quinta-feira, 16 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


Durante séculos o poder da magia e o encanto dos mitos, das lendas e mistérios das tradições nórdicas despertaram o interesse de magos e dos que procuravam a espiritualidade de todo o mundo.
Em MISTÉRIOS NÓRDICOS, Mirella Faur aborda a complexidade cosmológica e mágica do universo escandinavo de forma prática e acessível, trazendo à luz a mais completa e bem documentada obra já publicada sobre o tema em língua portuguesa. O leitor, mesmo sem qualquer conhecimento prévio sobre os assuntos tratados, poderá aprender e aplicar - com consciência e responsabilidade - os "mistérios sussurrados" pelos mestres de outrora, a fim de tornar sua vida mais plena e harmoniosa, em perfeito alinhamento e sintonia com as forças cósmicas e telúricas.





Em 1991, Felícia Cabrita foi pela primeira vez a África. Aterrou em Angola e estava longe de imaginar que grande parte da sua carreira como jornalista iria ser dedicada a desbravar o manto de silêncio que escondia os massacres cometidos nas antigas colónias portuguesas durante o Estado Novo.
O seu relato inicia-se na década de 50, com uma página negra da nossa história: os massacres de Batepá, em São Tomé, onde a realidade ultrapassou em muito a ficção. A jornalista segue o rumo da história para relatar os massacres da UPA, em 1961, sobre os colonos portugueses; passa pela luta na Guiné; descobre os sobreviventes do massacre de Wiriyamu, que rouba a vida a centenas de moçambicanos.
Com a saída dos portugueses, a guerra civil continua a fazer as suas vítimas, Sita Valles é uma delas. Eduardo, de catorze anos, outra, morrendo em 2001, no mato, às mãos dos guerrilheiros da UNITA que se sente cada vez mais encurralada. Porque não há guerras santas, a jornalista traz-nos o lado mais sombrio dos homens. «Tentei perceber as minhas personagens individualmente e, uma vez lançadas no mundo, neste caso a guerra, interpretar o seu desempenho no comportamento colectivo. A história tem ciclos, repete-se sem novidades e o homem, seja qual for o continente, é sempre igual nos vários palcos onde o inferno assenta.»
Pode encomendar o livro aqui.






VENCEDOR DO NATIONAL BOOK AWARD 2007
Best-seller do New York Times, do Los Angeles Times e do Washington Post . Um dos 10 melhores livros do ano para a Time Magazine, para o The Washington Post e para a The Economist. Um dos favoritos do ano para os leitores da Amazon.

Nos últimos 60 anos, a CIA tem conseguido manter uma reputação formidável, apesar da sua terrível folha de serviços, escondendo os erros em arquivos ultra-secretos. A sua missão era conhecer o Mundo. Quando não o conseguiu, resolveu mudá-lo. Os falhanços da Agência deixaram-nos, segundo a expressão do presidente Eisenhower, «um legado de cinzas».
Agora, Tim Weiner, vencedor por duas vezes do prémio Pulitzer, oferece-nos a primeira história completa da CIA – onde tudo está registado. História da CIA – Um Legado de Cinzas baseia-se em mais de 50 000 documentos, centenas de entrevistas a veteranos da CIA, incluindo dez directores da Agência. Descreve a história da CIA desde a sua criação após a Segunda Guerra Mundial, as suas batalhas na Guerra-fria e na guerra contra o terrorismo, até ao seu quase colapso após o 11 de Setembro.
Por que razão onze presidentes e três gerações de agentes da CIA não conseguiram compreender o Mundo, porque é que quase todos os directores da CIA deixaram a agência ainda pior do que estava, e por que razão estes falhanços puseram profundamente em risco a segurança nacional dos EUA e do Mundo. Estas são algumas das questões a que esta obra, há muito esperada veio dar resposta. Um livro que foi esplendidamente recebido pela crítica americana e que permanece há vários meses no top de livros mais vendidos do The New York Times.



quarta-feira, 15 de outubro de 2008

Manual da Defesa dos EUA: Como Treinar Esquadrões da Morte e Esmagar Revoluções de San Salvador a Baghdad


O Wikileaks disponibilizou um manual com 219 páginas utilizado pelo militares dos EUA para assunto relacionados com informação e contra-informação, guerrilha e contra-guerrilha e acções de subversão. O manual, Foreign Internal Defense Tactics Techniques and Procedures for Special Forces (1994, 2004) [Técnicas e Tácticas de Defesa Internas Utilizadas no Estrangeiro e Procedimentos para Forças Especiais (1994, 2004)] e pode ser, de forma crítica, descrito como "aquilo que nós aprendemos sobre esquadrões da morte e sobre a sustentação de governos corruptos na América Latina e como aplicá-los noutros lugares”. O seu conteúdo diz respeito ao caminho a dar para a América Latina e o papel das Forças Especiais dos EUA na supressão das acções de subversão, incluindo no Iraque e no Afeganistão.

O manual agora disponível, que foi verificado com fontes militares, é a doutrina oficial das Forças Especiais dos EUA Defesa Interna a aplicar no Estrangeiro ou FID.

Leia mais sobre este assunto aqui e pode fazer o download do manual aqui.

Este é o Momento Para a Europa Desmantelar os Tabus e Não Para Criar Mais!


Mas que magnífico golpe para a verdade, para a justiça e para a humanidade foi agora dado pela Assembleia Nacional Francesa. Na semana passada votou favoravelmente uma decisão que passa a considerar crime a negação do genocídio Turco contra os Arménios durante a Primeira Guerra Mundial. ‘Bravo’! ‘Chapeau bas’! ‘Vive la France’!

Mas que seja apenas o princípio para um novo capítulo da história da Europa. Que o parlamento Britânico agora faça passar a crime quem negar que os Russos assassinaram oficiais Polacos em Katyn, em 1940. Que o parlamento Turco faça passar a crime quem negar que a França usou a tortura contra os rebeldes na Argélia. Que o parlamento Alemão faça passar a crime quem negar a existência dos gulags Soviéticos. Que o parlamento Irlandês criminalize quem negar os horrores da Inquisição Espanhola. Que o parlamento Espanhol decida dar, no mínimo, 10 anos de prisão para qualquer um que reivindique que os Sérvios não tentaram o genocídio contra os Albaneses no Kosovo. E o parlamento Europeu deve, imediatamente, criar uma lei que descreva como genocídio o tratamento que os colonos Americanos deram aos Nativos.

