domingo, 9 de dezembro de 2007

Weber Fala na Universidade de Oregon Sobre o Lobby Israelita

Apesar dos protestos, das mentiras da comunicação social e da demora causada pelo cancelamento de um vôo, Mark Weber realizou uma interessante reunião e bastante viva na Universidade de Oregon, em Eugene, no dia 3 de Novembro deste ano. O Pacific Forum, um grupo de discussão da cidade universitária, tinha convidado o director da IHR e organizou a reunião. A comparência de Weber gerou logo a atenção da maioria dos órgãos de comunicação social e levou a uma demonstração de protesto. No seu trabalho intitulado "O Lobby de Israel: Até Onde Vai o Seu Poder?”, Weber disse que essa consciência do papel e do impacto deste lobby cresce por toda a parte… [leia a notícia na íntegra]

Tribunal Ordena a Paul Fromm o Pagamento de $30.000 Por Difamação

O activista anti-racista de Ottawwa, Richard Warman, ganhou $30.000 de indemnização num julgamento por difamação devido à colocação de alguns ‘posts’ na Internet considerados difamatórios e que ele os caracterizou como "um derramamento de petróleo em minha [dele] reputação". A Juíza do Tribunal de Ontário, Monique Métivier, ordenou que Paul Fromm, director da Canadian Association for Free Expression [Associação Canadiana Para a Liberdade de Expressão] a pagar $20.000 por danos e mais $10.000 por danos agravados pela colocação de nove ‘posts’ por difamação a Sr. Warman. [leia a notícia na íntegra]

O Que é o Revisionismo do Holocausto?

A palavra "Revisionismo" deriva do Latim "revidere", que significa “ver novamente”. A revisão de teorias guardadas há muito tempo é perfeitamente normal. Acontece nas ciências da natureza assim como nas ciências sociais, à qual a disciplina da história pertence. A ciência não é uma condição estática. É um processo, especialmente para a criação de conhecimento pela pesquisa de provas e evidências. Quando a investigação decorrente encontra novas provas ou quando os pesquisadores descobrem erros em velhas explicações, acontece frequentemente que as antigas teorias têm que ser alteradas ou até abandonadas.

Por "Revisionismo" queremos dizer investigação crítica baseada em teorias e hipóteses no sentido de testar a sua validade. Os cientistas precisam de saber quando novas provas se modificam ou contradizem velhas teorias; na realidade, uma das suas principais obrigações é testar concepções tradicionais e tentar refutá-las. Apenas numa sociedade aberta na qual os indivíduos são livres de desafiar teorias comuns é nós podemos certificar a validade dessas mesmas teorias, e estar confiantes de que estamos a aproximarmo-nos da verdade.


(…)


O que defende, afinal, o Revisionismo do Holocausto?
Primeiro de tudo, devido a falsas representações pelos média, é necessário clarificar o que é que o Revisionismo do Holocausto não afirma:
- não é negado que os Judeus foram perseguidos sob o regime do Terceiro Reich;
- não é negado que os Judeus foram privados de direitos civis;
- não é negado que os Judeus foram deportados;
- não é negada a existência de guetos Judeus;
- não é negada a existência de campos de concentração;
- não é negada a existência de crematórios nos campos de concentração;
- não é negado que Judeus morreram pelas mais variadas razões;
- não é negado que outras minorias foram também perseguidas, como ciganos, Testemunhas de Jeová, homossexuais e dissidentes políticos;
- e, finalmente, não é negado que todas as coisas acima mencionadas foram injustas.

Nenhuns destes crimes do regime Nacional-socialista são postos em dúvida pelo Revisionismo do Holocausto. Na visão dos Revisionistas, porém, todas estas injustiças nada têm a ver com o Holocausto, o qual é caracterizado por ter sido um assassínio em massa planeado e organizado, levado a cabo especificamente em câmaras de gás homicidas.

Para saber mais sobre este assunto, clicar aqui.

quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Documentos de Nixon Mostram Interesses da Casa Branca Sobre Armas Nucleares Israelitas

O Conselheiro Superior de Segurança do Presidente Nixon mostrou uma grande preocupação com o facto de Israel produzir mísseis nucleares de forma "clandestina" e que o embaixador de Israel, daquele tempo, nos Estados Unidos, Yitzhak Rabin – posteriormente Primeiro-ministro de Israel - talvez tenha "feito obstrução" à Casa Branca nos seus esforços para perceber a verdadeiras intenções de Israel, de acordo com documentos recentemente revelados. Os documentos também mostram que a administração Nixon possuía "provas circunstanciais" de que Israel construiu o seu arsenal nuclear com "material obtido ilegalmente dos Estados Unidos” num tempo não especificado, antes de 1965. [leia a notícia na íntegra]

O Sionismo e o Terceiro Reich



... Esta é apenas mais uma vinheta de um capítulo muito pouco conhecido da História: A ampla colaboração entre o Sionismo e o Terceiro Reich de Hitler... Apesar da hostilidade entre o regime de Hitler e os Judeus, durante vários anos os interesses de ambos coincidiram. Ao colaborar com os Sionistas para arranjar uma solução mutuamente desejável e humana para um problema complexo, o Terceiro Reich estava disposto a fazer sacrifícios monetários, a prejudicar as relações com a Grã-Bretanha e a zangar-se com os árabes. De facto, durante os anos 30, nenhuma nação fez mais pelos anseios de Judeus-Sionistas do que a Alemanha de Hitler. Leia mais sobre este assunto aqui.

