quarta-feira, 11 de junho de 2008

Revolution!!!!!

Dedicado ao candidato mais marginalizado das últimas eleições Americanas. Em diversos Estados, chegou a ficar à frente dos actuais finalistas do partido Democrata e Republicano. Mas a esmagadora maioria dos média ignorou-o completamente. Porque será?...

segunda-feira, 9 de junho de 2008

O Livro Negro da Descolonização


“(…) E na certeza de que constitui obrigação nacional mostrar, aos nossos irmãos do Ultramar, que o povo da antiga “Metrópole” não deve ser confundido com a minoria que deve ser responsabilizada pelo “incontestável sucesso”, como chamava ainda em 1976, à “Descolonização”, o Dr. Mário Soares, dedicamos este livro: AOS VIVOS E MORTOS, NEGROS E BRANCOS, VÍTIMAS DA “DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR”.

Pode ler a obra integral aqui.

Quem Matou Marilyn Monroe? Bobby Kennedy, Defende um Novo Livro



A “armadilha” de Marilyn Monroe se ter suicidado teve a responsabilidade de Bobby Kennedy.
Isso é o que defende o Dr. Jack Hattem que, apoiando-se nos arquivos secretos do FBI, afirma que a bomba de Hollywood era alguém que foi levada a acreditar que ela seria recordada eternamente como parte de uma trama envolveria o Senador Robert Kennedy, o irmão de JFK, que foi baleado faz 40 anos esta semana.
Em vez disso, Monroe, que encenou muitas falsas tentativas de suicídio durante a sua vida de forma a ganhar compaixão, foi praticamente abandonada à morte pelos colegas e amigos. Tudo isto encontra-se no novo livro de Hattem, Marilyn Monroe: Murder By Consent. [leia a notícia na íntegra]


Pode encomendar o livro aqui.

Dirty Harry Confessa-se


Clint Eastwood conversa com Jeff Dawson sobre a raça, eutanásia, políticos, pena de morte - e como é que ele se sente, realmente, no papel de "fascista" que o fez famoso. [leia a notícia na íntegra]

O Diário de Goebbels de 1945: O Ano do Fim


Paciente e disciplinadamente mantido pelo Ministro da Propaganda do III Reich, Joseph Goebbels, o Diário é um testemunho da ascensão e queda do Nacional-Socialismo.


Até 8 de Julho de 1941 o Diário foi manuscrito por Goebbels. A partir dessa data passou a ser ditado pelo ministro e registado por estenógrafos, que depois passavam o texto à máquina e o compilavam metodicamente.Como diz o detentor dos direitos das obras de Goebbels, François Genoud, «o facto de este documento [a parte do Diário relativa a 1945] ter estado vinte e oito anos sabe Deus onde e em que mãos pode ter tido alguma importância» no facto de o Diário de 1945 constar de apenas 38 dias.


A editora espanhola La Esfera de los Libros editou recentemente o Diário de 1945. A edição, extremamente cuidada, contém uma introdução de Rolf Hochhuth, que Genoud considera «não objectiva e pouco elegante»; uma curta nota de Genoud; vinte folhas extra-texto com fotografias do Dr. Goebbels, família, hierarcas do regime e mapas que ajudam a perceber os últimos meses da guerra; diversos documentos de importância histórica transcendente, como o testamento político do Führer, «outorgado em Berlim no dia 29 de Abril de 1945 às 4.00 horas [da manhã]»; um epílogo de Peter Stadelmayer sobre a história do Diário; uma Cronologia da guerra do ano 1945; uma preciosa lista de abreviaturas; e índices toponímico e onomástico (este último com breves notas sobre as personalidades evocadas). O volume tem no total 512 páginas. [leia a notícia na íntegra]

Pode encomendar o livro aqui.

