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terça-feira, 6 de julho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VIII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 5: Paul Wurm escreveu uma carta a Franz Rademacher na qual declarava que os Judeus seriam assassinados “com métodos especiais”.

Resposta: A 23 de Outubro de 1941, Paul Wurm, membro da Anti-Jewish World League [Liga Mundial Anti-Judaica], escreveu a Franz Rademacher: "Na minha viagem de regresso a Berlim, conheci um antigo camarada de partido que estava a trabalhar na solução para a questão Judaica a Leste. Num futuro próximo, muitos dos vermes dos Judeus serão aniquilados através de métodos especiais" ("In nächster Zeit wird von dem jüdischen Ungeziefer durch besondere Massnahmen manches vernichtet werden").
Deve ser referido que este não é um documento oficial. Paul Wurm, que era um completa nulidade e que não tinha qualquer influência na política de liderança Alemã, nem sequer mencionou o nome do “antigo camarada de partido” a quem ele dirigia esta mesma informação! Dadas estas circunstâncias, a sua carta prova muito pouco.
É evidente que isso não significa que nenhum Judeu tenha sido morto na Frente Leste; nenhum revisionista alguma vez fez tal absurda afirmação. Os revisionistas, basicamente, contestam duas coisas:

1) Que existiu uma política para assassinar todos os Judeus por causa da sua raça e/ou religião.

2) Que o número de Judeus assassinados a Leste tivesse sido tão elevado como os historiadores do “holocausto” referem (2,2 milhões, de acordo com H. Krausnick e H. H. Wilhelm[49], 1,3 milhões de acordo com R. Hilberg[50]). Uma vez que não existem documentos credíveis (como veremos mais tarde, os relatórios Einsatzgruppen são altamente suspeitos), o número real não pode ser determinado sem que apareçam novas provas.


Argumento 6: Por que é que a emigração Judaica nos países controlados pela Alemanha foi proibida passou a ser proibida em Outubro de 1941? Obviamente porque os Nazis pretendiam exterminar os Judeus!

Resposta: Se os Judeus fossem autorizados a emigrar naturalmente que eles iriam apoiar o esforço de guerra dos Aliados como soldados, técnicos e cientistas. Esse foi principalmente o objectivo dos Alemães.


Argumento 7: O padre francês Patrick Desbois localizou mais de 600 sepulturas em massa com Judeus assassinados na Ucrânia. Isto é uma forte prova da realidade do Holocausto.

Resposta: No sentido de avaliar o livro de Patrick Desbois sobre o “holocausto através das balas” [51], não podemos fazer mais do que referir aquilo que dois revisionistas franceses, Vincent Reynourd e o Prof. Robert Faurisson, escreveram sobre este assunto com o título "Father Desbois is one hell of a prankster" [“O Padre Desbois é um travesso dos Diabos”] :
Vincent Reynouard: “As alegadas sepulturas em massa não foram escavadas nem nunca o virão a ser. […] As pessoas que dizem ter descoberto as ‘sepulturas em massa’ não efectuaram, na realidade, quaisquer escavações e, deste modo, não existe nenhum inventório dos restos mortais, nenhuma verificação, certificação ou forense ou física ou material, realizada em inquérito após esta descoberta a um único cadáver ou esqueleto. Nenhum polícia ou oficial de justiça esteve em algum dos locais para fazer um exame sequer. […] Duas associações Judaicas […] trataram de arranjar ‘testemunhos’ […] Aldeões ucranianos, juntos para a ocasião, são filmados a darem os seus relatos sobre o assunto. Como consequência disto, apenas as partes desses relatos que interessam serão escolhidas . […] Mas, voltando às alegadas sepulturas em massa, como é o valor de um testemunho pode ser avaliado se a realidade material dos factos não foi estabelecida de antemão”. [52]

Robert Faurisson: "Estas supostas sepulturas em massa não serão abertas; não serão no disinternment ou qualquer material de verificação será utilizados, tudo sobre a pretence de que a religião Judaica proíbe que se toque nos cadáveres de Judeus; no entanto, basta olharmos para a Enciclopédia Judaica (1978) na entrada ‘Autópsias’ (plural) e ‘Dissecação’ (Singular) para ver que não existe qualquer proibição." [53]


(CONTINUA)




quarta-feira, 16 de junho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VII)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)


(CONTINUAÇÃO)


Argumento 3: No dia 27 de Março de 1942, Joseph Goebbels escreveu no seu diário que “métodos bárbaros”, que ele preferia não descrever, eram usados contra os Judeus e que 60% dos mesmos seriam aniquilados; os restantes 40% seriam utilizados para trabalhar.

Resposta: Nenhum revisionista foi alguma vez capaz de fornecer uma explicação satisfatória para esta passagem. Mas vamos comparar com aquilo que Goebbels escreveu no mesmo diário apenas 20 dias antes, precisamente no dia 7 de Março de 1942: “Existem cerca de 11 milhões de Judeus na Europa [um número altamente exagerado!]. Mais tarde será necessário concentrá-los a Leste. Após a guerra, alguma ilha, como Madagáscar, poderá servir para eles”. [40]
A deportação dos Judeus Europeus para Madagáscar não foi uma ideia original do Dr. Dr. Goebbels. O denominado “plano Madagáscar” foi tomado muito a sério pelos líderes Nacional Socialistas, mas foi abandonado porque era impraticável [41]. Os historiadores do "holocausto" podem argumentar que o governo Alemão abandonou este plano entre 7 a 27 de Março e que decidiram antes exterminar os Judeus; isso explicaria a discrepância entre as duas entradas do diário. No entanto, este argumento é insustentável pela seguinte razão: de acordo com a história do Holocausto, o primeiro “campo de extermínio”, Chelmno, começou a funcionar nos inícios de Dezembro de 1941. Uma vez que é impensável que o comandante local tenha montado um “campo de extermínio” sem uma ordem vinda das autoridades superiores, teria que ter existido uma política de extermínio em finais de 1941, se as afirmações sobre Chelmno estiverem correctas (o que os revisionistas contestam [42]). Sendo uma das figuras de topo do Terceiro Reich, o Dr. Goebbels teria que ter conhecimento dessa política de extermínio. Por isso, como é que os historiadores do “holocausto” explicam o facto dele ter falado da concentração de Judeus a Leste e defendido o seu envio para Madagáscar (ou outra ilha) a 7 de Março de 1942?
Vamos resumir: enquanto que os revisionistas são incapazes de explicar a segunda entrada do diário de Goebbels, os historiadores do “holocausto” também não explicam a primeira! É improvável que este mistério alguma vez seja resolvido.


