terça-feira, 23 de dezembro de 2008

Mais Uma... Especialmente Para Aqueles Que Afirmam Que Não Podemos Reescrever a História


O seu afundamento causou a morte de 1200 pessoas e originou uma tal revolta que os EUA entraram na Primeira Guerra Mundial.
No entanto, mergulhadores revelaram agora um segredo tenebroso sobre a verdadeira carga que o Lusitania transportava naquela que foi a sua última viagem em Maio de 1915: foram encontradas munições que confirmam que os Alemães, afinal, sempre tiveram razão!
Leia aqui a notícia na íntegra.

Reescrever a História? Ou apurar a verdade?


E querem mais exemplos de que o Revisionismo não se limita a discutir a Segunda Guerra Mundial?

Mortes estranhas...

Atentados terroristas "esquisitos"...

A luta contra o terror...

Obama vai ser "diferente"...

Um peso e duas medidas...

E mais exemplos não faltariam.

Independentemente de se focar noutros parâmetros para além da Segunda Guerra Mundial, o Revisionismo Histórico tem, naturalmente, esse grande pilar que é o Revisionismo do Holocausto.

Já em 1976...

Nesta entrevista de 1976, O Xá do Irão, Mohammed Reza Pahlevi, fala com Mike Wallace sobre o poder do "lobby Judeu" nos EUA. Esse lobby "é muito forte", diz ele, e "controla muitas coisas, inclusivamente jornais, revistas, bancos, finanças". E também concorda com o facto da "comunidade Judaica nos EUA fazer reflectir nos média a sua visão no que diz respeito à política internacional".

domingo, 21 de dezembro de 2008

Algumas Notícias Soltas


E se Hitler tivesse ganho a guerra?

A Alemanha desculpou-se ao mundo pelas atrocidades do regime nazi, mas o mundo nunca se desculpou adequadamente pelas atrocidades cometidas contra os Alemães em redor do mundo.

Político Israelita considera que Hitler "foi um génio"!

Quando Israel e os Árabes eram aliados.



PS. Vejam bem a fotografia...

Recente Entrevista de David Irving

Nesta entrevista, o historiador Britânico David Irving fala sobre a sua controversa personalidade, as origens do seu fascínio por Hitler, a sua prisão na Áustria em 2005, a sua visão sobre o Holocausto, entre outros assuntos.




sexta-feira, 19 de dezembro de 2008

Livros e Filmes


War Without End: The Iraq War in Context

Pode encomendar este livro aqui.



Pearl Harbor: The Story of the Secret War







terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Nada de Novo

Parece que "a Oeste continua a não haver nada de novo"...

Os pesos e as medidas com as diferenças do costume, os "bons" e os "maus" sempre do costume.

Duvidam? Leiam isto. Claro que se compararmos com isto, chegamos à conclusão também do costume: uns podem, outros não. Democraticamente, claro.

Imaginem um mundo com a vitória da Alemanha Nazi. Uns ficariam, outros não, dirão logo alguns. Pouco democrático, certamente. Democrático é isto.

Mudem de assunto porque "está tudo provado e documentado".






Ironias à parte, nem sem porque continuamos. Não estará tudo "provado"?...

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

Roosevelt: Um Grande Traidor?


FDR foi um traidor ao manobrar o Japão para a guerra com os EUA - e isso é um facto sabido e admitido - FDR foi um traidor ao sacrificar vidas Americanas, ao colocar a América em perigo, ao fazer a usurpação do poder Constitucional do Congresso para fazer a guerra. Foi, na realidade, O dia da infâmia; escolheu as suas palavras precisamente com um duplo significado completamente escondido. Quatro dias antes do ataque, FDR poderia ter enviado telegramas de condolência às famílias dos marinheiros que ele iria permitir serem mortos. Mesmo actualmente há um pretexto, baseado numa desculpa aparentemente falsa de segurança nacional, que mostra que o nosso governo não consegue encarar a verdade sobre o que aconteceu há meio século. A verdade que nós devemos aos homens de Pearl Harbour. Leia sobre este assunto, na íntegra, aqui e mais aqui.

domingo, 14 de dezembro de 2008

Thomas Jefferson


Que grande visão, há mais de 200 anos de distância...
Foi há 206 anos? Curioso.
Em 1802 sem computadores, estatísticas e análises de mercado...

'I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.'

«Acredito que as instituições bancárias são mais perigosas para as nossas liberdades do que o levantamento de exércitos. Se o povo Americano alguma vez permitir que bancos privados controlem a emissão da sua moeda, primeiro pela inflação, e depois pela deflação, os bancos e as empresas que crescerão à roda dos bancos despojarão o povo de toda a propriedade até os seus filhos acordarem sem abrigo no continente que os seus pais conquistaram.»

Thomas Jefferson, 1802

Não Abram os Olhos...