É pena que na União Europeia, não possamos impor a sentença de morte para estes crimes de pensamento horrendos. Continue a ler sobre este assunto aqui.

David McCalden (1951-1990)


Neste dia aconteceu na História — 15 de Outubro:


1582 - Primeiro dia do calendário gregoriano, introduzido pelo Papa Gregório XIII

1844 - Nasce Friedrich Nietzsche, filósofo

1917 - Mata Hari ( Margaretha Geertruida Zelle) é executada por espionagem durante a Primeira Guerra Mundial.
e

1990 - Falecia David McCalden, fundador do revisionista IHR (nascido em 1951).

terça-feira, 14 de outubro de 2008

O Irão Ajudou os EUA Contra a Al-Qaida?


Num esforço ajudar os Estados Unidos contra a al-Qaida depois do ataque de 9/11, o Irão reuniu centenas de Árabes que tinham cruzado a fronteira vindos do Afeganistão, expulsou muitos deles e fez cópias de cerca de 300 dos seus passaporte, referiu um antigo funcionário da administração Bush. As cópias foram enviadas a Kofi Annan, o secretário-geral das Nações Unidas, que os passou para os Estados Unidos, enquanto foi dada pelo Irão a possibilidade de funcionários americanos de interrogarem alguns detidos, referiu Hillary Mann Leverett numa entrevista à Associated Press. [leia a notícia na íntegra]

PORTUGAL



A conselho do camarada Nonas (e também meu , depois de ver - achei FANTÁSTICO!), um sítio para visitar e deslumbrar...

É de ficar sem palavras...

Economia Americana em Cartoons















Lew Rockwell Entrevista Tom Woods


Lew Rockwell entrevista Tom Woods. Clicar aqui para ouvir.

segunda-feira, 13 de outubro de 2008

Vaticano Defende Papa da Era Nazi


O Vaticano publicou um artigo na terça-feira passada em que defende o Papa da era Nazi Pio XII, como resposta a um proeminente rabino que fez um apelo aos bispos católicos mostrando a oposição dos Judeus à sua beatificação. "Opomo-nos o beatificação de Pio XII. Nós não podemos esquecer-nos do seu silêncio durante o Holocausto," referiu Shear-Yashuv Cohen, o principal rabino de Haifa, num comentário publicado no diário La Stampa. [leia a notícia na íntegra]
Pode ler também sobre este assunto aqui.

Madre Teresa ou Al Gore, Mereceriam o Nobel?


Madre Teresa e Al Gore podem ser considerados activistas da paz para algumas pessoas. Os Prémios Nobel da Paz que ganharam, no entanto, violam os termos da vontade do seu inventor Sueco Alfred Nobel, referiu um advogado que escreveu um livro sobre o assunto.

(…) Apenas 45 por cento dos Prémios Nobel da Paz atribuídos desde a Segunda Guerra Mundial estão na linha e nos termos da vondade de Nobel, isto de acordo com o advogado Norueguês Fredrik Heffermehl, autor do livro "Nobels vilje" ("A Vontade de Nobel"). [leia a notícia na íntegra]

Leslie Howard Também Era Espião?...


O actor britânico Leslie Howard, conhecido pelos seus papéis em filmes como "...E o vento levou" e "Pigmaleão", também teve um papel na história europeia pelas suas contribuições como agente do Governo do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, segundo revelações num livro sobre o artista.

A informação aparece no livro "O Vôo de Ibis", do espanhol José Rey-Ximena, que mistura a biografia do autor, que também trabalhou em filmes como "Intermezzo", com a pesquisa feita pelo autor ao longo de mais de duas décadas.

Nascido no Reino Unido, Howard passou a infância em Viena, falava alemão e tinha consciência do perigo representado pela ascensão de Adolf Hitler ao poder na Alemanha. Por esse motivo, participou activamente da resistência britânica, fazendo filmes e incentivando os cidadãos a enfrentarem a invasão alemã numa guerra que, em vários momentos, parecia perdida para os seu país.

O actor morreu a 1 de Junho de 1943 quando o avião que o levava da Espanha para o Reino Unido, o Ibis, foi derrubado por caças nazis. Leia mais sobre este assunto aqui ou aqui.

domingo, 12 de outubro de 2008

Dossier Toben IV


Últimas sobre o caso Tobem:

A Hipocrisia Ocidental Sobre o Holocausto - (...) Está na altura da sociedade Ocidental perceber a dupla hipocrisia que é aplicada quando é analisada a história do Holocausto Judeu. Pregamos pelo mundo o ideal da "liberdade de expressão para ideias impopulares”. Mas, no entanto, destruímos e transgredimos este valor quando se trata da falsa religião do Holocausto Judeu. Por todo o mundo Ocidental, as pessoas estão a ser processadas e perseguidas por rejeitarem esta doutrina do Holocausto. O corajoso académico revisionista Frederick Toben é a última vítima desta hipocrisia. [leia a notícia na íntegra]


Eles Não Desistem de o Levar a Tribunal... - Toben O juiz Alemão que quer levar Fredrik Toben a julgamento por negar o Holocausto advertiu que está determinado em ver aquele antigo professor enfrentar a justiça. Andreas Grossmann acrescentou que espera que o Dr. Toben seja no início do próximo ano. Grossmann também advertiu que o Dr. Toben enfrenta até cinco anos de cadeia e, embora a maioria de prisioneiros da Alemanha apenas cumpram de um terceiro a uma metade das suas sentenças, a teimosa recusa dos revisionistas do Holocausto em retratarem os seus pareceres, normalmente não conseguem ganhar a liberdade condicional. [leia a notícia na íntegra]


Podem ler aqui um apontamento de Mark Weber sobre a "negação do Holocausto".

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

Consequências de Quem se Mete "Com Eles"...

Um membro fundador das Brigadas Vermelhas (1970), movimento terrorista de extrema-esquerda, e que se tornou, entretanto, neo-nazi, foi a tribunal esta quarta-feira, na Alemanha, acusado de publicar documentos na Internet que negavam o Holocausto. Horst Mahler é acusado de colocar, com regularidade, documentos online, entre 2001 e 2004. Negar o Holocausto Nazi é considerado crime na Alemanha. Mahler arrisca-se a uma pena que pode ir até 5 anos de prisão.
Leia a notícia na íntegra aqui.