Argumento 4: Numa endereçada a Franz Rademacher, o chefe do "Judenreferat" do Ministério dos Negócios Estrangeiros Alemão, Adolf Eichmann escreveu que os Judeus Sérvios deveriam ser abatidos.

Resposta: Na Sérvia, o movimento guerrilheiro (‘partizans’) era muito activo; isso criava muitos problemas às potências ocupantes (Alemanha e Itália). Como represália pelos ataques efectuados pelos guerrilheiros, o exército Alemão e Italiano fuzilava, com frequência, reféns, entre os quais muitos Judeus (porque a percentagem de Judeus no movimento de resistência era particularmente elevado).
A 8 de Setembro de1941, o embaixador Alemão em Belgrada, Felix Benzler, madou um telegrama ao Ministro dos Negócios estrangeiros no qual afirmava que os Judeus Sérvios estavam envolvidos em numerosos actos de sabotagem e de revolução. Por essa razão, era necessária a “remoção” (Entfernung) desse mal Judaico (cerca de 8,000). Era aconselhável deportá-los para uma ilha no Delta do Danúbio, no território Romeno [43].
A 11 de Setembro de 1941, Martin Luther dos Ministério dos Negócios Estrangeiros respondeu que a expulsão dos Judeus para a Roménia não era desejável. Benzler teria que tomar as medidas necessárias para esses Judeus fossem internados em campos de trabalho [44]. No dia seguinte, Benzler mandou outro telegrama para Berlim, no qual se opunha a essa solução, pois não era viável por razões de segurança, uma vez que os campos de trabalho constituíam uma ameaça para as tropas Alemãs. Por essa razão, o campo de trabalho de Sabac teria que ser dissolvido, pois estava situado numa zona de combate e cercado por milhares de rebeldes. No caso do seu pedido de deportar os Judeus para a Roménia ser outra vez rejeitado, teriam que ser expulsos para o “General Government” [parte do território Polaco dominado pelos Alemães] ou para a Rússia [45].
Franz Rademacher, chefe do "Judenreferat" no Ministério dos Negócios Estrangeiros chamou então Eichmann e pediu-lhe um conselho, tendo depois resumido os resultados da sua discussão: de acordo com Eichmann, a deportação dos Judeus para o “General Governement” ou para a Rússia era impossível; Eichmann sugeriu abatê-los a tiro [46]. A 2 de Outubro, Joachim Ribbentrop, Ministro dos Negócios Estrangeiros, decidiu contactar Himmler no sentido de verificar se ele poderia tratar dos 8.000 Judeus Sérvios, deportá-los para a zona Leste da Polónia ou para outro sítio qualquer [47]. A 25 de Outubro, Rademacher resumiu as negociações que tinha seguido: o mal Judaico seria abatido. No que dizia respeito aos restantes 20.000 Judeus Sérvios (mulheres, crianças e idosos), seriam evacuados por navio para os campos situados a Leste ("auf dem Wasserwege in die Auffanglager im Osten abgeschoben") [48].

Que conclusões podemos tirar destes factos documentados?

a) Na Sérvio um grande número de Judeus foram, realmente, abatidos a tiro.

b) Que essas mortes não fizeram parte de qualquer política que tivesse como objectivo a total destruição dos Judeus por causa da sua raça e/ou religião, mas sim de uma brutal e excessiva reacção à actividade dos ‘partizans’, entre os quais estavam numerosos Judeus.

c) A “abatimento do mal dos Judeus Sérvios” foi precedido de longas discussões, durante as quais medidas menos brutais foram sugeridas (e, no final, rejeitadas).

d) Mulheres e crianças Judias, assim como Judeus idosos, não foram mortos.


(CONTINUA)

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Como Não Tememos a Investigação, Lutamos Sem Receio Pela Verdade!

Na esmagadora maioria dos livros de História (a "verdadeira", a "factual", etc.) continuamos a poder ler a eterna perseguição Nazi a quase todas as formas de religião e cultos - a excepção continua a ser, segundo a historiografia oficial, o Paganismo.


Pois bem, as fotografias que podem ver aqui fornecem, de forma clara, um outro panorama religioso de Hitler; de como os Nazis misturaram a religião com o governo e o apoio de Hitler aos Protestantes e às igrejas Católicas na Alemanha.

Sobre este assunto
podem ler esta pequena obra que também pode ajudar a perceber uma das tantas mal contadas histórias da História mais recente.

E já que falo de livros, da mesma editora, podem adquirir, de Alexander G. Dugin, A Grande Guerra dos Continentes.


A Grande Guerra dos Continentes enuncia, de modo acessível e condensado, as bases de fundo do Atlantismo (o primado da economia sobre a política) e da ideologia Eurásica (o primado da política sobre a economia), as duas forças antagónicas pelas quais já se regiam as ancestrais Roma e Cartago e, actualmente, se regem as duas maiores potências mundiais: os Estados Unidos da América e a Rússia. É uma obra de referência para qualquer estudante de ciências políticas, principalmente na sua vertente geopolítica, embora aborde, ainda que de modo irónico e bem humorado, a existência de duas “teorias da conspiração”, sob as quais recai a responsabilidade de boa parte dos eventos da História europeia e mundial.

Aleksandr Dugin, nascido em 1962, é professor de sociologia e director do Centro de Estudos Conservadores da Faculdade de Sociologia da Universidade Estatal de Moscovo, doutor em Ciências Políticas, fundador da Escola Moderna de Geopolítica Russa e líder do Movimento Internacional Eurásico.

Em 1999 foi presidente de secção do "Centro de Análises Geopolíticas" do Conselho de Analistas para os Assuntos de Segurança Nacional junto do Presidente da Duma (Assembleia Legislativa russa).

Desde Março de 2008 é o ideólogo oficioso do partido Rússia Unida, partido do governo presidido por Vladimir Putin, de acordo com a informação constante da página oficial do Мovimento Internacional Eurásico. É considerado actualmente como o intelectual mais influente da Rússia, próximo quer do primeiro-ministro, quer do presidente e, inclusive, de muitos líderes da oposição.

É autor de mais de 20 obras, algumas já traduzidas para o inglês, o francês, o italiano, o romeno, o árabe e o espanhol, entre outras línguas nas quais, agora, se inclui o português.

segunda-feira, 7 de junho de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (VI)




O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)


(CONTINUAÇÃO)

Respostas aos argumentos do Dr. Laszlo Karsai


Argumento 1: Historiadores sérios não aceitam os argumentos revisionistas. Eles olham-nos como um absurdo.

