Ernst Zundel fala sobre revistas de banda-desenhada e de outras publicações anti-Alemãs.
Entrevista - Nando Moura e Bolsonaro
Há 1 ano
As escolas da Alemanha irão lançar um livro em BD para ensinar às crianças, especialmente as menos privilegiadas, a era nazi e o Holocausto. Embora as escolas alemãs já estejam a fazer um grande esforço para dar uma educação completa sobre a era nazi, a violência racista permanece um problema e o renascimento de comunidade Judia na Alemanha trouxe um crescimento do anti-semitismo. A BD, ao estilo de Tintin, tem o nome original "The Search" e conta a história de Esther, um imaginário sobrevivente Judeu do Holocausto. [leia a notícia na íntegra]

O patriotismo deve ser evitado em lições de escola porque a história britânica é "moralmente ambígua", recomendou um representante do corpo docente. A história e as lições de cidadania devem estar associadas aos factos concretos e não encorajar a lealdade à Grã-Bretanha quando se pretende cobrir assuntos, tais como a Segunda Guerra Mundial ou o Império Britânico, acrescentou o representante do Instituto Educativo. Os professores não devem instigar orgulho naquilo que eles consideram ser grandes momentos de história Britânica, assim como os episódios mais vergonhosos não podem ser subestimados nem excluídos... Três quartos dos professores sentiram-se na obrigação de alertar os estudantes para o perigo do patriotismo. [leia a notícia na íntegra]
Uma localidade da Alemanha está a ser criticada pela sua decisão em dar o nome a uma escola local a um pioneiro dos foguetes V-2. Klaus Riedel, que ajudou a desenvolver aquele míssil da Segunda Guerra Mundial, viveu em Bernstadt auf dem Eigen , na região oriental da Saxónia. Os críticos dizem que a ideia ignora o facto de milhares terem morrido com os ataques dos V2 e também que houve trabalhadores, em forma de escravidão, na construção do foguete. Mas o responsável local, Guenter Lange, disse que Riedel não era nazi e que ele merecia aquela distinção. [leia a notícia na íntegra]
Não há, provavelmente, nenhuma “vaca sagrada” na América tão grande como Martin Luther king Jr.. A menor crítica ou sugestão de que ele não é merecedor de um feriado nacional leva logo às acusações normais de racismo e fascismo, assim como ao resto dos normais epítetos esquerdistas, não só de liberais, mas também de muitos ostentivos conservadores e libertários... King começou a plagiar quando ainda era estudante universitário. Quando a Universidade de Boston criou uma comissão para examinar aquela situação, consideraram que 45 por cento da primeira parte e 21 por cento da segunda parte da sua dissertação tinham sido plagiadas, mas insistiram que “tal situação não é suficiente para a revogação do grau académico do Dr. King”. Leia mais sobre este assunto aqui.
O Departamento de Psicologia de Cal State Long Beach resolveu, recentemente, dissociar Kevin MacDonald, professor de psicologia. O departamento considera publicar uma declaração para confirmar a dissociação daquele professor devido às suas pesquisas e escritos sobre o Judaísmo estarem continuamente a gerarem controvérsia e a serem usados por publicações que fazem a propaganda de ideologias neonazis e de supremacia branca. [leia a notícia na íntegra]
A Grã-Bretanha irá criar um fundo de apoio que permitirá que dois estudantes de cada escola de Inglaterra possam visitar Auschwitz e aprender sobre o Holocausto. Esse orçamento permitirá elaborar lições do genocídio para a geração mais jovem, anunciou o governo na segunda-feira passada. Os estudantes, entre os 16 e os 18 anos, irão encontrar-se com sobreviventes do Holocausto e serão mostrados os barracões do acampamento, os documentos de registro dos detidos e as pilhas de roupas das vítimas, sapatos e cabelo. Fundado em 1947, no local do campo da morte da era Nazi, o Memorial e o Museu de Auschwitz-Birkenau, em Oswiecim, receberam 1,22 milhões de visitantes em 2007. Leia mais sobre este assunto aqui e aqui.