Os últimos dois posts do Diogo vêm confirmar ainda mais - e de uma forma excelente - tudo aquilo que temos dito também aqui: por um lado, os ataques a Mumbai têm contornos muito estranhos. Por outro, e quanto à questão do "Holocausto", tal como também refere Tony Judt, "a instrumentalização moderna do Holocausto para obter vantagens políticas é eticamente infame e politicamente perigosa".

Mais, vejam esta e esta notícia.
"Teorias da conspiração"?!! "Anti-semitismo"?!! Por favor...

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

This Is Not America

Quando Há Fumo... (II)

Tal como tínhamos alertado aqui, mais propriamente aqui...


quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

Os Livros da Quinta


Ao escreverem O Segredo dos Templários, obra editada pelas PEA, que só em 2004/2005 vendeu 50 mil exemplares em Portugal, Lynn Picknett e Clive Prince desvendaram conspirações ancestrais que envolviam conhecimentos secretos acerca de Jesus, Maria Madalena e João Baptista, muitas das quais se concentravam nas actividades de certos indivíduos e grupos alegadamente relacionados com o Priorado de Sião. Segundo palavras de Dan Brown, a investigação destes dois escritores constituiu uma das fontes de inspiração para o autor escrever o célebre Código Da Vinci.
Agora, em O Segredo de Sião, os autores analisam mais a fundo esta organização sediada em França, centro de muita controvérsia, da qual se diz ser a protectora de grandes segredos religiosos e históricos.Conheça as novas revelações!
Desde que se conheceram em 1989, Lynn Picknett e Clive Prince colaboraram em várias investigações que resultaram no sucesso editorial: O Segredo dos Templários, entre outros.As suas investigações centram-se nas sociedades secretas, heresias, nas origens do Cristianismo e conspirações.

Aqui pode encontrar o original em Inglês.




Um destacado historiador Americano mostra aqui, de forma brilhante e provocativa, a sua opinião através de ensaios que abordam temas como os crimes de guerra durante a Segunda Guerra Mundial, os horrorosos bombardeamentos Aliados, o Fascismo, os ‘média’ americanos, a aventura de guerra de Estaline, o imperialismo pós-guerra de "defesa" da América e muito mais. Importante para qualquer um que se interesse verdadeiramente pela história do século XX.




Durante a Segunda Guerra Mundial, é-nos dito constantemente que foram mortos seis milhões de Judeus durante o Holocausto. Mas como Don Heddesheimer nos mostra neste importante e cuidadoso trabalho de pesquisa, o famoso número de seis milhões já tinha sido utilizado muitos anos antes. Durante a Primeira Guerra Mundial, e nos anos que se seguiram - especialmente no período 1918-20 - grupos de Judeus fizeram propaganda a esse número, reivindicando que milhões de Judeus tinham perdido a vida na Europa oriental e que muitos mais enfrentavam o mesmo destino.

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Quando Há Fumo...


Como alertamos aqui, há quem suspeite de ter havido um "trabalho de casa" no "massacre de Mumbai". E mais alertas não páram de chegar. E quando há fumo...

Quando li esta notícia, lembrei-me logo dos famosos vídeos do 11 de Setembro que procuram lançar por terra a teoria de que não tinha sido um avião mas sim um míssil a entrar no Pentágono. Olhamos, olhamos, olhamos, mas continuamos a não ver qualquer avião... Mas eles dizem que é um avião... Desta vez, há quem procure mostrar que o Presidente Franklin D. Roosevelt, o General George C. Marshall e o Almirante Harold Stark nada sabiam da possibilidade de um ataque a Pearl Harbour. Mas, mais uma vez, a suspeita mantem-se. E quando há fumo... Aliás, sobre F. Roosevelt, e já que podemos estar a falar de "mentiras", há este artigo de Weber bastante interessante.

Para perceber melhor outros "fumos" que insistem em não se dissipar, o livro "Toda a Verdade Sobre o Clube Bilderberg", de Daniel Estulin, foi, no passado dia 27 de Novembro, publicado pela Europa-América, uma edição actualizada e 90% diferente da edição anterior da Temas & Debates (que inclusivamente não publicou alguns excertos e fotos que mencionavam o caso Casa Pia e políticos portugueses membros da Bilderberg).
Para mais detalhes, vejam aqui.

Estaline Planeava Destruir Moscovo Se os Nazis Avançassem


Estaline planeava fazer explodir mais de 1.200 edifícios, incluindo o Teatro de Bolshoi e Catedral de S. Basílio, se os nazis tomassem Moscovo, revelam documentos recentes. Uma mostra de documentos secretos destinados a comemorar os 90 anos de contra-informação militar mostram aquilo que o alto comando Soviético estava preparado para fazer se a cidade caisse. Os documentos foram obtidos dos arquivos do chamado "Plano de Moscovo", desenvolvido em Outono de 1941, quando as forças Alemãs estavam a 19 milhas da cidade. [leia a notícia na íntegra]

Anonyma - Uma Mulher em Berlim

Já tínhamos falado dele aqui, mas voltamos a insistir. Porque a História são um conjunto de factos e acontecimentos que devem ser analisados e discutidos sem barreiras. Mesmos aqueles que "a história dos vencedores" procurou sempre esconder.
A notícia na íntegra encontra-se aqui.