Esta notícia e o vídeo que se segue (sobre Mel Gibson) são dois exemplos daquilo que quase diáriamente dizemos aqui: existe uma falsa liberdade de expressão! Existe uma falsa tolerância! Existe uma perseguição a todos os que questionam certos lobbys e certas "verdades absolutas"!

David Cole e Bradley Smith no Phil Donahue Show

O Donahue Show recebeu Bradley Smith e David Cole, em 1994, e procurou massacrá-los com todo o tipo de questões. Mas nunca se mostrou interessado em conhecer os verdadeiros factos e argumentos revisionistas: procurou gozar e ridicularizar vários pontos defendidos por eles, mas sem qualquer sucesso.
A histeria passou depois para o público. David Cole, infelizmente, abandonou o debate - não é explicado porquê - o que até motivou uma salva de palmas (deveriam estar preocupados porque dificilmente derrotariam a sua forma frontal e determinada em explicar os factos; no público, uma senhora (no terceiro vídeo) gritava que era verdade que os Alemães tinham feito sabão e candeeiros com os corpos de Judeus (o Dr. Michael Shermer, professor de História, apressou-se a dizer que, actualmente, isso já se tinha confirmado ter sido um "engano" - e que não tinha sido uma "mentira")...

No quarto vídeo, Phil Donahue, que nunca se colocou de parte da questão, acusando os revisionistas de estarem a querer confundir as pessoas, ofendendo os sobreviventes, afirma que a "testemunha" ali presente é "a prova da existência do Holocausto e das câmaras de gás". Termina o debate reafirmando o mesmo, dando relevo e importância apenas aos testemunhos. Portanto, não adinata dizer a importância e a necessidade de analisar - com especialistas forenses - os locais da suposta "matança". Para pessoas como Donahue basta o "testemunho"...

O Revisionismo em Linha decidiu colocar estes vídeos apenas para demonstrar a dificuldade que os revisionistas têm em passar a sua mensagem para o público. Mesmo estando cercado por um público extremamente hostil e por um anfitrião muito deselegante, Smith manteve sempre a calma e procurou explicar, sempre que lhe foi possível, o que, realmente se passou.













Aqui podemos ver Bradley Smith a examinar e a criticar o lobby de Israel e o papel determinante que o Holocausto teve para a política Americana no Médio Oriente.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


The blood of Dresden - O autor Kurt Vonnegut foi um prisioneiro de guerra em Dresden durante os bombardeamentos dos Aliados e, mais tarde, foi forçado a abrir campas para enterrar os mortos daquela cidade em ruínas. Através dos documentos descobertos após a sua morte, no ano passado, ele fornece-nos um testemunho que relata aquela ‘brutalidade obscena’ que inspirou o seu romance Slaughterhouse-Five. podem ler mais aqui e encomendar os livros de Kurt Vonnegut aqui e aqui.



MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE:
Os militares dos EUA ensaiam um golpe de Estado.

Bush é deposto depois de ordenar o ataque ao Irão; a segunda revolução Americana está agora a caminho!

Escritor/Locutor radiofónico anti-sionista nomeado Presidente interino!

Imaginem se estes títulos de jornais fossem verdadeiros. Seguramente, já pensou o que VOCÊ poderia fazer se VOCÊ fosse alguma vez eleito presidente. Durante 25 anos Michael Collins Piper tem escrito e realizado debates sobre os problemas da América e do mundo. Agora, neste que é o seu primeiro trabalho de ficção, Piper descreve as circunstâncias em como se tornou Presidente em 2008 e o que aconteceria como consequência disso.
O livro chama-se MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE: An Unabashed, No-Holds-Barred Memoir of the Second American Revolution and its Aftermath e pode ser encomendado
aqui.



El HOLOCAUSTO BAJO LA LUPA, de Jürgen Graf - A Libreria Europa apresenta-nos uma compilação dos argumentos revisionistas até 1992, de Jürgen Graf. O livro trás, igualmente, uma exposição integral do tema “testemunhos oculares vs. Leis da natureza” e pode ser encomendado aqui.



E para os que nos criticam por só quase apresentarmos livros estrangeiros, aqui vão também duas sugestões nacionais:


Para Além de Capricórnio - A Austrália descoberta pelos Portugueses. Num recôndito espaço de um antigo rancho em Los Angeles, hoje a Huntington Library, existe uma colecção de quinze mapas, conhecidos como Atlas Vallard, que representam o mundo conhecido até 1545. Em dois desses mapas estão marcados vários pontos geográficos da costa australiana em português.Em Para Além de Capricórnio, Peter Trickett desafia as convictas certezas que atribuem a descoberta da Austrália e Nova Zelândia aos holandeses, a que se teria seguido o britânico James Cook. Podem encomendar o livro aqui.



Cristóvão Colombo: O último dos Templários, de Ruggero Marino - Quem era Cristóvão Colombo? Um marinheiro galardoado acima dos seus méritos? Ou algo mais, muito mais? Porque assinava Christo Ferens, aquele que leva a Cristo? Com base numa nova interpretação de antigos mapas e documentos, o autor revisita a história do «navegador dos dois mundos» e da «descoberta» da América. Aquilo que se afirma neste livro nunca foi dito em cinco séculos de públicações colombianas: cabala secular, um policial histórico-político-teológico, com pano de fundo aquímico-esitérico, parentescos surpreendentes, heranças templárias e cavaleirescas. Podem encomendar o livro aqui.

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Dossier Toben III


Um parlamentar Britânico afirmou que Gerald Toben, o Australiano que "nega o Holocausto" e que foi detido e mantido preso em Londres, desde a semana passada a pedido das autoridades Alemãs, por publicar "material anti-Semita e/ou revisionista", não deveria ser extraditado para a Alemanha (...)

Falando para um programa da BBC, o porta-voz do partido Democrata Liberal, Chris Huhne, afirmou que a negação do Holocausto não é crime no Reino Unido e que os tribunais Britânicos deveriam recusar actuar perante um mandato de detenção de um membro da União Europeia, neste caso a Alemanha, para a extradição de Toben para aquele país. [leia a notícia na íntegra].

Pode ler mais sobre este assunto também aqui.

