Num artigo no New Statesman, John Pilger descreve o insidioso militarismo da Grã-Bretanha e como os efeitos de duas guerras coloniais e o encobrimento das atrocidades, mais tarde ou mais cedo, são descobertas.
O exército cria uma parede de silêncio em redor das frequentes práticas bárbaras, incluindo a tortura, e acaba, no final, por evitar uma avaliação legal. [leia a notícia na íntegra]
A Anti-Defamation League (ADL) afirmou que o conservador e comentarista político Pat Buchanan "chegou à fossa séptica do extremismo" por ter participado num programa de rádio de um conhecido supremacista branco. No dia 29 de Junho, Buchanan apareceu no "Political Cesspool," um programa de rádio do Tennessee dirigido por James Edwards, para promover o seu livro “Churchill, Hitler, and the Unnecessary War: How Britain Lost Its Empire and the West Lost the World”. Leia mais sobre este assunto aqui.
Um tribunal Russo proibiu um livro sobre Adolf Hitler escrito pelo historiador Britânico Hugh Trevor-Roper, dizendo que existem passagens do mesmo e atribuídas ao líder Alemão que insultam os Russos e os Judeus. Baseado nas leis de anti-extremismo, o tribunal proibiu o livro, escrito em 1953, “Hitler's Table Talk: 1941-1944”, que regista passagens de Hitler por vezes racistas num vasto leque de temas. Trevor-Roper, professor de história na Universidade de Oxford entre 1957 e 1980, escreveu o que é considerado uma das referências clássicas que retratam a queda de Alemanha Nazi: "The Last Days of Hitler". Pode ler a notícia na íntegra aqui.
Os investigadores da Cruz vermelha concluíram, no ano passado, através de um relatório secreto, que os funcionários da administração Bush que aprovaram a tortura de detidos pela CIA são culpados de crimes de guerra. Leia a notícia na íntegra aqui e adquirir o livro aqui.
O ministro do Interior Afegão está a acusar uma "agência estrangeira de inteligência" de estar por trás do mortal atentado suicida ocorrido na embaixada da Índia naquele país, em Cabul, e que matou 41 pessoas. Poderá este acontecimento representar outra "falsa bandeira" transportada pela inteligência Americana como uma forma de manter uma presença militar no Afeganistão e controlar o comércio lucrativo do ópio naquele país? [leia a notícia na íntegra]
Se eles fazem isto (e está longe de ser a primeira vez), assobiam para o lado e falam apenas em “engano” ou “danos colaterais”, temos de estar à espera de tudo…
Neste "quem está por detrás do quê", gostaria também que dessem uma vista de olhos sobre isto.
Uma colecção recentemente descoberta de mais de 3.000 fotografias aéreas da Alemanha antes e durante a campanha aliada de bombardeamento na Segunda Guerra Mundial apresenta o registo de uma forma mais clara de como se realizou a campanha de devastação à herança cultural de um país. [leia a notícia na íntegra]
“O controle das crianças pelos órgãos supra-familiares tem por finalidade retirar dos pais, ou seja, da família, o papel de educador e transmissor da tradição e cultura. É desta forma que se aniquila o espírito do povo”.
Ao transcrever este trecho daqui, logo me lembrei daquilo que podem ver na íntegra em baixo.
(Do lado direito, no Youtube, encontram os restantes vídeos, num total de 12)
Serve este post para relembrar que o Revisionismo em Linha não pretende ser apenas e só mais um blogue de divulgação do Revisionismo do Holocausto. Ser Revisionista, em traços muito resumidos, é estar atento ao “outro lado” do acontecimento, da notícia, do momento, da história. “Rever” não pode significar “recusar”, “negar” ou “branquear”.
Aqui apenas pretendemos dar mais um contributo à liberdade de expressão e de informação.
As três notícias que se seguem são o exemplo de que o Revisionismo Histórico não está “refém” do Revisionismo do Holocausto.
Documentos secretos agora revelados afirmam que as altas chefias Americanas planearam testar um mortífero gás nervoso em soldados Australianos durante a Guerra-fria. Leia a notícia na íntegra aqui.
Relatório secreto alerta: biodiesel faz aumentar os preços dos bens alimentares em 75% - Esta avaliação inédita e incriminadora é baseada na análise mais detalhada a esta crise feita até agora e foi executada por um economista internacionalmente respeitado dentro do corpo financeiro global. [leia a notícia na íntegra]
Pesquisa revela que metade do contingente militar Britânico tem intenções de desistir - uma primeira pesquisa no sentido de avaliar as atitudes nas Forças Armadas revela níveis nunca vistos de interesse sobre equipamento, moral e salário. A pesquisa foi conduzida pelo Ministério da Defesa e envolveu mais de 24.000 de elementos militares. [leia a notícia na íntegra]
Adolf Hitler passou um tempo considerável enquanto os nazis dominavam a Alemanha a fazer piadas à custa dos seus partidários, defende um livro recentemente editado. Ao que parece, o ditador quebrava frequentemente o seu ar sério para realizar a sua campanha "puxar as orelhas” de forma irónica e mordaz ao seu séquito de generais. A sua vítima favorita era Herman Goering, o principal responsável pela Luftwaffe, que era notoriamente afectuoso em conceder a si próprio medalhas e decorações. [leia a notícia na íntegra]
Apenas como anexo a esta notícia, podemos ler aqui o discurso de Adolf Hitler, a 4 de Maio de 1941, em Berlim, no Reichstag.
