Se juntarmos esta situação à de Toben (podem ler algumas opiniões sobre esta prisão aqui ou aqui), começamos a perceber que estamos cada vez mais próximos da criação de “campos de concentração para dissidentes”.
Mais, se lerem com atenção esta notícia, irão verificar que a 1ª Brigada de Combate, pertencente à 3ª Divisão de Infantaria do Exército, que passou a maior parte dos últimos quarto anos no Iraque, foi designada para “trabalho em casa”, isto é, “ajudar a combater alterações da ordem pública e controlo de multidões”.
Ou seja, estamos perante a criação de legislações controladoras e absolutamente opressivas e limitadoras, que violam claramente a liberdade de expressão - e não falamos apenas dos revisionistas.
Juntam-se agora, de forma cada vez menos camuflada, outras formas mais “pesadas” e que nos alertam para um futuro cada vez mais negro.
Dirigentes do Terceiro Reich tinham planos para fundar na Amazónia uma colónia baseada nos ideais nazis de Adolf Hitler, povoando a região com arianos puros, segundo afirma o historiador alemão Jens Glüssing no seu livro “The Guayana-Projekt. A German Adventure on the Amazon”.
Glüssing baseia-se, essencialmente, na descoberta do túmulo de Joseph Greiner, funcionário nazi ligado ao antigo Centro Alemão de Pesquisas, morto em 1936, na região Amazónia, vítima de febre amarela. [leia a notícia na íntegra]
O antigo presidente Iraquiano, Saddam Hussein, foi assassinado em Bagdad tal como a liderança política alemã o foi no ano de 1946, em Nuremberga. Em Bagdad, os criminosos triunfaram sobre as suas vítimas mais uma vez. A liderança alemã foi enforcada em Nuremberga por, supostamente, ter começado uma guerra de agressão (contra a Polónia). Entre os juízes que pronunciaram a pena de morte aos Alemães derrotados estavam representantes da União Soviética, dos EUA, da Grã-Bretanha e da França. A União Soviética atacou a Polónia, em 1939, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. Os EUA tinham lançado duas bombas atómicas para forçar a rendição imediata do Japão, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. A Grã-Bretanha, naquele tempo, oprimiu metade do globo como poder imperial, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. E França desenvolveu guerras contra os nativos das suas colónias.
As relações entre Rússia e Alemanha nunca mais voltaram a ser boas desde as mais recentes acções nacionalistas de Vladimir Putin neste Verão, mas estão prestes a ficar ainda pior.
Um novo filme prestes a estrear na Alemanha forçará ambos os países a um reexaminar desta parte da sua história recente que, provavelmente, ambos prefeririam esquecer. No entanto, o mais correcto é que a horrível verdade possa, finalmente, ser reconhecida.
O filme, A Woman In Berlin [Uma Mulher Em Berlim], é baseado no diário da jornalista Alemã Marta Hillers e retrata o horror da captura pelo Exército Vermelho da capital do Terceiro Reich, em Abril e Maio de 1945.
Marta foi uma dos dois milhões de mulheres Alemãs que foram violadas pelo Exército Vermelho – no seu caso, tal como o de muitas outras – mais do que uma vez. [leia a notícia na íntegra]
Um novo site para compras on-line - http://www.ihrstore.com/ – irá tornar mais fácil a compra de livros, dvd’s e outro material do IHR. O novo site, com um formato mais atraente e melhor organizado, oferece uma grande selecção de informação. Este novo local – que emprega uma equipa mais capaz e mais produtiva, com mudanças na gestão e nas operações quotidianas - é uma de várias inovações pelas quais passará a IHR e que a tornará, certamente, mais eficiente.
Eles querem mesmo controlar tudo e todos. Eles querem mesmo silenciar e acusar tudo e todos os que possam, no seu entender, estar a “ofendê-los”. Eles disparam em todas as direcções, colando o rótulo do “anti-semitismo” nas costas de quem se atreve a enfrentá-los.
Eles, os eternos perseguidos, pretendem mostrar-se sempre atentos. Como podem ver aqui e aqui.
Mas será que eles têm sempre razão?
E porque será que esta ou esta notícia nunca irão ter o mesmo tratamento ou o mesmo protagonismo do que as supostas acções “anti-semitas”?...
Através daqui, "roubei" este vídeo que demonstra bem a confiança que podemos ter nos nossos (des)governantes quando alguém tem coragem de dizer algo mais "politicamente incorrecto"...
O anti-racismo domina hoje o Ocidente. Mas... todo o racismo?
Não necessariamente...
O racismo de brancos contra não brancos, sim, esse é punido. E um branco que apareça em público a dizer que as raças são diferentes entre si e que o «outro» será sempre visto como estranho, ameaçador e distante, um branco que se atreva a dizer isto alto e bom som, apanha, na melhor das hipóteses, com o rótulo de «racista!!!» e passa a ser marginalizado e hostilizado pelas elites reinantes.
