quinta-feira, 2 de outubro de 2008

Livros da Quinta


Tal como referimos, as quintas-feiras são destinadas aos livros...

O livro The Army of the Republic, de Stuart Archer Cohen, é um de mais fascinantes romances do ano. Cohen elabora um argumento claustrofóbico e opressivo passado num futuro próximo e que tem tanto de assustador como de corajoso, face ao clima político actual. Depois das detenções na Convenção Nacional Republicana deste ano, da privatização dos programas de governo e a perda de muitos do nossos direitos civis mais básicos, este livro começa a parecer menos como o "futuro próximo" da América e mais como o "amanhã".


O Revisionismo Histórico... no tempo da Guerra Fria.


Já tinhamos falado dele aqui, mas resolvemos voltar a fazer referência. O Holocausto em Angola parece-nos ser, no mínimo, um livro corajoso e não apenas um livro com um título sensacionalista.



quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Eles Dominam Tudo! Mas Denunciar Esse Facto é... "Anti-Semitismo"!



Aqui - o post tem o nome de "a teia de aranha da divida pública (II)" - podem encontrar a lista resumida de Judeus em cargos de topo que controlam a FED e o Sistema Bancário; por conseguinte a economia e a política norte americana – e por arrastamento praticamente toda a economia global.

Numa comunidade que tem cerca de 2 por cento da população dos Estados Unidos, haver tão grande quantidade de representantes de uma casta que se assume como religiosa não poderá espantar ninguém (!?) - o que nos deve espantar é não haver nenhum algarvio de origem moçárabe em quaisquer destes cargos fulcrais para a dominação do mundo.

Por Que Continuam a Condenar Neville Chamberlain?



Há 70 anos, no dia 30 de Setembro de 1938, Neville Chamberlain encontrou-se com Adolf Hitler, em Munique, conseguiu a sua assinatura em três declarações e regressou a casa para o Aeródromo de Heston. (…)

Chamberlain tinha, de facto, assinado uma forma de entregar a zona Checa dos Sudetas à Alemanha para não arriscar uma nova guerra como a de 1914-1918 que tinha tirado a vida a 700.000 Britânicos e a 1,3 milhões de Franceses. A modernidade parece cuspir no nome de Neville Chamberlain. (…)

Nós, os Americanos, não entramos em guerra pelos Checos em 1938, nem pelos Polacos em 1939, nem pelos Franceses em 1940, nem pelos Húngaros em 1956. No mês passado, a Rússia marchou sobre a Abkhazia e a Ossétia do sul – as terras Sudetas da Geórgia. Declaramos guerra? Se as maiorias Russas na Ucrânia oriental ou Crimea exigem o direito em separar-se e retornar à Mãe Rússia, nós vamos entrar em guerra para manter estes milhão de Russos sob o domínio Ucraniano? Se não, porque é que condenamos Chamberlain?
O fracasso de Chamberlain foi o de confiar em Hitler em Munique, como o seu grande rival Winston Churchill confiou em Estaline em Moscovo, Teerão e Yalta. Leia a notícia na íntegra aqui.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

"A Verdade Não Teme a Investigação!"

Esta frase que é dita no fim do último vídeo poderia servir para resumir o trabalho e a pesquisa de todos os revisionistas.

Estes vídeos dizem respeito à entrevista de Ernst Zundel no 'Truth for the Times'.









"Eu Não Nego; Eu Afirmo..."



Pessoalmente considero que para um revisionista adoptar a palavra “negar” (ou “negação”, ou “negacionista”) é cair no lado oposto do jogo e adoptar a sua linguagem; é, sobretudo, dar-lhes um pau para que eles nos batam.

Sempre que alguém me acusa de negar “o Holocausto”, eu respondo: “Não nego nada no que diz respeito a esse assunto, pelo contrário, eu afirmo. Afirmo, no final das minhas investigações e observações, que “o Holocausto” nunca existiu; para mim, “o Holocausto” é uma mentira histórica”.
Se necessário, por vezes, ainda acrescento: “Não sou nem alguém que nega, nem um ‘negacionista’. Considero que isso é para quem nega; no que me diz respeito, você nega o óbvio."


Galileu não negava nada; os seus opositores é que negavam, eles negavam o óbvio. Ele, no final das suas investigações e observações, mostrou que esta e aquela conclusão não eram exactas e que outra conclusão é que estava certa.
Ele foi um revisionista e uma mente positiva e pragmática.


