domingo, 29 de março de 2009

"Anti-Semitismo"?

Já falámos aqui muitas vezes dos que se julgam intocáveis e detentores de toda a verdade. Uma simples crítica e aparece a acusação do costume: "anti-semitas". Mas o que podemos dizer disto ou disto? E sobre isto? Também será rotulada de notícia "anti-semita" ou os acusadores do costume preferirão ignorar e tentar outra t-shirt ou outra cor?...

Uma coisa é certa: i
ndependentemente dos crimes de guerra, Israel continua a merecer o apoio ocidental. E o poder é tal, que nem os mais condecorados militares escapam, mesmo quando estamos perante um "suposto pequeno terrorista"... E se este for Judeu...

Daí a pertinência deste vídeo onde a Baronesa Tongue critica o Lobby Judeu, a AIPAC, amigos de Israel e o grupo de deputados, acusando-os de utilizarem constantemente o "anti-semitismo"- onde ele não existe - para silenciar os críticos de Israel.

O Mito das Câmaras de Gás - Germar Rudolf

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VI)


6) Em 1982, em 21 de Abril, fundou-se em Paris uma associação para o estudo dos assassinatos por gás sob o regime nacional-socialista (ASSAG) «com o objectivo de investigar e controlar os elementos que contribuam para a prova da utilização de gases tóxicos pelos responsáveis do regime nacional-socialista na Europa para matar pessoas de diferentes nacionalidades, contribuir para a publicação desses elementos de prova, estabelecendo, para tal, todos os contactos úteis tanto a nível nacional como internacional». O artigo 2º dos estatutos dispõe: «A duração da associação limitar-se-á à realização do objectivo enunciado no artigo 1º». Ora esta associação fundada por catorze pessoas, entre elas Germaine Tillion, Georges Wellers, Geneviève Anthonioz (apelido de solteira de Gaulle), o advogado Bernard Jouanneau e Pierre Vidal-Naquet, não publicou nada em quase um quarto de século e continua a existir em 2006. No caso em que se afirme, erradamente, que produziu o livro denominado Chambres à gaz, secret d’Etat, convirá recordar que se trata antes da tradução para francês de uma obra publicada em alemão por Eugen Kogon, Herman Langbein e Adalbert Rückerl e na qual figuram algumas contribuições de alguns membros da ASSAG (Paris, Editions de Minuit, 1984).

Observação: Por si só o título desta obra dá uma boa ideia do seu conteúdo: em vez de provas, suportadas por fotografias de câmaras de gás, desenhos, esquemas, relatórios de peritos sobre a arma do crime, o leitor apenas descobre especulações a partir do que ali se denomina «elementos de prova» (e não «provas») e isso porque, dizem-nos, essas câmaras de gás teriam constituído o maior dos segredos possíveis, um «segredo de Estado». Se existe uma «arma de destruição maciça» que teria merecido uma peritagem em boa e rigorosa forma, é sem sombra de dúvida essa arma. Com efeito, ela constitui uma anomalia na história da ciência pelo menos por duas razões: não teve precedentes nem tão-pouco continuação; surgiu do nada para a ele regressar. Ora na história da ciência não se conhece nenhum fenómeno deste tipo. Em todo o caso, dado o facto de que continua a existir ainda hoje em 2006, pode dizer-se que essa associação chamada ASSAG ainda não levou a cabo o objectivo para o qual foi fundada, fará em breve vinte e cinco anos. Por conseguinte não encontrou ainda as provas, nem sequer os elementos de prova da existência das «câmaras de gás nazis».

sexta-feira, 27 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (V)


5) Em 1979, igualmente, as autoridades americanas decidiram-se enfim a tornar públicas as fotografias aéreas de Auschwitz que, até então, mantinham ocultas. Com cinismo ou ingenuidade, os dois autores da publicação, Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, ex-membros da CIA, deram à pequena colecção de fotografias o título The Holocaust Revisited e colaram, aqui e além, umas etiquetas com as palavras «gas chamber(s)», porém, nos seus comentários nada justifica semelhantes denominações (CIA, Central Intelligence Agency, Washington, February 1979, ST-79-10001).