Claro que se a mesma afirmação for proferida por um negro, aí já os donos da verdade e da boa moral já não se preocupam e, se for preciso, ignoram que tal coisa tenha sido dita, mesmo que negro em questão seja um candidato a líder da maior potência do globo, como podem ver a seguir:
Há muito tempo esgotado, The Mystery of Banking [O Mistério do Negócio Bancário] é talvez o trabalho menos apreciado de Murray Rothbard. Isso é uma pena porque é um modelo de como aplicar a sua teoria económica, imparcial e objectivamente, das origens ao desenvolvimento das instituições do mundo real e avaliar as suas consequências. É a "economia institucional" no seu melhor estilo. Neste livro, a instituição sob escrutínio é o negócio bancário central historicamente entrelaçado no Sistema Federal de Reserva – o banco central dos Estados Unidos. Pode ler mais sobre este livro aqui.
A Noontide Press fez uma remodelação no seu site e tornou-se mais fácil a encomenda on-line de livros, discos e outro material. A Noontide Press oferece uma grande selecção de temas "politicamente incorrectos" e até mesmo provocadores, onde se incluem livros, discos e cassetes do Institute for Historical Review, um centro amplamente reconhecido na investigação e publicação revisionista, assim como livros e panfletos de Ralph Myles, um já conhecido editor e defensor da liberdade de expressão e informação.
O Priorado do Cifrão - Em Londres, na sala do Museu Britânico onde está exposto o Estandarte de Ur, foi encontrado morto Sir Alastair Hopkins-Smith, um conhecido académico inglês. O corpo estava numa estranha posição, com o polegar da mão direita metido na boca, como se estivesse a chuchar no dedo.Paralelamente, há outras ocorrências: o desaparecimento misterioso, na Áustria, de outro académico, o Prof. Heinrich Loewe; e a morte, num acidente de viação suspeito, de um escritor português, Alfredo Estria, um velhote excêntrico que escreve e publica obras de cunho esotérico.
Há algo de comum nos três homens: todos eles se preparavam para atacar violentamente um livro que acaba de ser lançado nos Estados Unidos e promete ser um êxito mundial, o romance The Caravaggio Papers, de Ben Browning, que, através de um suspense bem urdido, passa a mensagem de que, na sua origem, a doutrina cristã era de tipo orgiástico…
The Caravaggio Papers foi publicado por um grande grupo editorial de origem americana, a Thoth International, que detém uma editora portuguesa, a Codex 3, onde trabalha Miguel, o jovem protagonista deste romance.
E mais não se pode dizer… Quem leu estas linhas já certamente percebeu que O Priorado do Cifrão é uma (excelente) charge a realidades que todos nós conhecemos e que têm hoje em Portugal uma inesperada actualidade.Ridendo castigat mores – terá dito para si próprio João Aguiar, que certamente se divertiu a escrever este livro tanto como todos nós nos divertimos ao lê-lo.
"Ele era uma pessoa notável" e deveríamos "render-lhe a nossa homenagem”. Foi assim que o Chanceler Social Democrata Alfred Gusenbauer descreveu Joerg Haider na cerimónia fúnebre de Haider, em Klagenfurt, na Áustria. Enquanto as autoridades locais Austríacas declararam que Haider teria morrido em resultado de estar a conduzir embriagado e em excesso de velocidade, Karlheinz Klement, um antigo membro do ex-partido de Haider, o Partido da Liberdade, afirmou que ele tinha sido assassinado pela Mossad. A tese de conspiração de Klement circula entre os fóruns neonazis e de extrema-direita Austríacos na Internet. [leia a notícia na íntegra]
A mulher que falsificou a sua biografia (que se transformou num ‘best-seller’) em que relatava como tinha sobrevivido ao Holocausto vivendo com os lobos, ganhou uma batalha no tribunal de Massachusetts contra o seu antigo editor. Um juiz decidiu arquivar o processo movido pelo editor Jane Daniel contra Misha Defonseca e os seus escritos fantasmas. Daniel processou Defonseca depois desta ter admitido que tinha inventado a história da sua infância de tortura no seu livro de 1997 "Misha: A Memória dos Anos do Holocausto”. [leia a notícia na íntegra]
Stonehenge foi usado como um cemitério para cremação durante toda a sua história, de acordo com novas provas que estão a dividir os arqueólogos sobre o monumento mais antigo e mais famoso de Inglaterra e sobre se estamos perante algo que celebrava a vida ou a morte. [leia a notícia na íntegra]
Como todos já devem estar fartos de ler, o Revisionismo em Linha procura, desde o seu início, manter-se afastado de todas as guerras polito/partidárias nacional e estrangeiras. Porém, há coisas que são incontornáveis, especialmente quando nos procuram atirar areia para os olhos. E tanta areia já é demais!
Portanto, é uma boa altura para recapitular e tentar descobrir onde estará o tal "erro grosseiro"...
Uma pergunta: será que um certo vereador de Lisboa, capital não de um País, mas de um sítio cada vez mais mal frequentado, também iria retirar um cartaz deste género?...
