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quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Que Está Por Detrás de Gripe H1N1?


ATENÇÃO: ESTAMOS EM ESTADO DE PRÉ-GUERRA!

"Não existe nada no mundo moral que não seja alcançado, se empregarmos a vontade certa." - Wilhelm von Humbold

Grécia decreta vacinação compulsória contra gripe

Sob o infame slogan “Vacina contra gripe suína para todos”, o governo grego quer prosseguir com uma vacinação compulsória junto à população. Como anunciou o jornal grego Kathimerini, um plano de ação do governo deve ser executado em setembro, segundo o qual onze milhões de habitantes, incluindo milhares de emigrantes ilegais, devem ser vacinados.

O ministro da saúde Dimitris Avramopoulos anunciou a vacinação:

“Com o consentimento do Primeiro-Ministro foi decidido vacinar todos os cidadãos e habitantes deste país, sem excepção”.

Sem excepção significa nesse caso, todos, queira-se ou não!

Os órgãos públicos encomendaram 24 milhões de doses da vacina contra a gripe. Enquanto na Alemanha a vacina é, por assim dizer, “diluída” através de uma mistura para se obter mais vacinas, o governo grego pode imunizar duas vezes seus habitantes. Nisto também se percebe a tolice da induzida histeria.

Após a derrocada nos tribunais, talvez o governo grego esteja recebendo enorme pressão de grupos sinistros de interesse e aproveita para vacinar a população grega contra a doença do anti-semitismo - NR.

Ao menos brevemente esta notícia foi reportada na grande mídia alemã, mas não que se trate neste “modelo grego” de uma vacinação obrigatória. Claramente não se almeja com isso disseminar pânico entre os alemães. Em meu artigo “Vacinação em massa contra a gripe suína estão sendo preparadas”, eu demonstrei que não se toca no assunto da vacinação compulsória por aqui junto aos órgãos de saúde. Aliás, há dois meses atrás, isso também não era objeto de discussão na Grécia...

Caso haja um aumento da infecção com o vírus da gripe suína por aqui, em setembro, o governo federal poderia muito bem copiar o “modelo grego”; em todo caso tal hipótese não é excluída.

A Grécia quer agora vacinar todos trabalhadores, crianças, idosos e doentes. Todo habitante e cidadão será obrigado a preencher até um formulário para sua vacinação!

Imagine você levando seu filho para o postinho de saúde para que, contra sua vontade, eles sejam vacinados, e você tem ainda por cima que consentir, assim como assinar embaixo!

A imposição de medidas arbitrárias a todos nós, decididas por políticos incompetentes e motivados por uma mala repleta de dinheiro, parece ter se tornado o norte de nosso tempo. Se tal tática funcionou com o Holocausto judeu, onde centenas estão presos neste exato momento porque duvidaram da versão oficial, e a grande democrática mídia ocidental aceita em silêncio comprometedor que eles sejam condenados e encarcerados, então, no fundo, não temos que nos espantar com os atuais acontecimentos – NR.

E para por uma pá de cal em cima de tudo isso, o ministro da saúde da Grécia Avramopoulos declarou que a “mortalidade” no caso da gripe “é excepcionalmente baixa” e nós devemos “viver, como de costume, sem preocupação”. E apesar disso ele obriga todos os gregos a uma vacinação compulsória com vacinas cujos efeitos colaterais ainda não foram testados!

Os fatos: na Grécia adoeceram até agora, segundo dados oficiais, 740 pessoas por causa do vírus H1N1, o desenvolvimento da doença não tem nada de especial na maioria dos casos.

Michael Grandt, 12/08/2009.

Sobre este assunto, podem também ler
aqui e aqui excelentes apontamentos que vos vão, certamente, deliciar.

terça-feira, 11 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (III)




(Continuação)


3 - ESCAPAR À MORTE E AO CAMPO DE JANOWSKA

VO - Hitler fazia 54 anos e o dia 20 de Abril de 1943 ia ser comemorado com o assassínio de dezenas de Judeus no campo de concentração de Janowska, perto de Lvov. As SS levaram Wiesenthal e outros presos para junto de uma vala comum onde já havia corpos. Obrigaram-nos a despir-se e a atravessar um corredor de arame farpado. O tiroteio começou. Um apito interrompeu as espingardas e ouviu-se um grito: "Wiensenthal!" Foi salvo no limite. Valeu-lhe a amizade de Adolf Kohlrautz, o militar das SS com quem trabalhava na oficina de pintura. O oficial alegou que ele era essencial para pintar um cartaz com uma cruz suástica e a frase "Obrigado, Fuhrer". Conseguiu. Em Outubro desse ano, Kohlrautz avisou-o que o campo ia fechar e os seus prisioneiros seriam exterminados. Deu-lhe um salvo-conduto para ir a uma loja na cidade com outros prisioneiros e um guarda. Fugiram pelas traseiras.

NV - O episódio é empolgante. Mas não há nada que o confirme nem que o desminta. E, mais uma vez, as datas são contraditórias. Wiesenthal disse uma vez que Kohlrautz tinha morrido em 1945 a defender Berlim. Mais tarde garantiu a um biógrafo que o oficial fora uma das baixas das forças do III Reich na frente russa, em 1944. Dez anos depois, num juramento sobre as perseguições que sofreu, não fez qualquer menção a esta história. Nunca disse que o alemão o tinha salvo, nem mesmo no testemunho que deu aos americanos em 1945.


COMENTÁRIO: O episódio não é apenas empolgante. É absolutamente delirante e óptimo para ser adoptado como argumento para um filme de comédia tal não é a PALHAÇADA! (Não encontrei outro adjectivo...). A contradição atinge o limite com o esquecimento total de quem, supostamente, o salvou da morte. Mais palavras para quê? Resta-nos apenas rir. E muito! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs



(continua)

domingo, 9 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (II)




(continuação)



2) A FUGA DE LVOV


VO - Foi preso com um grupo de 40 judeus às 16h de 6 de Julho de 1941 e levado para a cadeia de Lvov. Os soldados só não o fuzilaram porque os sinos tocaram a chamar para a missa. Mais tarde aconselharam-no a fingir-se de espião russo. Perdeu dois dentes no interrogatório, mas fugiu da prisão.


NV - "Cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir", escreve Walters. O problema está sobretudo na data. Logo depois da guerra, Wiesenthal disse ter sido preso a 13 de Julho e não a 6. De acordo com este relato, subornou alguém para fugir. A mudança de dia não terá sido inocente. É que, em Lvov, os pogroms (limpezas étnicas) foram interrompidos no início de Julho de 1941 e não recomeçaram antes de 25 desse mês. Ou seja, a primeira data fornecida pelo caça-nazis não encaixa neste intervalo e não podia ser verdadeira.


COMENTÁRIO: A frase "cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir" ilustra bem a natureza das "histórias" de Simon Wiesenthal. Não há nada mais para comentar. Apenas rir. rsrsrsrsrsrsrs

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (I)




NÃO ERA ARQUITECTO!