Observações: Hoje, em 2006, esta fraude faz-nos pensar na miserável demonstração do ex-ministro americano Colin Powell tentando provar, através do mesmo procedimento de etiquetas coladas sobre fotografias aéreas, a existência de «armas de destruição maciça» no Iraque de Saddam Hussein. Na realidade, essas fotografias de Auschwitz invalidam de modo contundente a tese das câmaras de gás nazis. O que se vê claramente nelas, são pacíficos fornos crematórios sem qualquer multidão de pessoas apinhadas no exterior à espera de entrar para os supostos vestiários e supostas câmaras de morte. Os terrenos circundantes estão desimpedidos e são visíveis de todos os lados. As faixas dos jardins desses crematórios estão bem desenhadas e de modo algum se nota que tenham sido espezinhadas, diariamente, por milhares de pessoas. O crematório nº. 3, por exemplo, é contíguo ao que sabemos ser, graças aos documentos do Museu Estatal de Auschwitz, um campo de futebol e perto ainda de um campo de voleibol (Hefte von Auschwitz, 15, 1975, ilustração fora do texto da página 56 e página 64). Está também muito próximo dos dezoito pavilhões hospitalares do campo masculino. Ocorreram trinta e duas missões aéreas dos Aliados sobre toda esta zona que incluía ainda as importantes instalações industriais de Monowitz. Compreende-se que os Aliados tenham bombardeado por várias vezes o sector industrial, evitando na medida do possível o que era evidentemente um campo de concentração, de trabalho e de trânsito e não um «campo de extermínio», sobre o qual não caíram mais do que algumas bombas perdidas.




Livros da Quinta (Infelizmente à Sexta...)


The Post-American World - “Este não é um livro sobre o declínio de um país como a América, mas antes um crescer de todos os outros”. É assim que começa o livro de Fareed Zakaria sobre esta nova era em que estamos a entrar. Leia mais sobre este livro aqui.




The Far Traveler: Voyages of a Viking Woman - Quinhentos anos antes de Colombo, uma mulher Viking chamada Gudrid fez-se ao mar para novas descobertas. Atracou no Novo Mundo e aí viveu durante 3 anos, dando à luz uma criança antes de regressar a casa. Pelo menos é o que contam as sagas Islandesas. Mesmo depois dos arqueólogos terem encontrado vestígios dos Vikings na Terra Nova, ninguém acreditou que os detalhes da história de vida de Gudrid fossem verdadeiros. No entanto, em 2001, uma equipa de cientistas descobriu aquilo que poderá ter sido a última habitação desta mulher pioneira, enterrada num campo de feno na Islândia, tal como as sagas tinham sugerido.

Podem ler mais sobre este assunto e encomendar o livro aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IV)


4) Em 1979, trinta e quatro historiadores franceses assinaram uma extensa resposta comum aos argumentos técnicos que eu havia pessoalmente invocado para demonstrar que a existência e funcionamento das câmaras de gás nazis se chocam com impossibilidades materiais radicais. De acordo com a tese oficial, Rudolf Höss, um dos três sucessivos comandantes de Auschwitz, teria confessado (!) e descrito como se gaseavam os judeus em Auschwitz e Birkenau. De acordo com essa confissão, muito vaga, quando as vítimas aparentavam ter exalado o último suspiro, colocava-se em funcionamento um aparelho de ventilação e uma equipa de prisioneiros judeus entrava de imediato na vasta sala para retirar os cadáveres e transportá-los até aos fornos crematórios. R. Höss afirmou que os judeus levavam a cabo esse trabalho de modo displicente, fumando e comendo. Observei que tal era impossível: não se pode entrar a fumar e a comer num local saturado de ácido cianídrico (gás virulento, penetrante e explosivo) para tocar, manipular e daí extrair, com grande esforço, milhares de cadáveres impregnados de ácido cianídrico e, consequentemente, intocáveis. Na sua declaração os trinta e quatro historiadores responderam-me: «Não importa perguntar como, tecnicamente, foi possível semelhante assassinato em massa. Foi tecnicamente possível uma vez que ocorreu» (Le Monde, 21 de Fevereiro de 1979, p. 23).

