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segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

Holodomor: O Holocausto Escondido

O Extermínio dos Ucranianos pelos comunistas no Inverno de 1932-1933.

Sete milhões foram mortos pela fome. A humanidade nunca tinha visto um programa de extermínio tão eficiente como o realizado pelos comunistas. Curiosamente, a historiografia oficial continua a fechar os olhos a este facto histórico. Mais um exemplo dos tais "crimes dos 'bons'" que nunca são condenados nem falados pelos principais meios de comunicação social.

sábado, 31 de dezembro de 2011

"Tears of Gaza" - em Inglês

Três anos depois do autêntico massacre em Gaza, não poderíamos terminar o ano sem recordar aquilo que outros procuram esquecer, fechar os olhos ou simplesmente ignorar!

O Verdadeiro e Actual Holocausto na América: As Provas

Não serão notícias agradáveis para partilhar no último dia do ano, mas a verdade não teme a investigação. E a investigação não tem hora nem dia marcados!

Alex Jones apresenta as provas de que o governo americano pretende matar lentamente os seus cidadões - e não só! - num autêntico holocausto. O seu objectivo é reduzir a população mundial. Para isso, os eugenistas que domínam os estados no mundo estão a trabalhar em todos os campos possíveis para atingir e dominar a reprodução e a fertilidade!

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

O Holocausto Indiano


É comummente aceite que os nazis mataram cerca de 6 milhões de judeus.

É sabido que os comunistas assassinaram, só no período estalinista, entre 25 e 27 milhões de pessoas.

O que se desconhecia - e para mim foi uma completa surpresa - é que Winston Churchill, um dos mais venerados estadistas do século passado, também tem a sua quota-parte de mortos.

Já se sabia que Churchill não tinha em grande conta a vida humana quando, apenas a três meses do fim da II Guerra Mundial, estava a Alemanha já militarmente exangue, ordenou, com o auxílio norte-americano, o criminoso massacre aéreo de Dresden, no qual pereceram 250 mil civis sob o efeito devastador das bombas de fósforo.

Agora ficámos a saber que, em 1943, o primeiro-ministro inglês provocou deliberadamente a morte, pela fome, de 3 milhões de indianos que viviam, então, sob domínio britânico. Metade do que matou Hitler e, é certo, 1/9 do que assassinou Estaline.

Em todo o caso, um número impressionante, que atira a reputação de Churchill também para o caixote do lixo da infâmia.

Num recente livro, intitulado “Churchill’s Secret War”, Madhusree Mukerjee, estudiosa que já pertenceu ao conselho de editores da Scientific American, denuncia o desvio de alimentos que Churchill fez de Bengala, região propositadamente empobrecida pelas políticas segregacionistas da administração britânica, recusando mesmo a ajuda alimentar oferecida por americanos e canadianos, que teria permitido evitar aquele autêntico holocausto indiano.
[Podem continuar a ler aqui].

quarta-feira, 16 de junho de 2010

As Crianças de Gaza

Infelizmente, este documentário não possui legendagem em Português, mas a sua importância e relevo são fundamentais para perceber uma outra realidade que os média não passam diáriamente quando abordam este assunto.










terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

O Genocídio Esquecido



Estudantes do St. Louis Community College-Meramec (STLCC) produziram um documentário exaustivo com o título " The Forgotten Genocide" ["O Genocídio Esquecido"]. O filme examina o sofrimento de todos os indivíduos de descendência Alemã atrás da Cortina de Ferro.

No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética conduziu de forma sistemática os descendentes Alemães da Europa Oriental para campos da morte com o claro objectivo dos levar à extinção, talvez uma forma de responder aos ataques Alemães aos Soviéticos desde o início da Primeira Guerra Mundial.

Examinando as relíquias daquela era e através de entrevistas com sobreviventes que vieram para a América (20 por cento dos quais ficaram em St. Louis), os estudantes de STLCC recuperaram a história deste período triste e "esquecido" da história da humanidade. [leia a notícia na íntegra]

Este documentário dificilmente passará pelas televisões do mundo (se chegar ao Youtube e aguentar uns dias sem ser censurado já será uma vitória...) porque foi um "CRIME DOS BONS"! E "os bons" Aliados, como sempre aprendemos, fizeram tudo para nos salvar...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (III)

Os Bombardeamentos do Terror

[Tradução de algumas partes do vídeo]

Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:

Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos.
A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.

Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.

Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.

Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.

Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.

Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.




Sobre este assunto, podem ainda ler:

The Dresden Holocaust - Focal Point Publications.

Apocalypse at Dresden - R. H. S. Crossman - Esquire magazine (1963.

The Blood of Dresden - Kurt Vonnegut.

Why Dresden Was Destroyed - Jacques R. Pauwels

Dresden - um Holocausto real.

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Gaza - Um Ano Depois

Enquanto os tolerantes do costume (desta vez na Austrália) se preparam para lançar para cima da mesa uma proposta radical de censura à livre informação contida na Internet, deixo-vos com este vídeo de Norman Finkelstein (podem assistir ao discurso completo aqui) que faz, passado um ano, uma análise aos violentos acontecimentos em Gaza.




Sobre o mesmo assunto, podem assistir a mais este vídeo deste especialista Judeu em assuntos do Médio Oriente. (o som não é o melhor).

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

O Histerismo do Costume: Protesto Contra Visita de Ahmadinejad ao Brasil



Cerca de 800 pessoas estiveram na Praia de Ipanema, no Rio de Janeiro, para protestar contra a vinda ao Brasil do presidente do Irão, Mahmoud Ahmadinejad. A passeata reuniu diversos grupos judaicos e de movimentos de defesa dos negros, dos direitos das mulheres, homossexuais, além da União Cigana e de um integrante da Sociedade Beneficente de Desenvolvimento Islâmico. Leia a notícia na íntegra.

Como facilmente podemos perceber, há sempre os histéricos do costume a servirem de lacaios aos "eleitos coitadinhos" do costume...
Mas nem todos se vergam. Há quem lute. Com todas as forças e em todas as frentes. E porque o multam? E porque o prendem? PORQUE DENUNCIA A MENTIRA! A FARSA! O EMBUSTE!

Mas essa farsa não é a única que prende as nossa atenções. Há OUTROS HOLOCAUSTOS que nunca prenderam a atenção dos média, dos investigadores, dos historiadores, dos políticos, etc.. - E exemplos não faltam.

O silêncio também é cúmplice. E tem um preço. E a verdade... ESSA NUNCA TEME A INVESTIGAÇÃO!

terça-feira, 18 de agosto de 2009

As Bombas Nucleares Foram o Fim da Guerra?


O mundo já conhece perfeitamente a história das duas bombas atómicas lançadas pelos EUA sobre Hiroshima na segunda-feira do dia 6 de Agosto de 1945 (“Little Boy”) e sobre Nagasaki na quinta-feira, dia 9 do mesmo mês (“Fat Man”).

“O lançamento das bombas serviu para colocar um ponto final na guerra", disse o Presidente Harry Truman.

Podem ter feito terminar a guerra, mas não fizeram cessar os bombardeamentos sobre o Japão.

No dia 14 de agosto de 1945, depois de duas bombas atómicas terem sido lançadas sobre o Japão e depois do Imperador Hirohito ter aceite a rendição porque “o inimigo possui agora uma nova e terrível arma com o poder de destruir muitas vidas inocentes e causar danos incalculáveis", o General Henry Harley “Hap” Arnold, unicamente para fazer aumentar o seu já inflamado ego (foi nomeado general de quatro estrelas em 1944), desenvolveu uma acção de terror nunca antes vista e completamente desnecessária dos céus sobre o Japão. (...)

Porque é que os ataques de 11 de Setembro contra a América são considerados "actos de terrorismo", mas um 'raid' com mais de 1000 aviões que bombardeou Tóquio, depois do lançamento de duas bombas atómicas, já não?

Com Pearl Harbor ou sem Pearl Harbor, o bombardeamento de Tóquio, no dia 14 de Agosto de 1945, foi um acto miserável e desprezível – pior que o bombardeamento de Tóquio, pior que o de Hiroshima e pior do que Nagasaki – porque foi completamente desnecessário. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 9 de agosto de 2009

Hiroshima e Nagasaki

Infelizmente, não foi possível no Revisionismo em Linha relembrar mais cedo esta tragédia. Apesar de atrasado, fica o registo deste "OUTRO HOLOCAUSTO" que, por ter sido praticado "pelos bons", já não merece referência noutros blogues que se afirmam defensores "da memória dos que sofreram nesta guerra".

Talvez denunciar estes e outros crimes desses "bons" seja algo considerado como um "perspectivismo relativista, verbalismo vazio ou demagogia pseudocientífica".