NÃO ESCAPOU À MORTE POR MILAGRE!

NÃO DESCOBRIU O PARADEIRO DE ADOLF EICHMANN!

Um livro polémico -
Hunting Evil, de Guy Walters - desfaz os mitos de Simon Wiesenthal!


O Revisionismo em Linha irá fazer a transcrição do artigo publicado na revista Sábado, de 30 de Julho, e fará depois alguns comentários.


Esqueça o que sabe sobre o mais famoso caça-nazis da história. No livro Hunting Evil, posto à venda esta quinta-feira no Reino Unido e nos EUA, o académico britânico Guy Walters desfaz o mito de Simon Wiesenthal. Negando qualquer simpatia pelo nazismo, o autor desmente que ele tenha estado em 13 campos de concentração - terão sido 6 - e até põe em causa o seu papel na captura de Adolf Eichmann (...). Descreve Wiesenthal como um mentiroso bem intencionado, cujas fábulas eram uma forma de lutar contra a falta de vontade política dos governos para encontrar militantes do III Reich. Terá ajudado a capturar alguns, mas não foram os 1100 da história oficial. Eis, segundo Walters, algumas das invenções do caça-nazis.

1) O CURSO

Versão Oficial (VO): Simon Wiesenthal licenciou-se em Arquitectura pela Universidade Técnica de Praga, em 1932.

Nova Versão (NV): Usou o título ao longo da vida, mas o seu nome não consta de nenhuma lista de arquitectos polacos de antes da Segunda Guerra, nem de alunos do Politécnico de Lvov, na Polónia. Walters escreve que, ao 19 anos, Wiesenthal não acabou arquitectura, na Universidade Técnica de Praga.
COMENTÁRIO: É por todos conhecida a estratégia dos crentes afirmacionistas e de quase todos os seus gurus e representantes de descredibilizarem e até ridicularizarem todos os trabalhos e estudos de autores revisionistas e até mesmo as suas próprias credenciais académicas. Ora bem, parece que estamos perante alguém que foi, nada mais nada menos, que um dos maiores representantes dos ditos "sobreviventes" e que, durante toda a sua vida, lutou para defender o "Holoconto", mas que... MENTIU sobre o seu curso, sobre a sua escolaridade!
Mais palavras para quê? Resta-nos reflectir e rir! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

domingo, 26 de julho de 2009

A Verdade Não Teme a Investigação!



Existem algumas pessoas que insistem que os "factos históricos não podem ser alterados", ou seja, para elas um "facto histórico" é tudo aquilo que "está provado e não há mais nada a dizer" e "quem o procura questionar ou é louco ou defende, directa ou indirectamente, alguma das partes envolvidas".

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que "os Aliados livraram-nos da praga Nazi e dos seus mais acérrimos defensores". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que as SS eram "altos e louros, arianos puros, que seguiam cegamente o seu Fuhrer e todas as suas ordens, defendendo-o até à morte porque estavam a defender também a sua Pátria Alemã" e o bla, bla, bla que todos já conhecemos há muito tempo. Não consigo perceber, então, a quantidade tão variada de nacionalidades que serviram esta unidade...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente, que a CIA tem feito um trabalho extraordinário para que possamos viver num mundo melhor, livre de radicais fanáticos, quer religiosos, quer políticos". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia.

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que o termo "campos de concentração" ou "campos de trabalho" é a forma simpática de esconder os "campos de extermínio", onde de uma forma mais ou menos dissimulada, um Estado se livra rapidamente dos indivíduos mais indesejáveis. Isso, tal como nos ensinaram nas escolas e nas faculdades, foi uma acção desenvolvida especialmente na Alemanha Nazi e que levou ao "documentadíssimo" e "provadíssimo" facto histórico denominado "Holocausto".

O que eu não consigo perceber é como depois aparecem notícias como esta...

Em resumo, trabalhos como o do Revisionismo em Linha acabam por atrapalhar o politicamente instituído sistema de ensino da História, levantando as dúvidas e as questões normais em qualquer sociedade que honre a liberdade de expressão e de pensamento. Coisa que para alguns só existe se ninguém discordar deles. Se isso acontecer, passamos nós a ser "radicais, extremistas, racistas, anti-semitas", etc.

Lembrem-se sempre que A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!

"Promoções" de Verão


O Revisionismo em Linha resolveu "reencaminhar" duas excelentes ofertas da AFP - estamos no Verão e é de aproveitar o tempo não apenas para a praia, mas também para colocar a leitura em dia!

O primeiro dos links da AFP é um suplemento sobre saúde, Whole Body Health, que os subscritores pagam com os seus donativos e as suas subscrições. Podem clicar aqui para lerem este suplemento.

O segundo é um pequeno ensaio publicado pela The Barnes Review e que se chama Defend America First - A Compilation of Five Addresses e contém as palavras de Charles A. Lindbergh de outros quatro grandes Americanos. Podem clicar aqui para lerem.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso


Como já referimos várias vezes, sabemos perfeitamente que notícias como esta - ou até esta - não conseguem ser devidamente exploradas sem que o rótulo costumeiro do "anti-semitismo" não apareça pouco depois. E quando o assunto diz respeito ao Holocausto, então as coisas pioram e os rótulos passam a ser ainda mais, na procura desesperada de desviar a atenção do assunto principal.

Serve esta pequena introdução para vos dar a conhecer este escândalo que, perfeitamente explorado e sem os rótulos que o "assunto/facto histórico Holocausto" carrega, poderia ser motivo de imensos debates e questões.

Vejamos:

Simon Wiesenthal, famoso pela sua procura pela justiça, terá apanhado muito menos criminosos de guerra do que aqueles que reivindicou e acabou por fabricar muito da sua própria história de Holocausto

Desde o início dos anos 60 que o nome Simon Wiesenthal se tornou o sinónimo de “caça-Nazis”. A sua posição é semelhante à de um santo secular. Nomeado quatro vezes para o prémio Nobre da Paz, recebeu um título de nobre Britânico, a Medalha Presidencial dos EUA para a Liberdade, o título honorário da Legião Francesa e, pelo menos mais 53 outras distinções, foram-lhe atribuídos cerca de 1.100 "escalpes" Nazis. É lembrado, especialmente, pelos seus esforços para a localização de Adolf Eichmann, um dos criminosos de guerra mais procurados.

Porém, a sua reputação foi construída com areia. Ele foi um mentiroso - e até nisso foi mau. Do final da Segunda Guerra Mundial até ao fim da sua vida, em 2005, iria mentir repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichmann assim como de outras façanhas para caçar Nazis. Ele também confeccionou histórias ultrajantes sobre os seus anos de guerra e fez reivindicações falsas sobre a sua carreira académica. Há tantas inconsistências entre as suas principais três autobiografias e entre essas autobiografias e documentos contemporâneos, que é impossível atribuir-lhe uma narrativa de confiança e de credibilidade.

