domingo, 29 de março de 2009
"Anti-Semitismo"?
Uma coisa é certa: independentemente dos crimes de guerra, Israel continua a merecer o apoio ocidental. E o poder é tal, que nem os mais condecorados militares escapam, mesmo quando estamos perante um "suposto pequeno terrorista"... E se este for Judeu...
Daí a pertinência deste vídeo onde a Baronesa Tongue critica o Lobby Judeu, a AIPAC, amigos de Israel e o grupo de deputados, acusando-os de utilizarem constantemente o "anti-semitismo"- onde ele não existe - para silenciar os críticos de Israel.
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VI)

Observação: Por si só o título desta obra dá uma boa ideia do seu conteúdo: em vez de provas, suportadas por fotografias de câmaras de gás, desenhos, esquemas, relatórios de peritos sobre a arma do crime, o leitor apenas descobre especulações a partir do que ali se denomina «elementos de prova» (e não «provas») e isso porque, dizem-nos, essas câmaras de gás teriam constituído o maior dos segredos possíveis, um «segredo de Estado». Se existe uma «arma de destruição maciça» que teria merecido uma peritagem em boa e rigorosa forma, é sem sombra de dúvida essa arma. Com efeito, ela constitui uma anomalia na história da ciência pelo menos por duas razões: não teve precedentes nem tão-pouco continuação; surgiu do nada para a ele regressar. Ora na história da ciência não se conhece nenhum fenómeno deste tipo. Em todo o caso, dado o facto de que continua a existir ainda hoje em 2006, pode dizer-se que essa associação chamada ASSAG ainda não levou a cabo o objectivo para o qual foi fundada, fará em breve vinte e cinco anos. Por conseguinte não encontrou ainda as provas, nem sequer os elementos de prova da existência das «câmaras de gás nazis».
sexta-feira, 27 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (V)

5) Em 1979, igualmente, as autoridades americanas decidiram-se enfim a tornar públicas as fotografias aéreas de Auschwitz que, até então, mantinham ocultas. Com cinismo ou ingenuidade, os dois autores da publicação, Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, ex-membros da CIA, deram à pequena colecção de fotografias o título The Holocaust Revisited e colaram, aqui e além, umas etiquetas com as palavras «gas chamber(s)», porém, nos seus comentários nada justifica semelhantes denominações (CIA, Central Intelligence Agency, Washington, February 1979, ST-79-10001).
Observações: Hoje, em 2006, esta fraude faz-nos pensar na miserável demonstração do ex-ministro americano Colin Powell tentando provar, através do mesmo procedimento de etiquetas coladas sobre fotografias aéreas, a existência de «armas de destruição maciça» no Iraque de Saddam Hussein. Na realidade, essas fotografias de Auschwitz invalidam de modo contundente a tese das câmaras de gás nazis. O que se vê claramente nelas, são pacíficos fornos crematórios sem qualquer multidão de pessoas apinhadas no exterior à espera de entrar para os supostos vestiários e supostas câmaras de morte. Os terrenos circundantes estão desimpedidos e são visíveis de todos os lados. As faixas dos jardins desses crematórios estão bem desenhadas e de modo algum se nota que tenham sido espezinhadas, diariamente, por milhares de pessoas. O crematório nº. 3, por exemplo, é contíguo ao que sabemos ser, graças aos documentos do Museu Estatal de Auschwitz, um campo de futebol e perto ainda de um campo de voleibol (Hefte von Auschwitz, 15, 1975, ilustração fora do texto da página 56 e página 64). Está também muito próximo dos dezoito pavilhões hospitalares do campo masculino. Ocorreram trinta e duas missões aéreas dos Aliados sobre toda esta zona que incluía ainda as importantes instalações industriais de Monowitz. Compreende-se que os Aliados tenham bombardeado por várias vezes o sector industrial, evitando na medida do possível o que era evidentemente um campo de concentração, de trabalho e de trânsito e não um «campo de extermínio», sobre o qual não caíram mais do que algumas bombas perdidas.
Livros da Quinta (Infelizmente à Sexta...)

