sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sugestão Para o Fim-de-Semana


A nossa sugestão para este fim-de-semana vai para Enrique Aynat, um importante revisionista Espanhol, colaborador do IHR e membro do Journal's Editorial Advisory Committee. Entre as suas publicações talvez a mais importante seja mesmo esta: El Holocausto a Debate: Respuesta a César Vidal ["O Holocausto em Debate: Uma Resposta a César Vidal"], que pode ser encontrada aqui e onde ele faz uma demolição completa dos argumentos e afirmações de Vidal.

Outras Interpretações Para o Início da Segunda Guerra Mundial



Sobre este assunto, podem ler também esta notícia.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (X)


10) Em 1961, o judeu Raul Hillberg, Number One dos historiadores ortodoxos, havia publicado a primeira edição da sua obra capital, e foi em 1985 que publicou a sua segunda edição profundamente revista e corrigida. Entre estas duas vai uma distância considerável que não pode explicar-se senão pela sucessão de vitórias conseguidas entretanto pelos revisionistas. Na primeira edição o autor havia afirmado friamente que «a destruição dos judeus da Europa» fora iniciada com base em ordens sucessivas de Hitler. Não indicava nem a data, nem o conteúdo dessas ordens. Continuadamente pretendia explicar em detalhe o processo político, administrativo e burocrático dessa destruição; por exemplo, chegava ao extremo de escrever que em Auschwitz o extermínio de judeus se organizava num escritório que se encarregava ao mesmo tempo da desinfecção das roupas e do extermínio de seres humanos (The Destruction of the European Jews, 1961, reeditado em 1979 por Quadrangle Books, Chicago, p. 177, 570). Ora em 1983, renunciando totalmente a esta explicação, R. Hilberg veio subitamente afirmar que o processo de «destruição dos judeus da Europa» se desenvolvera, ao fim e ao cabo, sem plano, sem organização, sem centralização, sem projecto, sem orçamento, mas muito simplesmente graças a «um incrível encontro de mentes, uma transmissão de pensamento consensual no seio de uma vasta burocracia», a burocracia alemã (an incredible meeting of minds, a consensus mind reading by a far-flung bureaucracy) (Newsday, New York, 23 de Fevereiro de 1983, p. II/3). Esta explicação será confirmada por R.Hilberg sob juramento no processo Zündel de 1985 em Toronto, a 16 de Janeiro de 1985 (acta verbatim, p. 848); posteriormente confirmá-la-á de novo mas com outras palavras, na versão profundamente revista da sua obra (The Destruction of the European Jews, New York, Holmes & Meier, 1985, p. 53, 55, 62; em francês, La Destruction des Juifs d’Europe, Paris, Fayard, 1988, p. 51, 53, 60). Finalmente, confirma-a outra vez em Outubro de 2006 numa entrevista concedida ao Le Monde: «Não havia nenhum esquema director preestabelecido. Quanto à questão da decisão é parcialmente insolúvel: nunca se encontrou nenhuma ordem assinada pela mão de Hitler, possivelmente porque tal documento nunca existiu. Estou convicto que as burocracias são dirigidas por uma espécie de estrutura latente: cada decisão acarreta outra, e outra e assim sucessivamente, mesmo que não seja possível prever exactamente a etapa seguinte» (Le Monde des livres, 20 de Outubro de 2006, p.12).

