sábado, 15 de dezembro de 2007

Le Pen Condenado Em França Por Considerações Sobre a Segunda Guerra Mundial

Um Tribunal Francês condenou o líder da extrema-direita francesa, Jean-Marie Le Pen a uma pena suspensa de prisão e a uma multa por ter considerado que a ocupação da França pelos Nazis não tinha sido "particularmente desumana". O julgamento da Le Pen por "justificação de crimes de guerra e "contestação de crimes contra a humanidade"tinha começado na sexta-feira passada. Centrava-se num comentário de Le Pen proferido numa entrevista dada em 2005 à revista Rivarol que irritou o governo, as organizações anti-racistas e grupos Judeus. Le Pen acabou por ser condenado a uma pena suspensa de cinco meses e a uma multa de 10.000 euros ($14,530). [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 12 de dezembro de 2007

Udo Voigt, Presidente do NPD, Questiona Número de Mortos do “Holocausto” em Entrevista Dada a Jornalistas Iranianos

O presidente do Partido Nacional Democrata alemão (NPD), Udo Voigt, questionou o número de vítimas causado pelo “holocausto” na passada segunda-feira numa entrevista efectuada por jornalistas iranianos, “Seis milhões não pode estar correcto. No máximo poderão ter morrido cerca de 340.000 pessoas em Auschwitz”, afirmou o mesmo. “Os judeus dizem sempre que: ‘mesmo que tivesse morrido só um judeu, isso já era um crime.’ Mas é claro que há uma diferença enorme, quando temos que pagar indemnizações, entre seis milhões de pessoas e 340.000”, acrescentou ainda o líder do Partido Nacional Democrata. Leia mais aqui, aqui e também aqui.

Veteranos Australianos da Segunda Guerra Mundial Exigem Desculpas Por Livro Recentemente Editado

Veteranos de guerra Australianos exigiram desculpas ao historiador Sir Max Hastings, pois consideram que o seu mais recente livro retrata os seus camaradas de armas como demasiado cobardes para lutarem contra os Japoneses no final da Segunda Guerra Mundial. As revelações de Sir Max, que pretendem retratar as últimas etapas da guerra em Nemesis: The Battle for Japan 1944-45, foram consideradas "ofensivas" pelos veteranos... O livro, que é baseado em depoimentos de soldados e marinheiros Aliados e suportado por documentos oficiais, sugere que por volta de 1945, a moral era tão baixa entre os recrutas Australianos que eles estariam mesmo muito próximos de começar um motim. [leia a notícia na íntegra]

Campo de Prisioneiros Secreto na Escócia Para Lavagem Cerebral a Nazis

... Documentos recentemente descobertos revelaram que o campo de prisioneiros de guerra de Caithness teve um papel extraordinário uma vez que era o local onde algumas figuras mais relevantes do Terceiro Reich de Hitler estiveram presas, foram interrogadas e onde – possivelmente – foram submetidas a uma "des-Nazificação". Enquanto a existência do Campo 165, em Watten, próximo de Wick [Escócia], é conhecida, o historiador Valerie Campbell teve acesso, recentemente, a arquivos do Governo que revelam a existência de um departamento interno com o apelido de "Pequeno Belsen"... A maioria dos seus detidos estavam alojados em locais gelados e ferrugentos, constantemente sacudidos pelos violentos ventos do norte. [ler a notícia na íntegra]

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Ministro Argelino Afirma Que o ‘Lobby Judeu’ Está Por Detrás de Sarkozy

Dias antes da visita do Presidente Nicolas Sarkozy a Argel, as declarações de um ministro argelino levantaram uma autêntica tempestade com observações sobre o “lobby Judeu” de França, referindo que este estaria por detrás da sua eleição. As declarações de Mohammed Cherif Abbas apareceram no diário Al Khabar, atribuindo o crescimento de Sarkozy ao poderoso "lobby Judeu" que, segundo ele, dominam a indústria francesa. Ele também ligou esta situação às raízes de Sarkozy - o avô materno do Presidente era Judeu. [leia a notícia na íntegra]

