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terça-feira, 27 de maio de 2008

A Declaração de Balfour

A Declaração de Balfour é um documento escrito pelo então futuro Primeiro Ministro Inglês, Arthur Balfour, onde ele afirma ao Lord Rothschild a sua vontade de conceder as terras Palestinas, sob domínio Otomano, caso a Inglaterra vencesse a, então ocorrida, Primeira Guerra Mundial.
Podem ler mais sobre esta carta aqui.
Mas o Revisionismo em Linha pode acrescentar mais algumas coisas...

A Declaração de Balfour foi usada como moeda de troca, ou seja, os Judeus Sionistas jamais iriam apoiar a Alemanha, aliada dos Otomanos, e sim a Inglaterra; o Império Alemão, que até então não tinha sofrido ataques ao seu território, viu-se isolado depois da traição judaica; ou seja – quando os Judeus precisaram da hospitalidade do povo Alemão para fugir às perseguições do Czar, entraram na Alemanha, foram bem tratados, prosperaram e construíram fábricas e indústrias. Mas como em 1917 a Rússia já tinha saído da guerra e o Czar já não era uma ameaça ao povo Judeu, eles partiram para a próxima etapa: conquistar a Palestina. Então forçaram a entrada dos EUA na guerra, esmagaram a Alemanha e a Áustria-Hungria e traíram a hospitalidade Alemã que os acolhera alguns anos antes.

Hamas Condena o Holocausto Nazi

... Deve ser referido claramente que nem o Hamas nem o governo Palestiniano em Gaza negam o Holocausto nazi. O Holocausto não foi o único crime contra a humanidade, mas foi um dos crimes mais detestáveis da história moderna... E ao mesmo tempo que nós condenamos em absoluto os crimes perpetrado pelos nazis contra os Judeus na Europa, rejeitamos categoricamente a exploração do Holocausto pelos Sionistas para justificar os seus crimes e levar à aceitação internacional da campanha de limpeza étnica e de submissão que eles têm estado a empreender contra nós... [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 26 de maio de 2008

Três Visões sobre o 60º Aniversário de Israel

Michele Renouf, um realizador anti-sionista sedeado em Londres, juntamente com Dimitri Shimelfarb, um consultor Sionista e Relações Públicas em Nova Iorque, e Mahdi Abd el-Hadi, um académico Palestiniano em Jerusalém, discutem fortemente o conflito Israelo-Palestino e o Sionismo nesta transmissão da “Fine Print”, uma produção da televisão Iraniana. Pode assistir ao vídeo aqui.

quinta-feira, 15 de maio de 2008

Truman e Israel: Como Tudo Começou

A política da administração Truman para a Palestina teve o seu começo com a visão da "acção estratégica" do relacionamento EUA-ISRAEL e foi reforçada com o "lobby Judeu", como argumentam... John Mearsheimer e Stephen Walt. O apoio de Truman para a criação de um estado Judeu tinha, essencialmente, o suporte da comunidade Judia nos EUA que, sem a influência das acções Sionistas na Palestina, não teria sido suficiente. Muito antes de qualquer argumento estratégico ter sido feito, na realidade, enquanto um estado Judeu era considerado como uma responsabilidade estratégica... o crescente lobby de Israel instalou os seus recursos com uma habilidade consumada e de grande crueldade. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 14 de maio de 2008

14 de Maio – Comemoração dos 60 anos do Sofrimento de Nakba

No dia 14 de Maio [hoje], os Israelitas irão comemorar o 60º aniversário da sua "Guerra da Independência" e da fundação do Estado Judeu. Mas esta data também marca os 60 anos de sofrimento Palestiniano de Nakba. Este site www.alnakba.org relata [est]a história. [leia a notícia na íntegra]

Poderá ler aqui mais sobre este assunto.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

A Estratégia dos “Assassinatos Selecionados”

Israel criou uma especialidade que pode ser denominada como de "assassinatos seleccionados” - ou seja - enviam equipas especiais para assassinar os seus inimigos no estrangeiro com o objectivo de que a melhor forma de lidar com os movimentos Árabes de resistência é eliminar os seus líderes. Durante as últimas décadas, activistas árabes, intelectuais e cientistas morreram desta maneira. Não parecem existir a mínima dúvida de que os agentes Israelitas foram responsáveis pelo assassinato, com um carro-bomba, em Damasco, no dia 12 de Fevereiro, de Imad Mughniyeh, um comandante do Hezbollah. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 4 de maio de 2008

Acordo Secreto de Bush Com Israel Revelado pelo Washington Post

Uma carta que o Presidente Bush entregou pessoalmente ao então Primeiro-Ministro Israelita Ariel Sharon, há quatro anos, surgiu agora como um obstáculo significativo aos esforços do presidente para um acordo de paz entre Israelitas e Palestinianos durante o ano passado. Ehud Olmert, o actual Primeiro-Ministro Israelita, disse que aquela carta de Bush deu ao estado Judeu permissão para expandir os colonatos na Cijordânea que serão retidos até ao acordo final de paz, mesmo que o acordo de paz oficial de Bush indiquem uma congelação dos acordos Israelitas através dos territórios Palestinianos na Cijordânea. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 23 de abril de 2008

Israel Pode Ter Morto Deliberadamente o ‘Camaraman’