Entre o horror, alguns oficiais e outro pessoal daquele campo foram, digamos, vivendo: apanhando banhos de sol, fazendo piqueniques, elaborando decorações. Como mostram estas espantosas fotografias, Auschwitz não era o inferno para todos. [leia a notícia na íntegra]
Duas notícias que mostam bem que "os bons" terão sempre que perseguir "os maus" até ao fim dos seus dias...
O principal “caçador de nazis” de Los Angeles, pertencente ao Centro Simon Wiesenthal, dirigiu-se para a América do Sul numa última tentativa de localizar o nazi mais procurado do mundo e trazê-lo à justiça. A procura do Dr. Aribert Heim, de 94 anos, o antigo médico Austríaco também conhecido como "Dr. Morte" e que encabeça a lista do Centro Wiesenthal dos “Nazis mais procurados", é procurado há quase metade de um século desde do seu desaparecimento da Alemanha, em 1962, onde é acusado de crimes de guerra. Leia mais sobre este assunto aqui ou aqui.
Em Setembro do ano passado, a Universidade de Michigan Press foi alvo de uma grande crítica por parte de grupos pró-Israel e de alguns dos seus directores, sobre a distribuição de um livro com o título “Overcoming Zionism”... A Universidade não foi a editora, mas fez, mas distribuiu o livro depois de um acordo com a Pluto Press, uma editora Britânica de esquerda com uma grande lista de publicações sobre o Médio Oriente e negócios internacionais. Alguns críticos do livro exigiram que a Universidade de Michigan parasse com a distribuição do livro, o que acabou por ser feito, e cortasse imediatamente os laços com a Pluto. [leia a notícia na íntegra]
Saiu recentemente um documentário com o título Blood and Oil que terá a missão preparar mentalmente o indivíduo à esquerda e à direita, pró-guerra e anti-guerra, novo ou velho, Americano ou de qualquer outra parte do mundo.
Narrado por Michael Klare, e baseado neste livro, este documentário é um claro e imparcial retrato da história da América e do petróleo do Médio Oriente [leia mais sobre este assunto aqui]. Este documentário pode ajudar-nos a perceber isto ou isto.
Quando os Palestinianos são mortos apenas ouvimos falar de números, o seu sangue é diluído pelos manipuladores dos média que não têm a decência de respeitar a vida humana nos dois lados. Aqui são apresentados os nomes de alguns jovens Palestinianos que morreram no interior das prisões Israelitas. [leia a notícia na íntegra]
Já tinhamos falado dele aqui, mas agora vamos juntar-lhe este vídeo para uma melhor percepção da obra (que dificilmente será traduzida em Português...).
Mas as crítica e acusações graves contra Bush estão longe de terminar.
Gore Vidal, novelista Americano, historiador e crítico social, afirma também que o regime de Bush assassinou todas as ligações constitucionais que fizeram, um dia, da América uma República - leia mais aqui.
E este senhor sabe mesmo qualquer coisa que incomoda muita gente...
Como tem sido hábito, desde sempre, mas muito particularmente desde que começou o Verão, o Revisionismo em Linha tem procurado aconselhar os seus leitores com algumas obras que consideramos serem importantes para uma melhor compreensão deste mundo em que vivemos.
Aqui vão mais alguns exemplos:
Sobre os prisioneiros de guerra Alemães nos EUA, aconselhamos esta obra que pode ser encomendada aqui ou aqui.
Também da AFP, e com 25% de desconto, temos o THE CIA IN IRAN: The 1953 Coup & the Origins of the US-Iran Divide - Poucos Americanos sabem, actualmente, porque é que o Irão e a América parecem estar sempre em quezília ou até mesmo porque é que o Irão prendeu 52 reféns Americanos, durante 444 dias, em Teerão após a derrota do Shah, o melhor aliado da América na região. Os Iranianos recordam bem o golpe que a CIA orquestrou, em 1953, e que removeu à força o eleito democraticamente Mohammad Mossadeq, um homem que se dedicou ao afrouxar do aperto que as empresas petrolíferas ocidentais tinham sobre Irão e o seu petróleo. Agora, pela primeira vez, é relatada a história, pelo antigo operacional da CIA Donald Wilber, do golpe de estado que colocou o temido Shah do Irão no poder.
Finalmente (e , mais uma vez, da AFP), temos o Phantom Flight 93. Neste extraordinário livro, Victor Thorn e Lisa Guliani revelam os factos que demonstram, sem qualquer sombra de dúvidas, que as autoridades federais, os seus propagandistas aliados de Hollywood e os média mentiram de forma deliberada e fantástica a respeito do desaparecimento no radar do voo 93 da United Airlines, a 11 de Setembro de 2001. Foi-nos que o voo 93 da UA despenhou-se na Pensilvânia depois que uma luta a bordo entre os passageiros e os piratas do ar muçulmanos que tinham tomado o avião. A lenda dos heróicos passageiros rebeldes que dominaram os terroristas pode (ou não) ser verdadeira, mas há muito mais a juntar a essa história (…). Este é o único livro que se centra sobre o voo 93 e quando você terminar de ler as suas 200 páginas, irá juntar-se aos autores que também rejeitam aquilo que o governo nos disse.