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Quem Está, Realmente, Por Detrás do Massacre de Mumbai?


Gosto pouco daquela areia irritante que nos costumam lançar para cima entre as novelas e os concursos que inundam os canais televisivos.

Portanto, leiam isto, mais isto e ainda isto.

E depois talvez comecem a perceber porque insistimos noutras leituras que, normalmente, nunca são traduzidas.


Porque "ignorante não é aquele que não sabe. Ignorante é aquele que tem consciência da sua ignorância e nada faz para mudar"...

Este Natal, Não Se Esqueçam Dos Presos Revisionistas!


Um postal custa apenas alguns cêntimos, nem precisam de incluir o vosso remetente, e pode fazer toda a diferença para quem se julga só e isolado:

Germar Rudolf
Schloss 1
D-72108 Rottenburg
Alemanha


Ernst Zündel
J.V.A. Mannheim
Herzogenried Str. 111
D - 68169 Mannheim
F.R.G./BRD
Alemanha


Gerd Honsik
Justizanstalt Wien-Josefstadt
Wickenburggasse 18-22
1082Vienna,
Áustria


Sylvia Stolz
JVA
Oberer Fauler Pelz 1
D- 69117 Heidelberg
Alemanha


Wolfgang Fröhlich
Justizanstalt Wien-Josefstadt
Wickenburggasse 18-22
1082Vienna,
Áustria

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Livros, Vídeos... e Não Só

O Haarentz publicou esta notícia em que se uma notícia em que o Presidente da Assembleia das Nações Unidas, Miguel D'Escoto Brockmann, afirma que as políticas de Israel são semelhantes à época do apartheid na África do Sul. Merecia uma reflecção sobre se este senhor não será uma "anti-semita disfarçado"...

E quando falamos de "anti-semitismo" também podemos falar de quem não apoia iniciativas pedagógicas
como esta. Porque, como se sabe, quem não apoia, está contra nós...

Quanto aos "Livros da Quinta", apresento-vos
a minha descoberta da semana (retirado, com a devida vénia, daqui).

Não resisto a colocar também mais este exemplo de um autor quase desconhecido, mas fantástico:

"SINFONIA Nº2
Anton Mikhailovich escarrou, fez «ah», voltou a escarrar, fez outra vez «ah» e foi-se embora. Tanto pior para ele! Vou antes falar de Ilia Pavlovich.



Ilia Pavlovich nasceu em 1893, em Constantinopla. Pequeno ainda, levaram-no para S. Petersburgo, onde concluiu estudos na escola alemã da rua Kirochnaia. Depois trabalhou numa loja, depois fez outra coisa qualquer, e quando começou a revolução emigrou para o estrangeiro. Olhem, tanto pior para ele! Vou antes falar de Anna Ignatieva.Mas falar de Anna Ignatieva não é assim tão simples. Começa por que não sei nada dela, e depois acabo de cair da cadeira e esqueci tudo quanto tinha para contar. Vou antes falar de mim.


Sou alto, não sou nada parvo, visto com elegância e gosto, não bebo, não vou às corridas mas tenho um fraco por mulheres. E as mulheres não fogem de mim. Gostam mesmo que dê passeios com elas. Serafina Izmailovna convidou-me mais do que uma vez para ir a casa dela, e Zinaida Iakolevna também costumava afirmar que tinha muito prazer em ver-me. Com Marina Petrovna é que se passou uma coisa divertida, que desejo contar. Uma coisa banalíssima mas ainda assim divertida. Marina Petrovna ficou completamente careca por minha causa, careca como um ovo. O facto deu-se desta forma: um dia fui a casa de Marina Petrovna, e ela «zás!», completamente careca. Só isto."



