Tom Marcellus e o Professor Robert Faurisson dão-nos uma definição do que é o REVISIONISMO HISTÓRICO.
Entrevista - Nando Moura e Bolsonaro
Há 2 anos
Semana passada, na Alemanha, vários políticos foram severamente criticados pelo Conselho Central Judaico pelo facto de terem marcado o desfile pré-carnaval para domingo, dia 27 de Janeiro de 2008. Segundo a imprensa, a Presidente do Conselho Central, Charlotte Knobloch declarou que "é incompreensível para mim que no dia de homenagem, que foi instituído por não-judeus, para celebrar juntamente com os judeus os terríveis acontecimentos do Holocausto, seja agora festejado com um desfile de carnaval. A crítica dos líderes da comunidade judaica alemã esbarrou na vontade de alguns políticos alemães, que neste caso acatam o pensamento da maioria da população de Munique. Os alemães parecem cansados de tanta intransigência, intolerância e fanatismo.
Mas isto não é exclusividade alemã. No Brasil, a intenção do carnavalesco Paulo Barros em trazer o tema Holocausto judeu para a avenida, incomodou representantes da Federação Israelita do Rio de Janeiro. Leia mais sobre este assunto aqui.
A organização de direitos humanos britânica REPRIEVE afirma que mais de 700 prisioneiros foram transportados ilegalmente para a base norte-americana de Guantanamo, em Cuba, e que a sua transferência contou com a ajuda de Portugal, por onde passaram pelo menos 94 voos entre 2002 e 2006, segundo um relatório divulgado segunda-feira. Leia mais sobre este assunto aqui e aqui.
A acção passa-se num futuro próximo. UNCIVIL LIBERTIES mostra uns Estados Unidos da América onde o governo faz de tudo para aumentar a vigilância sobre os seus cidadãos em nome da segurança, enquanto extremistas dentro do seu próprio país se revoltam e pegam em armas para iniciarem uma resistência. Pode encomendar o DVD aqui.
Um estudo realizado por duas organizações de jornalistas sem fins lucrativos considerou que o Presidente Bush e alguns funcionários superiores da administração emitiram centenas de declarações falsas sobre a ameaça nacional de segurança no Iraque nos dois anos a seguir aos ataques terroristas de 2001. O estudo concluiu que as declarações "eram parte de uma campanha orquestrado que, de forma eficiente, galvanizou a opinião pública e, no processo, dirigiu a nação para a guerra sob pretextos falsos… O estudo contou 935 declarações falsas no período de dois anos. [leia a notícia na íntegra]


Uma recente análise genética da sífilis faz aumentar a teoria de que a doença foi trazida por Cristóvão Colombo do Novo Mundo para a Europa. Neste novo fôlego da investigação, a pesquisa sugere que a doença pode não ter sido transmitida pelo sexo até que se adaptou ao ambiente na Europa. "Desenvolveu-se este novo modo de transmissão e, até hoje, não teve muitas alterações genéticas," disse o principal autor do estudo Kristin Harper, um reconhecido estudante da Universidade de Emory. [leia a notícia na íntegra]
O governo holandês gastou nos últimos dois anos quase dois milhões de euros a subsidiar programas públicos e comerciais televisivos para, entre outras coisas, mostrar imagens de confraternizaçãos entre brancos e negros. Este plano secreto elaborado pelo Ministério da Justiça foi descoberto e divulgado pelo jornal De Volkskrant.
O Supremo Tribunal Federal da Alemanha pronunciou-se pela absolvição, 75 anos depois, de Marinus van der Lubbe, acusado de, em 1933, ter sido o responsável pelo incêndio no Reichstag. A sentença resulta da aplicação de uma lei de 1998 que anula todas as decisões judiciais tomadas no tempo em que os nacional-socialistas estavam no poder na Alemanha.
A notícia não é nova. Apareceu, por exemplo, aqui, aqui e também aqui. Mas tendo em conta a enorme e desenfreada perseguição a tudo o que possa ser associado ao Revisionismo, resolvemos relembrar mais este exemplo degradante.
O Ministro dos Negócios Estrangeiros do Canadá colocou os Estados Unidos e Israel numa lista onde os prisioneiros correm o risco de serem torturados e onde também são classificadas algumas técnicas de interrogação dos EUA, consideradas tortura. A revelação está a embaraçar a minoria do governo Conservador, que é um aliado incondicional tanto dos EUA como de Israel. Ambas as nações negaram que permitissem a tortura nas suas cadeias. O documento - parte de um curso de treino para diplomatas para a consciência da tortura - menciona a cadeia americana na Baía de Guantanamo Baía, em Cuba, onde um homem canadiano está detido. Pode ler a notícia na íntegra aqui.
A CIA, apoiada por diversos outros departamentos, incluindo o ´State Department's Bureau of Intelligence’ e o ´Research and the Defense Intelligence Agency´, afirmou que, em Agosto de 1974, Israel “tinha armas nucleares, ainda em número reduzido, entre as quais se contavam algumas que eles próprios e acumulado”. Suspeita-se também que Israel tenha fornecido materiais nucleares, equipamento e tecnologia ao Irão, Africa do Sul e outros países, na altura seus aliados. Este documento secreto, consignado às altas chefias da CIA durante quase 32 anos, foi subitamente revelado ao público esta semana. [leia a notícia na íntegra]