Observação: Esta resposta equivale a esquivarem-se à pergunta colocada. Se alguém se esquiva assim é porque é incapaz de responder. E se trinta e quatro historiadores se mostram a tal ponto incapazes de explicar como foi perpetrado um crime de tais dimensões é porque esse crime desafia as leis da própria natureza; sendo, portanto, imaginário.

A Preocupação de Algumas Pessoas

terça-feira, 24 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)



3) Em 1968, a historiadora judia Olga Wormser-Migot, na sua tese sobre Le Système concentrationnaire nazi, 1933-1945 (Paris, Presses universitaires de France, 1968) dedicou um extenso desenvolvimento ao que ela chama «O problema das câmaras de gás» (p. 541-544). Aí exprime o seu cepticismo sobre o valor dos célebres testemunhos que atestam a existência de câmaras de gás em campos como o de Mauthausen ou de Ravensbrück. Sobre Auschwitz I é peremptória: esse campo em que, ainda hoje, os turistas visitam uma suposta câmara de gás era, na realidade, «sem câmaras de gás» (p. 157).

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo


A controvérsia sobre as declarações “negacionistas do Holocausto” do Bispo Bishop Richard Williamson não é uma controvérsia sobre a verdade histórica, o papel da história na sociedade, anti-semitismo ou “ódio”. Trata-se, na realidade, de algo sobre o poder – sobre aqueles que dominam a nossa cultura e também sobre como e porquê esse poder é usado.

(...) Numa entrevista a um canal de televisão Sueco, (…) ele referiu que apenas cerca de 300,000 Judeus teriam morrido nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial e que nenhum tinha morrido em câmaras de gás.

(…) Com o crescer da controvércia, Williamson foi expulso da Argentina, onde vivia, e as autoridades Alemãs anunciaram que ele poderia ser acusado criminalmente. Na Alemanha e nalguns outros países Europeus é crime negar, justificar ou menosprezar o genocídio dos Judeus Europeus. As autoridades Alemãs reclamam o direito de acusar qualquer pessoa, em qualquer parte, que faça afirmações “negacionistas” que possam ser acedidas pela Internet.

(…) O Bispo Williamson mantém visões pouco convencionais numa série de assuntos. Já disse, por diversas vezes, que o 11 de Setembro foi um “inside job” (“trabalho de dentro”) e acredita que aqueles ataques terroristas foram organizados pelo governo Americano. Curiosamente, ninguém está a pressionar para que Williamson peça desculpa pelas acusações fortíssimos aos representantes dos EUA que, segundo ele, são os responsáveis por assassínios em massa contra os seus próprios cidadãos. (…)

Se, por um lado, as visões pouco ou nada conformistas de Williamson sobre os crimes cometidos há sete anos são consideradas estranhas, mas inconsequentes; por outro lado, as suas visões sobre o tratamento dos Judeus Europeus há pouco mais de uma metade de século são consideradas como um “crime do pensamento.” As expressões de descrédito sobre o “Holocausto”“sãp rápida e ferozmente punidas. A “blasfémia" contra o Holocausto é, normalmente, tratada como algo mais ofensivo do que os assaltos verbais contra as crenças religiosas e as sensibilidades de muitos milhões de pessoas na Europa e também no mundo. Em resumo: os sentimentos e as sensibilidades Judaicas são vistas como mais importantes do que as dos não-Judeus.

Pode ler na íntegra todo o artigo aqui ou ouvir as declarações de Mark Weber sobre este assunto aqui - onde estão também disponíveis diversos registos do mesmo autor.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)



2) Em 1960, Martin Broszat, membro do Instituto de História Contemporânea de Munique, escreveu «Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros» (Die Zeit, 19 de Agosto de 1960, p. 16).

