sinceramente, gostava de saber onde se podem encontrar todos esses dados para que se possa dizer que sabem com “alguma exactidão”. E porque não se sabe no caso da Polónia.



“Não existe uma guia real quanto à porcentagem de gaseados.”


Não??? Então e as tais milhares de provas e testemunhos andam aonde???

(...)

“Deste total, 550.000 a 600.000 poderão ter sido gaseados logo após a chegada,(…)”

Poderão? Mas então foram ou não foram? E se não foram, o que lhes aconteceu? A vocês isso pouco importa, porque o que interessa mesmo é que eles tenham sido! Porque se não foram… a vossa teoria desmorona-se e são obrigados a lançar mais areia com outro assunto qualquer para distrair…

(...)

“Finalmente, havia avaliações diferentes por parte das testemunhas. A mais importante destas era, sem dúvida, o Comandante Rudolf Höss. Durante os seus interrogatórios iniciais, Höss parece ter confirmado uma avaliação inicial feita pelos seus interrogadores de que três milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz.”

“Parece ter confirmado”? “PARECE”??? Mas no meio de tantos dados e tantos testemunhos “sérios e credíveis”, ainda continua a existir um “parece”?...
A forma como foi obtida a “confissão” de Hoess dará, certamente, para o início de outro ponto de discussão. O seu testemunho é frágil, com os números a saltarem para cima e para baixo de sessão testemunhal para sessão testemunhal e isso deveria ser motivo de estranheza. Ou não? Clara que a vossa resposta é sempre a mesma: “teorias da conspiração”.


“Portanto, no início da década de 1950, existiam basicamente três estimativas do número de vítimas, cada uma baseada em fontes diferentes: uma alta de 4 milhões, baseada na suposta capacidade dos crematórios, uma baixa de cerca de 1 milhão baseada no número do transportes e a avaliação final que Höss forneceu ao Dr. Gilbert em Nuremberg e ao Dr. Jan Sehn em Cracóvia, e uma intermediária de 2,5 milhões, baseada no número de Eichmann conforme relatado a Höss, e inicialmente substanciada por Höss na sua declaração sob juramento em Nuremberg.”

Sendo o Holocausto um facto histórico, ele, como todos os outros factos históricos, deveria estar sujeito a críticas e estudos. Só o facto dos “exterminacionistas” admitirem que existem 3 estimativas de números de vítimas é motivo para se falar e estudar isso abertamente. Não compreendo como se pode continuar a falar dos “6 milhões” de Judeus mortos no Holocausto se nem sobre um campo de concentração se sabe o número certo de mortos.

(...)


“Inicialmente só Raul Hilberg, que fez uma importante análise estatística do número de vítimas, suportou o número menor de 1 milhão.”


Raul Hilberg é a mesma pessoa, não convém esquecer, que afirmou, na sua obra The Destruction of the European Jews:


"But what began in 1941 was a process of destruction not planned in advance, not organized centrally by any agency. There was no blueprint and there was no budget for destructive measures. They [these measures] were taken step by step, one step at a time. Thus came about not so much a plan being carried out, but an incredible meeting of minds, a consensus -- mind reading by a far-flung bureaucracy."


A tal ordem mental, telepática, que Hitler espalhou por todos, com o objectivo de assassinar todos os Judeus… Talvez seja por isso que, não de forma telepática, mas com bombardeamentos massivos, a população Alemã tenha sofrido aquilo que sofreu… Tudo para pagar a “hipnose” colectiva…

(...)

“(…) e dos que morreram em outros campos de extermínio e de concentração, o número total de vítimas de Auschwitz não pode ter sido maior do que 1 milhão.”


Pois é. Mas o curioso é que, no aspecto prático, ou seja, quanto às VERDADEIRAS PROVAS FORENSES, elas continuam sempre a depender de… testemunhos de sobreviventes ou de “confissões” de detidos Alemães. Hilberg apoia-se em pessoas como Vrba, Wiesel, Nyiszli, Filip Müller, Gerstein, Hoess, todas elas aniquiladas pelos argumentos revisionistas no que diz respeito às câmaras de gás.



“O advento de [Partido] Solidariedade e a eleição do polonês Karol Wojtyla como Papa João Paulo II (1978) mudou o clima intelectual na Polônia. Enquanto o governo continuava agarrado ao número oficial de 4 milhões de vítimas, o Dr. Piper do Museu de Auschwitz, que até então se tinha visto impedido de pesquisar a matéria, começou a focar a sua atenção na questão de quantas pessoas tinham morrido no campo.”


Na “questão Piper”, eu remeto para a entrevista feita por David Cole, disponível, por exemplo, a partir daqui: http://www.youtube.com/watch?v=rew11Gf2gvE


“Em 1990, depois das suas conclusões terem sido endossadas (e com o primeiro governo pós-comunista no poder), Piper deu a conhecer a sua nova estimativa de 1,1 milhões de vítimas à comunidade internacional. Esta cifra tem sido endossada por todos os historiadores profissionais sérios que têm estudado a complexa história de Auschwitz com algum detalhe, bem como pelos institutos de pesquisa do Holocausto Yad Vashem em Jerusalm e United States Holocaust Memorial Museum em Washington D.C.”

Sempre a descer… curiosamente. Mesmo com todas as dificuldades de pesquisa, os próprios “pesquisadores sérios” lá vão admitindo os números mais baixos. Quanto aos “historiadores sérios”, não vou comentar.
Sabe, Roberto, existiam também uns “testemunhos sérios”, vindos de uns “sobreviventes sérios” que contavam muitas “histórias sérias” para que esses “historiadores sérios” fizessem uma “História Séria”… e depois é o que se vê…~


Podem ler aqui o comentário na íntegra aqui.

sábado, 7 de março de 2009

Quantos Judeus Morreram Nos Campos de Concentração Alemães?


É reconhecido por todos que a maioria daqueles que foram internados nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial não regressou às suas casas após a libertação. A maioria era constituída por Judeus. É suposto que nós acreditemos que cerca de 6 milhões de Judeus morreram nesses campos, de forma intencional, assassinados de acordo com um grande programa que consistia no extermínio físico de toda a população Judaica da Europa. A maioria de nós pensa que isso ficou provado no Tribunal Militar Internacional em Nuremberga, em 1946. No entanto, o Tribunal não provou nada disso e os historiadores que lidam com a história contemporânea Alemã e Judaica têm vindo a modificá-la em vários graus.

Mais recentemente, foram revelados novos dados sobre o desaparecimento da população Judaica na Segunda Guerra Mundial através do livro do Alemão Walter N. Sanning, The Dissolution of East European Jewry. Trata-se de uma investigação sobre a demografia e a migração Judaica no século XX, feita de forma cuidadosa e objectiva. É baseada em mais de 50 publicações que contêm dados estatísticas da população Judaica em vários países, incluindo as migrações, natalidade, mortalidade, etc.

A fonte mais cotada de Sanning é, no entanto, o livro de Gerald Reitlinger The Final Solution, escrito em 1950. A maioria dos dados estatísticos usados por Sanning são retirados do American Jewish Year Book, da Encyclopaedia Judaica (1971) e da Universal Jewish Encyclopedia (1943).

Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Verdade Sobre Treblinka

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi" (II)



"O 'NEGACIONISTA' DO HOLOCAUSTO ATERRA NA GRÃ-BRETANHA", gritam os histéricos do costume!

"PROTEJAM-SE! PROTEJAM-SE DA ENCARNAÇÃO DA BESTA NAZI!"

Não há paciência...

Podem ler aqui a notícia e ver o vídeo.