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sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Certos Prisioneiros Políticos Não Podem Ser Esquecidos



Neste Natal, não se esqueçam de certos prisioneiros políticos - leia-se de 'pensamento' - que lutaram pela liberdade de expressão e de informação.

Estes autênticos paladinos da verdade histórica foram multados e encarcerados porque não partilham da opinião dos actuais donos do pensamento mundial. Por isso, pagam este preço.

Para todos eles, o Revisionismo em Linha deseja-lhes um FELIZ NATAL e que o próximo ano lhes possa trazer mais felicidade.

Podem ler mais sobre este assunto aqui (onde também encontrarão as moradas para lhes poderem mandar um simples cartão de Boas Festas).

O próximo vídeo é dedicado não só a eles, mas a todos os que lutam um pouco por todo o mundo para que certas revoluções não párem!




terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sempre Pela Verdade Histórica!

Existem pessoas muito preocupadas com os ventos que os revisionistas fazem soprar e que, cada vez mais, fazem abanar as estruturas, já por si frágeis, do Holoconto.
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.

E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.





Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Crimes de Guerra - A Impunidade de Israel


Vamos ver se eu percebo… Ou se alguém me explica…

Existem países autorizados a cometer atrocidades ou crimes de guerra? Que eu conheça, não. Mas parece, afinal, sempre existem. Vejamos: há quem atire bombas nucleares… Há quem possa bombardear cidades onde, praticamente, as vítimas são unicamente civis… Há quem possa ter campos de concentração sem quaisquer condições… Há quem possa raptar, deter, torturar, sem quaisquer motivos ou acusações… E NADA LHES ACONTECE, POIS NUNCA NINGUÉM OS ACUSA DE QUAISQUER CRIMES… POIS TUDO É EM NOME DA… LIBERDADE! (????).

Na Austrália - onde Israel é adorado e a chacina de mulheres e crianças Palestinianas é recebida com aprovação no Parlamento por ambas as partes (“Liberais” e “Trabalhistas”) e pelos meios de comunicação social do sistema - um homem com 88 anos (
Charles Zentai) está na prisão aguardando a extradição para a Hungria para enfrentar a "justiça" por, supostamente, lá ter assassinado um rapaz Judeu em 1944. Há seis décadas que os Judeus Israelitas estão a assassinar crianças Palestinianas com uma total impunidade. Eles são recompensados pelos seus crimes por essas mesmas nações, incluindo a Austrália, que fingem star a fazer um compromisso com a justiça e o direito internacional. Se a morte de um menino é crime, porque é que o massacre de centenas de meninos e meninas é “legítima defesa”? [podem ler mais sobre este assunto aqui]

Mais: por que é que enquanto uns se limitam a pedir desculpa, outros são perseguidos até ao fim dos seus dias, sem qualquer perdão?

Vamos lá ve se eu percebo... ou se alguém me explica...

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Histerismo do Costume: Protesto Contra Visita de Ahmadinejad ao Brasil



Cerca de 800 pessoas estiveram na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para protestar contra a vinda ao Brasil do presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad. A passeata reuniu diversos grupos judaicos e de movimentos de defesa dos negros, dos direitos das mulheres, homossexuais, além da União Cigana e de um integrante da Sociedade Beneficente de Desenvolvimento Islâmico. Leia a notícia na íntegra.

Como facilmente podemos perceber, há sempre os histéricos do costume a servirem de lacaios aos "eleitos coitadinhos" do costume...
Mas nem todos se vergam. Há quem lute. Com todas as forças e em todas as frentes. E porque o multam? E porque o prendem? PORQUE DENUNCIA A MENTIRA! A FARSA! O EMBUSTE!

Mas essa farsa não é a única que prende as nossa atenções. Há OUTROS HOLOCAUSTOS que nunca prenderam a atenção dos média, dos investigadores, dos historiadores, dos políticos, etc.. - E exemplos não faltam.

O silêncio também é cúmplice. E tem um preço. E a verdade... ESSA NUNCA TEME A INVESTIGAÇÃO!

sexta-feira, 20 de novembro de 2009

O Histerismo do Costume...



Um professor de uma universidade em Roma que defende que não há nenhum a prova de que os Nazis mataram os Judeus em câmaras de gás, disse esta quinta-feira que está a ser vítima de "grupos de sionista."

Antonio Caracciolo, investigador de Filosofia da Lei na Universidade de Sapienza, disse ele tem o direito à liberdade de expressão (…). Quando o jornal La Repubblica publicou excertos do blogue de Caracciolo, Gianni Alemanno, o ‘presidente da câmara’ de Roma e líderes na comunidade Judaica pediram a sua demissão ou mesmo o seu despedimento.

"Já ninguém acredita que tenham morrido 6,000,000 de Judeus”, disse Caracciolo num ‘post’. Depois dos apelos para o seu saneamento, Caracciolo responsabilizou os "grupos de sionistas" e disse que os Judeus “estão a explorar a culpa que eles pensam que o mundo inteiro lhes deve." [leia a notícia na íntegra]

domingo, 15 de novembro de 2009

Israel Não é Uma Sociedade Tolerante, Segundo Recente Relatório


Israel falha amplamente e até de forma sombria os requisitos de uma sociedade pluralística tolerante, de acordo com um novo relatório vindo de um departamento estatal dos EUA. Apesar de se vangloriar com a liberdade religiosa e a protecção de todos locais sagrados, Israel não alcança a tolerância no que diz respeito a minorias, tratamento igual para grupos étnicos, falta de abertura dentro de vários sectores da sociedade e respeito pelo sagrado e outros locais (…). Israel exerce uma descriminação contra grupos, inclusivamente Muçulmanos, Testemunhas de Jeová, Cristãos, mulheres e beduínos (…). O relatório faz referência a mais de 300.000 imigrantes que não são considerados Judeus perante a lei de rabina e que não são autorizados a casar e a divorciarem-se em Israel ou a serem enterrados em cemitérios Judeus. [leia a notícia na íntegra]

Mas se alguém ainda fica com dúvidas sobre este relatório, leiam estas notícias:

Passadas somente algumas semanas após a prisão do suposto terrorista Judeu, Yaakov Teitel, um rabino da Cisjordânia apresentou um livro a dar permissão aos Judeus para matarem os Gentios que ameacem Israel. [Esta notícia apenas teria um extraordinário relevo na genaralidade dos média que a “autorização” fosse feita por um radical islâmico contra os Judeus…] O rabino Yitzhak Shapiro, que encabeça o Od Yosef Chai Yeshiva no colonato de Yitzhar, escreveu no seu livro "The King's Torah" que mesmo bebés e as crianças podem ser assassinados se constituírem uma ameaça à nação [???!!!]. Shapiro baseou a maioria dos seus ensinamentos em passagens citadas da Bíblia, a que ele adiciona a suas opiniões e crenças (…). "Se matarmos um Gentio que pecou ou transgrediu um dos sete mandamentos - porque nós preocupamo-nos com os mandamentos – não há nada de errado com o assassinato". [leia a notícia na íntegra]

