Este ensaio pretende lançar um olhar detalhado para a campanha secreta do Presidente Roosevelt dos EUA para provocar uma guerra na Europa antes de terem começado as hostilidades em Setembro de 1939.
Destaca os seus esforços para pressionar a Grã-Bretanha, a França e a Polónia para a guerra contra a Alemanha em 1938 e 1939. Franklin Roosevelt não apenas envolveu a América de forma criminosa numa guerra que já tinha engolido a Europa, como suportou a grave responsabilidade pela continuidade da epidemia da guerra mais destrutiva de todos os tempos. Este papel acentuou-se ainda mais com a revelação dos documentos secretos Polacos que caíram nas mãos dos Alemães quando Varsóvia foi capturada, em 1939.
Estes reveladores documentos também confirmam o papel crucial de poder Judeu em influenciar a política externa dos EUA durante estes anos. [leia tudo aqui]
Estudantes do St. Louis Community College-Meramec (STLCC) produziram um documentário exaustivo com o título " The Forgotten Genocide" ["O Genocídio Esquecido"]. O filme examina o sofrimento de todos os indivíduos de descendência Alemã atrás da Cortina de Ferro.
No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética conduziu de forma sistemática os descendentes Alemães da Europa Oriental para campos da morte com o claro objectivo dos levar à extinção, talvez uma forma de responder aos ataques Alemães aos Soviéticos desde o início da Primeira Guerra Mundial.
Examinando as relíquias daquela era e através de entrevistas com sobreviventes que vieram para a América (20 por cento dos quais ficaram em St. Louis), os estudantes de STLCC recuperaram a história deste período triste e "esquecido" da história da humanidade. [leia a notícia na íntegra]
Este documentário dificilmente passará pelas televisões do mundo (se chegar ao Youtube e aguentar uns dias sem ser censurado já será uma vitória...) porque foi um "CRIME DOS BONS"! E "os bons" Aliados, como sempre aprendemos, fizeram tudo para nos salvar...
Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:
“99% dos testemunhos não podem ser comprovados”! “Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia aqui.
Tinha falado do assunto aqui e o Vessas teve a amabilidade de fazer uma busca mais apurada e conseguiu apanhar todo o documentário (After The War: Conquering Germany). A ver aqui ou no espaço dele (não deixem de ver este fim-de-semana também este outro documentário:Soviet Subversion of the Free World Press).
Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:
Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos. A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.
Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.
Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.
Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.
Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.
Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.
Peter Calvocoressi, que faleceu a 5 de Fevereiro de 1997, teve uma distinta e variada carreira como decifrador de códigos, durante a Segunda Guerra Mundial, historiador, editor e autor; publicou livros sobre aquela guerra e sobre política mundial desde 1945, assim como estudos sobre África, Médio Oriente, Grã-Bretanha e Europa. Criticou sempre o bombardeamento dos Aliados sobre Dresden, afirmando que Ultra teria avisado os comandantes da Força Aérea que, contrariamente às espectativas, o exército Panzer das SS não regressaria através daquela cidade após a batalha das Ardenas.
“O bombardeamento de Dresden foi terrível", afirmou Calvocoressi algum tempo depois do fim da guerra, “e nunca deveria ter ocorrido.” [leia a notícia na íntegra]
O afundamento do navio-hospital alemão, o Wilhelm Gustloff, em 1945, constitui o maior naufrágio do mundo e representa mais um dos monstruosos crimes de guerra "dos bons" que nunca foi julgado!
No inverno de 1945, bem no final da 2ª Guerra Mundial, um navio alemão que transportava milhares civis refugiados da guerra, o Wilhelm Gustloff, foi afundando por um submarino soviético nas águas do Mar Báltico. Quase todos os que estavam a bordo pereceram afogados ou devido a hipotermia provocada pela baixíssima temperatura do mar. O número de vítimas foi tamanho – é tido como o maior naufrágio civil do mundo - que superou em muito as do transatlântico Titanic, cujo afundamento ocorreu em 1912, sem porém que provocasse a mesma comoção.
