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segunda-feira, 20 de julho de 2009

Após Um Fim-de-Semana Complicado...

... regressa o Revisionismo em Linha com toda a força!!!


Razão têm os crentes afirmacionistas em andar tão preocupados. Vejam como um deles ficou depois de andar o fim-de-semana a carregar com “notícias anti-semitas”…




Naquela carroça aposto que estam notícias como
esta ou esta, exemplos claros que “eles andam aí”…

Saddam Hussein. Ainda se lembram dele? Pois aqui estão algumas das suas "conversas" com representantes do FBI - uma das polícias "aliadas" que tantao lutam para nos libertar destas figuras "opressivas e sinistras" (curiosamente com bigode e com gosto por águias nas bandeiras...). Se estas conversas forem verdadeiras, a teoria de que ele já estaria morto em 1999 cai definitivamente por terra.

Quem pretende também ajudar a fazer cair por terra toda a polémica do "aquecimento global" é Gary North com este seu artigo.

terça-feira, 14 de julho de 2009

"Anti-Semitismo"?




O mundo das notícias cor-de-rosa também chega aos mais recentes factos históricos. E da mesma forma, “vende mais” este tipo de notícia do que esta ou esta. Errol Flynn já morreu, mas a suspeita dele poder ter sido um “espião Nazi” transforma-se num assunto bombástico (???!!!!) que abafa completamente a discussão do porquê existirem “prisioneiros de pensamento” – alguns até lhes chamam “prisioneiros políticos” – em algumas democracias ocidentais. Assim como também abafa qualquer discussão sobre outras formas de abordar, analisar, questionar a História.

No mundo politicamente correcto em que vivemos, pior do que um pedófilo ou do que um psicopata homicida ou de um violador são todos aqueles que supostamente têm ligações a movimentos apelidados de “extremistas”, nomeadamente, “nazis, fascistas ou nacionalistas”. Nem interessa explicar o que eles são, se são todos iguais ou o que pretendem. Os jornalistas “sérios” afirmam que eles são todos maus e nós temos que acreditar. Porque eles é que são sérios.
No mesmo saco são colocados os revisionistas, denominados “negacionistas do Holocausto”. Os mesmos jorrnalistas “sérios” também os gostam de rotular de “anti-semitas”, pois, segundo eles, não passam de “nazis disfarçados e que apenas lutam pelo branqueamento do Nacional Socialismo”.

Deste modo,
não podemos dizer que um grupo de Judeus da Ucrânia está contra uma decisão de considerar crime a situação ocorrida em 1930 denominada “Grande Fome”: existe uma lista de antigos oficiais Soviéticos acusados de serem responsáveis pelo ‘Holodomor’´, que causou milhões de mortos na Ucrânia em 1932-33 e a maiorias dos nomes são de Judeus... Ao divulgar isso somos acusados de “anti-semitismo”…

Não podemos dizer que Israel é controlada por fanáticos religiosos, porque… somos acusados de “anti-semitismo…

Não podemos dizer que muitos Americanos consideram os Judeus responsáveis pela crise económica… porque somos acusados de “anti-semitismo”…

Mas pior do que isto tudo, é corrermos o risco de sermos multados ou até presos não porque se tenha provado que tudo isto esteja errado, mas porque este tipo de notícias são consideradas “anti-semitismo” e isso é penalmente condenável e transforma todos aqueles que têm a coragem de fazer frente a esta loucura em vulgares cadastrados, “portadores de ódio e de falsas notícias”!

É neste mundo louco que existimos. É por causa deste mundo louco que existe o Revisionismo em Linha!

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes



A vida em Gaza após a invasão Israelita - Seis meses depois da sangrenta guerra de Israel com o Hamas, em Janeiro, e que durou três semanas, Peter Beaumont entrevistou três mulheres que ele conheceu imediatamente após a invasão.

Assista aqui a um 'online slideshow' dos crimes de guerra de Israel em Gaza e pode ler mais sobre este assunto aqui.

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".

A verdade não teme a investigação!

Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Algumas Notícias e Um Livro

A "democracia", a "tolerância" e a "liberdade de expressão" são assim: quase todos os dias nos oferece exemplos de como é bom viver neste mundo onde tais valores são tão apregoados e aplicados. Vejam aqui e também aqui. Podemos falar de tudo - todos os dias são feitas novas descobertas - e podemos discordar de tudo... ou quase tudo, pois duvidar e questionar o "Holoconto" continua a ser o principal problema dos que se recusam em seguir o rebanho.

Num mundo onde certas potências estão imunes, até na tortura; num mundo onde existem certos 'mártires' que caiem rapidamente no esquecimento; num mundo onde os tribunais absolvem e libertam pedófilos e violadores; é neste mesmo mundo que outros "crimes", nomeadamente "do pensamento" têm aquele tipo de resposta.