Leiam agora esta:

O historiador de anti-sionista Prof. Ilan Pappe, um dos mais importantes "Novos Historiadores”, tinha programada uma apresentação, no último fim-de-semana, no Instituto Pedagógico de Munique. Mas uma carta da "Associação Israelo-Alemã de Munique", alegando que a conferência do Pappe transformar-se-ia "numa exposição de propaganda de anti- Israelita" fez com o município de Munique reconsiderasse o acontecimento. O município não deixou Pappe usar o local, alegando que a decisão tinha sido tomada por receio de "confrontos violentos" que poderiam surgir na área. No entanto, a polícia de Munique insistiu que não havia qualquer motivo de receio para a segurança para quem fosse assistir a conferência. [leia a notícia na íntegra]

Para finalizar estes exemplos de notícias, no mínimo, curiosas, leiam isto:

O New South Wales [Australia] Jewish Board of Deputies [um grupo de defesa dos interesses Judaicos na Austrália] pediu a retirada imediata de um livro que as escolas usam como texto de HSC e que dizem conter críticas anti-semitas. Aquele grupo disse que também tinha pedido que um capítulo sobre o Judaísmo fosse reescrito e reeditado em todas escolas que adquiriram o livro, referiu o seu director geral, Vic Alhadeff (…). A edição de 2009 da Cambridge Studies of Religion Stage 6 ofendeu o grupo Judeu com a publicação de declarações que incluíam: “Muitos dos conflitos modernos no mundo estão relacionados com as reacções de outros grupos ao povo Judeu”. [leiam a notícia na íntegra]


Reflectiram?...

Para perceberam melhor este "fenómeno", leiam isto.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

A Polémica de Harvard


A ADL lançou um relatório para combater a “negação do Holocausto” nas Universidades Americanas. Este relatório foi desenvolvido "em resposta à propaganda colocada no jornal do ‘campus’ por Bradley Smith e pela sua Comissão para um Debate Aberto sobre o Holocausto (CODOH)."

Em suma, a ADL considerou necessário "combater" o CODOH e o seu projecto no ‘campus’. A ADL entende que fazer algumas perguntas simples pode balançar todo o ‘marketing’ da indústria do Holocausto (Holocaust Inc.).


As duas perguntas são:

Por que é que Dwight D. Eisenhower não mencionou as câmaras de gás na sua obra “Cruzade in Europa” (“Cruzada na Europa”)?

Por que e que não há nenhum professor nos Estados Unidos que possa "apresentar, com provas, o nome de uma pessoa morta numa câmara de gás em Auschwitz?"

Estas duas questões criaram uma provocação numa organização com um orçamento anual de cerca de 50.000.000 dólares nos acreditam que é necessário silenciar uma organização com um orçamento (em 2008) de 46.000 dólares. Por debaixo de todos os milhões da ADL, por debaixo de todo o apoio académico, há ali uma grande e real fragilidade.

A seguir, está a carta - que também pode ser lida aqui, assim como outros assuntos relacionados - enviada para Harvard.

 
 
05 de Outubro de 2009

Caro Presidente Faust:

É evidente que o corpo docente de Harvard apoia uma estratégia de recusa em fazer perguntas sobre as armas de destruição maciça Alemãs da Segunda Guerra Mundial (câmaras de gás). É igualmente evidente, pelo seu silêncio, que o corpo docente de Harvard concluiu que não constitui um direito questionar a “particular e única monstruosidade” dos Alemães, e que não vai apoiar os estudantes de Harvard que poderiam ser saneados devido a uma livre troca de ideias sobre qualquer assunto. Será que o Gabinete do Presidente apoia este tabu? Não ouvi nada que sugira que ele não o faça.

A 8 de Setembro, a Harvard Crimson imprimiu um anúncio meu onde pretendia saber o porquê do General Dwight D. Eisenhower, na sua “Cruzada Pela Europa”, escolheu (escolheu!) não mencionar a arma de destruição em massa Alemã da Segunda Guerra Mundial, a "câmaras de gás." O anúncio perguntava: " Por que é que não? " O mesmo anúncio também pedia que um professor, alguém, da Universidade de Harvard oferecesse “com provas, o nome de uma pessoa assassinada numa câmara de gás em Auschwitz."

A 9 de Setembro, Maxwell L. Child, Presidente do Harvard Crimson, sentiu a necessidade de pedir desculpas por ter imprimido o anúncio, dizendo que o texto "questionou se o Holocausto ocorreu" (ou não) e que enfureceu muitos dos membros da comunidade de Harvard. O departamento de Crimson publicou, em seguida, uma carta indicando "Acreditamos que esse item [estas perguntas] nunca deveriam ter sido encontrada nas páginas de um jornal da faculdade."

Nenhum membro do corpo docente de Harvard tentou responder a alguma das minhas perguntas e não há nenhuma evidência de que qualquer membro do corpo docente de Harvard tenha apoiado os jornalistas e estudantes da Crimson que tinham sido favoráveis à publicação do anúncio. Quando os e-mails, telefonemas e cartas inundaram a Crimson vindos de dentro e de fora do ‘campus’ por parte de “grupos com interesses especiais”, o corpo docente de Harvard desempenhou o papel de "espectador", permitindo que os jornalistas da Crimson fossem autenticamente enforcados e pendurados ao vento.

Presidente Faust: por que você acha que nenhum académico da Universidade de Harvard está disposto a responder a duas simples perguntas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha? Por que é que você acha que a Faculdade de Harvard não está disposta a apoiar os jornalistas Crimson favoráveis à livre troca de ideias sobre um assunto? Será que o Gabinete do Presidente apoia o que parece ser um tabu em Harvard, que proíbe o questionar da ortodoxa (Estatal) posição sobre as armas de destruição em massa da Alemanha?

Não acha correcto os estudantes de Harvard estarem cientes do facto que Dwight D. Eisenhower escolheu (escolheu!) não mencionar as câmaras de gás na sua “Cruzada Pela Europa? Que Winston Churchill, nos seus seis volumes da história da Segunda Guerra Mundial, também optou por não mencionar as câmaras de gás? Que Charles de Gaulle também decidiu não falar das câmaras de gás Alemãs nas suas Memórias? Que, quando o Primeiro-Ministro Israelita Benjamin Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU, no mês passado, para anunciar que os Protocolos de Wannsee continham informações “precisas” sobre o extermínio dos Judeus, que aqueles que produziram os Protocolos optaram por não mencionar as câmaras de gás? Com que “precisão” a faculdade de Harvard acredita o que isso seja e signifique? Exactamente?