Fuga pelo Báltico
“Matem! Matem!.. Usem a força e quebrem o orgulho racial dessas mulheres alemãs. Peguem-nas como legítimo botim. Avante como uma tempestade, galantes soldados do Exército Vermelho.”
Ilya Ehrenburg, jornalista soviético, 1945
Numa daquelas noites prussianas gélidas do Norte europeu, em 30 janeiro de 1945, com o termômetro marcando 10° abaixo de zero, o ex-cruzeiro de luxo alemão M/S Wilhelm Gustloff, de 25 mil toneladas - desde 1940 transformado em hospital flutuante - , deslocava-se apinhadíssimo de gente pelo Mar Báltico.
Este "ex-cruzeiro de luxo" fazia parte do programa KDF - Kraft durch Freude - que proporcionava um período de férias anuais para os trabalhadores alemães. Qualquer semelhança com os governos ditos "democráticos" da atual ordem mundial é somente mera coincidência.
Projetado para levar duas mil pessoas, carregava naquele momento mais de nove mil, a maioria mulheres e crianças que fugiam da invasão russa. O Exército Vermelho vinha, por assim dizer, nos calcanhares deles, seguindo a mesma rota que os seus antepassados mongóis, no século 13, usaram para atingir o Ocidente. Os que escapavam eram civis alemães que até então moravam na Prússia Oriental e nos Estados Bálticos que, apavorados, fugiam pelo Golfo de Danzig da vingança dos soviéticos. Organizaram para eles uma espécie de solução de emergência, recolhendo-os dos portos do leste da Alemanha para que alcançassem, por mar, as áreas mais seguras do Ocidente. Os que iam a bordo não tinha a mínima idéia que seriam os protagonistas da maior tragédia marítima de todos os tempos, quase superior seis vezes as vitimas do transatlântico Titanic, naufrágio ocorrido 32 anos antes (1.517 mortos).
O naufrágio
Quando haviam cumprido a metade do caminho, um pouco depois das 21 horas, três torpedos do submarino russo S-13 os atingiram. O Wilhelm Gustloff logo adernou. A multidão que se agarrava no convés começou a ser jogada na água. Outros, apavorados, saltavam diretamente lá do alto. A gritaria no convés era acompanhada de tiros dos que preferiam suicidar-se ou atirar nos familiares antes. Os soldados feridos, imobilizados, despediam-se uns dos outros. Como distribuir os parcos botes salva-vidas para 9.343 passageiros, sendo que muitos deles estavam cobertos de gelo? O SOS foi lançado e aos poucos começaram a chegar os auxílios. Os faróis dos barcos e das lanchas de socorro vararam a noite inteira em busca de sinais de vida, enquanto corpos, milhares deles, vagavam sem destino em meio aos blocos de gelo, boiando salpicados de neve. Os que conseguiam ser resgatados estavam enregelados, as mãos azuladas e encarangadas e o olhar petrificado. Ao amanhecer as equipes de salvamento haviam retirado 1.239 náufragos (outros reduzem-nos para 996) daquele horror. A situação só não foi pior porque eles estavam próximos ao litoral da Pomerânia, mesmo assim supõe-se que oito mil pereceram.
Os submarinos soviéticos continuaram por perto praticando a caça e, dez dias depois, afundaram o General von Steuben (3 mil mortos) e ainda, em 16 de abril de 1945, puseram a pique o Goya (cerca de 7 mil, a maioria soldados). Portanto, em matéria de matança de civis o M/S Wilhelm Gustloff, realmente empunhou a taça da desgraça. Se bem que a operação de remoção do maior número possível de civis alemães orientais foi tida como um sucesso, pois conseguiram o translado de 2 milhões deles para fora da órbita soviética, a tragédia daquele barco de turismo adaptado para às pressas para a fuga, perdurou no tempo como um desastre que poderia ter sido evitado, não fosse o clima de revanche que embalava os soviéticos. Revanche que se estendeu para os maus tratos da grande parte da população civil do Leste da Alemanha, com ondas de estupros, pilhagens, saques, desordens, espancamentos e brutalização geral dos vencidos.
