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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

E Ainda Mais Um Livrinho...



Este magnífico e corajoso livro já tinha sido salientado por nós aqui e também aqui, mas considerei importante voltar a falar dele, especialmente quando pode ser adquirido muito mais barato aqui. Trata-se de uma nova edição, com uma outra capa (da que aparece no Amazon), mas com o mesmo conteúdo: polémico, frontal, politicamente incorrecto - e que merecia, naturalmente, uma tradução para Português.

Livros


Onward Christian Soldiers: An American Journalist's Dissident Look at World War II Donald Day - Crónicas de um observador Americano - Donald Day (1895-1966), escritas durante 22 anos, na Polónia, Letónia, Suécia e noutros países da Europa Central e do Norte, directamente para o Chicago Tribune.




Cultural Insurrections: Essays on Western Civilization, Jewish Influence, and Anti-Semitism - Os movimentos politicos e intelectuais Judeus - Marxismo, Sionismo, neo-conservadorismo ou o multiculturalismo – desempenharam um papel importante no desenvolvimento das sociedade Ocidentais, especialmente no séc. XX. Neste livro, o Prof. MacDonald desenvolve um exame a esses mesmos movimentos e ao seu impacto profundo no mundo Ocidental.



CORRESPONDÊNCIA DE ANTÓNIO SARDINHA - António Sardinha, figura de proa do Integralismo Lusitano, morre cerca de um ano antes do 28 de Maio de 1926, deixando incompleta uma polémica obra de pensamento político, assim como uma obra poética que merece ser revisitada.
Entre Maio de 1910 e Agosto de 1912, Sardinha escreveria quotidianamente a Ana Júlia Nunes da Silva, sua futura mulher. Cartas de amor redigidas por um jovem e fogoso poeta, mas cartas que constituem também um testemunho vivo do Portugal da proclamação da República, das primeiras incursões monárquicas, das greves operárias ou ainda das primeiras desavenças entre republicanos. Nestas confidências o escritor, então republicano convicto, desabafa, diz as suas esperanças, os seus ódios, descreve as suas paixões literárias e artísticas, revelando igualmente as próprias razões da sua futura viragem política e religiosa no sentido da monarquia e do catolicismo.
Fontes para a História das Ideias e dos Intelectuais no Portugal do princípio do século XX, estas cartas, magnificamente escritas, são o retrato fiel de uma época e, em simultâneo, o auto-retrato de um inesperado, e não menos cativante, António Sardinha.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Os Livros da Quinta



Realistic Visionary: A Portrait of George Washington - Um dos maiores mitos de sempre sobre George Washington é que, imediatamente após ele ter feito o juramento para se tornar o primeiro Presidente da nação, terá solenemente adicionado as palavras, "Que Deus me ajude" e assim terá começado uma tradição que foi sempre seguida desde aí.

Infelizmente, a este mito, aceite por historiadores como David McCullough e Kenneth C. Davis, é dado ainda mais credibilidade com o vídeo disponibilizado pelo “The Joint Congressional Committee on Inaugural Ceremonies” [Comité do Congresso Para Cerimónias Inaugurais] realizado pelo Comité de Regras do Senado. Com o título, “Que Deus me ajude”, mostra presidente após presidente proferindo as palavras e cada um declarando que foi George Washington o primeiro a usar a frase. Na realidade, um exame às provas históricas mostra que tal reivindicação é, quase certamente, falsa.
Leia mais aqui sobre este assunto.



Já tínhamos falado dele aqui, mas penso que a obra é suficientemente pertinente para que mereça uma nova abordagem.

Hitler's Fate - Apesar do consenso histórico de que Hitler se suicidou no fim da Segunda Guerra Mundial, ainda existem algumas perguntas sem resposta. A maior pergunta ainda é: Ele, realmente, cometeu o suicídio?


Outras perguntas importantes que ainda esperam uma resposta convincente são:

  • Se Hitler, realmente, se suicidou com um tiro na têmpera direita (como é reivindicado), por que é que os Russos nos mostram, o que é suposto ser o crânio de Hitler, com um buraco de bala no fundo da sua cabeça?

  • Por que é que os Russos recusaram que os Aliados Ocidentais vissem o relatório da autópsia de Hitler?

  • Para que razão três submarinos Alemães atracaram no litoral do sul da Argentina mais de dois meses depois do fim da Segunda Guerra Mundial?

  • Qual era o motivo da discórdia entre a Inteligência Militar Russa (SMERSH) e a Polícia de Estado Secreta Russa (NKVD) no que concerne a Hitler?