Talvez você acha que é "odioso" fazer perguntas críticas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha. Se assim for, você deve encarar as perguntas como uma questão moral. Eu também vejo isso como uma questão moral, mas pelo aquilo que acredito, trata-se de uma perspectiva diferente. Acredito que é imoral suprimir a liberdade intelectual em Harvard, assim como é imoral suprimi-la em qualquer outro lugar. Acredito que é imoral da parte de Harvard (ou qualquer outra faculdade) não sair em auxílio de alunos que optaram por uma livre troca de ideias e por uma imprensa livre. Isso é imoral para o corpo docente de Harvard para explorar o tabu de proibir os alunos de questionar uma monstruosa feita contra outros.

A faculdade de Harvard tem o direito de ser céptica em relação a cada argumento revisionista que questiona as armas de destruição em massa Alemãs. O cepticismo não é um pecado. Os revisionistas são cépticos em relação às afirmações ortodoxas sobre as ADM Alemãs e publicaram uma boa quantidade de material para ilustrar por que é que eles são cépticos. Que eu saiba, nenhum professor de Harvard publicou um artigo em alguma revista onde tenha ilustrado que os textos revisionistas sobre ADM Alemãs são inúteis. O cepticismo da faculdade de Harvard, então, só revela a sua credulidade.

Presidente Faust: você acredita que esteja correcto o Gabinete do Presidente permitir e até encorajar o tabu para impedir a liberdade intelectual em Harvard? Que esse tabu seja utilizado para proibir um debate aberto em publicações de estudantes sobre a questão da utilização de armas de destruição em massa pela Alemanha? Se assim for, como vou distinguir um membro do seu corpo docente, comprometido com este tabu em particular, de um membro de um “South Seas Cargo Cult” comprometido com algum outro tabu? Pelas calças?

 
Obrigado pela sua atenção.

President Drew Faust
Office of the President
Harvard University
Massachusetts Hall
Cambridge, MA 02138 USA




Bradley R. Smith, Founder

Committee for Open Debate on the Holocaust
PO Box 439016
San Ysidro, California 92143
Desk: 209 682 5327


Email: bradley1930@yahoo.com


Web: http://www.codoh.com/


quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Caça às Bruxas, Caça à Multa ou Apenas a Caça à Liberdade de Expressão?

Há muito tempo que já tinha aberto a caça à liberdade de expressão, mas estamos perante uma autêntica demonstração de que não há mesmo a mínima reserva ou contemplação para ninguém. Caso após caso, exemplo atrás de exemplo. Avançamos para que futuro e para que mundo, afinal?...

Vamos ver mais estes dois exemplos:

Tribunal Alemão aplica multa a Bispo que nega o Holocausto - Um bispo ultraconservador Britânico foi multado em 16,822 dólares (12,000 euros) na Alemanha por ter negado o Holocausto numa entrevista a uma televisão Sueca.
Um tribunal da cidade de Regensburg, na Baviera, aplicou uma multa contra Richard Williamson por incitamento e ligação à negação do Holocausto, afirmou o seu advogado Matthias Lossmann.

Penso que se lembram:



Será que se ele viesse defender a justiça da invasão da Hungria ou da Checoslováquia em Maio de 1968 também seria condenado? Será que se ele viesse defender o regime de Estaline com os seus Gulags e a sua KGB também seria multado?

Outro exemplo:

França condena cómico negro por anti-semitismo - Juízes Franceses condenaram o comediante negro de extrema-direita [vou escrever outra vez: Dieudonne M'bala M'bala , um COMEDIANTE NEGRO DE EXTREMA-DIREITA????!!!!! O jornalista que escreveu esta pérola merecia um prémio… O PRÉMIO DA ESTUPIDEZ!!!!] ao pagamento de 20.000 euros (30.000 dólares), devido a um espectáculo considerado anti-semita e onde ele convidou um notável negacionista do Holocausto ao palco.

O tribunal de Paris multou Dieudonne M'bala M'bala, um Francês com 43 anos e actor de “stand up comedy“ a 10.000 euros de multa pelos seus “insultos anti-semitas em público” e a mais 10.000 euros por danos e honorários judiciais às organizações que o processaram.

O actor Francês foi processado depois de ter convidado Robert Faurisson, um académico já condenado pela prática da negação do Holocausto, para o palco durante um espectáculo de comédia em Paris para receber um prémio satírico de um actor vestido como um Judeu detido num campo de concentração.

O cómico admitiu na audiência que o espectáculo tinha sido um "atentado à bomba com comédia", mas defendeu o seu direito à liberdade de expressão. Organizações anti-racistas e de defesa dos Judeus congratularam-se com o veredicto.

Recordemos:

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (III)

Estes últimos dois 'posts' mostram bem como os pesos e as medidas podem ser tão diferentes. Pior do que ser pedófilo ou assassino, traficante de droga ou ladrão, é duvidar de um facto histórico. Reparem que em nenhum dos casos se defendeu qualquer regime ou sistema político. APENAS DE QUESTIONOU ALGO QUE É NORMAL QUALQUER PESSOA PODER QUESTIONAR E/OU DUVIDAR. Faz parte da essência do Homem procurar saber como se fazem as coisas. Faz parte da essência do Homem ter curiosidade em como se passaram as coisas. Se o podemos fazer PARA TODO O RESTO PORQUE NÃO O PODEMOS FAZER PERANTE HOLOCAUSTO?!!!!

Podemos acreditar em OVNIS - HÁ TANTOS TESTEMUNHOS!!!! - mas ninguém é multado ou preso por acreditar ou não, por falar sobre isso, por escrever a defender a sua veracidade ou a sua falsidade!

O mesmo se passa com Deus. Podemos duvidar da sua existência porque actualmente já ninguém vai para a fogueira por causa disso! José Saramago chamou "filho da puta" a Deus no seu mais recente livro "Caim" e as pessoas, no máximo, só poderão criticar as palavras e a atitude mas ninguém o vai multar ou prender! É a sua "liberdade de expressão" que funcionou. Goste-se ou não.

Vamos a um caso muito recente passado em Portugal: Maitê Proença utilizou a sua "liberdade de expressão" para ridicularizar a História e o povo Português - e depois veio dizer que era só "humor e vontade de brincar porque eles no Brasil brincam muito e com tudo".

E a pensar também na minha liberdade de expressão e de informação, resolvi colocar aqui uma das muitas respostas que encontrei na Internet:

"Cara Maitê,

Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!
Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!
Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?
Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...

Sabes o que me lembrei???
Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:

1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7ª maravilha do mundo??"

2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."

3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em ipanema gritando o seguinte: "quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? e vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)

4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este "preto" era bom?? para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"

Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!

Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!

Um beijo pá..

E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programa porque há pasteis para todas!!

Beijos pá

Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.

Outra chamada de atenção que quero fazer, será o facto de usar a expressão "preto" no ponto 4º. não terá qualquer intenção racial subjacente ...será uma forma de ironizar a desplicência com que Maitê trata de alguns temas. Longe de mim querer magoar qualquer tipo de raça..."

Ofensivo? Xenófobo? Foi a "liberdade de expressão" da pessoa que o escreveu...