A notícia pode continuar a ser lida aqui - infelizmente, apenas em Inglês. Estranhamente, o "TimesOnLine" - onde estava a notícia original - deixou de disponibilizar a mesma. O que não é a primeira vez, diga-se. Sempre que os assuntos violam o código do politicamente correcto que protege a indústria do Holocausto, existe a tal coincidência destas coisas... desaparecerem ou deixarem de estar disponíveis.

Mas nós estamos cá para recordar...

segunda-feira, 20 de julho de 2009

Após Um Fim-de-Semana Complicado...

... regressa o Revisionismo em Linha com toda a força!!!


Razão têm os crentes afirmacionistas em andar tão preocupados. Vejam como um deles ficou depois de andar o fim-de-semana a carregar com “notícias anti-semitas”…




Naquela carroça aposto que estam notícias como
esta ou esta, exemplos claros que “eles andam aí”…

Saddam Hussein. Ainda se lembram dele? Pois aqui estão algumas das suas "conversas" com representantes do FBI - uma das polícias "aliadas" que tantao lutam para nos libertar destas figuras "opressivas e sinistras" (curiosamente com bigode e com gosto por águias nas bandeiras...). Se estas conversas forem verdadeiras, a teoria de que ele já estaria morto em 1999 cai definitivamente por terra.

Quem pretende também ajudar a fazer cair por terra toda a polémica do "aquecimento global" é Gary North com este seu artigo.

sábado, 18 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VIII)


A evolução da lenda do extermínio

Quase imediatamente após os três campos de Reinhardt terem começado a funcionar, grupos de Judeus e e de Polacos começaram a espalhar todo tipo de rumores fantásticos sobre assassínios em massa nesses mesmos campos. O conhecimento destas histórias é de vital importância para um entendimento de como apareceu a versão histórica actualmente dominante sobre esses campos e que nível de credibilidade pode ser atribuída a essas histórias.
Vamos começar por Belzec. De acordo com a "testemunha ocular" autodenominada Jan Karski,os Judeus foram exterminados em Belzec com cal viva em comboios [24]. No entanto, a maioria das "testemunhas" mencionaram assassínio através da electricidade. No dia 10 de Julho de 1942, o governo Polaco no exílio em Londres recebeu o seguinte relatório:

"De acordo com a informação de um Alemão que trabalha lá, o lugar de execução está em Belzec, perto da estação. […] Uma vez chegados, os homens entravam num barracão do lado direito e as mulheres num do lado esquerdo, onde ambos se despiam, supostamente para se lavarem. Então os grupos iam juntos para um terceiro barracão com um dispositivo eléctrico, onde a execução ocorria". [25]

Num livro publicado em Estocolmo em 1944 e traduzido para inglês um ano mais tarde, o Judeu Húngaro Stefan Szende descreveu como milhões de Judeus tinham sido mortos em Belzec com electricidade em "premissas subterrâneas construídas para as execuções" :
"Quando chegavam os comboios carregados com Judeus nús, estes eram encaminhados para um grande corredor capaz de suportar vários milhares de pessoas. Este corredor não tinha quaisquer janelas e o chão era em metal. Assim que os Judeus estavam todos lá dentro, o chão afundava-se como um elevador num grande tanque de água que colocava os Judeus com água pela cintura. Então uma poderosa corrente elétrica era enviadapara o fundo em metal e dentro de alguns segundos todos os Judeus, milhares de cada vez, estavam mortos". [26]
No seu relatório oficial sobre os crimes dos Alemães na Polónia, apresentado pelos Soviéticos no julgamento de Nuremberga, o governo Polaco escreveu o seguinte sobre Belzec:

"Nos primeiros meses de 1942, os relatórios vinham com isso sobre esse campo, foram construídas instalações especiais para a execução em massa de Judeus. Sob o pretexto de que eles iam tomar um banho, eram depois completamente despidos e empurrados para o edificio. Uma corrente eléctrica forte atravessava o chão desse edifício". [27]

As histórias de horror sobre Sobibor eram bastante diferentes. Enquanto a testemunha Judia Zelda Metz reivindicou que nesse campo os Judeus "eram asfixiados com ‘clorine’” [28], a testemunha Soviética Alexander Pechersky referiu o suposto assassinato em massa da seguinte forma:

"Logo que todos entravam, as portas eram fechadas com uma forte pancada. Uma substância preta pesada caía aos redemoinhos vinda das aberturas no tecto. Ouviam-se gritos frenéticos, mas não durante muito tempo porque mudavam para respirações ofegantes e convulsões". [29]

O caso de Treblinka é ainda mais instructivo. Enquanto algumas testemunhas anteriores mencionaram, de facto, as câmaras de gás, nenhum deles reivindicou que a arma para o assassínio em massa era um motor a diesel. No dia 17 de Agosto de 1942, o jornal subversivo Polaco Informacja biezaca falou de uma câmara de gás móvel que se movia ao longo das sepulturas em massa[30]. Três semanas mais tarde, a 8 de Setembro, o mesmo jornal descreveu os supostos gaseamentos da seguinte forma: As vítimas foram expostas a um gás com efeito retardado, depois que deixaram as câmaras de gás, andado até sepulturas em massa, desmaiando e caido para dentro das mesmas [31].
No entanto, o principal método retratado pelas testemunhas era o vapor quente. No dia 15 de Novembro de 1942, o Movimento de Resistência do Gueto de Varsóvia publicou um longo relatório em que declarava que entre Julho e princípios de Novembro, dois milhões de Judeus tinham sido exterminados em Treblinka através de câmaras de vapor [32].
Em Agosto de 1944, o Exército Vermelho conquistou a área em redor de Treblinka e uma comissão Soviética interrogou antigos prisioneiros do campo. Que arma para assassinato optaria – gás ou vapor? Na realidade, não escolheram nenhuma, mas reivindicado no seu relatório que três milhões de pessoas tinham sido assassinadas em Treblinka bombeando o ar para fora das câmaras de execução! [33] Em Setembro de 1944, um profissional de propaganda de atrocidades, o Judeu Wassili Grossman, honrou Treblinka com a sua visita. No seu panfleto O Inferno de Treblinka Grossman confirmou o número de três milhões de vítimas; como ele, obviamente, não sabia qual dos três métodos de assassinato (vapor, gás e bombear o ar para fora das câmaras) é que tinha prevalecido, ele mencionou prudentemente todos eles no seu livreto [34].
No julgamento de Nuremberga, os acusadores da Alemanha escolheram a versão do vapor. No dia 14 de Dezembro de 1945, o governo Polaco emitiu um documento que foi apresentado pelos Soviéticos em Nuremberga e que, de acordo com o mesmo, "várias centenas de milhares” de pessoas tinham sido exterminadas em Treblinka por meio de vapor[35]. Mas em 1946, a versão oficial mudou. Como simplesmente não era credível que os Alemães tenham usado toda a espécie de métodos de assassínio completamente diferentes nos três campos de Reinhardt, as câmaras de vapor, instalações elétricas, etc., foram relegadas para o caixote do lixo da história e substituídos pelos motores a diesel.
A razão para esta escolha era, indubitavelmente, o relatório de Gerstein. No início de 1946, este relatório – que décadas mais tarde foi brilhantemente analisado pelo revisionista Francês Henri Roques [36] – tinha monopolizado a atenção dos historiadores e Gerstein, que reivindicou ter testemunhado um ataque com gás a Judeus em Belzec, tinha identificado a arma de assassínio como um motor a diesel. Foi assim que nasceu o mito da câmara de gás a diesel.
Seria bastante interessante saber como o nosso titã intelectual, o ‘blogger S. Romanov, reagiria se lhe apresentassem as declarações de todas estas testemunhas oculares. Provavelmente, ele argumentaria que as testemunhas realmente tinham visto um motor a gasolina, mas infelizmente não conseguiram identificá-lo correctamente.
A primeira testemunha tinha identificado a carruagem do comboio com chão coberto com cal viva, o segundo como um “prato” electrificado numa barraca, o terceiro como um “prato” electrificado numa enorme bacia subterrânea, o quarto como um tecto com aberturas por onde um líquido preto era despejado, o quinto como uma câmara de gás que se movia ao longo das sepulturas em massa, o sexto como uma caldeira que gerava vapor, o sétimo como uma bomba por onde o ar era bombeado para fora das câmaras e o oitavo como um motor a diesel! Mas estas “pequenas” diferenças foram sempre completamente irrelevantes, pois o Holocausto de Aktion Reinhardt era um facto histórico provado!