  • Para que de razão o avião de Hitler aterrou em Barcelona em 27 de Abril de 1945, três dias antes do suposto suicídio?

  • Por que é que Estaline contou aos líderes Ocidentais que Hitler tinha escapado de Berlim?

  • Por que é que no local onde Hitler e Eva Braun, supostamente, foram cremados, as pranchas de madeira não estavam queimadas?




Christianity and War - Um dos principais grupos de apoio para a “guerra contra o terror” e a guerra no Iraque e noutros países desenvolvida por Bush foi o dos Cristãos evangélicos. Apoiavam-se numa justificação religiosa para atacar o Islão e reivindicavam o apoio Bíblico e moral para a sua posição.
Laurence Vance compartilha a sua posição religiosa, mas não a sua política. Acompanhou-os durante uma década, na qual escreveu um livro durante essa luta e que examina as responsabilidades morais de pessoas religiosas em tempos de guerra.
Porém, Vance pagou um alto preço pelos seus escritos reunidos neste excelente livro. Perdeu a sua posição como docente num colégio Bíblico. Mas ao escrevê-lo ele também deixou a todas as gerações futuras de Cristãos uma excelente defesa de uma posição Cristã verdadeiramente histórica em favor da paz e da liberdade.





sexta-feira, 9 de janeiro de 2009

Livros da Casa


«O Meu Diário de Guantánamo é o primeiro livro que dá vida ao local e aos prisioneiros. Ao mesmo tempo triste, revoltante, mas também comovente e enternecedor, está maravilhosamente escrito. É um livro espantoso.» — ARYEH NEIER, presidente do Open Society Institute e antigo director executivo da Human Rights Watch











Como complemento ao "postal" de ontem e ao comentário do Diogo, gostaria que lessem isto.


sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Para o Fim-de-Semana

Aquilo que o "politicamente correcto" não deixa passar pelos média aqui do burgo...



E se parte das experiências dos médicos Nazis tivessem sido aproveitadas pela própria comunidade científica Alemã?... Pode saber mais sobre este assunto aqui e encomendar o livro aqui.


Vídeos sobre as SS no Youtube??? Ui, isso é "propaganda nazi" e "anti-semitismo"! Corta! Corta!


E se tiverem paciência,
vejam e ouçam isto neste fim-de-semana.


Para finalizar, de leitura obrigatória,
esta crónica, que não é nova, de Robert Faurisson.

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

Os Livros da Quinta... e um Feliz Natal

Apesar de ser época de festa, não quisemos deixar de fazer o nosso trabalho, mesmo neste dia.



As livrarias da Polónia estão a reabastecer com cópias de um livro que aborda o anti-semitismo naquele país depois da Segunda Guerra Mundial enquanto o mesmo está a ser investigado sobre se transgride ou não a lei que proíbe a “calúnia contra a Nação”. O livro, Fear, Anti-Semitism in Poland After Auschwitz”, de Jan Tomasz Gross, professor da Universidade de Princeton. O livro de Gross, que responsabiliza pelo assassinato de centenas de Judeus depois de Segunda Guerra Mundial o anti-semitismo Polaco e a sua avareza, foi criticado por académicos, pela Igreja católica e também pelos próprios cidadãos Polacos... [saiba mais aqui sobre este assunto]





Podem ler mais sobre este livro aqui, encomendá-lo aqui ou fazer o seu descarregamento aqui.



A notícia não é nova, mas serve de exemplo para recordar outros "testemunhos" que há mais de meio século também juravam a pés juntos algo que, actualmente, ao ser questionado, acarreta consequências gravosas.



(retirado daqui)


Claro que a música da época não podia faltar...



sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Livros e Filmes


War Without End: The Iraq War in Context

Pode encomendar este livro aqui.



Pearl Harbor: The Story of the Secret War







quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Os Livros da Quinta


Ao escreverem O Segredo dos Templários, obra editada pelas PEA, que só em 2004/2005 vendeu 50 mil exemplares em Portugal, Lynn Picknett e Clive Prince desvendaram conspirações ancestrais que envolviam conhecimentos secretos acerca de Jesus, Maria Madalena e João Baptista, muitas das quais se concentravam nas actividades de certos indivíduos e grupos alegadamente relacionados com o Priorado de Sião. Segundo palavras de Dan Brown, a investigação destes dois escritores constituiu uma das fontes de inspiração para o autor escrever o célebre Código Da Vinci.
Agora, em O Segredo de Sião, os autores analisam mais a fundo esta organização sediada em França, centro de muita controvérsia, da qual se diz ser a protectora de grandes segredos religiosos e históricos.Conheça as novas revelações!
Desde que se conheceram em 1989, Lynn Picknett e Clive Prince colaboraram em várias investigações que resultaram no sucesso editorial: O Segredo dos Templários, entre outros.As suas investigações centram-se nas sociedades secretas, heresias, nas origens do Cristianismo e conspirações.