Conferência


A Libreria Europa vai promover uma conferência, no dia 11 deste mês, onde terão oportunidade de ver e ouvir um "verdadeiro sobrevivente e um verdadeiro testemunho" da Segunda Guerra Mundial. [na fotografia colocada não é bem visível o texto, por isso aconselha-se a visualização do mesmo no site atrás referido]

Terramotos: Fenómenos da Natureza ou Feitos Pelo Homem?


Depois de ler esta notícia, resolvi voltar a lembrar-vos que o Revisionismo em Linha não é um blogue apenas e só para assuntos da Segunda Guerra Mundial. Como já devem ter reparado existe uma enorme quantidade de assuntos, especialmente os que são mais "politicamente incorrectos", que gostamos aqui de abordar.

Vamos recuar uns anos e recordar um certo tsunami que, pouco tempo depois, deixou de ser notícia.

O tsunami devastador criado a 26 de Dezembro de 2004 por uma magnitude de 9,0 e que matou mais de 300.000 pessoas nas margens do Oceano Índico apanhou o mundo desprevenido. Foi o maior terramoto desde o de magnitude de 9,2 de Sexta-Feira Santa no Alasca, em 1964, e foi o quarto maior desde 1900.

[Porém] Para alguns, o dedo da culpa não pode ser apontado apenas à natureza, mas para os testes militares secretos do exército nas águas do Oceano Índico.
A revista semanal Egipcia Al-Osboa defende que o terramoto que desencadeou o tsunami "talvez" tenha sido causado por uma experiência nuclear da Índia em que "Israelitas e peritos nucleares Americanos participaram".
[leia a notícia na íntegra]

O Debate Sobre Aristides... Que Não se Pode Fazer!



O blogue do Diogo foi palco de uma magnífica "conversa" (entretanto já retirada) sobre a figura de Aristides de Sousa Mendes. A tolerância e a liberdade de expressão e informação de algumas pessoas tocou no seu ponto mais alto quando o próprio Diogo foi ameaçado e obrigado a retirar partes do texto de uma tal Cristina Garin por, supostamente, estar a violar os seus direitos de autor. Chamou-o de "cobarde, usurpador e deturpador" (????!!!!!!) por ele, depois de ter sido inicialmente criticado e saneado do blogue, se ter registado com outro nickname...

Se tiverem oportunidade de ler o que se tem passado, realmente, nesta "conversa", irão verificar o descaramento desta senhora Cristina Garin que, na falta de argumentos, lá vem com as ameaças "legais".
Isto não vos faz lembrar nada? Pois... Temos aqui uma autêntica e legítima representante da "ADL Portuguesa"!


PS: A pedido do Diogo, eu retirei as passagens com o comentário da dita senhora. Mas não nos podemos esquecer de uma coisa: eles podem multar-nos, podem encarcerar-nos, podem agredir-nos, mas a verdade virá sempre ao de cima!

terça-feira, 7 de outubro de 2008

A Tortura nas Democracias Para Fins 'Preventivos'


A revista Sábado desta semana trás uma reportagem sobre a Dra. Siddiqui que, de acordo com algumas organizações de direitos humanos, transformou-se no "Prisioneiro 650" e que, durante 5 anos, terá sofrido inúmeras violações, torturas com água ('water boarding' - simulação de afogamento), entre outras formas "tolerantes" de interrogatório democrático...

Pode ler também aqui mais sobre este assunto.



E já que estamos a falar de tortura para fins preventivos, que dizer sobre esta notícia?...

"The hangings are carried out regularly – from a wooden gallows in a small, cramped cell – in Saddam Hussein's old intelligence headquarters at Kazimiyah. There is no public record of these killings in what is now called Baghdad's "high-security detention facility" but most of the victims – there have been hundreds since America introduced "democracy" to Iraq – are said to be insurgents, given the same summary justice they mete out to their own captives."

Não me vou dar ao trabalho de traduzir...

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Dossier Toben II

Um vídeo único com uma reportagem feita pela Telling Films à entrada do Tribunal de Horseferry Road, em Londres - e que inclui entrevistas com o representante legal do Dr. Töben, Kevin Lowry-Mullins e ainda com David Irving e Lady Renouf.

Vejam mais sobre este assunto aqui.

Alerta! Eles Andam Por Aí!...


O Prémio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto Elie Wiesel fez um pedido à Organização das Nações Unidas para que esta tomasse uma medida de posição contra o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad por considerar que este incitou ao genocídio, em vez de permitir que ele falasse na Assembleia Geral daquela organização.
Wiesel falou para milhares de pessoas numa autêntica campanha para aconselhar os chefes de estado a fazerem de tudo para impedirem o Irão de obter armas nucleares – algo que Teerão nega estar a fazer, mas que o poderes Ocidentais suspeitam ser o verdadeiro objectivo do seu programa nuclear. O vencedor do prémio Nobel da Paz acrescentou que Ahmadinejad, que terá afirmado que Israel deveria ser limpo do mapa, deveria ser acusado de fazer "propaganda a políticas de genocídio”. [leia a notícia na íntegra]

Apesar de "santificado" pela religião do Holocausto,
Elie Wiesel nunca deixou de ser um dos testemunhos mais contraditórios de sempre.

Quanto ao facto daquilo que, realmente, o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad anda a dizer pelo mundo, recordemos o que aqui referimos. Sem pretender fazer de advogado de quem quer que seja, facilmente se percebe que, quando convém, é muito fácil arranjar um “bicho papão” que sirva depois para desculpa do que vem a seguir. O pior é que com tantos “bichos” desses e com tantos “a seguir”, seguiram-se guerras destrutivas que pouco ou nada nos beneficiaram. Talvez possamos mesmo dizer que apenas nos prejudicaram.

E uma pergunta surge no ar: de onde vem a verdadeira ameaça?!

Vivemos num mundo em que rapidamente se passa de caçador para presa. Tudo depende do lado em que estamos, do que dizemos e do que fazemos. E se o “big brother” sionista se sentir ofendido com alguma coisa, só nos resta ouvir, pacientemente, os seus gritos histéricos de quem vê cair, dia após dia, a máscara.