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.

domingo, 22 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (I)



Para os que questionam a "utilidade" do Revisionismo Histórico ou do Holocausto, o professor Robert Faurisson apresenta 20 pontos (entre muitos outros) que ele considera importantes e reveladoras das verdadeiras vitórias desta cruzada.



1) Em 1951, o judeu Léon Poliakov, que estivera adjunto à delegação francesa no processo de Nuremberga (1945-1946), chegou à conclusão de que, para todos os aspectos da história do III Reich dispúnhamos de uma superabundância de documentos, com excepção de um único ponto: a «campanha de extermínio dos judeus». Acerca dela escreve, «Não subsistiu nenhum documento, eventualmente nenhum terá jamais existido» (Bréviaire de la haine, Paris, Calmann-Lévy, 1974 [1951], p.171.)

Observação: Existe aqui uma extraordinária concessão à tese revisionista. Na realidade, tão formidável empresa criminal supostamente concebida, ordenada, organizada e perpetrada pelos alemães teria precisado de uma ordem, de um plano, de instruções, de um orçamento… Uma tal empresa, praticada durante anos, sobre todo um continente e causando a morte de milhões de vítimas teria deixado uma montanha de provas documentais. Por conseguinte, se nos vêm dizer que talvez nunca tenham existido essas provas documentais, é porque o crime em questão não foi perpetrado. Perante a completa falta de documentos o historiador não pode senão calar-se. L. Poliakov fez esta concessão em 1951, ou seja há cinquenta e cinco anos. Ora convém saber que, desde 1951 até 2006, os seus sucessores fracassaram igualmente nos seus intentos de encontrar a mínima prova documental. Episodicamente, aqui e ali, assistimos a tentativas de nos convencer desta ou daquela descoberta mas sempre, como veremos, a retirada e fracasso se seguiram.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ernst Zundel - Por Si Próprio



Algumas Notícias Soltas Para Refectir no Fim-de-Semana


O tempo parece ser sempre muito curto e se o dia tivesse mais horas penso que, mesmo assim, iria precisar de outras tantas. No entanto, sempre que posso, agarro no livro de Giles MacDonnogh, "After the Reich" e faço os possíveis para vos mostrar aquilo que raramente se vê ou ouve falar: o que aconteceu aos civis Alemães (e não só) que viviam nos territórios ocupados pela Alemanha Nazi (também na própria Alemanha). Os casos que traduzi relatavam situações de violações de mulheres Alemãs e Austríacas pelos "libertadores" do Exército Vermelho. Achei curiosa a relação do que aconteceu na altura e o que está acontecer actualmente, como podem ver aqui, desta vez com "libertadores" Americanos. E quando se procuram investigar situações históricas que chocam com o "politicamente correcto" da História, aparecem sempre algumas consequências desagradáveis, como podem ler aqui.
Sobre o que a destruição étnica de Alemães e de prisioneiros de guerra também Alemães na antiga Jugoslávia, podem ler este texto bastante interessante.
Não são apenas os temas "quentes" que os vários comentadores e analistas gostam pouco de abordar e discutir, são também aquelas situações que os podem "rotular" de "anti-semitas", algo que se transformou em algo tão repugnante e quase semelhante à lepra. Alguém pensa que pode vir a acontecer alguma coisa aos soldados que deixaram escrito alguns "recados" nas paredes de Gaza? Alguém pensa que pode haver alguém interessado em fazer um inquérito ou uma investigação sobre o caso?

Para finalizar, aconselho uma passagem de olhos (e a encomendar o livro, se acharem interessante) sobre esta abordagem de James Renton, sobre o nascimento da "aliança Anglo-Sionista".

quinta-feira, 19 de março de 2009

O Livro da Quinta


Em Junho de 1941, Theodore N. Kaufman, presidente do Movimento Americano para a Paz e conselheiro do Presidente Roosevelt, revelou um plano para a "Solução Final". O genocídio torna-se política oficial - O PLANO DE EXTERMÍNIO DO POVO ALEMÃO.