Resposta: Na Áustria, o poeta revisionista Gerd Honsik foi sentenciado a 5 anos de prisão, o engenheiro revisionista Wolfgang Fröhlich (que se especializou no uso de gás para erradicar vermes e micróbios e que repetidamente apontou para a impossibilidade técnica do alegado gaseamento em massa com Zyklon B) 6 anos. Na Alemanha, o professor Günter Deckert passou 5 anos atrás das grades, o escritor Udo Walendy mais de 2 anos, o químico Germar Rudolf 3 anos e 6 meses, o activista revisionista Ernst Zündel 5 anos. A advogada revisionista Sylvia Stark apanhou 3 nos e 3 meses, Horst Mahler foi sentenciado a quase 13 anos de cadeia pelos seus escritos revisionistas e pelos seus discursos. Quantos historiadores estão preparados para arriscarem não apenas o fim brusco da sua carreira, mas também penas de prisão, em nome da verdade histórica? Na realidade, muito poucos!
É verdade que em muitos países, tais como os EUA e a Grã-Bretanha, não existem leis anti-revisionistas, mas mesmo aí um professor revisionista que ensine numa universidade ou numa escola irá imediatamente ser alvo da fúria dos Judeus e das organizações de Esquerda, mais ainda com os média e, provavelmente, irá perder o seu trabalho.

O facto dos defensores da história oficial do “holocausto” dependerem de leis repressivas, censura e intimidação para defenderem a sua versão dos acontecimentos demonstra claramente que estas pessoas têm alguma coisa a esconder. Apenas um debate livre poderá mostrar de que lado está a verdade (ou, pelo menos, mais perto da verdade). No entanto, os historiadores do “holocausto” e os média evitam essa discussão. Na Hungria, o Dr. Laszlo Karsai, que foi o primeiro a aceitar um debate com o revisionista Otto Perge, atirou imediatamente a toalha ao chão depois de receber as questões de Mr. Perge. A propósito, ninguém poderia ter feito melhor do que o Dr. Karsai. Se o consagrado historiador Judeu do “holocausto” Raul Hilberg, que faleceu em 2008, ainda fosse vivo, também não poderia responder a estas questões, essencialmente porque elas são baseadas em factos sólidos. Como diz um antigo ditado: os factos são tiranos, eles não toleram qualquer dissidente.


Argumento 2: Num discurso dirigido ao Reichstag, a 30 de Janeiro de 1939, Adolf Hitler afirmou que a consequência da nova guerra seria a aniquilação da raça Judaica.

Resposta: Na linguagem actual, “aniquilação” é sinónimo de “liquidação física”. Mas se analisarmos os escritos e os discursos de Hitler, descobrimos que ele usa com frequência a palavra “aniquilação” ("Vernichtung"), assim como a palavra “extermínio” ("Ausrottung"), no sentido de “desprover o poder a alguém”. Um exemplo do Mein Kampf ilustra claramente este ponto. No seu livro, Hitler escreve que na monarquia Hapsburg, a população Alemã tinha sido ameaçada por “langsame Ausrottung” ("extermínio lento”)[38]. Será que Hitler estava a insinuar que o imperador Austríaco Franz Josef planeava gasear ou fuzilar todos os 10 milhões de Austríacos de nacionalidade Alemã? Claro que não; ele apenas receava que o império multinacional Hapsburg iria, gradualmente, fazer perder a sua posição dominante perante os Eslavos.
O discurso de Hitler de 30 de Janeiro de 1939 é, normalmente, referenciado na literatura do “holocausto”, por isso não surpreende que o Dr. Karsai o use como “prova” de que Hitler pretendia o extermínio dos Judeus. Os historiadores do “holocausto”, infelizmente, “esquecem-se” de referir a continuação do discurso de Hitler e o Dr. Karsai não é excepção. Por isso, nós vamos fazê-lo nós próprios:: "Os tempos em que s povos não-Judeus estavam indefesos no campo da propaganda já passaram. A Alemanha Nacional Socialista e a Itália Fascista têm agora instituições que, em caso de necessidade, dá-lhes a capacidade de esclarecer o mundo sobre a essência de uma questão de que muitas pessoas estão instintivamente conscientes, mas que carece conhecimento científico.”[39]
Por isso, a “aniquilação” dos Judeus apenas significa o esclarecimento das nações não-judias para o perigo dos Judeus!

(CONTINUA)

segunda-feira, 31 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (V)


Fotografia RARAMENTE DIVULGADA de prisioneiros de Buchenwald após a libertação.

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)


(CONTINUAÇÃO)


12) A 27 de Janeiro de 1945, Auschwitz foi libertado pelo Exército Vermelho. Os soldados Soviéticos encontraram 8.000 prisioneiros que tinham sido deixados pelos Alemães porque estavam demasiado fracos para serem evacuados com os outros. A 2 de Fevereiro, o Pravda publicou um artigo pelo conhecido correspondente de guerra Soviético, o Judeu Boris Polevoi, com o título "The Death Factory at Auschwitz" [A Fábrica de Morte de Auschwitz]. Nesse artigo, Polevoi falou de uma espécie de esteira de transporte em que prisioneiros eram mortos através de corrente eléctrica. Este método nunca mais voltou a ser falado. Polevoi também mencionou “câmaras de gás”, mas localizava-as não em Birkenau, nem no principal campo de Auschwitz I, mas a “Este” de Auschwitz, onde ninguém mais as localizou nem antes ou nem depois dele. Como é que pode explicar isto:

a) Os Alemães não terem morto estes 8000 prisioneiros fracos, uma vez que eram autênticas “bocas inúteis”;

b) Os Alemães, que alegadamente destruíram as provas dos seus crimes de genocídio, terem permitido que 8000 testemunhas sobrevivessem para que pudessem contar ao mundo o que eles tinham visto;

c) Que as testemunhas não contassem a Polevoi os crimes que eles tinham visto, mas crimes que eles não poderiam ter visto, uma vez que não existiu nem uma “esteira de transporte” electrificada em Auschwitz, nem câmaras de gás no sector oriental do campo?


13) Pode apresentar alguma prova documental que demonstre que, nem que seja apenas um único Judeu, tenha sido assassinado numa câmara de gás em qualquer campo de concentração Nacional Socialista? Se a resposta for sim, por favor, apresente esse documento e publique uma cópia na Internet para que a possamos analisar em conjunto.