Notícias ou Perguntas Esquecidas


Os principais órgãos de comunicação social, normal e regularmente, cobrem as acções terroristas, mas raramente mostram como o medo dos ataques é usado para manipular a opinião pública e as decisões políticas. Este é, no fundo, o fio condutor e comum de muitas das histórias que foram ignoradas e que não foram relatadas o ano passado, de acordo com uma análise do Project Censored [Projecto Censurado]. Leia as 10 grandes notícias que os médias ignoraram aqui.

sábado, 4 de outubro de 2008

Dossier Toben



Leia também aqui mais sobre esta detenção.

A prisão de Frederick Toben pode ter implicações para a liberdade de expressão no Reino Unido, afirma Padraig ReidyNa quarta-feira, Frederick Toben, um “negacionista” do Holocausto já anteriormente condenado, foi retirado de um avião no Aeroporto de Heathrow por elementos da Polícia Metropolitana. Ele estava a caminho do Dubai. A Polícia estavam a executar um Mandato de Prisão Europeu pedido pelas autoridades Alemãs e que acusavam Toben de ‘difundir material anti-Semita e de natureza revisionista’, ‘menosprezando os assassínios em massa de Judeus, planeados e implementados pelos reguladores nacional socialistas’.

Esta acção está relacionada com a Secção 130 Código Criminal Alemão, a qual abrange crimes que ainda não estão tipificados no Reino Unido. Quando, em 2007, a União Europeia adoptou uma directiva que transformava ‘em crime público, a negação ou a banalização de crimes de genocídio’, o Reino Unido (juntamente com a Irlanda e a Suécia) escolheu, porque estava no seu direito, não criar nenhum estatuto especial para essa situação.
Por isso, se a negação do Holocausto, ou a sua ‘banalização’, não é crime no Reino Unido, por que foi Toben preso pela Polícia daquele país? Continue a ler aqui.

sexta-feira, 3 de outubro de 2008

À Sexta Temos Filmes...


Se a quinta-feira foi dedicada aos livros, a sexta-feira será dedicada aos filmes (a notícia da prisão de Toben constituiu a excepção).

Se este blogue fosse mais de discussão política, é evidente que a prisão daquele revisionista não seria a única excepção aos filmes. Portugal, a partir de hoje, tornou-se no País em que a libertação de pedófilos, assassinos, ladrões e violadores, entre outros, deixou, definitivamente, de constituir surpresa. O que é surpreendente, por outro lado, é a perseguição e prisão descarada de nacionalistas. Sejam as suas sedes, sejam as suas festas e comemorações, sejam os seus membros, verificamos que tudo o que seja associado ao "nacionalismo" tem que levar com o selo de um "politicamente correcto", de uma pseudo-tolerância e liberdade de expressão que, afinal, nunca existe para eles... mas que existe para todos os outros! Todos podem ter orgulho nas suas raízes, nas suas tradições, na sua cultura... menos os brancos! Ser branco e ser orgulhoso passou a ser sinónimo de "racismo e xenofobia"!

Mas este não é um blogue político. Este é um blogue revisionista...
No entanto, estranho nunca ter visto nenhuma das pessoas que se sentou no Tribunal de Monsanto na Quinta da Fonte, ou em qualquer outro bairro semelhante... Estranho nunca ter visto nenhum deles no arrastão de Carcavelos ou nos assaltos a gasolineiras e dependências bancárias... Estranho nunca ter visto nenhum deles associado a grupos pedófilos... Ou à especulação imobiliária... Ou à "crise" das gasolineiras... Estranho... Estranho... Estranho...
Considero-me um "revisionista" e não um "analista político". Talvez venha daí a minha incompreensão e a minha estranheza...


Para verem este fim-de-semana temos: BUCHENWALD - Uma Descrição Silenciosa do Mal. Em 22 episódios, com a duração de 2 horas e 22 minutos.

Dr. Toben Preso Por Negar o Holocausto

... claro que convinha explicar que o que ele "nega" são as proporções do "holocausto" e aquilo que certos grupos e lobbys lucraram com o sofrimento de outros. O que ele "nega" é aquilo que se entende, actualmente, por "holocausto". Não que ele não aconteceu! Mas sim o seu significado!



Pode acompanhar mais esta notícia aqui, aqui ou aqui.

quinta-feira, 2 de outubro de 2008

'O Grande Livro das Religiões' Fala em "1,2 milhões de Judeus Mortos no Holocausto"!


O Grande Livro das Religiões descreve as principais religiões de todo o mundo, desde o Cristianismo, o Judaísmo e o Hinduísmo às várias religiões da China, passando pelo Budismo, o Siquismo e o Islamismo.
Contém, ainda, capítulos dedicados às religiões das antigas civilizações egípcia, grega e romana, às crenças tradicionais dos Aborígenes da Austrália e dos Índios da América do Norte, e às novas religiões, como o Rastafarianismo e o movimento New Age.



No capítulo “A Diáspora”, na página 91, na legenda desta fotografia., pode-se ler:

“Judeus a serem levados do gueto de Varsóvia em 1943 por soldados alemães das SS. Estima-se que 1,2 milhões de Judeus tenham sido mortos no Holocausto.”

“1,2 DE JUDEUS MORTOS NO HOLOCAUSTO”?! MAS NÃO TINHAM SIDO 6 MILHÕES????

O Revisionismo em Linha aconselha um forte protesto contra a Editora Asa e para todas as livrarias que vendam tamanha mostra de negação de um facto histórico tão comprovado… Negar os “6 milhões” é negar o Holocausto! Portanto… Punição para a Asa!!!!
PS.: Apesar de hoje apenas querer colocar conselhos literários, li com muita preocupação esta notícia que nos deixa a todos os que se interessam pela verdade histórica cada vez mais alarmados! Lendo o que encontrei neste livro sobre as religiões e mais tudo o resto que já tive oportunidade de ler e de investigar, resta-me fazer esta pergunta: TOBEN É PRESO PORQUÊ?!!! Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

Livros da Quinta


Tal como referimos, as quintas-feiras são destinadas aos livros...

O livro The Army of the Republic, de Stuart Archer Cohen, é um de mais fascinantes romances do ano. Cohen elabora um argumento claustrofóbico e opressivo passado num futuro próximo e que tem tanto de assustador como de corajoso, face ao clima político actual. Depois das detenções na Convenção Nacional Republicana deste ano, da privatização dos programas de governo e a perda de muitos do nossos direitos civis mais básicos, este livro começa a parecer menos como o "futuro próximo" da América e mais como o "amanhã".


O Revisionismo Histórico... no tempo da Guerra Fria.