Podem ler mais sobre este assunto aqui, aqui e também aqui.

terça-feira, 14 de julho de 2009

O Genocídio Silenciado Pela Grã-Bretanha


Um novo filme relata a terrível história da “Solução Final” de Estaline e a vergonhosa cumplicidade de Churchill

Uma venda é arrancada dos soldado. Olhando em redor para tentar perceber o que está a acontecer, nota que está numa floresta. Olhando para baixo, vê um fundo e longo fosso, repleto de cadáveres com um uniforme ‘cáqui’. Tem apenas segundos de vida. Sente que está perante o seu crucifixo, mas uma bala interrompe a conversa com o seu Criador. O seu cadáver inanimado tomba para o buraco no chão.

Depois dele, outro homem avança e é-lhe retirada a venda. O mesmo ritual. Outra bala assobia por outro cérebro. Depois outro. E outro. O procedimento repulsivo é repetido até que o buraco enche com os corpos de centenas e centenas de homens inocentes.

Isto é a cena angustiante de um devastar nova película, Katyn. O nome vem da aldeia situada na Rússia ocidental onde os corpos de mais de 4.000 prisioneiros de guerra Polacos de guerra desenterrados em 1943. (...)

Ao todo, mais de 22.000 Polacos – aproximadamente dois-terços oficiais e policia, os restantes eram prisioneiros políticos - sofreram o mesmo destino pavoroso: serem executados, sem julgamento ou mesmo aviso, e lançado como carcaças para sepulturas em massa.

Os seus assassinos eram da NKVD, a polícia secreta Soviética. De facto, o principal carrasco do NKVD puxou pessoalmente o gatilho plo menos umas 6.000 vezes somente em 28 dias.

O primeiro genocídio da Segunda Guerra Mundial tornou-se conhecido como o Massacre de Katyn. Aconteceu em Abril de 1940, 21 meses antes do regime Nazi ter decidido a “Solução Final” na conferência de Wannsee em Janeiro de 1942. [Actualmente, não há nenhum historiador sério que defenda haver provas de que naquela conferência se tenha decidido o destino fatal para os Jusdeus].

Podem ler a notícia na íntegra aqui.

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes



A vida em Gaza após a invasão Israelita - Seis meses depois da sangrenta guerra de Israel com o Hamas, em Janeiro, e que durou três semanas, Peter Beaumont entrevistou três mulheres que ele conheceu imediatamente após a invasão.

Assista aqui a um 'online slideshow' dos crimes de guerra de Israel em Gaza e pode ler mais sobre este assunto aqui.

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".

A verdade não teme a investigação!

Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

‘Holodomor’ Prova Mais Uma Vez: Os Judeus Estão Entre os Maiores Assassinos em Massa de Todos os Tempos!


Tudo começou em 1917: "Cada Russo comum encarou qualquer Judeu como seu juiz e como seu executor. Onde qualquer Russo ia, encontrava sempre um Judeu numa posição superior à dele". (Sonja Margolina, "Das Ende der Lügen" The End of the Lies, Siedler Publishing House, Berlin 1992, page 60). "A Revolução Bolchevique na Rússia foi um trabalho planeado pelos Judeus pelo descontentamento para com os Judeus. O nosso Plano é ter uma Nova Ordem Mundial. O trabalho realizado tão maravilhosamente na Rússia tornar-se-á uma realidade no mundo inteiro". (The American Hebrew Magazine, New York, Sep. 10, 1920)

Mais que 50 milhões de pessoas foram assassinados durante esta era sob comissários Judeus. No entanto, actualmente, quando existe qualquer tentativa tímida de um ‘Goyim’ para trazer à luz do dia estes crimes, universalmente únicos, à justiça, os Judeus guincham histericamente que "isso é injusto, incita ao ódio inter-étnico" - aqui podem ver o que se passa, por exemplo, nos EUA para com as vozes incómodas. No entanto, forçar um homem inocente de 90 anos de idade (John Demjanjuk) a ir de maca para uma sala de audiências de um tribunal Alemão, isso é perfeitamente correcto.

Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.

quinta-feira, 7 de maio de 2009

Os Crimes 'dos Bons' que Nunca São Crimes


Existem "outros holocaustos", alguns deles muito pouco conhecidos. Mark Weber fala-nos aqui do destino de milhares de Alemães que ficaram à mercê da "justiça" (???!!!) do "Aliados" vitoriosos.