O livro que gostaria de aconselhar para hoje é este, Spies: The Rise and Fall of the KGB in America. Nesse livro, Engelbert Broda é apontado como espião do KGB na Grã-Bretanha nomeadamente na área da energia atómica: são reveladas provas conclusivas de que o cientista Austríaco era um espião que trabalhava no coração do programa nuclear Britânico no tempo da guerra.

segunda-feira, 11 de maio de 2009

De Regresso, Sempre Contra a Areia


De regresso, após uma semana complicada, com muito trabalho e problemas que afectaram o meu computador - até uma das contas do Gmail foi fechada sem explicação (felizmente já foi reaberta) - gostaria de partilhar com todos um comentário do Diogo que retirei de um blogue 'exterminacionista' que insiste em ter orgasmos pseudo-intelectuais sempre que um revisionista é multado ou preso - para eles, é assim que Holoconto se tem que manter e é assim que a liberdade de expressão deve funcionar.

"A História é uma ciência, embora com algumas características específicas. Está dependente de todo o tipo de provas e evidências incluindo testemunhos que podem ser falsos ou falsificados.

Quando existe controvérsia ou se pretende provar um determinado ponto, tal como acontece nas outras ciências, procede-se a uma investigação mais profunda dando-se a conhecer todos os pormenores dessa investigação, de forma a que outros cientistas possam reproduzir e avaliar a experiência e os resultados nas mesmas condições.

Tal só não acontece quando o cientista é um vigarista (e há muitos casos desses).

No holocausto a situação é infinitamente mais grave: não apenas não é permitido a todos os cientistas e historiadores investigar as evidências e locais, como ainda são julgados se ousarem colocar em dúvida a «verdade estabelecida». Este facto implica vigarice. Não há outra explicação possível."

Fim de citação. Mais resumido, mais simples, mais directo e mais verdadeiro é impossível.

Fica o apontamento. Um excelente apontamento.


Como tantas vezes já foi referido, este blogue pretende penas dar a conhecer outras versões da história, outras visões, outras análises e outros estudos, não havendo, necessáriamente e naturalmente, a total e cega concordância com tudo o que aqui divulgamos - ao contrário do que por diversas vezes nos acusaram.

E se a história tem, naturalmente, tantas interpretações - quase tantas como os seus protagonistas - também as notícias podem ser lidas e interpretadas de diversas formas.

Todos devem ter visto este vídeo. Passou em quase todas as televisões de todo o mundo, durante várias semanas. Racismo e xenofobia vende e aumenta as audiências dos média. Todos sabemos. O que não percebemos é porque é que, se o crime não tem "nem cor nem credo", este tipo de vídeo ou este ou este nunca passam e são ignorados pelos mesmo média. Porque será?

Mas vamos ao caso mais recente (já sei que vão aparecer para aí uns assalariados Sionistas que se vão colocar aos pulinhos para dizerem que eu tinha que vir defender o "nazi", mas carruagem passará sempre enquanto eles ladram.): a 11 de Novembro de 2007, por ocasião de uma manifestação da Juventude do partido "de extrema-direita" Democracia Nacional num bairro de imigrantes, devidamente autorizada, um violento activista antifascista foi assassinado no metropolitano. Josué Estébanez, um militar de 23 anos que se deslocava para a manifestação, foi detido e acusado de homicídio. Dois anos e meio depois, os vídeos de segurança foram divulgados pelo jornal El Pais e revelam imagens impressionantes.


No vídeo, vê-se Josué no metro, a chegar a uma estação em que entram dezenas de militantes antifascistas (que se deslocavam para uma contra-manifestação). Josué tira discretamente uma navalha do bolso. À entrada na carrugem dos activistas, seguem-se diversas provocações, devido à camisola Three-Stroke do suspeito "neo-nazi". Carlos Javier Palomino, conhecido "caça-fascistas" madrileno de 16 anos, toca no militar, que não lhe dá tempo para mais. De um golpe, espeta-lhe a navalha no coração e empurra-o para fora do vagão. Sucedem-se momentos de tensão, quando os activistas antifascistas tentam vingar a agressão. Um outro militante tenta agredir o jovem nacionalista, que reage com um golpe nas costas. Após uma desequilibrada escaramuça, em que o militar consegue resistir à fúria de várias dezenas de activistas, Josué consegue fugir da estação de metropolitano. É apanhado mais tarde, na rua, por uma "brigada antifascista" que o agride violentamente e o deixa estendido no chão, até ser detido pela polícia.

Se o grupo tão "corajoso" fosse composto de "nazis", esta notícia abriria os telejornais. Mas o mais extraordinário é como, por exemplo aqui, o mesmo vídeo é analisado por certo(s) jornalista(s).

Vejamos:

"Em Novembro de 2007 um militante neonazi assassinou barbaramente um jovem antifascista, de 16 anos, no metro de Madrid. Agora, o jornal espanhol ‘El País’ divulgou o vídeo da agressão mortal."

ASSASSINOU BARBARAMENTE???? EU VEJO ALGUÊM QUE SE DEFENDE DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE SE PREPARAVA PARA O ESPANCAR - O QUE ACONTECEU MAIS TARDE. O "JOVEM ANTIFASCISTA" É ALGUÉM QUE, APESAR DA IDADE, JÁ TEM UM ENORME HISTORIAL DE VIOLÊNCIA ANTIFASCISTA, COM AGRESSÕES À POLÍCIA EM MANIFESTAÇÕES DE EXTREMA-ESQUERDA. CURIOSAMENTE, NADA DISSO FOI REFERIDO...