The Post-American World - “Este não é um livro sobre o declínio de um país como a América, mas antes um crescer de todos os outros”. É assim que começa o livro de Fareed Zakaria sobre esta nova era em que estamos a entrar. Leia mais sobre este livro aqui.
quarta-feira, 25 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IV)

Observação: Esta resposta equivale a esquivarem-se à pergunta colocada. Se alguém se esquiva assim é porque é incapaz de responder. E se trinta e quatro historiadores se mostram a tal ponto incapazes de explicar como foi perpetrado um crime de tais dimensões é porque esse crime desafia as leis da própria natureza; sendo, portanto, imaginário.
terça-feira, 24 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.
domingo, 22 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (I)

Para os que questionam a "utilidade" do Revisionismo Histórico ou do Holocausto, o professor Robert Faurisson apresenta 20 pontos (entre muitos outros) que ele considera importantes e reveladoras das verdadeiras vitórias desta cruzada.
1) Em 1951, o judeu Léon Poliakov, que estivera adjunto à delegação francesa no processo de Nuremberga (1945-1946), chegou à conclusão de que, para todos os aspectos da história do III Reich dispúnhamos de uma superabundância de documentos, com excepção de um único ponto: a «campanha de extermínio dos judeus». Acerca dela escreve, «Não subsistiu nenhum documento, eventualmente nenhum terá jamais existido» (Bréviaire de la haine, Paris, Calmann-Lévy, 1974 [1951], p.171.)
Observação: Existe aqui uma extraordinária concessão à tese revisionista. Na realidade, tão formidável empresa criminal supostamente concebida, ordenada, organizada e perpetrada pelos alemães teria precisado de uma ordem, de um plano, de instruções, de um orçamento… Uma tal empresa, praticada durante anos, sobre todo um continente e causando a morte de milhões de vítimas teria deixado uma montanha de provas documentais. Por conseguinte, se nos vêm dizer que talvez nunca tenham existido essas provas documentais, é porque o crime em questão não foi perpetrado. Perante a completa falta de documentos o historiador não pode senão calar-se. L. Poliakov fez esta concessão em 1951, ou seja há cinquenta e cinco anos. Ora convém saber que, desde 1951 até 2006, os seus sucessores fracassaram igualmente nos seus intentos de encontrar a mínima prova documental. Episodicamente, aqui e ali, assistimos a tentativas de nos convencer desta ou daquela descoberta mas sempre, como veremos, a retirada e fracasso se seguiram.
sexta-feira, 20 de março de 2009
Algumas Notícias Soltas Para Refectir no Fim-de-Semana

quinta-feira, 19 de março de 2009
O Livro da Quinta

O sistema politicamente correcto que vigora na sociedade actual não deixa que apareça nos livros de História que não foi Adolf Hitler, mas sim um judeu, T. N. Kaufman, quem inventou o termo "Solução Final". Onde está a coragem para afirmar que os Estados Unidos e o lobby da imprensa Sionista Americana aplaudiram o trabalho de Kaufman, planeando a "Solução Final": a aniquilação do povo Alemão?
“Germany Must Perish ["A Alemanha Precisa Morrer"] apresenta um plano para a permanente e definitiva paz entre as nações civilizadas. E é um, e apenas um, com Pena Máxima:
"Eu não sinto nenhum ódio pessoal a mais por estas pessoas [os Alemães] que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos... Eles perderam as características dos seres humanos. Eles são bestas; eles precisam de ser tratados como tal (16)".
"Só há uma forma de frustrar este desejo: a meta de dominação mundial precisa de ser removida do alcance do povo Alemão e a única forma de fazer isso é removendo dos Alemães do mundo (28)."
"O vírus maligno do Germanismo tinha sido injectado no fluxo de vida do público e os Alemães esperaram a epidemia que eles sentiam que infestaria o mundo mais cedo ou mais tarde (45)."
"Reeducação da geração mais jovem? É altamente duvidoso que um grande programa de reeducação valeria o esforço ou alcançaria o seu objectivo. O espírito é grande e infinitamente mais poderoso que o cérebro. E as características militantes tornaram-se parte integrante do espírito dos Alemães. Algum dia a alma guerreira Alemã voltaria a dominar o seu cérebro (dos Alemães). Uma solução final: (…) aí está, não há nenhuma outra solução excepto:
A Alemanha precisa de desaparecer deste planeta para sempre! E, afortunadamente, como nós podemos ver agora, isso não é impossível de ser realizado. (82,83)."
"(…) Assim resta apenas uma maneira de livrar o mundo do Germanismo para sempre - e isso é eliminar a fonte destas almas guerreiras - impedindo o povo Alemão de reproduzir a sua espécie. Este método moderno, conhecido pela ciência como Esterilização Eugénica, que é prática, humana e perfeita. A esterilização tornou-se um provérbio da ciência, como o melhor meio de livrar a raça humana dos seus desajustados: os insanos, os criminosos hereditários.
(…) A esterilização (…) é uma operação simples e segura, totalmente inofensiva e indolor, nunca mutilando ou castrando os pacientes. Os seus efeitos (colaterais) não são mais sérios que a extracção de um dente. (…) A população da Alemanha, excluindo os territórios conquistados ou anexados, é de aproximadamente 70 milhões, igualmente divididos entre homens e mulheres. Para realizar o plano de extinguir o povo Alemão será necessário esterilizar apenas cerca de 48 milhões de pessoas – um número que exclui, devido à limitada capacidade deles se procriarem, homens com mais de 60 anos de idade e mulheres com mais de 45 anos. (…) Cerca de 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um executa um mínimo de 25 operações por dia não precisaremos mais que um mês, no máximo, para completar a esterilização deles... O restante da população civil masculina da Alemanha pode ser tratado em três meses. (86-88)"
quarta-feira, 18 de março de 2009
Agora os Manuscritos do Mar Morto... Para Quando o Holocausto?