Ex presidente italiano defende que 11 de Setembro teve dedo da Mossad e da CIA

O ex presidente italiano, o homem que revelou a existência da Operação Gládio, Francesco Cossiga veio a público acerca do 11 de Setembro relatando ao jornal mais respeitado de Itália que os ataques foram levados a cabo pela CIA e pela Mossad e que isto é de conhecimento geral no seio de todos os serviços secretos do mundo.

Cossiga foi eleito presidente do Senado italiano em Julho de 1983 antes de ganhar as eleições de 1985 e ter sido eleito presidente do país.

Cossiga ganhou o respeito dos partidos da oposição como sendo um espécime duma espécie rara – um político honesto – e liderou o rumo do país durante sete anos, até 1992.

A tendência de Cossiga falar demais irritou o sistema político italiano e o mesmo foi forçado a demitir-se depois de revelar a existência da Operação Gládio, bem como a sua participação na mesma – uma operação encoberta sob os auspícios da OTAN que levou a cabo diversos atentados por toda a Europa nos anos 60, 70 e 80.

A especialidade da Gládio era levar a cabo “operações de falsa bandeira”, ataques terroristas cujas culpas da autoria eram atribuídas à oposição interna e geopolítica.

As revelações de Cossiga contribuirão para uma investigação parlamentar da Gládio em 2000 no decorrer da qual se tomou conhecimento de que os ataques desta eram supervisionados pelo aparato dos serviços secretos dos EUA.

Em Março de 2001 o agente da Gládio, Vencenzo Vinciguerra, testemunhou sob juramento que “Tínhamos que atacar civis, o povo, mulheres, crianças, pessoas inocentes, desconhecidos que nada tinham a ver com a política. A razão era simples: forçar… a opinião pública a virar-se para o Estado e exigir maiores medidas de segurança.”

As novas revelações de Cossiga foram publicadas no mais antigo jornal da Itália, Corriere della Será. Reproduzimos uma tradução em bruto.

“[O Bin Laden supostamente confessou] o ataque da Qaeda em Setembro às duas torres de Nova Iorque, afirmando ter sido o autor do ataque de dia 11, enquanto que todos os serviços secretos da América e da Europa… sabem actualmente que o desastroso ataque foi planeado e realizado pela CIA americana e pela Mossad com o auxílio do mundo sionista com o propósito de acusar os países árabes de modo a induzirem os poderes ocidentais a participarem nos ataques ao Iraque e ao Afeganistão.

Cossiga exprimiu pela primeira vez as suas dúvidas acerca do 11 de Setembro em 2002, e é citado no livro de Webster Tarpley como tendo dito que “O responsável por trás dos ataques deve ter uma mente sofisticada, deve também ter ao seu dispor muitos meios que lhe tenham permitido não só recrutar kamikazes fanáticos mas também pessoas altamente qualificadas. Digo mais: tal não seria possível sem infiltrações no pessoal de responsável pelos radares e pela segurança de voo.

Vindo de um respeitado ex cabeça de Estado, as afirmações de Cossiga acerca dos ataques de 11 de Setembro terem sido um acto interno e que isso é do conhecimento geral no seio de todas os serviços secretos do mundo, é muito improvável que tal seja mencionado em qualquer órgão de comunicação social do sistema, uma vez que tal como outros ex funcionários governamentais sóbrios, militares, profissionais da força aérea aos quais se juntam centenas de professores e de intelectuais – o mesmo não pode ser descartado como sendo mais um maluquinho das teorias da conspiração. [leia esta notícia na integra]

quarta-feira, 5 de dezembro de 2007

No dia 20 de Novembro de 2007, mais de 250 municípios brasileiros comemoraram oficialmente o “Dia da Consciência Negra”. Pretendia-se com isso consolidar o ensino sobre a história e a cultura afro-brasileira, bem como incluir nos currículos escolares termos como: história da África e dos africanos, luta dos negros no Brasil, cultura negra brasileira e o negro na formação da sociedade nacional. Tudo conforme a lei Brasileira 10639/2003.
A insurreição contra a escravidão teve o seu principal marco histórico não com a Lei Áurea, instituída hipocritamente pela princesa da casa monárquica brasileira, mas sim pela morte do primeiro negro a liderar uma revolta da população negra, Zumbi de Palmares.
Este Holocausto Negro iniciou-se com a vinda dos negros da África, que foram vendidos e negociados como mercadorias, para o cultivo da terra, escravizados, espancados, marcados a ferro em brasa, assassinados, vítimas de açoite e outros atos de violência.
... No estudo de Ney, surpreende a relação que este faz entre a procura desenfreada pelo lucro e o fato de que, conforme publicou a revista Der Spiegel em 1998, “O comércio de escravos estava na mão de judeus”.
“Não existe mais dúvidas de que o povo judeu foi o que cometeu este crime: eles tinham o monopólio, eles conservavam as condições comerciais, eles possuíam os navios, e era deles o lucro. Aqui não há mais nada a provar. Tudo é conhecido. O último navio de escravos, o navio ORION, pertencia à companhia de navegação judaica Blumenberg, de Hamburgo”. Leia sobre este assunto
aqui.