"(...) Passado alguns minutos, entra na mesma carruagem do que a vítima, Carlos Palomino, acompanhado por amigos."

NO VÍDEO PODEMOS VER QUE O SUPOSTO HOMICIDA JÁ LÁ ESTAVA NA CARRUAGEM, APERCEBE-SE DA CHEGADA DO GRUPO NUMEROSO E PUXA DA NAVALHA, POUCO ANTES DE SER COMPLETAMENTE CERCADO.

"Ao entrar na carruagem, Palomino toca nos símbolo nazi da camisola de Estébanez e este desfere brutalmente uma facada no jovem, atingindo-lhe o coração."

O TOQUE FOI UMA FORMA DE PROVOCAÇÃO, SIMPLESMENTE PARA O SUPOSTO NAZI REAGIR. O QUE O "JOVEM DE EXTREMA-ESQUERDA NÃO SABIA ERA QUE O OUTRO TINHA UMA FACA.

"(...) Estébanez, na altura com 23 anos, conseguiu fugir e a polícia deteve-o passados dois dias."

ELE CONSEGUIU FUGIR DA CARRUAGEM, DEPOIS DE TER ESTADO NUMA GROTESCA DESVANTAGEM NUMÉRICA. MESMO ASSIM, FOI ESPANCADO MAIS TARDE PELOS AMIGOS DO JOVEM APUNHALADO, FACTO QUE FOI IGNORADO PELOS MÉDIA.

Não vou comentar mais a notícia porque não quero vestir a capa de advogado de quem quer que seja. O que não gosto é daqueles que existem nos média apenas para nos atirarem areia para os olhos. O que não gosto é que andem estes senhores a passarem atestados de estupidez às pessoas, julgando-se superiores apenas porque têm um espacinho que lhes permite dar um poder que eles sabem poder servir para manipular os mais distraídos.

Portanto, meus caros senhores pseudo-tolerantes, em forma de resumo, e em primeiro lugar, os exemplos de agressões violentas praticadas contra pessoas 'brancas' também têm que ser tratadas da mesma forma que são tratadas as que dizem respeitos aos outros "jovens" de outras etnias. Em segundo lugar, se o crime não tem cor, nem credo, nem filiação política, porque é sempre crime, independentemente de quem o pratica, seria bom que os outros casos fossem também mostrados e rotulados tal como eles o são na realidade.

domingo, 10 de maio de 2009

A Criminalização da Crítica a Israel



[Tradução de Historiador Livre]


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.

Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Rahm Israel Emanuel não está na Casa Branca para lavar o chão. Mal consiga fazer aprovar a Lei Preventiva de Crimes de Ódio de 2009, passará a ser considerado um crime quando qualquer americano disser a verdade acerca do tratamento e do roubo das terras dos palestinianos por parte de Israel.

Será um crime para os cristãos reconhecer a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus.

Passará a ser crime relatar a extraordinária influência do lobby israelita na Casa Branca e no Congresso, tais como as resoluções redigidas pelo AIPAC a apoiar os crimes de guerra israelitas contra os palestinianos em Gaza que foram endorsadas a 100 porcento pelo Senado dos EUA e a 99 porcento pela Câmara dos Deputados, enquanto o resto do mundo condenava Israel pelo seu barbarismo.

Passará a ser crime duvidar do Holocausto.

Passará a ser crime notar a representação desproporcional dos judeus na comunicação social, nas finanças e na política externa.

Por outras palavras, significará o fim da liberdade de expressão, do livre inquérito e da Primeira Emenda da Constituição. Quaisquer factos ou verdades que causem celeuma sobre Israel serão pura e simplesmente proibidos.

Dado o pundonor do governo dos EUA, este levará Washington a aplicar a lei dos EUA a toda e qualquer nação e organização, o que acontecerá à Cruz Vermelha Internacional, à Comissão para os Direitos Humanos das Nações Unidas e às várias organizações de defesa dos direitos humanos que têm exigido investigações referentes ao assalto militar israelita à população civil de Gaza? Serão presos pelo crime de ódio de crítica “excessiva” de Israel?

Trata-se de um problema sério.

Um relatório recente da ONU, que ainda não foi divulgado na sua totalidade, culpa Israel pelas mortes e pelos feridos que resultaram nas suas instalações em Gaza. O governo israelita reagiu acusando o relatório da ONU de ser “tendencioso, claramente parcial”, o que coloca o relatório da ONU na categoria de crítica excessiva e forte sentimento anti-Israel criada pelo Departamento de Estado.

Israel está a safar-se com a utilização flagrante do governo estadunidense como ferramenta para silenciar os seus críticos apesar do facto da imprensa israelita e os soldados israelitas terem exposto as atrocidades israelitas em Gaza e o assassínio premeditado de mulheres e crianças urgido aos invasores por parte de rabinos israelitas. Estes actos constituem claramente crimes de guerra.