Será que desta vez algum País, algum representante de qualquer coisa!, vai exigir uma indeminização por estarem a querer desvalorizar, inventar ou questionarmatéria religiosa?!
Os Crimes de Guerra de Que Ninguém Fala (II)

Tradução minha:
"Um dos cozinheiros de Schoner regressou dos subúrbios de Oberlaa. Relatou que as mulheres tinham sido repetidamente violadas. 'O capítulao das violações (...) tinha-se tornado uma realidade'. As vítimas queixavam-se agora aos médicos. Nem a idade nem o estatuto social garantiam qualuer protecção. Aos Russos são feitas acusações de terem violado mulheres até de oitenta anos. Schoner ouviu uma história de Ober St Veit de que uma mulher se tinha queixado ao comandante Russo e que este se teria rido na sua cara. (...) As vítimas escolhidas eram da classe média. Existiam, depois, as consequências de tais actos: mulheres que cometiam suicídio; muitas contraíam doenças venérias; outras engravidavam e procuravam abortar".
MacDonnogh, Giles (2007), After the Reich, Londres, Edições John Murray, 34-35
segunda-feira, 16 de março de 2009
Agora os Vikings... Para Quando o Holocausto?

domingo, 15 de março de 2009
Algumas Notícias Soltas... e Uma Reflecção

Esta monstruosa fabulação tem tido, e continua a ter, o apoio da maior potência militar existente, os Estados Unidos da América, nação onírica, nefelibata, que se embala pela TV, por Hollywood, pelos grandes órgãos da Imprensa, todos dominados pelos Judeus, capitalistas super-ricos, que de facto administram a nação a seu bel-prazer, materializando-a, engordando-a ou proletarizando-a, com esses meios materialistas que seduzem meio mundo, o mundo de baixo. A “América” é, pelo menos por enquanto, uma nação debochada e perdida. Geradora, não de verdadeira riqueza, mas de moeda falsa, que imprime quanto baste para os seus criminosos objectivos, poderia, se fosse uma verdadeira nação generosa e humanitária, como julga ser, em vez de bombas criar bem-estar moral e físico, não mortes às centenas de milhares, e mutilados (quantos?), e a miséria moral e física que se tem observado.
Os judeus, assim como roubaram e pilharam a Palestina, expulsando e matando a população nativa, também se apoderaram dos USA, sobre os quais mantêm um domínio incontestável. E, contudo, são os Alemães os bandidos e assassinos, e toda a Europa “a cup of tea” para os gananciosos super-capitalistas, que do nada fazem dólares, e dos dólares fazem poder e propriedades.
O Holocausto é a degradação da Humanidade, e todo o Cristão consciente da realidade deveria, porque é cristão – logo piedoso e caridoso – se é um Cristão autêntico – procurar por todos os meios descobrir, certificar-se, constatar que existe um Satanás – o Inimigo – nesses judeus e judaizantes que querem levar a Humanidade para o Inferno, o verdadeiro Holocausto final.
sábado, 14 de março de 2009
Vamos Todos Reflectir Amanhã

O Poder do Lobby... e um "Bónus"