Israel Procura Por Todo o Mundo Uma 'Educação Para o Holocausto'

Mais de 60 anos depois do Holocausto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros [de Israel] está a trabalhar para que o genocídio nazi se mantenha na vanguarda da consciência internacional. Aquele Ministério submeteu uma resolução à Organização Educacional, Científica e Cultural das Nações Unidas onde indica a criação de um currículo patrocinado pela UNESCO para ensinar o Holocausto aos estudantes de todo o mundo, assim como o seu papel na história. A resolução de Recordação do Holocausto, proposto pela Divisão do Ministério de Organizações Internacionais, tem como objectivo conservar a memória do Holocausto no sentido de prevenir a sua negação. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Jornalista Ilibado do Suicídio de Professor "Anti-semita" Alemão

O Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, em Estrasburgo, absolveu um jornalista Austríaco de ser o "responsável pelo suicídio" de um professor Alemão [Werner Pfeifenberger] que defendia que os Judeus declararam guerra à Alemanha, em 1933. A decisão foi tomada depois de um complicado caso que envolveu liberdade de expressão, difamação e anti-semitismo. O Tribunal deliberou em favor do jornalista Karl Pfeifer, determinando que os tribunais austríacos não tinham conseguido proteger o bom-nome de Pfeifer. O Tribunal ordenou que o governo austríaco pagasse a Pfeifer 5.000 euros pelos danos e 10.000 euros devido a despesas do tribunal. Leia a notícia aqui e, sobre o mesmo assunto, pode ler aqui.

‘Já Chega de Reparações Pelo Holocausto’, Afirma o Ministro das Finanças Alemão


O Ministro de Finanças Alemão, Peer Steinbrück, disse em Jerusalém, na Quinta-feira passada, que a Alemanha não está com intenções de renegociar o plano de reparações pelo Holocausto, plano esse assinado com Israel em 1952. "O acordo existente está assinado e ponto final, não há nenhuma necessidade de alterá-lo," disse Steinbrück... O acordo [de 1952] assinado no Luxemburgo, entre os dois países, estipulou que a Alemanha pagaria reparações a Israel e este, por sua vez, tomaria conta dos sobreviventes, que não poderiam processar a Alemanha directamente. Desde 1950, a Alemanha já pagou 26 biliões de euros em compensações. Cerca de 1,7 bilhões de euros foram para Israel e o restante foi para reclamantes Alemães. Leia esta notícia na íntegra aqui e, sobre o mesmo assunto, poderá, igualmente, ver aqui.

Moscovo Está a Forjar Uma Nova História Para a Rússia

O Kremlin usa a sua versão do passado para forjar uma nova ideologia para o presente... "A atitude perante o passado é o elemento central para qualquer ideologia," escreveu Yury Afanasyev, um historiador liberal russo, no Novaya Gazeta. De facto, os argumentos da Rússia sobre a história, normalmente, mexem grandes paixões, o que faz desenvolver debates sobre o presente ou sobre o futuro. O tipo de país em que se tornará a Rússia irá depender, em grande parte, do tipo de história que escolher... Surkov argumenta que a Rússia necessita de um sistema político que encaixe no seu carácter nacional e que isso fará negligenciar as normas internacionais de comportamento entendidas como "pressão estrangeira". [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 3 de dezembro de 2007

Cresce o Debate nos EUA Sobre a Liberdade Académica

As universidades americanas estão envolvidas num furioso debate sobre se poderá ser dada ou não permissão a académicos anti-sionistas para ensinarem cursos no Médio Oriente. No caso mais recente, Nadia Abu El-Haj, professor de Antropologia na Universidade de Barnard, um pólo da Universidade de Columbia, em Nova Iorque, ganhou uma batalha contra a forte pressão de diversos lobbys pertencentes a grupos pró-Israel. Estes argumentavam que o livro lançado pelo professor Abu El-Haj em 2002, “Facts on the Ground” – onde argumentava que a História Palestiniana foi destruída pelos arqueólogos Judeus – era, academicamente, uma falsidade e tinha, necessariamente, que ser desqualificado. [leia a notícia na íntegra]

sábado, 1 de dezembro de 2007

Um Milhão de Mortos no Iraque: A ‘Negação do Holocausto’ da América

Institucionalmente relutante em considerar qualquer responsabilidade da América para aquele banho de sangue, os meios de comunicação tradicionais recusam reconhecer o grande número de iraquianos mortos desde a invasão. O encontro do Presidente Iraniano Mahmoud Ahmedinejad com aqueles que negam o genocídio nazi foi encarado com alguma repugnância. Porém, está a acontecer outra negação do holocausto sem que se dê a mínima atenção: o holocausto no Iraque. O cidadão comum americano acredita que 10.000 civis iraquianos foram mortos desde que começou a invasão de EUA, a 23 de Março de 2003. O número mais citado nos meios de comunicação social é de 70.000. Mas é possível que o número real de pessoas mortas esteja perto de ser mais de um milhão. [leia a notícia na íntegra]

Propaganda de Guerra - Ontem e Hoje


O suposto sofrimento do povo Judeu relatado pela imprensa durante os anos de 1915-1927 e 1941-1945 é apresentado sob diferentes formas. Enquanto a principal forma de opressão durante o primeiro holocausto (inventado) recaiu sobre a pobreza e epidemias, as famigeradas câmaras de gás e os fuzilamentos em massa foram os meios utilizados no segundo, o verdadeiro holocausto. [leia a notícia na íntegra]

‘Por Medo aos Judeus’