Caiu por terra a acusação contra um padre da Igreja Católica por, supostamente, ter proferido comentários anti-semitas. O representante Judaico na Polónia referiu que esta decisão foi uma autêntica “reviravolta”. Aquele representante Judaico, em Varsóvia, acusou o reverendo Tadeusz Rydzyk de ter chamado aos Judeus “gananciosos” e de dizer que o presidente da Polónia era um “subserviente dos lobbys Judaicos”. [leia a notícia na íntegra]
Muitas pessoas não se chegaram a aperceber dos comentários, pouco noticiados, feitos no ano passado pelo Senador Barack Obama, que declarou que os Estados Unidos “já não eram uma nação Cristã”, mas, sim, uma nação de outras religiões, incluindo Muçulmanos e Ateus... "Independentemente do que fomos, actualmente já não somos uma nação Cristã. Pelo menos, não apenas. Somos também uma nação Judaica, uma nação Muçulmana, uma nação Budista, uma nação Indú e uma nação de Ateus”, disse Obama, durante um discurso em Junho do Ano passado. [leia a notícia na íntegra]
... No início deste mês [Junho], cerca de 7.000 activistas e políticos assistiram ao “America Israel Public Forum Committee's 2008 Policy Conference”, em Washington. Este foi o primeiro evento pró-Israel da AIPAC e que serviu para definir o “quem é quem” no Congresso. Os “recados” do Primeiro-Ministro Israelita Ehmud Olmert tirou quase metade dos membros do Congresso... A AIPAC é a mais poderosa da cerca de uma dúzia de organizações mais ou menos importantes e de alguns grupos de pensadores que abrangem o "lobby de Israel" nos Estados Unidos. Este lobby influente decide sempre a política dos EUA no Médio Oriente. [leia a notícia na íntegra]
The High Priests of War - O único livro que expõe completamente a história secreta de como é que os "Neo-conservadores” Trotskystas - um grupo de fanáticos intriguistas pró-Israel - chegaram ao poder e orquestraramcame a guerra contra o Iraque como prioridade para a criação de um império global.
... De acordo com historiadores Britânicos, no entanto, Churchill deu a ordem inicial para mandar bombardear as cidades Alemãs no seu primeiro dia de trabalho, no primeiro dia da Batalha de França, a 10 de Maio de 1940... "Até agora, no que diz respeito à estratégia aérea”, acrescenta o historiador Britânico A.J.P. Taylor, "os Britânicos ultrapassaram espantosamente os Alemães primeiro na teoria e, mais tarde, na prática, e uma nação que reivindicava estar a lutar por uma causa moral acabou por se glorificar com a extensão dos seus actos imorais. [leia a notícia na íntegra]
O Revisionismo em Linha acha de extrema importância este assunto e - com o devido respeito - faz o "copy" do post publicado aqui na íntegra:
Do Professor Robert Faurisson recebi notícias sobre a aflitiva situação por que passa o revisionista Vincent Reynouard (de 37 anos), e particularmente a sua família, mulher e sete filhos, e cuja condenação fora já anunciada pelo Nonas em Novembro do ano passado. Numa muito rápida tradução diz-nos o Professor Faurisson que:
"Quanto mais o revisionismo obtém vitórias no plano da investigação histórica e científica (ver por exemplo, R. Faurisson, “As Vitórias do revisionismo” [Teerão, 11-12 de Dezembro 2006,22 páginas]), mais, como se podia esperar, a repressão que se exerce contra os revisionistas tende a agravar-se. Além disso, qunto mais o Estado judaico se sente incerto do futuro, mais exige dos seus amigos e aliados que aceitem restringir qualquer forma de expressão de uma escola de pensamento que provou que “o Holocausto”, arma primeira da propaganda de Israel, é uma suculenta impostura. Neste momento, o heroíco francês Vincent Reynouard (37 anos) é, na França e na Bélgica, a principal vítima desta caça aos revisionistas. É pai de sete crianças e não tem mais recursos financeiros. É objecto de vários mandatos de acórdãos nacionais e de um mandato de acórdão internacional. Está em fuga. Em 19 de Junho de 2008, um acórdão do Tribunal de Recurso de Bruxelas, condenou-o, pela publicação de um modesto escrito revisionista, a um ano de prisão efectiva e a 25.000 € de multa (aplicando a mesma pena ao belga, S. Verbeke, o seu editor). Ontem, 25 de Junho, um acórdão do Tribunal de Recurso de Colmar condenou igualmente V. Reynouard, por um motivo idêntico, a um ano de prisão efectiva e ao pagamento da publicação, por extractos, da letra do acórdão no Jornal Oficial da República francesa, bem como no Le Monde, Les Dernières nouvelles d’Alsace e L’Alsace. Hoje, Raphaël Nisard, advogado do LICRA, acaba de declarar: “É um resultado extraordinário que satisfaz plenamente o LICRA.”"
