Numa comunidade que tem cerca de 2 por cento da população dos Estados Unidos, haver tão grande quantidade de representantes de uma casta que se assume como religiosa não poderá espantar ninguém (!?) - o que nos deve espantar é não haver nenhum algarvio de origem moçárabe em quaisquer destes cargos fulcrais para a dominação do mundo.
quarta-feira, 1 de outubro de 2008
Eles Dominam Tudo! Mas Denunciar Esse Facto é... "Anti-Semitismo"!
Numa comunidade que tem cerca de 2 por cento da população dos Estados Unidos, haver tão grande quantidade de representantes de uma casta que se assume como religiosa não poderá espantar ninguém (!?) - o que nos deve espantar é não haver nenhum algarvio de origem moçárabe em quaisquer destes cargos fulcrais para a dominação do mundo.
Por Que Continuam a Condenar Neville Chamberlain?

Há 70 anos, no dia 30 de Setembro de 1938, Neville Chamberlain encontrou-se com Adolf Hitler, em Munique, conseguiu a sua assinatura em três declarações e regressou a casa para o Aeródromo de Heston. (…)
Chamberlain tinha, de facto, assinado uma forma de entregar a zona Checa dos Sudetas à Alemanha para não arriscar uma nova guerra como a de 1914-1918 que tinha tirado a vida a 700.000 Britânicos e a 1,3 milhões de Franceses. A modernidade parece cuspir no nome de Neville Chamberlain. (…)
Nós, os Americanos, não entramos em guerra pelos Checos em 1938, nem pelos Polacos em 1939, nem pelos Franceses em 1940, nem pelos Húngaros em 1956. No mês passado, a Rússia marchou sobre a Abkhazia e a Ossétia do sul – as terras Sudetas da Geórgia. Declaramos guerra? Se as maiorias Russas na Ucrânia oriental ou Crimea exigem o direito em separar-se e retornar à Mãe Rússia, nós vamos entrar em guerra para manter estes milhão de Russos sob o domínio Ucraniano? Se não, porque é que condenamos Chamberlain?
O fracasso de Chamberlain foi o de confiar em Hitler em Munique, como o seu grande rival Winston Churchill confiou em Estaline em Moscovo, Teerão e Yalta. Leia a notícia na íntegra aqui.
terça-feira, 30 de setembro de 2008
"A Verdade Não Teme a Investigação!"
Estes vídeos dizem respeito à entrevista de Ernst Zundel no 'Truth for the Times'.
"Eu Não Nego; Eu Afirmo..."

Pessoalmente considero que para um revisionista adoptar a palavra “negar” (ou “negação”, ou “negacionista”) é cair no lado oposto do jogo e adoptar a sua linguagem; é, sobretudo, dar-lhes um pau para que eles nos batam.
Sempre que alguém me acusa de negar “o Holocausto”, eu respondo: “Não nego nada no que diz respeito a esse assunto, pelo contrário, eu afirmo. Afirmo, no final das minhas investigações e observações, que “o Holocausto” nunca existiu; para mim, “o Holocausto” é uma mentira histórica”.
Se necessário, por vezes, ainda acrescento: “Não sou nem alguém que nega, nem um ‘negacionista’. Considero que isso é para quem nega; no que me diz respeito, você nega o óbvio."
Galileu não negava nada; os seus opositores é que negavam, eles negavam o óbvio. Ele, no final das suas investigações e observações, mostrou que esta e aquela conclusão não eram exactas e que outra conclusão é que estava certa.
Ele foi um revisionista e uma mente positiva e pragmática.
Os revisionistas são pessoas positivas e pragmáticas e durante muito tempo os seus opositores chamaram-lhes de positivistas, uma vez que, para um positivista, a verificação do conhecimento através da experiência é o único critério de verdade.
Às vezes, para brincar um pouco com os meus opositores, utilizo a ironia (uma arma que pode ser perigosa, pois nem sempre ela é bem entendida) e digo-lhes: "Se vocês me chamam de 'negacionista', uma palavra autenticamente bárbara, permitam-me que vire a moeda de outras palavras bárbaras e que vos chame de 'afirmacionistas', 'afirma-Sionistas' ou 'nega-sionistas’."
Na obra de Goethe, Fausto, Mefisto é “o espírito que está sempre a negar” (der Geist der stets verneint) e o público não gosta daqueles que estão constantemente a negar as coisas. Se você não se importa de ser uma espécie de demónio na mente das pessoas, evitem dizer que os revisionistas negam.
Robert FAURISSON, 21 de Setembro de 2008
Apontamento sobre a carta de Christopher Vick (in Smith’s Report, Setembro de 2008, p. 2)
Tradução de J. Drake
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
As Batalhas e as Frentes do Revisionismo