Observação: O historiador Number One do genocídio dos judeus viu-se tão desamparado que chegou repentinamente ao ponto de desdizer-se e de explicar uma gigantesca empresa de assassinato colectivo como se esta tivesse sido de algum modo obra do Espírito-Santo. Evoca, efectivamente, um «encontro de mentes» no seio de uma burocracia e classifica esse encontro como «incrível». Se é incrível, porque se haveria de crer nele? Deveremos porventura crer no incrível? Invoca, também, a «transmissão de pensamento» que classifica de «consensual», mas trata-se de uma pura especulação intelectual baseada em crença no sobrenatural. Como crer num fenómeno deste género, sobretudo no seio de um vasto aparelho burocrático, e em particular tratando-se da burocracia do III Reich? É de realçar que, seguindo o exemplo de R. Hilberg, nos anos 1980-1990, os historiadores oficiais começaram a abandonar a história e a aproximar-se da metafísica e do jargão. Colocaram a questão se do ponto de vista do conhecimento conviria ser «intencionalista» ou «funcionalista»: seria necessário supor que o extermínio dos judeus se havia produzido tendo por base uma «intenção» (ainda não demonstrada) e de acordo com um plano determinado (ainda não encontrado), ou ter-se-ia esse extermínio auto-produzido, de forma espontânea e improvisada, sem qualquer intenção formal e sem nenhum plano? Este tipo de confusa controvérsia demonstra o desespero de historiadores que, incapazes de apresentar provas ou documentos que sustentem as suas teses, se vêem reduzidos a teorizar no vazio. No fundo, uns, os «intencionalistas», dizem-nos: «Forçosamente teve que haver uma intenção e um plano, que ainda não encontrámos, mas que eventualmente um dia viremos a descobrir», enquanto que os outros nos dizem: «Não é necessário procurar provas de uma intenção e de um plano, porque tudo pode ter ocorrido sem intenção, sem plano e sem deixar vestígios; tais vestígios são impossíveis de encontrar porque nunca existiram»…

O Livro da Quinta


Nas páginas do Bilderberg Diary, Jim Tucker revela-nos, pela primeira vez, a sua fantástica história da cobertura de tudo o que se relacionasse com Bilderberg, a sua infiltração nos seus encontros e reuniões, analisando os seus documentos privados e secretos e o trabalho incansável para mostrar ao público as suas verdadeiras intenções.
Veja ainda um vídeo de Jim Tucker sobre o mesmo assunto.


quarta-feira, 1 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IX)


9) Em 1983, a 7 de Maio, Simone Veil, que é judia e «sobrevivente do genocídio», declarou a propósito das câmaras de gás: «No curso do processo movido a Faurisson por ter negado a existência das câmaras de gás, os que o movem são constrangidos a fornecer a prova formal da realidade das câmaras de gás. Ora todos sabem que os nazis destruíram essas câmaras de gás e eliminaram sistematicamente todas as testemunhas» (France-Soir Magazine, 7 de Maio de 1983, p.47).

Observação: Se não existe nem arma do crime, nem testemunhos, o que é que fica? Que pensar dos locais apresentados a milhões de visitantes enganados como sendo câmaras de gás? Que pensar dos personagens que se apresentam como testemunhas ou como milagrosamente salvos das câmaras de gás? Pelo seu lado, Simone Weil é a primeira autoridade holocáustica a ter assim dado a entender que toda a pretensa testemunha dos gaseamentos não pode ser senão uma falsa testemunha. Já em 6 de Março de 1979, num debate dos «Dossiers de l’ écran» organizado pela televisão francesa por ocasião da estreia da série americana «Holocaust», ela havia manifestado o seu desprezo por Maurice Benroubi, apresentado como uma «testemunha das câmaras de gás». Este último permanecera depois disso extremamente discreto em relação ao seu «testemunho» publicado pouco antes no L’Express (3-9 de Março de 1979, p. 107-110).

Arcebispo Brasileiro Acusa os Judeus de Esconderem Factos do Holocausto


O arcebispo da cidade de Porto Alegre, a sul do Brasil, Dadeus Grings, acusou os Judeus de controlarem a propaganda no mundo e acrescentou ser essa a razão pela qual nem tudo tinha ainda sido revelado sobre o Holocausto, no qual, diz ele, morreram mais Católicos do que Judeus. "Mais católicos morreram que Judeus no Holocausto, mas isso nunca é mencionado porque os Jjudeus dominam toda a propaganda do mundo", afirmou o prelado numa entrevista. [leia a notícia na íntegra]
Mais uma vez, um membro da Igreja Católica pronuncia-se sobre o grande tabu - leiam aqui mais uma análise interessante sobre o sacerdote Richard Williamson - e, certamente, levantará mais uma onda de protestos da actual "inquisição" que controla a liberdade de expressão, como em mais este caso.
Independentemente das opiniões e dos debates mais ou menos permitidos, é curioso depois, de forma paralela, lermos isto que contrasta - ou talvez não - com isto.

terça-feira, 31 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VIII)



8) Em 1983, a 26 de Abril, terminava finalmente, em recurso, o longo processo que me tinha sido movido em 1979, nomeadamente por organizações judaicas, por «danos a terceiros» pela «falsificação da história» (sic). Nesse dia a primeira câmara do tribunal de recurso civil de Paris, secção A (presidente Grégoire) ao mesmo tempo que confirmava a minha condenação por «danos a terceiros», elogiava com justificação em apoio a qualidade do meu trabalho. Pronunciava, efectivamente, que não se podia encontrar nos meus escritos sobre as câmaras de gás nenhum sinal de ligeireza, nenhum rasto de negligência, nenhum rasto de ignorância deliberada, nenhum rasto de mentira e que por conseguinte «o valor das conclusões defendidas pelo Sr. Faurisson [sobre as câmaras de gás] depende pois apenas da apreciação dos peritos, dos historiadores e do público».