Um roteiro de atrocidades
Na época dizia-se que era merecido. Que os alemães haviam se portado do mesmo modo quando adentraram na URSS em 1941. Quem começou a reverter esta opinião entre eles, foi Alexander Soljenitsine.
Cada vez mais fica evidente que o comportamento do Exército Alemão era exemplar, merecendo o reconhecimento de todos os historiadores sérios,como o exército que mais respeitou as convenções da guerra. A propaganda de guerra aliada tenta até hoje perpetuar a mentira, porém, a verdade, uma vez reconhecida, torna-se óbvia - NR.
Cada vez mais furioso com o regime comunista, Soljenitsine que fez parte das tropas de ocupação – era oficial de artilharia - pessoalmente testemunhou as atrocidades que seus conterrâneos haviam cometido. Envergonhado, acabou por denunciar aqueles horrores num longo poema intitulado Prosskie Nochi (Noites Prussianas, 120 páginas, 1974), revelando à opinião pública da então URSS, o que de fato acontecera na Alemanha naqueles meses de conquista e ocupação, quando pelotões inteiros de soldados russos submetiam as alemãs, dos oito aos sessenta anos, a estupros coletivos, cortando o pescoço daquelas que resistiam ou se lhes opunham. Ele acreditou que tudo aquilo decorreu, que deu-se tal roteiro de atrocidades, devido os comunistas "terem afastado a Rússia de Deus", retirando do soldado raso, dos Ivans que passaram a acampar na Alemanha, qualquer sentimento de piedade ou compaixão para com os derrotados. Ao contrário, incitou-os aos barbarismos a pretexto de estarem lutando contra o decadente mundo burguês em sua forma fascista.
Retirado daqui e publicado originalmente em 30/01/2008 no mesmo local.
Já tinha dado por encerrada a colocação de 'posts' por hoje quando li esta notícia:
Oliver Stone defendeu que Adolf Hitler foi ajudado, na sua subida ao poder, por banqueiros ocidentais que apreciavam a sua linha dura para lidar com os agitadores comunistas e com o poder dos trabalhadores. No seguimento de comentários que ele terá proferido aos críticos de televisão, em Pasadena, no início do mês, sobre o seu documentário de 10 horas - The Secret History of the United States - o realizador acrescentou que o ditador Alemão terá seduzido o complexo militar industrial nacional com promessas ambiciosas. [leia a notícia na íntegra]
A História tem destas coisas. Sabemos perfeitamente que há quem não goste destas novas interpretações e revelações - lembram-se desta? - mas o Revisionismo em Linha também gosta de contribuir para a Verdade Histórica!
A História fala-nos sempre da vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Porém, este vídeo aborda a questão de outra forma e salienta uma série de decisões e estratégias erradas de Hitler que, elas sim, levaram à sua derrota militar.
Podem adquirir o vídeo na íntegra aqui e também ler uma análise ao erro de Dunquerque aqui.
(…) Entre Agosto de 1939 e Abril de 1941, o número de exércitos junto à fronteira ocidental da União Soviética passou de zero para 11. Juntaram-se mais três em Maio, com mais cinco contingentes aerotransportados. Se Hitler não tivesse atacado primeiro, Estaline teria 23 exércitos e mais de 20 contingentes independentes contra ele. Isto teve lugar antes da mobilização geral (…). Se tudo isso for analisado no contexto doutrinal de Zhukov esboçado no início, então fica claro que a única intenção que o exército de Estaline poderia ter era começar a guerra no Verão de 1941.[leia o artigo na íntegra]
Voluntário de origem africana pertencente à Legião Muçulmana (Freies Arabien)
Um dos assuntos mais polémicos sobre o Nacional Socialismo de Adolf Hitler é, sem sombra de dúvidas, é a questão racial. Até que ponto foi negada a participação de outros grupos étnicos na construção do IIIº Reich? A lavagem cerebral à qual a humanidade foi submetida nos ultimos 60 anos certamente ajudou a manter o mito da raça ariana de 2 metros e olhos azuis, um mito muito difundido nos meios de comunicação social.