Aqui pode encontrar o original em Inglês.




Um destacado historiador Americano mostra aqui, de forma brilhante e provocativa, a sua opinião através de ensaios que abordam temas como os crimes de guerra durante a Segunda Guerra Mundial, os horrorosos bombardeamentos Aliados, o Fascismo, os ‘média’ americanos, a aventura de guerra de Estaline, o imperialismo pós-guerra de "defesa" da América e muito mais. Importante para qualquer um que se interesse verdadeiramente pela história do século XX.




Durante a Segunda Guerra Mundial, é-nos dito constantemente que foram mortos seis milhões de Judeus durante o Holocausto. Mas como Don Heddesheimer nos mostra neste importante e cuidadoso trabalho de pesquisa, o famoso número de seis milhões já tinha sido utilizado muitos anos antes. Durante a Primeira Guerra Mundial, e nos anos que se seguiram - especialmente no período 1918-20 - grupos de Judeus fizeram propaganda a esse número, reivindicando que milhões de Judeus tinham perdido a vida na Europa oriental e que muitos mais enfrentavam o mesmo destino.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Quem Está, Realmente, Por Detrás do Massacre de Mumbai?


Gosto pouco daquela areia irritante que nos costumam lançar para cima entre as novelas e os concursos que inundam os canais televisivos.

Portanto, leiam isto, mais isto e ainda isto.

E depois talvez comecem a perceber porque insistimos noutras leituras que, normalmente, nunca são traduzidas.


Porque "ignorante não é aquele que não sabe. Ignorante é aquele que tem consciência da sua ignorância e nada faz para mudar"...

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Livros, Vídeos... e Não Só

O Haarentz publicou esta notícia em que se uma notícia em que o Presidente da Assembleia das Nações Unidas, Miguel D'Escoto Brockmann, afirma que as políticas de Israel são semelhantes à época do apartheid na África do Sul. Merecia uma reflecção sobre se este senhor não será uma "anti-semita disfarçado"...

E quando falamos de "anti-semitismo" também podemos falar de quem não apoia iniciativas pedagógicas
como esta. Porque, como se sabe, quem não apoia, está contra nós...

Quanto aos "Livros da Quinta", apresento-vos
a minha descoberta da semana (retirado, com a devida vénia, daqui).

Não resisto a colocar também mais este exemplo de um autor quase desconhecido, mas fantástico:

"SINFONIA Nº2
Anton Mikhailovich escarrou, fez «ah», voltou a escarrar, fez outra vez «ah» e foi-se embora. Tanto pior para ele! Vou antes falar de Ilia Pavlovich.



Ilia Pavlovich nasceu em 1893, em Constantinopla. Pequeno ainda, levaram-no para S. Petersburgo, onde concluiu estudos na escola alemã da rua Kirochnaia. Depois trabalhou numa loja, depois fez outra coisa qualquer, e quando começou a revolução emigrou para o estrangeiro. Olhem, tanto pior para ele! Vou antes falar de Anna Ignatieva.Mas falar de Anna Ignatieva não é assim tão simples. Começa por que não sei nada dela, e depois acabo de cair da cadeira e esqueci tudo quanto tinha para contar. Vou antes falar de mim.


Sou alto, não sou nada parvo, visto com elegância e gosto, não bebo, não vou às corridas mas tenho um fraco por mulheres. E as mulheres não fogem de mim. Gostam mesmo que dê passeios com elas. Serafina Izmailovna convidou-me mais do que uma vez para ir a casa dela, e Zinaida Iakolevna também costumava afirmar que tinha muito prazer em ver-me. Com Marina Petrovna é que se passou uma coisa divertida, que desejo contar. Uma coisa banalíssima mas ainda assim divertida. Marina Petrovna ficou completamente careca por minha causa, careca como um ovo. O facto deu-se desta forma: um dia fui a casa de Marina Petrovna, e ela «zás!», completamente careca. Só isto."