Um site israelita, o Yalla Kadima, mantido por militantes do partido Kadima, no poder, publicou ontem uma fotomontagem do Papa Bento XVI com uma cruz suástica no peito, o que está a agitar os meios políticos do país. A imagem foi substituída horas depois por outra foto em que Bento XVI surge sorridente a acenar a uma multidão na praça de São Pedro, no Vaticano. Um responsável pela manutenção do site Yalla Kadima adiantou que a troca foi feita a pedido de Tzipi Livni, líder do Kadima e futura primeira-ministra de Israel. [leia a notícia na íntegra]
Podem ler mais sobre este assunto aqui ou aqui. A fotografia da polémica foi publicada aqui.
Imaginemos agora o que aconteceria se "alguma lenda do Holoconto" fosse posta em causa...
Multas, prisão, saneamento, expulsão, consequências "normais" de quem "nega" o evidente. Ofender figuras Católicas não tem qualquer consequência porque eles pedem desculpa e está tudo bem...
Antiga rainha da beleza e senhora da alta sociedade de Sydney, Michele Renouf é a força secreta por detrás da campanha para tentar impedir que o professor Australiano seja tranferido para uma prisão na Alemanha por negar o Holocausto. Gerald Frederick Toben foi detido num avião no Aeroporto de Heathrow, há duas semanas, pela polícia Britânica, para fazer cumprir um mandato das autoridades Alemãs. É acusado de incitar ao racismo e à xenofobia por colocado na Internet pareceres, alegadamente, anti-semitas e revisionistas e por negar que houve assassinato em massa de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial. [leia a notícia na íntegra]
Durante séculos o poder da magia e o encanto dos mitos, das lendas e mistérios das tradições nórdicas despertaram o interesse de magos e dos que procuravam a espiritualidade de todo o mundo. Em MISTÉRIOS NÓRDICOS, Mirella Faur aborda a complexidade cosmológica e mágica do universo escandinavo de forma prática e acessível, trazendo à luz a mais completa e bem documentada obra já publicada sobre o tema em língua portuguesa. O leitor, mesmo sem qualquer conhecimento prévio sobre os assuntos tratados, poderá aprender e aplicar - com consciência e responsabilidade - os "mistérios sussurrados" pelos mestres de outrora, a fim de tornar sua vida mais plena e harmoniosa, em perfeito alinhamento e sintonia com as forças cósmicas e telúricas.
Em 1991, Felícia Cabrita foi pela primeira vez a África. Aterrou em Angola e estava longe de imaginar que grande parte da sua carreira como jornalista iria ser dedicada a desbravar o manto de silêncio que escondia os massacres cometidos nas antigas colónias portuguesas durante o Estado Novo.
O seu relato inicia-se na década de 50, com uma página negra da nossa história: os massacres de Batepá, em São Tomé, onde a realidade ultrapassou em muito a ficção. A jornalista segue o rumo da história para relatar os massacres da UPA, em 1961, sobre os colonos portugueses; passa pela luta na Guiné; descobre os sobreviventes do massacre de Wiriyamu, que rouba a vida a centenas de moçambicanos.
Com a saída dos portugueses, a guerra civil continua a fazer as suas vítimas, Sita Valles é uma delas. Eduardo, de catorze anos, outra, morrendo em 2001, no mato, às mãos dos guerrilheiros da UNITA que se sente cada vez mais encurralada. Porque não há guerras santas, a jornalista traz-nos o lado mais sombrio dos homens. «Tentei perceber as minhas personagens individualmente e, uma vez lançadas no mundo, neste caso a guerra, interpretar o seu desempenho no comportamento colectivo. A história tem ciclos, repete-se sem novidades e o homem, seja qual for o continente, é sempre igual nos vários palcos onde o inferno assenta.»
VENCEDOR DO NATIONAL BOOK AWARD 2007 Best-seller do New York Times, do Los Angeles Times e do Washington Post . Um dos 10 melhores livros do ano para a Time Magazine, para o The Washington Post e para a The Economist. Um dos favoritos do ano para os leitores da Amazon.
Nos últimos 60 anos, a CIA tem conseguido manter uma reputação formidável, apesar da sua terrível folha de serviços, escondendo os erros em arquivos ultra-secretos. A sua missão era conhecer o Mundo. Quando não o conseguiu, resolveu mudá-lo. Os falhanços da Agência deixaram-nos, segundo a expressão do presidente Eisenhower, «um legado de cinzas». Agora, Tim Weiner, vencedor por duas vezes do prémio Pulitzer, oferece-nos a primeira história completa da CIA – onde tudo está registado. História da CIA – Um Legado de Cinzas baseia-se em mais de 50 000 documentos, centenas de entrevistas a veteranos da CIA, incluindo dez directores da Agência. Descreve a história da CIA desde a sua criação após a Segunda Guerra Mundial, as suas batalhas na Guerra-fria e na guerra contra o terrorismo, até ao seu quase colapso após o 11 de Setembro. Por que razão onze presidentes e três gerações de agentes da CIA não conseguiram compreender o Mundo, porque é que quase todos os directores da CIA deixaram a agência ainda pior do que estava, e por que razão estes falhanços puseram profundamente em risco a segurança nacional dos EUA e do Mundo. Estas são algumas das questões a que esta obra, há muito esperada veio dar resposta. Um livro que foi esplendidamente recebido pela crítica americana e que permanece há vários meses no top de livros mais vendidos do The New York Times.