Os revisionistas são pessoas positivas e pragmáticas e durante muito tempo os seus opositores chamaram-lhes de positivistas, uma vez que, para um positivista, a verificação do conhecimento através da experiência é o único critério de verdade.

Às vezes, para brincar um pouco com os meus opositores, utilizo a ironia (uma arma que pode ser perigosa, pois nem sempre ela é bem entendida) e digo-lhes: "Se vocês me chamam de 'negacionista', uma palavra autenticamente bárbara, permitam-me que vire a moeda de outras palavras bárbaras e que vos chame de 'afirmacionistas', 'afirma-Sionistas' ou 'nega-sionistas’."

Na obra de Goethe, Fausto, Mefisto é “o espírito que está sempre a negar” (der Geist der stets verneint) e o público não gosta daqueles que estão constantemente a negar as coisas. Se você não se importa de ser uma espécie de demónio na mente das pessoas, evitem dizer que os revisionistas negam.






Robert FAURISSON, 21 de Setembro de 2008
Apontamento sobre a carta de Christopher Vick (in Smith’s Report, Setembro de 2008, p. 2)


Tradução de J. Drake

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As Batalhas e as Frentes do Revisionismo


Uma das grandes batalhas do Revisionismo Histórico será sempre a de chegar o mais perto possível da verdade histórica. Mesmo sendo esta sempre relativa e mesmo que, para isso, tenha que levar com os rótulos do costume. “Branquear” ou “rescrever” a história, “anti-semita”, defensora das “teorias da conspiração”, etc., etc., etc. O costume…

Serve esta introdução para vos falar de uma das acusações mais frequentes que fazem à Alemanha Nazi. Pelo que podemos verificar
aqui, o III Reich não era tão racista como o sistema prega…

Já deveríamos estar habituados às “pérolas” da “história dos vencedores”, mas estar habituado não significa estar conformado ou acreditar sem duvidar. A história que, de um lado, estavam “os maus” e, do outro, estavam “os bons” para além de simplista e ingénua, é perfeitamente anormal nos dias de hoje e, cada dia que passa, são visíveis as provas de que as atrocidades e os crimes de guerra não tiveram, nem podem ter, apenas uma face.


Os média têm uma grande responsabilidade na manutenção e difusão dessa única face. Vejam este exemplo.


Sabemos, igualmente, que a megalomania tem apenas uma só face – mesmo depois de certos muros terem caído e terem revelado quem eram, realmente, os líderes e os herdeiros do “paraíso vermelho”. Mesmo assim, o silêncio da maioria dos média é incompreensível passados todos estes anos. Os lobbys religiosos e políticos e a sua ingerência na política internacional, com as mais terríveis consequências, já nem são feitas às escondidas.


Há quem sempre pense que as coisas podem mudar. Há sempre quem pense que pior é impossível. Mas até algumas das novas figuras políticas, que juram a pés juntos terem soluções milagrosas, já se encontram envolvidas e protegidas pelo “politicamente correcto do costume”.
Os que poderiam marcar a diferença são logo colocados de parte. São as tão cartas fora do baralho. A sua força e o seu potencial é um perigo para os outros partidocratas. Por isso, são completamente marginalizados. Mesmo quando alertam para situações e cenários problemáticos. Mesmo quando alertam para que já chega de tanta areia porque já nem os olhos são suficientes...


No que nos diz respeito, como sempre dissemos, enquanto nos deixarem, iremos dar a nossa pequena contribuição para equilibrar esta balança com pesos e medidas tão diferentes.

Quais Foram os Verdadeiros Motivos dos 'Piratas do Ar' do 9/11? - Vejam Aqui Um Testemunho Pouco Conhecido!

Quais foram, afinal, as motivações dos 'piratas do ar' para atacarem a América no 9/11?

Por limitação de tempo, não nos é possível fornecer a tradução do texto do vídeo que se encontra do lado direito do mesmo. Pelo facto, as nossas desculpas, pois é, na realidade, muito importante. Confiamos nos conhecimentos de Inglês dos nossos leitores até nos ser possível apresentar a maioria dos 'posts' em Português...



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sobre a Criação do Estado de Israel


O estado de Israel foi criado com base no terror. Claro que esta afirmação, feita em qualquer ponto do país ou do mundo, será imediatamente apelidada de "anti-semita".


Porém, vejam esta notícia (aqui sobre o mesmo, mas de outra fonte). Ou esta.


Como é que ainda nos podemos surpreender com o facto de Israel pedir "luz verde" aos EUA para bombardear as supostas instalações nucleares do Irão?