Ao ler
esta notícia descobri que, afinal, pode não ter sido Homero que escreveu “A Odisseia”! O famoso poema épico grego, provavelmente datado do Séc. VIII a.C., foi escrito pela princesa Nausicaa. Para o romancista londrino, Robert Graves, terá sido esta siciliana a autora do livro. A ideia não é nova, e podemos assegurar que se baseia, claramente, nas teses de Samuel Butler. Aqui tudo gira em torno de Nausicaa. A narrativa de aprendizagem histórica retrata-nos os dramas, evidencia as tragédias e mergulha-nos, profusamente, nas paixões desta princesa do país dos Feácios (povo da mitologia grega) que desejava atingir a imortalidade através de um dos principais poemas da história da literatura universal.
Dotado de um léxico que mistura com grande arte e engenho o real histórico à imaginada ficção deste autor inglês, o livro é também um tributo a esta personagem da Odisseia, incondicional admiradora de Homero. Nausicaa, uma heroína do oeste siciliano parece ter soltado os seus dois irmãos da morte e salvado o trono do pai (o hospitaleiro Rei Alcínoo que ajudou Ulisses num naufrágio) de um usurpador sem escrúpulos. No meio de tanta bravura e destreza, muito característico das epopeias, a perícia desta princesa permitiu-lhe ainda livrar-se de um maldito casamento detestável.
O New York Times diz que Robert Graves, um grande estudioso da mitologia, aplicou, em “A Filha de Homero”, toda a sua mestria psicológica e arqueológica. É caso para se dizer que menos não seria de esperar deste que foi considerado um dos melhores escritores ingleses do século XX. Robert Greves, com cerca de uma centena de livros publicados, ficou, essencialmente, conhecido pela sua poesia. No entanto, os seus romances históricos continuam a perpetuar-se ao longo dos tempos. Outro dos grandes best-sellers deixados por Graves foi “Rei Jesus”, um polémico livro que nos remete para um trágico e atormentado Jesus Cristo, inimigo das mulheres.



Para finalizar, resolvi partilhar estes vídeos com vocês:





terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Aquilo Que Vejo... E Aquilo Que Não Vejo...(II)


Vejo cada vez mais disto... mas filmes e documentários, como este, já não vejo... Naturalmente que se fosse uma confissão de crimes "dos maus" as coisas seriam diferentes. E como se não bastasse a total indiferença com que os principais 'média' lidam com os "crimes do bons", temos a desavergonhada cumplicidade dos mesmos e dos historiadores "do sistema" que procuram ignorar o outro lado "dos bons".

E poderemos nós, os revisionistas, ser rotulados de "anti-semitas" quando denunciamos isto ou isto? Vejamos o fundo da questão.

sábado, 29 de novembro de 2008

O Holocausto foi planeado Pelos Judeus Sionistas?

Michael Wittmann: "Tanques" da WAFFEN SS









quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Aquilo Que Vejo... E Aquilo Que Não Vejo...


Hoje, "Os Livros da Quinta" têm mais uns extras para compensar as férias...

Vejo celebrações, comemorações, com medalhas e nomes de ruas para muitos "lutadores pela liberdade e pela democracia", mas encontrar homenagens semelhantes a estas existem poucas, porque "os maus" e "os bons" são sempre os mesmos...

Já vimos vários planos para que nos programas escolares ninguém se esqueça de certos "massacres, genocídios, limpezas étnicas"... Mas apenas aqueles onde "os maus do costume", supostamente, são os resposáveis, como vimos ontem. O que eu não vejo são, por exemplo, análises como esta. Conheciam? Duvido...

Por isso cada vez mais existe a necessidade de outras visões, outras análises, outras leituras. Como esta. Sem fantasmas, sem preconceitos, sem tabus.

Lembram-se da história da perseguição dos Nazis a quase tudo o que era "literatura, cultura e arte"? Pois bem, parece que com a dança as coisas foram diferentes... E, claro, que acreditamos que não tenha sido apenas com a dança.

Para finalizar, devemos dar uma leitura atenta à primeira grande crítica ao julgamento de Nuremberga.

quarta-feira, 26 de novembro de 2008

Umas Coisas Mudam, Outras Nem Por Isso


Regressado de umas merecidas férias, já percebi que há coisas que não mudam. A perseguição aos revisionistas continua e não pretende dar tréguas, como podemos ver aqui e aqui.

As verdades incomodam. Especialmente quando mostram as fraquezas, as mentiras e as hipocrisias de certos lobbys. O mundo já não está tão adormecido e cego como pareceu estar durante muitos anos. Talvez por isso a "indústria do Holocausto" não se poupe em esforços para espalhar toda a sua maquinaria de propaganda, independentemente do país - e para que servem os amigos?... Os objectivos desta campanha e quem está por detrás dela estão muito bem denunciados aqui.

Quanto à crise económica, gostaria de realçar este artigo de Ron Paul.

Para finalizar, e porque já estamos muito perto do Natal, a American Free Press anuncia-nos esta lista de livros.

De Regresso...


DE REGRESSO...

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Johnny... DE FÉRIAS!!!!!



De férias...

Porque também mereço!!!


Ass. Johnny Drake

domingo, 9 de novembro de 2008

TORRE BELA - MANIQUE DO INTENDENTE

Reportagem sobre a cooperativa TORRE BELA -MANIQUE DO INTENDENTE - AZAMBUJA exibido por MiranteTv em Setembro de 2007 a quando da exibição no cinema do documentário de Thomas Harlan.

sexta-feira, 7 de novembro de 2008

A Refutação do Filme Zeitgeist

Apresentámos aqui um dos filmes mais controversos de sempre. E, como sempre, existe "o outro lado que procura refutar".