Ao ler
esta notícia descobri que, afinal, pode não ter sido Homero que escreveu “A Odisseia”! O famoso poema épico grego, provavelmente datado do Séc. VIII a.C., foi escrito pela princesa Nausicaa. Para o romancista londrino, Robert Graves, terá sido esta siciliana a autora do livro. A ideia não é nova, e podemos assegurar que se baseia, claramente, nas teses de Samuel Butler. Aqui tudo gira em torno de Nausicaa. A narrativa de aprendizagem histórica retrata-nos os dramas, evidencia as tragédias e mergulha-nos, profusamente, nas paixões desta princesa do país dos Feácios (povo da mitologia grega) que desejava atingir a imortalidade através de um dos principais poemas da história da literatura universal.
Dotado de um léxico que mistura com grande arte e engenho o real histórico à imaginada ficção deste autor inglês, o livro é também um tributo a esta personagem da Odisseia, incondicional admiradora de Homero. Nausicaa, uma heroína do oeste siciliano parece ter soltado os seus dois irmãos da morte e salvado o trono do pai (o hospitaleiro Rei Alcínoo que ajudou Ulisses num naufrágio) de um usurpador sem escrúpulos. No meio de tanta bravura e destreza, muito característico das epopeias, a perícia desta princesa permitiu-lhe ainda livrar-se de um maldito casamento detestável.
O New York Times diz que Robert Graves, um grande estudioso da mitologia, aplicou, em “A Filha de Homero”, toda a sua mestria psicológica e arqueológica. É caso para se dizer que menos não seria de esperar deste que foi considerado um dos melhores escritores ingleses do século XX. Robert Greves, com cerca de uma centena de livros publicados, ficou, essencialmente, conhecido pela sua poesia. No entanto, os seus romances históricos continuam a perpetuar-se ao longo dos tempos. Outro dos grandes best-sellers deixados por Graves foi “Rei Jesus”, um polémico livro que nos remete para um trágico e atormentado Jesus Cristo, inimigo das mulheres.



Para finalizar, resolvi partilhar estes vídeos com vocês:





quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Aquilo Que Vejo... E Aquilo Que Não Vejo...


Hoje, "Os Livros da Quinta" têm mais uns extras para compensar as férias...

Vejo celebrações, comemorações, com medalhas e nomes de ruas para muitos "lutadores pela liberdade e pela democracia", mas encontrar homenagens semelhantes a estas existem poucas, porque "os maus" e "os bons" são sempre os mesmos...

Já vimos vários planos para que nos programas escolares ninguém se esqueça de certos "massacres, genocídios, limpezas étnicas"... Mas apenas aqueles onde "os maus do costume", supostamente, são os resposáveis, como vimos ontem. O que eu não vejo são, por exemplo, análises como esta. Conheciam? Duvido...

Por isso cada vez mais existe a necessidade de outras visões, outras análises, outras leituras. Como esta. Sem fantasmas, sem preconceitos, sem tabus.

Lembram-se da história da perseguição dos Nazis a quase tudo o que era "literatura, cultura e arte"? Pois bem, parece que com a dança as coisas foram diferentes... E, claro, que acreditamos que não tenha sido apenas com a dança.

Para finalizar, devemos dar uma leitura atenta à primeira grande crítica ao julgamento de Nuremberga.

quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Os Livros da Quinta


Quinze Batalhas Decisivas da Humanidade - Um dos mais influentes trabalhos de história militar alguma vez publicado. O autor considerou quinze batalhas como decisivas, tendo-as escolhido não pelo número de mortos ou feridos, não pelo seu estatuto nos mitos ou na ciência, mas porque mudaram o curso da história. O relato cativante dos acontecimentos, o domínio da narrativa, as brilhantes conclusões sobre os efeitos das batalhas e a sagaz análise, catapultou esta obra para o patamar dos clássicos: uma obra que vale a pena ser lida e estudada pelas gerações vindouras, do mesmo modo que o foi pelas gerações passadas. Uma perspicaz análise sobre liderança e táctica eleva-a para o domínio das preferidas de muitos generais contemporâneos.




Generais Romanos - O império romano foi criado e mantido através do seu exército, uma das mais eficazes e poderosas forças militares em toda a História, e do engenho e arte dos seus generais. De Scipio, Africanus que combinava o misticismo com uma determinação de ferro; a Aemilius Paullus, o conquistador da Macedónia; a Caesar, um líder agressivo e carismático, até Trajano o último grande conquistador, o historiador militar Adrian Goldsworthy narra, através destes generais, a história do Império Romano, a evolução do seu exército e do sistema político que o dirigia. De vitória em vitória, de conquista em conquista, estes generais foram figuras fundamentais na história de Roma. As suas tácticas, capacidade de liderança e decisões estratégicas marcaram durante séculos a arte da guerra. Mas, muitas vezes os homens que comandavam legiões dominavam também o Estado em tempos de paz.




