O activista anti-racista de Ottawwa, Richard Warman, ganhou $30.000 de indemnização num julgamento por difamação devido à colocação de alguns ‘posts’ na Internet considerados difamatórios e que ele os caracterizou como "um derramamento de petróleo em minha [dele] reputação". A Juíza do Tribunal de Ontário, Monique Métivier, ordenou que Paul Fromm, director da Canadian Association for Free Expression [Associação Canadiana Para a Liberdade de Expressão] a pagar $20.000 por danos e mais $10.000 por danos agravados pela colocação de nove ‘posts’ por difamação a Sr. Warman. [leia a notícia na íntegra]
domingo, 9 de dezembro de 2007
Tribunal Ordena a Paul Fromm o Pagamento de $30.000 Por Difamação
O activista anti-racista de Ottawwa, Richard Warman, ganhou $30.000 de indemnização num julgamento por difamação devido à colocação de alguns ‘posts’ na Internet considerados difamatórios e que ele os caracterizou como "um derramamento de petróleo em minha [dele] reputação". A Juíza do Tribunal de Ontário, Monique Métivier, ordenou que Paul Fromm, director da Canadian Association for Free Expression [Associação Canadiana Para a Liberdade de Expressão] a pagar $20.000 por danos e mais $10.000 por danos agravados pela colocação de nove ‘posts’ por difamação a Sr. Warman. [leia a notícia na íntegra]
O Que é o Revisionismo do Holocausto?
Por "Revisionismo" queremos dizer investigação crítica baseada em teorias e hipóteses no sentido de testar a sua validade. Os cientistas precisam de saber quando novas provas se modificam ou contradizem velhas teorias; na realidade, uma das suas principais obrigações é testar concepções tradicionais e tentar refutá-las. Apenas numa sociedade aberta na qual os indivíduos são livres de desafiar teorias comuns é nós podemos certificar a validade dessas mesmas teorias, e estar confiantes de que estamos a aproximarmo-nos da verdade.
(…)
O que defende, afinal, o Revisionismo do Holocausto?
Primeiro de tudo, devido a falsas representações pelos média, é necessário clarificar o que é que o Revisionismo do Holocausto não afirma:
- não é negado que os Judeus foram perseguidos sob o regime do Terceiro Reich;
- não é negado que os Judeus foram privados de direitos civis;
- não é negado que os Judeus foram deportados;
- não é negada a existência de guetos Judeus;
- não é negada a existência de campos de concentração;
- não é negada a existência de crematórios nos campos de concentração;
- não é negado que Judeus morreram pelas mais variadas razões;
- não é negado que outras minorias foram também perseguidas, como ciganos, Testemunhas de Jeová, homossexuais e dissidentes políticos;
- e, finalmente, não é negado que todas as coisas acima mencionadas foram injustas.
quinta-feira, 6 de dezembro de 2007
Documentos de Nixon Mostram Interesses da Casa Branca Sobre Armas Nucleares Israelitas
O Conselheiro Superior de Segurança do Presidente Nixon mostrou uma grande preocupação com o facto de Israel produzir mísseis nucleares de forma "clandestina" e que o embaixador de Israel, daquele tempo, nos Estados Unidos, Yitzhak Rabin – posteriormente Primeiro-ministro de Israel - talvez tenha "feito obstrução" à Casa Branca nos seus esforços para perceber a verdadeiras intenções de Israel, de acordo com documentos recentemente revelados. Os documentos também mostram que a administração Nixon possuía "provas circunstanciais" de que Israel construiu o seu arsenal nuclear com "material obtido ilegalmente dos Estados Unidos” num tempo não especificado, antes de 1965. [leia a notícia na íntegra]
O Sionismo e o Terceiro Reich

... Esta é apenas mais uma vinheta de um capítulo muito pouco conhecido da História: A ampla colaboração entre o Sionismo e o Terceiro Reich de Hitler... Apesar da hostilidade entre o regime de Hitler e os Judeus, durante vários anos os interesses de ambos coincidiram. Ao colaborar com os Sionistas para arranjar uma solução mutuamente desejável e humana para um problema complexo, o Terceiro Reich estava disposto a fazer sacrifícios monetários, a prejudicar as relações com a Grã-Bretanha e a zangar-se com os árabes. De facto, durante os anos 30, nenhuma nação fez mais pelos anseios de Judeus-Sionistas do que a Alemanha de Hitler. Leia mais sobre este assunto aqui.