14) Está preparado para assinar uma petição para que uma comissão internacional de especialistas, composta por historiadores, arquitectos, engenheiros, químicos, peritos em cremações e especialistas em fotografias aéreas, possa avaliar as provas dos alegados assassínios em massa em Auschwitz e que publique os seus resultados num relatório detalhado? Se a sua resposta for sim, deixe que formulemos o texto deste apelo em conjunto!


15) De acordo com a versão oficial dos eventos, Belzec, Sobibor e Treblinka foram campos de extermínio onde uma grande quantidade de Judeus foram mortos com o auxílio de motores de exaustão. Mas durante a guerra e no período imediato do pós-guerra, foram difundidos relatórios completamente diferentes sobre o que se teria passado nesses campos. A seguir está uma concisa (e incompleta) lista das técnicas de extermínio alegadamente usadas nesses campos:
Belzec: Cal viva em comboios [24]; Um prato electrificado numa enorme tigela subaquática [25].

Sobibor: Uma substância preta despejada numa câmara através de buracos no tecto [26]; Cloro [27].

Treblinka: Uma câmara de gás qu se movia ao longo das sepulturas em massa e descarregava os cadáveres nessas sepulturas [28]; Gases letais com um efeito retardado que permitia que as vítimas andassem até às sepulturas em massa antes de desmaiarem e cairem lá para dentro [29]: Sucção do ar de dentro das câmaras [30]; Vapor [31].

Algum comentário? (Por favor, não argumente que durante a guerra era impossível determinar como as vítimas eram mortas; o mais tardar em Dezembro de 1945, mais meio ano após o fim da guerra, foi dito no julgamento de Nuremberga que tinha sido utilizado vapor em Treblinka para matar “centenas de milhar” de Judeus[32].)


16) De acordo com a literatura do “Holocausto”, o “campo de extermínio” de Sobibor tinha um “edifício de gaseamento” que possuía inicialmente três e depois seis câmaras de gás. Este edifício tinha cerca de 18 m de comprimento e era feito de cimento [33]. Como é que explica que duas equipas de qualificados arqueólogos, a primeira liderada pelo Prof. Andrzej Kola da Universidade de Torun [34], a segunda pelos arqueólogos Israelitas I. Gilead e Y. Haimi e pelo Polaco W. Mazurek [35], foram incapazes de encontrar qualquer traço deste edifício apesar das extensivas escavações e drilling no território do antigo campo de Sobibor?


17) Quando os Alemães descobriram os corpos de mais de 4.000 oficiais Polacos assassinados pelos Soviéticos em Katyn, convidaram especialistas de diversos países para inspeccionarem o local do crime e fazerem as autópsias. Publicaram depois um detalhado relatório forense sobre o massacre [36]. Eles fizeram a mesma coisa depois da descoberta dos cadáveres de mais de 8.000 Ucranianos abatidos pelos Bolchevistas em Winnitza antes da guerra [37]. Conhece algum outro relatório forense similar publicado pelos Soviéticos sobre sepulturas em massa contendo cadáveres de Judeus que tenham sido assassinados pelos Alemães na Frente Oriental? (Não digo que esse relatório não possa existir. Simplesmente, não conheço nenhum e gostaria que me ajudasse. Nos seus enormes três volumes do estudo The Destruction of the European Jews {A Destruição dos Judeus Europeus], Raul Hilberg não se refere a nenhum desses relatórios, o que nos leva, no mínimo, a pensar um pouco.)


(CONTINUA)

quarta-feira, 26 de maio de 2010

A Demolição da Casa de Mentiras de Elie Wiesel


O investigador independente Carlo Mattogno descobriu documentos que provam que o denominado “sobrevivente de Auschwitz” Elie Wiesel, conselheiro dos presidentes Americanos nos assuntos relacionados com o Holocausto, nunca esteve em Auschwitz! Mentiras com contornos inimagináveis são agora expostas. Estaremos nós a chegar ao chamado “Fim do Tempo”? O trabalho completo de Carlo ainda está por sair, mas iremos levantar um pouco o véu…

Será Elie Wiesel "A Mais Credível Testemunha Viva do Holocausto?"

Por Carlo Mattogno


No dia 27 de Janeiro de 2010, no décimo “Dia da Recordação do Holocausto”, Elie Wiesel foi convidado para o Montecoitorio Hall, a Câmara da Casa dos Representantes (‘Lower House‘) na Itália, onde foi convidado a fazer um curto discurso. O Presidente da Câmara, Gianfranco Fini, apresentou-o como a “mais credível testemunha viva dos horrores do Holocausto entre os sobreviventes dos campos de concentração Nazis”.

Mas: será Elie Wiesel realmente uma testemunha? Ou será um charlatão, um mentiroso?

No dia 3 de Março de 2009, um site Húngaro publicou um artigo com o título TITEL MÉG MINDIG KISÉRTI A HALÁTÁBOR (O CAMPO DE EXTREMÍNIO CONTINUA ENCANTADO). O artigo apresentava grandes e significantes revelações de Miklos Gruner, um antigo prisioneiro de Auschwitz (se souberem Húngaro, podem ler, on-line,
aqui.

O artigo foi traduzido para Alemão e para Inglês e apareceu depois com o título “Sobrevivente de Auschwitz Afirma Que Elie Wiesel é um Impostor”. O artigo encontra-se
aqui.

E diz o seguinte:

Em Maio de 1944, quando Miklos Gruner tinha 15 anos, foi deportado da Hungria para Auschwitz-Birkenau juntamente com a sua mãe, o seu pai, um irmão mais novo e um irmão mais velho. Ele afirma que a mãe e o irmão mais novo foram “gaseados” imediatamente após a sua chegada, podendo-se ler depois:

O seu irmão mais velho e o seu pai tinham números de prisioneiros tatuados nos braços e foram mandados para trabalhos forçados numa das fábricas IG Farben que produziam combustível sintético, onde o seu pai acabaria por morrer seis meses depois. O seu irmão mais velho foi, então, mandado para Mauthausen, enquanto ele, deixado sozinho, ficou sob a protecção de dois detidos Judeus Húngaros mais velhos e que eram amigos do seu pai. Eles eram os irmãos Lazar e Abraham Wiesel.