The Founding Myths of Modern Israel - Neste trabalho encontramos um duro e poderoso golpe contra os mitos históricos perniciosos citados durante décadas para justificar agressão e repressão Sionista, incluindo a lenda Israelita de “uma terra sem povo para um povo sem terra”, e contra o mais sagrado dos ícones Judaico-Sionista, a história do extermínio no Holocausto. Para receber benefícios financeiros, como álibi para políticas indefensáveis, e para outras razões, os Judeus usaram o que o autor chama de "mitos teológicos” para lhes dar credibilidade a exercerem um "direito de escolha divina teológica".




'Democracy' in Israel - Um notável economista e escritor de ‘best-sellers’ responde aos que afirmam que Israel é “a única democracia do Médio Oriente” com o facto de que, na prática, as coisas não são bem assim e as suas instituições têm muito pouco de democrático.
Dacey apresenta provas da supressão sistemática dos direitos mais básicos dos Palestinianos; estado de segunda classe para Cristãos e para outros não-Judeus; desigualdade para as mulheres; discriminação contra indivíduos negros e Judeus Orientais; estado de poder policial; e muitas outras características da lei e da política Israelita que mostram a mentira da ficção de que o estdo Sionista é uma democracia.

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


Podem fazer aqui o ‘download’ gratuito, em formato 'pdf', do último livro deste conhecido historiador Britânico. David Irving conta a história surpreendente da sua prisão de 2005 na Áustria pelo “crime” cometido 16 anos antes, de expressar pareceres contrários sobre o tratamento de guerra aplicado aos Judeus na Europa, e do seu julgamento e encarceramento de quatrocentos dias.
Este livro inclui recordações de Irving da sua carreira e da sua vida pessoal e familiar. Tem dez capítulos, com numerosas fotos, e inclui um prólogo e um epílogo. Tem aproximadamente 145 páginas. Também disponível para venda aqui.






Autor de A Tirania da Inocência, Pascal Bruckner é um reconhecido autor e um fervoroso representante do neo-conservadorismo em França. O Complexo de Culpa do Ocidente é um ensaio, politicamente incorrecto, sobre o masoquismo dos povos ocidentais que desperta nas nossas mentes uma reflexão sobre a culpa ocidental face ao resto do mundo. Até que ponto a Europa se encontra minada por esta espécie de hedonismo disfarçado e paralisada por este sentimento obsessivo? «O mundo inteiro odeia-nos e nós também o merecemos». Esta frase revela-nos bem até que ponto os tormentos do arrependimento têm habitado o nosso continente, sobretudo a partir de 1945.

Cravada pela abominações passadas, as guerras incessantes, as perseguições religiosas, a escravatura, o fascismo, o comunismo, a Europa desenvolveu este sentimento, o qual se sente na obrigação de alimentar e que a leva a adoptar uma postura face ao mundo que oscila entre o masoquismo e a libertação. Este continente «seria assim devedor de tudo aquilo que ele não é, acusado de todos os processos, condenado a todas as indemnizações.» Contudo, «as nações europeias esquecem-se que elas, e só elas, se esforçaram por ultrapassar as suas atrocidades» de forma a conseguirem aprender com os seus pecados e se livrarem de todo o mal. «E se a contrição fosse uma outra faceta da abdicação?».

sexta-feira, 24 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta (Infelizmente, Só à Sexta...)


Há muito tempo esgotado, The Mystery of Banking [O Mistério do Negócio Bancário] é talvez o trabalho menos apreciado de Murray Rothbard. Isso é uma pena porque é um modelo de como aplicar a sua teoria económica, imparcial e objectivamente, das origens ao desenvolvimento das instituições do mundo real e avaliar as suas consequências. É a "economia institucional" no seu melhor estilo. Neste livro, a instituição sob escrutínio é o negócio bancário central historicamente entrelaçado no Sistema Federal de Reserva – o banco central dos Estados Unidos. Pode ler mais sobre este livro aqui.




A Noontide Press fez uma remodelação no seu site e tornou-se mais fácil a encomenda on-line de livros, discos e outro material. A Noontide Press oferece uma grande selecção de temas "politicamente incorrectos" e até mesmo provocadores, onde se incluem livros, discos e cassetes do Institute for Historical Review, um centro amplamente reconhecido na investigação e publicação revisionista, assim como livros e panfletos de Ralph Myles, um já conhecido editor e defensor da liberdade de expressão e informação.