Autor ‘Neonazi’ Levado a Tribunal na Grécia

Um militante Grego ‘neonazi’ foi a julgamento por ter escrito um livro em que negava o Holocausto e por chamar as pessoas Judias de “sub-humanas”. No julgamento, o primeiro deste género na Grécia, foi visto um grupo de neonazis a fazerem a saudação de Hitler pelos corredores do Tribunal e a colagem e distribuição de propaganda anti-semita. Estiveram também presentes uma considerável quantidade de membros da comunidade Judaica, respondendo a um chamado do Conselho Central Judeu da Grécia (KIS). Konstantinos Plevris é acusado de incitar ao ódio e à violência racial com seu livro de 2006 com 1,400 páginas, “Judeus: Toda a Verdade" em que afirma que os Judeus são "inimigos mortais” e que merecem "um pelotão de fuzilamento". [leia a notícia na íntegra]

domingo, 9 de dezembro de 2007

‘Negacionista do Holocausto’ Fredrick Toben Retira Desculpas ao Tribunal

O ‘negacionista do Holocausto’ Fredrick Toben retirou as suas desculpas ao Tribunal Federal pela publicação de material proibido, desafiando as ordens para retirar os seus ‘posts’ que duvidavam do extermínio nazi. O Dr. Toben, que passou sete meses numa prisão alemã, em 1999, por incitação ao racismo, arrisca-se a ter que voltar a passar novamente mais tempo na cadeia e a ser multado se não se submeter às ordens renovadas esta semana, que apelavam a que retirasse aquele material proibido e a que não voltasse a desconsiderar o Tribunal. Na semana passada, o Dr. Toben tinha-se desculpado ao Tribunal Federal, em Adelaide, por ter violado as decisões de 2002, que o proibiam de publicar material que defendesse que o Holocausto não tinha acontecido. [leia a notícia na íntegra]

Weber Fala na Universidade de Oregon Sobre o Lobby Israelita

Apesar dos protestos, das mentiras da comunicação social e da demora causada pelo cancelamento de um vôo, Mark Weber realizou uma interessante reunião e bastante viva na Universidade de Oregon, em Eugene, no dia 3 de Novembro deste ano. O Pacific Forum, um grupo de discussão da cidade universitária, tinha convidado o director da IHR e organizou a reunião. A comparência de Weber gerou logo a atenção da maioria dos órgãos de comunicação social e levou a uma demonstração de protesto. No seu trabalho intitulado "O Lobby de Israel: Até Onde Vai o Seu Poder?”, Weber disse que essa consciência do papel e do impacto deste lobby cresce por toda a parte… [leia a notícia na íntegra]

Tribunal Ordena a Paul Fromm o Pagamento de $30.000 Por Difamação

O activista anti-racista de Ottawwa, Richard Warman, ganhou $30.000 de indemnização num julgamento por difamação devido à colocação de alguns ‘posts’ na Internet considerados difamatórios e que ele os caracterizou como "um derramamento de petróleo em minha [dele] reputação". A Juíza do Tribunal de Ontário, Monique Métivier, ordenou que Paul Fromm, director da Canadian Association for Free Expression [Associação Canadiana Para a Liberdade de Expressão] a pagar $20.000 por danos e mais $10.000 por danos agravados pela colocação de nove ‘posts’ por difamação a Sr. Warman. [leia a notícia na íntegra]

O Que é o Revisionismo do Holocausto?

A palavra "Revisionismo" deriva do Latim "revidere", que significa “ver novamente”. A revisão de teorias guardadas há muito tempo é perfeitamente normal. Acontece nas ciências da natureza assim como nas ciências sociais, à qual a disciplina da história pertence. A ciência não é uma condição estática. É um processo, especialmente para a criação de conhecimento pela pesquisa de provas e evidências. Quando a investigação decorrente encontra novas provas ou quando os pesquisadores descobrem erros em velhas explicações, acontece frequentemente que as antigas teorias têm que ser alteradas ou até abandonadas.

Por "Revisionismo" queremos dizer investigação crítica baseada em teorias e hipóteses no sentido de testar a sua validade. Os cientistas precisam de saber quando novas provas se modificam ou contradizem velhas teorias; na realidade, uma das suas principais obrigações é testar concepções tradicionais e tentar refutá-las. Apenas numa sociedade aberta na qual os indivíduos são livres de desafiar teorias comuns é nós podemos certificar a validade dessas mesmas teorias, e estar confiantes de que estamos a aproximarmo-nos da verdade.


