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domingo, 24 de janeiro de 2010

Os "Libertadores" de Auschwitz



Esta entrevista irá merecer uma análise mais profunda da nossa parte nos próximos dias. Até lá, gostaria que a lessem e colocassem os vossos comentários.


"(...) A 17 de Janeiro de 1945, 10 dias antes do Exército Vermelho Soviético libertar o campo, os Nazis forçaram cerca de 60,000 prisioneiros a fazerem a conhecida "Marcha da Morte" pelos doze sub-campos de Auschwitz.
"Eu estava demasiado fraca para ir", disse Wasiak. Ela foi uma das cerca de 7,000 pessoas deixadas para morte.
Ela recorda que uma das equipas Soviétivas de reconhecimento entrou no campo um dia ou dois antes do dia 27 de Janeiro, quando a chegada do Exército Vermelho marcou a libertação do campo.
"Eles eram muito rudes e estavam esfomeados", disse ela à AFP num dos encontros regulares de sobreviventes de Auschwitz num centro comunitário comunista emVarsóvia.
"As tropas montaram um cozinha de campanha mesmo em frente ao barracão das nossas crianças. Eles estavam a comer carne de cavalo e nós, como cães, implorando para que eles nos dessem alguma coisa e eles "brincaram" connosco, lançando os ossos para a neve. Nós fomos buscá-los e até os mastigámos", referiu Wasiak, sem conseguir conter as lágrimas."
[leia a notícia na íntegra].

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Coisas Que Não Encaixam Nas Historietas Oficiais (I)



" (...) Na realidade, muito poucas dessas pessoas foram perseguidas na Holanda, afirma a historiadora Anna Tijsseling, que obteve o seu doutoramento na Universidade de Utrecht na quarta-feira passada, pela sua tese "Guilty Sex: Homosexual indecency offences around the German occupation". Na realidade, a perseguição legal aos homossexuais foi mais forte antes e imediatamente a seguir ao fim da guerra, demonstra a investigadora. As suas conclusões contrastam com a versão normalmente aceite dos homossexuais Holandeses como vítimas dos Nazis. Tijsseling chama a esta imagem "uma persistente ficção, criada pelos movimentos gays de emancipação nos anos 70". [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sobreviventes do Holocausto "Pouco Objectivos e Demasiado Emocionais"


Um comité [Alemão] ‘fita-azul’recentemente formado para combater o anti-semitismo envolveu-se em disputa sobre uma discussão em que se deveria ou não evitar trabalhar com sobreviventes do Holocausto porque eles "não eram objectivos” e, sim, “demasiado emocionais”.

Esta revelação, juntamente com as indicações do Dr. Juliane Wetzel, um académico e membro da comissão governamental, que disse, alegadamente, na reunião que não cederá a “chantagens de lobbys”, causou uma grande turbulência entre os membros do comité. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Polémica de Harvard


A ADL lançou um relatório para combater a “negação do Holocausto” nas Universidades Americanas. Este relatório foi desenvolvido "em resposta à propaganda colocada no jornal do ‘campus’ por Bradley Smith e pela sua Comissão para um Debate Aberto sobre o Holocausto (CODOH)."

Em suma, a ADL considerou necessário "combater" o CODOH e o seu projecto no ‘campus’. A ADL entende que fazer algumas perguntas simples pode balançar todo o ‘marketing’ da indústria do Holocausto (Holocaust Inc.).


As duas perguntas são:

Por que é que Dwight D. Eisenhower não mencionou as câmaras de gás na sua obra “Cruzade in Europa” (“Cruzada na Europa”)?

Por que e que não há nenhum professor nos Estados Unidos que possa "apresentar, com provas, o nome de uma pessoa morta numa câmara de gás em Auschwitz?"

Estas duas questões criaram uma provocação numa organização com um orçamento anual de cerca de 50.000.000 dólares nos acreditam que é necessário silenciar uma organização com um orçamento (em 2008) de 46.000 dólares. Por debaixo de todos os milhões da ADL, por debaixo de todo o apoio académico, há ali uma grande e real fragilidade.

A seguir, está a carta - que também pode ser lida aqui, assim como outros assuntos relacionados - enviada para Harvard.

 
 
05 de Outubro de 2009

Caro Presidente Faust:

É evidente que o corpo docente de Harvard apoia uma estratégia de recusa em fazer perguntas sobre as armas de destruição maciça Alemãs da Segunda Guerra Mundial (câmaras de gás). É igualmente evidente, pelo seu silêncio, que o corpo docente de Harvard concluiu que não constitui um direito questionar a “particular e única monstruosidade” dos Alemães, e que não vai apoiar os estudantes de Harvard que poderiam ser saneados devido a uma livre troca de ideias sobre qualquer assunto. Será que o Gabinete do Presidente apoia este tabu? Não ouvi nada que sugira que ele não o faça.

A 8 de Setembro, a Harvard Crimson imprimiu um anúncio meu onde pretendia saber o porquê do General Dwight D. Eisenhower, na sua “Cruzada Pela Europa”, escolheu (escolheu!) não mencionar a arma de destruição em massa Alemã da Segunda Guerra Mundial, a "câmaras de gás." O anúncio perguntava: " Por que é que não? " O mesmo anúncio também pedia que um professor, alguém, da Universidade de Harvard oferecesse “com provas, o nome de uma pessoa assassinada numa câmara de gás em Auschwitz."

A 9 de Setembro, Maxwell L. Child, Presidente do Harvard Crimson, sentiu a necessidade de pedir desculpas por ter imprimido o anúncio, dizendo que o texto "questionou se o Holocausto ocorreu" (ou não) e que enfureceu muitos dos membros da comunidade de Harvard. O departamento de Crimson publicou, em seguida, uma carta indicando "Acreditamos que esse item [estas perguntas] nunca deveriam ter sido encontrada nas páginas de um jornal da faculdade."

Nenhum membro do corpo docente de Harvard tentou responder a alguma das minhas perguntas e não há nenhuma evidência de que qualquer membro do corpo docente de Harvard tenha apoiado os jornalistas e estudantes da Crimson que tinham sido favoráveis à publicação do anúncio. Quando os e-mails, telefonemas e cartas inundaram a Crimson vindos de dentro e de fora do ‘campus’ por parte de “grupos com interesses especiais”, o corpo docente de Harvard desempenhou o papel de "espectador", permitindo que os jornalistas da Crimson fossem autenticamente enforcados e pendurados ao vento.

Presidente Faust: por que você acha que nenhum académico da Universidade de Harvard está disposto a responder a duas simples perguntas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha? Por que é que você acha que a Faculdade de Harvard não está disposta a apoiar os jornalistas Crimson favoráveis à livre troca de ideias sobre um assunto? Será que o Gabinete do Presidente apoia o que parece ser um tabu em Harvard, que proíbe o questionar da ortodoxa (Estatal) posição sobre as armas de destruição em massa da Alemanha?

Não acha correcto os estudantes de Harvard estarem cientes do facto que Dwight D. Eisenhower escolheu (escolheu!) não mencionar as câmaras de gás na sua “Cruzada Pela Europa? Que Winston Churchill, nos seus seis volumes da história da Segunda Guerra Mundial, também optou por não mencionar as câmaras de gás? Que Charles de Gaulle também decidiu não falar das câmaras de gás Alemãs nas suas Memórias? Que, quando o Primeiro-Ministro Israelita Benjamin Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU, no mês passado, para anunciar que os Protocolos de Wannsee continham informações “precisas” sobre o extermínio dos Judeus, que aqueles que produziram os Protocolos optaram por não mencionar as câmaras de gás? Com que “precisão” a faculdade de Harvard acredita o que isso seja e signifique? Exactamente?

Talvez você acha que é "odioso" fazer perguntas críticas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha. Se assim for, você deve encarar as perguntas como uma questão moral. Eu também vejo isso como uma questão moral, mas pelo aquilo que acredito, trata-se de uma perspectiva diferente. Acredito que é imoral suprimir a liberdade intelectual em Harvard, assim como é imoral suprimi-la em qualquer outro lugar. Acredito que é imoral da parte de Harvard (ou qualquer outra faculdade) não sair em auxílio de alunos que optaram por uma livre troca de ideias e por uma imprensa livre. Isso é imoral para o corpo docente de Harvard para explorar o tabu de proibir os alunos de questionar uma monstruosa feita contra outros.

A faculdade de Harvard tem o direito de ser céptica em relação a cada argumento revisionista que questiona as armas de destruição em massa Alemãs. O cepticismo não é um pecado. Os revisionistas são cépticos em relação às afirmações ortodoxas sobre as ADM Alemãs e publicaram uma boa quantidade de material para ilustrar por que é que eles são cépticos. Que eu saiba, nenhum professor de Harvard publicou um artigo em alguma revista onde tenha ilustrado que os textos revisionistas sobre ADM Alemãs são inúteis. O cepticismo da faculdade de Harvard, então, só revela a sua credulidade.

Presidente Faust: você acredita que esteja correcto o Gabinete do Presidente permitir e até encorajar o tabu para impedir a liberdade intelectual em Harvard? Que esse tabu seja utilizado para proibir um debate aberto em publicações de estudantes sobre a questão da utilização de armas de destruição em massa pela Alemanha? Se assim for, como vou distinguir um membro do seu corpo docente, comprometido com este tabu em particular, de um membro de um “South Seas Cargo Cult” comprometido com algum outro tabu? Pelas calças?

 
Obrigado pela sua atenção.