O Priorado do Cifrão - Em Londres, na sala do Museu Britânico onde está exposto o Estandarte de Ur, foi encontrado morto Sir Alastair Hopkins-Smith, um conhecido académico inglês. O corpo estava numa estranha posição, com o polegar da mão direita metido na boca, como se estivesse a chuchar no dedo.Paralelamente, há outras ocorrências: o desaparecimento misterioso, na Áustria, de outro académico, o Prof. Heinrich Loewe; e a morte, num acidente de viação suspeito, de um escritor português, Alfredo Estria, um velhote excêntrico que escreve e publica obras de cunho esotérico.

Há algo de comum nos três homens: todos eles se preparavam para atacar violentamente um livro que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser um êxito mundial, o romance The Caravaggio Papers, de Ben Browning, que, através de um suspense bem urdido, passa a mensagem de que, na sua origem, a doutrina cristã era de tipo orgiástico…

The Caravaggio Papers foi publicado por um grande grupo editorial de origem americana, a Thoth International, que detém uma editora portuguesa, a Codex 3, onde trabalha Miguel, o jovem protagonista deste romance.


E mais não se pode dizer… Quem leu estas linhas já certamente percebeu que O Priorado do Cifrão é uma (excelente) charge a realidades que todos nós conhecemos e que têm hoje em Portugal uma inesperada actualidade.Ridendo castigat mores – terá dito para si próprio João Aguiar, que certamente se divertiu a escrever este livro tanto como todos nós nos divertimos ao lê-lo.

quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


Durante séculos o poder da magia e o encanto dos mitos, das lendas e mistérios das tradições nórdicas despertaram o interesse de magos e dos que procuravam a espiritualidade de todo o mundo.
Em MISTÉRIOS NÓRDICOS, Mirella Faur aborda a complexidade cosmológica e mágica do universo escandinavo de forma prática e acessível, trazendo à luz a mais completa e bem documentada obra já publicada sobre o tema em língua portuguesa. O leitor, mesmo sem qualquer conhecimento prévio sobre os assuntos tratados, poderá aprender e aplicar - com consciência e responsabilidade - os "mistérios sussurrados" pelos mestres de outrora, a fim de tornar sua vida mais plena e harmoniosa, em perfeito alinhamento e sintonia com as forças cósmicas e telúricas.





Em 1991, Felícia Cabrita foi pela primeira vez a África. Aterrou em Angola e estava longe de imaginar que grande parte da sua carreira como jornalista iria ser dedicada a desbravar o manto de silêncio que escondia os massacres cometidos nas antigas colónias portuguesas durante o Estado Novo.
O seu relato inicia-se na década de 50, com uma página negra da nossa história: os massacres de Batepá, em São Tomé, onde a realidade ultrapassou em muito a ficção. A jornalista segue o rumo da história para relatar os massacres da UPA, em 1961, sobre os colonos portugueses; passa pela luta na Guiné; descobre os sobreviventes do massacre de Wiriyamu, que rouba a vida a centenas de moçambicanos.
Com a saída dos portugueses, a guerra civil continua a fazer as suas vítimas, Sita Valles é uma delas. Eduardo, de catorze anos, outra, morrendo em 2001, no mato, às mãos dos guerrilheiros da UNITA que se sente cada vez mais encurralada. Porque não há guerras santas, a jornalista traz-nos o lado mais sombrio dos homens. «Tentei perceber as minhas personagens individualmente e, uma vez lançadas no mundo, neste caso a guerra, interpretar o seu desempenho no comportamento colectivo. A história tem ciclos, repete-se sem novidades e o homem, seja qual for o continente, é sempre igual nos vários palcos onde o inferno assenta.»
Pode encomendar o livro aqui.






VENCEDOR DO NATIONAL BOOK AWARD 2007
Best-seller do New York Times, do Los Angeles Times e do Washington Post . Um dos 10 melhores livros do ano para a Time Magazine, para o The Washington Post e para a The Economist. Um dos favoritos do ano para os leitores da Amazon.

Nos últimos 60 anos, a CIA tem conseguido manter uma reputação formidável, apesar da sua terrível folha de serviços, escondendo os erros em arquivos ultra-secretos. A sua missão era conhecer o Mundo. Quando não o conseguiu, resolveu mudá-lo. Os falhanços da Agência deixaram-nos, segundo a expressão do presidente Eisenhower, «um legado de cinzas».
Agora, Tim Weiner, vencedor por duas vezes do prémio Pulitzer, oferece-nos a primeira história completa da CIA – onde tudo está registado. História da CIA – Um Legado de Cinzas baseia-se em mais de 50 000 documentos, centenas de entrevistas a veteranos da CIA, incluindo dez directores da Agência. Descreve a história da CIA desde a sua criação após a Segunda Guerra Mundial, as suas batalhas na Guerra-fria e na guerra contra o terrorismo, até ao seu quase colapso após o 11 de Setembro.
Por que razão onze presidentes e três gerações de agentes da CIA não conseguiram compreender o Mundo, porque é que quase todos os directores da CIA deixaram a agência ainda pior do que estava, e por que razão estes falhanços puseram profundamente em risco a segurança nacional dos EUA e do Mundo. Estas são algumas das questões a que esta obra, há muito esperada veio dar resposta. Um livro que foi esplendidamente recebido pela crítica americana e que permanece há vários meses no top de livros mais vendidos do The New York Times.



quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


The blood of Dresden - O autor Kurt Vonnegut foi um prisioneiro de guerra em Dresden durante os bombardeamentos dos Aliados e, mais tarde, foi forçado a abrir campas para enterrar os mortos daquela cidade em ruínas. Através dos documentos descobertos após a sua morte, no ano passado, ele fornece-nos um testemunho que relata aquela ‘brutalidade obscena’ que inspirou o seu romance Slaughterhouse-Five. podem ler mais aqui e encomendar os livros de Kurt Vonnegut aqui e aqui.



MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE:
Os militares dos EUA ensaiam um golpe de Estado.

Bush é deposto depois de ordenar o ataque ao Irão; a segunda revolução Americana está agora a caminho!

Escritor/Locutor radiofónico anti-sionista nomeado Presidente interino!

Imaginem se estes títulos de jornais fossem verdadeiros. Seguramente, já pensou o que VOCÊ poderia fazer se VOCÊ fosse alguma vez eleito presidente. Durante 25 anos Michael Collins Piper tem escrito e realizado debates sobre os problemas da América e do mundo. Agora, neste que é o seu primeiro trabalho de ficção, Piper descreve as circunstâncias em como se tornou Presidente em 2008 e o que aconteceria como consequência disso.
O livro chama-se MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE: An Unabashed, No-Holds-Barred Memoir of the Second American Revolution and its Aftermath e pode ser encomendado
aqui.



El HOLOCAUSTO BAJO LA LUPA, de Jürgen Graf - A Libreria Europa apresenta-nos uma compilação dos argumentos revisionistas até 1992, de Jürgen Graf. O livro trás, igualmente, uma exposição integral do tema “testemunhos oculares vs. Leis da natureza” e pode ser encomendado aqui.



E para os que nos criticam por só quase apresentarmos livros estrangeiros, aqui vão também duas sugestões nacionais:


Para Além de Capricórnio - A Austrália descoberta pelos Portugueses. Num recôndito espaço de um antigo rancho em Los Angeles, hoje a Huntington Library, existe uma colecção de quinze mapas, conhecidos como Atlas Vallard, que representam o mundo conhecido até 1545. Em dois desses mapas estão marcados vários pontos geográficos da costa australiana em português.Em Para Além de Capricórnio, Peter Trickett desafia as convictas certezas que atribuem a descoberta da Austrália e Nova Zelândia aos holandeses, a que se teria seguido o britânico James Cook. Podem encomendar o livro aqui.



Cristóvão Colombo: O último dos Templários, de Ruggero Marino - Quem era Cristóvão Colombo? Um marinheiro galardoado acima dos seus méritos? Ou algo mais, muito mais? Porque assinava Christo Ferens, aquele que leva a Cristo? Com base numa nova interpretação de antigos mapas e documentos, o autor revisita a história do «navegador dos dois mundos» e da «descoberta» da América. Aquilo que se afirma neste livro nunca foi dito em cinco séculos de públicações colombianas: cabala secular, um policial histórico-político-teológico, com pano de fundo aquímico-esitérico, parentescos surpreendentes, heranças templárias e cavaleirescas. Podem encomendar o livro aqui.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

'O Grande Livro das Religiões' Fala em "1,2 milhões de Judeus Mortos no Holocausto"!


O Grande Livro das Religiões descreve as principais religiões de todo o mundo, desde o Cristianismo, o Judaísmo e o Hinduísmo às várias religiões da China, passando pelo Budismo, o Siquismo e o Islamismo.
Contém, ainda, capítulos dedicados às religiões das antigas civilizações egípcia, grega e romana, às crenças tradicionais dos Aborígenes da Austrália e dos Índios da América do Norte, e às novas religiões, como o Rastafarianismo e o movimento New Age.



No capítulo “A Diáspora”, na página 91, na legenda desta fotografia., pode-se ler:

“Judeus a serem levados do gueto de Varsóvia em 1943 por soldados alemães das SS. Estima-se que 1,2 milhões de Judeus tenham sido mortos no Holocausto.”