Sobre este tipo de "crime dos bons" - que nunca são considerados 'crimes de guerra' - podem ler esta notícia (que já tem uns anos):

Espancamentos, privações do sono e fome, tudo isto foi usado contra os homens das SS e da Gestapo num campo de prisioneiros de guerra em Kensington mantido em segredo e escondido da Cruz Vermelha (…).A London Cage foi usada, parcialmente, como um centro de tortura, onde um grande número de soldados e oficiais Alemães foram submetidos a sistemáticos maus-tratos. Um total de 3.573 homens atravessaram a Cage e mais de 1.000 assinaram “confissões” de crimes de guerra. A brutalidade não acabou com a guerra: um considerável número de civis Alemães juntou-se aos militares que ali foram interrogados até 1948 (…). Um representante do tribunal de Hamburgo afirmou que inúmeros réus morreram de fome e foram sistematicamente espancados na London Cage, eram sujeitos a banhos de água fria e castigos com artifícios eléctricos. Leia a notícia na íntegra aqui.

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Plano Morgenthau (II) - A Crueldade dos Vencedores



Em resposta à mensagem de Eisenhower, o CCS (6) aprovou o estatuto de DEF apenas para prisioneiros de guerra em poder dos americanos. Os membros britânicos do CCS haviam recusado adoptar o plano americano para os seus próprios prisioneiros. As principais condições que Eisenhower havia estabelecido eram as seguintes:

«B) Os alemães são responsáveis pela alimentação e manutenção das tropas alemãs desarmadas.

C) O procedimento adoptado não se aplicará a criminosos de guerra nem a outras categorias de pessoal alemão procurado nem a outras pessoas localizadas no seio das Forças Armadas Alemãs e retidas por questões de segurança. Dever-se-á continuar a proceder à detenção de todas as pessoas suspeitas como criminosos de guerra ou por questões de segurança militar e não como prisioneiros de guerra. Estas serão alimentadas, alojadas e em geral administradas pelas Forças Aliadas. As autoridades alemãs não exercerão qualquer controlo sobre elas.

D) Não deve haver declarações públicas acerca do estatuto das Forças Armadas Alemãs ou das tropas desarmadas.»

Segundo esta mesma disposição, a contravenção à Convenção de Genebra foi mantida secreta. Quanto ao segundo parágrafo da mensagem, esta refere que: «É acrescentada a seguinte declaração dos Chefes de Estado-Maior Britânicos: Se o Reino Unido decidir que requer mais prisioneiros de guerra... esse pessoal não deverá ser por isso incluído na categoria de tropas desarmadas.» O último parágrafo acrescenta: «Subentende-se que não haverá, por parte desse lugar, a declarar mais prisioneiros de guerra após a derrota... para satisfazer os requisitos de mão-de-obra do SHAEF fora da Alemanha.»

No mesmo documento, pode-se destacar a recusa em concordar com os americanos sobre a política de DEF, o que constitui um surpreendente desvio em relação à cooperação que até então tinha existido entre os aliados. A fim de partilharem a carga de uma forma equitativa, os britânicos eram obrigados a aceitar prisioneiros de guerra americanos. A recusa prévia dos prisioneiros seria algo insultuoso, caso os americanos não tivessem concordado previamente que os Britânicos tinham justificação para o fazer. Na verdade, os americanos sabiam tão bem quanto os britânicos que quaisquer alemães submetidos ao rótulo de DEF, não estariam decerto em condições de trabalhar. O mais provável era que estivessem à morte.

Os discordantes britânicos decidiram não empregar o termo americano DEF para quaisquer prisioneiros que soubessem não poder tratar de acordo com as normas estipuladas pela Convenção de Genebra. Decidiram pois utilizar o termo SEP (7) (Pessoal inimigo sob rendição) para distinguir os seus POWs pós-rendição dos outros.