O sistema politicamente correcto que vigora na sociedade actual não deixa que apareça nos livros de História que não foi Adolf Hitler, mas sim um judeu, T. N. Kaufman, quem inventou o termo "Solução Final". Onde está a coragem para afirmar que os Estados Unidos e o lobby da imprensa Sionista Americana aplaudiram o trabalho de Kaufman, planeando a "Solução Final": a aniquilação do povo Alemão?

“Germany Must Perish ["A Alemanha Precisa Morrer"] apresenta um plano para a permanente e definitiva paz entre as nações civilizadas. E é um, e apenas um, com Pena Máxima:
"'A Alemanha precisa morrer' para sempre! De facto - não em fantasia!... A guerra-luxúria existe como um conjunto nas massas Alemãs. Os líderes Alemães não estão isolados desta vontade do povo Alemão (...) " (páginas 6 e 7).

"Eu não sinto nenhum ódio pessoal a mais por estas pessoas [os Alemães] que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos... Eles perderam as características dos seres humanos. Eles são bestas; eles precisam de ser tratados como tal (16)".

"Só há uma forma de frustrar este desejo: a meta de dominação mundial precisa de ser removida do alcance do povo Alemão e a única forma de fazer isso é removendo dos Alemães do mundo (28)."

"O vírus maligno do Germanismo tinha sido injectado no fluxo de vida do público e os Alemães esperaram a epidemia que eles sentiam que infestaria o mundo mais cedo ou mais tarde (45)."
"Porque ela [a Alemanha] não fez nenhum esforço milhares de anos atrás para tornar-se civilizada, como fizeram os vizinhos dela, a Alemanha hoje é uma intrusa entre as nações civilizadas (77)."

"Reeducação da geração mais jovem? É altamente duvidoso que um grande programa de reeducação valeria o esforço ou alcançaria o seu objectivo. O espírito é grande e infinitamente mais poderoso que o cérebro. E as características militantes tornaram-se parte integrante do espírito dos Alemães. Algum dia a alma guerreira Alemã voltaria a dominar o seu cérebro (dos Alemães). Uma solução final: (…) aí está, não há nenhuma outra solução excepto:
A Alemanha precisa de desaparecer deste planeta para sempre! E, afortunadamente, como nós podemos ver agora, isso não é impossível de ser realizado. (82,83)."

"(…) Assim resta apenas uma maneira de livrar o mundo do Germanismo para sempre - e isso é eliminar a fonte destas almas guerreiras - impedindo o povo Alemão de reproduzir a sua espécie. Este método moderno, conhecido pela ciência como Esterilização Eugénica, que é prática, humana e perfeita. A esterilização tornou-se um provérbio da ciência, como o melhor meio de livrar a raça humana dos seus desajustados: os insanos, os criminosos hereditários.
(…) A esterilização (…) é uma operação simples e segura, totalmente inofensiva e indolor, nunca mutilando ou castrando os pacientes. Os seus efeitos (colaterais) não são mais sérios que a extracção de um dente. (…) A população da Alemanha, excluindo os territórios conquistados ou anexados, é de aproximadamente 70 milhões, igualmente divididos entre homens e mulheres. Para realizar o plano de extinguir o povo Alemão será necessário esterilizar apenas cerca de 48 milhões de pessoas – um número que exclui, devido à limitada capacidade deles se procriarem, homens com mais de 60 anos de idade e mulheres com mais de 45 anos. (…) Cerca de 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um executa um mínimo de 25 operações por dia não precisaremos mais que um mês, no máximo, para completar a esterilização deles... O restante da população civil masculina da Alemanha pode ser tratado em três meses. (86-88)"
Leia mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Agora os Manuscritos do Mar Morto... Para Quando o Holocausto?


