terça-feira, 4 de março de 2008

Anti-Semitismo e Anti-Sionismo

Os Sionistas são peritos em propaganda, desinformação, negação de factos e em mentiras. Qualquer crítica ao Sionismo ou a Israel é considerada como "anti-semitismo", onde isto é interpretado querer dizer "anti-judeu". Isto é uma autêntica falsidade caluniosa. A crítica ao Sionismo é uma crítica a um movimento político particularmente horroroso, não uma crítica a uma religião ou aos aderentes de uma religião. Podemos ser críticos do Sionismo e dos Sionistas e sermos, ao mesmo tempo, bastante tolerantes e abertos no que diz respeito à religião Judia. Leia mais sobre este assunto aqui.

Quem Foi John T. Flynn?

Já tínhamos falado dele aqui. Mas decidimos insistir...

John T. Flynn – jornalista, autor e um magistral representante da Velha Direita – foi alguém bastante particular. Começou como colunista liberal da Nova República, uma autêntica bandeira do liberalismo americano e acabou na Direita, denunciando "o socialismo decrépito". O que é raro em Flynn é que em vez de ficar seduzido pelo New Deal e pela Popular Front no apoio e suporte da guerra, Flynn ficou conhecido pela sua posição conscienciosa anti-guerra desafiando um estado que desenvolvia uma adoração pelo liberalismo moderno.

Leia mais
aqui.

domingo, 2 de março de 2008

O Ataque ao USS Liberty







A maioria de pessoas nunca ouviu falar sobre o ataque de 1967 ao USS Liberty por Israel em que 34 americanos foram mortos e 172 ficaram seriamente feridos. No primeiro vídeo ouvimos como os israelitas cometeram crimes de guerra e como os militares Judeus americanos ajudaram a encobrir o ataque mal sucedido ao navio americano.

No segundo vídeo, vários membros da tripulação do USS Liberty, o antigo Secretário de Estado Dean Rusk, o Embaixador James Akins, Merlin Staring e o Almirante Thomas Moorer (dos F-14 Tomcat) explicam como o ataque no navio foi deliberado e NÃO um acidente e que as média e os militares o encobriram.

No terceiro vídeo, Atkins e James Bamford explicam como a CIA e o NSA tinham provas de que o ataque ao USS Liberty foi intencional e NÃO um acidente. As razões para o ataque — a um navio repleto de material secreto e com uma série de antenas especiais de longo alcance — eram duas; a primeira, evitar que os EUA e, provavelmente, o mundo inteiro, soubessem alguma coisa sobre as acções ilegais cometidas pelos Judeus na região do Sinai e, em segundo lugar, colocar a América na guerra, culpando o Egipto por aquela acção. Também é discutida a confiscação ilegal das Golan Heights e a cobertura dada pelos média e pelos militares.

'Blackout' dos Média a Ron Paul

Não existe explicação para certas coisas que encontramos nesta campanha nos EUA. Provavelmente nunca o ouviram nas notícias, mas Ron Paul acabou em segundo em Maine, Nevada e em Louisiana, e ganhou 25 por cento dos votos em Montana, 21 por cento em Washington e na Dakota do Norte, 17 por cento no Alaska e 16 por cento em Minnesota, e em alguns destes Estados ele venceu McCain. [leia esta notícia na íntegra]

‘Negador’ do Holocausto Enfrenta Novas Acusações na Austrália

Fredrick Töben, “negador” do Holocausto enfrenta novas acusações do foro criminal, decididas pelo Tribunal Federal depois de ter afirmado que aquele Tribunal fazia parte de uma conspiração contra ele. A acusação contra o Dr. Töben foi decidida após as reivindicações do líder do conselho Judaico Australiano, Jeremy Jones, numa longa corrida em Tribunais com o objectivo de remover o material considerado “negador do Holocausto” e divulgado no site do Dr. Toben's, o Adelaide Institute. Num outro documento apresentado, o Dr. Töben, com 62 anos, defendia que o Tribunal que o pretendia julgar fazia parte de um plano para silenciar as suas controversas visões sobre o Holocausto. [leia a notícia na íntegra]

Uma história demasiado bonita para ser verdadeira - Memória era falsa e Misha Defonseca era, afinal, Monique De Wael

Misha Defonseca, uma "sobrevivente do holocausto", afinal confessa que as atrocidades descritas eram mentira, oriundas da sua imaginação... e que nem sequer é judia... e assim confirma o Diário de Notícias de ontem, embora os revisionistas já venham a expor esta imaginativa autora de mentiras desde a publicação original do seu livro, mais uma vez os factos a comprovarem as afirmações revisionistas:

A AFP escrevia ontem que esta era "uma história demasiado bela para ser verdadeira". Durante uma década, as memórias de Misha Defonseca, que percorreu 3 mil quilómetros, a pé, durante três anos, em busca dos seus pais, foi comovente exemplo da vida real. Havia quem encontrasse no relato pormenores menos credíveis, mas a verdade só agora veio ao de cima: a memória era uma fabricação.