Encontrei depois outras formas de "liberdade de expressão" que procuravam criticar o vídeo de Maitê Proença - alguns bastante exagerados, diga-se. Mas... existe ou não "liberdade de expressão" para todos?! Ou é só para alguns?!!!



O meu preferido deixei para o fim:


Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (II)


Os pontos de vista de Antonio Caracciolo, um académico Italiano da Universidade de Roma "La Sapienza", relacionados com a negação do Holocausto, provocaram uma onda de protestos com apelos à sua demissão. O investigador de 59 anos descreveu o Holocausto Nazi durante a Segunda Guerra Mundial - ou o extermínio de seis milhões de Judeus - como uma "lenda" e acrescentou que as câmaras de gás "são uma das muitas ‘verdades’ que precisam de ser verificadas".

O chefe da comunidade Judaica de Roma, Riccardo Pacifici, disse que vai mover uma acção judicial contra o académico. "Estamos a aguardar que a universidade tome medidas para proteger os estudantes e que, certamente, tome medidas contra Caracciolo ", disse Pacifici." Estamos confiantes de que o Universidade não será a única instituição de agir e que o conjunto da sociedade civil irá fazer o mesmo."

(…)

O reitor da "La Sapienza", Luigi Frati, anunciou que a universidade "está a considerar tomar medidas disciplinares" contra Caracciolo, sem dar mais detalhes. "Ele faria bem em visitar Dachau, como eu fiz quando tinha 16 anos, ou se ele não conseguir fazer isso, as Grutas Ardeatine " disse Frati. Ele estava a referir-se ao antigo campo de concentração Nazi na Sul da Alemanha e ao massacre de 333 civis italianos ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial em Roma pelas tropas Nazis.

O ‘mayor’ de Roma Gianni Alemanno declarou a sua oposição ao que se estava a passar na universidade: "Não considero que um professor que defende a negação do Holocausto possa ensinar em "La Sapienza".

(…)

Caracciolo negou que fosse um “revisionista histórico” e diz que acredita na liberdade de pensamento e de expressão que, aliás, estão são garantidas na Constituição Italiana.

Não é a primeira vez que um académico italiano manifestou tais pontos de vista. Em Novembro do ano passado, Roberto Valvo, um professor de história foi suspenso depois de ter alegado que “não havia nenhuma prova do Holocausto”.
[Leia a notícia na íntegra.]


sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão




Vejam como funciona a censura sob o capitalismo do mercado livre: Hikind v. Irving

O sionista Hikind ordenou à empresa de crédito American Express para impedir que os leitores do historiador David Irving possam pagar os seus livros com a American Express. E a empresa cumpriu a "ordem" de Hikind! - não fosse ela também ser acusada de "anti-Semitismo" ou "racismo", algo que, no mundo actual, é muito pior do que ser pedófilo ou homicida!


Vamos ver o que Glenn Beck ou Rush Limbaugh vão fazer agora. Censura no mercado deveria ser algo de interesse vital para eles. Mas aposto que não vão fazer nada, porque seria uma profunda ofensa os seus donos Sionistas se fossem divulgar ou protestar esta restrição especial ao comércio.

Beck é uma válvula de segurança que possui a magia de ser ‘uma pessoa que sabe sempre melhor o que fazer’. A questão mais premente na cena internacional: evitar as nuvens de radiação cogumelo de uma guerra nuclear. Beck apoia a guerra com armas nucleares de "Israel" contra o "demónio" o Irão. Internamente e constitucionalmente, a questão mais urgente diante de nós é trazer à justiça os conspiradores que estavam dentro do governo dos E.U.A. e que ajudaram a projectar os ataques terroristas de 9 / 11 de 2001. Beck apoia e divulga a versão oficial do governo Federal obre o 9 / 11. Ele denunciou com veemência e pediu a renúncia de um dos "czares de Obama", porque o "czar" tinha insinuado que o governo dos E.U.A. estava por detrás do 9 / 11.

Qualquer que seja o "bom" que ele possa fazer, Glenn Beck leva milhões de Americanos a dormir sobre as duas questões mais importantes, obrigando-os a acordar e a agir. A ‘Criptocracia’ tem enganado o povo novamente, usando uma frente “rebelde contra-sistema”. Este é um velho argumento que nunca falha.

Limbaugh transformou-se num mártir da liberdade de expressão devido às declarações que fez sobre jogadores de futebol negros - o que lhe deu bastante protagonismo. No entanto, o caso de Irving não tem recebido quase nenhuma publicidade, relegando-se esse protagonismo para o “politicamente correcto”.

Dov Hikind, filho de sobreviventes do Holocausto, está liderar uma autêntica carga cem conjunto com outros seus colegas com o objectivo de forçar a American Express a rescindir definitivamente o contrato com o conhecido “negacionista” do Holocausto David Irving, que iniciou uma série de conferências nos E.U.A. para promover o lançamento do seu novo livro, supostamente “cheio de ódio”, Banged Up: Survival as a Political Prisoner in 21st Century Europe [Banged up: Sobreviver como um preso político na Europa do século XXI].

"A noção de que uma entidade financeira bem credenciada, como a American Express, realiza negócios com alguém da laia de Irving é absolutamente espantoso para mim", comentou Hikind.

Para expressar a sua indignação, Hikind e uma dúzia de outros funcionários, incluindo o senador Democrata , John L. Sampson, escreveram a presidente da AMEX e da CEO Kenneth I. Chenault, dizendo: "Ao receber percentagens com os ingressos para ir ver e ouvir o Sr. Irving nos Estados Unidos, uma ‘tournée’ com um discurso cheio de ódio, bem como para as suas publicações, a sua empresa está a patrocinar uma mensagem repugnante ".


Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Série Turca Polémica Levanta Protestos de Israel

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Israelita Avigdor Lieberman convocou, na última quarta-feira o embaixador Turco em Israel como protesto contra um novo drama passado na televisão da Turquia e que retrata os soldados das Forças de Defesa de Israel como brutais assassinos. Lieberman instruiu os funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros para protestarem face dos seus homólogos Turcos. Ele realçou que este tipo de séries reflectem um grave nível de incitamento ao ódio - e com a aprovação do governo.

O programa chamado Ayrilik, apresenta uma história de amor que se desenvolve durante a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, segundo a imprensa Israelita. No entanto, parte de um episódio disponível no YouTube mostra várias imagens do IDF abrutalizar o população Palestiniana, com crianças a serem abatidas com tiros no peito e pontapés em pessoas idosas no chão, entre outras coisas.

No vídeo, os soldados Israelitas podem ser vistos a disparar no peito contra uma menina que apenas sorri, a fazerem avançar um tanque através de uma rua movimentada e alinhando um pelotão de fuzilamento para atirar contra os Palestinianos. O programa foi transmitido no canal Turco TRT1, canal de televisão patrocinado pelo próprio estado., segundo a imprensa Israelita.