Legião de Muçulmanos
Graças à Internet, hoje em dia podemos compartilhar de uma parte da história esquecida e que poucos, infelizmente, ainda tem conhecimento - aqui fazemos o possível para isso.
Jamais os média, controlados pelos mesmos criadores do mito, ousaram tocar nos alicerces do gigante de olhos azuis, sabendo desde o momento que essa peça era fundamental para a enorme fantasia gerada em torno dos acontecimentos da IIª Guerra Mundial.
Adolf Hitler e Mussolini procuraram sempre dar ao seu povo uma particular auto-estima com o objectivo de se tornarem as maiores nações do mundo, e viam no contexto histórico/racial um grande instrumento para isso. Tais sentimentos e idéias propagaram-se por todo o mundo e reações semelhantes aconteceram noutros países. Basicamente, o Nazi-Fascismo defendia que uma nação era a criação máxima de uma raça e esta deveria sentir orgulho de si, pois em cada indivíduo estava escrita a sua história milenar de luta. Para combater o Sionismo, com o consentimento de Hitler, formaram-se tropas de voluntários em diversos países e estes integraram a Wehrmacht e também as Waffen-SS.
Voluntários hindus da Freies Indien
Para se ter uma idéia, quase todas as nações da Europa forneceram voluntários para as fileiras da Wehrmacht e das Waffen-SS. O número exacto da enorme quantidade de voluntários estrangeiros que prestaram serviço nas Forças Armadas Alemãs, entre 1939 e 1945, é desconhecido, sendo considerado por muitos historiadores, um dos mais intrigantes aspectos da II Guerra Mundial, e ao mesmo tempo muito pouco conhecido. Calcula-se que durante todo o conflito, cerca de 2.000.000 voluntários estrangeiros combateram incorporados aos contingentes da Wehrmacht e das Waffen-SS. No leste, apenas os voluntários individuais, ou seja, aqueles integrados directamente nas unidades regulares Alemãs chegava a 1.000.000 de homens, vindos principalmente das repúblicas Soviéticas. Este número é o resultado directo dos anos de domínio brutal exercido pelo império Soviético. Algumas delas provaram ser de primeira linha e verdadeiras formações de elite, estando a altura das demais unidades regulares da Wehrmacht e Waffen-SS, enquanto outras tiveram resultados despresíveis em combate. No final da guerra, muitos desses voluntários foram mortos pelos próprios compatriotas ou pelos "Aliados", enquanto os demais se renderam nos seus países de origem.
Espanhóis da Divisão Azul comandada pelo General Don
Por que haveria de um escritor inventar histórias sobre o Holocausto? Telling Tales: A History of Literary Hoaxes de Melissa Katsoulis explora este canto pouco conhecido e bizarro da literatura do "embuste" e da "fraude". Aqui podem ler mais sobre este assunto. Esta obra levanta várias questões: se estes testemunhos, credíveis até ao momento em que foram desmascarados, foram motivo de inspiração para uma infindável quantidade de obras literárias e fizeram parte de um pilar para toda a campanha de propaganda da "indústria do Holocausto", quem nos pode garantir que os outros testemunhos são também eles credíveis?!... Ninguém pode naturalmente. Isto não quer dizer que muitos não o sejam. Mas que se possa questionar, interrogar, duvidar, DE TUDO até que toda a investigação forense faça o seu trabalho. Porém, nós sabemos que não é isso que acontece. O desmascarar destes "testemunhos" tem também ajudado a desmascarar outras figuras que ficaram nos livros de história como grandes "salvadores" do mundo moderno e civiizado (???!!!).
Vamos dar um exemplo: Winston Churchill.
Sabiam que este "salvador aliado" pretendia lançar gás venenoso sobre a Alemanha?