President Drew Faust
Office of the President
Harvard University
Massachusetts Hall
Cambridge, MA 02138 USA




Bradley R. Smith, Founder

Committee for Open Debate on the Holocaust
PO Box 439016
San Ysidro, California 92143
Desk: 209 682 5327


Email: bradley1930@yahoo.com


Web: http://www.codoh.com/


domingo, 8 de novembro de 2009

Seis Razões


Não vou argumentar que “o Holocausto não existiu”. A minha posição é que algumas coisas aconteceram e outras não. Especificamente, a minha tese é que não existiram câmaras de gás nos campos de concentração Nazis. Vou apresentar-vos seis razões para isso:

1. As provas físicas – as próprias câmaras.

Este deve ser o ponto de partida. Se pudessem ir a Auschwitz e descobrir uma sala que foi, obviamente, uma câmara de gás, então o revisionismo não existiria. O assunto ficaria resolvido de uma vez por todas. O problema é que quando chegamos a Auschwitz e olhamos para a sala que, supostamente, terá sido uma câmara de gás, encontramos uma sala que, obviamente, não terá sido uma câmara de gás. Essa é a razão porque o revisionismo é necessário.

O facto básico em todo este assunto é que a sala que, supostamente, foi uma câmara de gás não foi uma câmara de gás.

Se estivéssemos a falar de algumas matérias de Psicologia, eu usaria isto como um paradigma de crenças que governam as próprias percepções. Algumas pessoas olham para essas imagens e vêem uma câmara de gás. Outros olham para o mesmo e vêem uma morgue. Isto é semelhante à experiência onde todos numa sala dizem que o lápis vermelho é mais comprido e o elemento experimental, cujos olhos lhe dizem que o lápis verde é maior, tem medo de contradizer o grupo.
Os meus olhos dizem-me que o lápis verde é maior e eu vou afirmá-lo, mesmo sendo ilegal fazê-lo (especialmente se é ilegal dizê-lo): a ideia de que aquelas pessoas foram mortas com gás naquela sala ou noutra semelhante é absurda.


2. A lacuna nos registos documentais

Se existissem documentos que cobrissem toda a sequência dos acontecimentos, então não existiria o revisionismo. O problema é que os documentos que esperaríamos encontrar não existem. Temos documentos relatando todos os aspectos da guerra, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto a morte com gás dos Judeus. Não é possível matar com gás seis milhões de pessoas ou fazer outra coisa qualquer envolvendo milhões de pessoas sem deixar uma pista num papel. Se as mortes por gás existiram então existiriam milhares de documentos a verificá-lo, começando pelos planos iniciais e continuando através do desenrolar dos acontecimentos. Mas não existem quaisquer papéis que o provem.


3. A lacuna nos registos fotográficos

Se existissem fotografias de toda a sequência dos acontecimentos, incluindo fotografias das pilhas de cadáveres nas câmaras de gás, então não existiria o revisionismo. Isso encerraria o assunto imediatamente. O problema é que não existem essas fotografias. Temo-las sobre todos os aspectos da Segunda Guerra Mundial, incluindo todos os aspectos do Holocausto, excepto quanto ao gaseamento dos Judeus. Existem fotografias de Judeus a saírem dos comboios em Auschwitz, fotografias de Judeus nos campos e fotografias de cadáveres em sepulturas em massa, mas não existem fotografias de ninguém a ser morto com gás.

Para resumir as primeiras três razões: se tivéssemos qualquer prova da morte de Judeus com gás como temos para acontecimentos históricos reais (i.e. para eventos que aconteceram realmente), então todos reconheceriam que existiram câmaras de gás e não existiria o revisionismo.


4. O depoimento das testemunhas não prova que existiram câmaras de gás.

Existem três pontos que têm que ser referidos sobre as testemunhas:

a. As testemunhas não são unânimes. Algumas nem dizem nada sobre as câmaras de gás.
Por exemplo, Jan Karski escreveu um relatório, em finais de 1942, no qual testemunhava que tinha visitado o campo de Belzec para investigar os rumores de extermínio. Disse que os Judeus eram mortos com choques eléctricos numa sala com o chão em metal. Em 1944, publicou um livro no qual afirmava que os Judeus eram carregados em vagões cheios de cal viva e deixados a morrer fora do campo. Nem o artigo nem o livro dizem algo sobre as câmaras de gás. Actualmente, claro, a história oficial de Belzec não diz nada sobre choques eléctricos ou vagões cheios de cal viva. Supostamente, temos que acreditar que os Judeus, em Belzec, foram mortos em câmaras de gás. Mas Jan Karski, que esteve lá na altura (pelo menos, é o que afirma), não fala nada sobre câmaras de gás.

b. O depoimento das testemunhas sobre as câmaras de gás não foi sujeito a exame.
Uma das testemunhas considerada como uma fonte credível é o Dr. Miklos Nyiszli, o suposto autor de Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Existiu realmente um Dr. Nyiszli. Era um médico Húngaro. Foi mandado para Birkenau (e não Auschwitz), aonde trabalhou num laboratório patológico sob as ordens do infame Dr. Mengele. Depois da guerra, ele testemunhou nos julgamentos de Nuremberga. Morreu em 1949. O livro foi publicado em 1951. Através do livro, o autor refere que esteve em Auschwitz. Salienta que existiam quatro crematórios em Auschwitz. Na realidade, existia um crematório em Auschwitz e quarto em Birkenau. Obviamente que alguém que tenha estado lá sabia disso. Qualquer pessoa que lá tenha estado saberia distinguir os campos. No final (página 206), quando estavam a ser evacuados em Janeiro de 1945, diz o autor:

“Saímos com a sensação fervilhante da liberdade. Direcção: Birkenau KZ, a dois quilómetros dos crematórios”.

O Dr. Nyiszli não saiu de Auschwitz em direcção a Birkenau. Ele já estava em Birkenau. Isto é apenas uma notória impossibilidade num livro cheio de incongruências. Este livro não foi escrito pelo Dr. Nyiszli. Não poderia ter sido escrito por alguém que lá tenha estado. No entanto, este livro é citado como um dos mais credíveis testemunhos.
Se lerem apenas um livro sobre o Holocausto, esse livro deverá ser Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Deixem que eles vos dêem o melhor deles. Usem o vosso próprio julgamento. Este livro é ou não um relato de uma testemunha?

c. As testemunhas, por elas próprias, não provam nada.
Suponham que centenas de milhares de testemunhas reclamam que algo aconteceu. Isso significa que esse algo aconteceu? Existem, provavelmente, centenas de milhares de pessoas que “viram um OVNI” nos últimos cinquenta anos. Isso significa que existem discos voadores no céu? Existem centenas de pessoas que afirmam que não apenas viram OVNIS como também estiveram dentro deles. Terão sido, supostamente, sequestrados. Eles dir-vos-ão com detalhes vividos as suas experiências e não terão quaisquer motivos óbvios para mentirem. Isso significa que tal aconteceu?
Quando nos referimos à “câmara de gás”, se alguém disser que viu pessoas a serem gaseadas naquela sala, isso significa que tal aconteceu?


5. O facto é que os livros considerados como referências normais não são de confiança.

No Verão de 1995, quando eu era um iniciado neste assunto, fui a um debate entre Michael Shermer, editor da revista Skeptic, e Mark Weber, um revisionista. Era suposto ser um debate, mas, na realidade, foi aquilo que Michael Shermer chama de “meta-debate”. O Dr. Shermer pretendeu fazer crer que não existia nada para discutir. Porém, a determinada altura ele concordou que deveria dizer algo sobre o assunto. Referiu que qualquer pessoa que pretendesse encontrar provas da existência de câmaras de gás, encontrá-las-ia em Anatomia do Campo da Morte de Auschwitz, de Gutman e Berenbaum, especialmente o artigo de Pressac.
O que, provavelmente, nunca terá ocorrido ao Dr. Shermer é que alguém tivesse lido esse livro, mas eu fi-lo. Procurei por toda a cidade de Los Angeles e encontrei-o na livraria UCLA. Li o artigo de Pressac e as notas em rodapé. Muitas das suas afirmações sobre os gaseamentos não estão documentadas. Quando Pressac acrescenta notas em rodapé, elas não podem ser confirmadas. A maioria está na forma “Oswiecim, BW 1/19” ou “Moscovo/Revolução de Outubro, 7021-108-32, 46”.
No entanto, existe uma excepção. Pressac refere na página 234: “O primeiro gaseamento no crematório IV não correu bem. Um homem das SS, usando uma máscara, teve que subir a uma pequena escada para chegar a uma “janela”, depois abriu-a com uma mão e despejou o Zyklon B com a outra. Esta rotina acrobática teve de ser repetida seis vezes. Quando a portas hermeticamente fechadas foram abertas para evacuar o gás, reparou-se que o arejamento natural era ineficiente; tinha que ser imediatamente cortada uma porta no corredor norte para que o ar corresse de forma contínua”. [143]
A nota de rodapé para este parágrafo é:
143. Álbum de Auschwitz (Nova Iorque, 1980), fotografia 112.
Isto pode ser analisado. O Álbum de Auschwitz não está, actualmente, a ser impresso e é difícil de encontrar, mas ao menos não temos que ir à Polónia ou à Rússia. Por sorte, encontrei uma cópia numa livraria e olhei ansiosamente para a fotografia 112. Esta fotografia não tinha nada a ver com o parágrafo referido. De facto, nenhuma das fotografias no Álbum de Auschwitz tinha alguma coisa a ver com aquele parágrafo.
Por outras palavras, a única nota em rodapé possível de ser analisada transformou-se numa farsa.
Tanto quanto sei, o Álbum de Auschwitz não está disponível on-line. Não vou colocar a fotografia 112 aqui. Vou deixar isso como um exercício ao leitor. Está interessado em saber se a história das câmaras de gás é verdadeira? Até aonde vai esse interesse? O suficiente para ir a uma livraria e verificar esta notas? Aquilo que Michael Shermer está a contar é que praticamente ninguém o faça.