“Não Falem Com a Polícia”, Avisa o Professor James Duane

O professor Duane da Regent Law School [Faculdade de Direito] tem um estilo de discurso semelhante a Regis Philbin (…). Como um resultado disso temos este resumo de 27 minutos. Duane cita múltiplos exemplos de como as pessoas inteligentes e poderosas caíram na ratoeira e no equívoco de falarem os investigadores criminais. No entanto, a parte mais notável da conferência é quando ele descreve como é facilmente uma recolha de declarações pela Polícia pode ser usada para crucificar um suspeito perfeitamente inocente que apenas conta a verdade.

sábado, 7 de junho de 2008

Obama Apela ao Apoio Incondicional a Israel


Barack Obama prometeu o apoio incondicional a Israel na sua primeira comunicação sobre política internacional desde que se auto proclamou candidato Democrático ao cargo de presidente. Ele afirmou perante o American Israel Public Affairs Committee (Aipac), um proeminente lobby Judaico, que a segurança de Israel era "sacrossanta" e "não negociável". Também acrescentou que iria fazer "tudo" para impedir o Irão de ter uma arma nuclear. [leia a notícia na íntegra]

A própria Hillary Clinton expressou a sua confiança em que ele iria ser um “bom amigo” para Israel.

A declaração de apoio de Obama já mereceu fortes críticas dos líderes Árabes, como podem ver aqui.

Estados da União Europeia Acusados de Violarem a Lei no Armamento de Israel



Um relatório elaborado por grupos humanitários, dirigido pela Saferworld, acusa certos estados membros de serem, "ao mesmo tempo, optimistas e sanguinários ao fornecerem equipamento militar a Israel" depois de 10 anos de legislação que deveria controlar esse objectivo.
Apenas durante 2002-2006, certos estados da UE foram acusados de terem transferido cerca de 900 milhões de euros para a ajuda militar a Israel. [leia a notícia na íntegra]

O Toque de McCain



Com o Mission Accomplished!, o nosso novo estudo sobre os peritos – pessoas que, em virtude do seu estatuto oficial, título formal, grau académico, profissão, departamento, poder jornalístico, quantidade de publicações, experiência, uso de expressões altamente técnicas, presumem saber do que conversam – fomos, novamente, atacados pelos críticos que defendem que a nossa falha em não incluir afirmações erróneas do Senador Barack Obama estão a traiu um qualquer preconceito político. Estas alegações foram rapidamente refutadas. Todos sabemos que Obama não tem nenhuma experiência e, portanto, não pode ser qualificado como um perito. A senadora Hillary Clinton, que votou para que se autorizasse a guerra contra o Iraque, fez o “corte”, mas o candidato presidencial considerado um potencial perito e com interesses genuínos é o Senador John McCain. [leia a notícia na íntegra]

O Revisionismo em Linha aconselha a leitura também desta obra igualmente sobre este assunto.

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Jim Tucker e o Grupo Bilderberg


Jim Tucker é o único que consegue, realmente, levantar o véu do segredo do Grupo Bilderberg . . . Apenas a AFP tem a coragem de publicar este volume. . . E só VOCÊ pode fazer deste livro um êxito tremendo!
Agora, nas páginas do Diário Bilderberg, Jim Tucker expõe - pela primeira vez – a sua história notável da cobertura completa do Grupo Bilderberg (e dos seus aliados da Trilateral e CFR), infiltrando-se nas reuniões, obtendo os seus documentos privados e trabalhando incansavelmente para revelar ao público os negócios do Grupo Bilderberg. Leia mais sobre este assunto, e encomende o livro, aqui.

quinta-feira, 5 de junho de 2008

Resistir de Todos as Formas Possíveis


Uma coisa é certa: Os iraquianos são as vítimas, as forças militares Americanas de ocupação são os agressores e os iraquianos que lutam contra estes criminosos são a resistência.

Lembrem-se de há 5 anos atrás...