O Wikileaks disponibilizou um manual com 219 páginas utilizado pelo militares dos EUA para assunto relacionados com informação e contra-informação, guerrilha e contra-guerrilha e acções de subversão. O manual, Foreign Internal Defense Tactics Techniques and Procedures for Special Forces (1994, 2004) [Técnicas e Tácticas de Defesa Internas Utilizadas no Estrangeiro e Procedimentos para Forças Especiais (1994, 2004)] e pode ser, de forma crítica, descrito como "aquilo que nós aprendemos sobre esquadrões da morte e sobre a sustentação de governos corruptos na América Latina e como aplicá-los noutros lugares”. O seu conteúdo diz respeito ao caminho a dar para a América Latina e o papel das Forças Especiais dos EUA na supressão das acções de subversão, incluindo no Iraque e no Afeganistão.
O manual agora disponível, que foi verificado com fontes militares, é a doutrina oficial das Forças Especiais dos EUA Defesa Interna a aplicar no Estrangeiro ou FID.
Leia mais sobre este assunto aqui e pode fazer o download do manual aqui.
Mas que magnífico golpe para a verdade, para a justiça e para a humanidade foi agora dado pela Assembleia Nacional Francesa. Na semana passada votou favoravelmente uma decisão que passa a considerar crime a negação do genocídio Turco contra os Arménios durante a Primeira Guerra Mundial. ‘Bravo’! ‘Chapeau bas’! ‘Vive la France’!
Mas que seja apenas o princípio para um novo capítulo da história da Europa. Que o parlamento Britânico agora faça passar a crime quem negar que os Russos assassinaram oficiais Polacos em Katyn, em 1940. Que o parlamento Turco faça passar a crime quem negar que a França usou a tortura contra os rebeldes na Argélia. Que o parlamento Alemão faça passar a crime quem negar a existência dos gulags Soviéticos. Que o parlamento Irlandês criminalize quem negar os horrores da Inquisição Espanhola. Que o parlamento Espanhol decida dar, no mínimo, 10 anos de prisão para qualquer um que reivindique que os Sérvios não tentaram o genocídio contra os Albaneses no Kosovo. E o parlamento Europeu deve, imediatamente, criar uma lei que descreva como genocídio o tratamento que os colonos Americanos deram aos Nativos.
É pena que na União Europeia, não possamos impor a sentença de morte para estes crimes de pensamento horrendos. Continue a ler sobre este assunto aqui.
Num esforço ajudar os Estados Unidos contra a al-Qaida depois do ataque de 9/11, o Irão reuniu centenas de Árabes que tinham cruzado a fronteira vindos do Afeganistão, expulsou muitos deles e fez cópias de cerca de 300 dos seus passaporte, referiu um antigo funcionário da administração Bush. As cópias foram enviadas a Kofi Annan, o secretário-geral das Nações Unidas, que os passou para os Estados Unidos, enquanto foi dada pelo Irão a possibilidade de funcionários americanos de interrogarem alguns detidos, referiu Hillary Mann Leverett numa entrevista à Associated Press. [leia a notícia na íntegra]
O Vaticano publicou um artigo na terça-feira passada em que defende o Papa da era Nazi Pio XII, como resposta a um proeminente rabino que fez um apelo aos bispos católicos mostrando a oposição dos Judeus à sua beatificação. "Opomo-nos o beatificação de Pio XII. Nós não podemos esquecer-nos do seu silêncio durante o Holocausto," referiu Shear-Yashuv Cohen, o principal rabino de Haifa, num comentário publicado no diário La Stampa. [leia a notícia na íntegra]
Madre Teresa e Al Gore podem ser considerados activistas da paz para algumas pessoas. Os Prémios Nobel da Paz que ganharam, no entanto, violam os termos da vontade do seu inventor Sueco Alfred Nobel, referiu um advogado que escreveu um livro sobre o assunto.
(…) Apenas 45 por cento dos Prémios Nobel da Paz atribuídos desde a Segunda Guerra Mundial estão na linha e nos termos da vondade de Nobel, isto de acordo com o advogado Norueguês Fredrik Heffermehl, autor do livro "Nobels vilje" ("A Vontade de Nobel"). [leia a notícia na íntegra]
O actor britânico Leslie Howard, conhecido pelos seus papéis em filmes como "...E o vento levou" e "Pigmaleão", também teve um papel na história europeia pelas suas contribuições como agente do Governo do Reino Unido durante a Segunda Guerra Mundial, segundo revelações num livro sobre o artista.
A informação aparece no livro "O Vôo de Ibis", do espanhol José Rey-Ximena, que mistura a biografia do autor, que também trabalhou em filmes como "Intermezzo", com a pesquisa feita pelo autor ao longo de mais de duas décadas.
Nascido no Reino Unido, Howard passou a infância em Viena, falava alemão e tinha consciência do perigo representado pela ascensão de Adolf Hitler ao poder na Alemanha. Por esse motivo, participou activamente da resistência britânica, fazendo filmes e incentivando os cidadãos a enfrentarem a invasão alemã numa guerra que, em vários momentos, parecia perdida para os seu país.