“1,2 DE JUDEUS MORTOS NO HOLOCAUSTO”?! MAS NÃO TINHAM SIDO 6 MILHÕES????

O Revisionismo em Linha aconselha um forte protesto contra a Editora Asa e para todas as livrarias que vendam tamanha mostra de negação de um facto histórico tão comprovado… Negar os “6 milhões” é negar o Holocausto! Portanto… Punição para a Asa!!!!
PS.: Apesar de hoje apenas querer colocar conselhos literários, li com muita preocupação esta notícia que nos deixa a todos os que se interessam pela verdade histórica cada vez mais alarmados! Lendo o que encontrei neste livro sobre as religiões e mais tudo o resto que já tive oportunidade de ler e de investigar, resta-me fazer esta pergunta: TOBEN É PRESO PORQUÊ?!!! Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

Livros da Quinta


Tal como referimos, as quintas-feiras são destinadas aos livros...

O livro The Army of the Republic, de Stuart Archer Cohen, é um de mais fascinantes romances do ano. Cohen elabora um argumento claustrofóbico e opressivo passado num futuro próximo e que tem tanto de assustador como de corajoso, face ao clima político actual. Depois das detenções na Convenção Nacional Republicana deste ano, da privatização dos programas de governo e a perda de muitos do nossos direitos civis mais básicos, este livro começa a parecer menos como o "futuro próximo" da América e mais como o "amanhã".


O Revisionismo Histórico... no tempo da Guerra Fria.


Já tinhamos falado dele aqui, mas resolvemos voltar a fazer referência. O Holocausto em Angola parece-nos ser, no mínimo, um livro corajoso e não apenas um livro com um título sensacionalista.



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Leituras Para o Fim-de-Semana (Sempre às Quintas - Hoje Excepcionalmente à Sexta...)


Este 'post' deveria ter sido colocado ontem, mas por razões que me ultrapassaram, tal não foi possível.
O Revisionismo em Linha, todas as quintas-feiras, apresentará uma série de obras que considera terem alguma importância para uma melhor compreensão do mundo e da sua história. Como em qualquer escolha ou selecção, ficarão por mostrar ou por apresentar outras que também aqui teriam lugar.
Comecemos pelo último trabalho de Julie Summers, com o título Stranger in the House, retrata a visão das mulheres que viram os seus maridos partirem para a guerra e que os viram regressar entre 1945 e 1947 com as suas histórias e os seus traumas.



Nas crónicas de Liberty In Eclipse podemos verificar a violação aos direitos mais básicos e até mesmo às liberdades que datam da Magna Carta – coisas que quer o regime de Bush quer o de Clinton foram responsáeis:

- Tortura de inocentes

- Prisão de pessoas sem julgamento mesmo apesar do governo as ter exonerado

- Vigilâncias que ignoram o Quarto Mandamento da Constituição

- Destruição da separação de poderes consagrado na Constituição e o crescimento do executivo de unidade e do “Princípio da Liderança” Entre outras coisas…

É o tipo de livro que nos relata um prognóstico futurista repleto de um pessimismo paranóico. E o governo não contesta nada do que é afirmado! Em 1964, John Stormer também abanou a nação com o livro None Dare Call It Treason. Liberty In Eclipse é o None Dare Call It Treason da nossa geração.



Aqui está o mais recente “Smith's Report” , dedicado ao 20º aniversário do Relatório Leuchter, um dos mais significativos argumentos revisionistas – apesar de conter algumas falhas.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Livros, Revistas e Vídeos


A mais recente edição da Barnes Review é inteiramente dedicada a um dos mais importantes livros de Aleksandr Solzhenitsyn sobre a Revolução Russa, Os Judeus na União Soviética.

Sobre a crueldade da Administração Bush – podem assistir aqui provavelmente ao livro mais completo e informativo, sobre a aprovação da administração Bush do uso da tortura e de "rendições extraordinárias” de supostos terroristas de países do terceiro mundo, continua a manter-se na listas dos livros mais bem vendidos. Publicado inicialmente em Julho, "The Dark Side: The Inside Story of How the War on Terror Turned into a War on American Ideals", de Jane Mayer e editado pela Doubleday, ainda se encontra na lista do The New York Times dos 10 primeiros livros de não-ficção mais vendidos de 2008.

Llewellyn H. Rockwell, Jr. é fundador do
Ludwig von Mises Institute em Auburn, Alabama, editor do LewRockwell.com e autor do Speaking of Liberty e aqui fala-nos da autêntica calamidade que constitui a administração Bush e o seu conservadorismo.