Ex presidente italiano defende que 11 de Setembro teve dedo da Mossad e da CIA
O ex presidente italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga veio a público acerca do 11 de Setembro relatando ao jornal mais respeitado de Itália que os ataques foram levados a cabo pela CIA e pela Mossad e que isto é de conhecimento geral no seio de todos os serviços secretos do mundo.Cossiga foi eleito presidente do Senado italiano em Julho de 1983 antes de ganhar as eleições de 1985 e ter sido eleito presidente do país.
Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição como sendo um espécime duma espécie rara – um político honesto – e liderou o rumo do país durante sete anos, até 1992.
A tendência de Cossiga falar demais irritou o sistema político italiano e o mesmo foi forçado a demitir-se depois de revelar a existência da Operação Gládio, bem como a sua participação na mesma – uma operação encoberta sob os auspícios da OTAN que levou a cabo diversos atentados por toda a Europa nos anos 60, 70 e 80.
A especialidade da Gládio era levar a cabo “operações de falsa bandeira”, ataques terroristas cujas culpas da autoria eram atribuídas à oposição interna e geopolítica.
As revelações de Cossiga contribuirão para uma investigação parlamentar da Gládio em 2000 no decorrer da qual se tomou conhecimento de que os ataques desta eram supervisionados pelo aparato dos serviços secretos dos EUA.
Em Março de 2001 o agente da Gládio, Vencenzo Vinciguerra, testemunhou sob juramento que “Tínhamos que atacar civis, o povo, mulheres, crianças, pessoas inocentes, desconhecidos que nada tinham a ver com a política. A razão era simples: forçar… a opinião pública a virar-se para o Estado e exigir maiores medidas de segurança.”
As novas revelações de Cossiga foram publicadas no mais antigo jornal da Itália, Corriere della Será. Reproduzimos uma tradução em bruto.
“[O Bin Laden supostamente confessou] o ataque da Qaeda em Setembro às duas torres de Nova Iorque, afirmando ter sido o autor do ataque de dia 11, enquanto que todos os serviços secretos da América e da Europa… sabem actualmente que o desastroso ataque foi planeado e realizado pela CIA americana e pela Mossad com o auxílio do mundo sionista com o propósito de acusar os países árabes de modo a induzirem os poderes ocidentais a participarem nos ataques ao Iraque e ao Afeganistão.”
Cossiga exprimiu pela primeira vez as suas dúvidas acerca do 11 de Setembro em 2002, e é citado no livro de Webster Tarpley como tendo dito que “O responsável por trás dos ataques deve ter uma mente sofisticada, deve também ter ao seu dispor muitos meios que lhe tenham permitido não só recrutar kamikazes fanáticos mas também pessoas altamente qualificadas. Digo mais: tal não seria possível sem infiltrações no pessoal de responsável pelos radares e pela segurança de voo.”
Vindo de um respeitado ex cabeça de Estado, as afirmações de Cossiga acerca dos ataques de 11 de Setembro terem sido um acto interno e que isso é do conhecimento geral no seio de todas os serviços secretos do mundo, é muito improvável que tal seja mencionado em qualquer órgão de comunicação social do sistema, uma vez que tal como outros ex funcionários governamentais sóbrios, militares, profissionais da força aérea aos quais se juntam centenas de professores e de intelectuais – o mesmo não pode ser descartado como sendo mais um maluquinho das teorias da conspiração. [leia esta notícia na integra]quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
No dia 20 de Novembro de 2007, mais de 250 municípios brasileiros comemoraram oficialmente o “Dia da Consciência Negra”. Pretendia-se com isso consolidar o ensino sobre a história e a cultura afro-brasileira, bem como incluir nos currículos escolares termos como: história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. Tudo conforme a lei Brasileira 10639/2003.A insurreição contra a escravidão teve o seu principal marco histórico não com a Lei Áurea, instituída hipocritamente pela princesa da casa monárquica brasileira, mas sim pela morte do primeiro negro a liderar uma revolta da população negra, Zumbi de Palmares.
Este Holocausto Negro iniciou-se com a vinda dos negros da África, que foram vendidos e negociados como mercadorias, para o cultivo da terra, escravizados, espancados, marcados a ferro em brasa, assassinados, vítimas de açoite e outros atos de violência.
“Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo”. Leia sobre este assunto aqui.