Qualquer apoio em dinheiro deve ser enviado ao cuidado do
Senhor Fabrice BOURBON 19, Avenue de Choisy, Tour Verdi, App. 40 90, 75013 PARIS
Com um cartão acompanhado da expressão: “Pour Madame Reynouard”
Pessoalmente acho que seria interessante juntarmos todos os portugueses que querem ajudar e mandarmos, em nome de Portugal, uma única contribuição. Que acham? Digam coisa. Eu vou ajudar!
Julgo muito importante realçar que o que aconteceu com Vincent Reynouard, com o andar da carroagem, pode acontecer a qualquer um de nós!
Estima-se que, actualmente, existam cerca de 27.000 "prisioneiros fantasmas” em prisões secretas por todo o mundo, incluindo em navios que foram transformados em enormes prisões flutuantes, de acordo com relatórios recentes. "Quando olhamos para a Baía de Guantanamo, estão 270 [prisioneiros], mantidos em condições dolorosas em Guantanamo, mas de acordo com os números mais recentes, os Estados Unidos mantêm, secretamente, cerca de 27.000 prisioneiros ao redor do mundo”, afirmou Clive Stafford Smith ao DemocracyNow! Numa entrevista a 19 de Maio. “99 por cento destas pessoas não estão em Guantanamo". [leia a notícia na íntegra]
... Mesmo sem falar da hipocrisia, o comportamento Soviético na Alemanha foi abominável. Roger G. Miller, cujo livro lançado em 2000 se refere ao cerco de Berlim, é uma das melhores fontes sobre este assunto. Ele adianta que os soldados Russos violaram mais de um milhão de mulheres Alemãs nas primeiras semanas de ocupação. Depois, os Soviéticos colocaram dois milhões de Alemães de Leste sem trabalho por terem desactivado cerca de 3.500 instalações industriais. Muito da terra cultivada na zona Soviética foi limpa e a comida acabou rapidamente, o que produziu fome e causou uma onda de refugiados que fugiram para as zonas Americanas e Britânicas. Pode ler a notícia na íntegra aqui e adquirir o livro aqui.
Através do post de hoje (dia 26 de Junho) deste blogue, podemos ter adquirir algumas obras que são de muito difícil acesso.
É ler e gravar enquanto podem...
E já que estamos em "aconselhamentos literários", aqui vão mais duas propostas: a primeira diz respeito às "verdades inconvenientes de Gore Vidal" - a obra pode ser adquirida aqui.
Num discurso numa reunião realizada pelo IHR, a 14 de Junho de 2008, David Irving descreveu a sua prisão na Áustria, o seu sensacional julgamento em Viena e os seus 13 meses de encarceramento. O historiador Britânico também falou sobre o tratamento dos Judeus na Alemanha no tempo da guerra, apresentando uma visão do “Holocausto" semelhante à que expôs há mais de 30 anos na primeira edição do seu livro “Hitler´s War”. Mark Weber falou sobre a mitologia nacional Americana sobre a Segunda Guerra Mundial. Falou sobre os dois novos livros de Patrick J. Buchanan e Nicholson Baker, elogiando-os como antídotos importantes à história politicamente correcta e de propaganda de guerra. [leia a notícia na íntegra]
Depois de um mar de mentiras e um tsunami de propaganda, a feia realidade por detrás das guerras do Iraque e e do Afeganistão começa, finalmente, a emergir.
Quatro importantes companhias petrolíferas ocidentais, Exxon, Mobil, Shell, BP e Total, estão prestes a assinar contratos com o regime Americano instalado em Bagdad para começar a explorar os campos de petróleo no Iraque. Saddam Hussein tinha expulsado estas firmas há três décadas quando nacionalizou a indústria petrolífera com a intenção de desenvolver o Iraque. O regime de Bagdad volta agora atrás.
Estes acordos aparecem depois de conversações entre Washington e o seu regime de clientelismo em Bagdade sobre futuro dos direitos Americanos no Iraque. Depois de algumas objecções Iraquianas para manter as aparências, é esperado que Bagdad assine um acordo com Washington para dar aos EUA o controlo do Iraque e do seu espaço aéreo, muito semelhante ao que a Grã-Bretanha possuía na era colonial. Leia a notícia na íntegra aqui e também aqui.
Apesar da vida pessoal e profissional obrigar a uma enorme ginástica, não queria deixar de partilhar alguns apontamentos que li neste últimos dias e que achei muito interessantes. Provavelmente, ainda terei que “copiar” o Nonas e o seu post da “Leitura Semanal” (onde o Revisionismo em Linha tem tido quase sempre lugar – desde já um muitíssimo obrigado – o que muito nos honra!
Para começar, em baixo, encontra-se um vídeo da “obra dos bons”, dos que durante anos “lutaram pelo povo e pela democracia” (????!!!!!!!!!!!!!!!!).
O sempre atento e amigo Diogo tem aqui e aqui dois excelentes apontamentos – torna-se difícil fazer uma escolha…
Para aqueles que estão de férias, e saídos de fresco, prontos para abanar o mundo politicamente correcto, aconselhamos estes livros.