E já que falamos no Irão, vejam aqui a entrevista do seu presidente à CNN e onde, entre outras coisas fala do Holocausto.


Nova Frente de Batalha?


A NATO acusou o Paquistão de ter alvejado helicópteros da força multinacional no Afeganistão. A Aliança garantiu que não houve qualquer violação do espaço aéreo, mas as autoridades de Islamabad afirmaram que os aparelhos estavam do seu lado da fronteira. Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.


Estamos, claramente, perante o início de uma nova frente, de uma nova guerra. Tudo em nome de qualquer coisa, com um qualquer propósito, com a missão de vivermos "mais em paz"....



Leituras Para o Fim-de-Semana (Sempre às Quintas - Hoje Excepcionalmente à Sexta...)


Este 'post' deveria ter sido colocado ontem, mas por razões que me ultrapassaram, tal não foi possível.
O Revisionismo em Linha, todas as quintas-feiras, apresentará uma série de obras que considera terem alguma importância para uma melhor compreensão do mundo e da sua história. Como em qualquer escolha ou selecção, ficarão por mostrar ou por apresentar outras que também aqui teriam lugar.
Comecemos pelo último trabalho de Julie Summers, com o título Stranger in the House, retrata a visão das mulheres que viram os seus maridos partirem para a guerra e que os viram regressar entre 1945 e 1947 com as suas histórias e os seus traumas.



Nas crónicas de Liberty In Eclipse podemos verificar a violação aos direitos mais básicos e até mesmo às liberdades que datam da Magna Carta – coisas que quer o regime de Bush quer o de Clinton foram responsáeis:

- Tortura de inocentes

- Prisão de pessoas sem julgamento mesmo apesar do governo as ter exonerado

- Vigilâncias que ignoram o Quarto Mandamento da Constituição

- Destruição da separação de poderes consagrado na Constituição e o crescimento do executivo de unidade e do “Princípio da Liderança” Entre outras coisas…

É o tipo de livro que nos relata um prognóstico futurista repleto de um pessimismo paranóico. E o governo não contesta nada do que é afirmado! Em 1964, John Stormer também abanou a nação com o livro None Dare Call It Treason. Liberty In Eclipse é o None Dare Call It Treason da nossa geração.



Aqui está o mais recente “Smith's Report” , dedicado ao 20º aniversário do Relatório Leuchter, um dos mais significativos argumentos revisionistas – apesar de conter algumas falhas.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A Mentira Tem Pés de Barro (II)

Mike Wallace entrevistou o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad no popular e influente concurso '60 Minutos', do canal de televisão CBS. A pedido do Presidente Iraniano, a entrevista foi mostrada, sem cortes, na C-SPAN. Podemos verificar que foi censurado um apelo à democracia. Temos aqui mais um exemplo da manipulação de certos orgãos de comunicação social - exemplos não faltam - e que, neste caso, diz respeito ao conflito entre Israel e a Palestina.
Leia mais sobre este assunto aqui.

A Mentira Tem Pés de Barro...




Depois de retirar este vídeo daqui e que nos alerta para o estado de escravidão que se avizinha (vejam do lado direito deste vídeo imensas ligações de sites que falam sobre o 11/9), decidi também partilhar mais estes dois vídeos (o primeiro encontrei-o aqui e, infelizmente, só encontrei mais outro no Youtube) e que também procuram denunciar a mentira em que vivemos e, neste caso particular, a que nos foi imposta pela "história dos vencedores" da Segunda Guerra Mundial.






Voltando à primeira notícia (leia-se "mentira") com pés de barro sobre o 11 de Setembro, leiam também isto.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Rescrever a História?


Sempre que se fala em Revisionismo Histórico aparece sempre o termo depreciativo de “alguém que pretende reescrever a História”. Reescrever? Ora bem, a História da Humanidade é, por ela própria, reescrita sempre que se descobrem novos dados, novos factos. Sempre que são feitas novas descobertas, as antigas são substituídas por novas teorias, por novas explicações. Até aparecerem as próximas. De paradigma em paradigma.

Não é uma questão que levante muita polémica se não estivermos perante um facto da Segunda Guerra Mundial. A “história oficial”, aquela que foi escrita pelos “vencedores”, teima em prevalecer. O estudo do Holocausto é a situação mais grave. É o único facto histórico protegido pela lei. Ou seja, a simples dúvida ou questão corre o risco de ser encarada como uma “negação”. E negar o Holocausto trás perseguição e imensas retaliações: multas, penas de prisão, saneamentos.