O actor morreu a 1 de Junho de 1943 quando o avião que o levava da Espanha para o Reino Unido, o Ibis, foi derrubado por caças nazis. Leia mais sobre este assunto aqui ou aqui.
A Hipocrisia Ocidental Sobre o Holocausto - (...) Está na altura da sociedade Ocidental perceber a dupla hipocrisia que é aplicada quando é analisada a história do Holocausto Judeu. Pregamos pelo mundo o ideal da "liberdade de expressão para ideias impopulares”. Mas, no entanto, destruímos e transgredimos este valor quando se trata da falsa religião do Holocausto Judeu. Por todo o mundo Ocidental, as pessoas estão a ser processadas e perseguidas por rejeitarem esta doutrina do Holocausto. O corajoso académico revisionista Frederick Toben é a última vítima desta hipocrisia. [leia a notícia na íntegra]
Eles Não Desistem de o Levar a Tribunal... - Toben O juiz Alemão que quer levar Fredrik Toben a julgamento por negar o Holocausto advertiu que está determinado em ver aquele antigo professor enfrentar a justiça. Andreas Grossmann acrescentou que espera que o Dr. Toben seja no início do próximo ano. Grossmann também advertiu que o Dr. Toben enfrenta até cinco anos de cadeia e, embora a maioria de prisioneiros da Alemanha apenas cumpram de um terceiro a uma metade das suas sentenças, a teimosa recusa dos revisionistas do Holocausto em retratarem os seus pareceres, normalmente não conseguem ganhar a liberdade condicional. [leia a notícia na íntegra]
Podem ler aqui um apontamento de Mark Weber sobre a "negação do Holocausto".
Um membro fundador das Brigadas Vermelhas (1970), movimento terrorista de extrema-esquerda, e que se tornou, entretanto, neo-nazi, foi a tribunal esta quarta-feira, na Alemanha, acusado de publicar documentos na Internet que negavam o Holocausto. Horst Mahler é acusado de colocar, com regularidade, documentos online, entre 2001 e 2004. Negar o Holocausto Nazi é considerado crime na Alemanha. Mahler arrisca-se a uma pena que pode ir até 5 anos de prisão. Leia a notícia na íntegra aqui.
Esta notícia e o vídeo que se segue (sobre Mel Gibson) são dois exemplos daquilo que quase diáriamente dizemos aqui: existe uma falsa liberdade de expressão! Existe uma falsa tolerância! Existe uma perseguição a todos os que questionam certos lobbys e certas "verdades absolutas"!
O Donahue Show recebeu Bradley Smith e David Cole, em 1994, e procurou massacrá-los com todo o tipo de questões. Mas nunca se mostrou interessado em conhecer os verdadeiros factos e argumentos revisionistas: procurou gozar e ridicularizar vários pontos defendidos por eles, mas sem qualquer sucesso. A histeria passou depois para o público. David Cole, infelizmente, abandonou o debate - não é explicado porquê - o que até motivou uma salva de palmas (deveriam estar preocupados porque dificilmente derrotariam a sua forma frontal e determinada em explicar os factos; no público, uma senhora (no terceiro vídeo) gritava que era verdade que os Alemães tinham feito sabão e candeeiros com os corpos de Judeus (o Dr. Michael Shermer, professor de História, apressou-se a dizer que, actualmente, isso já se tinha confirmado ter sido um "engano" - e que não tinha sido uma "mentira")...
No quarto vídeo, Phil Donahue, que nunca se colocou de parte da questão, acusando os revisionistas de estarem a querer confundir as pessoas, ofendendo os sobreviventes, afirma que a "testemunha" ali presente é "a prova da existência do Holocausto e das câmaras de gás". Termina o debate reafirmando o mesmo, dando relevo e importância apenas aos testemunhos. Portanto, não adinata dizer a importância e a necessidade de analisar - com especialistas forenses - os locais da suposta "matança". Para pessoas como Donahue basta o "testemunho"...
O Revisionismo em Linha decidiu colocar estes vídeos apenas para demonstrar a dificuldade que os revisionistas têm em passar a sua mensagem para o público. Mesmo estando cercado por um público extremamente hostil e por um anfitrião muito deselegante, Smith manteve sempre a calma e procurou explicar, sempre que lhe foi possível, o que, realmente se passou.
Aqui podemos ver Bradley Smith a examinar e a criticar o lobby de Israel e o papel determinante que o Holocausto teve para a política Americana no Médio Oriente.
The blood of Dresden - O autor Kurt Vonnegut foi um prisioneiro de guerra em Dresden durante os bombardeamentos dos Aliados e, mais tarde, foi forçado a abrir campas para enterrar os mortos daquela cidade em ruínas. Através dos documentos descobertos após a sua morte, no ano passado, ele fornece-nos um testemunho que relata aquela ‘brutalidade obscena’ que inspirou o seu romance Slaughterhouse-Five. podem ler mais aqui e encomendar os livros de Kurt Vonnegut aqui e aqui.
MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE:
Os militares dos EUA ensaiam um golpe de Estado.