O Revisionismo em Linha apresenta a seguir um documentário que procura "desmontar" o filme da polémica "Zeitgeist".



















quinta-feira, 6 de novembro de 2008

Os Livros da Quinta


Quinze Batalhas Decisivas da Humanidade - Um dos mais influentes trabalhos de história militar alguma vez publicado. O autor considerou quinze batalhas como decisivas, tendo-as escolhido não pelo número de mortos ou feridos, não pelo seu estatuto nos mitos ou na ciência, mas porque mudaram o curso da história. O relato cativante dos acontecimentos, o domínio da narrativa, as brilhantes conclusões sobre os efeitos das batalhas e a sagaz análise, catapultou esta obra para o patamar dos clássicos: uma obra que vale a pena ser lida e estudada pelas gerações vindouras, do mesmo modo que o foi pelas gerações passadas. Uma perspicaz análise sobre liderança e táctica eleva-a para o domínio das preferidas de muitos generais contemporâneos.




Generais Romanos - O império romano foi criado e mantido através do seu exército, uma das mais eficazes e poderosas forças militares em toda a História, e do engenho e arte dos seus generais. De Scipio, Africanus que combinava o misticismo com uma determinação de ferro; a Aemilius Paullus, o conquistador da Macedónia; a Caesar, um líder agressivo e carismático, até Trajano o último grande conquistador, o historiador militar Adrian Goldsworthy narra, através destes generais, a história do Império Romano, a evolução do seu exército e do sistema político que o dirigia. De vitória em vitória, de conquista em conquista, estes generais foram figuras fundamentais na história de Roma. As suas tácticas, capacidade de liderança e decisões estratégicas marcaram durante séculos a arte da guerra. Mas, muitas vezes os homens que comandavam legiões dominavam também o Estado em tempos de paz.




The Founding Myths of Modern Israel - Neste trabalho encontramos um duro e poderoso golpe contra os mitos históricos perniciosos citados durante décadas para justificar agressão e repressão Sionista, incluindo a lenda Israelita de “uma terra sem povo para um povo sem terra”, e contra o mais sagrado dos ícones Judaico-Sionista, a história do extermínio no Holocausto. Para receber benefícios financeiros, como álibi para políticas indefensáveis, e para outras razões, os Judeus usaram o que o autor chama de "mitos teológicos” para lhes dar credibilidade a exercerem um "direito de escolha divina teológica".




'Democracy' in Israel - Um notável economista e escritor de ‘best-sellers’ responde aos que afirmam que Israel é “a única democracia do Médio Oriente” com o facto de que, na prática, as coisas não são bem assim e as suas instituições têm muito pouco de democrático.
Dacey apresenta provas da supressão sistemática dos direitos mais básicos dos Palestinianos; estado de segunda classe para Cristãos e para outros não-Judeus; desigualdade para as mulheres; discriminação contra indivíduos negros e Judeus Orientais; estado de poder policial; e muitas outras características da lei e da política Israelita que mostram a mentira da ficção de que o estdo Sionista é uma democracia.

Mudam os Países, Mas os Exemplos São os Mesmos


A história tem, pelo menos, três anos e é só mais uma das muitas que, infelizmente, existem, cada vez mais, um pouco por todo o mundo.
Há que perseguir, perseguir, condenar, condenar. Sem dó nem piedade. Todos os responsáveis Nazis não podem ser perdoados.
Passe o tempo que passar. Só é pena que as coisas não funcionem assim “do outro lado”. Nada que não estejamos já habituados. Mas que custa um pouco a perceber, isso custa.
E a fotografia não é de um "campo da morte Nazi", mas sim de "prisioneiros políticos que precisam de educação e reformulação ideológica que estão, alegremente, a cavar um canal"...

quarta-feira, 5 de novembro de 2008

O Lobby


Um jornal Alemão criticou o lobby Sionista na Alemanha por espalhar notícias falsas sobre o programa nuclear Iraniano.

Mais um jornal "anti-semita"...

E como não podia deixar de ser, há quem afirme que os “sentimentos anti-Judaicos estejam a crescer em vários países da Europa”.

Mas a primeira pergunta que devemos fazer é porque é que isso acontece. Muitos falam em lobbys e controlo político e financeiro, especialmente nos EUA - eles estão em todo o lado! Mas há mais.

Obama

terça-feira, 4 de novembro de 2008

Afinal, Em Que ficamos?...


John Tamihere, do partido Trabalhista da Nova Zelândia, diz que “já anda doente e farto de ouvir quantos Judeus terão sido gaseados”. O comentário foi considerado, pelo Conselho Judeu, como "doentio" e "profundamente chocante para todos os Judeus”... O Sr. Tamihere respondeu: "O Instituto Weisenthal é o mesmo. Já ando doente e cansado de ouvir quantos Judeus foram gaseados, não porque não esteja revoltado com o facto – porque estou - mas porque eu já sei isso. Quantas vezes mais terei que ouvir o mesmo para que me sinta culpado"? Leia a notícia na íntegra aqui.