Foi a imprensa israelita que publicou as fotografias das t-shirts dos soldados israelitas que indicam que o assassínio voluntário de mulheres e crianças faz agora parte da cultura do exército israelita. Estas t-shirts são uma expressão horrenda de barbárie. Por exemplo, uma retrata uma mulher palestiniana grávida com uma mira sobra o seu estômago e a frase, “Um tido, duas baixas”. Estas t-shirts são uma indicação de que a política de Israel para com os palestinianos é uma política de exterminação.

É verdade que durante anos o mais vigoroso criticismo do tratamento dos palestinianos por parte de Israel tem vindo da imprensa israelita e dos grupos pacifistas israelitas. Por exemplo, o jornal israelita Haaretz e Jeff Halper do ICAHD têm manifestado uma consciência moral que aparentemente não existe nas democracias ocidentais nas quais os crimes israelitas são encobertos e até louvados.

Será a lei de crime de ódio estadunidense aplicada ao Haaretz e a Jeff Halper? Serão os comentadores estadunidenses que apesar de eles mesmos não o afirmarem mas meramente noticiarem que o Haaretz e Halper afirmaram algo serão detidos por “disseminarem o ódio a Israel, um acto anti-semita”?

Muitos estadunidenses foram submetidos a lavagem cerebral pela propaganda de que os palestinianos são terroristas que ameaçam a inocente Israel. Estes estadunidenses verão a censura meramente como parte da necessária guerra ao terror. Irão aceitar a demonização dos seus compatriotas que relatam factos desagradáveis sobre Israel e concordarão que essas pessoas sejam punidas por auxiliarem e defenderem terroristas.

Está em marcha uma grande jogada para criminalizar a crítica a Israel. Os professores universitários estadunidenses caíram vítimas da tentativa bem organizada para a eliminação de todo o criticismo de Israel. Norman Finkelstein viu negada a sua posse como professor numa universidade católica graças ao poder de pressão do lobby israelita. Agora o lobby israelita está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson. O crime de Robinson: a sua cadeira de relações internacionais incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel.

O lobby israelita aparentemente teve sucesso em convencer o Departamento da Justiça (sic) de Obama de que é anti-semitismo acusar dois funcionários judeus do AIPAC, Steven Rosen e Keith Weissman, de espionagem. O lobby israelita obteve sucesso no adiamento do seu julgamento por quatro anos, e agora o Procurador Geral Eric Holder retirou as queixas. Contudo, Larry Franklin, o funcionário do Departamento de Defesa acusado de fornecer ficheiros secretos a Rosen e a Weissman, encontra-se a cumprir 12 anos e 7 meses de cadeia.

O absurdo é extraordinário. Os dois agentes israelitas não são culpados de receber ficheiros secretos, mas o funcionário americano que lhes entregou esses documentos é culpado de os ter entregue! Se não existem espiões nesta história, porque é que Franklin foi condenado por entregar documentos a espiões?

Criminalizar a crítica de Israel destrói qualquer esperança da América possuir uma política externa independente no Médio Oriente que sirva os interesses estadunidenses em vez dos interesses israelitas. Elimina qualquer perspectiva dos estadunidenses escaparem à sua enculturação com propaganda israelita.

Para manter as mentes estadunidenses cativas, o lobby está a trabalhar para proibir como anti-semitismo qualquer verdade ou facto desagradável que seja pertinente a Israel. É permissível criticar todos os outros países do mundo, mas é anti-semitismo criticar Israel, e o anti-semitismo será em breve considerado um crime de ódio universalmente no mundo ocidental.

A maior parte da Europa já criminalizou a dúvida sobre o Holocausto. É até considerado crime confirmar que este aconteceu mas concluir que foram assassinados menos de 6 milhões de judeus.

Porque é o Holocausto um tema ao qual não se permite o escrutínio? Como pode ser que um caso apoiado em factos irrefutáveis possa ser colocado em causa por malucos e anti-semitas? Certamente que este caso não precisa de ser salvaguardado pelo policiamento intelectual.

Prender pessoas por terem dúvidas é uma antítese da modernidade.


Podem ler o original aqui.

segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Contudo, Ela Move-se..."


Já por várias vezes o disse e não me canso de repetir: este espaço não pretende ser, por um lado, um local de apologia do que quer que seja nem, por outro, um espaço de branqueamento do que quer que seja. O que se pretende é que certos tabus e certos fantasmas aqui nunca tenham lugar. Por isso, e por não estarem habituados a ler coisas politicamente incorrectas, certas pessoas costumem rotular este espaço de "anti-semita", o rótulo "normal" para quem não assume de forma cega e obediente a versão oficial da história da Segunda Guerra Mundial, particularmente o facto histórico denominado de "Holocausto".