No entanto, não existia esta discordância relativamente a certos prisioneiros de valia, como criminosos de guerra, espiões e cientistas de elevada tecnologia que os americanos e os britânicos estavam decididos a deixar viver. Estes eram apelidados de «desejados», para os distinguir dos outros, os «não desejados». Obviamente que estes prisioneiros desejados não eram incluídos na categoria de DEF. Ao invés eram alimentados, alojados e em geral administrados pelas Forças Aliadas. Esta ordem não só contribuía para isolar os suspeitos num local para posterior julgamento, como também os resguardavam das condições de miséria a que estavam sujeitos os prisioneiros DEF. Como as atenções se concentrariam em personalidades distintas (como Rudolf Hess ou Herman Goering), era imprescindível que estes não se mantivessem entre os prisioneiros DEF. Um dos factos que corrobora as condições desumanas que existiam nos campos de DEF era demonstrado pela ordem dos Chefes de Estado-Maior a Eisenhower no sentido de «não deverem ser feitas declarações públicas relativamente ao estatuto das forças armadas alemãs ou das tropas desarmadas.» Não havia, no entanto, grande necessidade de esta ordem ser dada. Eisenhower estava já a mentir descarada e hipocritamente à opinião pública acerca dos planos relativamente aos prisioneiros. Numa conferência em Paris, disse: «Se os alemães estivessem a raciocinar como seres humanos, aperceber-se-iam de que toda a história dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha é de generosidade para com o inimigo derrotado. Nós acatamos todas as leis da Convenção de Genebra.»

A Convenção de Genebra, que o Governo dos EUA e o exército americano repetidamente diziam observar, conferia três importantes direitos aos prisioneiros. Estes eram:

• Serem alimentados e alojados de acordo com os mesmos padrões que as tropas de base ou de depósito da potência captora. (Neste caso os EUA.)

• Poderem expedir e receber correspondência.

• Terem o direito a ser visitados por delegados do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que depois faria um relatório em segredo à potência protectora (o governo alemão) e às autoridades americanas. Em caso de abusos, a potência protectora podia ameaçar torná-los públicos ou promover retaliações.

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Notas:

[3] (Prisoners of War) Prisioneiros de guerra, supostamente protegidos pela Convenção de Genebra. Determinados documentos utilizam a abreviatura PW.

[4] Dia da Vitória na Europa a 8 de Maio de 1945.

[5] (Disarmed Enemy Forces) Forças Inimigas Desarmadas. Determinados prisioneiros alemães em poder do exército dos EUA no noroeste da Europa. Não eram tratados de acordo com a Convenção de Genebra.

[6] (Combined Chiefs of Staff) Estado-Maior Combinado da Grã-Bretanha e dos EUA. O Canadá era representado pelos britânicos.

[7] (Surrendered enemy personnel) Pessoal inimigo sobre rendição. Termo utilizado pelos britânicos e canadianos para designar os prisioneiros de guerra alemães aos quais não tencionavam dispensar um tratamento conforme a Convenção de Genebra da qual eram signatários.

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Plano Morgenthau (I)

Num memorando datado de 6 de Setembro de 1944, o Secre­tário do Tesouro norte-americano, Henry Morgenthau Jr., propôs que, depois da guerra, a Alemanha devia ser dividida em pequenas unidades políticas, ter as suas ins­talações industriais desmanteladas e as suas minas destruídas. Devia ser transformada num país puramente agrícola, pobre e impotente. O Plano Morgenthau foi inicialmente aceite, de forma abrandada, por Roosevelt e Chur­chill na Conferência de Quebec, realizada no fim daquele mês.

Á medida que os tanques do general Eisenhower se aproximavam da cidade de Aachen, na parte ocidental da Alemanha e os exércitos canadiano e britânico avançavam estrondosamente para nordeste, percorrendo os Países Baixos, Henry C. Morgenthau, secretário do Tesouro dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e Lorde Cherwell, o principal conselheiro de Churchill, encontraram-se para discutir o futuro da Alemanha, uma vez atravessada a fronteira do país pelos Aliados.

A ideia firme apresentada por Morgenthau, apontava para a «pastoralização» da Alemanha, mediante a destruição da respectiva indústria e das minas, tornando a mais adiantada das nações industrializadas do mundo numa imensa herdade. A indústria alemã desenvolvera-se em parte, para custear as importações de alimentos destinados a uma população que não possuía terra suficiente para se alimentar. Sendo assim, caso a base industrial fosse destruída, haveria fome generalizada. Segundo Cordell Hull, o secretário de Estado na presidência de Roosevelt, «o plano Morgenthau arrasaria tudo na Alemanha excepto a terra, e os alemães teriam que viver da terra. Isto significava que apenas 60 por cento da população alemã poderia sustentar-se da terra alemã, enquanto os restantes 40 por cento morreriam.» Hull refere-se pois à morte de cerca de 20 milhões de civis alemães. Por outro lado, e de modo a obter o consenso de Churchill, Morgenthau expôs que, se a industria alemã fosse destruída, novos mercados se abririam aos produtos britânicos e a concorrência relativamente aos recursos diminuiria. Tudo isto seria verdade para os americanos e bem assim para os franceses.