Tamihere acredita que existiu, mas está farto de ser bombardeado com o mesmo. Nós (e muitos mais) vamos mais longe e acreditamos que não chegou a existir.


Mentiras atrás de mentiras, contradições atrás de contradições! E como se não bastasse tudo isto, ainda há quem receba medalhas sem as merecer!

Dá para tudo!

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

"Mishima, Um Esboço do Nada"


Abre hoje no Centro Cultural de Belém o ciclo 'Mishima, Um Esboço do Nada', dedicado à figura e à obra do romancista, dramaturgo, actor e realizador japonês Yukio Mishima (1925-1970), que cometeu suicídio ritual após ter ocupado uma base militar em Tóquio. Até ao dia 14 de Dezembro
Exposições, teatro, filmes e outros, até 14 de Dezembro.

Na manhã do dia 25 de Novembro de 1970, o escritor japonês Yukio Mishima, de 45 anos, candidato ao Prémio Nobel e o maior nome da literatura nipónica moderna, enviou ao seu editor o manuscrito do último livro da sua tetralogia O Mar da Fertilidade.
Em seguida, à frente da sua organização paramilitar A Sociedade do Escudo, composta em grande parte por jovens estudantes, Mishima tomou de assalto a Base Militar de Ichigaya, em Tóquio, onde estava instalado o comando das Forças de Autodefesa do Japão. Sequestrou o general que a comandava, pediu a demissão do primeiro-ministro e falou aos soldados reunidos no pátio sobre a ocidentalização e descaracterização aceleradas do Japão do pós-guerra, a necessidade de promover a justiça social e de recuperar a honra e a liberdade e a soberania para a pátria.

Vendo que não era ouvido e que a tentativa de golpe de Estado tinha fracassado, Mishima cometeu o seppuku, o suicídio ritual, com toda a serenidade, frente ao chefe militar que havia feito prisioneiro, rasgando o ventre com a sua espada de samurai e sendo decapitado em seguida.
Assim morreu o último samurai japonês, um dos grandes romancistas contemporâneos, também dramaturgo, actor e realizador: a chamar a atenção do mundo para a situação do seu país e do seu povo. (...)

A partir de amanhã, e até dia 14 de Dezembro, decorre no Centro Cultural de Belém o ciclo "Mishima, Um Esboço do Nada" composto por exposições - nomeadamente de livros do autor -, workshops, teatro (A Senhora de Sade), uma comunidade de leitores, dança e a exibição de três filmes: Afraid to Die, de Yasuzo Mazumura, interpretado por Yukio Mishima; O Marinheiro Que Perdeu as Graças do Mar, de Lewis John Carlino, com base no livro homónimo do escritor; e o biográfico Mishima, de Paul Schrader, rodado em 1985.
Leia a notícia na íntegra aqui e também sobre este assunto aqui.

O 'Top Ten' das Piores e Mais Mortíferas Formas de Poluição


A saúde de milhares de pessoas é afectada e milhões chegam a morrer devido a problemas de poluição que poderiam ser evitados, como lixo tóxico, ar poluído, contaminação da água e dos solos, processamento de materiais pesados, reciclagem de baterias de carro usadas e minas de ouro arteanais, encontram-se neste "Top Ten". [leia a notícia na íntegra]

domingo, 2 de novembro de 2008

Embaixador Hall Themido Acusa: Aristides de Sousa Mendes é um "Mito Criado Por Judeus"


O embaixador João Hall Themido escreveu as suas memórias, sobre meio século da diplomacia portuguesa. No livro, o diplomata recorda que Kissinger considerava Mário Soares "um tonto", diz que a princesa Diana não sabia dançar e que Aristides de Sousa Mendes é um "mito criado por judeus". (...)

Um dos capítulos do livro, porventura o mais polémico, chama-se "A mitificação de Aristides de Sousa Mendes". O embaixador acusa o cônsul de "actuação irregular". "De forma totalmente irrealista, fala-se em 30 mil" o número de vistos "concedidos em apenas alguns poucos dias pelo cônsul e seus familiares, de forma cega, no consulado e até nos cafés da vizinhança". Themido sublinha "a necessidade de manter disciplina nos serviços que de forma directa ou indirecta pudessem, com a sua actuação, afectar o estatuto de neutralidade" do país. Para o embaixador, Aristides foi um "mito criado por judeus e pelas forças democráticas saídas do 25 de Abril". E mais à frente: "quando a família" do cônsul, "grupos judaicos e forças da esquerda ressuscitaram o assunto, procurei saber mais sobre o ocorrido". Observa que Aristides apenas "pertencia à carreira consular, considerada carreira menor em relação à carreira diplomática". Por outro lado, o processo disciplinar ao cônsul em Bordéus "foi o último de vários de que foi alvo ao longo da carreira, quase sempre por abandono do posto ou concussão". Nota que a maioria dos processos "desapareceu misteriosamente" do MNE e que o de Bordéus está "incompleto". Assim, considera "incompreensível criticar" o Ministério, "incluindo o ministro, por ter aplicado a lei nas circunstâncias da época". [leia a notícia na íntegra]

sábado, 1 de novembro de 2008

Abu Nidal Trabalhava Para os Americanos?