Mas o Revisionismo em Linha vai mais longe: aborda igualmente todos os factos que vão para além desse acontecimento e que estão encobertos por dúvidas, normais e comuns a qualquer facto histórico. A História está sempre em evolução e por isso o que hoje é interpretado de uma forma, amanhã poderá ser de outra. Tal como os paradigmas, que se vão sucedendo entre si, um a seguir ao outro. Não vamos, por isso, ridicularizar, ofender, menosprezar os que seguiam teorias agora ultrapassadas, muito menos acusá-los do que quer que seja. Isso passa-se com qualquer paradigma, com qualquer facto histórico. Isto passa-se tanto na Arqueologia ou na Sociologia, como na Biologia ou na Química. No fundo, em tudo - por exemplo, vejam aqui novos dados sobre o Santo Sudário (vejam também o vídeo). Em tudo... menos na interpretação dos factos que envolvem o Holocausto. Nesse caso particular, assistimos a algo perfeitamente fantástico e que não acontece em mais lado nenhum: quem questionar o que quer que seja relacionado com o mesmo, é apelidado de "anti-semita", "nazi" e por aí fora.

A História, como podemos ver aqui, resume-se à interpretação que nós fazemos dos factos históricos que a compõem. Com as força das paixões que nos cegam inicialmente, mas que, depois, não podem servir de desculpa para as suas consequências. Aqueles que, num dia sao vistos como heróis, no outro dia podem deixar de o ser.

O que muito crentes "exterminacionistas" não suportam é que se desmascarem as suas verdadeiras intenções de "justiça a qualquer preço", como podem ler aqui. Os verdadeiros "senhores do ódio" talvez não sejam os que a versão oficial da história gosta de fazer propaganda.

E já que falo em propaganda, gostaria que lessem este apontamento sobre o mais recente (e bem sucedido) trabalho de "propaganda de guerra" do séc. XXI.

O Revisionismo em Linha, pretende ser, por isso, mais uma lança no combate cada vez mais difícil contra o movimento do "politicamente correcto", o principal responsável pelas amarras à liberdade de expressão e de informação. Por isso pretendemos fazer de tudo para mostrar que existe sempre "um outro lado" que também tem o direito de ser ouvido e de se exprimir.

Para finalizar ouçam aqui o desmarcarar de um dos principais responsáveis para o crescimento do ataque histérico e sem sentido à liberdade de expressão de todos aqueles que decidiram, pela sua cabeça, não ser mais uma ovelha neste rebanho de comodismo intelectual.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo" (II)



Ainda sobre Robert Faurisson, podem acompanhar aqui o seu blogue.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo"


A censura moderna, a nova inquisição politicamente correcta, não pára de nos surpreender. Vejam aqui como a ADL não poupa ninguém na sua cruzada contra o suposto "anti-semitismo", neste caso de quem apenas criticou a política de Israel.

Infelizmente, as violações contra a liberdade de expressao e de opinião voltaram a atingir Norman Finkelstein, como podem ler aqui.


Este enorme saco da moderna inquisição também está a querer englobar o Revisionismo em Linha neste circo. Os rótulos também por cá foram colados por aqueles que se julgam intocáveis e donos da razão. Porém, enquanto nos forem deixando, iremos denunciar sempre todo o tipo de mitos e factos que julgarmos serem susceptíveis de serem questionados. Sem medos e sem pressões.

Aconselhamos também a audição de Mark Weber que aqui traça um olhar crítico do Sionismo como uma ideologia e um movimento politico-social.

quarta-feira, 1 de abril de 2009

Arcebispo Brasileiro Acusa os Judeus de Esconderem Factos do Holocausto


O arcebispo da cidade de Porto Alegre, a sul do Brasil, Dadeus Grings, acusou os Judeus de controlarem a propaganda no mundo e acrescentou ser essa a razão pela qual nem tudo tinha ainda sido revelado sobre o Holocausto, no qual, diz ele, morreram mais Católicos do que Judeus. "Mais católicos morreram que Judeus no Holocausto, mas isso nunca é mencionado porque os Jjudeus dominam toda a propaganda do mundo", afirmou o prelado numa entrevista. [leia a notícia na íntegra]
Mais uma vez, um membro da Igreja Católica pronuncia-se sobre o grande tabu - leiam aqui mais uma análise interessante sobre o sacerdote Richard Williamson - e, certamente, levantará mais uma onda de protestos da actual "inquisição" que controla a liberdade de expressão, como em mais este caso.
Independentemente das opiniões e dos debates mais ou menos permitidos, é curioso depois, de forma paralela, lermos isto que contrasta - ou talvez não - com isto.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo


A controvérsia sobre as declarações “negacionistas do Holocausto” do Bispo Bishop Richard Williamson não é uma controvérsia sobre a verdade histórica, o papel da história na sociedade, anti-semitismo ou “ódio”. Trata-se, na realidade, de algo sobre o poder – sobre aqueles que dominam a nossa cultura e também sobre como e porquê esse poder é usado.

(...) Numa entrevista a um canal de televisão Sueco, (…) ele referiu que apenas cerca de 300,000 Judeus teriam morrido nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial e que nenhum tinha morrido em câmaras de gás.

(…) Com o crescer da controvércia, Williamson foi expulso da Argentina, onde vivia, e as autoridades Alemãs anunciaram que ele poderia ser acusado criminalmente. Na Alemanha e nalguns outros países Europeus é crime negar, justificar ou menosprezar o genocídio dos Judeus Europeus. As autoridades Alemãs reclamam o direito de acusar qualquer pessoa, em qualquer parte, que faça afirmações “negacionistas” que possam ser acedidas pela Internet.