A seita dos essénios, que teria escrito os Manuscritos do Mar Morto, "nunca existiu" - A tese de Rachel Elior sobre os autores dos mais antigos textos bíblicos que sobreviveram até aos nossos dias e que foram descobertos em 1947 é contestada por outros especialistas

Os Manuscritos do Mar Morto, os únicos documentos bíblicos do primeiro século da era cristã que sobreviveram até hoje, podem não ter sido escritos pela seita judaica e esotérica dos essénios, como sempre se pensou? Rachel Elior, investigadora israelita e professora de misticismo judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém, lançou a polémica, afirmando não apenas que os essénios não escreveram os manuscritos, mas que esta seita nunca existiu. A base da teoria de Elior é uma ideia muito simples: entre os perto de 900 documentos descobertos entre 1947 e 1956 dentro de potes escondidos em 11 grutas na zona de Wadi Qumran, junto ao Mar Morto, no deserto da Judeia, não há uma única referência aos essénios. Seria razoável, pergunta a investigadora, que os autores destes documentos não se referissem a si próprios nem uma vez? "Desperdiçaram-se 60 anos de investigações para tentar encontrar os essénios nos manuscritos", disse Elior à revista norte-americana Time. "Mas eles não existem. É uma lenda sobre uma lenda."

Pode ler a notícia na íntegra aqui e ler mais sobre este assunto aqui e aqui.


Decididamente, tornou-se uma moda isto de "reescrever" a História. A investigadora é Israelita - mesmo assim não sei se ainda a vão acusar de ser "anti" qualquer coisa... Para alguns investigadores "sérios" que por aí andam ela não passará de mais uma "aldrabona" ou de alguém que "distorce" factos provados...

Repito, qualquer dia ainda aparece alguém com a prova definitiva de que não existiam câmaras de gás nos campos de concentração da Alemanha Nazi! E depois como vai ser?...
Será que desta vez algum País, algum representante de qualquer coisa!, vai exigir uma indeminização por estarem a querer desvalorizar, inventar ou questionarmatéria religiosa?!

Os Crimes de Guerra de Que Ninguém Fala (II)


“One of the Schoner cooks had returned from suburban Oberlaa. He reported that the women there been repeatedly raped. ´The rape chapter (...) had became stark reality´. The victims were now reporting to the doctors. Neither age nor social status provided any protection. The Russians are reported to have raped women as old as eighty. Schoner heard a story from Ober St Veit that one woman had complained to the Russian commandant, who had laughed in her face. (…) The chosen victims were the middle classes. There were the predictable consequences too: women committed suicide after the event; many contracted venereal diseases; others became pregnant and had to seek abortions.”


Tradução minha:

"Um dos cozinheiros de Schoner regressou dos subúrbios de Oberlaa. Relatou que as mulheres tinham sido repetidamente violadas. 'O capítulao das violações (...) tinha-se tornado uma realidade'. As vítimas queixavam-se agora aos médicos. Nem a idade nem o estatuto social garantiam qualuer protecção. Aos Russos são feitas acusações de terem violado mulheres até de oitenta anos. Schoner ouviu uma história de Ober St Veit de que uma mulher se tinha queixado ao comandante Russo e que este se teria rido na sua cara. (...) As vítimas escolhidas eram da classe média. Existiam, depois, as consequências de tais actos: mulheres que cometiam suicídio; muitas contraíam doenças venérias; outras engravidavam e procuravam abortar".

MacDonnogh, Giles (2007), After the Reich, Londres, Edições John Murray, 34-35

segunda-feira, 16 de março de 2009

Agora os Vikings... Para Quando o Holocausto?


Depois de ter lido esta notícia, que pode vir a alterar toda a reputação que os Vikings possuiam - segundo novos dados, eram tecnologicamente avançados, já com preocupações quanto à higiene e até mesmo consideravelmente civilizados - resta-nos questionar toda esta onda - será uma moda?... - de querer "reescrever" a História. Isto é muito preocupante, meus amigos! Quase todos os dias aparecem novos dados sobre imensos factos históricos que, todos nós sabemos, não deveriam ser questionados porque existem provas - ou existiam... - de que eles eram mesmo "factos históricos comprovados"...