Já tinhamos falado dele aqui, mas resolvemos voltar a fazer referência. O Holocausto em Angola parece-nos ser, no mínimo, um livro corajoso e não apenas um livro com um título sensacionalista.



quarta-feira, 1 de outubro de 2008

Eles Dominam Tudo! Mas Denunciar Esse Facto é... "Anti-Semitismo"!



Aqui - o post tem o nome de "a teia de aranha da divida pública (II)" - podem encontrar a lista resumida de Judeus em cargos de topo que controlam a FED e o Sistema Bancário; por conseguinte a economia e a política norte americana – e por arrastamento praticamente toda a economia global.

Numa comunidade que tem cerca de 2 por cento da população dos Estados Unidos, haver tão grande quantidade de representantes de uma casta que se assume como religiosa não poderá espantar ninguém (!?) - o que nos deve espantar é não haver nenhum algarvio de origem moçárabe em quaisquer destes cargos fulcrais para a dominação do mundo.

Por Que Continuam a Condenar Neville Chamberlain?



Há 70 anos, no dia 30 de Setembro de 1938, Neville Chamberlain encontrou-se com Adolf Hitler, em Munique, conseguiu a sua assinatura em três declarações e regressou a casa para o Aeródromo de Heston. (…)

Chamberlain tinha, de facto, assinado uma forma de entregar a zona Checa dos Sudetas à Alemanha para não arriscar uma nova guerra como a de 1914-1918 que tinha tirado a vida a 700.000 Britânicos e a 1,3 milhões de Franceses. A modernidade parece cuspir no nome de Neville Chamberlain. (…)

Nós, os Americanos, não entramos em guerra pelos Checos em 1938, nem pelos Polacos em 1939, nem pelos Franceses em 1940, nem pelos Húngaros em 1956. No mês passado, a Rússia marchou sobre a Abkhazia e a Ossétia do sul – as terras Sudetas da Geórgia. Declaramos guerra? Se as maiorias Russas na Ucrânia oriental ou Crimea exigem o direito em separar-se e retornar à Mãe Rússia, nós vamos entrar em guerra para manter estes milhão de Russos sob o domínio Ucraniano? Se não, porque é que condenamos Chamberlain?
O fracasso de Chamberlain foi o de confiar em Hitler em Munique, como o seu grande rival Winston Churchill confiou em Estaline em Moscovo, Teerão e Yalta. Leia a notícia na íntegra aqui.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

"A Verdade Não Teme a Investigação!"

Esta frase que é dita no fim do último vídeo poderia servir para resumir o trabalho e a pesquisa de todos os revisionistas.

Estes vídeos dizem respeito à entrevista de Ernst Zundel no 'Truth for the Times'.









"Eu Não Nego; Eu Afirmo..."



Pessoalmente considero que para um revisionista adoptar a palavra “negar” (ou “negação”, ou “negacionista”) é cair no lado oposto do jogo e adoptar a sua linguagem; é, sobretudo, dar-lhes um pau para que eles nos batam.

Sempre que alguém me acusa de negar “o Holocausto”, eu respondo: “Não nego nada no que diz respeito a esse assunto, pelo contrário, eu afirmo. Afirmo, no final das minhas investigações e observações, que “o Holocausto” nunca existiu; para mim, “o Holocausto” é uma mentira histórica”.
Se necessário, por vezes, ainda acrescento: “Não sou nem alguém que nega, nem um ‘negacionista’. Considero que isso é para quem nega; no que me diz respeito, você nega o óbvio."


Galileu não negava nada; os seus opositores é que negavam, eles negavam o óbvio. Ele, no final das suas investigações e observações, mostrou que esta e aquela conclusão não eram exactas e que outra conclusão é que estava certa.
Ele foi um revisionista e uma mente positiva e pragmática.


Os revisionistas são pessoas positivas e pragmáticas e durante muito tempo os seus opositores chamaram-lhes de positivistas, uma vez que, para um positivista, a verificação do conhecimento através da experiência é o único critério de verdade.

Às vezes, para brincar um pouco com os meus opositores, utilizo a ironia (uma arma que pode ser perigosa, pois nem sempre ela é bem entendida) e digo-lhes: "Se vocês me chamam de 'negacionista', uma palavra autenticamente bárbara, permitam-me que vire a moeda de outras palavras bárbaras e que vos chame de 'afirmacionistas', 'afirma-Sionistas' ou 'nega-sionistas’."

Na obra de Goethe, Fausto, Mefisto é “o espírito que está sempre a negar” (der Geist der stets verneint) e o público não gosta daqueles que estão constantemente a negar as coisas. Se você não se importa de ser uma espécie de demónio na mente das pessoas, evitem dizer que os revisionistas negam.






Robert FAURISSON, 21 de Setembro de 2008
Apontamento sobre a carta de Christopher Vick (in Smith’s Report, Setembro de 2008, p. 2)


Tradução de J. Drake

segunda-feira, 29 de setembro de 2008

As Batalhas e as Frentes do Revisionismo


Uma das grandes batalhas do Revisionismo Histórico será sempre a de chegar o mais perto possível da verdade histórica. Mesmo sendo esta sempre relativa e mesmo que, para isso, tenha que levar com os rótulos do costume. “Branquear” ou “rescrever” a história, “anti-semita”, defensora das “teorias da conspiração”, etc., etc., etc. O costume…

Serve esta introdução para vos falar de uma das acusações mais frequentes que fazem à Alemanha Nazi. Pelo que podemos verificar
aqui, o III Reich não era tão racista como o sistema prega…

Já deveríamos estar habituados às “pérolas” da “história dos vencedores”, mas estar habituado não significa estar conformado ou acreditar sem duvidar. A história que, de um lado, estavam “os maus” e, do outro, estavam “os bons” para além de simplista e ingénua, é perfeitamente anormal nos dias de hoje e, cada dia que passa, são visíveis as provas de que as atrocidades e os crimes de guerra não tiveram, nem podem ter, apenas uma face.


Os média têm uma grande responsabilidade na manutenção e difusão dessa única face. Vejam este exemplo.


Sabemos, igualmente, que a megalomania tem apenas uma só face – mesmo depois de certos muros terem caído e terem revelado quem eram, realmente, os líderes e os herdeiros do “paraíso vermelho”. Mesmo assim, o silêncio da maioria dos média é incompreensível passados todos estes anos. Os lobbys religiosos e políticos e a sua ingerência na política internacional, com as mais terríveis consequências, já nem são feitas às escondidas.