(…)


O que defende, afinal, o Revisionismo do Holocausto?
Primeiro de tudo, devido a falsas representações pelos média, é necessário clarificar o que é que o Revisionismo do Holocausto não afirma:
- não é negado que os Judeus foram perseguidos sob o regime do Terceiro Reich;
- não é negado que os Judeus foram privados de direitos civis;
- não é negado que os Judeus foram deportados;
- não é negada a existência de guetos Judeus;
- não é negada a existência de campos de concentração;
- não é negada a existência de crematórios nos campos de concentração;
- não é negado que Judeus morreram pelas mais variadas razões;
- não é negado que outras minorias foram também perseguidas, como ciganos, Testemunhas de Jeová, homossexuais e dissidentes políticos;
- e, finalmente, não é negado que todas as coisas acima mencionadas foram injustas.

Nenhuns destes crimes do regime Nacional-socialista são postos em dúvida pelo Revisionismo do Holocausto. Na visão dos Revisionistas, porém, todas estas injustiças nada têm a ver com o Holocausto, o qual é caracterizado por ter sido um assassínio em massa planeado e organizado, levado a cabo especificamente em câmaras de gás homicidas.

Para saber mais sobre este assunto, clicar aqui.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Documentos de Nixon Mostram Interesses da Casa Branca Sobre Armas Nucleares Israelitas

O Conselheiro Superior de Segurança do Presidente Nixon mostrou uma grande preocupação com o facto de Israel produzir mísseis nucleares de forma "clandestina" e que o embaixador de Israel, daquele tempo, nos Estados Unidos, Yitzhak Rabin – posteriormente Primeiro-ministro de Israel - talvez tenha "feito obstrução" à Casa Branca nos seus esforços para perceber a verdadeiras intenções de Israel, de acordo com documentos recentemente revelados. Os documentos também mostram que a administração Nixon possuía "provas circunstanciais" de que Israel construiu o seu arsenal nuclear com "material obtido ilegalmente dos Estados Unidos” num tempo não especificado, antes de 1965. [leia a notícia na íntegra]

O Sionismo e o Terceiro Reich



... Esta é apenas mais uma vinheta de um capítulo muito pouco conhecido da História: A ampla colaboração entre o Sionismo e o Terceiro Reich de Hitler... Apesar da hostilidade entre o regime de Hitler e os Judeus, durante vários anos os interesses de ambos coincidiram. Ao colaborar com os Sionistas para arranjar uma solução mutuamente desejável e humana para um problema complexo, o Terceiro Reich estava disposto a fazer sacrifícios monetários, a prejudicar as relações com a Grã-Bretanha e a zangar-se com os árabes. De facto, durante os anos 30, nenhuma nação fez mais pelos anseios de Judeus-Sionistas do que a Alemanha de Hitler. Leia mais sobre este assunto aqui.

Ex presidente italiano defende que 11 de Setembro teve dedo da Mossad e da CIA

O ex presidente italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga veio a público acerca do 11 de Setembro relatando ao jornal mais respeitado de Itália que os ataques foram levados a cabo pela CIA e pela Mossad e que isto é de conhecimento geral no seio de todos os serviços secretos do mundo.

Cossiga foi eleito presidente do Senado italiano em Julho de 1983 antes de ganhar as eleições de 1985 e ter sido eleito presidente do país.

Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição como sendo um espécime duma espécie rara – um político honesto – e liderou o rumo do país durante sete anos, até 1992.

A tendência de Cossiga falar demais irritou o sistema político italiano e o mesmo foi forçado a demitir-se depois de revelar a existência da Operação Gládio, bem como a sua participação na mesma – uma operação encoberta sob os auspícios da OTAN que levou a cabo diversos atentados por toda a Europa nos anos 60, 70 e 80.

A especialidade da Gládio era levar a cabo “operações de falsa bandeira”, ataques terroristas cujas culpas da autoria eram atribuídas à oposição interna e geopolítica.