Aquilo com que eu estou a contar é algumas pessoas o faça. Basta apenas algumas, de início. Em cada universidade espero que, pelo menos, um estudante ou um professor se interesse o suficiente para que, com honestidade académica, observe a fotografia 112 e tenha coragem suficiente para falar. É preciso coragem para não cometer nenhum erro. Lembrem-se o que aconteceu a David Cole e a outros revisionistas.

Mais informações sobre Pressac e as suas notas em rodapé podem ser encontradas na página ‘Dead Footnote’. Acrescentei alguns novos e de alguma forma irónicos comentários a esta página em Outubro de 2004.


6. O facto de Hitler ter declarado abertamente as suas intenções e os Nazis terem cometido também atrocidades abertamente.

Alguns historiadores pretendem justificar a falta de fotografias e de documentos com o facto de o Holocausto ter sido algo tão secreto que nem fotografias terão sido tiradas e nem foram permitidos documentos que incriminassem quem quer que fosse. Isto é suposto ter sido verdade, mesmo quando a Solução Final estava a ser planeada pelo menos até antes de 1941.
Hitler falou sobre o extermínio e a aniquilação dos Judeus em diversas ocasiões. Por exemplo, aqui está uma afirmação retirada do Mein Kampf. (Esta foi retirada da página 338, da edição de capa dura da Houghton-Mifflin. Outras referências ao extermínio podem ser encontradas nas páginas 169 e 679.) Hitler escreveu:

“A nacionalização das nossas massas apenas acontecerá quando, para além de toda a luta positiva pela alma do nosso povo, os seus prisioneiros estrangeiros forem exterminados”.
Supostamente, somos obrigados a acreditar que Hitler anunciou ao mundo que os Judeus seriam aniquilados e que, ao mesmo tempo, fazia os possíveis para pretender que eles não estavam a ser aniquilados. A intenção foi declarada abertamente, mas o acto em si foi tão secreto que os Nazis nunca o discutiram entre si. Isto não faz qualquer sentido.

Na página 679, ele diz o seguinte:

“Se no início da Guerra e durante a mesma, doze ou quinze mil deste Judeus, corruptos do povo, tivessem estado sob gás tóxico, como aconteceu a centenas de milhares de nossos melhores trabalhadores Alemães no campo de batalha, o sacrifício de milhões na frente não teria sido em vão. Pelo contrário, doze mil patifes eliminados de uma vez poderão ter salvo as vidas de milhões de Alemães, válidos para o futuro”.

Neste ponto, o “secredo” já estava à solta. Ao tocar na ideia do gaseamento dos Judeus no Mein Kampf, não fazia qualquer sentido para Hitler pretender que nada estava a acontecer. Mas não existe qualquer outra referência ao gaseamento em mais nada que ele tivesse dito ou escrito. Temos volumosos registos de tudo o que Hitler, Himmler e outros Nazis disseram em público e muito do que eles disseram em privado, e não há qualquer menção aos gaseamentos, mesmo nas ocasiões em que eles falaram em verem-se livres dos Judeus.

Temos uma transcrição do discurso (o discurso em Polaco) no qual Himmler endereçava um encontro em privado aos jovens oficiais das SS. Mesmo que ele não quisesse fazer menção aos gaseamentos em público, ele sentir-se-ia à vontade para o fazer num encontro privado das SS. (Ele teria falado abertamente nalguma altura. Eles tê-lo-iam discutido entre eles. Não conseguimos fazer nada sem dizer o que estamos a fazer.) Mas ele não disse nada sobre os gaseamentos, mesmo quando estava a pensar em enviar os Judeus para os campos de concentração. Ele não disse: "Agora vou referir-me ao gaseamento dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu”. Pelo contrário, o que Himmler disse foi:

“Vou referir-me à evacuação dos Judeus, ao Ausrottung do povo Judeu”.
Noutro encontro privado (em 1941), Hans Frank mencionou a ideia do assassínio dos Judeus com gás:

“Não podemos fuzilar estes 3,5 milhões de Judeus, nem matá-los com gás. No entanto, temos que tomar medidas que, de qualquer maneira, levarão ao objectivo da aniquilação”...

Mesmo na conferência de Wannsee, nada foi dito sobre gaseamentos.
Em 1941, os Nazis estavam a ganhar a guerra. Os julgamentos por crimes de Guerra eram a última coisa que alguém se lembraria. (Na realidade, apenas passou a existir esse conceito depois de 1945. Os julgamentos por crimes de guerra não faziam parte das guerras do passado.) Os Nazis não tinham qualquer motivo para criarem uma ilusão para a posteridade. Eles pensavam que eles iriam ser a posteridade. Eles pensavam que nunca iriam responder perante ninguém por algo que tivessem feito. No entanto, somos, supostamente, obrigados a acreditar que mesmo em 1941 eles estariam já a pensar, para além do fim da guerra, na necessidade de encobrir as suas acções.

Os Nazis não eram tímidos em assassinar pessoas. Eles cometeram atrocidades abertamente. Eles pavoneavam-se por isso. Temos fotografias de soldados Nazi a assassinarem Judeus a sangue frio e a rirem-se disso. Estas fotografias não foram tiradas clandestinamente por alguém. Foram tiradas pelos próprios Nazis. Mas somos, supostamente, obrigados a acreditar que as câmaras de gás eram tão secretas que não foi tirada nenhuma fotografia das mesmas.
Somos, supostamente, também obrigados a acreditar que seria possível encobrir uma acção que envolvia seis milhões de pessoas.

O cenário do gaseamento, supostamente, ter-se-à desenrolado da seguinte forma: um comboio carregado de Judeus chegava a Auschwitz. Eles eram separados em dois grupos, os que estavam capazes para o trabalho e aqueles que não estavam. Este último grupo era levado para o crematório logo de seguida. Primeiro iam para uma sala para se despirem. Depois eram levados para uma outra sala, que, supostamente, era um chuveiro ou uma sala de desinfestação. Quando estavam nessa sala, eram fechados e gaseados. Poucos minutos depois, os guardas entravam e carregavam os cadáveres para fora e levavam-nos para os fornos para serem cremados.
Se seis milhões tivessem sido gaseados, este cenário teria que ter sido repetido milhares de vezes. Façam as contas. Isto teria que ter acontecido, pelo menos, doze mil vezes, em diversos campos, para além de um período de vários anos. Esta cena macabra é algo que um fotógrafo daria o seu braço direito para fotografar, especialmente quando envolvia mulheres despidas. Mas, supostamente, era proibido tirar fotografias. Por isso, não foram tiradas nenhumas fotografias. Isto não faz qualquer sentido. Os guardas prisionais faziam a lei entre eles. Não se poderia impedir que eles tirassem fotografias. Perguntem a
Lynndie England – e aos seus muitos fans e imitadores que pensam que tudo isto é uma grande anedota.
Se o cenário do gaseamento tivesse realmente acontecido, repetindo-se milhares de vezes, teriam que existir fotografias. Mas não existe nenhuma.
Não existem fotografias de alguém a ser gaseado porque ninguém foi gaseado.


Resumo

Arthur Butz é um dos grandes pioneiros deste assunto. Ele fez do seu ponto essencial que isto teria que ser uma coisa simples.
Se estiverem a considerar a questão de que estará ou não um elefante na vossa arrecadação, não precisarão de lá ir e verificar com uns óculos especiais. Não precisam de construir um grande e envolvente argumento para esclarecer a questão. Se o elefante lá estiver, é evidente que ele lá está, e se não estiver, obviamente que ele não estará.
Da mesma forma, a questão de que se os seis milhões de Judeus foram ou não gaseados não pode ser uma questão obscura. Tem que ser óbvia, de uma maneira ou de outra. Essa é a razão porque comecei o meu argumento com a prova física, as próprias salas. Uma vez que vejamos que a sala não é uma câmara de gás, tudo o resto cai por terra. Claro que não existe qualquer documentação sobre as câmaras de gás. Como é que pode haver? Claro que não existe nenhumas fotografias de ninguém a ser gaseado. Como é que pode haver? Aquilo não é uma câmara de gás!


ORIGINAL

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

Uma Fraude Disfarçada de "Diário"


Uma organização internacional que luta contra a negação do Holocausto condenou na quarta-feira uma campanha de "intimidação" realizada por militantes do grupo Hezbollah sobre a distribuição do diário de Anne Frank, no Líbano. O livro foi recentemente traduzido para o Árabe e Persa e visa disseminar a consciência do Holocausto (entre os Muçulmanos) e contra o racismo e a intolerância. [Curiosa, pelo menos, esta última palavra - “intolerância”. A ver pela quantidade de livros revisionistas proibidos em vários países do mundo, esta “condenação” é, no mínimo, curiosa…].

(…)

A televisão Al-Manar, propriedade do Hezbollah, chamou a atenção das autoridades judiciais Libanesas para processarem os responsáveis pela distribuição do livro naquele país, livro esse cuja narração é considerada "teatral e dramática ... de uma forma emocional."