(…) O Bispo Williamson mantém visões pouco convencionais numa série de assuntos. Já disse, por diversas vezes, que o 11 de Setembro foi um “inside job” (“trabalho de dentro”) e acredita que aqueles ataques terroristas foram organizados pelo governo Americano. Curiosamente, ninguém está a pressionar para que Williamson peça desculpa pelas acusações fortíssimos aos representantes dos EUA que, segundo ele, são os responsáveis por assassínios em massa contra os seus próprios cidadãos. (…)

Se, por um lado, as visões pouco ou nada conformistas de Williamson sobre os crimes cometidos há sete anos são consideradas estranhas, mas inconsequentes; por outro lado, as suas visões sobre o tratamento dos Judeus Europeus há pouco mais de uma metade de século são consideradas como um “crime do pensamento.” As expressões de descrédito sobre o “Holocausto”“sãp rápida e ferozmente punidas. A “blasfémia" contra o Holocausto é, normalmente, tratada como algo mais ofensivo do que os assaltos verbais contra as crenças religiosas e as sensibilidades de muitos milhões de pessoas na Europa e também no mundo. Em resumo: os sentimentos e as sensibilidades Judaicas são vistas como mais importantes do que as dos não-Judeus.

Pode ler na íntegra todo o artigo aqui ou ouvir as declarações de Mark Weber sobre este assunto aqui - onde estão também disponíveis diversos registos do mesmo autor.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Algumas Notícias Soltas Para Refectir no Fim-de-Semana


O tempo parece ser sempre muito curto e se o dia tivesse mais horas penso que, mesmo assim, iria precisar de outras tantas. No entanto, sempre que posso, agarro no livro de Giles MacDonnogh, "After the Reich" e faço os possíveis para vos mostrar aquilo que raramente se vê ou ouve falar: o que aconteceu aos civis Alemães (e não só) que viviam nos territórios ocupados pela Alemanha Nazi (também na própria Alemanha). Os casos que traduzi relatavam situações de violações de mulheres Alemãs e Austríacas pelos "libertadores" do Exército Vermelho. Achei curiosa a relação do que aconteceu na altura e o que está acontecer actualmente, como podem ver aqui, desta vez com "libertadores" Americanos. E quando se procuram investigar situações históricas que chocam com o "politicamente correcto" da História, aparecem sempre algumas consequências desagradáveis, como podem ler aqui.
Sobre o que a destruição étnica de Alemães e de prisioneiros de guerra também Alemães na antiga Jugoslávia, podem ler este texto bastante interessante.
Não são apenas os temas "quentes" que os vários comentadores e analistas gostam pouco de abordar e discutir, são também aquelas situações que os podem "rotular" de "anti-semitas", algo que se transformou em algo tão repugnante e quase semelhante à lepra. Alguém pensa que pode vir a acontecer alguma coisa aos soldados que deixaram escrito alguns "recados" nas paredes de Gaza? Alguém pensa que pode haver alguém interessado em fazer um inquérito ou uma investigação sobre o caso?

Para finalizar, aconselho uma passagem de olhos (e a encomendar o livro, se acharem interessante) sobre esta abordagem de James Renton, sobre o nascimento da "aliança Anglo-Sionista".

sábado, 14 de março de 2009

O Poder do Lobby... e um "Bónus"


Especialmente para aqueles que vêem no Revisionismo apenas os fantasmas dos "nazis, nazis, nazis!", gostaria de os questionar se esta investigadora terá alguma coisa contra África?... É que se ela tiver razão, são milhares de páginas com teorias e "provas" deitadas para o lixo! ESTAMOS A REESCREVER A HISTÓRIA! Não pode ser! Mas ela estará doida??? Sou capaz de ir mais longe porque suspeito que ela poderá ser racista e xenófoba...

Se esquecermos a ironia, percebemos que a mensagem é muito simples: o Holocausto é o único facto histórico que, ao ser questionado, leva consigo uma série de rótulos que apenas têm a missão distrair-vos do verdadeiro assunto.


Atrás dessa série de rótulos, vem uma atitude de repressão e acusação que chega até aos especialistas económicos. Nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre o Holocausto sem que seja para aceitar sem reservas a versão oficial; nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre Hitler sem ser a de condenação clara, sem deixar dúvidas. Caso contrário... já somos acusados de estar a defendê-lo, ser seu seguidor e adepto.

As coisas vão-se complicando e chegam à política internacional e bem actual de Israel. Apresentar reservas, criticar, denunciar?... "ANTI-SEMITISMO"!

O "lobby é, realmente, muito forte, temos que reconhecer.


Mudando de assunto, e como, infelizmente, não consegui fazer a habitual selecção literária de Quinta, aqui vai um "bónus":

The War Behind Me: Vietnam Veterans Confront the Truth about U.S. War Crimes - Durante a última década, muitos foram aqueles que procuraram atacar a credibilidade dos veteranos da guerra do Vietname, inclusivamente John F. Kerry, que falou contra o grande número de crimes de guerra ocorridos durante esse período. Afirmam que as atrocidades foram casos isolados e até aberrações e que os veteranos que testemunharam sobre isso estavam psicologicamente afectados, politicamente motivados e com uma lavagem cerebral realizada pela propaganda comunista.