Observação: Se não se pode imputar ao autor dos trabalhos que refutam as teses das câmaras de gás nem ligeireza, nem negligência, nem ignorância deliberada, nem mentira, nem «falsificação», isso é a prova de que os seus trabalhos são os de um investigador sério, aplicado, consciencioso, probo e autêntico, e em tal grau que se deve poder ter o direito de sustentar publicamente, como ele o faz, que as câmaras de gás não passam de um mito.

A Mossad de Novo


Fontes recolhidas pela imprensa Turca pretendem implicar a Mossad Israelita numa tentativa de assassinato do Primeiro Ministro daquele país Recep Tayyip Erdogan. Um e-mail encontrado num computador pessoal pertencente a um dos membros da organização Ergenekon expõe o papel da Mossad nos esforços falhados para assassinar Erdogan. A organização foi acusada de orquestrar um golpe de Estado contra a actual administração Turca. [Leia a notícia na íntegra]
Depois de ler esta notícia, fica de novo a questão no ar: para quem trabalha, realmente, a Mossad? Que interesses estão por detrás das suas (supostas) acções? Para ajudar a esclarecer esta e outras dúvidas, aconselho esta leitura.

segunda-feira, 30 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VII)


7) Em 1982, de 29 de Junho a 2 de Julho, teve lugar em Paris, na Sorbonne, um colóquio internacional sob a presidência de dois historiadores judeus, François Furet e Raymond Aron. De acordo com os seus organizadores, tratava-se de uma ocasião para replicar solene e publicamente a Robert Faurisson e a «um punhado de anarco-comunistas» que lhe tinham trazido o seu apoio (alusão a Pierre Guillaume, Jean-Gabriel Cohn-Bendit, Serge Thion, bem como a outros libertários, alguns dos quais judeus). No último dia, na tão esperada conferência de imprensa, os dois organizadores tiveram que admitir publicamente que, «apesar das mais eruditas investigações», não se encontrara uma única ordem de Hitler para matar os judeus. Quanto às câmaras de gás, nem sequer a elas aludiram.

Observação: Esse colóquio constituiu a primeira tentativa de mostrar ao grande público que os revisionistas mentiam. Tal como em outros colóquios do mesmo género (particularmente em 1987, também na Sorbonne), foi proibido o acesso aos revisionistas e, como todos os demais colóquios sem excepção, redundou num completo fracasso para os organizadores.

domingo, 29 de março de 2009

600 Arquitectos Confirmam Teoria do "Inside Job"


Quando 600 pessoas afirmam que algo aconteceu (ou que não aconteceu, depende do ponto de vista), somos quase obrigados a acreditar nesse "algo". E quando são, supostamente, pessoas credíveis, esse mesmo "algo" começa a ser, practicamente, um facto.

Acontece que 600 arquitectos afirmam que o 11 de Setembro foi um "trabalho de dentro".

Podem ler mais sobre este assunto e assistir à entrevista ao arquitecto Richard Gage aqui.

"Anti-Semitismo"?

Já falámos aqui muitas vezes dos que se julgam intocáveis e detentores de toda a verdade. Uma simples crítica e aparece a acusação do costume: "anti-semitas". Mas o que podemos dizer disto ou disto? E sobre isto? Também será rotulada de notícia "anti-semita" ou os acusadores do costume preferirão ignorar e tentar outra t-shirt ou outra cor?...

Uma coisa é certa: i
ndependentemente dos crimes de guerra, Israel continua a merecer o apoio ocidental. E o poder é tal, que nem os mais condecorados militares escapam, mesmo quando estamos perante um "suposto pequeno terrorista"... E se este for Judeu...