Mas será que alguém “nega realmente o Holocausto”? Não estaremos perante uma dúvida relacionada apenas com a proporção do mesmo ou com o número real de mortos? Não estaremos perante a relação do Sionismo e da criação do estado de Israel e não com a negação da perseguição ao Judeus na Alemanha Nazi?
Mesmo assim, não podemos falar. Falar passou a ser exemplo de duvidar. E para certas pessoas, duvidar de algo com tantos testemunhos e provas é absurdo. Só pode então duvidar quem é “Nazi” e quem quer branquear a história…
Por outro lado, se existem tantos testemunhos e tantos factos provados, do que se tem medo, afinal? Podemos duvidar de tudo, apresentar as teorias mais opostas possíveis às actuais em qualquer patamar da ciência, da história ou até mesmo da religião. Mas quando chegamos à Revisão do Holocausto, levantam-se certas vozes, histéricas e descontroladas, apontam-se dedos em todas as direcções, alertando para todos os perigos possíveis e imaginários.
Dá mesmo vontade de dizer: “… Contudo, ela move-se…”!

Como todos aqueles que acompanham estes assuntos ou este blogue, falar de Revisionismo Histórico é também falar de certos factos pouco conhecidos e divulgados, umas vezes conscientemente, outras não. Quantos já ouviram falar das atrocidades cometidas pelos Bolchevistas contra os Alemães do Volga?
Poucos, certamente. Mas de Hiroshima e Nagasaki muitos já ouviram falar. Foram os tais “bombardeamentos nucleares necessários para a paz”… Para a “história dos vencedores”, esse acto nunca foi considerado um “crime de guerra”. Nem o bombardeamento a Dresden e a outras cidades Alemães já com os Nazis há muito derrotados.

Pelo contrário, Gunter Grass, escritor Alemão e Nobel da Literatura e Simon Jenkins, o antigo editor do "The Times" referiram-se ao bombardeamento de Dresden como um “crime de Guerra”.

Harald Jaehner, crítico literário Alemão afirmou: "Vejam o bombardeamento de Dresden, que apenas constituiu um assalto à população civil."

Dr. Gregory H. Stanton, presidente do Observatório Para o Genocídio, escreveu: "O Holocausto Nazi está entre os maiores genocídios da história. Mas os bombardeamentos Aliados a Dresden e a destruição nuclear de Hiroshima e Nagasaki também foram crimes de guerra”.

Mesmo assim, os EUA consideram que nada disso pode ser considerado um crime de guerra. E até vai mais longe, ao argumentar que Dresden não estava assim tão indefesa...

Rescrever a História? Não. Tentar chegar o mais perto possível da verdade. Sim.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Fim-de-Semana Muito Ocupado


Para os leitores do Revisionismo em Linha terem um fim-de-semana “repleto”: vários temas, vários assuntos, várias abordagens (mais uma vez se faz o alerta para que o que aqui divulgamos não tem, necessariamente, que estar de acordo com a consciência e opinião de quem aqui assina).

Aniversário da Invasão Soviética da Polónia - No dia 17 deste mês, fez 69 anos do ataque do Exército Vermelho da União Soviética à Polónia sem qualquer declaração de guerra.
A propaganda Soviética anunciou que estava agir para proteger os Ucrânianos e os Bielorussos que viviam na parte oriental da Polónia, uma vez que aquele estado tinha entrado em colapso com o ataque da Alemanha.
Como consequência da invasão Soviética, cerca de 500 mil soldados Polacos foram feitos prisioneiros. O ataque foi seguido de uma ocupação Soviética e por deportações.

Massacre de Prisioneiros Britânicos Pelos Japoneses Foi Encoberto – O massacre de centenas de prisioneiros de guerra Britânicos por marinheiros Japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial, foi encoberto pelo Governo. Um total de 548 prisioneiros Britânicos (e também Holandeses) foi autenticamente fuzilado quando o navio Japonês que os transportava foi afundado por um torpedo Americano no Mar das Flores na Indonésia em Novembro de 1943.
Aqui Lew Rockwell entrevista Ron Paul – o candidato mais marginalizado nas eleições à presidência dos EUA.

Podemos ver aqui uma escolha de John V. Denson sobre um livro adaptado ao cinema e que ele considera ser o melhor exemplo de uma obra “anti-guerra”. E já que falamos de livros, aqui estão, para o TimesOnline, a lista dos 10 livros "que temos que ler antes de morrer".