Meu Deus, qualquer dia ainda aparece alguêm com a prova definitiva de que não existiam câmaras de gás nos campos de concentração da Alemanha Nazi! E depois como vai ser?...

Será que algum País, algum representante de qualquer coisa!, vai exigir uma indeminização por estarem a querer branquear os que antes eram "selvagens com capacetes com cornos"?!

domingo, 15 de março de 2009

Algumas Notícias Soltas... e Uma Reflecção


Depois de ler esta notícia, gostaria de saber quantos "sobreviventes" do Holocausto seriam voluntários para fazer o mesmo teste?...

Uma pesquisa com cerca de 1.000 estudantes Ingleses de 11 a 16 anos mostrou que 10% dos jovens não sabiam o que Auschwitz era. Quase 10% acharam que o campo era um país que fazia fronteira com a Alemanha e 2% acharam que era uma marca de cerveja. Outros 2% identificaram erradamente Auschwitz com um festival religioso, enquanto 1% pensa que é um tipo de pão. A pesquisa mostra que 6 em cada 10 jovens não sabe o que a Solução Final era, e desses, um quinto acredita que o nome se refere às conversações de paz que encerraram a Segunda Guerra Mundial.

Vejam o trailler do filme Inglorious Basterds - acabei por não perceber se era uma comédia ou um filme de "acção" - e depois tentem imaginar o que seria um filme que retratasse a mesma situação... mas com os papéis inversos. Brad Pitt, Mike Myers, Eli Roth, Samm Levine, B. J. Novak, Samuel L. Jackson e Diane Kruger dão o seu contributo... mas não cheguei a perceber ao quê...

E para começar bem a semana, deixo-vos um texto de Joaquim Reis para reflectirem:


O Holocausto - A questão do Holocausto deve interessar não só os Alemães, mas todos os europeus e, dum modo geral, todo o Mundo. Por quê? Porque a absurda difamação lançada contra os Alemães de que 6 milhões (!) de judeus foram assassinados em câmaras de gás durante a II Guerra Mundial é o mais infamante labéu que se possa lançar sobre a Humanidade. O próprio facto de a sua negação e investigação objectiva da sua historicidade serem condenadas em vários países, mormente na Alemanha, e punidas com anos de prisão, é, em sim mesmo, a prova de que estamos perante uma monstruosa mentira. Mas é preciso ir mais além na comprovação científica de tal hipotética ocorrência. Mas isso ainda não é possível, porque o Holocausto tem sido uma “indústria” para os judeus e para Israel, como afirmou o judeu norte-americano Norman Finkelstein em livro da sua autoria. Ele tem permitido que a Judiaria, em geral, e Israel, em particular, exerçam sobre a Alemanha, e até mesmo sobre a Europa, um poder quase absoluto, que engendra miséria, baixeza, injustiça e até a guerra.

Esta monstruosa fabulação tem tido, e continua a ter, o apoio da maior potência militar existente, os Estados Unidos da América, nação onírica, nefelibata, que se embala pela TV, por Hollywood, pelos grandes órgãos da Imprensa, todos dominados pelos Judeus, capitalistas super-ricos, que de facto administram a nação a seu bel-prazer, materializando-a, engordando-a ou proletarizando-a, com esses meios materialistas que seduzem meio mundo, o mundo de baixo. A “América” é, pelo menos por enquanto, uma nação debochada e perdida. Geradora, não de verdadeira riqueza, mas de moeda falsa, que imprime quanto baste para os seus criminosos objectivos, poderia, se fosse uma verdadeira nação generosa e humanitária, como julga ser, em vez de bombas criar bem-estar moral e físico, não mortes às centenas de milhares, e mutilados (quantos?), e a miséria moral e física que se tem observado.

Os judeus, assim como roubaram e pilharam a Palestina, expulsando e matando a população nativa, também se apoderaram dos USA, sobre os quais mantêm um domínio incontestável. E, contudo, são os Alemães os bandidos e assassinos, e toda a Europa “a cup of tea” para os gananciosos super-capitalistas, que do nada fazem dólares, e dos dólares fazem poder e propriedades.