Morgenthau argumentou que os alemães morreriam à fome. No seu livro Germany is our Problem, publicado em 1945 com a aprovação de Roosevelt, Morgenthau escreveu que a Alemanha de antes da guerra produzia, em relação ao respectivo consumo, 98,2 por cento da farinha, toda a batata e todo o açúcar, 92,3 por cento dos legumes, 96,7 por cento da carne e criação e todo o leite. Com a proposta da reorganização das fronteiras, apenas se perderia, em média, cerca de 14 por cento dessa produção. O argumento económico convenceu Churchill, que tomou o partido de Morgenthau e de Cherwell.

A imprensa e a opinião pública, logo evidenciaram o seu poder, à medida em que o caso começava a ser divulgado.

Tal como Hull havia suposto, a reacção do público, foi na sua quase totalidade de oposição a qualquer vingança. Drew Pearson do Washington Post, Arthur Krock do New York Times, e muitos outros revelaram aspectos do plano, acrescidos de efervescentes pormenores sobre a controvérsia que grassava nas antecâmaras do poder.

O Pioneer Press de St. Paul, no Minnesota, arrasou eloquentemente a ideia em sete parágrafos que principiavam deste modo: «O Presidente Roosevelt tem uma certa propensão para ser sinuoso e impostor nas suas declarações, no intuito de escamotear erros.» O presidente tentara enganar a imprensa e o público sobre o desvendado Plano Morgenthau, através da publicação de uma carta sobre outro assunto revelando que aquele não constituía política oficial. E o jornal prosseguia: «O mundo sabe que Herr Goebbels teve o cuidado de fazer com que o plano chegasse aos ouvidos de todos os alemães. Eis, explicou ele, o que podemos esperar em caso de derrota. É isto que os EUA projectam fazer da Alemanha... Era por esta altura que o general Eisenhower distribuía folhetos através da Alemanha prometendo que não haveria represálias contra pessoas inocentes... A contrapropaganda mais eficiente foi dada de mão beijada a Goebbels.» E o jornal concluía: «Dado que ele [Eisenhower] exerce a autoridade de ocultar os factos, a sua afirmação não pode ser desmentida... [mas] foi obrigado a repudiar [o plano].»

Estaline concordou com o Plano Morgenthau tal como Churchill o delineara em meados de Outubro em Moscovo. Como disse Churchill, «a intenção da Rússia de retirar maquinaria alemã harmonizava-se com o interesse da Grã-Bretanha em preencher o vazio deixado pela Alemanha. Tratava-se de mera justiça.» Roosevelt, por seu lado, dizia estar inflexível e determinado a aplicar essa inflexibilidade à Alemanha.

Aquando do encontro dos três dirigentes aliados em Ialta, havia já partes significativas da Alemanha em poder dos Aliados e em ambas as frentes procedia-se às primeiras grandes capturas de elementos do destroçado exército alemão. Muitas centenas de milhar de alemães encontravam-se já em campos de prisioneiros aliados no ocidente.

Tinha-se decidido que os exércitos aliados ficariam inicialmente a dirigir a Alemanha, mas não havia nenhuma orientação política clara a esse respeito. Eisenhower limitava-se a dizer vagamente que os «trataria [aos alemães] com dureza».