As revelações de Cossiga contribuirão para uma investigação parlamentar da Gládio em 2000 no decorrer da qual se tomou conhecimento de que os ataques desta eram supervisionados pelo aparato dos serviços secretos dos EUA.

Em Março de 2001 o agente da Gládio, Vencenzo Vinciguerra, testemunhou sob juramento que “Tínhamos que atacar civis, o povo, mulheres, crianças, pessoas inocentes, desconhecidos que nada tinham a ver com a política. A razão era simples: forçar… a opinião pública a virar-se para o Estado e exigir maiores medidas de segurança.”

As novas revelações de Cossiga foram publicadas no mais antigo jornal da Itália, Corriere della Será. Reproduzimos uma tradução em bruto.

“[O Bin Laden supostamente confessou] o ataque da Qaeda em Setembro às duas torres de Nova Iorque, afirmando ter sido o autor do ataque de dia 11, enquanto que todos os serviços secretos da América e da Europa… sabem actualmente que o desastroso ataque foi planeado e realizado pela CIA americana e pela Mossad com o auxílio do mundo sionista com o propósito de acusar os países árabes de modo a induzirem os poderes ocidentais a participarem nos ataques ao Iraque e ao Afeganistão.

Cossiga exprimiu pela primeira vez as suas dúvidas acerca do 11 de Setembro em 2002, e é citado no livro de Webster Tarpley como tendo dito que “O responsável por trás dos ataques deve ter uma mente sofisticada, deve também ter ao seu dispor muitos meios que lhe tenham permitido não só recrutar kamikazes fanáticos mas também pessoas altamente qualificadas. Digo mais: tal não seria possível sem infiltrações no pessoal de responsável pelos radares e pela segurança de voo.

Vindo de um respeitado ex cabeça de Estado, as afirmações de Cossiga acerca dos ataques de 11 de Setembro terem sido um acto interno e que isso é do conhecimento geral no seio de todas os serviços secretos do mundo, é muito improvável que tal seja mencionado em qualquer órgão de comunicação social do sistema, uma vez que tal como outros ex funcionários governamentais sóbrios, militares, profissionais da força aérea aos quais se juntam centenas de professores e de intelectuais – o mesmo não pode ser descartado como sendo mais um maluquinho das teorias da conspiração. [leia esta notícia na integra]

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

No dia 20 de Novembro de 2007, mais de 250 municípios brasileiros comemoraram oficialmente o “Dia da Consciência Negra”. Pretendia-se com isso consolidar o ensino sobre a história e a cultura afro-brasileira, bem como incluir nos currículos escolares termos como: história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. Tudo conforme a lei Brasileira 10639/2003.
A insurreição contra a escravidão teve o seu principal marco histórico não com a Lei Áurea, instituída hipocritamente pela princesa da casa monárquica brasileira, mas sim pela morte do primeiro negro a liderar uma revolta da população negra, Zumbi de Palmares.
Este Holocausto Negro iniciou-se com a vinda dos negros da África, que foram vendidos e negociados como mercadorias, para o cultivo da terra, escravizados, espancados, marcados a ferro em brasa, assassinados, vítimas de açoite e outros atos de violência.
... No estudo de Ney, surpreende a relação que este faz entre a procura desenfreada pelo lucro e o fato de que, conforme publicou a revista Der Spiegel em 1998, “O comércio de escravos estava na mão de judeus”.
“Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo”. Leia sobre este assunto
aqui.

Israel Procura Por Todo o Mundo Uma 'Educação Para o Holocausto'

Mais de 60 anos depois do Holocausto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros [de Israel] está a trabalhar para que o genocídio nazi se mantenha na vanguarda da consciência internacional. Aquele Ministério submeteu uma resolução à Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas onde indica a criação de um currículo patrocinado pela UNESCO para ensinar o Holocausto aos estudantes de todo o mundo, assim como o seu papel na história. A resolução de Recordação do Holocausto, proposto pela Divisão do Ministério de Organizações Internacionais, tem como objectivo conservar a memória do Holocausto no sentido de prevenir a sua negação. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Jornalista Ilibado do Suicídio de Professor "Anti-semita" Alemão