David Irving sabia destes relatórios de testemunhas oculares? Se ele não leu a literatura revisionista, era impossível conhecê-los, pois os mesmos nunca são mencionados na literatura oficial. No seu "trabalho" sobre os campos de Reinhard, Yitzhak Arad cita uma passagem do relatório do movimento de resistência do Gueto de Varsóvia, mas, de forma desavergonhosa, deturpa o texto, substituindo o embaraoso "câmaras de vapor” por "câmaras de gás”! [37] Se Irving tivesse lido a literatura revisionista, ele teria tomado conhecimento de todas estas histórias ridículas, mas, daquele modo, pouco ele poderia ter dito sobre elas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)








(continuação)


A história da câmara de gás a diesel

De acordo com a literatura oficial do "Holocausto", o (alegado) assassínio em massa em Treblinka, Sobibor e Belzec foi executado com os gases de motores a diesel. Mas tal como o engenheiro Friedrich Berg mostrou no seu trabalho, alvo de uma cuidada pesquisa, "Diesel Gas Chambers: Ideal for Torture, Absurd for Murder" ["Câmaras de Gás a Diesel: O ideal para Tortura, Absurdo para Assassinato"] [19], os motores a diesel são uma arma de assassinato extremamente fraca porque utilizam quantidades muito baixas de CO, mas contêm uma porcentagem consideravelmente alta de oxigénio. Qualquer motor a gasolina seria decididamente mais conveniente para o assassínio em massa do que um a diesel.

Os argumentos do Berg eram tão fortes que o lobby do Holocausto não fez nenhuma tentativa refutá-los. No livro Debating the Holocaust [Debater o Holocausto], Thomas Dalton afirma:"O assunto [do motor a diesel] é quase completamente evitado por qualquer escritor anti-revisionista. […] Isto é o admitir de forma forte e implícita que o tradicionalismo não tem qulquer resposta a Berg e aos revisionistas. [...] Mais recentemente os ‘bloggers’ tentaram abordar esta questão. Depois de admitirem que 'simplesmente não é praticável usar motores a diesel para gaseamentos… quando se pode ter acesso a motores a gasolina, Romanov [20] vem defender que a questão dos motores a diesel é "irrelevante" porque, no seu ponto de vista, qualquer um que reivindique que os motores eram a diesel simplesmente está equivocado. Argumenta que as testemunhas "melhor informadas” mencionaram gasolina, mas só pode citar duas: Fuchs (apenas para Sobibor), e Reder, que disse que o gás vindo dos escapes era lançado ao ar livre"! [21]

Deixem-me acrescentar que o argumento do ridículo blogger S. Romanov ("A questão dos motores a diesel é irrelevante") só demonstra a mentalidade esquisita deste indivíduo: Não existem provas nem documentais nem materiais para o holocausto "Aktion Reinhardt" e não há quaisquer testemunhas credíveis (que crédito podemos nós dar a testemunhas que "simplesmente estão equivocadas" com a arma de assassinato?); e, não obstante, o holocausto de Aktion Reinhardt é um facto provado e incontestável!

Por outras palavras: Os pilares em que o edifício descansava já foram, mas o edifício ainda fica, ou melhor, paira no ar! Um grande milagre!

Poderá David Irving ignorar o absurdo da história de câmara de gás a diesel? Não, não pode. Na conferência revisionista de 1983, que Irving assistiu, Friedrich Berg apresentou um ensaio que já continha quase todos os argumentos do seu outro artigo de 2003[22]. Irving, que fez o seu discurso no mesmo dia de Berg, declarou: "Devo dizer que fiquei profundamente impressionado pelo discurso do Sr. Friedrich Berg no início desta tarde. Achei tudo aquilo que disse muito impressionante". [23] Então logo em 1983, Irving ficou a tomar conhecimento que a história dos gaseamentos por escapes de motores a diesel era um disparate! Essa é a razão pela qual ele agora está obrigado a declarar que não está demonstrado que o (alegado) assassinato em massa foi executado por gás e que esta questão é "altamente controversa".

Conselhos de Leitura



A Guerra de Deus oferece uma nova visão de um dos mais decisivos acontecimentos da história: as Cruzadas. De 1096 a 1500, os Cristãos europeus lutaram para reconquistar a Terra Santa e talhar o Médio Oriente, a Espanha Muçulmana e o Báltico pagão à imagem do seu Deus. As Cruzadas são talvez o fenómeno mais conhecido e ao mesmo tempo mais incompreendido do mundo medieval, e nesta obra Christopher Tyerman procura recrear, desde as origens, séculos de violência exercida enquanto um acto de devoção religiosa.

O resultado é uma incrível reinterpretação das Cruzadas, reveladas quer como acções políticas quer como uma manifestação da crescente identidade da comunidade Cristã. Esta surpreendente narrativa histórica está imbuída de figuras que se tornaram lendas - como Saladino, Ricardo Coração de Leão, ou Filipe II. Mas Tyerman investiga para lá destes líderes, relatando como centenas e centenas de cristãos - desde os Cavaleiros Templários aos mercenários e camponeses - abandonaram os seus lares, em nome do Salvador, para chegar a territórios estrangeiros distantes, e como outros tantos defenderam o seu solo e conseguiram derrotar os invasores. Com ambas as análises, Tyerman explica a mistura contraditória de piedade genuína, ferocidade militar e pura ganância que motivaram gerações de Cruzados. O autor oferece também uma visão única para a maturação de um Cristianismo militante que definiu a identidade europeia e que influenciou decisivamente os antagonismos cíclicos entre os mundos Cristãos e Muçulmanos.