Bush é deposto depois de ordenar o ataque ao Irão; a segunda revolução Americana está agora a caminho!
Escritor/Locutor radiofónico anti-sionista nomeado Presidente interino!
Imaginem se estes títulos de jornais fossem verdadeiros. Seguramente, já pensou o que VOCÊ poderia fazer se VOCÊ fosse alguma vez eleito presidente. Durante 25 anos Michael Collins Piper tem escrito e realizado debates sobre os problemas da América e do mundo. Agora, neste que é o seu primeiro trabalho de ficção, Piper descreve as circunstâncias em como se tornou Presidente em 2008 e o que aconteceria como consequência disso. O livro chama-se MY FIRST DAYS IN THE WHITE HOUSE: An Unabashed, No-Holds-Barred Memoir of the Second American Revolution and its Aftermath e pode ser encomendado aqui.
El HOLOCAUSTO BAJO LA LUPA, de Jürgen Graf - A Libreria Europa apresenta-nos uma compilação dos argumentos revisionistas até 1992, de Jürgen Graf. O livro trás, igualmente, uma exposição integral do tema “testemunhos oculares vs. Leis da natureza” e pode ser encomendado aqui.
E para os que nos criticam por só quase apresentarmos livros estrangeiros, aqui vão também duas sugestões nacionais:
Para Além de Capricórnio - A Austrália descoberta pelos Portugueses. Num recôndito espaço de um antigo rancho em Los Angeles, hoje a Huntington Library, existe uma colecção de quinze mapas, conhecidos como Atlas Vallard, que representam o mundo conhecido até 1545. Em dois desses mapas estão marcados vários pontos geográficos da costa australiana em português.Em Para Além de Capricórnio, Peter Trickett desafia as convictas certezas que atribuem a descoberta da Austrália e Nova Zelândia aos holandeses, a que se teria seguido o britânico James Cook. Podem encomendar o livro aqui.
Cristóvão Colombo: O último dos Templários, de Ruggero Marino - Quem era Cristóvão Colombo? Um marinheiro galardoado acima dos seus méritos? Ou algo mais, muito mais? Porque assinava Christo Ferens, aquele que leva a Cristo? Com base numa nova interpretação de antigos mapas e documentos, o autor revisita a história do «navegador dos dois mundos» e da «descoberta» da América. Aquilo que se afirma neste livro nunca foi dito em cinco séculos de públicações colombianas: cabala secular, um policial histórico-político-teológico, com pano de fundo aquímico-esitérico, parentescos surpreendentes, heranças templárias e cavaleirescas. Podem encomendar o livro aqui.
Um parlamentar Britânico afirmou que Gerald Toben, o Australiano que "nega o Holocausto" e que foi detido e mantido preso em Londres, desde a semana passada a pedido das autoridades Alemãs, por publicar "material anti-Semita e/ou revisionista", não deveria ser extraditado para a Alemanha (...)
Falando para um programa da BBC, o porta-voz do partido Democrata Liberal, Chris Huhne, afirmou que a negação do Holocausto não é crime no Reino Unido e que os tribunais Britânicos deveriam recusar actuar perante um mandato de detenção de um membro da União Europeia, neste caso a Alemanha, para a extradição de Toben para aquele país. [leia a notícia na íntegra].
A Libreria Europa vai promover uma conferência, no dia 11 deste mês, onde terão oportunidade de ver e ouvir um "verdadeiro sobrevivente e um verdadeiro testemunho" da Segunda Guerra Mundial. [na fotografia colocada não é bem visível o texto, por isso aconselha-se a visualização do mesmo no site atrás referido]
Depois de ler esta notícia, resolvi voltar a lembrar-vos que o Revisionismo em Linha não é um blogue apenas e só para assuntos da Segunda Guerra Mundial. Como já devem ter reparado existe uma enorme quantidade de assuntos, especialmente os que são mais "politicamente incorrectos", que gostamos aqui de abordar.
Vamos recuar uns anos e recordar um certo tsunami que, pouco tempo depois, deixou de ser notícia.
O tsunami devastador criado a 26 de Dezembro de 2004 por uma magnitude de 9,0 e que matou mais de 300.000 pessoas nas margens do Oceano Índico apanhou o mundo desprevenido. Foi o maior terramoto desde o de magnitude de 9,2 de Sexta-Feira Santa no Alasca, em 1964, e foi o quarto maior desde 1900.
[Porém] Para alguns, o dedo da culpa não pode ser apontado apenas à natureza, mas para os testes militares secretos do exército nas águas do Oceano Índico. A revista semanal Egipcia Al-Osboa defende que o terramoto que desencadeou o tsunami "talvez" tenha sido causado por uma experiência nuclear da Índia em que "Israelitas e peritos nucleares Americanos participaram". [leia a notícia na íntegra]
O blogue do Diogo foi palco de uma magnífica "conversa" (entretanto já retirada) sobre a figura de Aristides de Sousa Mendes. A tolerância e a liberdade de expressão e informação de algumas pessoas tocou no seu ponto mais alto quando o próprio Diogo foi ameaçado e obrigado a retirar partes do texto de uma tal Cristina Garin por, supostamente, estar a violar os seus direitos de autor. Chamou-o de "cobarde, usurpador e deturpador" (????!!!!!!) por ele, depois de ter sido inicialmente criticado e saneado do blogue, se ter registado com outro nickname...