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, absolveu um jornalista Austríaco de ser o "responsável pelo suicídio" de um professor Alemão [Werner Pfeifenberger] que defendia que os Judeus declararam guerra à Alemanha, em 1933. A decisão foi tomada depois de um complicado caso que envolveu liberdade de expressão, difamação e anti-semitismo. O Tribunal deliberou em favor do jornalista Karl Pfeifer, determinando que os tribunais austríacos não tinham conseguido proteger o bom-nome de Pfeifer. O Tribunal ordenou que o governo austríaco pagasse a Pfeifer 5.000 euros pelos danos e 10.000 euros devido a despesas do tribunal. Leia a notícia aqui e, sobre o mesmo assunto, pode ler aqui.

‘Já Chega de Reparações Pelo Holocausto’, Afirma o Ministro das Finanças Alemão


O Ministro de Finanças Alemão, Peer Steinbrück, disse em Jerusalém, na Quinta-feira passada, que a Alemanha não está com intenções de renegociar o plano de reparações pelo Holocausto, plano esse assinado com Israel em 1952. "O acordo existente está assinado e ponto final, não há nenhuma necessidade de alterá-lo," disse Steinbrück... O acordo [de 1952] assinado no Luxemburgo, entre os dois países, estipulou que a Alemanha pagaria reparações a Israel e este, por sua vez, tomaria conta dos sobreviventes, que não poderiam processar a Alemanha directamente. Desde 1950, a Alemanha já pagou 26 biliões de euros em compensações. Cerca de 1,7 bilhões de euros foram para Israel e o restante foi para reclamantes Alemães. Leia esta notícia na íntegra aqui e, sobre o mesmo assunto, poderá, igualmente, ver aqui.

Moscovo Está a Forjar Uma Nova História Para a Rússia

O Kremlin usa a sua versão do passado para forjar uma nova ideologia para o presente... "A atitude perante o passado é o elemento central para qualquer ideologia," escreveu Yury Afanasyev, um historiador liberal russo, no Novaya Gazeta. De facto, os argumentos da Rússia sobre a história, normalmente, mexem grandes paixões, o que faz desenvolver debates sobre o presente ou sobre o futuro. O tipo de país em que se tornará a Rússia irá depender, em grande parte, do tipo de história que escolher... Surkov argumenta que a Rússia necessita de um sistema político que encaixe no seu carácter nacional e que isso fará negligenciar as normas internacionais de comportamento entendidas como "pressão estrangeira". [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Cresce o Debate nos EUA Sobre a Liberdade Académica

As universidades americanas estão envolvidas num furioso debate sobre se poderá ser dada ou não permissão a académicos anti-sionistas para ensinarem cursos no Médio Oriente. No caso mais recente, Nadia Abu El-Haj, professor de Antropologia na Universidade de Barnard, um pólo da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, ganhou uma batalha contra a forte pressão de diversos lobbys pertencentes a grupos pró-Israel. Estes argumentavam que o livro lançado pelo professor Abu El-Haj em 2002, “Facts on the Ground” – onde argumentava que a História Palestiniana foi destruída pelos arqueólogos Judeus – era, academicamente, uma falsidade e tinha, necessariamente, que ser desqualificado. [leia a notícia na íntegra]

sábado, 1 de dezembro de 2007

Um Milhão de Mortos no Iraque: A ‘Negação do Holocausto’ da América

Institucionalmente relutante em considerar qualquer responsabilidade da América para aquele banho de sangue, os meios de comunicação tradicionais recusam reconhecer o grande número de iraquianos mortos desde a invasão. O encontro do Presidente Iraniano Mahmoud Ahmedinejad com aqueles que negam o genocídio nazi foi encarado com alguma repugnância. Porém, está a acontecer outra negação do holocausto sem que se dê a mínima atenção: o holocausto no Iraque. O cidadão comum americano acredita que 10.000 civis iraquianos foram mortos desde que começou a invasão de EUA, a 23 de Março de 2003. O número mais citado nos meios de comunicação social é de 70.000. Mas é possível que o número real de pessoas mortas esteja perto de ser mais de um milhão. [leia a notícia na íntegra]