Baseado numa quantidade enorme de novos documentos do exército anteriormente classificados e em entrevistas a Vietnamitas e Americanos, Deborah Nelson, uma repórter de investigadora já veterana, vencedora do prémio Pulitzer para a Reportagem de Investigação de 1997 e professor assistente da Carnegie na Universidade de Maryland College of Journalism, revela que foram cometidos sistematicamente crimes de guerra pelos soldados Americanos no Vietname (…). “The War Behind Me” aparece como reivindicação para todos os veteranos que falaram corajosamente contra a injustiça de uma guerra e dos activistas anti-guerra da altura que procuraram sempre denunciar as atrocidades cometidas para a consciencialização da opinião pública.


Leia mais sobre este assunto aqui.

quinta-feira, 12 de março de 2009

As Areias Que Voam Com o Vento

A censura e o lobby Judaico (sempre de mão dada, porque trabalham em conjunto) conseguem a proeza de nos dar exemplos da sua acção praticamente todos os dias. Não acreditam??? Somos "anti-semitas"???
Vejam este caso. Com o Vaticano a defender que "os 'negacionistas' do Holocausto não podem ser considerados Católicos" só vejo uma solução: aderirem todos ao Islamismo. Assim, o filme Sionista fica completo.

Mas quanto à influência do lobby Judeu na política Americana, as coisas chegam a ser cómicas. Vejam aqui e aqui. Quem fala demais - entenda-se o "demais" como "criticar abertamente a política externa Israelita" - sofre as consequências.

E no meio deste folclore "politicamente correcto", resta-nos mostra-vos que as areias, vindas de onde vierem, normalmente desaparecem com o vento. Tal como os castelos de cartas.
Para perceberem melhor, aqui fica este vídeo onde Ray McGovern, veterano da CIA, relata os verdadeiros motivos para uma guerra contra o Irão, com operações tipo "falsa bandeira", como o que aconteceu há 40 anos, com o ataque ao USS Liberty.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Outros "Gurus" e Outros Crimes "dos Bons"...


Há dias soube que, em França, existe, já há uns anos, uma linha directa para denunciar… Revisionistas! E, por coincidência, Germar Rudolf, num vídeo que vou disponibilizar no final da semana, também fala disso. É a liberdade de expressão sempre a surpreender-nos.
Desconhecemos se existe uma linha directa para denunciar casos de pedofilia, homicídio ou tráfico de droga, mas desconfiamos que isso vai tudo para a linha geral da Polícia. Perigosos são os Revisionistas! Esses têm que ser caçados custe o que custar!

Mas estava eu convencido que os “anti-semitas” eram todos “nazis” ou “bestas” parecidas – tendo em conta o que leio nos média ou em fóruns do género - quando sou surpreendido por esta notícia.
Será que, no fundo, no silêncio do seu apartamento, Hermann Dierkes também tem umas bandeiras malditas e uma braçadeira com um símbolo terrível?... Será?... Querem ver que ele é mais um dos meus “gurus” e eu não sabia?...
Estou curioso em saber como vai ser o futuro de Kevin Myers depois de ter escrito isto. A perseguição e a rotulagem vêm já a seguir...

E o que dizer desta descoberta de uma vala comum na Eslovénia, com cerca de 300 corpos mortos após o fim da Segunda Guerra Mundial?
Por que é que os média não se interessaram muito pelo caso? Nós explicamos:
1 – Não foi obra dos Nazis.
2 – Eram, supostamente, “colaboradores” do regime Nazi.
3 – É mesmo preciso explicar mais?...

segunda-feira, 2 de março de 2009

Como Eu Adoro a Liberdade de Expressão!



Mais dois exemplos de que a liberdade de expressão é só para alguns e que, para certas pessoas e para certos regimes políticos, não pode haver perdão. Mas é só mesmo para alguns...


Quem questiona o que não convém questionar, já sabemos que é sempre punido, mas há casos em que só falta desenterrar as pessoas para as ir colocar num banco dos réus.



Só é pena que para outros casos, os debates e as opiniões sejam mais subtis e mais "pequeninos"...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Quem Está Por Detrás do 11 de Setembro - Para Quem Tem Dúvidas

As dúvidas que ainda existem sobre os ataques de 11 de Setembro ao World Trade Center transportam o mesmo tabú que os acontecimentos do Holocausto durante a Alemanha Nazi. No entanto, certas as coisas estão tão à frente dos olhos de todos nós que até parece inacreditável elas não serem vistas. A grande diferença entre os dois acontecimentos é que, por enquanto, ainda podemos discutir, duvidar, questionar, toda a versão oficial sobre o suposto ataque terrorista. Suposto porque enquanto existir a dúvida, existirão sempre mais probabilidades, mais hipóteses, mais responsáveis.