Por esta altura algumas autoridades começavam já a falar do perigo de uma «Carência Alimentar Mundial», que poderia criar um clima de instabilidade por toda a Europa. Em Fevereiro de 1945, o brigadeiro-geral T. J. Davis, avisou Eisenhower de que «não era possível satisfazer os pesados compromissos em matéria de provisões decorrente da concessão [aos prisioneiros] dos estatuto de POWs (3).» Em Abril, Sam Rosenman, um velho amigo do presidente Roosevelt encarregado por este para estudar a situação alimentar do mundo, comunicou ao presidente que «no futuro imediato, o factor limitativo será a falta... de provisões, e não de meios de transporte.» E acrescentava misteriosamente: «Não serão pedidas nem distribuídas provisões pelo SHAEF a menos que urja fazê-lo por motivos de necessidade militar.» Aqui residem dois mistérios. Um, é a insinuação anteriormente rejeitada de que havia na verdade alimentos suficientes para todos os civis, excluindo os alemães, e o outro é a expressão «necessidade militar» aplicada a civis na Alemanha do pós-guerra. Aqui Rosenman, assim como Roosevelt e Eisenhower, pensa obviamente na possibilidade da inanição provocar um clima de instabilidade entre os civis alemães, o que obrigaria à repressão pelo exército. No que toca às rações atribuídas aos civis alemães, o perigo era de facto visível... para estes, a quantidade máxima de alimentos de todas as proveniências «será de aproximadamente 1.500 calorias por cabeça e por dia». Segundo diversos especialistas, o mínimo de calorias requeridas que possibilitem manter a vida a um adulto deitado e sem desenvolver qualquer esforço para além dos cuidados pessoais, varia entre as 1.800 e 2.250 calorias por dia!

A Noção de uma carência alimentar mundial, foi divulgada pela primeira vez no Norte de África, em 1943, pelo general Everett S. Hughes, velho amigo de Eisenhower, nomeado assistente especial do mesmo. Em Abril de 1945 escreveu: «Começa a falar-se de uma carência alimentar mundial. Eu falei dela há muito. Começou no NA [Norte de África].»

Na altura e mesmo depois, a carência não poderia ter sido de alimentos. No território anteriormente conhecido como Alemanha Ocidental, a população em Maio de 1945 era inferior em 4 por cento aos valores que tinha no mesmo território em 1939, embora estivesse a aumentar diariamente devido ao influxo de refugiados vindos do leste. Havia mesmo muito mais trigo disponível no território formado pela Alemanha Ocidental, França, Grã-Bretanha, Canadá e EUA no seu conjunto, do que a mesma área física possuía em 1939. Isto devia-se ao facto de o aumento da produção de trigo na América do Norte e no Reino Unido compensar largamente a quebra de produção na Alemanha Ocidental e na França. No final das colheitas de 1943-44 e 1944-45, os excedentes de trigo do Canadá ultrapassavam os 440 milhões de alqueires. Nos Estados Unidos, também se verificava grandes excedentes de milho. Apenas a produção da batata diminuíra relativamente pouco no conjunto daquele território, sendo que essa diminuição tinha sido principalmente causada por uma quebra de 30 por cento, em 1945, na zona ocidental da Alemanha. Não obstante, em França, a produção de trigo excedeu em 500 mil toneladas o consumo. Tal como Churchill observara a Roosevelt em Março de 1945, não existia nenhuma carência geral de trigo, embora grande parte da população europeia tivesse falta de açúcar, carne e algumas gorduras. À escala mundial, a produção de alimentos relativa à colheita de 1945-46, expressa em calorias per capita, representava 90 por cento da média registada em 1935-39, de acordo com os dados fornecidos pelo gabinete de Relações Agrícolas Externas dos EUA em Outubro de 1945.

Já no mesmo mês de Março, uma mensagem originada e rubricada por Eisenhower, propunha um surpreendente desvio à Convenção de Genebra. Esta medida passava pela criação de uma nova categoria de prisioneiros que não seriam alimentados pelo exército após a rendição da Alemanha. A mensagem, datada de 10 de Março, reza o seguinte: «Embora haja a intenção de atribuir às autoridades alemãs a responsabilidade pela alimentação e manutenção de todos os prisioneiros de guerra aliados [ou seja, os alemães em poder dos aliados] e pessoas deslocadas, é de prever que, na situação de caos que provavelmente sobrevirá, isso exceda as suas capacidades, vendo-se os aliados confrontados com a necessidade de fornecer grandes quantidades de alimentos até ao seu repatriamento. Se os elementos das Forças Armadas alemãs fossem considerados prisioneiros de guerra, devendo como tal receber rações equivalentes às das tropas das bases, as obrigações adicionais em termos de manutenção excederiam também largamente as capacidades dos aliados, mesmo que todas as fontes alemãs para isso fossem canalizadas. Além disso, seria indesejável que as Forças Armadas recebessem rações superiores àquelas que se dispõe para a população civil.» Sendo assim, esta medida decretava que todos os prisioneiros feitos após o Dia VE (4) seriam designados «forças inimigas desarmadas» (DEF (5) ), as quais «até à desmobilização seriam administradas e mantidas pelo exército alemão sob supervisão das forças aliadas.» A mensagem terminava assim: «Submete-se o assunto à sua consideração. Os planos existentes foram elaborados segundo estes pressupostos.»