Um ‘camaraman’ Palestiniano, atingido a tiro por um tanque Israelita na Gaza Faixa, na semana passada, pode ter sido morto deliberadamente, afirmou a ‘Human Rights Watch’ e numa altura em que o número de mortos naquele incidente subiu para seis. Dois jovens Palestinianos, Ahmed al-Najjar e Bilal al-Dhaimi, morreram devido aos ferimentos causados pelos disparos do tanque que atingiu mortalmente o camaraman da Reuters Fadel Shana, quando este filmava a zona na quarta-feira passada. Três outras pessoas, um idoso e dois jovens com idades entre os 13 e os 22 anos, também foram mortos. [leia a notícia na íntegra]

Tibete e Palestina

... Apoio os Tibetanos apesar de ser óbvio que os Americanos exploram a luta pela independência para os seus interesses e propósitos... Proporia um princípio moral pragmático: cada população que habita um território definido e tem um carácter nacional claro deve apelar à sua independência... Os meios de comunicação social em todo o mundo derramam lágrimas pelas pessoas Tibetanas, cuja terra foi invadida por colonizadores Chineses. Quem se preocupa com os Palestinianos, cuja terra também foi invadida por colonizadores? [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 22 de abril de 2008

Em Israel, o Rabino Chefe Exige Descriminação Contra os Árabes

O presidente do conselho de rabinos Yesha e rabino principal de Kiryat Arba, o Rabino Dov Lior, emitiu uma regra que declarava a proibição, pela lei Judia, do emprego de Árabes ou o alugar de casa aos mesmos... Recentemente, vários rabinos dirigidos pelo Rabino Lior emitiram uma decisão semelhante para que se aplique esta lei em Israel e que este pais deve atirar contra populações civis em áreas onde sejam provenientes ataques contra comunidades Judias. [leia a notícia na íntegra]

Anúncio de Genocídio: Rabino Apela Para Assassínios em Massa

"Todos os Palestinianos deveriam ser mortos: homens, mulheres, crianças e mesmo os seus animais”. Isto foi a opinião emitida a semana passada, durante a semana religiosa, pelo Rabino Yisrael Rosen, director do Instituto Tsomet, um instituto religioso há muito tempo estabelecido e frequentado por estudantes e soldados nos colonatos Israelitas na Cijordânea. Num artigo publicado pelos numerosos jornais religiosos de Israel há duas semanas e também pelo liberal Haaretz, Rosen afirmou que há provas evidentes no Tora que justificam a sua posição. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 16 de abril de 2008

Porque é Que Eu Não Sou Sionista

Todos estamos familiarizados com aquilo que se passa na Palestina. Quanto a este aspecto, não vou entrar em grandes detalhes. Israel foi fundada por terroristas que usaram o terrorismo e isso é algo que não é debatido. Qualquer pessoa com o mais leve conhecimento história facilmente pode verificar os grupos terroristas de sionistas que estavam activos naquela região desde os anos 30. Irgun, Stern Gang, Haganah, todos estes grupos organizados introduziram o terrorismo na região. Os conflitos tribais não foram determinados por explosões em hotéis, mas no campo de batalha, soldados a lutar contra soldados. Atacar as mulheres, crianças e idosos, colocação de explosivos em mercados e sequestros de pessoas eram tácticas introduzidas por Sionistas. E todos nós vimos as Forças de Defesa Israelitas a forçarem as mulheres e as crianças libanesas a deixarem os seus lares com a desculpa da segurança. Então o IDF bombardeou, sistematicamente, as estradas e pontes que as mulheres e as crianças libanesas usavam como saída de emergência. Mortos, talvez uns milhares. O que nós necessitamos entender é, isto não é defesa, é Sionismo. Ataca com o terror os corações e as mentes dos civis.

Então por que eu não sou Sionista? Bem, George Bush é um Sionista. Isso já deve ser suficiente para perceberem. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 15 de abril de 2008

Recordando o Massacre de Deir Yassin

Deir Yassin era uma aldeia da Palestina no lado oeste de Jerusalém. No dia 9 de Abril de 1948, mais de cem homens, mulheres e crianças foram assassinados por terroristas Judeus de Irgun e do Grupo Stern. O massacre foi um acontecimento fulcral na história de Nakba, assim como o que representa o pânico e a limpeza étnica que ainda continua hoje. Os edifícios que sobreviveram em Deir Yassin são usados como hospital psiquiátrico. O local fica a 1.400 metros a norte de Yad Vashem, o monumento mais famoso sobre o Holocausto, onde é ensinado ao mundo " Never Forget” [“Nunca Esqueceremos]. Leia aqui a notícia na íntegra.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Quando Ghandi se manifestou Sobre a Questão Palestiniana

Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus. Eu os conheci intimamente na África do Sul. Alguns deles se tornaram grandes amigos. Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram. Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus. Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles. Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus. No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça. O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence. Por quê eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses. Leia mais sobre este assunto aqui.

sábado, 12 de janeiro de 2008

Os Palestinianos Não Eram, Afinal, Assim Tão Pró-Nazis, Defende Historiador Alemão

Os historiadores caracterizam, normalmente, os Palestinianos como defensores de Hitler e do regime nazi. Mas um pesquisador alemão disse que eles estavam mais preocupados com as relações com um outro país europeu [a Grã-Bretanha]. Qualquer conversa histórica na Alemanha que envolva a Palestina e o Nacional-socialismo, normalmente, faz vir ao de cima um nome: Grand Mufti Hajj Amin al Husseini. O líder muçulmano era um anti-semita, um seguidor impetuoso dos nazis e foi para a Alemanha em 1941 para colaborar com o regime de Hitler… A tendência para representar os Palestinianos como aderentes, de forma colectiva, ao nazismo tem a ver, principalmente, com o facto do conflito Israelo-Palestiniano ter aquecido depois de 1945, disse Wildangel. [leia a notícia na íntegra]