Naim al-Qalaani do "Hezbollah "Committee for the Boycott of Zionist Goods in Lebanon" [“Comité para o Boicote de Produtos Sionista no Líbano”], referiu que a distribuição do livro era uma flagrante violação e “um movimento em direcção à normalização" com o ‘arquinimigo’ do Líbano, Israel.

(…)

O Projecto de Aladdin, responsável pelas traduções e edições emitiram um comunicado em que "condenavam a campanha de difamação e intimidação por parte da televisão do Hezbollah.".

(…)

[A reacção (mais uma) histérica desta organização “pseudo tolerante” merece, naturalmente, alguns comentários]:

1. Em primeiro lugar, perguntamos: onde estão os diários das meninas Alemãs e Japonesas que viveram durante os bombardeamentos genocidas dos Aliados contra as cidades das suas nações durante a Segunda Guerra Mundial? Será que podemos estar, realmente, convencidos que nenhum dos sobreviventes adolescentes escreveu algo sobre os seus sofrimentos?

2. O mesmo pode ser solicitado às crianças Árabes e Muçulmanas que sobreviveram aos atentados terroristas dos Israelitas no Líbano, Jenin e Gaza e aos atentados terroristas dos EUA em Bagdad, no Iraque e no Afeganistão.

3. Robert Faurisson e Ditlieb Felderer fizeram uma investigação forense com peritos sobre a proveniência do "Diário de Anne Frank" e, no seu entender, o pai de Anne, Otto, escreveu partes do mesmo (o Prof.. Faurisson entrevistou o Sr. Frank pessoalmente). Portanto, o que é apresentado como sendo o "Diário de Anne Frank" é, na verdade, uma fraude literária.

4. Anne morreu de tifo e não de gás venenoso. A sua morte é uma tragédia, mas a sua morte não é uma prova do "Holocausto" na conotação geralmente aceite de que ela foi um exemplo do assassinato em massa com gás tóxico.

5. Aquilo que faz sentido ao Hezbollah opor-se é à autêntica destruição - "Holocausto" - de uma nação de pessoas, enquanto o mecanismo de "negação do Holocausto" é utilizada para negar o Relatório Goldstone, o massacre em Jenin, o massacre de Qana (duas vezes), o assassinato em massa através de bombardeamentos em Beirute, em Agosto de 1982, e muitos outros crimes de guerra dos EUA e dos Sionistas, crimes esses que todas as pessoas que procuram uma imagem respeitável nos média do Ocidente deve permitir escorregar nos recantos nebuloso e escondidos da memória.

6. Os revisionistas há muito tempo que detectaram que a propaganda Sionista do "Holocausto" é tão cruel como uma arma no arsenal Israelita como o fósforo branco e os helicópteros Apache. A ‘excepcionalidade’ Talmúdica trabalhou a sua vontade sobre o Ocidente com o objectivo de ganhar a aceitação para marcar o contratempo do Judaísmo entre 1939-1945 como "O Holocausto ", o pior sufrimento alguma vez vivido por uma nação de pessoas no universo desde o início dos tempos, blah, blah, blah.

A exploração de Anne Frank e sua comprometido "diário" é parte dessa excepcionalidade. Qualquer um que ouse discordar dessa excepcionalidade judaica torna-se, na opinião dos média ocidentais, universidades e governos, um vil canalha com pensamentos racistas e um criminoso "negacionista".

[Leia a notícia na íntegra]


Recordemos aqui uma das várias intervenções que o meu amigo Diogo dedicou ao tema.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

A Capitulação de Jean-Claude Pressac


Há exatamente dez anos, a 15 de junho de 1995, Jean-Claude Pressac capitulou. Porém, o texto de sua capitulação foi somente publicado – discretamente e em letras miúdas – ao final de um livro publicado por Valérie Igounet, em abril de 2000, sob o título Histoire du négationnisme en France, Éditions du Seuil.

Deve-se recear que muitos leitores daquela obra lançaram somente uma rápida espiada nestas últimas duas folhas (pág. 651 e 652); elas ocuparam apenas uma pequena parte do amplo espaço que V. Igounet concedeu a J.-Claude Pressac para sua exposição. Mas elas são de vital importância para a história da controvérsia em torno das “câmaras de gás nazistas”. J.-C. Pressac explicou claramente no final das contas que o dossiê oficial da história dos Campos de Concentração NS está “apodrecido”. Ele acrescenta ainda que este dossiê está irremediavelmente apodrecido e destina-se “claramente ao lixo da história”! Ele faz uma veemente acusação contra a “lembrança” que obteve preponderância histórica, contra considerações inspiradas em “ressentimentos e vingança”, contra comunistas e suas associações que se tornaram guardiães de uma falsa verdade (ele não ousou fazer tal acusação contra os judeus e associações judaicas). Ele escreveu:

“Tolices, exageros, omissões e mentiras caracterizam a maioria dos relatos sobre aquele período”.
Ele pergunta:

“Pode-se retroceder este desenvolvimento?”

e ele próprio fornece a resposta:

“É muito tarde. Uma retificação geral é humano e materialmente impossível”.

(...)

Para esta mudança súbita de opinião por parte de Pressac existe uma explicação. A 15 de junho de 1995, quando ele assinou sua capitulação, o homem estava ainda totalmente sob o efeito da humilhação que sofrera um mês antes, exatamente a 9 de maio do mesmo ano, ante a XVII Corte Parisiense de Apelação sob direção da juíza Martine Ract-Madoux. Em setembro de 1993, a publicação de seu livro Les Crématoires d’Auschwitz. La Machinerie de meurtre de masse (Os crematórios de Auschwitz. A maquinaria do genocídio) teve retumbante repercussão na mídia. Em contraposição, eu publiquei um pequeno livro com o título Réponse à Jean-Claude Pressac sur le problème des chambres à gaz (Resposta a Jean-Claude Pressac sobre o problema da câmara de gás). Por causa deste livro eu fui obrigado a comparecer diante dos tribunais, precisamente por causa da lei Fabius-Gayssot, a qual proíbe a negação do crime contra a humanidade, assim definido e condenado pelos juízes em Nurenberg. Meu advogado Eric Delcroix e eu exigimos o comparecimento de J.-C. Pressac para testemunhar e no caso dele não aparecer, que fosse intimado e levado aos tribunais.

(...)
A mídia ocidental festejou J.-C. Pressac como um tipo de gênio que, assim foi afirmado, teria liquidado com o Revisionismo, assim como com Robert Faurisson. Quando ele faleceu a 23 de junho de 2003, com 59 anos, sua morte permaneceu completamente ignorada. Nenhum daqueles jornais ou revistas que outrora o festejaram, nem ao menos citaram seu falecimento.

O 15 de junho de 1995, quando foi assinada a capitulação de J.-C. Pressac, representa uma das mais marcantes datas da história do Revisionismo.


Robert Faurisson


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais Um Testemunho Falsificado! - QUANTOS MAIS FALTARÁ DESMASCARAR?


Jean Goodwin Messinger, autora de Windsor, descobriu recentemente que o assunto do seu popular romance de não-ficção "Hannah: From Dachau to the Olympics and Beyond", mais propriamente a mulher, não é aquilo que reivindicava ser. Aliás, a mulher sobre a qual falava o livro, também conhecida o como Rose-Marie Pence, é uma fraude.

Messinger referiu que estava transtornada por ter descoberto que Pence tinha inventado a história de "Hannah".

Publicado em 2005, "Hannah" é a história é de uma menina que foi presa num campo de concentração Nazi durante a Segunda Guerra Mundial, que tinha sido salva pelas forças americanas e que, mais tarde, se tinha tornado numa esquiadora Olímpica.

O problema é que nada desta história é verdadeiro, acrescentou Messinger.

A autora já apresentou as suas desculpas pelo seu papel em dar voz a uma autobiografia completamente falsa.
[leia a notícia na íntegra]

sábado, 3 de outubro de 2009

Campos de "Extermínio" Com... ORQUESTRAS!


"(...) Um antigo oficial do campo de Auschwitz que vivia em Munique vendeu-nos este original conjunto de fotografias que retratam cerca de meia dúzia de orquestras e bandas formadas por detidos naquele infame campo de trabalho escravo de Auschwitz, inclusivamente da orquestra Kubu, composta por Judeus Cubanos.

Nas costas de alguns destes instantâneos encontra-se um carimbo do departamento do campo de Auschwitz e, também - talvez depois do fim da guerra - uma mão Alemã gravou legendas em alguns. A legenda diz o seguinte: "gedeckte Tafel für unsere jüdischen Freunde vom Kubu Ochester" ("jogo de mesa para os nossos amigos Judeus da Banda Kubu") ."

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

As particularidades cada vez mais curiosas dos campos de concentração Nazis - ditos de "extermínio" - fazem com que se perceba o porquê de certas pessoas andarem tão preocupadas em punir quem investiga, quem questiona, quem duvida, do único facto histórico que... está proibido de se questionar e duvidar... Apenas é permitida a investigação de qualquer coisa que, supostamente, credibiliza o mesmo que não se pode duvidar, apesar de haver tantas dúvidas...
Confuso? Apenas para quem não quer ver...

sábado, 19 de setembro de 2009

"Negacionistas" em... Israel!