Há quem sempre pense que as coisas podem mudar. Há sempre quem pense que pior é impossível. Mas até algumas das novas figuras políticas, que juram a pés juntos terem soluções milagrosas, já se encontram envolvidas e protegidas pelo “politicamente correcto do costume”.
Os que poderiam marcar a diferença são logo colocados de parte. São as tão cartas fora do baralho. A sua força e o seu potencial é um perigo para os outros partidocratas. Por isso, são completamente marginalizados. Mesmo quando alertam para situações e cenários problemáticos. Mesmo quando alertam para que já chega de tanta areia porque já nem os olhos são suficientes...


No que nos diz respeito, como sempre dissemos, enquanto nos deixarem, iremos dar a nossa pequena contribuição para equilibrar esta balança com pesos e medidas tão diferentes.

Quais Foram os Verdadeiros Motivos dos 'Piratas do Ar' do 9/11? - Vejam Aqui Um Testemunho Pouco Conhecido!

Quais foram, afinal, as motivações dos 'piratas do ar' para atacarem a América no 9/11?

Por limitação de tempo, não nos é possível fornecer a tradução do texto do vídeo que se encontra do lado direito do mesmo. Pelo facto, as nossas desculpas, pois é, na realidade, muito importante. Confiamos nos conhecimentos de Inglês dos nossos leitores até nos ser possível apresentar a maioria dos 'posts' em Português...



sexta-feira, 26 de setembro de 2008

Sobre a Criação do Estado de Israel


O estado de Israel foi criado com base no terror. Claro que esta afirmação, feita em qualquer ponto do país ou do mundo, será imediatamente apelidada de "anti-semita".


Porém, vejam esta notícia (aqui sobre o mesmo, mas de outra fonte). Ou esta.


Como é que ainda nos podemos surpreender com o facto de Israel pedir "luz verde" aos EUA para bombardear as supostas instalações nucleares do Irão?


E já que falamos no Irão, vejam aqui a entrevista do seu presidente à CNN e onde, entre outras coisas fala do Holocausto.


Nova Frente de Batalha?


A NATO acusou o Paquistão de ter alvejado helicópteros da força multinacional no Afeganistão. A Aliança garantiu que não houve qualquer violação do espaço aéreo, mas as autoridades de Islamabad afirmaram que os aparelhos estavam do seu lado da fronteira. Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.


Estamos, claramente, perante o início de uma nova frente, de uma nova guerra. Tudo em nome de qualquer coisa, com um qualquer propósito, com a missão de vivermos "mais em paz"....



Leituras Para o Fim-de-Semana (Sempre às Quintas - Hoje Excepcionalmente à Sexta...)


Este 'post' deveria ter sido colocado ontem, mas por razões que me ultrapassaram, tal não foi possível.
O Revisionismo em Linha, todas as quintas-feiras, apresentará uma série de obras que considera terem alguma importância para uma melhor compreensão do mundo e da sua história. Como em qualquer escolha ou selecção, ficarão por mostrar ou por apresentar outras que também aqui teriam lugar.
Comecemos pelo último trabalho de Julie Summers, com o título Stranger in the House, retrata a visão das mulheres que viram os seus maridos partirem para a guerra e que os viram regressar entre 1945 e 1947 com as suas histórias e os seus traumas.



Nas crónicas de Liberty In Eclipse podemos verificar a violação aos direitos mais básicos e até mesmo às liberdades que datam da Magna Carta – coisas que quer o regime de Bush quer o de Clinton foram responsáeis:

- Tortura de inocentes

- Prisão de pessoas sem julgamento mesmo apesar do governo as ter exonerado

- Vigilâncias que ignoram o Quarto Mandamento da Constituição

- Destruição da separação de poderes consagrado na Constituição e o crescimento do executivo de unidade e do “Princípio da Liderança” Entre outras coisas…

É o tipo de livro que nos relata um prognóstico futurista repleto de um pessimismo paranóico. E o governo não contesta nada do que é afirmado! Em 1964, John Stormer também abanou a nação com o livro None Dare Call It Treason. Liberty In Eclipse é o None Dare Call It Treason da nossa geração.



Aqui está o mais recente “Smith's Report” , dedicado ao 20º aniversário do Relatório Leuchter, um dos mais significativos argumentos revisionistas – apesar de conter algumas falhas.

terça-feira, 23 de setembro de 2008

A Mentira Tem Pés de Barro (II)

Mike Wallace entrevistou o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad no popular e influente concurso '60 Minutos', do canal de televisão CBS. A pedido do Presidente Iraniano, a entrevista foi mostrada, sem cortes, na C-SPAN. Podemos verificar que foi censurado um apelo à democracia. Temos aqui mais um exemplo da manipulação de certos orgãos de comunicação social - exemplos não faltam - e que, neste caso, diz respeito ao conflito entre Israel e a Palestina.
Leia mais sobre este assunto aqui.

A Mentira Tem Pés de Barro...




Depois de retirar este vídeo daqui e que nos alerta para o estado de escravidão que se avizinha (vejam do lado direito deste vídeo imensas ligações de sites que falam sobre o 11/9), decidi também partilhar mais estes dois vídeos (o primeiro encontrei-o aqui e, infelizmente, só encontrei mais outro no Youtube) e que também procuram denunciar a mentira em que vivemos e, neste caso particular, a que nos foi imposta pela "história dos vencedores" da Segunda Guerra Mundial.






Voltando à primeira notícia (leia-se "mentira") com pés de barro sobre o 11 de Setembro, leiam também isto.

segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Rescrever a História?


Sempre que se fala em Revisionismo Histórico aparece sempre o termo depreciativo de “alguém que pretende reescrever a História”. Reescrever? Ora bem, a História da Humanidade é, por ela própria, reescrita sempre que se descobrem novos dados, novos factos. Sempre que são feitas novas descobertas, as antigas são substituídas por novas teorias, por novas explicações. Até aparecerem as próximas. De paradigma em paradigma.

Não é uma questão que levante muita polémica se não estivermos perante um facto da Segunda Guerra Mundial. A “história oficial”, aquela que foi escrita pelos “vencedores”, teima em prevalecer. O estudo do Holocausto é a situação mais grave. É o único facto histórico protegido pela lei. Ou seja, a simples dúvida ou questão corre o risco de ser encarada como uma “negação”. E negar o Holocausto trás perseguição e imensas retaliações: multas, penas de prisão, saneamentos.