Baseado nos mais recentes estudos e relatado com grande entusiasmo e autoridade, A Guerra de Deus é o relato decisivo de um momento fascinante mas também horroroso da história que continua a ensombrar o mundo contemporâneo.

Aproveitem (se ainda não o fizeram) para ler também estes dois excelentes 'posts' -
aqui e aqui.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Germar Rudolf Está de Volta... Enquanto Alguns se Riem...

Crente afirmacionista fotografado a rir...


Já tínhamos falado disso, mas nunca é demais relembrar as boas notícias!

Está de regresso à sua família o homem que esteve preso 44 meses acusado de crimes de pensamento. Germar Rudolf saiu em liberdade da prisão de Mannheim.
Em 19 de Outubro de 2005, Rudolf foi detido nos Estados Unidos e deportado para a Alemanha. Após a sua chegada, foi detido pelas autoridades e transferido para uma prisão em Stuttgart-Stammheim, em Baden-Württemberg.

Em Março de 2007 de Março, o tribunal de Mannheim sentenciou Rudolf a dois anos e seis meses de prisão por incitar o ódio, menosprezando o mortos e por difamação. Alguns anos turbulentos precederam esta situação. No início dos anos 90, Rudolf fazia pesquisa científica e avaliação s câmaras de gás do complexo de Auschwitz.
Os resultados da sua pesquisa contrastaram e muito com a doutrina comercial e institucionalizada e originou, naturalmente, colisões com as autoridades governamentais. Assim, em Maio de 1995, devido às suas conclusões quanto às câmaras de gás em Auschwitz, o tribunal regional condenou Germar Rudolf a 14 meses de prisão.
Para para escapar a esta condenação, Rudolf fugiu para Espanha em 1996 e daí para a Grã-Bretanha, onde trabalhou jornalisticamente como revisionista publicando material dessa área camuflado pela Fundação Belga Vrij Historisch Onderzoek, VHO (Free Historical Research – Liberdade Para a Pesquisa Histórica).

Durante estas actividades, Rudolf adquiriu um domínio na Internet com o endereço
http://www.vho.org/ que ele ajudou a construir e a transformar num dos maiores sites revisionistas no mundo. Além disso, Rudolf criou a editora revisionista Castle Hill Publishers. Por volta de 2004, Rudolf foi aos EUA onde casou uma cidadã Americana e subsequentemente começou uma família, mas foi-lhe negada uma petição para asilo. Germar Rudolf planeia regressar aos EUA para ir viver com a sua esposa Americana e o filho de quatros. Até que ponto ele possa regressar ao revisionismo ou politicamente activo, fica a incerteza...

Leiam mais aqui e aqui sobre este assunto.

Outro crente afirmacionista apanhado a rir...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VI)


(continuação)

O número de mortos de David Irving para os campos de Reinhardt

No seu trabalho sobre o "Holocausto," Raul Hilberg defende que 750.000 Judeus foram assassinados em Treblinka, 550.000 em Belzec e 200.000 em Sobibor[18], o que significa que de acordo com ele, o número total de mortos para os três campos de Reinhardt foi de 1,5 milhões. Este número é mais baixo cerca de 900.000 do que o defendido por David Irving (1,274 milhões para 1942, mais de um milhão para 1943 = aproximadamente 2,4 milhões).


Mas os absurdos não acabam aqui.

Considerando o seguinte:


- O número de Hilberg de 550.000 vítimas em Belzec é impossível porque, de acordo com o documento de Höfle (que não era conhecido em 1985 quando Hilberg publicou segunda edição "definitiva" do seu livro), 434.508 Judeus foram deportados para Belzec até 31 de Dezembro de 1942. Uma vez que todos concordam que Belzec foi fechado no final de 1942, não podem ter existido quaisquer deportações para este campo em 1943.
- Em virtude deste facto, o total de número de mortos para este campo não pode ter excedido 434.508, mesmo que cada Judeu deportdo para Belzec tenha sido assassinado aí (como tanto Hilberg como Irving supõem).
- Se Irving estiver correcto e se 2,4 milhões de Judeus foram, de facto, exterminados nos três campos de Reinhardt, mas "só" 434.508 deles em Belzec, as restantes 1,965,492 vítimas devem ter sido assassinadas em Treblinka e em Sobibor. Isto quererá dizer que os números combinados de Hilberg para estes dois campos (750.000 + 200.000 = 950.000) é inferior mais de um milhão!
Difficile est satiram non scribere - é difícil não escrever uma sátira!


O caso da ausência da arma assassina


Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving declarou que não está provado que o (alegado) extermínio nos campos de Reinhardt tenha sido executado por meio de gás. Uma vez que Irving não mencionou qualquer método alternativo para o assassínio (por exemplo, fuzilamento), isto implica que a arma assassina simplesmente não é conhecida.
Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Hiroshima e Nagasaki: Foram mortas pela explosão de bombas atómicas ou sucumbiram, mais tarde, devido à radioactividade. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Dresden: Foram queimadas vivas ou sufocaram sob os escombros das suas casas. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Katyn: Foram assassinadas a tiro pelos partidários de Estaline. Nós sabemos exactamente como as vítimas morreram os campos de Eisenhower, no Reno: Eles foram deixados deliberadamente morrer à fome.
De acordo com David Irving, 2,4 milhões de pessoas foram assassinados nos três campos de Reinhardt - muitos mais do que em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Katyn e nos campos do Reno em conjunto. Mas nós não sabemos como foram mortos! Naturalmente, isto implica que não exista uma única testemunha ocular de confiança para o holocausto de Reinhardt, pois se tal testemunha existisse, saberíamos como as vítimas foram exterminadas, ao menos no seu campo.


Vamos resumir: David Irving não consegue apresentar a mais pequena prova documental para o suposto assassínio em massa em Belzec, Sobibor e Treblinka. Ele admite implicitamente que não há uma única testemunha fidedigna. Mas se não há quaisquer documentos e testemunhas fidedignas, sobre que provas são baseadas as suas reivindicações?
Irving defende que há provas forenses, i.e. uma grande quantidade de restos humanos encontrados no local dos três campos de Reinhardt? Não, ele não o faz. Ele nem sequer menciona o relatório de Kola que, de acordo com os historiadores ortodoxos, prova que Belzec era um campo de extermínio. (Discutiremos este relatório mais tarde).


(continua)

terça-feira, 14 de julho de 2009

"Anti-Semitismo"?




O mundo das notícias cor-de-rosa também chega aos mais recentes factos históricos. E da mesma forma, “vende mais” este tipo de notícia do que esta ou esta. Errol Flynn já morreu, mas a suspeita dele poder ter sido um “espião Nazi” transforma-se num assunto bombástico (???!!!!) que abafa completamente a discussão do porquê existirem “prisioneiros de pensamento” – alguns até lhes chamam “prisioneiros políticos” – em algumas democracias ocidentais. Assim como também abafa qualquer discussão sobre outras formas de abordar, analisar, questionar a História.