"A decisão do Presidente George W. Bush de entrar em guerra contra o Iraque foi ilegal porque não teve a aprovação do Conselho de Segurança da N.U., referiu o Secretário Geral Kofi Annan numa entrevista para a BBC World Center, em 2004. Mais tarde, depois de ter sido questionado três vezes se a falta de aprovação de conselho para a guerra quis dizer que era ilegal, ele (Annan) disse:

"Do nosso ponto de vista foi ilegal"

Q: Foi ilegal?
Annan: Sim, se o desejar.

Q: Foi ilegal?

Annan: Sim, indiquei não está em conformidade com o Alvará das N.U., do nosso ponto de vista e do ponto de vista do Alvará, era ilegal. [leia a notícia na íntegra]

Peter Schaenk Entrevista Mark Weber


A campanha Sionista dirigiu contra o Prof. Kevin MacDonald, da Califórnia, pelos seus escritos académicos sobre o comportamento dos Judeus e a ultrajante provação contra o historiador Britânico David Irving por este expressar pareceres não-conformistas sobre a história da Segunda Guerra Mundial, juntamente com outros assuntos, são abordados por Mark Weber que é entrevistado por Peter Schaenk nesta transmissão radiofónica que pode ser ouvida aqui.

Recordando o Maior Crime da História Moderna



... Durante oito décadas, o maior assassinato em massa da história moderna tem sido vergonhosamente encoberto e/ou ignorado... Se continuamos a insistir que a Alemanha e o Japão foram bem castigados pelos seus crimes de guerra, não será já mais do que tempo para que os nossos governos finalmente reconheçam e apliquem a mesma regra para com o seu antigo aliado e responsável pelo maior assassínio em massa da História, Josef Stalin, um homem cujos crimes excederam os de Adolf Hitler pelo menos três ou quatro vezes? Especialmente nos EUA, onde a Segunda Guerra Mundial tornou-se numa autêntica religião, bastante grande, diga-se, e onde, interminavelmente, é invocada por conservadores e neoconservadores para justificar acções militares no estrangeiro. [leia a notícia na íntegra]

“O Lobby de Israel nos EUA é Demasiado Poderoso”


Zbigniew Brzezinski, um antigo conselheiro da segurança nacional afirmou que o lobby de Israel nos EUA é demasiado poderoso e que o argumento de anti-semitismo foi sempre usado em todos os momentos em que o seu poder foi colocado em causa. Ao analisar uma solução para o Médio Oriente, ele apontou os acordos históricos que tiveram que ser feitos por Israelitas e Palestinianos, mas acusa o American Israel Public Affairs Committee (Aipac) - o maior e influente lobby Judaico - de obstruir os esforços de paz. Acrescentou: "O Aipac opôs-se sempre a uma solução para dois Estado e muitos membros do Congresso foram intimidados e eu não penso que isso seja muito saudável". [leia a notícia na íntegra]
Sobre o mesmo assunto, poderá aqui ler mais um excelente apontamento.

quarta-feira, 4 de junho de 2008

Mais um “Testemunho de um Testemunho” Que Afinal Nem lá Esteve”…


Um responsável pela campanha de Barack Obama admitiu terça-feira passada que a esperança dos Democratas cometeu um erro, depois de ter afirmado que um tio tinha estado na libertação de Auschwitz... Este campo de concentração, na Polónia foi, na realidade, libertado pelo Exército Vermelho Soviético, em 1945, e não pelas forças americanas... Bill Burton, porta-voz de campanha de Obama fez uma declaração, afirmando que esse tio de Obama estava numa unidade que libertou os detidos num campo secundário de Buchenwald, na Alemanha, e não em Auschwitz. [leia a notícia na íntegra]

Site Iraniano Promove ‘Negação do Holocausto’

A morte dos Judeus durante o Holocausto foi "cientificamente impossível”, de acordo com um artigo publicado no site de um canal televisivo Iraniano. O artigo foi escrito por Nicholas Kollerstrom, especialista em astrologia e que foi impedido de leccionar pela University College London, no mês passado, depois de afirmar que nunca tinham existido câmaras de gás em Auschwitz. Press TV, um novo canal Iraniano de língua Inglesa, foi inaugurado o ano passado pelo governo Iraniano... [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 3 de junho de 2008

"Eu Vi as Fotografias"!...