Israel Procura Por Todo o Mundo Uma 'Educação Para o Holocausto'
Mais de 60 anos depois do Holocausto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros [de Israel] está a trabalhar para que o genocídio nazi se mantenha na vanguarda da consciência internacional. Aquele Ministério submeteu uma resolução à Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas onde indica a criação de um currículo patrocinado pela UNESCO para ensinar o Holocausto aos estudantes de todo o mundo, assim como o seu papel na história. A resolução de Recordação do Holocausto, proposto pela Divisão do Ministério de Organizações Internacionais, tem como objectivo conservar a memória do Holocausto no sentido de prevenir a sua negação. [leia a notícia na íntegra]
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
Jornalista Ilibado do Suicídio de Professor "Anti-semita" Alemão
O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, absolveu um jornalista Austríaco de ser o "responsável pelo suicídio" de um professor Alemão [Werner Pfeifenberger] que defendia que os Judeus declararam guerra à Alemanha, em 1933. A decisão foi tomada depois de um complicado caso que envolveu liberdade de expressão, difamação e anti-semitismo. O Tribunal deliberou em favor do jornalista Karl Pfeifer, determinando que os tribunais austríacos não tinham conseguido proteger o bom-nome de Pfeifer. O Tribunal ordenou que o governo austríaco pagasse a Pfeifer 5.000 euros pelos danos e 10.000 euros devido a despesas do tribunal. Leia a notícia aqui e, sobre o mesmo assunto, pode ler aqui.
‘Já Chega de Reparações Pelo Holocausto’, Afirma o Ministro das Finanças Alemão

Moscovo Está a Forjar Uma Nova História Para a Rússia
O Kremlin usa a sua versão do passado para forjar uma nova ideologia para o presente... "A atitude perante o passado é o elemento central para qualquer ideologia," escreveu Yury Afanasyev, um historiador liberal russo, no Novaya Gazeta. De facto, os argumentos da Rússia sobre a história, normalmente, mexem grandes paixões, o que faz desenvolver debates sobre o presente ou sobre o futuro. O tipo de país em que se tornará a Rússia irá depender, em grande parte, do tipo de história que escolher... Surkov argumenta que a Rússia necessita de um sistema político que encaixe no seu carácter nacional e que isso fará negligenciar as normas internacionais de comportamento entendidas como "pressão estrangeira". [leia a notícia na íntegra]
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Cresce o Debate nos EUA Sobre a Liberdade Académica
As universidades americanas estão envolvidas num furioso debate sobre se poderá ser dada ou não permissão a académicos anti-sionistas para ensinarem cursos no Médio Oriente. No caso mais recente, Nadia Abu El-Haj, professor de Antropologia na Universidade de Barnard, um pólo da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, ganhou uma batalha contra a forte pressão de diversos lobbys pertencentes a grupos pró-Israel. Estes argumentavam que o livro lançado pelo professor Abu El-Haj em 2002, “Facts on the Ground” – onde argumentava que a História Palestiniana foi destruída pelos arqueólogos Judeus – era, academicamente, uma falsidade e tinha, necessariamente, que ser desqualificado. [leia a notícia na íntegra]
sábado, 1 de dezembro de 2007
Um Milhão de Mortos no Iraque: A ‘Negação do Holocausto’ da América
Institucionalmente relutante em considerar qualquer responsabilidade da América para aquele banho de sangue, os meios de comunicação tradicionais recusam reconhecer o grande número de iraquianos mortos desde a invasão. O encontro do Presidente Iraniano Mahmoud Ahmedinejad com aqueles que negam o genocídio nazi foi encarado com alguma repugnância. Porém, está a acontecer outra negação do holocausto sem que se dê a mínima atenção: o holocausto no Iraque. O cidadão comum americano acredita que 10.000 civis iraquianos foram mortos desde que começou a invasão de EUA, a 23 de Março de 2003. O número mais citado nos meios de comunicação social é de 70.000. Mas é possível que o número real de pessoas mortas esteja perto de ser mais de um milhão. [leia a notícia na íntegra]
Propaganda de Guerra - Ontem e Hoje

‘Por Medo aos Judeus’

sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Imagens Que Nunca Passaram
Estas são as imagens da visita do Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad a Nova Iorque [em Setembro] e que as nossas televisões nunca ousariam transmitir. Antes de passar pela Universidade de Columbia e pela sede das Nações Unidas, Ahmadinejad recebeu vários judeus ortodoxos, líderes do movimento Jews United Agains Zionism (Judeus Contra o Sionismo). Estes rabinos afirmam que Ahmadinejad é um amigo da comunidade judaica internacional e que, tal como eles, pretende a paz no Médio Oriente, separando o Judaísmo das acções violentas do Sionismo…A Recordação do Holocausto: O Que Está Por Detrás da Campanha?