O primeiro relata uma história com argumentos difíceis de derrotar … O que faz de “Future Fastforward” algo de especialmente poderoso e fascinante é que este é o primeiro livro crítico da Nova Ordem Mundial e da elite Sionista Anglo-Americana escrito por um antigo representante governamental de alta patente, que trabalhou na área dos negócios estrangeiros, a ser publicada em solo Americano. E a American Free Press teve a honra, através de Matthias Chang, e a oportunidade de o fazer. Em resumo, “Future Fastforward” é um documento histórico único e que deveria ser lido por todos os Americanos que não só esperam perceber quem são as forças que dirigem os Estados Unidos no lamaçal mundial onde está hoje, mas que também que esperam um futuro melhor, em que os intriguistas da Nova Ordem Mundial sejam denunciados.
O segundo - "Brainwashed for War: Programmed to Kill" - é também de Matthias Chang. Da Guerra Fria das nossas juventudes no Vietname - e agora a denominada "Guerra Contra o Terror" (incluindo a guerra contra Iraque e o Afeganistão) – mentem-nos e controlam as nossas mentes; e somos, igualmente, enganados presidente após presidente (sob as ordens dos próprios serviços de inteligência da América) com o objectivo de colher o nosso apoio para as guerras mais sangrentas. Com, pelo menos a duração de quatro décadas, “Brainwashed for War” relata a lavagem cerebral feita, nas últimas quatro décadas, pelas forças Sionista que querem subjugar as pessoas de todo o mundo.
Pena é que a maioria das editoras e dos tradutores não se mostrem muito interessados nestas obras...
O Revisonismo em Linha - porque não é esse o seu objectivo, enquanto blogue revisionista - evita ao máximo envolver-se na "politiquice social" que abunda pela blogosfera nacional, mas há coisas que, pessoalmente, não consigo deixar passar ao lado.
Depois de ter visto isto, lembrei-me que, por enquanto, ainda não chegamos aqui.
Mas não deve faltar assim tanto...
Para quem não chegou a ver na altura, ficam aqui alguns vídeos para relembrar os mais distraídos que a França é já aqui ao lado... e que estes vídeos são do ano passado...
Para além disto tudo, ficamos a saber que "certos jovens" são iguais em todos os lados, mesmo em França, como podemos ver aqui.
... E a Segunda Guerra Mundial? Seguramente, foi necessária para declarar guerra para impedir Adolf Hitler de conquistar o mundo e conduzir o Holocausto. Mas depois considera... O Holocausto não era uma causa da guerra, mas uma consequência da mesma guerra. Nenhuma guerra, nenhum Holocausto. A Grã-Bretanha entrou em guerra com a Alemanha para poupar a Polónia. Ela não poupou a Polónia. Perdeu o império. E Josef Stalin, cujas vítimas ultrapassaram em número as de Hitler na proporção de 1.000 para 1, uniu-se a Hitler na invasão da Polónia… Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui. Pode também ver os outros livros de Pat Buchanan aqui.
Sobre o mesmo assunto, pode ler o que The Telegraph tem a dizer sobre este tema.
Como não podia deixar de ser, Mark Weber dá a sua contribuição aqui.
Depois de não conseguir antecipar a vitória do Hamas sobre a Fatah, nas eleições Palestinianas de 2006, a Casa Branca inventou mais escândalo para o Médio Oriente: parte Irão-Contras, parte Baía de Porcos. Com documentos confidenciais, em colaboração com antigos e actuais funcionários dos EUA, David Rose revela como o Presidente Bush, Condoleezza Rice e o Deputado e Conselheiro da Segurança Nacional Elliott Abrams apoiaram uma força armada sob as ordens do homem forte da Fatah, Muhammad Dahlan, levando a uma guerra civil sangrenta em Gaza e deixando Hamas mais forte que nunca. [leia a notícia na íntegra]
Uma investigação da BBC calcula que já tenham sido perdidos, roubados ou simplesmente mal aplicados cerca de 23 biliões de euros durante a guerra do Iraque. Pela primeira vez, foi pesquisado pelo Panorama BBC a extensão de alguns construtores privados e o que eles lucraram com o conflito e com a reconstrução, usando fontes governamentais Americanas e Iraquianas. Nos EUA a ordem é que não se fale destas alegações (…) e enquanto George Bush se mantiver na Casa Branca, é improvável que alguma coisa se altere. [leia a notícia na íntegra]
... O mundo segue ansiosamente a denominada crise sobre o Irão ou, como os apoiantes de Israel preferem chamar, "A Ameaça Iraniana". Esta crise é artificial. É tão falsa como todos os argumentos fornecidos como pretexto para a guerra contra o Iraque... Um ataque contra Irão feito pelos Estados Unidos, ou Israel, seria, na ausência de uma ameaça iminente, um acto unilateral ilegal de guerra. Se empreendido pelos EUA e sem uma declaração formal de guerra vinda do congresso, seria um ataque inconstitucional. Uma guerra contra o Irão serviria unicamente os interesses Israelitas e Sionistas. Para todos os outros, a guerra contra o Irão seria uma catástrofe. [leia mais aqui]
Este é o primeiro vídeo de uma série de cinco em que Dennis Kucinich apresenta trinta e cinco artigos na Câmara de Deputados de Ohio contra o Presidente George W. Bush. NENHUM DOS PRINCIPAIS ORGÃO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL AMERICANO MENCIONOU ESTA ACÇÃO! É como se nada tivesse acontecido!