Num memorando de guerra secreto da guerra, Winston Churchill afirmou aos seus assessores que queria "molhar" a Alemanha com gás venenoso. O memorando de Churchill de Julho de 1944 ao seu chefe de gabinete, o General Hastings Ismay, foi publicada na edição de Agosto-Setembro de 1985 da revista American Heritage
"Estou a pensar muito seriamente sobre essa questão do gás venenoso", refere a nota da página 4. O líder da Grã-Bretanha continua: "É absurdo considerar ter que haver moral quanto a este tema, quando todo mundo já o usou [gás] na última guerra sem uma palavra de queixa dos moralistas ou da Igreja. Por outro lado, na última guerra, o bombardeamento de cidades desguarnecidas era considerado proibido. Agora todo mundo faz isso como uma coisa natural. É simplesmente uma questão de moda que se altera da mesma forma que se faz com as saias longas ou curtas para as mulheres. "
A directiva de Churchill declarava sem rodeios: "Eu quero um cálculo feito com sangue frio no que diz respeito às consequências de se usar gás venenoso. (…) Nós podíamos atacar as cidades do Ruhr e muitas outras cidades na Alemanha, de tal maneira que a maioria da população ficaria a necessitar de cuidados médicos constantes. (…) Podem ainda passar várias semanas ou mesmo meses antes de eu ordenar esse ataque à Alemanha com gás venenoso e, se fizermos isso, vamos fazê-lo a cem por cento. Entretanto, quero o assunto estudado a sangue frio por pessoas sensatas e não por um conjunto particular de derrotistas uniformizados que agora pensam uma coisa e a seguir já pensam noutra."
A proposta de Churchill, que significaria violar o Protocolo de Genebra de 1925 que proíbe o uso de gás venenoso, nunca foi aprovada. Os seus assessores militares argumentaram que a guerra com gás faria desviar aviões de guerra aliados da estratégia mais eficaz de bombardeamento da Alemanha, indústrias e cidades. Eles temiam que os ataques com gás não seriam decisivos e a Alemanha, muito provavelmente, iria retaliar com efeito devastador contra a Inglaterra. Churchill queixou-se a um assessor que ele "não estava totalmente convencido com este relatório negativo", mas com relutância, acabou por ceder. "É claro que eu não posso fazer a cabeça contra os padres e contra os guerreiros ao mesmo tempo", reclamou ele em privado.
Até hoje, o assassinato por envenenamento dos seis filhos do chefe da propaganda nazi Joseph Goebbels permanece um mistério. Registos descobertos recentemente mostram que um médico confessou em 1950 ter sido cúmplice, mas que os juízes no caso deixaram-no impune.
(...) Berlim, final de Abril de 1945, Chancelaria do Reich. Bunker de Hitler, subterrânio abaixo da Chancelaria, é um lugar em cimento cinzento, com passagens estreitas, portas de ferro e luz fria. Não é um lugar acolhedor, principalmente para crianças que, poucas semanas antes, estavam a viver uma vida aparentemente despreocupado e inocente, brincando com os cães e gatos numa fazenda longe de Berlim.
Os soldados Russos estão apenas a algumas centenas de metros de distância e todos no bunker estão a incitar os pais para, finalmente, levarem as crianças para um lugar seguro. Hanna Reitsch, uma célebre aviadora Alemã, afirma: "Meu Deus, senhora Goebbels, as crianças não podem ficar aqui, mesmo se eu tiver que voar em 20 vezes para tirá-los."
Mas Goebbels permanecerá inabalável.
"É melhor para os meus filhos morrerm do que viver em desonra e humilhação", diz a sua mãe, Magda. O seu pai teme que Estaline possa levar as crianças para Moscovo, onde seriam sujeitos a uma lavagem cerebral para se tornarem comunistas. "Não, o melhor que podemosfazer é levá-los connosco."