… A recordação do Holocausto não é, como reivindicam os seus defensores, um esforço nobre motivado pelo interesse sincero e para a humanidade. Em vez disso, esta campanha inexorável é uma expressão de poder Judeu-Sionista, e é projectada para promover os seus interesses... A campanha de recordação de Holocausto reflecte uma visão arrogante dos Judeus como pessoas especiais e superiores. ... A morte de Judeus e o seu sofrimento não merecem ser mais venerados do que a morte e o sofrimento dos que não são Judeus. A campanha de recordação do Holocausto merece o nosso desprezo e não o nosso apoio, porque é um esforço unilateral que serve apenas os interesses Judeus e Israelitas e sustenta o poder Judeu-Sionista. [leia a notícia na íntegra]
Enorme Controvérsia nos EUA Devido a Livro de Walt e Mearsheimer Sobre o Lobby Israelita
Fala-se que o poder do “Lobby Judaico” Americano é lendário. Comentadores de todo o mundo referem isso, assim como estabelecem o facto de que os Judeus Americanos exercem uma influência muito maior do que sugerem os números (2% da população). Mas esta presumível influência é também uma delicada questão nos Estados Unidos e raramente é analisada. Como é que o lobby trabalha? O seu poder, realmente, existe ou é apenas uma lenda? Dois académicos Americanos, John Mearsheimer, da Universidade de Chicago Stephen Walt, de Harvard, fizeram um trabalho para tentar responder a estas questões e levantaram uma enorme controvérsia com os resultados apurados. O seu livro denomina-se “O Lobby Israelita e a Política Externa dos Estado Unidos” ... [leia a notícia na íntegra]
Vanity Fair Processada Após Entrevista a Neonazi
Uma entrevista a um dos mais notáveis neonazis da Alemanha e que apareceu publicada na revista Vanity Fair está a levantar polémica. Arno Lustiger, um historiador Judeu e sobrevivente do Holocausto, começou a fazer todos os procedimentos possíveis para processar a revista Alemã por esta ter publicado uma entrevista a Horst Mahler, um antigo militante da extrema-esquerda que se transformou numa das maiores figuras neonazis da Alemanha. A entrevista apareceu a 1 de Novembro nas bancas e na edição on-line. Arquivada no dia 7 de Novembro e mostrada ao público a 21 de Novembro, realça que Mahler nega e menospreza o Holocausto, o que é considerado ilegal na Alemanha. [leia a notícia na íntegra]
Ucrânia Comemora Aniversário da Grande Fome de 1932-33
A Ucrânia relembrou os milhões de pessoas que morreram durante a era Soviética da Grande Fome de 1932-1933 e que permanece um osso duro de roer nesta contenda entre Kiev e Moscovo, com bandeiras a meia haste e com um solene serviço religioso. "Foi um genocídio, uma tentativa de subjugar uma nação, deliberadamente planeado e colocado em acção", acusou o Presidente pró-Ocidental Viktor Yuschenko, num discurso para milhares de pessoas concentradas no centro da capital ... Estima-se que 4 a 10 milhões de pessoas terão morrido à fome na sequência do programa Soviético lançado por Estaline em 1932 e que forçava à colectivização. [leia esta notícia na íntegra]
Debate na Oxford Union Com David Irving Interrompido Por Protestos
Os protestantes romperam o cordão de segurança e forçaram a entrada para o interior da Oxford Union, onde Nick Griffin, líder do BNP, de extrema-direita, e David Irving, o controverso historiador, onde ambos debatiam os limites da liberdade de expressão. Depois de forçarem a entrada por portas e corredores, cerca de 20 pessoas começaram o seu protesto, sentando-se e gritando palavras de ordem, interrompendo a discussão. O debate acabou por começar uma hora e meia depois, com o Democrata Liberal Evan Harris e o jornalista Anne Atkins a falarem contra Mr. Irving numa sala, enquanto que dois estudantes pós-graduados da Universidade de Oxford levavam Mr. Griffin para outra. [leia esta notícia na íntegra]