O último lugar do mundo onde talvez se espere encontrar “negacionistas” do Holocausto será em Israel. No entanto, uma recente investigação da Universidade de Haifa apurou que um espantoso número de 40,5 por cento de Árabes Israelitas afirma que o Holocausto não aconteceu. O resultado encontra-se no mais recente índice das Relações entre Árabes e Judeus em Israel, uma pesquisa anual conduzida pelo Professor Sammy Smooha desde 2003. Quando, inicialmente, ele colocou a questão do Holocausto em 2006, 28 por cento dos cidadãos Árabes duvidaram da sua autenticidade. A negação do Holocausto é predominante nos mundos Árabe e Muçulmano. [leia a notícia na íntegra]

sábado, 15 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (XIII)


(continuação)


Uma vez “Negador do Holocausto”, sempre “Negador do Holocausto”!


David Irving é um homem muito inteligente, mas infelizmente, entretanto, ele é totalmente imoral. Para ele, a verdade é uma moeda de troca. Ele está disposto a falar o que for possível, se achar que irá servir à sua carreira.

Irving sente saudades dos bons tempos quando ele ainda era convidado para debates televisivos, quando seus livros caiam nas graças de louváveis resenhas e vendiam bem. Ele gostaria que esse tempo voltasse. Por outro lado ele sabe naturalmente que a sociedade ocidental se encontra sob forte domínio judaico e que ele, David Irving, permanecerá um pária enquanto os judeus o difamarem como “Negador do Holocausto”. Por isso ele tenta, de forma hesitante, se desfazer deste rótulo. Como lhe falta paciência para aguardar a derrocada do domínio judaico (que ele não sabe se vai ocorrer ou não, em sua época), ele oferece aos judeus uma vaca de troca.

Seu único problema é Auschwitz. Ele nunca colocou em dúvida outro aspecto da história do “Holocausto”. Ele sempre afirmou que os alemães fuzilaram na frente oriental um número monstruoso de judeus (no capítulo oito de Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Passagem?, ele poderia encontrar provas incontestáveis de que os relatos dos Grupos de Ação – Einsatzgruppen – que comprovam aparentemente esta barbárie surrealista e que Irving aceita como prova sem questionamentos, são muito suspeitas, pois primeiramente elas são refutadas através de outros documentos e segundo, não são confirmadas por provas técnicas). Ele nunca duvidou do (alegado) assassinato nos Campos Reinhardt, assim como em Majdanek. Ele reconheceu textualmente a existência dos carros de gás (Gaswagen), que teriam funcionado alegadamente em Chelmo e em outras áreas ocupadas pelos soviéticos. Por outro lado, ele já defendeu tantas vezes o ponto de vista dos revisionistas sobre Auschwitz, que seu orgulho o proíbe de recuar lentamente deste ponto; ele está disposto, em todo caso, a considerar que em Auschwitz houve gaseamento em situações restritas.

Segundo Raul Hilberg, um milhão de judeus encontraram a morte em Auschwitz. [56] Como o número de judeus que morreram de morte natural em Auschwitz (isto é, de doenças, fadiga etc), é impossível ser maior que 100.000, isso significaria que cerca de 900.000 judeus foram assassinados nas “câmaras de gás de Auschwitz” . O que Irving faz então? Ele afirma que nos Campos Reinhardt Belzec, Sobibor e Treblinka não foram assassinados como Hilberg afirma, 1,5 milhões, mas sim 2,4 milhões de judeus, e oferece aos judeus uma suficiente compensação para as 900.000 vítimas das câmaras de gás de Auschwitz, que ele lhes roubou.

Mas Irving fez a conta sem o taberneiro. É claro que ele não está em condição de entender o raciocínio de seus desafetos. Através do questionamento das câmaras de gás de Auschwitz, ele cometeu do ponto de vista judaico a pior das profanações, pois Auschwitz é o coração da história do “Holocausto”, mesmo quando segundo Hilberg menos do que um quinto das “vítimas do Holocausto” tenham encontrado a morte neste campo. Os judeus nunca irão perdoar David Irving por este sacrilégio. Mesmo se ele afirmasse subitamente que os alemães tivessem gaseado em Majdanek um milhão, em Chelmo dois milhões, em Sobibor três milhões, em Belzec cinco milhões e em Treblinka dez milhões de judeus, e na frente oriental fuzilados outros vinte milhões de judeus, isso não lhe seria de forma alguma a redenção; os judeus e seus guardinhas iriam ainda intitulá-lo como negador do “Holocausto”. Esta etiqueta estará junto a Irving enquanto os judeus dominarem sobre os países do Ocidente.


(continua)

As Mentiras do Caça-Nazis (IV)





(Continuação)



4 - A PEDRA, O PÉ E A GANGRENA


VO - Todos os dias saiam descalços para trabalhar na pedreira do campo de concentração de Gross-Rosen, perto de Wroclaw. Mas a cada jornada, o grupo de 100 homens perdia um elemento. Simon Wiesenthal sabia que a sua hora tinha chegado. Pressentiu um guarda atrás das costas e virou-se. "Ia esmagar a minha cabeça com uma pedra. Virei-me de novo. Surpreendido, deixou cair o calhau. Desfez-me um dedo do pé. Gritei", relatou. Valeu-lhe que havia uma inspecção da Cruz Vermelha ao campo, nesse dia. De outra forma não teria sido levado para o posto de primeiros socorros e nem lhe teriam amputado o dedo a sangue frio enquanto dois homens o agarravam. As dores pioraram nas 24 horas seguintes. Um médico teve de lhe drenar uma bolha de pus na sola do pé. "A gangrena espalhou-se por toda a sola", disse.


NV - Mais uma vez a palavra de Wiesenthal contra a de mais ninguém. Não há qualquer outro relato, do próprio ou de outra fonte, que permita confirmar a história. E há mais pormenores que levantam dúvidas a Walters: "Se houvesse mesmo uma inspecção da Cruz Vermelha a Gross-Rosen, as SS teriam suspendido temporariamente as execuções." Além disso, nessa altura, a ONG nem sequer podia entrar nos campos. Quanto aos factos médicos relatados, "não são, de todo, plausíveis".


COMENTÁRIO: Parece que, para este caso, nenhum delegado da Cruz Vermelha teve a coragem de vir a público desmascarar a palhaçada e o embuste deste guru do Holoconto! Mas bastou consultar os registos da mesma para perceber que não existiu qualquer inspecção! Portanto, este episódio É MAIS UMA MENTIRA!

Além disso, mais uma vez, temos "testemunhos" sem provas. Um hábito na literatura dos "sobreviventes".

Resta-nos rir. E muito!... rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs


(Continua)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XII)



(continuação)



Os três Campos Reinhardt eram Campos de Passagem

Em 31 de julho de 1942, o Reichskomissar para a Bielo-Rússia, Wilhelm Kube, envia um telegrama ao Reichskomissar para os territórios ocupados do leste, Hinrich Lohse, onde ele protesta contra a deportação de 1.000 judeus do Gueto de Varsóvia para Minsk. [47] Como a deportação dos judeus do Gueto de Varsóvia iniciou oito dias antes e todos os pesquisadores são uníssonos que naquele exato momento todos os judeus deportados de Varsóvia foram para Treblinka, os 1.000 judeus mencionados por Kube tiveram que forçosamente ter passado por Treblinka até chegar a Minsk. Em 17 de agosto de 1942, o jornal clandestino polonês, Informacja Beizaca, reportou a 1 de agosto que 2.000 operários judeus foram deportados de Varsóvia até Smolensk. [48] Em 7 de setembro de 1942, o mesmo periódico informa que dois transportes com o total de 4.000 deportados chegaram de Varsóvia para trabalhos forçados nas importantes instalações em Brzesc e Malachowicze. [49]

Eu estou muito bem ciente que estas cifras representam uma pequena parcela dos judeus transportados para Treblinka e que os anti-revisionistas irão contra-argumentar que todos estes casos são “exceções”. Por outro lado, cada judeu que deixou com vida Treblinka ou algum outro dos dois Campos Reinhardt, confere um forte golpe contra a versão oficial, pois é afirmado que todos os judeus destes campos não foram registrados e foram gaseados independente de idade e estado de saúde. E quando os anti-revisionistas rotulam os casos mencionados como “exceções”, nós temos todo o direito em perguntar, quantas outras exceções ainda existem.

Um determinado número de judeus foi dos Campos Reinhardt para Majdanek ou Auschwitz. Como a historiadora polonesa Zofia Leszcznska, a qual pode-se com dificuldade lhe atribuir qualquer simpatia pró-revisionismo, declarou que em outubro de 1942, 1.700 judeus foram transferidos de Belzec para Majdanek. [50] O fato basta por completo para desferir um golpe mortal contra a versão oficial, onde menos de dez judeus sobreviveram em Belzec.

Em um artigo sobre “judeus em Majdanek”, os historiadores judeus Adam Rutkowski e Tatiana Berenstein escreveram:

“Alguns transportes de Varsóvia alcançaram Lublin via Treblinka, onde aconteceu uma seleção dos deportados”.

Para a historiografia oficial, esta frase é mortal! Em 30 de abril de 1942, um transporte com 350 judeus de Treblinka chegou a Majdanek. Um dos judeus atingidos aqui, Samuel Zylbersztain, escreveu depois um relatório sobre sua impressionante experiência. [52] Após o “Campo de Extermínio” Treblinka e o “Campo de Extermínio” Majdanek, ele sobreviveu ainda a oito “normais” Campos de Concentração. Ele é uma prova viva que os alemães não exterminaram seus prisioneiros judeus.