Nos meses que se seguiram, Miklos Gruner e os irmãos Wiesel ficaram amigos chegados. Miklos nunca esqueceu os números que os Nazis tatuaram no braço de Lazar: A-7713. Lazar tinha 31 anos em 1944. Em Janeiro de 1945, o Exército Vermelho aproximava-se e os detidos foram transferidos para Buchenwald. Durante a marcha de 10 dias, que foi realizada maioritariamente a pé, metade dos prisioneiros morreu inclusivamente o irmão mais velho, Abraham Lazar. A 8 de Abril, o Exército Americano libertou Buchenwald e Miklos e Lazar estavam entre os sobreviventes. Uma vez que Miklos tinha apanhado tuberculose, foi enviado para uma clínica na Suiça e separado de Lazar. Após a recuperação, Miklos imigrou para a Austrália enquanto o seu irmão mais velho, que também tinha sobrevivido à Guerra, foi para a Suécia.

Anos mais tarde, em 1986, Miklos foi contactado por alguém da revista Sueca SYDSVENSKA DAGBLADET, em Malmo, que o convidou a encontrar-se com "um antigo amigo seu" chamado Elie Wiesel. Quando Miklos respondeu que não conhecia ninguém com esse nome, disseram-lhe que Elie Wiesel era a pessoa que Miklos tinha conhecido nos campos de concentração pelo nome de Lazar Wiesel e que tinha tatuado no braço o número A-7713. Como Miklos se recordava deste número e estava convencido que iria reencontrar o seu antigo amigo, aceitou com muito agrado o convite para se encontrarem no Hotel Savoy, em Estocolmo, a 14 de Dezembro de 1986.
Miklos recorda: "A expectativa de me encontrar com Lazar deixou-me muito feliz, mas quando encarei com Elie Wiesel, fiquei muito surpreendido em ver um homem que não reconhecia de todo. Ele nem sequer falava Húngaro ou Yiddish! Em vez disso, falava Inglês com um forte sotaque Francês. Por este motivo, o nosso encontro apenas durou dez minutos. Como prenda, ofereceu-me uma cópia do seu livro NIGHT, dizendo que ele era o autor. Aceitei o livro, o qual não conhecia, mas disse a toda a gente que estava presente que ele não era a pessoa que dizia ser"! Miklos recorda que durante o encontro Elie Wiesel recusou mostrar-lhe o número tatuado no seu braço, argumentando que “não gostava de expor o seu corpo".

Acrescentou que Elie Wiesel tinha uma vez mostrado a sua tatuagem a um jornalista Israelita, que depois se encontrou com Miklos. O jornalista disse-lhe que não tinha conseguido ler o número e que não acreditava que aquilo fosse uma verdadeira tatuagem.
Palavras de Miklos: "Depois daquele encontro com 'Elie Wiesel', passei 20 anos a pesquisar sobre a sua história e descobri que este homem que se chamava a ele próprio por aquele nome nunca tinha estado num campo de concentração Nazi, uma vez que o seu nome não se encontrava em nenhuma lista de detidos".

Miklos descobriu também que o livro que "Elie Wiesel" dizia ter escrito em 1986, tinha sido, na realidade, escrito em Húngaro, em 1955. Tinha sido escrito de forma abreviada em Paris com o título "UN DI VELT HOT GESVIGEN" (em Yiddish, "E o Mundo Manteve-se em Silêncio"). O livro abreviado foi traduzido para Francês e para Inglês e foi depois publicado com o título "LA NUIT" e "NIGHT."

A pessoa que diz chamar-se "Elie Wiesel" vendeu cerca de dez milhões de cópias deste livro por todo o mundo - e ainda recebeu o Prémio Nobel da Paz, enquanto que o verdadeiro autor, Lazar Wiesel, desapareceu misteriosamente. Esta pessoa nunca mais quererá volta a encontrar-se comigo. Transformou-se numa pessoa muito bem sucedida, recebendo cerca de 25,000 dólares por 45 minutos de discursos sobre o Holocausto. Informei o FBI em Los Angeles deste roubo de identidade de Lazar Wiesel e preenchi queixas contra ele nos Estados Unidos e na Suécia, mas sem sucesso.

Recebi chamadas telefónicas a avisar-me que eu levaria um tiro se não calasse a boca, mas eu não tenho medo da morte. Coloquei cópias dos meus dossiers em quatro países diferentes e se eu morrer subitamente, eles serão tornados públicos. O mundo tem que saber que Elie Wiesel é um impostor e estou a trabalhar para que isso possa ser revelado. Estou a escrever a verdade num livro que terá como título "STOLEN IDENTITY A7713." [IDENTIDADE ROUBADA A7713].

As revelações de Miklos Gruner estão a circular pela Internet, mas ainda não atingiram a magnitude desejada pelos seus esforços. Não será muito difícil de perceber porquê…

Katyn e a "Guerra Boa"


(…) Antes, durante e depois dos julgamentos de Nuremberga que condenariam os Nazis por "crimes contra a humanidade," estava a ser cometido um dos maiores crimes de toda a história contra a humanidade. Quinze milhões de Alemães - velhos, mulheres, crianças - foram conduzidos como o gado para fora das suas casas ancestrais na Prússia, Pomerânia, Brandenburg, Silésia e Sudetas (…). A 3 de Setembro de 1939, a Grã-Bretanha e a França declararam guerra a Alemanha para restaurarem a integridade e a independência da Polónia. Para atingirem esta grande meta, eles elaboraram um autêntico choque Germano-Polaco que durou três semanas numa guerra mundial que durou seis anos. E a Polónia foi salva? Não. A Polónia foi crucificada. [leia a notícia na íntegra]

Estaline Impediu Duas Tentativas de Assassinato de Hitler


O ditador Soviético Estaline bloqueou duas tentativas para assassinar Adolf Hiter durante a Segunda Guerra Mundial, temendo que a sua substituição como líder Nazi levasse à paz com os Aliados Ocidentais, referiu um General superior Russo na terça-feira. Um plano para atacar o ‘bunker’ de Hitler, em 1943, e uma trama em 1944 envolvendo um assassino que tinha ganho a confiança da liderança Nazi foram ambos cancelados por ordens de Estaline, referiu o General Anatoly Kulikov numa conferência histórica em Moscovo. "Foi desenvolvido um plano para assassinar Hitler no seu abrigo, mas Estaline, subitamente, cancelou-o em 1943 com medo que após a morte de Hitler os seus seguidores elaborassem um tratado de paz em separado com a Grã-Bretanha e com os Estados Unidos”, acrescentou a agência noticiosa Russa RIA. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 25 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (IV)



Fotografia de Dachau, na altura da libertação



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)


(CONTINUAÇÃO)


8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?