A 30 de Abril, por volta das 3:30, Hitler dá um tiro na cabeça e sua companheira Eva Braun morre com ele. O duplo suicídio é um sinal para os outros. No dia seguinte, os seis filhos Goebbels também estão mortos. Depois de receber injecções de morfina para torná-las inconscientes, elas são envenenadas com cianeto, substância que provoca uma morte rápida por asfixia. Seis crianças mortas e o acto nunca foi punido. Surpreendentemente, nenhum historiador jamais aprofundou realmente este trágico crime, que era parte do acto final do Terceiro Reich. Para esse dia, o episódio continua a ser objecto de especulação e interpretação.
(...) Registos descobertos recentemente levam a pensar que seja possível, pela primeira vez, reconstruir o que realmente aconteceu. O homem que é o focado em todos os documentos é Helmut Kunz, que nasceu na cidade do sudoeste de Ettlingen, em 1910. [leia a notícia na íntegra]
"(...) Um antigo oficial do campo de Auschwitz que vivia em Munique vendeu-nos este original conjunto de fotografias que retratam cerca de meia dúzia de orquestras e bandas formadas por detidos naquele infame campo de trabalho escravo de Auschwitz, inclusivamente da orquestra Kubu, composta por Judeus Cubanos.
Nas costas de alguns destes instantâneos encontra-se um carimbo do departamento do campo de Auschwitz e, também - talvez depois do fim da guerra - uma mão Alemã gravou legendas em alguns. A legenda diz o seguinte: "gedeckte Tafel für unsere jüdischen Freunde vom Kubu Ochester" ("jogo de mesa para os nossos amigos Judeus da Banda Kubu") ."
As particularidades cada vez mais curiosas dos campos de concentração Nazis - ditos de "extermínio" - fazem com que se perceba o porquê de certas pessoas andarem tão preocupadas em punir quem investiga, quem questiona, quem duvida, do único facto histórico que... está proibido de se questionar e duvidar... Apenas é permitida a investigação de qualquer coisa que, supostamente, credibiliza o mesmo que não se pode duvidar, apesar de haver tantas dúvidas... Confuso? Apenas para quem não quer ver...
Nas biografias de Adolf Hitler, as últimas horas do Fuhrer são, tradicionalmente, isto: cometeu suicídio com Eva Braun tomando uma pílula de cianeto e disparou sobre si próprio no dia 30 de Abril de 1945. Alguns historiadores questionaram-se se o Fuhrer se teria, realmente, suicidado, especulando que as histórias sobre a morte de Hitler tinham sido embelezadas para apresentar esse suicídio como algo heróico. Mas um fragmento de crânio com buraco de bala - levado do ‘bunker’ pelos Russos - pareceu determinar esse argumento. Até agora, a prova de ADN, realizada por pesquisadores Americanos, revela que o fragmento de crânio, mantido pelo serviços de inteligência Soviética, pertenceu a uma mulher com menos de 40 anos! [leia a notícia na íntegra]
Mais de seis décadas após o fim da Segunda Guerra Mundial, o muito pouco conhecido e divulgado massacre de cerca de 2.000 Alemães dos Sudetas, em Junho de 1945, continua a dividir a cidade Checa de Postoloprty. Os defensores do um monumento que invoque o sucedido parece chocar contra o interesse daqueles que querem esquecer completamente os assassinatos.(…).
O mais velho tinha 15 anos e o mais jovem apenas 12. Foram agredidos e depois mortos – à vista dos outros, que eram mantidos quietos sob a ameaça de uma arma. Os Tchecos não usaram metralhadoras, mas sim as espingardas, o que demorou algum tempo para matar todos os cinco. "Um dos rapazes que não tinha sido atingido mortalmente correu em direcção aos atiradores implorando para que o deixassem ir ter com a sua mãe," relembrou Heinrich Giebitz, com de 80 anos de idade. "Acabaram por continuar a disparar". [leia a notícia na íntegra]
O Revisionismo em Linha questiona o porquê de nunca haver nem responsáveis, nem culpados, nem ninguém interessado em esclarecer os "crimes dos bons".
Motivos profissionais obrigaram-me a afastar-me mais uns dias e tornou-se complicado a actualização do blogue. Mas estou de volta!