A polícia secreta Iraquiana acredita que o assassino Palestiniano Abu Nidal trabalhava para os Americanos, assim como para o Egipto e o Kuweit, quando o interrogaram em Bagdad, meses antes da invasão Anglo-Americana ao Iraque. Documentos até aqui secretos e que chegaram às mãos do The Independent – escritos pelos brutais serviços de segurança de Saddam Hussein para apenas serem analisados por este – afirmam que Nidal andava a "colaborar" com os Americanos e, com a ajuda dos Egípcios e dos Kuweitianos, tentava encontrar provas para a ligação de Saddam com a Al-Qaida. [leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 31 de outubro de 2008

Direito à Indignação?...

A questão, em particular, parece que já não abre os telejornais, mas há situações que merecem a nossa reflecção.

Os eleitores Americanos estão absolutamente furiosos com a proposta em gastar 700.000.000.000 de dólares, uma vez que o governo não tem que socorrer os banqueiros de Wall Street que criaram, em primeiro lugar, a actual crise económica.
Mas por que é que os Americanos não estão também preocupados com os triliões de dólares que a Reserva Federal vai bombear no sistema? Ou com os triliões que faltam no Pentágono?

A Psicologia e os Atentados ao WTC

Será que aquilo que estamos a ver e a ouvir todos os dias, nos principais orgãos de comunicação social, corresponde "à verdade"?...

quinta-feira, 30 de outubro de 2008

Os Livros da Quinta


Podem fazer aqui o ‘download’ gratuito, em formato 'pdf', do último livro deste conhecido historiador Britânico. David Irving conta a história surpreendente da sua prisão de 2005 na Áustria pelo “crime” cometido 16 anos antes, de expressar pareceres contrários sobre o tratamento de guerra aplicado aos Judeus na Europa, e do seu julgamento e encarceramento de quatrocentos dias.
Este livro inclui recordações de Irving da sua carreira e da sua vida pessoal e familiar. Tem dez capítulos, com numerosas fotos, e inclui um prólogo e um epílogo. Tem aproximadamente 145 páginas. Também disponível para venda aqui.






Autor de A Tirania da Inocência, Pascal Bruckner é um reconhecido autor e um fervoroso representante do neo-conservadorismo em França. O Complexo de Culpa do Ocidente é um ensaio, politicamente incorrecto, sobre o masoquismo dos povos ocidentais que desperta nas nossas mentes uma reflexão sobre a culpa ocidental face ao resto do mundo. Até que ponto a Europa se encontra minada por esta espécie de hedonismo disfarçado e paralisada por este sentimento obsessivo? «O mundo inteiro odeia-nos e nós também o merecemos». Esta frase revela-nos bem até que ponto os tormentos do arrependimento têm habitado o nosso continente, sobretudo a partir de 1945.

Cravada pela abominações passadas, as guerras incessantes, as perseguições religiosas, a escravatura, o fascismo, o comunismo, a Europa desenvolveu este sentimento, o qual se sente na obrigação de alimentar e que a leva a adoptar uma postura face ao mundo que oscila entre o masoquismo e a libertação. Este continente «seria assim devedor de tudo aquilo que ele não é, acusado de todos os processos, condenado a todas as indemnizações.» Contudo, «as nações europeias esquecem-se que elas, e só elas, se esforçaram por ultrapassar as suas atrocidades» de forma a conseguirem aprender com os seus pecados e se livrarem de todo o mal. «E se a contrição fosse uma outra faceta da abdicação?».

Toben Libertado


O Dr. Gerald Toben, um proeminente académico Australiano, ganhou a batalha jurídica contra a sua extradição para a Alemanha, onde era procurado por publicar material anti-Semita no seu site, entre 2000 e 2004.

As autoridades Alemãs defendem que esse material é de natureza “anti-semita e/revisionista”. O Dr. Toben foi acusado, em Outubro de 2004, de desvalorizar o número de Judeus mortos às mãos dos Nazis. Porém, o Juiz Judge Daphne Wickham [em Londres] considerou o mandato inválido uma vez que continha detalhes inadequados sobre as ofensas. Leia a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

O Que Nos Espera no Futuro?...


Já tínhamos falado deste caso aqui, mas como sempre, este tipo de notícia não entra nos média convencionais e resolvemos "relembrar mais um exemplo da liberdade dos bons"...

Se juntarmos esta situação à de Toben (podem ler algumas opiniões sobre esta prisão aqui ou aqui), começamos a perceber que estamos cada vez mais próximos da criação de “campos de concentração para dissidentes”.