9) De acordo com o Judeu Francês Georges Wellers, o número de Judeus Húngaros gaseados em Birkenau entre Maio e Julho de 1944 atingiu o total de 409.640 [17], enquanto que o proeminente historiador Judeu do Holocausto Raul Hilberg se contenta com “mais de 180.000” [18].
Onde estarão os restos mortais das vítimas cremadas? No sentido de esclarecer esta questão, temos que ter em consideração os seguintes factos:

a) Na altura, existiam quatro crematórios em Birkenau (Krema II, III, IV e V; o Crematório I no campo principal de Auschwitz I esteva inactivo desde Julho de 1943).

b) O Crematório II e III tinha 15 fornalhas cada, o Crematório IV e V tinha 8 fornalhas cada. Por isso, os 4 crematórios tinham 46 fornalhas na totalidade.

c) Se tivermos em conta que a incineração de um corpo leva 60 minutos, que o crematório estava activo 20 horas por dia e que eles funcionaram perfeitamente durante todo esse período, (uma completa e irrealista presunção!), eles cremariam cerca de 920 corpos por dia. Com a presença de corpos de crianças, iremos aumentar esse número para 1000.

d) Nos 55 dias entre 15 de Maio e 9 de Julho, o crematório incineraria, teoricamente, 55.000 cadáveres. Se os números de Wellers sobre os Judeus Húngaros estiverem correctos, existirão (409.000 – 55.000 =) 354.000 cadáveres por cremar em Birkenau depois de 9 de Julho. Se os números de Hilberg estiverem correctos, existirão, mesmo assim, (180.000 – 55.000 =) 125.000 cadáveres por cremar. Os historiadores do “Holocausto” não podem argumentar que estes corpos foram incinerados depois de 9 de Julho porque, segundo eles, os gaseamentos continuaram o mais tardar até Outubro de 1944, embora numa escala inferior. Mais ainda, os corpos dos prisioneiros que morreram de causas naturais em Auschwitz-Birkenau tinham que ser também incinerados. Como é que os Alemães fizeram desaparecer essas montanhas de cadáveres?


10) Baseado nas declarações de “testemunhas”, tais como Filip Müller e Szlama Dragon, os historiadores do “Holocausto” defendem que os cadáveres dos Judeus Húngaros foram parcialmente queimados em grandes fossas perto do crematório. Durante o período crítico, Birkenau foi fotografado várias vezes por aviões aliados. Nenhuma dessas fotografias mostram quaisquer "fossas de incineração" ou grandes fogueiras [19]. Como se explica este facto?


11) Dois documentos Alemães do tempo da guerra analisados por Carlo Mattogno num dos seus artigos [20] provam, de forma inequívoca, que as morgues do crematório de Birkenau não foram usadas como câmaras de gás homicidas, tal como defendem os historiadores oficiais. No dia 20 de Julho de 1943, o Dr. Wirths, médico das SS, pediu ao Departamento Central de Construções de Auschwitz para a construção de morgues provisórias em vários pontos de do campo de Birkenau. Naquela altura, os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido eram guardados em barracões de madeira antes de serem levados para o crematório. Como Birkenau estava infestado de ratos, estes roedores foram atraídos pelos corpos e serviram-lhes de banquetes. Nessa carta, o Dr. Wirths afirmou que os ratos eram os responsáveis pelo alastramento de pragas e uma epidemia de doenças teria consequências terríveis para o pessoal e para os prisioneiros. A 4 de Agosto de 1943, Karl Bischoff, chefe dos Departamento Central de Construções, respondeu que não eram necessárias morgues provisórias, pois os cadáveres dos prisioneiros falecidos passariam a ir para os crematórios duas vezes por dia [21]. Isto prova que as morgues do crematório poderiam ser usadas a qualquer altura e que não foram usadas como câmaras de gás homicidas. Em Maio de 1944, o problema apareceu novamente. No dia 22 desse mês, o novo chefe do Departamento Central de Construções de Auschwitz, Jothann, escreveu uma carta na qual realçou que os cadáveres dos prisioneiros que tinham morrido no campo seriam removidos todas as manhãs, por isso não havia necessidade de da construção de morgues provisórias [22]. Jothann não especificou que os cadáveres seriam levados para o crematório, mas o contexto não nos pode dar outra explicação. A data desta carta é particularmente importante. De acordo com o “Danuta Czech’s Kalendarium” [23], 62.000 Judeus Húngaros foram deportados para Auschwitz-Birkenau, entre 17 e 22 de Maio de 1944, 41.000 dos quais “gaseados sem registo”, o que significa que as morgues do crematório teriam que ser usadas como câmaras de gás dia e noite durante todo o período. Como é que os cadáveres dos prisioneiros que morreram de causas naturais durante o mesmo período poderiam ter sido guardados nas mesmas morgues?

(CONTINUA)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Afinal "os Bons" Também Tinham Armas Biológicas...


Cientistas britânicos experimentaram diversas maneiras de espalhar doenças que afectassem os pés e a boca e infecções letais, tal como disenteria, cólera e febre tifóide, dados dum julgamento de guerra secreto sobre acções biológicas durante a Segunda Guerra Mundial. Uma lista extensa de agentes contagiosos e pragas que se transformaram em armas de destruição de massa são revelados em ficheiros de um comité do Gabinete de Guerra divulgados agora pelos Arquivos Nacionais. O governo teve conhecimento da produção de cinco milhões de bolos com anthrax com o objectivo de infectar o gado na Alemanha durante a guerra, mas os últimos documentos mostram que a acção foi desenvolvida para uma variedade muito maior de doenças, principalmente em Porton Down, perto de Salisbury, e Pirbright em Surrey. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 23 de maio de 2010

A Morte Por "Fogo Cruzado" ou "Podemos Assassinar Porque Eles São Nazis"...


A Rússia acusou, na última segunda-feira, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de permitir que algumas pessoas reabilitem os Nazis, referindo-se concretamente ao exemplo do que aconteceu na Letónia no caso de um veterano Soviético da Segunda Guerra Mundial. Vasily Kononov, de 87 anos, que conduziu um grupo de resistentes contra a Alemanha Nazi no estado do Báltico durante aquele período, foi preso na Letónia em 1998 depois de ter sido condenado por ter ordenado a morte de nove aldeões em 1944. Ele admitiu o assassinato, mas acrescentou que os mortos eram colaboradores Nazis apanhados no fogo cruzado (...). "A Grande Câmara do Tribunal , na realidade, está na mesma linha daqueles que lutam por rever os resultados da Segunda Guerrra Mundial e a reabilitação dos Nazis e dos seus colaboradores", referiu num depoimento o Ministro dos Negócios Estrangeiros Russo". [leia a notícia na íntegra]

Vamos ver se percebo: existe um grupo de resistentes que DECIDE (não foi nenhum tribunal militar) que os aldeões eram "colaboradores dos Nazis" e assassina-os. Um dos membros confessa o crime... mas "explica" que, afinal, eles terão morrido no "fogo cruzado"... Um político com um alto cargo de responsabilidade aparece em praça pública a criticar os tribunais, a dizer que existe "branqueamento do Nazismo"... Será que estou a ver mal ou existe mesmo aqui uma descarada e vergonhosa hipocrisia, misturada com cinismo e dualidade de critérios???!!!!