... É um assunto inacabado: isso é só o que se pode escrever sobre as dezenas de milhares de cadáveres Alemães que apodreceram em inúmeros campos espalhados pela Europa Oriental. Existem estimativas contraditórias sobre o número de militares Alemães mortos na guerra. O historiador Alemão Wolfram Wette calcula que, aproximadamente, 5,3 milhões de soldados Alemães tenham perdido a vida na Segunda Guerra mundial. “Desses, cerca de 2,6 milhões foram mortos na última fase, entre Julho de 1944 e Maio de 1945". O Exército Vermelho movia-se rapidamente, vindo de Leste, apressando a sua conquista de Berlim e ávido em estabelecer uma presença militar na enorme faixa da Europa Oriental. [leia a notícia na íntegra]
Apresentamos o trailer de “American Radical", um documentário sobre a vida e o trabalho de Norman Finkelstein, um Americano de descendência Judaica. Filho de sobreviventes do Holocausto e um crítico ardente da política de Israel em relação à Palestina, Finkelstein tem sido o centro de grande controvérsia. Nesta película, tanto os críticos como os seus apoiantes são entrevistados, junto com Finkelstein.
Ron Prosor afirma que enquanto que a Grã-Bretanha, por um lado, é admirado pela sua imparcialidade liberal e pela sua decência, nos últimos anos, por outro lado, certos actos extremistas têm alterado a sua posição face a Israel. Diz que o seu país se transformou num “vilão de pantomina” por Bretões que negam o seu direito a existir, enquanto que os ataques terroristas a cidadãos Israelitas são ignorados tanto pelos meios de comunicação social como pela opinião pública. Prosor, um diplomata já veterano que se tornou embaixador de Israel na Grã-Bretanha o ano passado, está particularmente descontente com os académicos que querem boicotar as universidades Israelitas pelo tratamento aos Palestinianos. [leia a notícia na íntegra]
Os Judeus mais idosos sentem-se ultrajados por a Lituânia estar a questionar o seu papel durante a guerra como partidários anti-nazis... Jornais nacionais e locais, assim como emissoras de televisão, referem um sobrevivente do Holocausto, com 86 anos, que agora trabalha como bibliotecário no Instituto Vilnius Yiddish, como um assassino e um terrorista... Branstovsky não é o único sobrevivente do Holocausto a ser perseguido pelas autoridades Lituanas. Yitzhak Arad, historiador e antigo presidente do museu do Holocausto de Israel, Yad Vashem, também está a ser investigado por crimes semelhantes. [leia a notícia na íntegra]
Podemos ver um primeiro exemplo aqui: segundo a ADL [Anti-Defamation League] um professor do Estado da Califórnia, cujos escritos académicos que proliferam sobre os Judeus são motivo de admiração, há muito anos, pelos supremacistas brancos, ganhou uma nova notoriedade ao apresentar-se como ‘blogger’, usando a Internet para colocar os seus artigos e disponibilizá-los para os anti-semitas e para o público, na sua generalidade. Kevin MacDonald, membro do Departamento de Psicologia da Cal State Long Beach e um anti-semita dedicado, tem enorme grupo de seguidores entre os neonazis e outros grupos racistas brancos... [Pode continuar a ler aqui] Mas não se fica por aqui esta “cruzada” dos grupos Sionistas.
O Revisionismo em Linha apresenta-vos mais outro:
Desta vez, um grupo Sionista exige que um representante Venezuelano instalado na Rússia regresse ao seu país depois deste ter feito certos comentários sobre os Judeus. Um emissário de Los Angeles do Centro Wiesenthal afirma que o Embaixador Alexis Navarro fez uma série de comentários anti-semitas. Navarro foi citado por um noticiário de Moscovo em que afirmava que o golpe fracassado de 2002 para depor o Presidente Hugo Chavez envolveu franco-atiradores Israelitas da Mossad "que eram cidadãos Venezuelanos, mas Judeus”. [leia a notícia na íntegra]
As notícias já são antigas - como podem ver aqui - mas, infelizmente, continuam muito actuais porque os seus ecos parecem não querer deixar de se ouvir um pouco por todo o lado.
Vejamos:
... Durante mais de metade de um século que a Jewish Claims Conference é a responsável pelas negociações com o governo Alemão sobre as indemnizações a serem dadas às vítimas do Holocausto [como já tínhamos visto aqui, também a ser acusada de falsa de transparências]. Em 1965, a Alemanha assinou um tratado em que concordava em pagar às vítimas a nível individual; os sobreviventes tiveram que arquivar as suas reivindicações até antes de 1969. Desde então, a Alemanha desembolsou mais de 63,2 biliões de euros - incluindo 1,5 biliões de euros em pagamentos directos ao governo Israelita. [leia a notícia na íntegra]
A principal candidata ao cargo de primeiro-ministro de Israel, Tzipi Livni, foi uma agente em Paris da Mossad, a agência de inteligência no estrangeiro de Israel, no início dos anos 80, quando ocorreu uma série de missões que tinham como objectivo matar terroristas Palestinianos em capitais europeias, de acordo com antigos colegas. Estes afirmam que a actual Ministro dos Negócios Estrangeiros, estava ao serviço activo quando Mamoun Meraish, um antigo funcionário da OLP, foi atingido mortalmente pela Mossad, em Atenas, no dia 21 de Agosto de 1983. [leia a notícia na íntegra]
Pela venda de propriedades que os Nazis roubaram aos Judeus na Alemanha Oriental que mais tarde reverteram para aquela organização, a Jewish Claims Conference [uma espécie de “Confederação para as Reivindicações Judias"] teve um lucro de aproximadamente 1,5 biliões de euros. Mas nem todo esse dinheiro foi dado aos sobreviventes do Holocausto. A crítica à poderosa organização cresce em Israel e muitos pedem já uma maior transparência. [leia a notícia na íntegra].