Daí a pertinência deste vídeo onde a Baronesa Tongue critica o Lobby Judeu, a AIPAC, amigos de Israel e o grupo de deputados, acusando-os de utilizarem constantemente o "anti-semitismo"- onde ele não existe - para silenciar os críticos de Israel.

O Mito das Câmaras de Gás - Germar Rudolf

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VI)


6) Em 1982, em 21 de Abril, fundou-se em Paris uma associação para o estudo dos assassinatos por gás sob o regime nacional-socialista (ASSAG) «com o objectivo de investigar e controlar os elementos que contribuam para a prova da utilização de gases tóxicos pelos responsáveis do regime nacional-socialista na Europa para matar pessoas de diferentes nacionalidades, contribuir para a publicação desses elementos de prova, estabelecendo, para tal, todos os contactos úteis tanto a nível nacional como internacional». O artigo 2º dos estatutos dispõe: «A duração da associação limitar-se-á à realização do objectivo enunciado no artigo 1º». Ora esta associação fundada por catorze pessoas, entre elas Germaine Tillion, Georges Wellers, Geneviève Anthonioz (apelido de solteira de Gaulle), o advogado Bernard Jouanneau e Pierre Vidal-Naquet, não publicou nada em quase um quarto de século e continua a existir em 2006. No caso em que se afirme, erradamente, que produziu o livro denominado Chambres à gaz, secret d’Etat, convirá recordar que se trata antes da tradução para francês de uma obra publicada em alemão por Eugen Kogon, Herman Langbein e Adalbert Rückerl e na qual figuram algumas contribuições de alguns membros da ASSAG (Paris, Editions de Minuit, 1984).

Observação: Por si só o título desta obra dá uma boa ideia do seu conteúdo: em vez de provas, suportadas por fotografias de câmaras de gás, desenhos, esquemas, relatórios de peritos sobre a arma do crime, o leitor apenas descobre especulações a partir do que ali se denomina «elementos de prova» (e não «provas») e isso porque, dizem-nos, essas câmaras de gás teriam constituído o maior dos segredos possíveis, um «segredo de Estado». Se existe uma «arma de destruição maciça» que teria merecido uma peritagem em boa e rigorosa forma, é sem sombra de dúvida essa arma. Com efeito, ela constitui uma anomalia na história da ciência pelo menos por duas razões: não teve precedentes nem tão-pouco continuação; surgiu do nada para a ele regressar. Ora na história da ciência não se conhece nenhum fenómeno deste tipo. Em todo o caso, dado o facto de que continua a existir ainda hoje em 2006, pode dizer-se que essa associação chamada ASSAG ainda não levou a cabo o objectivo para o qual foi fundada, fará em breve vinte e cinco anos. Por conseguinte não encontrou ainda as provas, nem sequer os elementos de prova da existência das «câmaras de gás nazis».

sexta-feira, 27 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (V)


5) Em 1979, igualmente, as autoridades americanas decidiram-se enfim a tornar públicas as fotografias aéreas de Auschwitz que, até então, mantinham ocultas. Com cinismo ou ingenuidade, os dois autores da publicação, Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, ex-membros da CIA, deram à pequena colecção de fotografias o título The Holocaust Revisited e colaram, aqui e além, umas etiquetas com as palavras «gas chamber(s)», porém, nos seus comentários nada justifica semelhantes denominações (CIA, Central Intelligence Agency, Washington, February 1979, ST-79-10001).

Observações: Hoje, em 2006, esta fraude faz-nos pensar na miserável demonstração do ex-ministro americano Colin Powell tentando provar, através do mesmo procedimento de etiquetas coladas sobre fotografias aéreas, a existência de «armas de destruição maciça» no Iraque de Saddam Hussein. Na realidade, essas fotografias de Auschwitz invalidam de modo contundente a tese das câmaras de gás nazis. O que se vê claramente nelas, são pacíficos fornos crematórios sem qualquer multidão de pessoas apinhadas no exterior à espera de entrar para os supostos vestiários e supostas câmaras de morte. Os terrenos circundantes estão desimpedidos e são visíveis de todos os lados. As faixas dos jardins desses crematórios estão bem desenhadas e de modo algum se nota que tenham sido espezinhadas, diariamente, por milhares de pessoas. O crematório nº. 3, por exemplo, é contíguo ao que sabemos ser, graças aos documentos do Museu Estatal de Auschwitz, um campo de futebol e perto ainda de um campo de voleibol (Hefte von Auschwitz, 15, 1975, ilustração fora do texto da página 56 e página 64). Está também muito próximo dos dezoito pavilhões hospitalares do campo masculino. Ocorreram trinta e duas missões aéreas dos Aliados sobre toda esta zona que incluía ainda as importantes instalações industriais de Monowitz. Compreende-se que os Aliados tenham bombardeado por várias vezes o sector industrial, evitando na medida do possível o que era evidentemente um campo de concentração, de trabalho e de trânsito e não um «campo de extermínio», sobre o qual não caíram mais do que algumas bombas perdidas.