O autor do livro até então mais completo sobre Sobibor [53], o judeu holandês Julius Schelvis, esteve ele próprio internado em Sobibor. Naturalmente ele apresenta este campo como uma fábrica da morte, porém, sua descrição baseia-se somente e unicamente naquilo que ele escutou de alguém ou leu em algum lugar, pois Schelvis permaneceu apenas algumas horas em Sobibor. De lá ele foi para Lublin e de Lublin, posteriormente para Auschwitz, antes que ele finalmente retornasse para a Holanda. Schelvis não foi um caso único: pelo menos 700 outros judeus holandeses foram deportados de Sobibor para outros diferentes campos de trabalho; alguns deles retornaram para a Holanda via Auschwitz (um outro “Campo de Exgtermínio”!). [54]

Muito esclarecedor é o caso da judia tcheca nascida em setembro de 1874, Minna Grossova. Ela chegou a Treblinka em 19 de outubro de 1942, onde segundo a historiografia oficial, até mesmo os judeus aptos ao trabalho foram gaseados sem ser registrados. A senhora Grossova, de 69 anos, foi transferida, todavia, para Auschwitz, onde segundo a mitologia do “Holocausto”, os judeus inaptos ao trabalho foram imediatamente gaseados sem ser registrados. Mas por inúmeras vezes a senhora “Grossova” escapou das “câmaras de gás”; ela foi registrada regularmente e faleceu em 30 de dezembro de 1943 em Auschwitz. [55] Do ponto de vista da história ortodoxa do “Holocausto”, o destino desta mulher é totalmente inexplicável.

Que comparativamente poucos transportes dos Campos Reinhardt para outras localidades estejam documentadas, deixa-se explicar facilmente. Já em 1945, os vencedores da Segunda Guerra Mundial tinham decidido perpetuar a lenda do extermínio dos judeus e pode-se partir da suposição que inúmeros documentos, que contrariem a “verdade” oficial, tenham desaparecidos em algum arquivo ou foram “evacuados”. Poder-se-ia me acusar aqui de utilizar o mesmo truque dos defensores da versão oficial, que explicam a falta de prova documental para as câmaras de gás para assassinato de pessoas, com a alegação de que os alemães tinham destruído todas as provas. Porém, esta acusação não se sustenta, pois minha posição é bem fundamentada. Houvesse um único documento sobre os gaseamentos, então eu teria que me corrigir, que outro também poderia existir, mas não obstante, já são decorridos 64 anos e nunca apareceu tal documento. Por outro lado, existem sim diversos documentos para transportes a partir dos três Campos Reinhardt para outros lugares, e para cada um desses podem existir centenas de outros.


(continua)

segunda-feira, 20 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IX)



Os resultados das escavações em Treblinka (1945)

[Tradução de: Wahringham]


Todos os historiadores concordam que nenhum dos campos da Ação Reinhardt possuía um crematório. Segundo autores do Holocausto, os cadáveres dos judeus gaseados foram primeiramente deixados em covas coletivas, porém, em 1943 eles foram exumados e queimados a céu aberto. Somente isso já basta para deixar a versão oficial parecer inacreditável. Todos os “normais” Campos de Concentração (p. ex. Dachau e Buchenwald) eram equipados com crematórios – por que então os alemães não construíram sequer um crematório nos “Campos de extermínio”, onde eles seriam cem vezes mais necessários?

Apoiado a inúmeros ensaios de queima executados por ele mesmo, Carlo Mattogno chega à conclusão que para a incineração de um cadáver de 45 kg, são necessários 160 kg de madeira [38] Segundo os cálculos de Mattogno, a incineração de 870.000 cadáveres (este é o número de vítimas citado por Arad; partindo-se das 750.000 vítimas de Hilberg, os valores se reduzem respectivamente) teria deixado 1.950 toneladas de cinza humana, assim como 11.100 toneladas de cinza de madeira. Além disso, existiriam miríadas de dentes, ossos e pedaços de ossos, pois dentes e ossos humanos nunca são completamente destruídos por uma queima a céu aberto.

Caso os soviéticos e poloneses tivessem encontrado só 10% de cinzas, dentes e ossos, eles poderiam montar uma acusação extremamente contundente contra os alemães. Eles convocariam uma comissão internacional (assim como os alemães fizeram após a descoberta das covas coletivas de Katyn) e teriam apresentado os resultados da averiguação forense no processo de Nurenberg. Neste caso, eles não teriam sido forçados em Nurenberg a lançar mão de absurdos como a “câmara de vapor”.

Em novembro de 1945, sob direção do juiz Zdzislaw Lukaszkiewicz, uma equipe polonesa conduziu escavações no antigo Campo de Treblinka e redigiu em seguida um relatório, o qual foi publicado trinta anos depois (!!) [39] No primeiro dia, os investigadores encontraram “uma grande quantidade de moedas polonesas, soviéticas, alemãs, austríacas e tchecas, além disso, fragmentos de panelas e frigideiras”, mas nenhum resto humano. No segundo dia, eles encontraram “todo tipo de louça, diferentes peças de casa, trapos de roupas, um grande número de mais ou menos avariados documentos poloneses, uma carteira de identidade bastante avariada de um judeu polonês e mais moedas”. No terceiro dia, eles encontraram “uma quantidade considerável de cinza e restos humanos”. No quarto dia, eles se deparam com “cacos de todo tipo de louça, um grande número de farrapos , moedas gregas, eslovacas e francesas, assim como resto de um passaporte soviético. A 13 de novembro, Lukaszkiewicz ordenou a suspensão das escavações, pois ele considerou “improvável” a descoberta de outras covas.

Como os poloneses encontraram na área do antigo campo restos humanos, não é de forma alguma uma surpresa. Segundo o documento Höfle, foram enviados 713.355 judeus para Treblinka ao longo do ano, e a deportação duraram – mesmo em pequena monta – até cerca de agosto de 1943. Sob estas circunstâncias, deve-se partir do pressuposto que milhares de deportados encontraram a morte no campo.

sábado, 18 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VIII)


A evolução da lenda do extermínio

Quase imediatamente após os três campos de Reinhardt terem começado a funcionar, grupos de Judeus e e de Polacos começaram a espalhar todo tipo de rumores fantásticos sobre assassínios em massa nesses mesmos campos. O conhecimento destas histórias é de vital importância para um entendimento de como apareceu a versão histórica actualmente dominante sobre esses campos e que nível de credibilidade pode ser atribuída a essas histórias.
Vamos começar por Belzec. De acordo com a "testemunha ocular" autodenominada Jan Karski,os Judeus foram exterminados em Belzec com cal viva em comboios [24]. No entanto, a maioria das "testemunhas" mencionaram assassínio através da electricidade. No dia 10 de Julho de 1942, o governo Polaco no exílio em Londres recebeu o seguinte relatório:

"De acordo com a informação de um Alemão que trabalha lá, o lugar de execução está em Belzec, perto da estação. […] Uma vez chegados, os homens entravam num barracão do lado direito e as mulheres num do lado esquerdo, onde ambos se despiam, supostamente para se lavarem. Então os grupos iam juntos para um terceiro barracão com um dispositivo eléctrico, onde a execução ocorria". [25]

Num livro publicado em Estocolmo em 1944 e traduzido para inglês um ano mais tarde, o Judeu Húngaro Stefan Szende descreveu como milhões de Judeus tinham sido mortos em Belzec com electricidade em "premissas subterrâneas construídas para as execuções" :
"Quando chegavam os comboios carregados com Judeus nús, estes eram encaminhados para um grande corredor capaz de suportar vários milhares de pessoas. Este corredor não tinha quaisquer janelas e o chão era em metal. Assim que os Judeus estavam todos lá dentro, o chão afundava-se como um elevador num grande tanque de água que colocava os Judeus com água pela cintura. Então uma poderosa corrente elétrica era enviadapara o fundo em metal e dentro de alguns segundos todos os Judeus, milhares de cada vez, estavam mortos". [26]
No seu relatório oficial sobre os crimes dos Alemães na Polónia, apresentado pelos Soviéticos no julgamento de Nuremberga, o governo Polaco escreveu o seguinte sobre Belzec:

"Nos primeiros meses de 1942, os relatórios vinham com isso sobre esse campo, foram construídas instalações especiais para a execução em massa de Judeus. Sob o pretexto de que eles iam tomar um banho, eram depois completamente despidos e empurrados para o edificio. Uma corrente eléctrica forte atravessava o chão desse edifício". [27]

As histórias de horror sobre Sobibor eram bastante diferentes. Enquanto a testemunha Judia Zelda Metz reivindicou que nesse campo os Judeus "eram asfixiados com ‘clorine’” [28], a testemunha Soviética Alexander Pechersky referiu o suposto assassinato em massa da seguinte forma:

"Logo que todos entravam, as portas eram fechadas com uma forte pancada. Uma substância preta pesada caía aos redemoinhos vinda das aberturas no tecto. Ouviam-se gritos frenéticos, mas não durante muito tempo porque mudavam para respirações ofegantes e convulsões". [29]