Ao contrário do que defendem os crentes afirmacionistas, tudo em História deve ser questionado e devem ser muito bem vindos todos os novos dados, abordagens, estudos e análises. Isto porque aquilo que hoje se pensa ser um "dado absoluto e inquestionável", amanhã já pode não o ser. A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO! Esta notícia é um exemplo disso. Será este mais um caso e um exemplo de "negacionismo"?
Vamos passar ao tema do 'post' propriamente dito.
A 1 de Setembro de 1939, há cerca de 70 anos, o Exército alemão cruzava a fronteira Polaca. A 3 de Setembro, a Grã-Bretanha declarava-lhe guerra. Seis anos as tarde, 50 milhões de Cristãos e Judeus tinham morrido. A Grã-Bretanha estava destroçada e falida, a Alemanha numa autêntica ruína fumegante. A Europa tinha sido palco do maior local de combate assassino alguma vez conhecido pelo homem e os civis sofreram horrores piores do que os soldados.
Até Maio de 1945, o Exército Vermelho ocupou todas as grandes capitais da Europa Central: Viena, Praga, Budapeste, Berlim. Uma centena de milhões de Cristãos ficaram sob o tacão de uma das tiranias mais bárbaras da história: o regime Bolchevique de um dos maiores terroristas, Joseph Stalin.
Que motivos poderiam justificar tais sacrifícios?
A guerra Germano-Polaca tinha sido originada por uma disputa sobre uma cidade do tamanho de Ocean City, Maryland, no Verão. Danzig, com 95 por cento da população Alemã, tinha sido retirada à Alemanha com o Tratado de Versalhes, em violação do princípio de Woodrow Wilson da auto-determinação. Até mesmo os líderes Britânicos defendiam que Danzig deveria ser devolvida.
Por que é que Varsóvia não negociou com Berlim, que sugeriu uma oferta de compensação no território Eslovaco? Porque os Polacos tinham uma garantia de guerra da Grã-Bretanha que, em caso de ataque da Alemanha, a Grã-Bretanha e o seu império viriam em seu socorro.
Mas por que é que a Grã-Bretanha mantinha uma garantia de guerra não solicitada para com uma junta de coronéis Polacos, dando-lhes o poder de arrastar a Grã-Bretanha para uma segunda guerra com a nação mais poderosa da Europa?
Danzig era merecedora de uma guerra? Ao contrário dos 7 milhões de “Hong Kongese” os quais os Britânicos fizeram renderem-se a Pequim, que não queriam ir, o “Danzigers” estavam a pedir para voltarem para a Alemanha.
Aqui vem a resposta: a garantia de guerra não era sobre Danzig, ou até mesmo sobre a Polónia. Era sobre o imperativo moral e estratégico de "parar Hitler” depois dele ter mostrado, ignorando o pacto de Munique e passando por cima da Checoslováquia, que estava pronto para conquistar o mundo. E esta besta Nazi poderia ser autorizada a fazer isso.
A ser verdade, um ponto justo. Os Americanos, afinal, estavam preparados para utilizar bombas atómicas para manter o Exército Vermelho longe do Canal. Mas onde está a prova de que Adolf Hitler, cujas vítimas, em Março de 1939, eram uma pequena fracção, comparadas com as do general Pinochet ou as de Fidel Castro, e preparava para conquistar o mundo?
O mundo já conhece perfeitamente a história das duas bombas atómicas lançadas pelos EUA sobre Hiroshima na segunda-feira do dia 6 de Agosto de 1945 (“Little Boy”) e sobre Nagasaki na quinta-feira, dia 9 do mesmo mês (“Fat Man”).
“O lançamento das bombas serviu para colocar um ponto final na guerra", disse o Presidente Harry Truman.
Podem ter feito terminar a guerra, mas não fizeram cessar os bombardeamentos sobre o Japão.