Uma das grandes batalhas do Revisionismo Histórico será sempre a de chegar o mais perto possível da verdade histórica. Mesmo sendo esta sempre relativa e mesmo que, para isso, tenha que levar com os rótulos do costume. “Branquear” ou “rescrever” a história, “anti-semita”, defensora das “teorias da conspiração”, etc., etc., etc. O costume…
Serve esta introdução para vos falar de uma das acusações mais frequentes que fazem à Alemanha Nazi. Pelo que podemos verificar aqui, o III Reich não era tão racista como o sistema prega…
Já deveríamos estar habituados às “pérolas” da “história dos vencedores”, mas estar habituado não significa estar conformado ou acreditar sem duvidar. A história que, de um lado, estavam “os maus” e, do outro, estavam “os bons” para além de simplista e ingénua, é perfeitamente anormal nos dias de hoje e, cada dia que passa, são visíveis as provas de que as atrocidades e os crimes de guerra não tiveram, nem podem ter, apenas uma face.
Os média têm uma grande responsabilidade na manutenção e difusão dessa única face. Vejam este exemplo.
Sabemos, igualmente, que a megalomania tem apenas uma só face – mesmo depois de certos muros terem caído e terem revelado quem eram, realmente, os líderes e os herdeiros do “paraíso vermelho”. Mesmo assim, o silêncio da maioria dos média é incompreensível passados todos estes anos. Os lobbys religiosos e políticos e a sua ingerência na política internacional, com as mais terríveis consequências, já nem são feitas às escondidas.
Há quem sempre pense que as coisas podem mudar. Há sempre quem pense que pior é impossível. Mas até algumas das novas figuras políticas, que juram a pés juntos terem soluções milagrosas, já se encontram envolvidas e protegidas pelo “politicamente correcto do costume”.
Os que poderiam marcar a diferença são logo colocados de parte. São as tão cartas fora do baralho. A sua força e o seu potencial é um perigo para os outros partidocratas. Por isso, são completamente marginalizados. Mesmo quando alertam para situações e cenários problemáticos. Mesmo quando alertam para que já chega de tanta areia porque já nem os olhos são suficientes...
No que nos diz respeito, como sempre dissemos, enquanto nos deixarem, iremos dar a nossa pequena contribuição para equilibrar esta balança com pesos e medidas tão diferentes.
Quais Foram os Verdadeiros Motivos dos 'Piratas do Ar' do 9/11? - Vejam Aqui Um Testemunho Pouco Conhecido!
Por limitação de tempo, não nos é possível fornecer a tradução do texto do vídeo que se encontra do lado direito do mesmo. Pelo facto, as nossas desculpas, pois é, na realidade, muito importante. Confiamos nos conhecimentos de Inglês dos nossos leitores até nos ser possível apresentar a maioria dos 'posts' em Português...
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Sobre a Criação do Estado de Israel

Nova Frente de Batalha?

Leituras Para o Fim-de-Semana (Sempre às Quintas - Hoje Excepcionalmente à Sexta...)

terça-feira, 23 de setembro de 2008
A Mentira Tem Pés de Barro (II)
Leia mais sobre este assunto aqui.
A Mentira Tem Pés de Barro...
Depois de retirar este vídeo daqui e que nos alerta para o estado de escravidão que se avizinha (vejam do lado direito deste vídeo imensas ligações de sites que falam sobre o 11/9), decidi também partilhar mais estes dois vídeos (o primeiro encontrei-o aqui e, infelizmente, só encontrei mais outro no Youtube) e que também procuram denunciar a mentira em que vivemos e, neste caso particular, a que nos foi imposta pela "história dos vencedores" da Segunda Guerra Mundial.
Voltando à primeira notícia (leia-se "mentira") com pés de barro sobre o 11 de Setembro, leiam também isto.
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Rescrever a História?

Não é uma questão que levante muita polémica se não estivermos perante um facto da Segunda Guerra Mundial. A “história oficial”, aquela que foi escrita pelos “vencedores”, teima em prevalecer. O estudo do Holocausto é a situação mais grave. É o único facto histórico protegido pela lei. Ou seja, a simples dúvida ou questão corre o risco de ser encarada como uma “negação”. E negar o Holocausto trás perseguição e imensas retaliações: multas, penas de prisão, saneamentos.
Por outro lado, se existem tantos testemunhos e tantos factos provados, do que se tem medo, afinal? Podemos duvidar de tudo, apresentar as teorias mais opostas possíveis às actuais em qualquer patamar da ciência, da história ou até mesmo da religião. Mas quando chegamos à Revisão do Holocausto, levantam-se certas vozes, histéricas e descontroladas, apontam-se dedos em todas as direcções, alertando para todos os perigos possíveis e imaginários.
Dá mesmo vontade de dizer: “… Contudo, ela move-se…”!
Como todos aqueles que acompanham estes assuntos ou este blogue, falar de Revisionismo Histórico é também falar de certos factos pouco conhecidos e divulgados, umas vezes conscientemente, outras não. Quantos já ouviram falar das atrocidades cometidas pelos Bolchevistas contra os Alemães do Volga?
Poucos, certamente. Mas de Hiroshima e Nagasaki muitos já ouviram falar. Foram os tais “bombardeamentos nucleares necessários para a paz”… Para a “história dos vencedores”, esse acto nunca foi considerado um “crime de guerra”. Nem o bombardeamento a Dresden e a outras cidades Alemães já com os Nazis há muito derrotados.
Pelo contrário, Gunter Grass, escritor Alemão e Nobel da Literatura e Simon Jenkins, o antigo editor do "The Times" referiram-se ao bombardeamento de Dresden como um “crime de Guerra”.
Harald Jaehner, crítico literário Alemão afirmou: "Vejam o bombardeamento de Dresden, que apenas constituiu um assalto à população civil."
Dr. Gregory H. Stanton, presidente do Observatório Para o Genocídio, escreveu: "O Holocausto Nazi está entre os maiores genocídios da história. Mas os bombardeamentos Aliados a Dresden e a destruição nuclear de Hiroshima e Nagasaki também foram crimes de guerra”.
Mesmo assim, os EUA consideram que nada disso pode ser considerado um crime de guerra. E até vai mais longe, ao argumentar que Dresden não estava assim tão indefesa...
Rescrever a História? Não. Tentar chegar o mais perto possível da verdade. Sim.
sexta-feira, 19 de setembro de 2008
Fim-de-Semana Muito Ocupado