Misha contou a sua história imaginária em 1997, num livro "autobiográfico" que foi um êxito de vendas, não apenas no seu país de origem, a Bélgica, mas em várias traduções.

O livro narra a história de uma criança de oito anos que atravessou a Europa, em 1941, à procura dos seus pais, mortos no Holocausto. O cinema aproveitou o enredo para um filme que está a fazer carreira brilhante em França, Sobreviver Com os Lobos, da cineasta Véra Belmont. [leia esta notícia na integra]

sexta-feira, 29 de fevereiro de 2008

Friedrich Paul Berg

Friedrich Paul Berg, numa conferência em Chicago. Podem ver o seu site aqui.



Os Julgamentos de Nuremberga e o Holocausto

... O Julgamento de Nuremberga violou e transgrediu os princípios fundamentais da justiça. Os vitoriosos Aliados agiram como promotores, juízes e executores dos líderes alemães. As acusações foram criadas, especialmente, para a ocasião e foram aplicadas só aos vencidos. Derrotada e faminta, a Alemanha estava prostrada, sem possibilidades de se opor ao que os poderes de ocupação dos Aliados exigiam. Tal como algumas das figuras dos Aliados reconheceram na altura, os julgamentos de Nuremberga foram organizados não para aplicarem uma justiça imparcial, mas apenas para propósitos políticos. [leia a notícia na íntegra]

Nós Somos Umas Bestas?: Guerra Aérea Britânica Contra a Alemanha

... Terá a máquina militar Britânica ponderado embarcar na Segunda Guerra Mundial num caminho em direcção ao genocídio do povo Alemão? Esta edição vai em direcção ao coração de Jörg Friedrich e relata o bombardeamento contra cerca de 150 cidades alemãs, entre 1940 e 1945... Matando o máximo possível de civis alemães tornando cada vez mais grotesca a estratégia da Grã-Bretanhas de 1940 até aos últimos ataques em Abril de 1945. Isto é um ponto de vista que provavelmente não cairá bem no público britânico, mas isso não deixa de ter outros efeitos positivos. Leia mais sobre este assunto aqui e pode encomendar o livro aqui.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008

Israel Shamir, agora em português

O activista pelos direitos humanos, o jornalista e autor israelita Israel Shamir, que não sendo revisionista tem defendido os direitos dos revisionistas sempre que necessário, estreou há pouco tempo uma secção portuguesa na sua página oficial (já conta com 18 artigos traduzidos em português), por lapso ainda não tínhamos colocado a sua página pessoal na secção de links, lapso resolvido.

O 'Problema do Mal' na Europa do Pós-Guerra

... Actualmente, o Holocausto [Shoah] é uma referência universal. A história da Solução Final, do Nazismo ou da Segunda Guerra Mundial é parte obrigatória nos currículos de qualquer universidade... Mas eu tenho sido atormentado com tantas perguntas que emergem actualmente: "Por que é que nos focamos tanto no Holocausto?" "Por que é que é ilegal [em alguns países] negar o Holocausto, mas não outras atrocidades?" "Será que a ameaça de anti-semitismo não é exagerada?" E, cada vez mais, “Será que Israel não utiliza o Holocausto como desculpa?" Não me lembro de ter ouvido estas questões no passado. [leia a notícia na íntegra]

Judeus Que Sobreviveram Aos Tempos de Guerra em Berlim

Klaus Zwilsky, de 74 anos, de Calvert County, Md., é um sobrevivente do Holocausto. No entanto, a sua história é bastante particular entre os outros Judeus que passaram pelos horrores da Alemanha Nazi. Ele não foi enviado para um campo de concentração, nem passou a Segunda Guerra Mundial escondido na casa de algum não-Judeu mais simpático. Em vez disso, Zwilsky sobreviveu num hospital Judeu em Berlim, com o conhecimento e consentimento do governo Nazi... Devido ao facto do pai de Zwilsky ser farmacêutico foi-lhes permitido ficarem no hospital em boas condições. Recebiam água potável, tinham aquecimento e electricidade e eram tratados de forma especial pelos soldados. [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008

O Relatório Leuchter

Ernst Zundel entrevista Fred Leuchter sobre o trabalho realizado, em 1988, no antigo campo de concentração de Auschwitz, situado na Polónia. Apesar das falhas existentes no relatório de Leuchter (não nos podemos esquecer que ele não era nenhum especialista em Química!), não deixa de constituir um marco decisivo para a “desconstrução” do “Holoconto”.





