
Por isso, se a negação do Holocausto, ou a sua ‘banalização’, não é crime no Reino Unido, por que foi Toben preso pela Polícia daquele país? Continue a ler aqui.






Há 70 anos, no dia 30 de Setembro de 1938, Neville Chamberlain encontrou-se com Adolf Hitler, em Munique, conseguiu a sua assinatura em três declarações e regressou a casa para o Aeródromo de Heston. (…)
Chamberlain tinha, de facto, assinado uma forma de entregar a zona Checa dos Sudetas à Alemanha para não arriscar uma nova guerra como a de 1914-1918 que tinha tirado a vida a 700.000 Britânicos e a 1,3 milhões de Franceses. A modernidade parece cuspir no nome de Neville Chamberlain. (…)
Nós, os Americanos, não entramos em guerra pelos Checos em 1938, nem pelos Polacos em 1939, nem pelos Franceses em 1940, nem pelos Húngaros em 1956. No mês passado, a Rússia marchou sobre a Abkhazia e a Ossétia do sul – as terras Sudetas da Geórgia. Declaramos guerra? Se as maiorias Russas na Ucrânia oriental ou Crimea exigem o direito em separar-se e retornar à Mãe Rússia, nós vamos entrar em guerra para manter estes milhão de Russos sob o domínio Ucraniano? Se não, porque é que condenamos Chamberlain?
O fracasso de Chamberlain foi o de confiar em Hitler em Munique, como o seu grande rival Winston Churchill confiou em Estaline em Moscovo, Teerão e Yalta. Leia a notícia na íntegra aqui.


Uma das grandes batalhas do Revisionismo Histórico será sempre a de chegar o mais perto possível da verdade histórica. Mesmo sendo esta sempre relativa e mesmo que, para isso, tenha que levar com os rótulos do costume. “Branquear” ou “rescrever” a história, “anti-semita”, defensora das “teorias da conspiração”, etc., etc., etc. O costume…
Serve esta introdução para vos falar de uma das acusações mais frequentes que fazem à Alemanha Nazi. Pelo que podemos verificar aqui, o III Reich não era tão racista como o sistema prega…
Já deveríamos estar habituados às “pérolas” da “história dos vencedores”, mas estar habituado não significa estar conformado ou acreditar sem duvidar. A história que, de um lado, estavam “os maus” e, do outro, estavam “os bons” para além de simplista e ingénua, é perfeitamente anormal nos dias de hoje e, cada dia que passa, são visíveis as provas de que as atrocidades e os crimes de guerra não tiveram, nem podem ter, apenas uma face.
Os média têm uma grande responsabilidade na manutenção e difusão dessa única face. Vejam este exemplo.
Sabemos, igualmente, que a megalomania tem apenas uma só face – mesmo depois de certos muros terem caído e terem revelado quem eram, realmente, os líderes e os herdeiros do “paraíso vermelho”. Mesmo assim, o silêncio da maioria dos média é incompreensível passados todos estes anos. Os lobbys religiosos e políticos e a sua ingerência na política internacional, com as mais terríveis consequências, já nem são feitas às escondidas.
Há quem sempre pense que as coisas podem mudar. Há sempre quem pense que pior é impossível. Mas até algumas das novas figuras políticas, que juram a pés juntos terem soluções milagrosas, já se encontram envolvidas e protegidas pelo “politicamente correcto do costume”.
Os que poderiam marcar a diferença são logo colocados de parte. São as tão cartas fora do baralho. A sua força e o seu potencial é um perigo para os outros partidocratas. Por isso, são completamente marginalizados. Mesmo quando alertam para situações e cenários problemáticos. Mesmo quando alertam para que já chega de tanta areia porque já nem os olhos são suficientes...
No que nos diz respeito, como sempre dissemos, enquanto nos deixarem, iremos dar a nossa pequena contribuição para equilibrar esta balança com pesos e medidas tão diferentes.







A mais recente edição da Barnes Review é inteiramente dedicada a um dos mais importantes livros de Aleksandr Solzhenitsyn sobre a Revolução Russa, Os Judeus na União Soviética.
Sobre a crueldade da Administração Bush – podem assistir aqui provavelmente ao livro mais completo e informativo, sobre a aprovação da administração Bush do uso da tortura e de "rendições extraordinárias” de supostos terroristas de países do terceiro mundo, continua a manter-se na listas dos livros mais bem vendidos. Publicado inicialmente em Julho, "The Dark Side: The Inside Story of How the War on Terror Turned into a War on American Ideals", de Jane Mayer e editado pela Doubleday, ainda se encontra na lista do The New York Times dos 10 primeiros livros de não-ficção mais vendidos de 2008.
Llewellyn H. Rockwell, Jr. é fundador do Ludwig von Mises Institute em Auburn, Alabama, editor do LewRockwell.com e autor do Speaking of Liberty e aqui fala-nos da autêntica calamidade que constitui a administração Bush e o seu conservadorismo.




A Liga Anti Difamação (ADL no inglês – ndt) é uma mestre do engano. Um bom exemplo disto será a recente acção da ADL contra uma conferência levada a cabo num subúrbio de Baltimore no passado dia 16 de Agosto, 2008, na qual eu era um dos oradores. Dedicada à paz e à compreensão multicultural, este encontro foi organizado pela Jamaat al-Muslimeen, uma organização muçulmana local.
A ADL, uma das organizações judaico-sionistas mais influentes do mundo, apelidou-a de um encontro de “extremistas islâmicos e elementos da extrema-direita” que haviam encontrado “uma causa comum no seu ódio aos judeus e a Israel.”




26 Coisas que sabemos agora 7 anos depois do 9/11.
A seguir apresentamos uma lista de livros editados pela AFP e que poderão ajudar a perceber o que realmente aconteceu naquele dia:








Liberdade. Direito de opinião. Direito de expressão. Direito à informação. Só a Democracia garante estas coisas. Pelo menos é isso que nos é dito. Pelo menos é isso que nos ensinam...
Porém, a realidade é outra. Que o diga, por exemplo, Sylvia Stolz. Para ela não existiu o direito de se exprimir.
Mas os casos do suposto e alegado “anti-semitismo” não param. Tal como não param os exemplos do “não fazemos isto ou aquilo porque podemos ofender alguém”…
Isto também é "anti-semitismo"? Ou isto?
Até quando vamos suportar isto?



Depois de lerem, têm que perceber que o Revisionismo do Holocausto é um dos muitos parâmetros que se analisam aqui neste blogue. É certo que a Segunda Guerra Mundial tem um peso importante, mas também abordamos muitos outros assuntos, muitos outros temas e muitas outras opiniões. E, muito especialmente, tentamos aqui denunciar a "pseudo-tolerância", a falsa liberdade de expressão e de informação imposta por certos grupos e lobbys - este caso atrás referido será melhor analisado no post seguinte.
E procuramos cimentar toda essa informação e conhecimento com alguma bibliografia que, como já devem ter percebido, muitas das publicações que aqui divulgamos estão bem longe de serem “nazis” ou “branqueadoras da história”.
Uma nota final para mais um exemplo do "politicamente correcto no seu melhor"...