As notícias de que eu [Joseph Sobran] estaria a colaborar com o Instituto de Revisão Histórica parece ter incomodado algumas pessoas… A missão do IHR não pode ser resumida, claramente, como uma "negação de Holocausto". A sua real missão real é criticar a opressão ideológica com que se procura sufocar, infectar e deturpar a narração da história do nosso tempo... Resumidamente, o Holocausto tornou-se um artifício para isentar os Judeus de todas as normais obrigações humanas normais. Autorizou-os a intimidar, a chantagear, extorquir e oprimir. [leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 30 de novembro de 2007

Imagens Que Nunca Passaram

Estas são as imagens da visita do Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad a Nova Iorque [em Setembro] e que as nossas televisões nunca ousariam transmitir. Antes de passar pela Universidade de Columbia e pela sede das Nações Unidas, Ahmadinejad recebeu vários judeus ortodoxos, líderes do movimento Jews United Agains Zionism (Judeus Contra o Sionismo). Estes rabinos afirmam que Ahmadinejad é um amigo da comunidade judaica internacional e que, tal como eles, pretende a paz no Médio Oriente, separando o Judaísmo das acções violentas do Sionismo…
Podem ver o resto da notícia e assistir ao vídeo aqui. Sobre o mesmo assunto, podem ver aqui ou aqui.

A Recordação do Holocausto: O Que Está Por Detrás da Campanha?

… A recordação do Holocausto não é, como reivindicam os seus defensores, um esforço nobre motivado pelo interesse sincero e para a humanidade. Em vez disso, esta campanha inexorável é uma expressão de poder Judeu-Sionista, e é projectada para promover os seus interesses... A campanha de recordação de Holocausto reflecte uma visão arrogante dos Judeus como pessoas especiais e superiores. ... A morte de Judeus e o seu sofrimento não merecem ser mais venerados do que a morte e o sofrimento dos que não são Judeus. A campanha de recordação do Holocausto merece o nosso desprezo e não o nosso apoio, porque é um esforço unilateral que serve apenas os interesses Judeus e Israelitas e sustenta o poder Judeu-Sionista. [leia a notícia na íntegra]

Enorme Controvérsia nos EUA Devido a Livro de Walt e Mearsheimer Sobre o Lobby Israelita

Fala-se que o poder do “Lobby Judaico” Americano é lendário. Comentadores de todo o mundo referem isso, assim como estabelecem o facto de que os Judeus Americanos exercem uma influência muito maior do que sugerem os números (2% da população). Mas esta presumível influência é também uma delicada questão nos Estados Unidos e raramente é analisada. Como é que o lobby trabalha? O seu poder, realmente, existe ou é apenas uma lenda? Dois académicos Americanos, John Mearsheimer, da Universidade de Chicago Stephen Walt, de Harvard, fizeram um trabalho para tentar responder a estas questões e levantaram uma enorme controvérsia com os resultados apurados. O seu livro denomina-se “O Lobby Israelita e a Política Externa dos Estado Unidos” ... [leia a notícia na íntegra]

Vanity Fair Processada Após Entrevista a Neonazi

Uma entrevista a um dos mais notáveis neonazis da Alemanha e que apareceu publicada na revista Vanity Fair está a levantar polémica. Arno Lustiger, um historiador Judeu e sobrevivente do Holocausto, começou a fazer todos os procedimentos possíveis para processar a revista Alemã por esta ter publicado uma entrevista a Horst Mahler, um antigo militante da extrema-esquerda que se transformou numa das maiores figuras neonazis da Alemanha. A entrevista apareceu a 1 de Novembro nas bancas e na edição on-line. Arquivada no dia 7 de Novembro e mostrada ao público a 21 de Novembro, realça que Mahler nega e menospreza o Holocausto, o que é considerado ilegal na Alemanha. [leia a notícia na íntegra]

Ucrânia Comemora Aniversário da Grande Fome de 1932-33

A Ucrânia relembrou os milhões de pessoas que morreram durante a era Soviética da Grande Fome de 1932-1933 e que permanece um osso duro de roer nesta contenda entre Kiev e Moscovo, com bandeiras a meia haste e com um solene serviço religioso. "Foi um genocídio, uma tentativa de subjugar uma nação, deliberadamente planeado e colocado em acção", acusou o Presidente pró-Ocidental Viktor Yuschenko, num discurso para milhares de pessoas concentradas no centro da capital ... Estima-se que 4 a 10 milhões de pessoas terão morrido à fome na sequência do programa Soviético lançado por Estaline em 1932 e que forçava à colectivização. [leia esta notícia na íntegra]

Debate na Oxford Union Com David Irving Interrompido Por Protestos

Os protestantes romperam o cordão de segurança e forçaram a entrada para o interior da Oxford Union, onde Nick Griffin, líder do BNP, de extrema-direita, e David Irving, o controverso historiador, onde ambos debatiam os limites da liberdade de expressão. Depois de forçarem a entrada por portas e corredores, cerca de 20 pessoas começaram o seu protesto, sentando-se e gritando palavras de ordem, interrompendo a discussão. O debate acabou por começar uma hora e meia depois, com o Democrata Liberal Evan Harris e o jornalista Anne Atkins a falarem contra Mr. Irving numa sala, enquanto que dois estudantes pós-graduados da Universidade de Oxford levavam Mr. Griffin para outra. [leia esta notícia na íntegra]

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Segundo Um Senador Americano, "Os EUA São o Céu Para Criminosos de Guerra"

Mais de 1.000 pessoas de 85 países que são acusadas de crimes, como estupro, assassínio, tortura e genocídio, vivem nos Estados Unidos, de acordo com os números do Departamento de Segurança Nacional. A América transformou-se num refúgio para os criminosos de guerra de todo o mundo porque faltam leis necessárias para os processar, referiu o Senador Richard Durbin. Apenas há conhecimento de uma pessoa ter sido acusada nos EUA por grave violação dos direitos humanos. Durbin acrescentou que a tortura era a única infracção séria de violação dos direitos humanos que era crime sob a lei Americana quando cometido fora dos Estados Unidos por um cidadão não-americano. [leia esta notícia na íntegra]

Cristovão Colombo... Português?...