Bom fim-de-semana!


A Guerra Não Pára


Sabemos já que as missões no Afganistão e no Iraque por parte da administração Bush não estão a correr como previsto. Mesmo assim, há que pense que eles não vão ficar por aí e que o Paquistão possa ser a terceira frente.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Livros, Revistas e Vídeos


A mais recente edição da Barnes Review é inteiramente dedicada a um dos mais importantes livros de Aleksandr Solzhenitsyn sobre a Revolução Russa, Os Judeus na União Soviética.

Sobre a crueldade da Administração Bush – podem assistir aqui provavelmente ao livro mais completo e informativo, sobre a aprovação da administração Bush do uso da tortura e de "rendições extraordinárias” de supostos terroristas de países do terceiro mundo, continua a manter-se na listas dos livros mais bem vendidos. Publicado inicialmente em Julho, "The Dark Side: The Inside Story of How the War on Terror Turned into a War on American Ideals", de Jane Mayer e editado pela Doubleday, ainda se encontra na lista do The New York Times dos 10 primeiros livros de não-ficção mais vendidos de 2008.

Llewellyn H. Rockwell, Jr. é fundador do
Ludwig von Mises Institute em Auburn, Alabama, editor do LewRockwell.com e autor do Speaking of Liberty e aqui fala-nos da autêntica calamidade que constitui a administração Bush e o seu conservadorismo.

Os Verdadeiros Senhores da Droga - Notas Sobre o Envolvimento da CIA no Comércio de Estupefacientes



De uma forma resumida – e até simplista – é apresentada uma breve história do envolvimento da CIA no negócio da droga. Pode continuar a ler sobre este assunto aqui ou aqui.

Erwin Rommel e o 20 de Julho


Lendo as notícias que nos vêm da Alemanha de hoje, vejo que se comemora lá a data de 20 de Julho. É a data em que no ano de 1944, quando o fim da guerra se aproximava, houve o atentado a bomba relógio contra Hitler. Aconteceu no Quartel General do Führer, então na Prússia Oriental. A bomba explodiu durante uma reunião, na qual estavam Hitler com mais 24 pessoas e fora ali depositada pelo Coronel Claus Schenk Conde de Stauffenberg. Este conseguiu se retirar em tempo e até pegar um avião de regresso para Berlim onde deveria ser aguardado pelos seus colegas de insurreição. Morreram ali quatro dos participantes da reunião e mais sete ficaram feridos. Além de um ferimento no braço Hitler nada sofreu. Devido à ação rápida do Major Otto Remer, comandante do batalhão de guarda em Berlim, a conspiração foi abafada no mesmo dia. Continue a ler aqui.

No dia 23 de Maio do corrente ano, Antonio Caleari e Marcelo Franchi entrevistaram Norbeto Toedter, autor do livro "...e a guerra continua". A entrevista pode ser lida aqui.

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

Porque Não Convém Contrariar a Versão Oficial…

Não estamos a falar da Segunda Guerra Mundial, mas o problema é sempre o mesmo: por que é que não se pode questionar a versão oficial sem sofrer algum tipo de represália?...

O realizador Italiano Giulietto Chiesa, que estava em Berlim para a apresentação do seu documentário, que questiona a versão oficial dos ataques terroristas de 9/11 aos EUA, foi chamado por um tribunal internacional para apresentar provas dos acontecimentos investigados. Chiesa estava em Berlim para a exibição da sua película em que entram figuras como o novelista Gore Vidal e dramaturgo Dario Fo, assim como o professor americano aposentado de Filosofia David Ray Griffin, que avançam com teorias que contradizem a versão oficial dos acontecimentos de 11 de Setembro de 2001. Pode continuar a ler a notícia na íntegra aqui.

No meio de tantas dúvidas e rumores, fazemos referência ao que escreveu Mark Weber sobre este assunto e apresentamos um vídeo retirado daqui.

terça-feira, 16 de setembro de 2008

A Inquisição Nunca Esteve Tão Actual!


Retomemos a "Lição Iraniana", onde quer o Professor Robert Faurisson quer o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad fazem a mesma pergunta: "POR QUE É QUE TODAS AS VERDADES DEVEM SER SACRIFICADAS PERANTE O REGIME SIONISTA?"


Se lerem atentamente essa "lição", perceberão porque acontece isto.


A actual "inquisição" existe. E a prová-lo está isto - pode ler em Português aqui.