É que há bem pouco tempo, um oficial Alemão foi condenado a PRISÃO PERPÉCTUA por ter sido responsável pela morte de 3 Holandeses durante a Segunda Guerra Mundial! Portanto, a morte de civis, para algumas pessoas, só é bem aceite se forem, supostamente, aliados "dos maus"!

Mais um exemplo de que os denominados "direitos humanos" é mesmo algo muito vago e atribuído não a todos, mas apenas aos que convém!

Em duas palavras, TENHAM VERGONHA!

sexta-feira, 21 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (III)

Câmara de gás com... uma porta de MADEIRA???!!!
Para acabar a anedota,
só falta um forno com uma porta de papel!

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)


(CONTINUAÇÃO)

6) A 27 de Julho de 1944, a administração do campo de Auschwitz elaborou uma compilação de estatísticas sobre os prisioneiros "temporariamente aquartelados no campo dos Judeus Húngaros". O documento mostra que, até àquela data, 3.138 Judeus Húngaros tinham recebido tratamento médico no hospital do campo, 1.426 dos quais com difíceis operações cirúrgicas [12]. De acordo com a história do “Holocausto”, um grande número de Judeus Húngaros foram gaseados em Auschwitz, entre 15 de Maio e 9 de Julho de 1944. Enquanto que nem um único destes alegados homicídios numa câmara de gás está confirmado em algum documento Alemão, o tratamento médico de 3.138 Judeus Húngaros em Auschwitz até 27 de Julho está, realmente, documentado. Quais as conclusões a que uma pessoa com um pensamento lógico poderá chegar após estes factos?

7) Henryk Swiebocki , historiador Polaco, registou e documentou 11.246 prisioneiros sujeitos a intervenções cirúrgicas em Auschwitz, entre Setembro de 1942 e 23 de Fevereiro de 1944 [13]. Que tipo de “campo de extermínio” foi aquele onde mais de 11.000 prisioneiros não apenas não foram exterminados, como também foram operados no mesmo, num período de apenas 18 meses?

8) Os historiadores do “Holocausto” foram incapazes de apresentar qualquer prova documental para o alegado “gaseamento” dos Judeus Húngaros entre Maio de e Julho de 1944. Toda a acusação recai sobre o “relato de testemunhas”. Duas das mais proeminentes “testemunhas” destes alegados assassínios em massa são o Judeu Húngaro Miklos Nyiszli e o Judeu Eslovaco Filip Müller. No seu livro sobre Auschwitz, que foi editado em Húngaro em 1946 [14] e, mais tarde, traduzido em Alemão, Inglês e Francês, Nyiszli afirma que 20.000 pessoas foram gaseadas e queimadas todos os dias no crematório de Auschwitz e que outros 6.000 foram mortos a tiro ou queimados vivos todos os dias na floresta das imediações. No seu livro de 1979, Sonderbehandlung [15], Filip Müller descreve como teve que despir os cadáveres dos Judeus mortos nas câmaras de gás. Uma vez encontrou um bocado de bolo no bolso de uma das vítimas, que devorou gulosamente. Como Müller não podia ter devorado o bolo com a sua máscara de gás colocada, só podemos concluir que ele era imune ao ácido Prússico. Além disso, Müller afirma que três corpos eram queimados, de forma simultânea, no crematório em 15 minutos. Em 1975, um grupo de especialistas Britânicos em crematórios chegou à conclusão de que o tempo mínimo para a cremação de um corpo adulto num crematório era de 63 minutos [16], por isso, os tempos apresentados por Müller são nove vezes demasiado altos. Considera serem Nyiszli e Müller testemunhas credíveis? Se não, poderá, por favor, apresentar o nome de uma testemunha credível do gaseamento dos Judeus Húngaros e citar o seu testemunho para que nós possamos analisá-lo?
(CONTINUA)

"Assassínios ao Estilo Checo" - Os "Crimes dos Bons" Sem Castigo!


A televisão pública da República Checa irá passar um documentário com o título "Zabíjení po česku," ou "Assassínio ao Estilo Checo". Trata-se da filmagem de um massacre de mais de 40 pessoas de descendência Alemã em Praga, em Maio de 1945, pouco depois do fim da guerra. Os seus autores dizem que querem chamar a atenção para as atrocidades cometidas contra a população Alemã no pós-guerra na Checoslováquia. Alguns historiadores acreditam que que este crime em particular foi da responsabilidade das tropas Soviéticas! Podem ver o vídeo aqui.

Podem ler mais sobre este assunto aqui.

O Revisionismo em Linha sabe que NUNCA os responsáveis por este crime cobarde serão alguma vez castigados pelos tribunais internacionais. Essencialmente e especialmente porque os criminosos não eram Nazis e porque as vítimas não eram Judias!

sábado, 15 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)



[Retirado e traduzido daqui]

Em Março de 2010 o Parlamento da Hungria adoptou uma lei anti-revisionista tornando-o ilegal e impossibilitando a disputa com a versão oficial ortodoxa do “holocausto”. Ao mesmo tempo, o nacionalista e revisionista (Húngaro) Otto Perge sugeriu um debate sobre esse tópico. Um dos mais proeminentes estudiosos do país sobre o “holocausto”, o Dr. Laszlo Karsai, aceitou o desafio. Após tomar conhecimento disto, contactei Perge, que felizmente tem conhecimentos de Inglês (no meu caso, não leio nem falo Húngaro) e ofereceu-lhe a minha assistência, que acabou por ser aceite. Posteriormente, enviei-lhe 17 questões para o seu oponente. O Dr. Perge fez a sua tradução para Húngaro e publicou-as posteriormente no site do partido nacionalista Jobbik (http://kuruc.info/). Após a sua leitura, o Dr. Karsai disse a Perge não tinha qualquer intenção de responder às questões e que não havia grandes probabilidades de o fazer num futuro próximo.