Mas será que alguém “nega realmente o Holocausto”? Não estaremos perante uma dúvida relacionada apenas com a proporção do mesmo ou com o número real de mortos? Não estaremos perante a relação do Sionismo e da criação do estado de Israel e não com a negação da perseguição ao Judeus na Alemanha Nazi?
Mesmo assim, não podemos falar. Falar passou a ser exemplo de duvidar. E para certas pessoas, duvidar de algo com tantos testemunhos e provas é absurdo. Só pode então duvidar quem é “Nazi” e quem quer branquear a história…
Por outro lado, se existem tantos testemunhos e tantos factos provados, do que se tem medo, afinal? Podemos duvidar de tudo, apresentar as teorias mais opostas possíveis às actuais em qualquer patamar da ciência, da história ou até mesmo da religião. Mas quando chegamos à Revisão do Holocausto, levantam-se certas vozes, histéricas e descontroladas, apontam-se dedos em todas as direcções, alertando para todos os perigos possíveis e imaginários.
Dá mesmo vontade de dizer: “… Contudo, ela move-se…”!

Como todos aqueles que acompanham estes assuntos ou este blogue, falar de Revisionismo Histórico é também falar de certos factos pouco conhecidos e divulgados, umas vezes conscientemente, outras não. Quantos já ouviram falar das atrocidades cometidas pelos Bolchevistas contra os Alemães do Volga?
Poucos, certamente. Mas de Hiroshima e Nagasaki muitos já ouviram falar. Foram os tais “bombardeamentos nucleares necessários para a paz”… Para a “história dos vencedores”, esse acto nunca foi considerado um “crime de guerra”. Nem o bombardeamento a Dresden e a outras cidades Alemães já com os Nazis há muito derrotados.

Pelo contrário, Gunter Grass, escritor Alemão e Nobel da Literatura e Simon Jenkins, o antigo editor do "The Times" referiram-se ao bombardeamento de Dresden como um “crime de Guerra”.

Harald Jaehner, crítico literário Alemão afirmou: "Vejam o bombardeamento de Dresden, que apenas constituiu um assalto à população civil."

Dr. Gregory H. Stanton, presidente do Observatório Para o Genocídio, escreveu: "O Holocausto Nazi está entre os maiores genocídios da história. Mas os bombardeamentos Aliados a Dresden e a destruição nuclear de Hiroshima e Nagasaki também foram crimes de guerra”.

Mesmo assim, os EUA consideram que nada disso pode ser considerado um crime de guerra. E até vai mais longe, ao argumentar que Dresden não estava assim tão indefesa...

Rescrever a História? Não. Tentar chegar o mais perto possível da verdade. Sim.

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Fim-de-Semana Muito Ocupado


Para os leitores do Revisionismo em Linha terem um fim-de-semana “repleto”: vários temas, vários assuntos, várias abordagens (mais uma vez se faz o alerta para que o que aqui divulgamos não tem, necessariamente, que estar de acordo com a consciência e opinião de quem aqui assina).

Aniversário da Invasão Soviética da Polónia - No dia 17 deste mês, fez 69 anos do ataque do Exército Vermelho da União Soviética à Polónia sem qualquer declaração de guerra.
A propaganda Soviética anunciou que estava agir para proteger os Ucrânianos e os Bielorussos que viviam na parte oriental da Polónia, uma vez que aquele estado tinha entrado em colapso com o ataque da Alemanha.
Como consequência da invasão Soviética, cerca de 500 mil soldados Polacos foram feitos prisioneiros. O ataque foi seguido de uma ocupação Soviética e por deportações.

Massacre de Prisioneiros Britânicos Pelos Japoneses Foi Encoberto – O massacre de centenas de prisioneiros de guerra Britânicos por marinheiros Japoneses, durante a Segunda Guerra Mundial, foi encoberto pelo Governo. Um total de 548 prisioneiros Britânicos (e também Holandeses) foi autenticamente fuzilado quando o navio Japonês que os transportava foi afundado por um torpedo Americano no Mar das Flores na Indonésia em Novembro de 1943.
Aqui Lew Rockwell entrevista Ron Paul – o candidato mais marginalizado nas eleições à presidência dos EUA.

Podemos ver aqui uma escolha de John V. Denson sobre um livro adaptado ao cinema e que ele considera ser o melhor exemplo de uma obra “anti-guerra”. E já que falamos de livros, aqui estão, para o TimesOnline, a lista dos 10 livros "que temos que ler antes de morrer".

Bom fim-de-semana!


A Guerra Não Pára


Sabemos já que as missões no Afganistão e no Iraque por parte da administração Bush não estão a correr como previsto. Mesmo assim, há que pense que eles não vão ficar por aí e que o Paquistão possa ser a terceira frente.

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Livros, Revistas e Vídeos


A mais recente edição da Barnes Review é inteiramente dedicada a um dos mais importantes livros de Aleksandr Solzhenitsyn sobre a Revolução Russa, Os Judeus na União Soviética.

Sobre a crueldade da Administração Bush – podem assistir aqui provavelmente ao livro mais completo e informativo, sobre a aprovação da administração Bush do uso da tortura e de "rendições extraordinárias” de supostos terroristas de países do terceiro mundo, continua a manter-se na listas dos livros mais bem vendidos. Publicado inicialmente em Julho, "The Dark Side: The Inside Story of How the War on Terror Turned into a War on American Ideals", de Jane Mayer e editado pela Doubleday, ainda se encontra na lista do The New York Times dos 10 primeiros livros de não-ficção mais vendidos de 2008.

Llewellyn H. Rockwell, Jr. é fundador do
Ludwig von Mises Institute em Auburn, Alabama, editor do LewRockwell.com e autor do Speaking of Liberty e aqui fala-nos da autêntica calamidade que constitui a administração Bush e o seu conservadorismo.

Os Verdadeiros Senhores da Droga - Notas Sobre o Envolvimento da CIA no Comércio de Estupefacientes



De uma forma resumida – e até simplista – é apresentada uma breve história do envolvimento da CIA no negócio da droga. Pode continuar a ler sobre este assunto aqui ou aqui.