Ao longo dos séculos a vida de Cristovão Colombo (Cristoval Colon) foi objecto de enormes falsificações, nomeadamente por parte dos italianos, de tal forma que hoje é difícil apurar a verdade. Nos últimos anos diversos historiadores tem mostrado a inconsistência da biografia tradicional do navegador, ao mesmo tempo que se tem avolumado as provas da sua origem portuguesa.
A tese da origem Portuguesa de Cristovão Colombo (Cristoval Colon) é a única que permite explicar muitos enigmas que permaneceram até agora por explicar nas historietas espanholas e italianas sobre a sua vida. [veja este assunto na íntegra aqui]

terça-feira, 27 de novembro de 2007

Abanar a Jaula: Judeus de Poder, Judeus de Verdade

Até quando Israel e o seu lobby em Washington irão manter esta ridícula e transparente mentira? Até quando vão iludir o mundo sobre o Holocausto enquanto agem como cúmplice número dois da Turquia, o número um é a Casa Branca, em negar o genocídio dos Arménios? ... O mundo já não leva a sério o que um líder Israelita ou o que um qualquer notável Judeu Americano tem que dizer sobre os Seis Milhões, nem quando esse mesmo líder Israelita e o notável Judeu Americano manda calar toda a gente quando se fala do assassinato de 1,5 milhões de outros inocentes. [leia esta notícia na íntegra]

Oxford Union Enfrenta Boicote Devido a Convite Feito a Irving

O Secretário da Defesa, Des Browne, está a encabeçar um grupo de políticos e de figuras públicas que pretendem boicotar a decisão da Oxford Union e do seu presidente em realizar um fórum de discussão em que os convidados são o historiador negacionista do Holocausto David Irving e o líder de BNP, Nick Griffin. O acontecimento, intitulado Fórum de Liberdade de Expressão, está previsto para a próxima Segunda-feira, provocou um grande tumulto na universidade e não só. Alguns estudantes de Oxford afirmam que receberam ameaças de morte e temem serem alvos de grupos de extrema-direita. [leia esta notícia na íntegra]

O Poder Nuclear Secreto do Médio Oriente

George Bush e Gordon Brown estão certos: não deve haver quaisquer armas nucleares no Médio Oriente. O risco de um conflito nuclear é muito maior do que em qualquer outro local. Qualquer nação desenvolvendo-os esperar uma resposta diplomática firme. Desde modo, quando é que eles irão impor sanções sobre Israel? ... Deste modo, quando é que o nosso [dele] governo irá falar? Quando é que reconhecerão que já existe um poder nuclear no Médio Oriente, e que este representa já uma ameaça para os seus vizinhos? Quando é que admitirão que o Irão não está a começar uma corrida às armas nucleares, mas apenas a juntar-se a um outro? Quando é que exigirão que as regras que impõem ao Irão também se devem aplicar a Israel? [leia esta notícia na íntegra]

segunda-feira, 26 de novembro de 2007

Filme Polaco Sobre Katyn Mexe Com Emoções

Um por um, os oficiais Polacos com a barba por fazer, são levados pelos Soviéticos e assassinados com um tiro na cabeça. A parede à sua frente fica salpicada de sangue e de pedaços de massa cefálica. É necessário um estômago forte para observar o novo filme de Andrzej Wajda, Katyn... A película sobre o massacre de 1940, feito pelos Soviéticos, sobre mais de 15.000 oficiais Polacos vem alimentar ainda mais uma campanha amarga em que Alemães e Russos são demonizados por políticos que apenas querem atenção. [leia esta notícia na íntegra]

domingo, 25 de novembro de 2007

Tony Blair queria a guerra contra o Iraque

Tony Blair admitiu pela primeira vez que ignorou conscientemente os pedidos dos seus acessores e ministros para deter o presidente Bush de declarar guerra ao Iraque porque acreditava que os EUA estavam a fazer a coisa certa. E deu a conhecer que recusou a última oferta de Bush para retirar a Bretanha do conflito.

O documentário contém provas claras de que muitos dos que rodeavam o Sr. Blair, entre eles o Sir David Manning, o seu conselheiro para política externa, Jeremy Greenstock, embaixador da Grã Bretanha na ONU, Jack Straw, secretário dos Negócios Estrangeiros na altura, e até Colin Powell, o secretário de Estado dos EUA, tinham reservas consideráveis acerca do desejo de guerra. [leia esta notícia na integra]

Israel isenta de quaisquer futuras investigações de genocídio

A recém formada Equipa para Prevenção de Genocídio indicou na passada terça-feira que não iria investigar se Israel teria, ou não, cometido genocídio nas faixas Ocidental e de Gaza apesar de anteriormente terem dado indicações de que iriam investigar essa questão. A equipa constituída por ex funcionários governamentais dos EUA anunciou numa conferência de imprensa na manhã de terça-feira que iria trabalhar durante o próximo ano de modo a auxiliar o governo estadunidense a lidar e a prevenir melhor qualquer genocídio. [leia esta notícia na integra]

sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Arcebispo sul-africano compara vida dos palestinianos à vida sob o apartheid


As condições nos territórios palestinianos são, actualmente, semelhantes às que existiam na África do Sul sob o regime do apartheid. As palavras são do emérito arcebispo sul-africano Desmond Tutu no passado dia 27 de Outubro na Igreja Old South em Bóston.