Adaptação livre baseada no livro «Outras Perdas», de James Bacque


terça-feira, 21 de abril de 2009

"Há Muito, Muito Tempo, Eras Tu Uma Criança"...

Para o dia de hoje, escolhi especialmente um "livro revisionista" que passou ao lado da censura inquisitória actual - já tínhamos falado dele aqui - e que poderia constituir mais um motivo de debate. Voltem a ler o 'post' e comecem a reflectir um bocadinho. Serão as edições Asa "anti-semitas" ou "nazis" e ninguém sabia?...
Se "matar um ou matar 6 milhões é a mesma coisa", não se percebe porque continuam a insistir num número "virtual" que apenas pode representar a própria falácia do facto histórico em questão.

Também já tinha sido colocado por nós aqui, mas agora está disponível com legendas em Castelhano - o que, para alguns, será mais fácil do que em Inglês. Podem, novamente, assistir em baixo a este vídeo.



segunda-feira, 13 de abril de 2009

O Terror Sionista


Introdução

Podem ler a seguir todas as actividades e acções subversivas e criminosas dos grupos terroristas Sionistas Judaicos e, especialmente, da Jewish Defense League. São realçadas, em particular, as acções – incluindo assassinato – contra os “crimes do pensamento”, contra aqueles que questionam a história do Holocausto que refere que foram mortos seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Os terroristas Sionistas proclamam uma arrogante ideologia onde impera a supremacia Judaica e onde reconhecem a sua firmeza em usar a violência contra todos aqueles que discordem deles. Com um bem documento registo de intolerância e crime, eles colocam em sério risco a nossa sociedade e todos os homens e mulheres que consideram a liberdade um grande tesouro.


Meir Kahane e a Jewish Defense League

A mais zelosa organização terrorista não-governamental Sionista é a Jewish Defense League. Os seus activistas estão envolvidos em inúmeros crimes dos mais variados níveis e o FBI já por diversas vezes os consideraram como um grupo terrorista.
A Jewish Defense League foi fundada em 1968 pelo Rabino Meir Kahane. Nascido em 1932, em Brooklyn, Nova Iorque, Martin David Kahane foi o primeiro filho de um rabino ortodoxo que esteve bastante activo no movimento “revisionista” Sionista de Ze'ev Jabotinsky. Jabotinsky e outros líderes do seu movimento foram convidados para frequentarem a casa de Kahane enquanto Martin (Meir) ainda era miúdo. Durante a sua adolescência, Kahane tornou-se num membro bastante active do movimento supremacista Judaico denominado ‘Betar’, fundado por Jabotinsky em 1925. A primeira prisão de Kahane surgiu em 1947, quando tinha apenas 15 anos, por liderar um grupo de jovens da Betar num ataque durante a visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros Ernest Bevin. Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

(A fotografia diz respeito às pinturas deixadas pelos soldados Israelitas na Faixa de Gaza).

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Mais Um Crime "Dos Bons"...


Milhares de soldados Alemães e Croatas capturados durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial foram executados a sangue frio e enterrados em valas comum encontradas a oeste da Croácia, revelaram activistas dos direitos humanos esta quarta-feira, em Zagreb, e exigiram uma investigação das autoridades competentes. O local está situado em Harmica, a 50 quiilómetros de Zagreb, e nas valas foram encontrados os cadáveres de 4,500 soldados, incluindo 450 oficiais Alemães, executados por guerrilheiros comunistas, referiu a imprensa Ivan Zvonimir Cicak do Croatian Helsinki Committee [leia a notícia na íntegra].

Pouco a pouco, os "crimes dos bons" vão sendo revelados. Claro que os crentes na história oficial desvalorizam isto tudo, referindo que "os nazis também fizeram isso - e bem pior" ou que "isto é mais um exemplo de branquear um regime". O certo é que ao fazerem o mesmo que os nazis fizeram, torna-os tão culpados como eles. E pedir a condenação de guerrilheiros comunistas por actos cobardes como aqueles é um acto de justiça e não de branqueamento.
Mais: todos os crentes dessa "história oficial" - que pretente ser eternamente intocável - fazem os possíveis para nos esconder estes episódios e também outros, como podem ver aqui ou aqui.