No mundo politicamente correcto em que vivemos, pior do que um pedófilo ou do que um psicopata homicida ou de um violador são todos aqueles que supostamente têm ligações a movimentos apelidados de “extremistas”, nomeadamente, “nazis, fascistas ou nacionalistas”. Nem interessa explicar o que eles são, se são todos iguais ou o que pretendem. Os jornalistas “sérios” afirmam que eles são todos maus e nós temos que acreditar. Porque eles é que são sérios.
No mesmo saco são colocados os revisionistas, denominados “negacionistas do Holocausto”. Os mesmos jorrnalistas “sérios” também os gostam de rotular de “anti-semitas”, pois, segundo eles, não passam de “nazis disfarçados e que apenas lutam pelo branqueamento do Nacional Socialismo”.

Deste modo,
não podemos dizer que um grupo de Judeus da Ucrânia está contra uma decisão de considerar crime a situação ocorrida em 1930 denominada “Grande Fome”: existe uma lista de antigos oficiais Soviéticos acusados de serem responsáveis pelo ‘Holodomor’´, que causou milhões de mortos na Ucrânia em 1932-33 e a maiorias dos nomes são de Judeus... Ao divulgar isso somos acusados de “anti-semitismo”…

Não podemos dizer que Israel é controlada por fanáticos religiosos, porque… somos acusados de “anti-semitismo…

Não podemos dizer que muitos Americanos consideram os Judeus responsáveis pela crise económica… porque somos acusados de “anti-semitismo”…

Mas pior do que isto tudo, é corrermos o risco de sermos multados ou até presos não porque se tenha provado que tudo isto esteja errado, mas porque este tipo de notícias são consideradas “anti-semitismo” e isso é penalmente condenável e transforma todos aqueles que têm a coragem de fazer frente a esta loucura em vulgares cadastrados, “portadores de ódio e de falsas notícias”!

É neste mundo louco que existimos. É por causa deste mundo louco que existe o Revisionismo em Linha!

segunda-feira, 13 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (V)

TRADUÇÃO:

- Temos que assegurar que isto nunca mais volte a acontecer...

- ... Pelo menos a nós...



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)


(continuação)

Provas de David Irving para o assassínio em massa de Judeus nos três campos de Reinhardt

Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving mencionou sete razões para a sua crença em que os três campos de Reinhardt tinham sido centros de extermínio. Cinco destas razões são baseados em documentos, as restantes duas em rumores. Vamos examinar os documentos.

- "A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

No dia 28 de Julho de 1942, Albert Ganzenmüller, Secretário de Estado no Reichsverkehrsministerium (Ministério Imperial dos Transportes), declarou numa carta a SS-Gruppenführer Karl Wolff:

"Desde 22 de Julho, um comboio com 5000 Judeus faz uma viagem diária de Varsóvia a Treblinka, via Malkinia, além de um comboio com 5000 Judeus que viajam duas vezes por semana de Pryemysl a Belzec". [13]

A 13 de Agosto, Wolff respondeu:

"Reparei com especial prazer que um comboio com 5000 membros do ‘povo eleito’ já há 14 dias que faz o caminho para Treblinka todos os dias, e nós estamos assim numa posição de executar esta movimentação de população num ritmo acelerado". [14]

Nem Ganzenmüller nem Wolff declararam que os Judeus foram assassinados em Treblinka; Wolff falou de um "movimento de população" que mostra claramente que considerou Treblinka como um campo de trânsito.

- "A ordem de Himmler de não deixar qualquer vestígio em Treblinka e mais tarde construir uma casa de campo naquele local".

Como eu não conheço esta ordem, pedi a David Irving que me enviasse uma cópia. A 9 de Abril, respondeu-me dizendo que o faria mais tarde. Uma vez que ainda não recebi o documento, eu não o posso comentar. No entanto, estou pefeitamente seguro que não contém qualquer referência a assassinato em massa, pois se esse fosse o caso, teria sido citado em todos os trabalhos da literatura do Holocausto.

- "A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr".

No conhecido relatório de 1943 [15], Richard Korherr escreveu que no final de 1942, 1.274.166 Judeus tinham sido movimentados pelos campos durante o “General Gouvernement”. A mensagem de rádio de Höfle [16] confirma o número de Korherr, de 1.274.166, e especifica que 24.733 dos deportados tinham sido enviados a L. (Lublin/Majdanek) 434.508 para B. (Belzec), 101.370 para S. (Sobibor) e 713.355 para T. (Treblinka). Em nenhum dos dois documentos apresentado se fala que os deportados foram asassinados.

"Durante os anos 1942 e 1943, documentos de Himmler que revelam a extensão dos despojos de Reinhardt: Jóias, relógios, moedas".

O facto dos Alemães ficarem com as jóias, os relógios e as moedas dos Judeus não prova que eles os assassinaram.
Deste modo, nenhum dos documentos mencionados por Irving mostra qualquer qualquer prova de que os campos de Reinhardt eram centros de extermínio.
As últimas duas “provas” pertencem à categoria do rumor. Aquilo que o “Mufti de Jerusalém” reivindicou ter ouvido de Himmler, ou o que alguém reivindicou que o “Mufti” tinha reivindicado ter ouvido de Himmler, não tem nenhum valor histórico. Ainda mais absurdo é a referência ao "interrogação pessoal de duas testemunhas sobre Belzec".

Imaginem o seguinte diálogo:

Negacionista de Hiroshima: "Eu não acredito de forma alguma que os Americanos tenham realmente lançado uma bomba atómica sobre Hiroshima em Agosto de 1945. Isso faz parte apenas de uma ridícula propaganda de atrocidades Japonesa.".

David Irving: "Penso que você está errado. Há dois anos, fui a Hiroshima onde interroguei pessoalmente dois idosos Japoneses que tinha testemunhado o bombardeamento quando eram crianças. Se as suas declarações forem verdadeiras, isso prova que os Americanos lançaram, de facto, uma bomba atómica sobre Hiroshima".

Se centenas de milhares de Judeus tivessem sido realmente assassinados em Belzec, nós prescindíamos das provas recolhidas pelas "testemunhas oculares". O argumento de Irving lembra-me o patético Michael Treguenza, "perito de Belzec", que escreveu sobre as piras de Belzec:

"Há muita discórdia sobre o número de piras em Belzec. Testemunhas da aldeia afirmaram que pelo menos cinco piras estavam a ser utilizadas, ao passo que os elementos das SS falavam em duas piras durante os processos judiciais em Munique em 1963/64. Supondo que um mínimo de 500.000 cadáveres foram queimados em duas piras, temos que supor que, para cinco piras, haveria um número muito superior - talvez duas vezes mais – do que as 600.000 pessoas oficialmente mortas". [17]

Então Treguenza "prova" que o assassinato de cerca de 1.200.000 Judeus em Belzec pelo método de rumores que ele ouviu de algumas pessoas mais velhas várias décadas depois da guerra! Este tipo de "prova" pode ser suficientemente bom para um palhaço como o Treguenza. Para um historiador sério e que tenha respeito por si próprio, não é, de forma alguma, suficientemente.