“Esperamos que a ocupação do território palestiniano por parte de Israel termine”, acrescentou ainda o arcebispo. [leia esta notícia na integra]

Polacos Honram as Vítimas do Massacre de 1940 em Katyn


O Presidente Polaco Lech Kaczynski prestou homenagem, na sexta-feira passada, a milhares de soldados Polacos que foram assassinados na União Soviética depois de terem sido capturados durante a invasão do Exército Vermelho, na Segunda Guerra Mundial. Numa cerimónia junto ao túmulo do soldado desconhecido, em Varsóvia, Kaczynski concedeu promoções póstumas aos 22.500 membros do exército que, em 1940, foram chacinados na floresta de Katyn e também noutras áreas. "Isto é um acto de recordação para os nossos heróis, para as suas famílias e para a nação inteira", acrescentou Kaczynski. [leia esta notícia na integra]


[Johnny Drake]

Legislação Contra o Anti-semitismo e a Negação do Holocausto: concebidas em Israel

Este capítulo apresenta a legislação daquilo que é definido como "anti-semitismo" e "negação do Holocausto", explicitamente e numa linguagem de lei, demonstrando como uma ofensa é definida de forma diferenciada a nível de legislação e a forma como se pode lidar com a conservação dos direitos humanos pertencentes a qualquer grupo. Neste resumo há, pelo menos, sete países que desenvolveram uma legislação específica para lidar com o assunto do anti-semitismo. [leia esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

Um engenheiro-químico Francês, com 38 anos, foi condenado, no início do mês, a um ano de prisão e multado em 10.000 euros (14.600 dólares) por negar o Holocausto. Vincent Reynouard foi condenado por um tribunal criminal em Salerne, na parte oriental Francesa, por escrever um panfleto com 16 páginas, em 2005, intitulado " Holocausto? Os Factos Escondidos". O trabalho foi enviado para museus e por algumas zonas de França, descreveu como "um velho tema de propaganda" a morte de seis milhões de judeus durante Segunda Guerra Mundial, argumentando que tal extermínio era "impossível". Esta foi a sentença mais pesada aplicada em França à negação de Holocausto. Reynouard tem que pagar ainda 3.300 euros. [leia esta notícia na integra]


[Johnny Drake]

Será que os Clubes Secretos Irão Eleger o Próximo Presidente?


Quase todos os que foram eleitos como presidente dos Estados Unidos - e quase todos os seus adversários – pertenceram a uma organização secreta, com orientações no mundo da globalização e que se chama Conselho das Relações Internacionais. Alguns presidentes e também os seus adversários pertenceram, igualmente, a mais alguns clubes de internacionalistas – o Grupo Bilderberg e a Comissão de Trilateral... É indiscutível que esses grupos possuem uma enorme influência no mundo da política. O que é questionável é se tais grupos são, como argumentam os seus aderentes e membros, apenas fóruns de conversação e discussão ou, como alegam os seus críticos, sociedades secretas que, às escondidas, procuram formar uma nova ordem mundial. [leia esta notícia na integra ou encomende o livro em espanhol ou inglês (foi retirado do mercado em Portugal)]

[Johnny Drake]

"Herói do Holocausto" é Acusado de Enganar o Vizinho

Na Europa de Leste, durante Segunda Guerra Mundial, o jovem Aron Bielski e os seus três irmãos mais velhos realizaram aquilo que foi considerado por muitos o maior salvamento armado de Judeus feito por outros Judeus durante o Holocausto. Os irmãos de Bielski foram aclamados como heróis e as suas façanhas foram narradas em livros, num documentário e já está para sair um filme de Hollywood no próximo ano. Mas agora, o único Bielski que sobreviveu está a ser acusado de algo muito diferente – de ser um vigarista. [leia esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

Autoridades Espanholas Pretendem Recorrer da Decisão dos Tribunais Sobre a Negação do Holocausto

O Ministro dos Negócios Estrangeiros, Miguel Angel Moratinos referiu que a decisão do Tribunal Constitucional Espanhol, de eliminar as sentenças de prisão para a negação de Holocausto, "deveria ser anulada". Até a decisão do Tribunal, o Código Penal Espanhol aplicava um a dois anos de cadeia para quem disseminasse teorias que negassem ou justificassem o genocídio, como a liquidação Nazi dos Judeus na Europa. A nova decisão faz com que apenas a justificação de genocídio seja punível com a prisão. [leia esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

Descobertas na Eslovénia de Sepulturas Em Massa da Segunda Guerra Mundial


A sepultura de Lancovo é o alvo de um programa de governo da Eslovénia no sentido de elucidar as pessoas para uma chacina sem precedentes que terá acontecido durante a Segunda Guerra Mundial. Até agora, foram registados 540 desses locais por toda a Eslovénia. Acredita-se que o número de cadáveres chegue aos 100.000... E pertencem a soldados que terão colaborado com os Nazis. A maioria foi morta sem qualquer julgamento. Foram vítimas de uma autêntica vingança realizadas pelos partidários e guerrilheiros do líder Jugoslavo depois das tropas Britânicas Aliadas se terem retirado para a Áustria. [leia esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Cidadão residente em Chicago debate-se com pedido de deportação

Sete décadas não foram suficientes para um cidadão, actualmente com 88 anos, de Chicago do seu passado. O Departamento de Justiça anunciou os seus intentos de deportar Osyp “Joe” Firishchak, que alegam ter mentido acerca do seu papel durante a ocupação da Polónia por parte dos nazis no decorrer da Segunda Guerra Mundial de modo a obter o seu visto de entrada nos Estados Unidos.