Hitler Desenhava «Anões» da Branca de Neve

William Hakvaag, director de um museu na Noruega, garante ter encontrado três aguarelas dos anões da Branca de Neve e uma do Pinóquio, desenhadas por Adolf Hitler. A notícia é avançada pela agência AFP. O museu que dirige é dedicado à Segunda Guerra Mundial e fica nas ilhas Lofoten. Segundo William Hakvaag, de 59 anos, as obras estavam escondidas num quadro, que adquiriu num leilão, e que é atribuído a Hitler. [leia a notícia na íntegra]

Eleanor Roosevelt Defendia o Internamento dos Japoneses Nascidos na América

Numa altura em que tanto os “libertários” como os “libertário-conservadores”, tal como George W. O Schuyler, um pioneiro da “Harlem Renaissance” e o director jornalístico, R.C. O Hoiles, criticavam o internamento de Japoneses nascidos na América como uma infracção aos direitos individuais fundamentais, Eleanor Roosevelt escrevia este artigo fazendo uma análise contrária. Leia tudo aqui.

O Holocausto de Eisenhower - A Chacina de 1,7 Milhões de Alemães


"Deus, eu odeio os Alemães..." (Dwight David Eisenhower numa carta para a sua mulher, em Setembro de 1944)

...[Imagine que] É detido como Prisioneiro de Guerra Alemão nas mãos dos Americanos. Estes possuíam mais de 200 campos semelhantes a este dispersos pela Alemanha. É direccionado para um composto completamente rodeado por arame farpado até perder de vista. Milhares de camaradas como você já se encontram neste autêntico curral provisório. Não existem provas de existir uma latrina e depois de três horas de marcha pelo barro da chuva da Primavera, o conforto de uma latrina é o que domina a sua mente. É guiado através de um portão bem guardado e, finalmente, está em condições para se movimentar mais livremente e começar a procurar a tal latrina. Finalmente, pede ajuda para que lhe indiquem a direcção, mas é informado que ali aquele luxo não existe. [leia o artigo na íntegra]

De regresso... Em Português... e Não Só...

Por motivos de saúde só agora voltei à "blogosfera". E, de regresso, tenho que vos mostrar isto.

Em Português, podemos ver algumas coisas aqui ou aqui (de perdoar os erros e as más traduções).

Finalmente, queria que este meu regresso ficasse marcado com esta frase:

"O Holocausto é uma falsa doutrina que precisa de leis opressivas e penas de prisão para a proteger da crítica racional".

Está tudo dito e muito bem resumido, mas podem continuar a ler o resto aqui.

Agora, vamos ao trabalho!

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008

Trabalhos Revisionistas... Em Português

Para quem não domina bem as línguas estrangeiras, sempre que possível, O Revisionismo em Linha procurará divulgar alguns trabalhos que poderão ajudar a perceber a problemática do Revisionismo Histórico. Aqui está um deles.

Primeira Apresentação do "Another Voice of Freedom"

Esta foi a apresentação de "Another Voice of Freedom" de Ernst Zundel. Apesar dos anos, continua actual e pertinente.






Quando Ghandi se manifestou Sobre a Questão Palestiniana

Na Alemanha as minhas simpatias estão todas com os judeus. Eu os conheci intimamente na África do Sul. Alguns deles se tornaram grandes amigos. Através destes amigos aprendi muito sobre as perseguições que sofreram. Eles têm sido os "intocáveis" do cristianismo; há um paralelo entre eles, e os "intocáveis" dos hindus. Sanções religiosas foram invocadas nos dois casos para justificar o tratamento dispensado a eles. Afora as amizades, há a mais universal razão para a minha simpatia pelos judeus. No entanto, a minha simpatia não me cega para a necessidade de Justiça. O pedido por um lar nacional para os judeus não me convence. Por quê eles não fazem, como qualquer outro dos povos do planeta, que vivem no país onde nasceram e fizeram dele o seu lar? A Palestina pertence aos palestinos, da mesma forma que a Inglaterra pertence aos ingleses, ou a França aos franceses. Leia mais sobre este assunto aqui.