O caso de Treblinka é ainda mais instructivo. Enquanto algumas testemunhas anteriores mencionaram, de facto, as câmaras de gás, nenhum deles reivindicou que a arma para o assassínio em massa era um motor a diesel. No dia 17 de Agosto de 1942, o jornal subversivo Polaco Informacja biezaca falou de uma câmara de gás móvel que se movia ao longo das sepulturas em massa[30]. Três semanas mais tarde, a 8 de Setembro, o mesmo jornal descreveu os supostos gaseamentos da seguinte forma: As vítimas foram expostas a um gás com efeito retardado, depois que deixaram as câmaras de gás, andado até sepulturas em massa, desmaiando e caido para dentro das mesmas [31].
No entanto, o principal método retratado pelas testemunhas era o vapor quente. No dia 15 de Novembro de 1942, o Movimento de Resistência do Gueto de Varsóvia publicou um longo relatório em que declarava que entre Julho e princípios de Novembro, dois milhões de Judeus tinham sido exterminados em Treblinka através de câmaras de vapor [32].
Em Agosto de 1944, o Exército Vermelho conquistou a área em redor de Treblinka e uma comissão Soviética interrogou antigos prisioneiros do campo. Que arma para assassinato optaria – gás ou vapor? Na realidade, não escolheram nenhuma, mas reivindicado no seu relatório que três milhões de pessoas tinham sido assassinadas em Treblinka bombeando o ar para fora das câmaras de execução! [33] Em Setembro de 1944, um profissional de propaganda de atrocidades, o Judeu Wassili Grossman, honrou Treblinka com a sua visita. No seu panfleto O Inferno de Treblinka Grossman confirmou o número de três milhões de vítimas; como ele, obviamente, não sabia qual dos três métodos de assassinato (vapor, gás e bombear o ar para fora das câmaras) é que tinha prevalecido, ele mencionou prudentemente todos eles no seu livreto [34].
No julgamento de Nuremberga, os acusadores da Alemanha escolheram a versão do vapor. No dia 14 de Dezembro de 1945, o governo Polaco emitiu um documento que foi apresentado pelos Soviéticos em Nuremberga e que, de acordo com o mesmo, "várias centenas de milhares” de pessoas tinham sido exterminadas em Treblinka por meio de vapor[35]. Mas em 1946, a versão oficial mudou. Como simplesmente não era credível que os Alemães tenham usado toda a espécie de métodos de assassínio completamente diferentes nos três campos de Reinhardt, as câmaras de vapor, instalações elétricas, etc., foram relegadas para o caixote do lixo da história e substituídos pelos motores a diesel.
A razão para esta escolha era, indubitavelmente, o relatório de Gerstein. No início de 1946, este relatório – que décadas mais tarde foi brilhantemente analisado pelo revisionista Francês Henri Roques [36] – tinha monopolizado a atenção dos historiadores e Gerstein, que reivindicou ter testemunhado um ataque com gás a Judeus em Belzec, tinha identificado a arma de assassínio como um motor a diesel. Foi assim que nasceu o mito da câmara de gás a diesel.
Seria bastante interessante saber como o nosso titã intelectual, o ‘blogger S. Romanov, reagiria se lhe apresentassem as declarações de todas estas testemunhas oculares. Provavelmente, ele argumentaria que as testemunhas realmente tinham visto um motor a gasolina, mas infelizmente não conseguiram identificá-lo correctamente.
A primeira testemunha tinha identificado a carruagem do comboio com chão coberto com cal viva, o segundo como um “prato” electrificado numa barraca, o terceiro como um “prato” electrificado numa enorme bacia subterrânea, o quarto como um tecto com aberturas por onde um líquido preto era despejado, o quinto como uma câmara de gás que se movia ao longo das sepulturas em massa, o sexto como uma caldeira que gerava vapor, o sétimo como uma bomba por onde o ar era bombeado para fora das câmaras e o oitavo como um motor a diesel! Mas estas “pequenas” diferenças foram sempre completamente irrelevantes, pois o Holocausto de Aktion Reinhardt era um facto histórico provado!

David Irving sabia destes relatórios de testemunhas oculares? Se ele não leu a literatura revisionista, era impossível conhecê-los, pois os mesmos nunca são mencionados na literatura oficial. No seu "trabalho" sobre os campos de Reinhard, Yitzhak Arad cita uma passagem do relatório do movimento de resistência do Gueto de Varsóvia, mas, de forma desavergonhosa, deturpa o texto, substituindo o embaraoso "câmaras de vapor” por "câmaras de gás”! [37] Se Irving tivesse lido a literatura revisionista, ele teria tomado conhecimento de todas estas histórias ridículas, mas, daquele modo, pouco ele poderia ter dito sobre elas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)








(continuação)


A história da câmara de gás a diesel

De acordo com a literatura oficial do "Holocausto", o (alegado) assassínio em massa em Treblinka, Sobibor e Belzec foi executado com os gases de motores a diesel. Mas tal como o engenheiro Friedrich Berg mostrou no seu trabalho, alvo de uma cuidada pesquisa, "Diesel Gas Chambers: Ideal for Torture, Absurd for Murder" ["Câmaras de Gás a Diesel: O ideal para Tortura, Absurdo para Assassinato"] [19], os motores a diesel são uma arma de assassinato extremamente fraca porque utilizam quantidades muito baixas de CO, mas contêm uma porcentagem consideravelmente alta de oxigénio. Qualquer motor a gasolina seria decididamente mais conveniente para o assassínio em massa do que um a diesel.

Os argumentos do Berg eram tão fortes que o lobby do Holocausto não fez nenhuma tentativa refutá-los. No livro Debating the Holocaust [Debater o Holocausto], Thomas Dalton afirma:"O assunto [do motor a diesel] é quase completamente evitado por qualquer escritor anti-revisionista. […] Isto é o admitir de forma forte e implícita que o tradicionalismo não tem qulquer resposta a Berg e aos revisionistas. [...] Mais recentemente os ‘bloggers’ tentaram abordar esta questão. Depois de admitirem que 'simplesmente não é praticável usar motores a diesel para gaseamentos… quando se pode ter acesso a motores a gasolina, Romanov [20] vem defender que a questão dos motores a diesel é "irrelevante" porque, no seu ponto de vista, qualquer um que reivindique que os motores eram a diesel simplesmente está equivocado. Argumenta que as testemunhas "melhor informadas” mencionaram gasolina, mas só pode citar duas: Fuchs (apenas para Sobibor), e Reder, que disse que o gás vindo dos escapes era lançado ao ar livre"! [21]

Deixem-me acrescentar que o argumento do ridículo blogger S. Romanov ("A questão dos motores a diesel é irrelevante") só demonstra a mentalidade esquisita deste indivíduo: Não existem provas nem documentais nem materiais para o holocausto "Aktion Reinhardt" e não há quaisquer testemunhas credíveis (que crédito podemos nós dar a testemunhas que "simplesmente estão equivocadas" com a arma de assassinato?); e, não obstante, o holocausto de Aktion Reinhardt é um facto provado e incontestável!

Por outras palavras: Os pilares em que o edifício descansava já foram, mas o edifício ainda fica, ou melhor, paira no ar! Um grande milagre!

Poderá David Irving ignorar o absurdo da história de câmara de gás a diesel? Não, não pode. Na conferência revisionista de 1983, que Irving assistiu, Friedrich Berg apresentou um ensaio que já continha quase todos os argumentos do seu outro artigo de 2003[22]. Irving, que fez o seu discurso no mesmo dia de Berg, declarou: "Devo dizer que fiquei profundamente impressionado pelo discurso do Sr. Friedrich Berg no início desta tarde. Achei tudo aquilo que disse muito impressionante". [23] Então logo em 1983, Irving ficou a tomar conhecimento que a história dos gaseamentos por escapes de motores a diesel era um disparate! Essa é a razão pela qual ele agora está obrigado a declarar que não está demonstrado que o (alegado) assassinato em massa foi executado por gás e que esta questão é "altamente controversa".

quarta-feira, 15 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VI)


(continuação)

O número de mortos de David Irving para os campos de Reinhardt

No seu trabalho sobre o "Holocausto," Raul Hilberg defende que 750.000 Judeus foram assassinados em Treblinka, 550.000 em Belzec e 200.000 em Sobibor[18], o que significa que de acordo com ele, o número total de mortos para os três campos de Reinhardt foi de 1,5 milhões. Este número é mais baixo cerca de 900.000 do que o defendido por David Irving (1,274 milhões para 1942, mais de um milhão para 1943 = aproximadamente 2,4 milhões).


Mas os absurdos não acabam aqui.

Considerando o seguinte:


- O número de Hilberg de 550.000 vítimas em Belzec é impossível porque, de acordo com o documento de Höfle (que não era conhecido em 1985 quando Hilberg publicou segunda edição "definitiva" do seu livro), 434.508 Judeus foram deportados para Belzec até 31 de Dezembro de 1942. Uma vez que todos concordam que Belzec foi fechado no final de 1942, não podem ter existido quaisquer deportações para este campo em 1943.
- Em virtude deste facto, o total de número de mortos para este campo não pode ter excedido 434.508, mesmo que cada Judeu deportdo para Belzec tenha sido assassinado aí (como tanto Hilberg como Irving supõem).
- Se Irving estiver correcto e se 2,4 milhões de Judeus foram, de facto, exterminados nos três campos de Reinhardt, mas "só" 434.508 deles em Belzec, as restantes 1,965,492 vítimas devem ter sido assassinadas em Treblinka e em Sobibor. Isto quererá dizer que os números combinados de Hilberg para estes dois campos (750.000 + 200.000 = 950.000) é inferior mais de um milhão!
Difficile est satiram non scribere - é difícil não escrever uma sátira!