Esta foi a conferência que não foi coberta pelos principais órgãos de comunicação social, realizada em Chantilly, VA, como aqui vem referido (e também já antes anunciado aqui). UM AUTÊNTICO E VERGONHOSO “BLACKOUT”!
Esta é a lista de nomes dos que foram, mas que, desta vez, não se importaram de não ser entrevistados por lá terem ido… e do porquê da sua ida…
Aqui ou aqui podem ver as fotografias do evento que nunca iria derrubar as audiência do Europeu de Futebol… As conclusões deverão ser tirados por vocês. O Revisionismo em Linha apenas transmite o apontamento…
Para aqueles que ainda não sabem, a AFP está a oferecer dois livros, juntamente com a subscrição de um ano da AFP Online, pela quantia de apenas $45. Estes dois livros, Hillary (and Bill): The Drugs Volume e Perfidy são duas edições extremamente recentes. Por $25, será enviado o primeiro livro e também a subscrição, por um ano, da AFP Online.
A imprensa conta-nos que, durante a edição dos Jogos Olímpicos de 1936, realizada na Alemanha com o objetivo de demonstrar ao mundo a supremacia da raça ariana, o atleta americano Jesse Owens, negro, ao conseguir 4 medalhas de ouro em atletismo, teria derrubado esse mito, e Hitler, por este motivo, se tinha recusado a cumprimentá-lo, tendo abandonado o estádio. Esta é uma das mentiras mais frágeis contadas no último século, já que houve uma ampla cobertura dos veículos dos média da época que, coincidentemente, nunca foram utilizados como fonte de consulta. Não obstante, os integrantes da comunidade poderão averiguar que este ano a mentira será explorada novamente, graças às Olimpíadas chinesas. [leia a notícia na íntegra]
A guerra é sempre sobre algo sobre a traição: a traição do jovem pelo velho, de idealistas pelos cínicos e das tropas pelos políticos. Este conhecimento amargo da traição penetrou em todos os veteranos Americanos da Guerra do Iraque. Fez com que fosse possível a nós começar, outra vez, a perceber a máscara da morte associada à guerra e a entender a nossa cumplicidade nesse mal. [leia a notícia na íntegra]
Dedicado ao candidato mais marginalizado das últimas eleições Americanas. Em diversos Estados, chegou a ficar à frente dos actuais finalistas do partido Democrata e Republicano. Mas a esmagadora maioria dos média ignorou-o completamente. Porque será?...
“(…) E na certeza de que constitui obrigação nacional mostrar, aos nossos irmãos do Ultramar, que o povo da antiga “Metrópole” não deve ser confundido com a minoria que deve ser responsabilizada pelo “incontestável sucesso”, como chamava ainda em 1976, à “Descolonização”, o Dr. Mário Soares, dedicamos este livro: AOS VIVOS E MORTOS, NEGROS E BRANCOS, VÍTIMAS DA “DESCOLONIZAÇÃO EXEMPLAR”.
A “armadilha” de Marilyn Monroe se ter suicidado teve a responsabilidade de Bobby Kennedy. Isso é o que defende o Dr. Jack Hattem que, apoiando-se nos arquivos secretos do FBI, afirma que a bomba de Hollywood era alguém que foi levada a acreditar que ela seria recordada eternamente como parte de uma trama envolveria o Senador Robert Kennedy, o irmão de JFK, que foi baleado faz 40 anos esta semana. Em vez disso, Monroe, que encenou muitas falsas tentativas de suicídio durante a sua vida de forma a ganhar compaixão, foi praticamente abandonada à morte pelos colegas e amigos. Tudo isto encontra-se no novo livro de Hattem, Marilyn Monroe: Murder By Consent. [leia a notícia na íntegra]
Clint Eastwood conversa com Jeff Dawson sobre a raça, eutanásia, políticos, pena de morte - e como é que ele se sente, realmente, no papel de "fascista" que o fez famoso. [leia a notícia na íntegra]
Paciente e disciplinadamente mantido pelo Ministro da Propaganda do III Reich, Joseph Goebbels, o Diário é um testemunho da ascensão e queda do Nacional-Socialismo.