Se tiverem oportunidade de ler o que se tem passado, realmente, nesta "conversa", irão verificar o descaramento desta senhora Cristina Garin que, na falta de argumentos, lá vem com as ameaças "legais".
Isto não vos faz lembrar nada? Pois... Temos aqui uma autêntica e legítima representante da "ADL Portuguesa"!
PS: A pedido do Diogo, eu retirei as passagens com o comentário da dita senhora. Mas não nos podemos esquecer de uma coisa: eles podem multar-nos, podem encarcerar-nos, podem agredir-nos, mas a verdade virá sempre ao de cima!
A revista Sábado desta semana trás uma reportagem sobre a Dra. Siddiqui que, de acordo com algumas organizações de direitos humanos, transformou-se no "Prisioneiro 650" e que, durante 5 anos, terá sofrido inúmeras violações, torturas com água ('water boarding' - simulação de afogamento), entre outras formas "tolerantes" de interrogatório democrático...
E já que estamos a falar de tortura para fins preventivos, que dizer sobre esta notícia?...
"The hangings are carried out regularly – from a wooden gallows in a small, cramped cell – in Saddam Hussein's old intelligence headquarters at Kazimiyah. There is no public record of these killings in what is now called Baghdad's "high-security detention facility" but most of the victims – there have been hundreds since America introduced "democracy" to Iraq – are said to be insurgents, given the same summary justice they mete out to their own captives."
Um vídeo único com uma reportagem feita pela Telling Films à entrada do Tribunal de Horseferry Road, em Londres - e que inclui entrevistas com o representante legal do Dr. Töben, Kevin Lowry-Mullins e ainda com David Irving e Lady Renouf.
O Prémio Nobel da Paz e sobrevivente do Holocausto Elie Wiesel fez um pedido à Organização das Nações Unidas para que esta tomasse uma medida de posição contra o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad por considerar que este incitou ao genocídio, em vez de permitir que ele falasse na Assembleia Geral daquela organização.
Wiesel falou para milhares de pessoas numa autêntica campanha para aconselhar os chefes de estado a fazerem de tudo para impedirem o Irão de obter armas nucleares – algo que Teerão nega estar a fazer, mas que o poderes Ocidentais suspeitam ser o verdadeiro objectivo do seu programa nuclear. O vencedor do prémio Nobel da Paz acrescentou que Ahmadinejad, que terá afirmado que Israel deveria ser limpo do mapa, deveria ser acusado de fazer "propaganda a políticas de genocídio”. [leia a notícia na íntegra] Apesar de "santificado" pela religião do Holocausto, Elie Wiesel nunca deixou de ser um dos testemunhos mais contraditórios de sempre.
Quanto ao facto daquilo que, realmente, o Presidente Iraniano Mahmoud Ahmadinejad anda a dizer pelo mundo, recordemos o que aqui referimos. Sem pretender fazer de advogado de quem quer que seja, facilmente se percebe que, quando convém, é muito fácil arranjar um “bicho papão” que sirva depois para desculpa do que vem a seguir. O pior é que com tantos “bichos” desses e com tantos “a seguir”, seguiram-se guerras destrutivas que pouco ou nada nos beneficiaram. Talvez possamos mesmo dizer que apenas nos prejudicaram.
Os principais órgãos de comunicação social, normal e regularmente, cobrem as acções terroristas, mas raramente mostram como o medo dos ataques é usado para manipular a opinião pública e as decisões políticas. Este é, no fundo, o fio condutor e comum de muitas das histórias que foram ignoradas e que não foram relatadas o ano passado, de acordo com uma análise do Project Censored [Projecto Censurado]. Leia as 10 grandes notícias que os médias ignoraram aqui.
A prisão de Frederick Toben pode ter implicações para a liberdade de expressão no Reino Unido, afirma Padraig ReidyNa quarta-feira, Frederick Toben, um “negacionista” do Holocausto já anteriormente condenado, foi retirado de um avião no Aeroporto de Heathrow por elementos da Polícia Metropolitana. Ele estava a caminho do Dubai. A Polícia estavam a executar um Mandato de Prisão Europeu pedido pelas autoridades Alemãs e que acusavam Toben de ‘difundir material anti-Semita e de natureza revisionista’, ‘menosprezando os assassínios em massa de Judeus, planeados e implementados pelos reguladores nacional socialistas’.
Esta acção está relacionada com a Secção 130 Código Criminal Alemão, a qual abrange crimes que ainda não estão tipificados no Reino Unido. Quando, em 2007, a União Europeia adoptou uma directiva que transformava ‘em crime público, a negação ou a banalização de crimes de genocídio’, o Reino Unido (juntamente com a Irlanda e a Suécia) escolheu, porque estava no seu direito, não criar nenhum estatuto especial para essa situação. Por isso, se a negação do Holocausto, ou a sua ‘banalização’, não é crime no Reino Unido, por que foi Toben preso pela Polícia daquele país? Continue a ler aqui.