Aniversário da Invasão Soviética da Polónia - No dia 17 deste mês, fez 69 anos do ataque do Exército Vermelho da União Soviética à Polónia sem qualquer declaração de guerra.
A propaganda Soviética anunciou que estava agir para proteger os Ucrânianos e os Bielorussos que viviam na parte oriental da Polónia, uma vez que aquele estado tinha entrado em colapso com o ataque da Alemanha.
Como consequência da invasão Soviética, cerca de 500 mil soldados Polacos foram feitos prisioneiros. O ataque foi seguido de uma ocupação Soviética e por deportações.
Massacre de Prisioneiros Britânicos Pelos Japoneses Foi Encoberto – O massacre de centenas de prisioneiros de guerra Britânicos por marinheiros Japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial, foi encoberto pelo Governo. Um total de 548 prisioneiros Britânicos (e também Holandeses) foi autenticamente fuzilado quando o navio Japonês que os transportava foi afundado por um torpedo Americano no Mar das Flores na Indonésia em Novembro de 1943.
Aqui Lew Rockwell entrevista Ron Paul – o candidato mais marginalizado nas eleições à presidência dos EUA.
A Guerra Não Pára

Aqui podemos ler uma carta aberta às tropas cristãs norte-americanas” naqueles mesmos cenários de guerra.
quinta-feira, 18 de setembro de 2008
Livros, Revistas e Vídeos

A mais recente edição da Barnes Review é inteiramente dedicada a um dos mais importantes livros de Aleksandr Solzhenitsyn sobre a Revolução Russa, Os Judeus na União Soviética.
Sobre a crueldade da Administração Bush – podem assistir aqui provavelmente ao livro mais completo e informativo, sobre a aprovação da administração Bush do uso da tortura e de "rendições extraordinárias” de supostos terroristas de países do terceiro mundo, continua a manter-se na listas dos livros mais bem vendidos. Publicado inicialmente em Julho, "The Dark Side: The Inside Story of How the War on Terror Turned into a War on American Ideals", de Jane Mayer e editado pela Doubleday, ainda se encontra na lista do The New York Times dos 10 primeiros livros de não-ficção mais vendidos de 2008.
Llewellyn H. Rockwell, Jr. é fundador do Ludwig von Mises Institute em Auburn, Alabama, editor do LewRockwell.com e autor do Speaking of Liberty e aqui fala-nos da autêntica calamidade que constitui a administração Bush e o seu conservadorismo.
Erwin Rommel e o 20 de Julho

No dia 23 de Maio do corrente ano, Antonio Caleari e Marcelo Franchi entrevistaram Norbeto Toedter, autor do livro "...e a guerra continua". A entrevista pode ser lida aqui.
quarta-feira, 17 de setembro de 2008
Porque Não Convém Contrariar a Versão Oficial…
O realizador Italiano Giulietto Chiesa, que estava em Berlim para a apresentação do seu documentário, que questiona a versão oficial dos ataques terroristas de 9/11 aos EUA, foi chamado por um tribunal internacional para apresentar provas dos acontecimentos investigados. Chiesa estava em Berlim para a exibição da sua película em que entram figuras como o novelista Gore Vidal e dramaturgo Dario Fo, assim como o professor americano aposentado de Filosofia David Ray Griffin, que avançam com teorias que contradizem a versão oficial dos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001. Pode continuar a ler a notícia na íntegra aqui.
No meio de tantas dúvidas e rumores, fazemos referência ao que escreveu Mark Weber sobre este assunto e apresentamos um vídeo retirado daqui.
terça-feira, 16 de setembro de 2008
A Inquisição Nunca Esteve Tão Actual!

Hospitais Alemães Destruídos Pelos Terríveis Bombardeamentos Aliados