Mais,
se lerem com atenção esta notícia, irão verificar que a 1ª Brigada de Combate, pertencente à 3ª Divisão de Infantaria do Exército, que passou a maior parte dos últimos quarto anos no Iraque, foi designada para “trabalho em casa”, isto é, “ajudar a combater alterações da ordem pública e controlo de multidões”.
Ou seja, estamos perante a criação de legislações controladoras e absolutamente opressivas e limitadoras, que violam claramente a liberdade de expressão - e não falamos apenas dos revisionistas.
Juntam-se agora, de forma cada vez menos camuflada, outras formas mais “pesadas” e que nos alertam para um futuro cada vez mais negro.

Historiador Alemão Afirma Que os Nazis Queriam Colonizar a Amazónia


Dirigentes do Terceiro Reich tinham planos para fundar na Amazónia uma colónia baseada nos ideais nazis de Adolf Hitler, povoando a região com arianos puros, segundo afirma o historiador alemão Jens Glüssing no seu livro “The Guayana-Projekt. A German Adventure on the Amazon”.
Glüssing baseia-se, essencialmente, na descoberta do túmulo de Joseph Greiner, funcionário nazi ligado ao antigo Centro Alemão de Pesquisas, morto em 1936, na região Amazónia, vítima de febre amarela. [leia a notícia na íntegra]

Crimes dos "Estados Unidos de Israel": De Nuremberga a Baghdad


O antigo presidente Iraquiano, Saddam Hussein, foi assassinado em Bagdad tal como a liderança política alemã o foi no ano de 1946, em Nuremberga.
Em Bagdad, os criminosos triunfaram sobre as suas vítimas mais uma vez. A liderança alemã foi enforcada em Nuremberga por, supostamente, ter começado uma guerra de agressão (contra a Polónia). Entre os juízes que pronunciaram a pena de morte aos Alemães derrotados estavam representantes da União Soviética, dos EUA, da Grã-Bretanha e da França. A União Soviética atacou a Polónia, em 1939, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. Os EUA tinham lançado duas bombas atómicas para forçar a rendição imediata do Japão, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. A Grã-Bretanha, naquele tempo, oprimiu metade do globo como poder imperial, mas agiu como juiz no Tribunal Militar de Nuremberga. E França desenvolveu guerras contra os nativos das suas colónias.

Leia aqui mais sobre este assunto.

terça-feira, 28 de outubro de 2008

O Exército de Violadores de Estaline: O Brutal Crime de Guerra Que os Russos e a Alemanha Tentaram Ignorar


As relações entre Rússia e Alemanha nunca mais voltaram a ser boas desde as mais recentes acções nacionalistas de Vladimir Putin neste Verão, mas estão prestes a ficar ainda pior.

Um novo filme prestes a estrear na Alemanha forçará ambos os países a um reexaminar desta parte da sua história recente que, provavelmente, ambos prefeririam esquecer. No entanto, o mais correcto é que a horrível verdade possa, finalmente, ser reconhecida.

O filme, A Woman In Berlin [Uma Mulher Em Berlim], é baseado no diário da jornalista Alemã Marta Hillers e retrata o horror da captura pelo Exército Vermelho da capital do Terceiro Reich, em Abril e Maio de 1945.

Marta foi uma dos dois milhões de mulheres Alemãs que foram violadas pelo Exército Vermelho – no seu caso, tal como o de muitas outras – mais do que uma vez. [leia a notícia na íntegra]

segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Compras no IHR


Um novo site para compras on-line - http://www.ihrstore.com/ – irá tornar mais fácil a compra de livros, dvd’s e outro material do IHR. O novo site, com um formato mais atraente e melhor organizado, oferece uma grande selecção de informação. Este novo local – que emprega uma equipa mais capaz e mais produtiva, com mudanças na gestão e nas operações quotidianas - é uma de várias inovações pelas quais passará a IHR e que a tornará, certamente, mais eficiente.
Aconselhamos, por exemplo, esta compra.

domingo, 26 de outubro de 2008

Eles... E o "Anti-Semitismo"


Eles querem mesmo controlar tudo e todos. Eles querem mesmo silenciar e acusar tudo e todos os que possam, no seu entender, estar a “ofendê-los”. Eles disparam em todas as direcções, colando o rótulo do “anti-semitismo” nas costas de quem se atreve a enfrentá-los.

Eles, os eternos perseguidos, pretendem mostrar-se sempre atentos. Como podem ver aqui e aqui.

Mas será que eles têm sempre razão?

E porque será que esta ou esta notícia nunca irão ter o mesmo tratamento ou o mesmo protagonismo do que as supostas acções “anti-semitas”?...

sábado, 25 de outubro de 2008

David Irving: Hitler & Churchill



















Nós Por Cá...

Através daqui, "roubei" este vídeo que demonstra bem a confiança que podemos ter nos nossos (des)governantes quando alguém tem coragem de dizer algo mais "politicamente incorrecto"...