O Holocausto é a degradação da Humanidade, e todo o Cristão consciente da realidade deveria, porque é cristão – logo piedoso e caridoso – se é um Cristão autêntico – procurar por todos os meios descobrir, certificar-se, constatar que existe um Satanás – o Inimigo – nesses judeus e judaizantes que querem levar a Humanidade para o Inferno, o verdadeiro Holocausto final.

sábado, 14 de março de 2009

Vamos Todos Reflectir Amanhã



Tal como questionado aqui anteriormente, vamos aproveitar o dia de amanhã para reflectir sobre estas duas questões:


1) Mesmo sabendo que, como é descrito no Jewish Virtual Library: «As condições no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. E que em Março de 1944, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde eram trazidos os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar.-


2) Mesmo sabendo que nas três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial: «Cruzada na Europa» do General Eisenhower, «A Segunda Guerra Mundial» de Winston Churchill, e o «Memórias da Guerra» do General de Gaulle, não existe uma única referência às câmaras de gás nazis , ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Segunda Guerra Mundial.

O Poder do Lobby... e um "Bónus"


Especialmente para aqueles que vêem no Revisionismo apenas os fantasmas dos "nazis, nazis, nazis!", gostaria de os questionar se esta investigadora terá alguma coisa contra África?... É que se ela tiver razão, são milhares de páginas com teorias e "provas" deitadas para o lixo! ESTAMOS A REESCREVER A HISTÓRIA! Não pode ser! Mas ela estará doida??? Sou capaz de ir mais longe porque suspeito que ela poderá ser racista e xenófoba...

Se esquecermos a ironia, percebemos que a mensagem é muito simples: o Holocausto é o único facto histórico que, ao ser questionado, leva consigo uma série de rótulos que apenas têm a missão distrair-vos do verdadeiro assunto.


Atrás dessa série de rótulos, vem uma atitude de repressão e acusação que chega até aos especialistas económicos. Nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre o Holocausto sem que seja para aceitar sem reservas a versão oficial; nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre Hitler sem ser a de condenação clara, sem deixar dúvidas. Caso contrário... já somos acusados de estar a defendê-lo, ser seu seguidor e adepto.

As coisas vão-se complicando e chegam à política internacional e bem actual de Israel. Apresentar reservas, criticar, denunciar?... "ANTI-SEMITISMO"!

O "lobby é, realmente, muito forte, temos que reconhecer.


Mudando de assunto, e como, infelizmente, não consegui fazer a habitual selecção literária de Quinta, aqui vai um "bónus":

The War Behind Me: Vietnam Veterans Confront the Truth about U.S. War Crimes - Durante a última década, muitos foram aqueles que procuraram atacar a credibilidade dos veteranos da guerra do Vietname, inclusivamente John F. Kerry, que falou contra o grande número de crimes de guerra ocorridos durante esse período. Afirmam que as atrocidades foram casos isolados e até aberrações e que os veteranos que testemunharam sobre isso estavam psicologicamente afectados, politicamente motivados e com uma lavagem cerebral realizada pela propaganda comunista.

Baseado numa quantidade enorme de novos documentos do exército anteriormente classificados e em entrevistas a Vietnamitas e Americanos, Deborah Nelson, uma repórter de investigadora já veterana, vencedora do prémio Pulitzer para a Reportagem de Investigação de 1997 e professor assistente da Carnegie na Universidade de Maryland College of Journalism, revela que foram cometidos sistematicamente crimes de guerra pelos soldados Americanos no Vietname (…). “The War Behind Me” aparece como reivindicação para todos os veteranos que falaram corajosamente contra a injustiça de uma guerra e dos activistas anti-guerra da altura que procuraram sempre denunciar as atrocidades cometidas para a consciencialização da opinião pública.


Leia mais sobre este assunto aqui.