(continua)

As Lições do Revisionismo em Linha


Roberto Lucena - Sempre no seu melhor...



Faz parte dos objectivos deste site procurar mostrar que existe "o outro lado da notícia" ou do denominado "facto histórico"; esse trabalho passa também, como não poderia deixar de ser, por acender uma luz no túnel obscuro da cegueira dos crentes afirmacionistas.
E no sentido de que eles possam ver essa luz o mais cedo possível, cheguei à conclusão que temos que dar algumas lições de Português a criaturas que, para além da sua cegueira e ignorância, são teimosas!

Então vamos lá:

A palavra COBARDE.

A palavra COVARDE.

E como "bónus", gostei de ler isto.


Voltando à lição:

Durante os seus saltinhos histéricos, o nosso aluno afirmacionista ladrou:

"HAJAM COMO HOMENS!"

A expressão verbal "HAJAM", no sentido de "AGIR" só se encontra NA CONJUGAÇÃO DO VERBO HAVER, mais propriamente no Conjuntivo-subjuntivo, conjugação que, aliás, apenas se utiliza no Brasil. Ou seja, não existe, como pretendia o nosso aluno, na conjugação do verbo "agir".

Em resumo, para quem gosta de rsrsrsrsrsrs para tudo o que são pessoas, dotes académicos e trabalhos revisionistas, é muito fraquinho em Português (o verdadeiro!). Pior: quando pretendemos "traduzir" qualquer coisa, seria melhor fazer uma preparação porque, como já alguém escreveu, "traduzir é trair". Neste caso, não estamos perante uma "traição", mas sim de uma burrice mesmo!

Com o final desta lição, resta-nos puxar o autoclismo e ver o Roberto seguir com a água!

Claro que lições como esta a juntar a todas outras demolições dos argumentos (leia-se "falácias") dos crentes afirmacionistas do Holoconto têm as suas consequências, como podem ver aqui e aqui. Estas são as respostas e os termos "tolerantes" que eles gostam de utilizar. Respostas que de respostas propriamente ditas nada têm. Apenas se vê vómito e delírios histéricos de quem vê o chão, o tapete, tudo!, a fugir debaixo dos pés todos os dias. Coitadinhos. Chega a ser comovente de tão ridículos que eles são. Mas também não se pode exigir mais de quem tem tão poucos neurónios...

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...


Quatro membros da Jewish Defence League, foram detidos na quarta-feira depois de um ataque a uma livraria de Paris dirigida por activistas pro- Palestina. Com idades entre os 16 e os 26 anos, os jovens foram detidos em Paris e nos seus subúrbios e foram levados sob custódia pr suspeita vandalizarem o estabelecimento. Vândalos mascarados irompeam pela loja, armados com paus cocktails molotovs no final da tarde de sexta-feira, destruindo os computadores e máquinas registadoras, assim como livros (…). Conhecida pelo seu apoio à causa Palestiniana, esta livraria de Paris já tinha sido atacada inúmeras vezes anteriormente. [Leia a notícia na íntegra]

Uma coisa todos sabemos: se os quatro jovens tivessem a cabeça rapada e as vítimas fossem Judeus e este crime corria o mundo, abria os telejornais e durante umas semanas não se falaria de outra coisa. Assim, a notícia sai "de mansinho", sem grande alarido, sem grandes críticas, não vá alguém ainda ser acusado de "anti-semitismo". E eu a pensar que a destruição e a queima de livros eram coisas... de uns certos "maus"...

O Revisionismo em Linha também desconhece se a Hungria também poderá sofrer ataques semelhantes depois dos legisladores daquele país terem recusado considerar a "negação do Holocausto" uma ofensa punível...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)


David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)



(continuação)



As minhas questões a David Irving e a sua resposta

Em Março de 2009, soube que David Irving tinha dado todo tipo de conselho a um companheiro "negacionista do Holocausto," o Bispo Richard Williamson e recebi uma mensagem de uma senhora Francesa enfurecida com as declarações de Irving sobre Treblinka. No dia 2 de Abril, enviei um email a Irving, pedindo que ele respondesse às quatro perguntas seguintes:

- Acredita que tenha ocorrido um assassinato em massa de Judeus em Treblinka, Sobibor e Belzec?
- Se acreditava que esse assassinato em massa tinha, de facto, sido cometido, quais eram as provas?

- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?

- Se ele, David Irving, leu o livro do Carlo Mattogno sobre Belzec e o livro Treblinka: Treblinka: Extermination camp or transit camp? [12], escrito por Carlo Mattogno e por mim?

No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:

"1. Ich bin der Auffassung, dass in besagten drei Lagern Massenvernichtungen stattgefunden haben ("durch Gas" lässt sich nicht beweisen, ist ja sehr umstritten).

2. Beweismaterial:

- Bekannter Briefwechsel Wolff/Ganzenmüller betr. Malkinia/Treblinka.

- Himmlers Anordnung, in Treblinka nichts auffindbar zurückzulassen, anschliessend einen Bauernhof darüber entstehen zu lassen [...].

- Persönliche Befragung zweier Zeugen... betr. Belzec, falls Echtheit nachweisbar.

- Höfle-Decode vom Januar 1943 und in Zusammenhang damit der Korherr-Bericht.

3. Für das Jahr 1942: Das Höfle-Dokument spricht von 1'274’166.Für 1942 und 1943 haben wir aus Himmler-Akten die Beuteziffer Reinhardt – Schmuck, Uhren, Münzen. Daraus lässt sich ungefähr eine Ziffer für das Ergebnis für 1943 zusammenreimen bzw. hochrechnen, und zwar mehr als 1 Million – Himmler spricht dem Mufti gegenüber von „3 Millionen".


[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).

2. A prova:

- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.

- Interrogatório a duas testemunhas… sobre Belzec, se a autenticidade [das suas declarações] poderem ser provadas.

- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.

- A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr.

3. Para 1942: O documento Höfle menciona um número de 1 274 166. Para 1942 e 1943, documentos de Himmler revelam a extensão dos despojos de Reinhardt – jóias, relógios, moedas. Baseado nesta informação, é possível adivinhar ou calcular um número aproximado de 1943, cerca de um milhão - O ‘Mufti’ Himmler fala em “três "milhões”.]

O caso da ausência de resposta à quarta questão

Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.

Apesar de Belzec ser muito mais pequeno que Treblinka, mesmo assim a sua bibliografia ainda abrange 80 títulos, 18 deles em Polaco. O capítulo mais importante é o terceiro, onde Mattogno analisa os resultados das perfurações e escavações forenses que foram executadas no local do antigo campo e finais de 1990.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.

quarta-feira, 8 de julho de 2009

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas (II)



(Este 'post' apenas surge em resposta ao que foi publicado aqui)
Depois dos espectáculos deprimentes dados pelos assalariados Sionistas (crentes afirmacionistas, defensores da história oficial do Holocausto), o blogue Revisionismo em Linha tem vindo a sofrer uma constante patrulha ideológica de analfabetos Sionistas que defendem com unhas e dentes o Holoconto, alguns deles do Brasil. Um blogue desses tem servido de território livre pra circulação de grupos que criam sites em Brasileirez para incentivar outros crentes a acreditar nesse Holoconto (vulgarmente conhecito também por ‘Holohoax’) e incitar ao racismo e extermínio de um povo.