A maioria dos estudantes noruegueses do segundo grau (65 por cento) não sabe quem foi Pol Pot ou o que significam os Gulags (64 por cento). Uma pesquisa recente mostra que os jovens noruegueses entre os 15 e os 20 anos sabem muito pouco sobre a história do século XX... No entanto, quase todos os estudantes noruegueses souberam o que Auschwitz era, assim como o Muro de Berlim... Uma sondagem na Suécia realizada em 2007 mostrou que 90 por cento dos estudantes não tinham nenhuma ideia do que tinham sido os Gulags e que praticamente nunca tinham ouvido falar em "O Grande Salto" [campanha lançada por Mão Tsé Tung, que pretendia tornar a China uma nação desenvolvida e socialmente igualitária em tempo recorde, acelerando a colectivização do campo e a industrialização urbana - a iniciativa foi um desastre económico, resultando em cerca de 20 milhões de mortes, devido à fome], nem "bolchevista". Numa outra votação, em Brandenburg, na Alemanha, só metade soube quando o Muro de Berlim tinha sido construído, assim como muitos outros acreditavam que Alemanha Oriental não era uma ditadura... [leia a notícia na íntegra]
Um neto do antigo líder Indiano Mohandas Gandhi escreveu alguns pensamentos sobre a identidade dos Judeus e que foram publicados na página da Internet do Washington Post. "A identidade Judia do passado foi trancada na experiência do Holocausto", escreveu Arun Gandhi, que dirige o Instituto M.K. Gandhi Para a Não-Violência na Universidade de Rochester em Nova Iorque. "É um exemplo muito bom de como uma comunidade consegue manter uma experiência histórica até ao ponto de criar uma repulsa nos amigos”. De acordo com Gandhi, "o mundo teve pena de um episódio [o Holocausto], mas quando um indivíduo ou uma nação se recusa a perdoar, o pesar transforma-se em raiva". Leia a notícia aqui e mais um interessante comentário sobre este assunto aqui.
Um antigo trabalhador de Cleveland, que é acusado de ter sido um guarda nazi de um campo da morte, perdeu outra batalha, na quarta-feira passada, na sua luta, que já dura 30 anos, para manter a sua cidadania e residência americana. O tribunal rejeitou o apelo que John Demjanjuk tinha feito contra a ordem de deportação decidida pelo juiz principal para a imigração. Esta decisão irá enviar Demjanjuk para a Alemanha, Polónia ou para a sua terra natal, a Ucrânia. O governo acusa Demjanjuk de ter sido um guarda determinantemente sádico no campo de Treblinka e que era conhecido como "Ivan, o Terrível". Pode saber mais sobre este assunto aqui e aqui.
Ernst Zundel, um editor nascido na Alemanha, autor e activista dos direitos humanos, é umas figuras incontornáveis do movimento revisionista do Holocausto em todo o mundo. Há mais de quatro anos que se encontra preso, primeiro no Canadá e agora na Alemanha, unicamente pela expressão pacífica de pareceres de uma pessoa não conformista. Pode mesmo ser considerado o prisioneiro político mais proeminente do mundo ocidental de hoje. Pode saber mais sobre ele aqui.
Tudo terá acontecido em menos de três horas numa noite fria de Setembro – uma acção relâmpago de vandalismo anti-Judeu em mais de uma dúzia de localidades no coração de Brooklyn. Na segunda-feira passada, a polícia deteve um homem que possuía um autêntico arsenal de armas em sua casa. O homem, Ivaylo Ivanov, admitiu num interrogatório que era responsável por todos os casos que tinham acontecido nos últimos meses. E mais tarde surgiu a surpreendente revelação aos jornalistas, dada pelo seu advogado, de que o Sr. Ivanov era Judeu!