No dia 14 de agosto de 1945, depois de duas bombas atómicas terem sido lançadas sobre o Japão e depois do Imperador Hirohito ter aceite a rendição porque “o inimigo possui agora uma nova e terrível arma com o poder de destruir muitas vidas inocentes e causar danos incalculáveis", o General Henry Harley “Hap” Arnold, unicamente para fazer aumentar o seu já inflamado ego (foi nomeado general de quatro estrelas em 1944), desenvolveu uma acção de terror nunca antes vista e completamente desnecessária dos céus sobre o Japão. (...)
Porque é que os ataques de 11 de Setembro contra a América são considerados "actos de terrorismo", mas um 'raid' com mais de 1000 aviões que bombardeou Tóquio, depois do lançamento de duas bombas atómicas, já não?
Com Pearl Harbor ou sem Pearl Harbor, o bombardeamento de Tóquio, no dia 14 de Agosto de 1945, foi um acto miserável e desprezível – pior que o bombardeamento de Tóquio, pior que o de Hiroshima e pior do que Nagasaki – porque foi completamente desnecessário. [leia a notícia na íntegra]
Sobibor ou o laudo pericial que nunca foi redigido
[Tradução de Waringham]
Sobre o terceiro Campo Reinhardt, o jovem e talentoso revisionista Thomas Kues fornece as seguintes informações:
“Em 26 de novembro de 2001, apareceu no The Scotsman um artigo donde se extraia que o arqueólogo polonês A. Kola e sua equipe teriam descoberto na área de Sobibor sete covas coletivas, [...] Embora já se tenham passado sete anos desde que as furações e escavações tenham sido executadas, não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”. [44]
Por que “não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”? Colocar a pergunta significa respondê-la.
Dois importantes documentos sobre os quais Irving se silencia.
À luz dos fatos mencionados, os campos Reinhardt não podem ter sido sob hipótese alguma centros de extermínio. Eles também não podem ter sido campos de trabalho, pois eram pequenos demais para abrigar o enorme número de pessoas para lá deportadas. Com isso resta apenas uma possibilidade: eles eram Campos de Passagem. Isto é confirmado por inúmeros importantes documentos alemães, que falam sobre uma “emigração” ou “evacuação” dos judeus para o leste. Principalmente coincidem com dois importantes documentos, os quais Irving se silencia a respeito, pois eles contradizem sua tese.
Em 17 de março de 1942, o funcionário Fritz Reuter do departamento para questões populacionais e abastecimento da secretária do Governo Geral, distrito de Lublin, fez uma anotação relacionada à conversa que teve no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Höfle; ele escreveu:
“Seria apropriado que os judeus levados para o distrito de Lublin fossem separados já na estação em aptos ou não ao trabalho [...] Os judeus inaptos ao trabalho vão todos para Bezec (sic), a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz. Hauptsturmführer Höfle está a construir um grande campo, onde os judeus aptos ao trabalho possam ser classificados segundo a profissão e colocados a trabalhar, [...] Em seguida ele explicou, ele pode receber diariamente 4-5 transportes com 1.000 judeus na estação terminal de Bezec. Estes judeus iriam para além das fronteiras e nunca mais retornariam ao Governo Geral”. [45]
O sentido deste documento não deixa dúvidas: judeus inaptos ao trabalho devem ser expulsos do Governo Geral e deportados para os territórios do leste. A frase, onde Belzec era “a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz”, só tem sentido em relação com uma deportação para além das fronteiras. Como Sobibor, Belzec situava-se no extremo leste do Governo Geral, próximo à fronteira ucraniana.
Naturalmente David Irving poderia alegar em sua defesa que Reuter utilizou uma linguagem codificada, e as frases – os judeus iriam “para além das fronteiras” e “nunca mais retornariam ao Governo Geral”, significam na realidade que os judeus seriam mortos em Belzec. Eu iria aconselhar Irving a se distanciar de tal consideração, pois elas são por demais ridículas.
Em 15 de julho de 1943, Heinrich Himmler ordenou:
“Transformar o Campo de Passagem de Sobibor em um Campo de Concentração”.[46]
Sobibor foi descrito oficialmente como um Campo de Passagem!