Tal como sempre defendi, nada se deve esconder...
Entrevista - Nando Moura e Bolsonaro
Há 1 ano
Para este fim-de-semana, gostaria que dessem (mais uma vez) uma vista de olhos neste site. Especialmente neste 'post' e também neste. São exemplos claros daquilo que também procuramos denunciar e combater aqui.
Celebrou-se na Polónia o 65º aniversário do massacre nas florestas de Katyn (facto histórico revelado pelos Nazis) e onde cerca de 20.000 oficiais Polacos foram assassinados pelos Soviéticos. Pode ver a notícia aqui, mas certamente este facto não terá o mesmo tratamento que as notícias reveladas anteriormente…
Desta vez, o campo de Bergen-Belsen... Duas notícias, duas abordagens. Cabe ao leitor perceber que nada deve estar fechado. Muito menos a liberdade de expressão. Muito menos a liberdade de poder SABER E CONHECER TUDO.
Os Astecas tinham mais números do que nós temos actualmente ou, pelo menos, mais símbolos conectados com conceitos numéricos. Quando se tratava de medir terra – essencial para a cobrança do imposto adequado ou tributo - estes ‘Meso-americanos’ medievais usavam flechas, corações, mãos e outras unidades que representavam fracções, de acordo com um novo estudo. [leia a notícia na íntegra]
Os arqueólogos que estão a realizar uma escavação em Stonehenge afirmam que, ao desenterrarem uma das camadas, podem agora, finalmente, explicar porque é que tudo aquilo foi ali construído. (…) Os pesquisadores acreditam que Stonehenge foi, em tempos, um local de cura. [leia a notícia na íntegra]
Duas notícias que envolvem a figura de Leonardo Da Vinci.
Está a desenrolar uma nova investigação no Concelho das Nações Unidas para os Direitos Humanos aos acontecimentos de 9/11 para examinar o papel que os neo-conservadores podem ter tido nos ataques. O ‘New Your Sun’ desenvolveu a história, acrescentando que Richard Falk, professor de Lei Internacional na Universidade de Princeton e perito na matéria de direitos humanos, foi designado para assumir uma nova posição dentro do Conselho, a 26 de Março. [leia a notícia na íntegra]
Comparar líderes estrangeiros a Adolf Hitler e uma forma já bastante antiga utilizada pelos líderes dos EUA para começarem a aquecer ou a esfriar guerras. Mas a analogia de Munique é não só incorrecta, como perigosa. Se vive nos Estados Unidos e quer começar uma guerra, o primeiro passo é comparar o líder estrangeiro a Adolf Hitler... Invocando a analogia a Hitler repetidamente, inúmeros líderes e intelectuais americanos colocam-nos no caminho da guerra... [leia a notícia na íntegra]
Todos estamos familiarizados com aquilo que se passa na Palestina. Quanto a este aspecto, não vou entrar em grandes detalhes. Israel foi fundada por terroristas que usaram o terrorismo e isso é algo que não é debatido. Qualquer pessoa com o mais leve conhecimento história facilmente pode verificar os grupos terroristas de sionistas que estavam activos naquela região desde os anos 30. Irgun, Stern Gang, Haganah, todos estes grupos organizados introduziram o terrorismo na região. Os conflitos tribais não foram determinados por explosões em hotéis, mas no campo de batalha, soldados a lutar contra soldados. Atacar as mulheres, crianças e idosos, colocação de explosivos em mercados e sequestros de pessoas eram tácticas introduzidas por Sionistas. E todos nós vimos as Forças de Defesa Israelitas a forçarem as mulheres e as crianças libanesas a deixarem os seus lares com a desculpa da segurança. Então o IDF bombardeou, sistematicamente, as estradas e pontes que as mulheres e as crianças libanesas usavam como saída de emergência. Mortos, talvez uns milhares. O que nós necessitamos entender é, isto não é defesa, é Sionismo. Ataca com o terror os corações e as mentes dos civis.