Eles também relatam que o drama passado na Web "traz para a realidade a ferida aberta da Palestina. Retrata a tragédia de ambos os lados ao longo de gerações... Esta temporada foca as mulheres e crianças e a história da Palestina, bem como a noção de que o solução final é o amor, a compaixão e paz no mundo." [leia a notícia na íntegra]


sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lady Renouf no Parlamento Europeu - "UMA PROVA - UMA ÚNICA PROVA!"


Há várias formas de impedir que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação em nome de qualquer coisa que nunca ninguém percebe muito bem o que é.
Por exemplo,
podemos tentar impedir que a pessoa "incómoda" faça a difusão da matéria "incómoda". Podemos, por exemplo, fazer desaparecer a pessoa incómoda. Podemos, no fundo, fazer uma série de coisas que, dizem alguns, é tudo em nome da nossa própria "segurança e bem estar" (???!!!) - esta é a tal parte que eu nunca percebo muito bem o que é...

Mas para que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação não podem existir assuntos protegidos e intocáveis. Infelizmente, todos sabemos que o facto histórico denominado "Holocausto" é o único sobre o qual não se pode falar abertamente sem se correr o risco de sermos imediatamente rotulados de "nazis" ou "anti-semitas" se duvidarmos ou questionarmos a versão oficial.

Seguidamente, iremos apresentar um verdadeiro acto de coragem
[o original foi retirado daqui - e tem ainda umas notas finais de Robert Faurisson]:

No Parlamento Europeu, durante a conferência contra a “Negação”,
Lady Renouf pediu uma prova, uma simples prova, do “Holocausto”

De Londres, onde vive, Lady Michèle Renouf esteve recentemente em Bruxelas e aí, com as necessárias autorizações, no dia 6 de Outubro de 2009, teve a possibilidade de tomar parte, no edifício do Parlamento Europeu, na conferência sobre “Negação e Democracia na Europa”. Dedicada à preparação de uma lei ‘pan-Europeia’ que tem a intenção de criminalizar o revisionismo (mais conhecido como “negação do Holocausto”), a conferência atraiu cerca de duzentas pessoas, entre os quais alguns membros do próprio Parlamento Europeu; foi moderada pelo Alemão Elmar Brok, um antigo jornalista, ele próprio também um ‘MEP’. Numa ligeira intervenção em Inglês, Lady Renouf resumiu os argumentos de várias intervenções, naturalmente todas anti-revisionistas, cada uma mais miserável do que a outra.

Entre as fotografias que ela incluiu na sua apresentação estão algumas de Gilles Karmazyn; até agora, nos seus longos esforços na Internet a fim de localizar revisionistas e os seus escritos, este pobre Torquemada tinha tido sucesso em esconder a sua face e nenhuma imagem sua conseguia ser encontrada no Google ou na Wikipedia.

Mas o mais surpreendente é que, por sorte, Lady Renouf, desconhecida para as pessoas presentes na conferência, obteve permissão para falar depois dos participantes que estavam no programa e ela – que não é nem revisionista nem anti-revisionista – conseguiu fazer um apelo para um debate livre sobre “o Holocausto“; foi ao ponto de pedir, como conclusão naquele debate, uma prova, uma única prova da existência das câmaras da gás Nazis.

Em todo o caso, nos tempos actuais, parece existir a sensação de eu os argumentos exterminacionistas, como dizem os Americanos, é algo que corre sem combustível. Podemos mesmo questionar se a mentira das supostas câmaras de gás Nazis de gás estão, mais ou menos, no mesmo patamar que Ariel Sharon. E, se estão mortos, não é mais do que tempo para os enterrar?


Um comentário breve e enérgico

Aqui está, a seguir, o breve e enérgico comentário de Lady Renouf. No mesmo, as letras “WMD” designam “weapons of mass destruction” [armas de destruição em massa] atribuídas a Adolf Hitler, ou seja, “câmaras de gás” e também “furgões de gás”, supostamente concebidas e usadas para assassinar Judeus na Europa, mas que, em ambos os casos, jamais tenha sido encontrado qualquer vestígio que o prove e que, por óbvias razões físicas e técnicas, são, simplesmente, inconcebíveis.



Obrigado, Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores


Esta conferência é intitulada "Negação e Democracia". Há, seguramente, apenas uma maneira de combater a "negação" num contexto "democrático" – não instituindo debates sobre a negação através de Europa, mas, em vez disso, fornecendo provas documentais que desmintam os negacionistas. Há duas semanas, Benjamin Netanyahu dirigiu-se às Nações Unidas argumentando que possuia provas – os denominados desenhos técnicos de construções industriais de WMD – e que tinha sido rejeitadas por peritos Judeus, tal como Professor Van Pelt, que foi ao ponto de dizer que "os negacionistas devem estar a divertir-se porque isto demonstra como as pessoas são crédulas". Estes mesmos documentos apresentados como provas por Netanyahu, foram, aliás, inicialmente descobertos e publicados em 1976 (como prova da normalidade das câmaras de gás para desinfectar a roupa) pelo veterano revisionista Professor Robert Faurisson!

Poderá esta conferência especializada ter sucesso onde Netanyahu fracassou? Poderá esta conferência fornecer-nos um – apenas um - item documental que funcione como prova e que possa fazer frente às fontes críticas revisionistas sobre o Holocausto? Deveremos apenas silenciar tais vozes cépticas com ameaças, multas e sentenças de prisão ou iremos ensinar as nossas crianças nas escolas que o debate/negação da fonte histórica é uma crítica normal? Viram o "Guidelines for Teaching about the Holocaust” [“Directrizes para o Ensino do Holocausto"? Se me permitirem, irei fazer uma citação: "Deve ser tomada em consideração não dar uma plataforma aos negacionistas... nem procurar desmentir a posição dos negacionistas através de um debate histórico normal e argumentos racionais".

Como antiga conferencista numa universidade pedi, por favor: Poderá a União Europeia fazer aquilo que a ONU não fez e fornecer-nos hoje um documento com o qual as crianças da escola e os seus professores possam contar? Nem a lei contra o negacionismo define o que é uma WMD industrial, pelo qual se condenam cidadãos da Europa e não só a vários anos de prisão".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Nova Inquisição Espanhola


O Partido Popular de Valência decidiu substituir Ricardo Costa como Secretário Regional por César Augusto Asencio.

O jornal El País revelou que o Sr. Asencio é um negacionista do Holocausto, que descreve aquele facto histórico como "a maior fraude da História" num artigo publicado em 1979 no ‘Diario Información’. Ele descreve o extermínio de seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial como uma "lenda".

Nesse artigo, ele afirma que um "estudo detalhado" mostra que "existe propaganda a uma escala mundial"que está nas mãos dos Judeus, suportando a sua posição com inúmeras fotografias e documentos. Referiu ainda que a Cruz Vermelha Internacional nunca mencionou a existência de quaisquer câmaras de gás ou extermínios e massa nos seus relatórios. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 6 de setembro de 2009

Gotz Aly - A Próxima Censura?...