Recentemente foi postada uma crítica a esta “matéria”, onde denunciei uma série de pontos que, naturalmente, não tiveram a devida resposta. O meu texto causou um tal arrepiu na espinha do pequenino analfabeto crente afirmacionista que logo se colocou aos saltos, retificando o post anterior, desta vez já falando do passado de Pío Moa e que antes ficára esquecido.O mais curioso é que ficou por dizer onde é que entra o David Irving na tal comparação patética…

E quando falo que existem assuntos que nunca têm resposta, não falo por acaso.

Para isto, os únicos comentários são “anti-semitismo”, porque estamos a criticar os seus patrões, ou seja, os Sionistas ou o Estado de Israel ou os Judeus…

Para isto, os únicos comentários são… no Revisionismo em Linha é que existe “racismo, xenobobia, nazis, etc., etc., etc. e que deveríamos ser todos presos…

Para isto, os únicos comentários são: “teorias da conspiração” ou “rsrsrsrsrsrs”…

E sobre o Holoconto, perdão, Holocausto… então aí as coisas ainda são mais graves porque NENHUMA FONTE, NENHUM LIVRO, NENHUM DOCUMENTO, NENHUM REVISIONISTA merece credibilidade para eles. Ou seja, praticamente nem se dão ao trabalho de analisar o que se diz, mas sim apenas se preocupam com a campanha de descredibilização do autor. Porque eles é que sabem. Porque eles é que têm razão. Porque eles é que trabalham para o “povo eleito e escolhido”…

Porém, aquela gente continua a dizer que que não trabalham para o lobby Judeu/Sionista, mas nem por uma única vez condenam ou criticam Israel e a sua política. E a manutenção do “mito holocáustico” é o melhor exemplo.

Afirmar parece que é uma especialidade dos "crentes no Holoconto" já que provar as suas "teorias míticas" é algo totalmente fora da competência deles – já têm uma legislação penal que os transforma em intocáveis e todos os outros “defensores do ódio”.

Deixo aqui registrado o facto, pois recentemente o indivíduo de apelido "Roberto Lucena"(como se tivessemos de acrditar que tudo o que diz é verdade), um dos assalariados do blogue citado e que fez uma série de ataques, com uma linguagem baixa e vergonhosa, demonstrativa do seu grau de cobardia e que depois vem negar cinicamente e veementemente que alguma vez tenha censurado algum comentário ou falado de forma incorrecta… porque apenas se defende…como os patrões…Fica aqui o meu novo presente a esse assalariado Sionista que acha que as pessoas se irão se intimidar com esse tipo de ameaças constantes por parte dele e dos amigo, quer pessoais quer com a justiça, argumento sempre utilizado quando não têm mais nada.

Robertinho, pare de ler livros das editoras dos patrões e compre livros que mostrem que existe algo mais para além da sua cegueira. A Universidade não mata, mas nós sabemos o profundo ódio que os crentes afirmacionista têm sempre que se deparam com revisionistas formados ou que se apoiam em estudos que apenas são derrotados pela tal lei que os considera “anti-semitas” ou “portadores de ódio”. Mas a perseguição doentia que vocês fazem e que transformam todos os académicos revisionistas em cadastrados é algo que não durará sempre. Essa mentira em considerar tudo o que questiona Israel ou o Holocausto em “anti-semitismo” ou “discurso de ódio” só engana gente que comunga dos mesmos valores Sionistas ou afirmacionistas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas



A preocupação (leia-se “radicalismo puro” ou “consequências de quem é analfabeto e não se importa de o ser…) que algumas pessoas têm em largar a sua cegueira pela escrita fácil, aludindo frequentemente a uma pseudo-demolição e pseudo-desmontagem dos argumentos revisionistas, não as deixa ver mais nada à sua frente.

Num local perdido além mar, existe alguém que decidiu traduzir um artigozinho onde se procura fazer essa tal (tentativa) de demolição e desmontagem de qualquer coisa que não se chega bem a perceber o quê. O mais grave é que o autor do texto original nem toca no nome de David Irving. Porém, o pseudo-tradutor considerou muito importante colocar no título que Pío Moa era o “David Irving Espanhol”… Só o facto de alguém fazer tal comparação é sinónimo de que estamos perante alguém MESMO MUITO DOENTE.

Vejamos: Moa tem um passado muito “curioso” que o autor do texto se “esqueceu” de colocar para todos podermos ler. É que Moa apenas se tornou numa figura “non grata”, para esta pseudo-elitezinha esquerdóide que domina a maioria dos média, quando abandonou o mundo terrorista da extrema-esquerda (podem ler aqui a sua biografia)! Por esta lógica, a militância em organizações terroristas envolvidas em atentados bombistas não é muito importantee torna-se secundária quando convém. Mau mesmo é ele ser “revisionista”… Se esta lógica (???!!!!!) não tivesse contornos graves e trágicos, até que seria cómica!

Por outro lado, daquilo que sei, David Irving nunca andou em grupos de Esquerda ou Extrema-Esquerda, nem andou a colocar bombas em nome do proletariado – mesmo que andasse, pelos vistos isso nem seria muito grave para certos analfabetos…

E depois temos a já nossa conhecida “demolição”, neste caso de Moa, dos seus livros, da sua visão, de tudo o que ele faz parte. No artigozinho nada consigo ler que mostre essa demolição – o link apresentado também não está disponível. Pode ser que alguém coloque, mais tarde, essas tais “demolições” que o outro historiador pretendeu fazer.

Mas o mais cómico de tudo isto deixei para o fim: não sei se já repararam, mas César Vidal foi despromovido daquele espacinho - estou a ver que os saneamentos Estalinistas foram substituídos pelos saneamentos Sionistas! A frase deste antigo “anti-revisionista” que se encontrava naquela casa de doentes, perdão, crentes afirmacionistas, pelos vistos, passou de prazo. Mas agora já sei o porquê e a resposta está neste último ‘post’: "Moa e companhia - quer dizer, César Vidal, Ricardo de la Cierva, Jiménez Losantos, Gonzalo Fernández de la Mora, García de Cortázar, José Luis Gutiérrez Casalá, Ángel David Martín Rubio, entre outros citados – representam a resposta da direita que tem estado no poder do outro movimento, o da recuperação da memória histórica, surgido em torno de 1996-1997".

Portanto, uma cambalhota e César Vidal passou a estar no grupo dos “maus”… Aposto que com mais uma cambalhota ou um enrolamento, ele ainda irá aparecer no Revisionismo em Linha…