O governo afirma que Firishchak foi membro da Polícia Auxiliar Ucraniana, organismo controlado pelos nazis, que alegadamente auxiliou no assassinato de 100.000 judeus que terá ocorrido num gueto judeu. O governo alega ainda que Firishchak terá trabalhado em postos de guarda, cuja função seria a de evitar que os prisioneiros judeus escapulissem. [leia esta notícia na integra]

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Na Ucrânia Desenterraram-se As Vítimas de Estaline


As autoridades Ucranianas desenterraram, perto da capital, Kiev, os corpos de cerca de 2.000 pessoas mortas pela polícia secreta Soviética há mais de 60 anos. Os parentes das vítimas observaram os caixões vermelhos a serem colocados nas suas sepulturas, numa cerimónia abençoada por um sacerdote. Os corpos, incluindo os de 474 Polacos, foram desenterrados este ano em Bykovnya, onde dezenas de milhares terão sido colocados entre os anos 30 e 40. Sob o regime comunista, a existência das sepulturas em massa, na Ucrânia, foi sempre negada.
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[Johnny Drake]

Estudante Judia Coloca Suásticas à Sua Própria Porta

Funcionários da Universidade George Washington disseram que uma estudante Judia, que se tinha queixado sobre o aparecimento de várias suásticas na sua porta, confessou que, afinal, tinha sido ela que as tinha lá colocado. A estudante vive em Mitchell Hall e foi aí que meia dúzia de suásticas apareceram na porta do seu dormitório. A Polícia da Universidade montou uma câmara oculta e a jovem acabou por assumir a responsabilidade. A News 4 entrevistou a estudante depois da quinta suástica ter sido descoberta. Ela não quis ser identificada. "É uma grande história," disse Jake Sherman, um responsável da Universidade . "Trinta por cento dos estudantes daqui são Judeus". [leia esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

Os Custos da Guerra no Afeganistão e no Iraque Estão Calculados em 1,6 Triliões de Euros

Os custos económicos das guerras no Iraque e no Afeganistão estão calculados em 1,6 triliões de Euros – mais do dobro da quantia que a Casa Branca terá solicitado até agora, isto de acordo com um novo relatório revelado pelos Democratas num recente Comité Económico. O relatório tenta fazer uma tabela dos custos dos dois conflitos, incluindo os custos "escondidos", como os pagamentos a quem empresta dinheiro para financiar guerras, o investimento perdido, as despesas de saúde a longo prazo para veteranos feridos e o custo das perturbações no mercado do petróleo. [ler esta notícia na integra]

[Johnny Drake]

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Visão da Segunda Guerra Mundial Sobre os Combates em Itália

A atenção especial de [Rick] Atkinson [no seu novo livro, O Dia da Batalha: A Guerra na Sicília e Itália, 1943- 1944 ] está virada para figuras bastante familiares: Patton, Bradley, Montgomery, Kesselring, Eisenhower. Ele não é um simples biógrafo. Patton era carismático, mas logisticamente era fraco, sendo frequentes as falhas no abastecimento, equipamento e cuidados médicos adequados para as suas tropas na frente de combate. Bradley era mais que um simples general: com uma personalidade bastante vincada, pecava pela sua intolerância e pela avidez com que dispensava um comandante bem sucedido da divisão... A luta de libertação da Itália levou 608 dias e causaram 120.000 baixas Americanas, incluindo 23.501 mortes. Aproximadamente 750.000 americanos tomaram parte nessa acção. [leia a notícia na integra ou encomende a obra]

O Lobby


Num novo livro [O Lobby de Israel e a Política Internacional dos EUA], John J. Mearsheimer e Stephen M. Walt quebram o poder do Lobby Israelita, que pretende suprimir a verdade demonizando e intimidando todos aqueles que criticam Israel... Os patriotas americanos que glorificam o seu país como o "único super-poder", têm muito aprender sobre subserviência da política internacional do seu próprio país perante um Estado minúsculo com cinco milhões de pessoas. Não há melhor forma de perceber isso do que com este trabalho de Mearsheimer e de Walt, O Lobby de Israel. [ler notícia na integra ou encomendar a obra]

Quando Uma Mão Cheia de Contos Rescrevem a História Real; Uma Nova Visão Sobre a Segunda Guerra Mundial


No seu novo estudo revisionista, Simple Victory: World War II in Europe, 1939-1945, o famoso historiador Britânico Norman Davies desafia a visão "muito superficial e 'Americocêntrica´" da Segunda Guerra Mundial, reflectida nas histórias populares sobre a guerra. Por exemplo, o autor Americano Stephen Ambrose da Band of Brothers e o director cinematográfico Steven Spielberg, com o seu filme O Resgate do Soldado Ryan, mostram a Segunda Guerra Mundial como uma luta entre a liberdade, representada pelos poderes Anglo-Americanos, e as forças fascistas e totalitárias, e onde o clímax é atingido com a invasão da Normandia. [ler notícia na integra ou encomendar a obra]

domingo, 18 de novembro de 2007

Grupos judeus exigem mais indemnizações à Alemanha

60 anos depois do Holocausto, os sobreviventes e os seus herdeiros estão a apresentar novas exigências compensatórias contra a Alemanha. E o governo israelita quer que Berlim providencie pagamentos adicionais na ordem dos milhões de euros para pagamento dos serviços sociais que fornece aos sobreviventes…

As indemnizações do Holocausto tornaram-se numa “história interminável”, afirma Constantin Goschler, historiador alemão.