Até 8 de Julho de 1941 o Diário foi manuscrito por Goebbels. A partir dessa data passou a ser ditado pelo ministro e registado por estenógrafos, que depois passavam o texto à máquina e o compilavam metodicamente.Como diz o detentor dos direitos das obras de Goebbels, François Genoud, «o facto de este documento [a parte do Diário relativa a 1945] ter estado vinte e oito anos sabe Deus onde e em que mãos pode ter tido alguma importância» no facto de o Diário de 1945 constar de apenas 38 dias.
A editora espanhola La Esfera de los Libros editou recentemente o Diário de 1945. A edição, extremamente cuidada, contém uma introdução de Rolf Hochhuth, que Genoud considera «não objectiva e pouco elegante»; uma curta nota de Genoud; vinte folhas extra-texto com fotografias do Dr. Goebbels, família, hierarcas do regime e mapas que ajudam a perceber os últimos meses da guerra; diversos documentos de importância histórica transcendente, como o testamento político do Führer, «outorgado em Berlim no dia 29 de Abril de 1945 às 4.00 horas [da manhã]»; um epílogo de Peter Stadelmayer sobre a história do Diário; uma Cronologia da guerra do ano 1945; uma preciosa lista de abreviaturas; e índices toponímico e onomástico (este último com breves notas sobre as personalidades evocadas). O volume tem no total 512 páginas. [leia a notícia na íntegra]
O professor Duane da Regent Law School [Faculdade de Direito] tem um estilo de discurso semelhante a Regis Philbin (…). Como um resultado disso temos este resumo de 27 minutos. Duane cita múltiplos exemplos de como as pessoas inteligentes e poderosas caíram na ratoeira e no equívoco de falarem os investigadores criminais. No entanto, a parte mais notável da conferência é quando ele descreve como é facilmente uma recolha de declarações pela Polícia pode ser usada para crucificar um suspeito perfeitamente inocente que apenas conta a verdade.
Barack Obama prometeu o apoio incondicional a Israel na sua primeira comunicação sobre política internacional desde que se auto proclamou candidato Democrático ao cargo de presidente. Ele afirmou perante o American Israel Public Affairs Committee (Aipac), um proeminente lobby Judaico, que a segurança de Israel era "sacrossanta" e "não negociável". Também acrescentou que iria fazer "tudo" para impedir o Irão de ter uma arma nuclear. [leia a notícia na íntegra]
Um relatório elaborado por grupos humanitários, dirigido pela Saferworld, acusa certos estados membros de serem, "ao mesmo tempo, optimistas e sanguinários ao fornecerem equipamento militar a Israel" depois de 10 anos de legislação que deveria controlar esse objectivo. Apenas durante 2002-2006, certos estados da UE foram acusados de terem transferido cerca de 900 milhões de euros para a ajuda militar a Israel. [leia a notícia na íntegra]
Com o Mission Accomplished!, o nosso novo estudo sobre os peritos – pessoas que, em virtude do seu estatuto oficial, título formal, grau académico, profissão, departamento, poder jornalístico, quantidade de publicações, experiência, uso de expressões altamente técnicas, presumem saber do que conversam – fomos, novamente, atacados pelos críticos que defendem que a nossa falha em não incluir afirmações erróneas do Senador Barack Obama estão a traiu um qualquer preconceito político. Estas alegações foram rapidamente refutadas. Todos sabemos que Obama não tem nenhuma experiência e, portanto, não pode ser qualificado como um perito. A senadora Hillary Clinton, que votou para que se autorizasse a guerra contra o Iraque, fez o “corte”, mas o candidato presidencial considerado um potencial perito e com interesses genuínos é o Senador John McCain. [leia a notícia na íntegra]
O Revisionismo em Linha aconselha a leitura também desta obra igualmente sobre este assunto.
Jim Tucker é o único que consegue, realmente, levantar o véu do segredo do Grupo Bilderberg . . . Apenas a AFP tem a coragem de publicar este volume. . . E só VOCÊ pode fazer deste livro um êxito tremendo! Agora, nas páginas do Diário Bilderberg, Jim Tucker expõe - pela primeira vez – a sua história notável da cobertura completa do Grupo Bilderberg (e dos seus aliados da Trilateral e CFR), infiltrando-se nas reuniões, obtendo os seus documentos privados e trabalhando incansavelmente para revelar ao público os negócios do Grupo Bilderberg. Leia mais sobre este assunto, e encomende o livro, aqui.
Uma coisa é certa: Os iraquianos são as vítimas, as forças militares Americanas de ocupação são os agressores e os iraquianos que lutam contra estes criminosos são a resistência.
Lembrem-se de há 5 anos atrás...
"A decisão do Presidente George W. Bush de entrar em guerra contra o Iraque foi ilegal porque não teve a aprovação do Conselho de Segurança da N.U., referiu o Secretário Geral Kofi Annan numa entrevista para a BBC World Center, em 2004. Mais tarde, depois de ter sido questionado três vezes se a falta de aprovação de conselho para a guerra quis dizer que era ilegal, ele (Annan) disse:
"Do nosso ponto de vista foi ilegal"
Q: Foi ilegal?
Annan: Sim, se o desejar.
Q: Foi ilegal?
Annan: Sim, indiquei não está em conformidade com o Alvará das N.U., do nosso ponto de vista e do ponto de vista do Alvará, era ilegal. [leia a notícia na íntegra]