O historiador Götz Aly, autor do livro "Hitler's Beneficiaries", acusou os soldados Aliados negros de serem os responsáveis pela violação sistemática de mulheres Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Ele também contraria a ideia generalizada de que os soldados da Alemanha Nazi já derrotada eram obrigados a lutar. O historiador compara os actos dos soldados negros da Grã-Bretanha e da França às violações em massa feitas pelos soldados do Exército Vermelho Russo na Alemanha Oriental. "Todas as localidades do Sudeste Alemão têm histórias para contar das violações dos soldados negros e que não são muito diferentes das histórias dos Russos [que praticavam o estupro sistematicamente." Aly afirma também que Mahatma Gandhi foi "um dos maiores amigos da Alemanha Nazi" porque ele e o Terceiro Reich partilhavam um inimigo comum.

A notícia pode ser lida na íntegra
aqui.

O Revisionismo em Linha desconhece quanto tempo faltará para este historiador Alemão também ser rotulado, multado ou até mesmo preso pelos seus comentários e visão histórica.
Também não sabemos se acontecerá alguma coisa ao Telegraph On-line por ter colocolda a notícia. O que sabemos é que caminhamos para um mundo em que os "crimes do pensamento" se tornaram demasiados perigosos para certos grupos policos e religiosos.

Pat Buchanan CENSURADO!


Como tiveram oportunidade de ler, o Revisionismo em Linha realçou aqui o artigo de Pat Buchanan por considerar válida qualquer abordagem que nos possa ajudar a perceber melhor um facto histórico, seja ele qual for, não só porque A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO, mas também porque A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO são valores que defendemos de forma firme e decidida!

Talvez por isso não ficámos surpreendidos com o que aconteceu logo a seguir:

A MSNBC eliminou [POR OUTRAS PALAVRAS, FECHOU, CENSUROU!] a coluna de Pat Buchanan em que este defendia [DEVEM TER LIDO OUTRO ARTIGO, POIS EU NÃO LI QUALQUER "DEFENSA". APENAS UMA ANÁLISE, PELOS VISTOS, INCÓMODA PARA ALGUÉM] as acções de Hitler, horas após o National Jewish Democratic Council [Conselho Nacional Democrático Judeu] ter exigido a remoção do artigo do seu site.

Buchanan, um comentador conservador, tinha alegado que Hitler não queria guerra e que as acções dos Aliados tinham sido desnecessárias [É A OPINIÃO DELE - E DE MUITAS OUTRAS OUTRAS PESSOAS! E APRESENTOU DADOS E SUPOSTAS PROVAS DO QUE DEFENDIA!].

"A MSNBC tomou uma decisão responsável" na remoção da coluna, referiu num comunicado o presidente da NJDC, David Harris. "Nenhuma organização noticiosa digna pode empregar e promover um comentador que defende uma tal vil ficção",acrescentou. "Esse tipo de revisionismo histórico é deplorável." [REPAREM QUE NEM SE PREOCUPAM EM TENTAR CONTRARIAR BUCHANAN. NÃO PRECISAM DE APRESENTAR QUAISQUER PROVAS, DADOS, REGISTOS, TESTEMUNHOS, NADA!!!!, QUE DEMONSTRE QUE BUCHANAN ESTÁ A ENVEREADAR PELA TAL "VIL FICÇÃO".


Como Buchanan já tinha sido acusado de fazer outros comentários "racialmente insensíveis" e "anti-semitas", bastou um saltinho, uma queixinha, um recordar do "passado tenebroso" do comentador politicamente incorrecto, para o banir, sanear (na Europa seria multado e preso!), censurar! A liberdade Sionista é mesmo assim: rápida e eficaz...

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Porque Se Tornou Shlomo Sand Uma Pessoa Incómoda?

Parece que a censura à liberdade de expressão atinge todos. Será Shlomo Sand também "nazi" ou "anti-semita"?...




E o que é que incomoda tanto os Sionistas e os seus lacaios para tentarem, por todas as formas, impedir que a verdade seja revelada?

domingo, 23 de agosto de 2009

A Caça aos Hereges do Século XXI




















As “verdades” impostas pelos juizes jamais tem sido capazes de se sustentar

Durante a Alta Idade Média, a nossa civilização vivia no meio de uma atmosfera carregada de homicidios, de intolerância e de fanatismo religioso, onde os hereges e as bruxas eram perseguidos sob a acusação de terem relações com o diabo. Mas, como a historiografia actual salienta, nenhum tribunal conseguiu alguma vez demonstrar satisfatoriamente a existência destas supostas relações e, muito menos, a existência do Maligno. Tal coisa, no entanto, não era obstáculo que detivesse as autoridades religiosas e seculares que, dominadas pela histeria colectiva, declaravam como "prova" o que até agora resulta impossível de se provar e, sobre esta base, sentenciavam para seus auto-declarados inimigos a um horrível destino.

A morte destas indefesas vítimas na fogueira, longe do bem intencionado propósito de purificar pelo fogo a alma e o corpo pecador, e com isso albergar a remota esperança de misericórdia ante o Altíssimo, apontava antes para a submissão das massas através da chantagem emocional e do terror psicológico. O terrível espectáculo de ver um ser humano devorado pelas chamas, cumpria eficazmente a sua função dissuasiva.

A protecção da fé medieval dependia de uma grande máquina de religiosos, magistrados, corpos de sábios e outros voluntariosos cúmplices, cujos ofícios nos tribunais inquisitoriais e processos de bruxas se distinguiam por um imenso ódio contra os acusados. Cegados pelo fanatismo, estes guardiões da religião do Estado tinham a firme crença de que com tais juízos contribuíam para a luta contra o demónio e contra o seu reino do mal; e até acreditavam merecer retribuições divinas por cada vitima queimada nas piras. Nem suspeitavam que estes miseráveis que, mediante tais crueldades arbitrárias, não faziam outra coisa senão adoptar o papel do mesmíssimo Satanás e se converter em instrumentos para acrescentar a dor e as injustiças no mundo.

Nos nossos tempos, infelizmente, parece que as nossas autoridades ou não aprenderam ou querem ignorar as lições de uma das passagens mais sinistras da história. Assim, nos nossos dias, em pleno século XXI, vemos que as perseguições em defesa do sacro-santo Holocausto tomaram o lugar das perseguições de hereges e bruxas do século XVI. Os demonólogos contemporâneos vieram substituir com métodos brutais o Reductio ad Diabolicum pelo Reductio ad Hitlerum.
É assim que podemos estabelecer paralelos realmente assombrosos e preocupantes, entre as perseguições de revisionistas do século XXI e a desumana perseguição medieval de hereges e bruxas.
Depois de conhecer as verdadeiras práticas deste tipo de perseguição, seria muito ingénuo da nossa parte esperar que, por exemplo, os proeminentes revisionistas Ernst Zündel, Germar Rudolf, David Irving e Siegfried Verbeke tivessem sido sujeitos a um julgamento justo e imparcial, de acordo com as normas fundamentais do direito internacional.