O governo israelita está também a pedir a Berlim novas indemnizações, apesar de ter assinado uma promessa escrita, após o encerramento das negociações referentes às compensações, de que o Estado judeu não iria “apresentar mais exigências à República Federal da Alemanha.” [leia a notícia na integra]

"Depois do Reich" de Giles MacDonogh

Num mercado fortemente saturado por obras acerca da Segunda Guerra Mundial, After the Reich (ainda sem edição em língua portuguesa) foca um período menos conhecido do conflito e sugere lições que são particularmente pertinentes para os nossos tempos. Por exemplo, sabia que os soldados americanos no pós guerra recorreram a métodos de interrogação brutais contra os funcionários alemães “suspeitos de terem partidipado crimes de guerra”?

Os métodos mais convencionais de tortura incluíam pontapés na virilha, privação de sono e de comida e espancamentos selváticos.

Sabia que faleceram dezenas de milhar de prisioneiros alemães às mãos dos Aliados nos últimos meses da guerra europeia? [leia esta notícia na integra ou compre o livro]

Juiz alemão aprova a decisão espanhola

Uma mensagem que recebi afirma que, de acordo com a página "Junge Freiheit", Günter Bertram, um conhecido juiz alemão e anterior juiz chefe do tribunal regional de Hamburgo, expressou publicamente a sua aprovação referente à recente deliberação do Tribunal Constitucional espanhol acerca da revogação da lei espanhola referente à negação do "Holocausto".
O mesmo defende que o revisionismo tem direito à sua liberdade de expressão e espera que outros países, em vez de manifestarem a sua indignação, efectuem uma pausa e reflictam acerca deste problema considerando a Espanha como um exemplo a seguir.
A minha opinião pessoal é de que Bertram não tarda nada será um ex-juiz, ou até mesmo um juiz cujo estatuto tenha sido retirado.

Arthur R. Butz

A China e o Holocausto

O revisionista germano-australiano Fredrik Töben, responsável pelo Instituto Adelaide, é considerado no meio revisionista como sendo o embaixador do revisionismo, uma vez que viaja frequentemente pelos mais diversos países do mundo - não olvidando os continentes africano e asiático.
O mesmo esteve recentemente na República Popular da China, como podem comprovar pela foto dele na famosa Praça de Tianamen. Publicamos aqui o artigo que redigiu no decorrer da sua visita:

Com os Jogos Olímpicos de Pequim a aproximarem-se rapidamente surge uma multifacetada ansiedade em massa no que diz respeito à China – tanto interna quanto externa.

Em qualquer instância a política mundial assume também um papel de destaque. Afinal de contas, não é também o desporto uma espécie de guerra na qual não se utilizam armas mortíferas?

Um dos factores mais relevantes é a política externa dos EUA que actualmente ruma para uma expansão urgente da guerra no Médio Oriente, do Iraque para o Irão, entre outras coisas, o fiasco do Iraque e o declínio económico dos EUA podem ser empolados e tornados mais apelativos para consumo doméstico.

[Continuar a ler]

sábado, 17 de novembro de 2007

Revisionismo deixou de ser crime em Espanha

O Tribunal Constitucional espanhol deliberou que doravante deixa de ser crime o revisionismo ou o negacionismo do holocausto, no rescaldo de um parecer pedido por Pedro Varela, condenado anteriormente por publicar obras revisionistas.
Anteriormente o mero acto de demonstrar publicamente quaisquer dúvidas que pudessem ser entendidas como negacionistas ou revisionistas resultava em pena de 1 a 2 anos de cadeia. A lei anterior:

"A difusão por qualquer meio de ideias ou doutrinas que neguem ou justifiquem os delitos descriminados no artigo anterior, ou pretendam a reabilitação de regimes ou de instituições que defendam práticas que originem os mesmos, serão punidas com pena de prisão de um a dois anos".

O tribunal Constitucional limitou-se meramente em retirar da lei as palavras "neguem ou", mantendo apenas a proibição da justificação de genocídio.
Estamos todos um pouco mais livres, bem haja a honestidade dos elementos do Tribunal Constitucional espanhol, questionamos agora o que será feito relativamente a todos aqueles (sendo Pedro Varela, Gerd Honsik e Ramón Bau apenas alguns deles) que já foram penalizados pela lei que agora deixou de existir?
[notícia no El Pais]

[Historiador Livre]

sexta-feira, 12 de outubro de 2007

Revisionismo em língua portuguesa

De momento ainda estamos recrutando colaboradores para o lançamento deste blogue. Aceitamos colaboradores de qualquer ponto do mundo que domine a língua portuguesa: dirlip@gmail.com