Se a quinta-feira foi dedicada aos livros, a sexta-feira será dedicada aos filmes (a notícia da prisão de Toben constituiu a excepção).
Se este blogue fosse mais de discussão política, é evidente que a prisão daquele revisionista não seria a única excepção aos filmes. Portugal, a partir de hoje, tornou-se no País em que a libertação de pedófilos, assassinos, ladrões e violadores, entre outros, deixou, definitivamente, de constituir surpresa. O que é surpreendente, por outro lado, é a perseguição e prisão descarada de nacionalistas. Sejam as suas sedes, sejam as suas festas e comemorações, sejam os seus membros, verificamos que tudo o que seja associado ao "nacionalismo" tem que levar com o selo de um "politicamente correcto", de uma pseudo-tolerância e liberdade de expressão que, afinal, nunca existe para eles... mas que existe para todos os outros! Todos podem ter orgulho nas suas raízes, nas suas tradições, na sua cultura... menos os brancos! Ser branco e ser orgulhoso passou a ser sinónimo de "racismo e xenofobia"!
Mas este não é um blogue político. Este é um blogue revisionista...
No entanto, estranho nunca ter visto nenhuma das pessoas que se sentou no Tribunal de Monsanto na Quinta da Fonte, ou em qualquer outro bairro semelhante... Estranho nunca ter visto nenhum deles no arrastão de Carcavelos ou nos assaltos a gasolineiras e dependências bancárias... Estranho nunca ter visto nenhum deles associado a grupos pedófilos... Ou à especulação imobiliária... Ou à "crise" das gasolineiras... Estranho... Estranho... Estranho...
Considero-me um "revisionista" e não um "analista político". Talvez venha daí a minha incompreensão e a minha estranheza...
... claro que convinha explicar que o que ele "nega" são as proporções do "holocausto" e aquilo que certos grupos e lobbys lucraram com o sofrimento de outros. O que ele "nega" é aquilo que se entende, actualmente, por "holocausto". Não que ele não aconteceu! Mas sim o seu significado!
Pode acompanhar mais esta notícia aqui, aqui ou aqui.
O Grande Livro das Religiões descreve as principais religiões de todo o mundo, desde o Cristianismo, o Judaísmo e o Hinduísmo às várias religiões da China, passando pelo Budismo, o Siquismo e o Islamismo. Contém, ainda, capítulos dedicados às religiões das antigas civilizações egípcia, grega e romana, às crenças tradicionais dos Aborígenes da Austrália e dos Índios da América do Norte, e às novas religiões, como o Rastafarianismo e o movimento New Age.
No capítulo “A Diáspora”, na página 91, na legenda desta fotografia., pode-se ler:
“Judeus a serem levados do gueto de Varsóvia em 1943 por soldados alemães das SS. Estima-se que 1,2 milhões de Judeus tenham sido mortos no Holocausto.”
“1,2 DE JUDEUS MORTOS NO HOLOCAUSTO”?! MAS NÃO TINHAM SIDO 6 MILHÕES????
O Revisionismo em Linha aconselha um forte protesto contra a Editora Asa e para todas as livrarias que vendam tamanha mostra de negação de um facto histórico tão comprovado… Negar os “6 milhões” é negar o Holocausto! Portanto… Punição para a Asa!!!!
PS.: Apesar de hoje apenas querer colocar conselhos literários, li com muita preocupação esta notícia que nos deixa a todos os que se interessam pela verdade histórica cada vez mais alarmados! Lendo o que encontrei neste livro sobre as religiões e mais tudo o resto que já tive oportunidade de ler e de investigar, resta-me fazer esta pergunta: TOBEN É PRESO PORQUÊ?!!! Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.
Tal como referimos, as quintas-feiras são destinadas aos livros...
O livro The Army of the Republic, de Stuart Archer Cohen, é um de mais fascinantes romances do ano. Cohen elabora um argumento claustrofóbico e opressivo passado num futuro próximo e que tem tanto de assustador como de corajoso, face ao clima político actual. Depois das detenções na Convenção Nacional Republicana deste ano, da privatização dos programas de governo e a perda de muitos do nossos direitos civis mais básicos, este livro começa a parecer menos como o "futuro próximo" da América e mais como o "amanhã".
Já tinhamos falado dele aqui, mas resolvemos voltar a fazer referência. O Holocausto em Angola parece-nos ser, no mínimo, um livro corajoso e não apenas um livro com um título sensacionalista.
Aqui - o post tem o nome de "a teia de aranha da divida pública (II)" - podem encontrar a lista resumida de Judeus em cargos de topo que controlam a FED e o Sistema Bancário; por conseguinte a economia e a política norte americana – e por arrastamento praticamente toda a economia global.
Numa comunidade que tem cerca de 2 por cento da população dos Estados Unidos, haver tão grande quantidade de representantes de uma casta que se assume como religiosa não poderá espantar ninguém (!?) - o que nos deve espantar é não haver nenhum algarvio de origem moçárabe em quaisquer destes cargos fulcrais para a dominação do mundo.