Perseguição contemporânea de hereges

Deixando de lado alguns avanços humanitários conseguidos desde então quanto a medidas punitivas e restringindo-nos puramente ao que diz respeito à legislação, perseguição e argumentação, foi possível estabelecer as seguintes 22 semelhanças, bastante bizarras, entre a perseguição medieval de hereges e a perseguição contemporânea de revisionistas (na fraseologia inquisitorial: “negadores do holocausto”) nas “democracias ocidentais”:

1. Tal como os hereges cristãos eram inapelavelmente equiparados aos falsos predecessores (exemplo: os cátaros anti-cristãos), assim os revisionistas são todos falsamente equiparados com nazistas e fascistas.

2. Os perseguidos não são culpados de alguma acção criminosa. A grande ofensa está em que eles estudaram criticamente certas concepções oficiais (estatais) e fizeram públicos as suas descobertas; só por causa disso é que se fizeram puníveis de castigo, além de execráveis.

3. O seu crime é a não crença na religião oficial do Estado (dogma).

4. A acção vigorosa de chantagem/censura legal e social não deixa às pessoas dissidentes, críticas da verdade protegida por lei, outra alternativa que transmitir “ilegalmente” as suas opiniões ao público.

5. Eles são vistos como apostatas e, por causa disso, denunciados e perseguidos.

6. Na realidade, o principal objectivo deste tipo de perseguições não é castigar as vítimas, mas principalmente, lançar um aviso e colocar "cabeças ensanguentadas na picota", para escárneo e dissuasão de outros potenciais críticos à ideologia do Estado.

7. Os actos de acusação estão baseados numa lei ocasional (Malleus Maleficarum “Hexenhammer”, uma farsa jurídica ao estilo do Tribunal Militar Internacional - Nuremberg, a Lex Auschwitz, Loi Gayssot, entre outros), isto é, no tipo de axiomas político-religiosos contra os quais não se permite defesa alguma.

8. A parte acusadora dispõe de ilimitados recursos (financeiros) e tem de seu lado os mercantilistas de notícias. Os acusados, em geral, carecem quase até do indispensável e, encontram-se, desde o início do processo até a leitura da sentença, sob uma intensa acção de calúnia, com a opinião pública contra ele.

9. Os promotores e juízes são incapazes de provar a verdade das suas teses. Eles fazem referência meramente a conhecidas abstrações, santificadas pelo poder do Estado.

10. Com frequência procuram refúgio em acusações do tipo estereotípico e figurativo, não identificáveis objetivamente (“bruxaria”, “racismo”, “anti-semitismo”, “insulto à memória dos judeus assassinados”).

11. A verdade, ou a busca da verdade, é de pouco ou nenhum valor neste tipo de tribunal. Quando a crença prevalece, a ciência emudece. (1)

12. A auto-defesa que é feita com evidência científica e concreta é considerado como prova da justificativa das prisões.

13. Hæresis est maxima, opera maleficorum non credere (“O maior pecado está na negação do pecado”). Em nossos tempos: Hæresis est maxima, holocaustum non credere.

14. As pessoas que não acreditava em algumas partes das doutrinas religiosas recebiam a terrível designação de “hereges”. As pessoas que não acreditam em algumas partes do “Holocausto” recebem a terrível designação de “negacionistas”, “neo-nazistas”, “fascistas”, “anti-semitas”, etc. Todos eles serão entregados ao linchamento social (o equivalente ao “são bento” medieval), à ruína económica e à morte na fogueira.

15. Não se permite à defesa apresentar com evidência o que prove os argumentos dos defendidos. Em alguns países europeus, os defensores também podem ser presos. (2)

16. A contra evidência é só permitida (selectivamente) para legitimar a farsa jurídica. Nunca será aceite, senão sempre recusada em favor da “verdade” ideológica.

17. As declarações das testemunhas da parte acusadora serão sempre aceites, sem maior pedido de provas; as contradições e impossibilidades demonstráveis contidas em tais depoimentos serão sempre desconsideradas.

18. Nestes julgamentos, não há busca da verdade, somente busca de culpabilidade segundo a letra da lei do Estado.

19. Para os juízes é impossível absolver aos processados ou sancioná-los tenuemente; qualquer amostra de benevolência para o amaldiçoado réu significará a segura auto-destruição do magistrado.

20. Por dita razão, a condenação dos acusados é, de antemão, segura e indisputável, ficando completamente descartada qualquer esperança de um julgamento justo.

21. Para os veredictos desta classe de jurisdição é conferido um valor eterno e apolítico.

22. Tal como ocorreu durante a caça medieval de hereges, também nos nossos dias os mais viciosos excessos à hora de castigar os crimes de pensamento têm como palco a Alemanha. Neste país, dezenas de milhares de pensadores “dissidentes” e assim chamados “negadores do holocausto” recebem castigos desproporcionadamente severos. Em nenhum outro lugar as torturas e crimes contra as “bruxas” foram tão cruéis como na Europa central. Hoje em dia, nessa região, os revisionistas são mantidos cativos nas prisões mais conhecidas, como Stuttgart-Stammheim, o fortemente resguardado centro de isolamento, desenhado para confinar os terroristas mais perigosos. Só na Alemanha, mais de 10.000 pessoas são condenadas anualmente.

Na Áustria, a pena máxima para o revisionismo foi elevada a vinte anos de prisão (!). Semelhante tirania política pouco tem que invejar os regimes Estalinistas. Na Holanda, esta pena máxima era até pouco tempo, por lei, de só um ano, mas devido a uma série de artimanhas jurídicas e à poderosa pressão da Alemanha-EUA, quase em segredo, e à custa do povo e do parlamento holandês, foi recentemente elevada a 5 anos de prisão.

Cada um dos mencionados 22 pontos põe em evidência a perseguição contemporânea de revisionistas, expondo-a como o que realmente é: um descarado crime moral e jurídico; uma violação inaceitável, motivada politicamente, dos Direitos Humanos, da liberdade de expressão, da liberdade de imprensa e da liberdade de ciência.