O caso da ausência da arma assassina


Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving declarou que não está provado que o (alegado) extermínio nos campos de Reinhardt tenha sido executado por meio de gás. Uma vez que Irving não mencionou qualquer método alternativo para o assassínio (por exemplo, fuzilamento), isto implica que a arma assassina simplesmente não é conhecida.
Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Hiroshima e Nagasaki: Foram mortas pela explosão de bombas atómicas ou sucumbiram, mais tarde, devido à radioactividade. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Dresden: Foram queimadas vivas ou sufocaram sob os escombros das suas casas. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Katyn: Foram assassinadas a tiro pelos partidários de Estaline. Nós sabemos exactamente como as vítimas morreram os campos de Eisenhower, no Reno: Eles foram deixados deliberadamente morrer à fome.
De acordo com David Irving, 2,4 milhões de pessoas foram assassinados nos três campos de Reinhardt - muitos mais do que em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Katyn e nos campos do Reno em conjunto. Mas nós não sabemos como foram mortos! Naturalmente, isto implica que não exista uma única testemunha ocular de confiança para o holocausto de Reinhardt, pois se tal testemunha existisse, saberíamos como as vítimas foram exterminadas, ao menos no seu campo.


Vamos resumir: David Irving não consegue apresentar a mais pequena prova documental para o suposto assassínio em massa em Belzec, Sobibor e Treblinka. Ele admite implicitamente que não há uma única testemunha fidedigna. Mas se não há quaisquer documentos e testemunhas fidedignas, sobre que provas são baseadas as suas reivindicações?
Irving defende que há provas forenses, i.e. uma grande quantidade de restos humanos encontrados no local dos três campos de Reinhardt? Não, ele não o faz. Ele nem sequer menciona o relatório de Kola que, de acordo com os historiadores ortodoxos, prova que Belzec era um campo de extermínio. (Discutiremos este relatório mais tarde).


(continua)

segunda-feira, 13 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (V)

TRADUÇÃO:

- Temos que assegurar que isto nunca mais volte a acontecer...

- ... Pelo menos a nós...



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)


(continuação)

Provas de David Irving para o assassínio em massa de Judeus nos três campos de Reinhardt

Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving mencionou sete razões para a sua crença em que os três campos de Reinhardt tinham sido centros de extermínio. Cinco destas razões são baseados em documentos, as restantes duas em rumores. Vamos examinar os documentos.

- "A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

No dia 28 de Julho de 1942, Albert Ganzenmüller, Secretário de Estado no Reichsverkehrsministerium (Ministério Imperial dos Transportes), declarou numa carta a SS-Gruppenführer Karl Wolff:

"Desde 22 de Julho, um comboio com 5000 Judeus faz uma viagem diária de Varsóvia a Treblinka, via Malkinia, além de um comboio com 5000 Judeus que viajam duas vezes por semana de Pryemysl a Belzec". [13]

A 13 de Agosto, Wolff respondeu:

"Reparei com especial prazer que um comboio com 5000 membros do ‘povo eleito’ já há 14 dias que faz o caminho para Treblinka todos os dias, e nós estamos assim numa posição de executar esta movimentação de população num ritmo acelerado". [14]

Nem Ganzenmüller nem Wolff declararam que os Judeus foram assassinados em Treblinka; Wolff falou de um "movimento de população" que mostra claramente que considerou Treblinka como um campo de trânsito.

- "A ordem de Himmler de não deixar qualquer vestígio em Treblinka e mais tarde construir uma casa de campo naquele local".

Como eu não conheço esta ordem, pedi a David Irving que me enviasse uma cópia. A 9 de Abril, respondeu-me dizendo que o faria mais tarde. Uma vez que ainda não recebi o documento, eu não o posso comentar. No entanto, estou pefeitamente seguro que não contém qualquer referência a assassinato em massa, pois se esse fosse o caso, teria sido citado em todos os trabalhos da literatura do Holocausto.

- "A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr".

No conhecido relatório de 1943 [15], Richard Korherr escreveu que no final de 1942, 1.274.166 Judeus tinham sido movimentados pelos campos durante o “General Gouvernement”. A mensagem de rádio de Höfle [16] confirma o número de Korherr, de 1.274.166, e especifica que 24.733 dos deportados tinham sido enviados a L. (Lublin/Majdanek) 434.508 para B. (Belzec), 101.370 para S. (Sobibor) e 713.355 para T. (Treblinka). Em nenhum dos dois documentos apresentado se fala que os deportados foram asassinados.

"Durante os anos 1942 e 1943, documentos de Himmler que revelam a extensão dos despojos de Reinhardt: Jóias, relógios, moedas".

O facto dos Alemães ficarem com as jóias, os relógios e as moedas dos Judeus não prova que eles os assassinaram.
Deste modo, nenhum dos documentos mencionados por Irving mostra qualquer qualquer prova de que os campos de Reinhardt eram centros de extermínio.
As últimas duas “provas” pertencem à categoria do rumor. Aquilo que o “Mufti de Jerusalém” reivindicou ter ouvido de Himmler, ou o que alguém reivindicou que o “Mufti” tinha reivindicado ter ouvido de Himmler, não tem nenhum valor histórico. Ainda mais absurdo é a referência ao "interrogação pessoal de duas testemunhas sobre Belzec".

Imaginem o seguinte diálogo:

Negacionista de Hiroshima: "Eu não acredito de forma alguma que os Americanos tenham realmente lançado uma bomba atómica sobre Hiroshima em Agosto de 1945. Isso faz parte apenas de uma ridícula propaganda de atrocidades Japonesa.".

David Irving: "Penso que você está errado. Há dois anos, fui a Hiroshima onde interroguei pessoalmente dois idosos Japoneses que tinha testemunhado o bombardeamento quando eram crianças. Se as suas declarações forem verdadeiras, isso prova que os Americanos lançaram, de facto, uma bomba atómica sobre Hiroshima".

Se centenas de milhares de Judeus tivessem sido realmente assassinados em Belzec, nós prescindíamos das provas recolhidas pelas "testemunhas oculares". O argumento de Irving lembra-me o patético Michael Treguenza, "perito de Belzec", que escreveu sobre as piras de Belzec:

"Há muita discórdia sobre o número de piras em Belzec. Testemunhas da aldeia afirmaram que pelo menos cinco piras estavam a ser utilizadas, ao passo que os elementos das SS falavam em duas piras durante os processos judiciais em Munique em 1963/64. Supondo que um mínimo de 500.000 cadáveres foram queimados em duas piras, temos que supor que, para cinco piras, haveria um número muito superior - talvez duas vezes mais – do que as 600.000 pessoas oficialmente mortas". [17]

Então Treguenza "prova" que o assassinato de cerca de 1.200.000 Judeus em Belzec pelo método de rumores que ele ouviu de algumas pessoas mais velhas várias décadas depois da guerra! Este tipo de "prova" pode ser suficientemente bom para um palhaço como o Treguenza. Para um historiador sério e que tenha respeito por si próprio, não é, de forma alguma, suficientemente.

(continua)

sexta-feira, 10 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)


David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)



(continuação)



As minhas questões a David Irving e a sua resposta

Em Março de 2009, soube que David Irving tinha dado todo tipo de conselho a um companheiro "negacionista do Holocausto," o Bispo Richard Williamson e recebi uma mensagem de uma senhora Francesa enfurecida com as declarações de Irving sobre Treblinka. No dia 2 de Abril, enviei um email a Irving, pedindo que ele respondesse às quatro perguntas seguintes:

- Acredita que tenha ocorrido um assassinato em massa de Judeus em Treblinka, Sobibor e Belzec?
- Se acreditava que esse assassinato em massa tinha, de facto, sido cometido, quais eram as provas?

- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?

- Se ele, David Irving, leu o livro do Carlo Mattogno sobre Belzec e o livro Treblinka: Treblinka: Extermination camp or transit camp? [12], escrito por Carlo Mattogno e por mim?

No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:

"1. Ich bin der Auffassung, dass in besagten drei Lagern Massenvernichtungen stattgefunden haben ("durch Gas" lässt sich nicht beweisen, ist ja sehr umstritten).

2. Beweismaterial:

- Bekannter Briefwechsel Wolff/Ganzenmüller betr. Malkinia/Treblinka.

- Himmlers Anordnung, in Treblinka nichts auffindbar zurückzulassen, anschliessend einen Bauernhof darüber entstehen zu lassen [...].

- Persönliche Befragung zweier Zeugen... betr. Belzec, falls Echtheit nachweisbar.

- Höfle-Decode vom Januar 1943 und in Zusammenhang damit der Korherr-Bericht.

3. Für das Jahr 1942: Das Höfle-Dokument spricht von 1'274’166.Für 1942 und 1943 haben wir aus Himmler-Akten die Beuteziffer Reinhardt – Schmuck, Uhren, Münzen. Daraus lässt sich ungefähr eine Ziffer für das Ergebnis für 1943 zusammenreimen bzw. hochrechnen, und zwar mehr als 1 Million – Himmler spricht dem Mufti gegenüber von „3 Millionen".


[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).

2. A prova:

- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.

- Interrogatório a duas testemunhas… sobre Belzec, se a autenticidade [das suas declarações] poderem ser provadas.

- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.

- A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr.

3. Para 1942: O documento Höfle menciona um número de 1 274 166. Para 1942 e 1943, documentos de Himmler revelam a extensão dos despojos de Reinhardt – jóias, relógios, moedas. Baseado nesta informação, é possível adivinhar ou calcular um número aproximado de 1943, cerca de um milhão - O ‘Mufti’ Himmler fala em “três "milhões”.]

O caso da ausência de resposta à quarta questão

Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.

Apesar de Belzec ser muito mais pequeno que Treblinka, mesmo assim a sua bibliografia ainda abrange 80 títulos, 18 deles em Polaco. O capítulo mais importante é o terceiro, onde Mattogno analisa os resultados das perfurações e escavações forenses que foram executadas no local do antigo campo e finais de 1990.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.