Detesto “verdades históricas” e todo o tipo de “factos provados, comprovados e ‘recomprovados’”… Detesto os “testemunhos evidentes” e afins…

E detesto especialmente aquelas pessoas que se julgam muito bem informadas porque “leram um artigo numa revista” ou “viram no Canal História” qualquer coisa que passou por verdade absoluta e inquestionável”.

O Diogo, tal como eu e muitas outras pessoas, recebeu, nestas últimas semanas, o mesmo e-mail acerca dos campos de extermínio nazis (o e-mail está a ser enviado como uma corrente, em memória dos 6 milhões de Judeus que, supostamente, foram exterminados nos campos de concentração), com várias fotografias das vítimas dos campos e com a declaração do General D. Dwight Eisenhower: "Fotografem, façam filmes, reúnam testemunhos. Em algum ponto da História um idiota vai erguer-se e dizer que isto nunca aconteceu".

Não vou acrescentar mais nada, porque aqui podem ler tudo.

Provas de Que Foram Colocadas Bombas no World Trade Center


Para todos aqueles que ainda duvidam de que o 9/11 foi "provocado", aconselhamos um vista de olhos aqui.


"Ignorante não é aquele que não sabe, mas sim aquele que tem consciência que não sabe e nada faz para alterar isso"...

O Massacre de Knoxville

Certamente que muitos nunca ouviram falar dele, mas o Revisionismo em Linha considera que pior do que a brutalidade da notícia ou do crime que nela aparece divulgado, está o silêncio nojento (não há palavra mais simpática) que não deixa de ser cúmplice.
Já passou mais de um ano sobre este massacre, mas não queríamos deixar de o recordar.
Duncan Mansfield, da Associated Press, afirma mesmo que toda a Internet “menosprezou” os principais orgãos de comunicação social sobre a notícia do horroroso crime motivado por ódio racial de dois jovens, Christian e Newsom.
O chefe da Polícia de Knoxville, Sterling Owen, e o Promotor John Gill também procuraram ignorar as provas que indicavam que os assassinatos tinham uma motivação de ódio. O chefe Owen defendeu que os assassínios não foram motivados pelo ódio racial, mas que foram, simplesmente, o resultado de um "carjacking levado longe demais”. No entanto, as acusações de “carjacking” acabaram por ser retiradas e o carro da vítima nem sequer foi levado…

Aparentemente, as autoridades de Knoxville apenas se preocuparam em justificar que aquilo não tinha sido um crime por motivações raciais e em retirar essa acusação do processo…

Pode assistir ao vídeo da reportagem sobre a notícia aqui e dar uma vista de olhos ao comentário de Michael Savage sobre este assunto.

Podemos depois admirar-nos disto?... Especialmente quando ficamos "confusos" ao dizerem isto já é "racismo" e isto já é "xenofobia"...

Afinal, em que ficamos???!!!!

Paris Sob a Ocupação Nazi – Nova Polémica, Desta Vez em Livro

Um novo livro que sugere que a ocupação Alemã da França encorajou a libertação sexual das mulheres está a chocar um país que ainda luta por aceitar a sua história conflituosa de colaboração com os Nazis. Tal como uma recente exibição fotográfica que mostrava os parisienses contentes durante a ocupação, a descrição vinda do livro da vida em Paris como uma “grande festa” contrasta com a memória colectiva de fome, resistência e temor. "É um assunto tabu, uma história que ninguém quer ouvir," disse Patrick Buisson, autor de 1940-1945 Années Erotiques ("Anos Eróticos"). [leia a notícia na íntegra]

Pode adquirir a obra aqui.