Nos nossos tempos de raciocínio e de intelecto, o Holocausto aparece como o único fato histórico elevado à categoria de dogma por obra dos nossos modernos e “doutos teólogos”. Nenhum outro capítulo da história mundial está protegido judicialmente, de maneira tão draconiana, como está o Holocausto na Europa.
As discussões sobre o Holocausto pertencem ao domínio do livre pensamento, da liberdade de expressão e da livre investigação científica, e NÃO a uma jurisdição. Nem o poder judicial deveria ter concorrência para julgar problemas que só podem ser elucidados por meios científicos, nem a parte acusadora deveria pôr o problema num nível político.
Mais: a perseguição dos anti-holocaustistas é efectivamente e a todas as luzes uma perseguição racista: quase sem excepção os gentios são perseguidos por judeus ou grupos de pressão judeus. São estes os que iniciam as demandas e o hostilizamento contra os revisionistas, elevando os seus gritos ao céu até que os fantoches do poder judicial das democracias entram em acção contra os acusados. Jamais nenhum dos famosos revisionistas judeus foi levado a tribunal.
Cada um dos promotores, juízes e tribunais que se prestam para acções contra os revisionistas, compartilham uma grande culpa nesta comédia de criminalização do pensamento e os seus nomes serão recordados pelas futuras gerações como exemplos de vileza e desgraça. Conquanto alguns destes magistrados são postos entre a espada e a parede, sem mais alternativa do que co-participar na comissão de tais injustiças, a verdade é que a maioria dos inquisidores resumem voluntariamente, e com orgulho, o abominável papel dos seus antecessores medievais. A perseguição contemporânea de revisionistas, é moral e juridicamente ainda mais maliciosa do que a caça medieval dos hereges.
Naqueles tempos, pelo menos, requeria-se uma confissão do acusado para completar o processo de condenação e, às vezes, alguns réus (aqueles completamente inocentes das acusações) recebiam a graça da absolvição (3). Em troca, nos nossos dias, os “negadores do holocausto” levados ao tribunal por meio de denúncias desonestas são sentenciados a castigos severos.

Curiosamente, a “negação” de Deus, da Criação, do Diabo, de Cristo, de Alá, de Maomé, da Pátria, da Nação, não merece qualquer processo nem sanção alguma nas nossas democracias. Num mundo que já não tem fé em nada nem acredita em nada, só a “negação” do sacro-santo “Holocausto” comove os espíritos com uma fúria contígua no religioso e põe em movimento as molas de toda a maquinaria repressivo-judicial. Somos testemunhas de uma perseguição alimentada por fanatismos e ódios cuja magnitude é maior que durante o obscurantismo medieval.
Ao menos, nesses tempos, havia a remota probabilidade de que as pobres vítimas obtivessem alguma amostra de compaixão cristã. Agora, nos nossos tempos, em lugar de compaixão, só fica aquele visceral ódio judaico, tão bem descrito no Velho Testamento.



Notas:

(1) Apesar de ser um reconhecido defensor da tese holocaustófila, o historiador alemão Ernst Nolte reconhece o desacerto de excluir a argumentação científica: “Frente à importância fundamental da máxima ‘De Omnibus Dubitandum Est’ [se deve duvidar de tudo], alargada à convicção de que qualquer dúvida sobre a imperante concepção do ‘Holocausto’ e dos seus seis milhões de vítimas seja considerada desde um princípio como significado de uma maligna e abominável crença, necessária de proibição, não pode, sob nenhuma circunstância, ser aceite pela ciência, senão que deve ser recusada como um atentado contra a liberdade de investigação científica”.
(2) Recorde-se que naqueles tempos a acusação de herege era a arma mortal mais temível. Se quisesse destruir uma pessoa bastava acusá-la de ser herege, o que equivaleria hoje a acusá-la de ser racista, anti-semita ou negacionista. Por isso, não faltavam acusações infundadas entre inimigos pessoais, devedores, amantes enfurecidas, etc. Em muitos casos, tais denúncias não prosperavam ou as vítimas conseguiam atingir a absolvição depois de se descobrir a motivação dos denunciantes.
(3) Por exemplo, no processo Zündel, na Alemanha, a defesa foi proibida de esgrimir “esses argumentos pseudo-históricos”, sob risco de se fazer também sancionável. Se os advogados de Zündel fizessem questão de fazer uso de ditos argumentos, o público teria que ser desalojado da sala. Às vezes, dada a força da argumentação e o pouco conveniente desta para o sistema, se obriga à defesa a apresentar as suas declarações “só por escrito” (!), evitando assim que cheguem aos ouvidos de terceiras partes. Um sarcástico comentarista descreveu esta caprichosa exigência de argumentação não oral, como uma “litigação entre fantasmas”.




[Traduzido por Centauro daqui e adaptado para o Revisionismo em Linha por Johnny Drake]

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Fredrik Töben Vai Mesmo Para a Prisão


Um dia triste não só para a Austrália, mas também para todas as pessoas que por todo o mundo lutam pela liberdade de expressão e informação - Dr. Toben foi condenado a 3 meses de prisão efectiva.
No dia 13 de Agosto de 2009, pelas 10 horas da manhã, começou o recurso do Dr. Töben. Os numerosos argumentos foram apresentados por David Perkins, advogado de defesa. No fim da audição, os três juízes retiraram-se aproximadamente durante três quartos de hora. Após o seu regresso, leram a sentença, ou seja, que a apelação tinha sido rejeitada, ordenando que a sentença do Dr. Töben começasse imediatamente. Ele acompanhou pacificamente os dois polícias que chegaram vestidos de fato. Inicialmente irá para a prisão de Yatala, de onde se decidirá em que prisão será cumprida a sua sentença.

Leia mais sobre este assunto
aqui.

domingo, 26 de julho de 2009

A Verdade Não Teme a Investigação!



Existem algumas pessoas que insistem que os "factos históricos não podem ser alterados", ou seja, para elas um "facto histórico" é tudo aquilo que "está provado e não há mais nada a dizer" e "quem o procura questionar ou é louco ou defende, directa ou indirectamente, alguma das partes envolvidas".

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que "os Aliados livraram-nos da praga Nazi e dos seus mais acérrimos defensores". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que as SS eram "altos e louros, arianos puros, que seguiam cegamente o seu Fuhrer e todas as suas ordens, defendendo-o até à morte porque estavam a defender também a sua Pátria Alemã" e o bla, bla, bla que todos já conhecemos há muito tempo. Não consigo perceber, então, a quantidade tão variada de nacionalidades que serviram esta unidade...

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente, que a CIA tem feito um trabalho extraordinário para que possamos viver num mundo melhor, livre de radicais fanáticos, quer religiosos, quer políticos". Não consigo perceber, então, como aparece esta notícia.

Deste modo, por exemplo, sabemos perfeitamente que o termo "campos de concentração" ou "campos de trabalho" é a forma simpática de esconder os "campos de extermínio", onde de uma forma mais ou menos dissimulada, um Estado se livra rapidamente dos indivíduos mais indesejáveis. Isso, tal como nos ensinaram nas escolas e nas faculdades, foi uma acção desenvolvida especialmente na Alemanha Nazi e que levou ao "documentadíssimo" e "provadíssimo" facto histórico denominado "Holocausto".

O que eu não consigo perceber é como depois aparecem notícias como esta...

Em resumo, trabalhos como o do Revisionismo em Linha acabam por atrapalhar o politicamente instituído sistema de ensino da História, levantando as dúvidas e as questões normais em qualquer sociedade que honre a liberdade de expressão e de pensamento. Coisa que para alguns só existe se ninguém discordar deles. Se isso acontecer, passamos nós a ser "radicais, extremistas, racistas, anti-semitas", etc.

Lembrem-se sempre que A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!