Revelações secretas da Força Aérea Americana sobre a guerra do Vietname foram agora publicadas pelo Arquivo de Segurança Nacional e que expõe, pela primeira vez, que a CIA teve um papel directo nos ataques aéreos no Laos e que a força aérea considerou activamente a hipótese de utilização de armas nucleares durante a crise de 1959 naquele país. [leia a notícia na íntegra]
... O Departamento de Estado dos EUA condenou imediatamente o negócio [da Suiça com o Irão] e acrescentou que seria investigado se isso não estaria a quebrar o Acto de Sanções contra o Irão. Israel também se queixou, descrevendo a visita do ministro Suíço a Teerão como um “acto de inimizade com Israel"... Esta indignação era inteiramente previsível, mas convém acrescentarmos mais qualquer coisa. A 30 de Março, o jornal Suíço Sonntag retaliou com a revelação de que Israel, apesar de supostamente desenvolver um boicote a todas as coisas do Irão, tem estado a comprar petróleo iraniano há muitos anos. [leia a notícia na íntegra]
Deir Yassin era uma aldeia da Palestina no lado oeste de Jerusalém. No dia 9 de Abril de 1948, mais de cem homens, mulheres e crianças foram assassinados por terroristas Judeus de Irgun e do Grupo Stern. O massacre foi um acontecimento fulcral na história de Nakba, assim como o que representa o pânico e a limpeza étnica que ainda continua hoje. Os edifícios que sobreviveram em Deir Yassin são usados como hospital psiquiátrico. O local fica a 1.400 metros a norte de Yad Vashem, o monumento mais famoso sobre o Holocausto, onde é ensinado ao mundo " Never Forget” [“Nunca Esqueceremos]. Leia aqui a notícia na íntegra.
A Espanha quis promover a ideia de que a raça Ariana podia estar na rota das Ilhas Canárias, associando-se aos que defendiam que aquelas ilhas eram o que restava do continente perdido da Atlântida. Os cientistas de Ahnenerbe, um instituto desenvolvido por Heinrich Himmler e financiado pelas SS, planearam viajar até às ilhas atlânticas para desenvolverem pesquisas, mas foram forçados adiar o projecto quando guerra começou Setembro de 1939. [leia a notícia na íntegra]
Angola 1975. Enquanto em Luanda, sob o troar dos canhões na batalha de Kifangondo, Agostinho Neto proclama, perante a África e o Mundo, a independência de Angola, em simultâneo, em Carmona, hoje Uige, e em Nova Lisboa, hoje Huambo, os ainda aliados, Holden Roberto e Jonas Savimbi, proclamavam a efémera República Democrática de Angola. O que resultou dessa dupla e antagónica proclamação foi uma das mais sangrentas guerras fratricidas que dizimou para cima de 100.000 pessoas para só falar de angolanos. Pode ficar saber mais sobre este assunto e sobre este livro aqui.
Gostei imenso de ler estes três apontamentos sobre dois assuntos bastante badalados esta semana nos orgãos de comunicação social: a questão do Tibete e o julgamento de alguns elementos associados ao movimento skinhead e aos Hammerkins.
Israel recusa conceder um novo visto para o seu enviado para os assuntos da Palestina na Organização das Nações Unidas depois deste ter dito que Israel era o responsável pelo "desenvolvimento do Holocausto" em Gaza. Richard Falk, um professor americano de descendência Judaica, tinha ocupado o seu lugar na ONU em Junho. Mas o governo Israelita está furioso por ele ter comparado os acontecimentos do último ano com passado da Alemanha nazi e recusou permitir mais comentários do seu enviado. Pode acompanhar esta notícia aqui e aqui.
A 1 de Abril deste ano participei num debate em São Francisco que levantou a pergunta da ajuda dos EUA a Israel... Nos sessenta anos de existência de Israel, este país recebeu mais dinheiro dos impostos Americanos do que qualquer outra nação à face da terra. Durante os períodos de recessão, quando Americanos sofrem com o desemprego, os lares são desfeitos, os orçamentos para a escolas são cortados e os negócios fracassam, o Congresso continua a dar quantias imensas do nosso dinheiro para Israel; actualmente, cerca de sete milhões de dólares por dia. [leia a notícia na íntegra]