E por falar em responsáveis, vou mostrar-vos porque é que eu também acredito que os Sionistas foram os cérebros do 11 de Setembro.

E por que é que tem sido relativamente fácil todas as dúvidas do 11 de Setembro irem caindo em esquecimento - apesar de pessoas como nós trabalharem para que isso não aconteça? Porque, tal como podemos ver neste vídeo de Michael Collins Piper, da agência American Free Press, quem controla a grande maioria dos média é... o lobby Sionista.



Se esse controlo não existisse, Israel não poderia, inclusivamente, falsificar a sua própria história ou actuar politicamente como actua, com decisões que por mais polémicas que sejam, nunca levantam grande oposição porque ninguém gosta de levar com o rótulo imediato de "anti-semita".

Por mais polémicas que apareçam - vejam esta, do primo de um dos supostos piratas do ar que era um espião Israelita,
aqui e aqui - tudo parece normal...

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi" (II)



"O 'NEGACIONISTA' DO HOLOCAUSTO ATERRA NA GRÃ-BRETANHA", gritam os histéricos do costume!

"PROTEJAM-SE! PROTEJAM-SE DA ENCARNAÇÃO DA BESTA NAZI!"

Não há paciência...

Podem ler aqui a notícia e ver o vídeo.

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi"

Dias depois da ameaça de expulsão, Richard Williamson acabou por deixar a Argentina – o bispo Católico, que causou uma autêntica tempestade internacional depois de ter questionado a proporção do Holocausto, deixou a Argentina na terça-feira, dias após o governo daquele país ter ameaçado com a sua expulsão.

O Bispo Richard Williamson, um ultra-tradicionalista que era o cabeça de cartaz de um seminário em Buenos Aires, no início do mês, acredita que apenas cerca de 300,000 Judeus terão morrido nos campos de concentração da Alemanha Nazi, ao contrário dos 6 milhões que são apontados.

Usando óculos escuros, um chapéu de basebol e um casaco comprido, Williamson foi abordado por um repórter da Reuters, na Argentina, no aeroporto internacional, na zona de embarque.

Não respondeu às questões e levantou o seu punho em direcção à face do jornalista quando este tentava obter um comentário seu enquanto se dirigia para o seu voo.

[Podem ver a seguir o vídeo a seguir da suposta "agressão" (???!!!!) ao jornalista]



O Ministro do Interior da Argentina confirmou mais tarde que o clérigo tinha partido para Londres.

E foi também em Inglaterra que o bispo já se tinha encontrado, em Outubro, com o famoso historiador David Irving (podem ler mais também aqui). Este facto que serviu para colocar os rótulos do costume a toda a gente - e outra coisa não poderíamos estar à espera.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Os "Testemunhos" de Hoje Tal Como Há 60 anos, a Liberdade de Expressão... E um Livro...

Quando esta história surgiu, pessoalmente, tive logo muitas dúvidas quanto à sua veracidade. E não foi preciso esperar muito para vir ao de cima toda a verdade...
Não vou adiantar muito mais, porque para bom entendedor...

Para todos os que, como sempre, começaram logo aos pulinhos e em bicos dos pés, histéricos, com espuma ao canto dos lábios, exigindo "justiça" para mais este "exemplo dos seguidores do nazismo" apenas desejo... as suas melhoras. Melhoras para a sua cegueira, para os seus fantasmas, para a sua vida futura. E que durante a sua (e a nossa) vida futura possamos, um dia, da mesma forma como facilmente se desmontou este embuste, possamos também desmontar todos os outros "testemunhos" que há 60 anos, também viram e sentiram muita coisa e que ainda constituem, para alguns, as tais "provas vivas" duma suposta matança em câmaras de gás.

No entanto, o desespero de quem sente que a mentira tem sempre pés de barro obriga a acções destas. O politicamente correcto ainda é uma bandeira e as ameaças de multas, penas de prisão, expulsões, etc. deixaram de ser uma novidade. Mesmo quando os visados, teoricamente, até poderiam ter uma considerável credibilidade.

Depois deste episódio com o sacerdote Williamson, eu gostaria de partilhar convosco
esta análise de Daniel McGowan.

Vamos ao livro:

Já tínhamos falado de Avraham Burg aqui, mas decidimos voltar...

Actualmente, Israel e a comunidade Judia é fortemente influenciada pela memória e pelos horrores de Hitler e do Holocausto. Burg argumenta que a nação Judia foi traumatizada e perdeu a capacidade de confiar em si própria, nos seus vizinhos ou no mundo em seu redor. Demonstra que isso é uma das causas para o crescimento do nacionalismo e da violência que cerca cada vez mais a sociedade Israelita, com eco nas comunidades Judias um pouco por todo o mundo.

Burg usa a história da própria família - os seus pais foram sobreviventes do Holocausto – para revelar os seus pareceres inovadores em que os Judeus necessitam seguir em frente e, eventualmente, viver em paz com os seus vizinhos árabes e sentir-se bem com o mundo inteiro. Através de uma reflexão sucinta e original, este livro é motivo suficiente para lançar um debate quente por todo o mundo. Pode encomendar o livro aqui e saber mais sobre este assunto aqui.