Pela sua parte, o Dr. Karsai procurou refutar a visão revisionista, elaborando 15 pontos, os quais enviou a Otto Perge. Mr. Perge, que tem algum conhecimento sobre o assunto, mas que não é um especialista, traduziu estes pontos para Inglês e reencaminhou-os para mim. Como alguns daqueles argumentos são frequentemente utilizados pelos nossos adversários, tomei algum cuidado em responder de forma detalhada. A 24 de Abril, as minhas respostas aos primeiros oito pontos foram publicadas no site Jobbik. As restantes seguir-se-ão dentro de poucos dias.
Um dos mais notáveis historiadores Húngaros, o Dr. Krisztian Ungvary, ofereceu ajuda ao Dr. Karsai e preparou oito questões para Otto Perge. Perge encontra-se agora a fazer a tradução para Inglês; assim que as receber, responder-lhe-ei e a tradução em Húngaro será publicada no já referido site. Todos vocês serão mantidos a par dos desenvolvimentos
Apelo a todos que espalhem este texto deste debate. Brevemente irei fazer a tradução para Alemão e publicá-la-ei no meu site.

Jürgen Graf, 25 de Abril de 2010


Questões ao Dr. Laszlo Karsai

1) Em Agosto de 1944, poucas semanas depois da libertação do campo de concentração de Majdanek pelo Exército Vermelho, uma comissão Polaco-Soviética elaborou um “relatório especial” sobre o campo no qual defendia que tinham ali sido mortos cerca de 1,5 milhões de prisioneiros [1]. O documento foi apresentado plos Soviéticos como prova no julgamento de Nuremberga [2]. No início do ano de 1948, o historiador Polaco Zdzislaw Lukaszkiewicz reduziu os números de Majdanek para 360.000 [3]. Outra redução teve lugar em 1992, quando o historiador Polaco Czeslaw Rajca referiu cerca de 235.000 vítimas. [4].
Passados 13 anos, em 2005, Thomas Kranz, director do departamento de investigação do museu de Majdanek, afirmou que tinham desaparecido cerca de 78.000 prisioneiros no campo [5]. Para fazer uma comparação: no seu livro de 1998, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, os autores revisionistas Jürgen Graf e Carlo Mattogno chegaram à conclusão de que tinham morrido aproximadamente 42.200 pessoas em Majdanek [6]. Deste modo, os números do museu de Majdanek ainda estão acima cerca de 35.800 mortos em relação aos números revisionistas, mas mais baixos cerca de 1.422.000 mortos em relação aos apresentados em Nuremberga e mais baixo cerca de 157.000 mortos do que o número oficial apresentado no museu de Majdanek até 2005. - Algum comentário?

(CONTINUA)

sábado, 1 de maio de 2010

Decisão Sobre 'Arquitecto do Holocausto' é Ilegal


Um tribunal alemão decretou na sexta-feira que o governo não tem bases legais para manter em sigilo a documentação secreta referente a Adolf Eichmann, o homem que ficou conhecido como o ‘arquitecto do holocausto judeu’.

O governo mantém os arquivos em segredo com o argumento que o seu conhecimento público pode prejudicar as relações internacionais, pôr em perigo os que divulguem o seu conteúdo ou trazer problemas com agências secretas estrangeiras. [retirado daqui]

quarta-feira, 7 de abril de 2010

"Holocaust Debat"

Mark Weber, director do IHR (The Institute for Historical Review) e Michael Shermer, editor e fundador da revista Skeptic, debatem as posições que cercam o denominado "Holocausto". Weber defende que a história da destruição em massa dos Judeus durante o Terceiro Reich foi propaganda de guerra, e Shermer defende a linha de que a "Solução Final" de Hitler resultou no genocídio de milhões de Judeus.



Sobre este vídeo e sobre a sua mostragem ao público, vejam a reacção aqui.

sábado, 3 de abril de 2010

O Sabão da Mentira Caluniosa

Um das afirmações mais chocantes e caluniosas sobre o Holocausto é a história de que os Alemães teriam manufacturado sabão através dos corpos das suas vítimas (o embuste voltou a ser notícia aqui). Embora uma afirmação semelhante, durante a Primeira Guerra Mundial, tivesse sido exposta como uma mentira, pouco anos depois, o assunto foi ressuscitado e amplamente divulgado na Segunda Guerra Mundial.

Mais importante ainda foi que esta acusação foi "provada" no principal julgamento de Nuremberga de 1945-1946 e endossado autoritariamente por numerosos historiadores nas décadas seguintes.

Mais recentemente, como parte de uma ampla retirada de aspectos mais evidentemente insustentáveis da história "ortodoxa" do extermínio exterminação, os historiadores do Holocausto admitiram relutantemente que a fábula do sabão humano é uma mentira de propaganda de guerra. Apesar de tudo, na sua retirada, estes historiadores tentaram terminar a história do sabão como um mero “rumor” do tempo de guerra, esquecendo-se de mencionar (de forma negligente) que as organizações Judias internacionais e governos Aliados da altura defenderam essa mentira difamatória.

Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.

Sobre algumas outras mentiras da Alemanha Nazi, podem ver o vídeo a seguir:


As Armas Secretas da Alemanha Nazi















Sobre este assunto, podem ler mais aqui.

terça-feira, 30 de março de 2010

Recordando David Cole

David Cole é um talentoso judeu revisionista que visita Auschwitz para verificar a existência das alegadas câmaras de gás para extermínio de seis milhões de judeus na Alemanha de Hitler.

Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.











quarta-feira, 10 de março de 2010

Violações Sem Castigo... Porque Foi Um Crime de Guerra "Dos Bons"!



Uma mulher Alemã com 80 anos rompeu agora o tabu antigo do silêncio sobre as violações que ela própria sofreu nas mãos de soldados Soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial com a publicação de um livro onde revela os crimes do Exército Vermelho quando este marchou em direcção a Berlim.


"Why Did I Have To Be A Girl" ["Por Que é Que Eu Haveria de Ser Uma Rapariga?"], de Gabriele Koepp, é o primeiro livro publicado sobre as violações sob o verdadeiro nome da vítima. Mrs. Koepp foi uma dos cerca de dois milhões de vítimas, raparigas e mulheres Alemães, que foram violadas pelos soldados Soviéticos, encorajados pelo seu líder Estaline que via nesse crime uma vingança e um espólio de guerra depois da invasão de Hitler que deixou 26 milhões de mortos Russos. "Frau. Komm" eram as palavras que as mulheres mais temiam ouvir dos soldados do Exército Vermelho. [leiam a notícia na íntegra]
Podem ler outra notícia sobre o mesmo assunto aqui.

O Revisionismo em Linha aguarda (sentado...) a tradução deste livro para Português...