Livros da Quinta (Infelizmente à Sexta...)


The Post-American World - “Este não é um livro sobre o declínio de um país como a América, mas antes um crescer de todos os outros”. É assim que começa o livro de Fareed Zakaria sobre esta nova era em que estamos a entrar. Leia mais sobre este livro aqui.




The Far Traveler: Voyages of a Viking Woman - Quinhentos anos antes de Colombo, uma mulher Viking chamada Gudrid fez-se ao mar para novas descobertas. Atracou no Novo Mundo e aí viveu durante 3 anos, dando à luz uma criança antes de regressar a casa. Pelo menos é o que contam as sagas Islandesas. Mesmo depois dos arqueólogos terem encontrado vestígios dos Vikings na Terra Nova, ninguém acreditou que os detalhes da história de vida de Gudrid fossem verdadeiros. No entanto, em 2001, uma equipa de cientistas descobriu aquilo que poderá ter sido a última habitação desta mulher pioneira, enterrada num campo de feno na Islândia, tal como as sagas tinham sugerido.

Podem ler mais sobre este assunto e encomendar o livro aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IV)


4) Em 1979, trinta e quatro historiadores franceses assinaram uma extensa resposta comum aos argumentos técnicos que eu havia pessoalmente invocado para demonstrar que a existência e funcionamento das câmaras de gás nazis se chocam com impossibilidades materiais radicais. De acordo com a tese oficial, Rudolf Höss, um dos três sucessivos comandantes de Auschwitz, teria confessado (!) e descrito como se gaseavam os judeus em Auschwitz e Birkenau. De acordo com essa confissão, muito vaga, quando as vítimas aparentavam ter exalado o último suspiro, colocava-se em funcionamento um aparelho de ventilação e uma equipa de prisioneiros judeus entrava de imediato na vasta sala para retirar os cadáveres e transportá-los até aos fornos crematórios. R. Höss afirmou que os judeus levavam a cabo esse trabalho de modo displicente, fumando e comendo. Observei que tal era impossível: não se pode entrar a fumar e a comer num local saturado de ácido cianídrico (gás virulento, penetrante e explosivo) para tocar, manipular e daí extrair, com grande esforço, milhares de cadáveres impregnados de ácido cianídrico e, consequentemente, intocáveis. Na sua declaração os trinta e quatro historiadores responderam-me: «Não importa perguntar como, tecnicamente, foi possível semelhante assassinato em massa. Foi tecnicamente possível uma vez que ocorreu» (Le Monde, 21 de Fevereiro de 1979, p. 23).

Observação: Esta resposta equivale a esquivarem-se à pergunta colocada. Se alguém se esquiva assim é porque é incapaz de responder. E se trinta e quatro historiadores se mostram a tal ponto incapazes de explicar como foi perpetrado um crime de tais dimensões é porque esse crime desafia as leis da própria natureza; sendo, portanto, imaginário.

A Preocupação de Algumas Pessoas

terça-feira, 24 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)



3) Em 1968, a historiadora judia Olga Wormser-Migot, na sua tese sobre Le Système concentrationnaire nazi, 1933-1945 (Paris, Presses universitaires de France, 1968) dedicou um extenso desenvolvimento ao que ela chama «O problema das câmaras de gás» (p. 541-544). Aí exprime o seu cepticismo sobre o valor dos célebres testemunhos que atestam a existência de câmaras de gás em campos como o de Mauthausen ou de Ravensbrück. Sobre Auschwitz I é peremptória: esse campo em que, ainda hoje, os turistas visitam uma suposta câmara de gás era, na realidade, «sem câmaras de gás» (p. 157).

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo


A controvérsia sobre as declarações “negacionistas do Holocausto” do Bispo Bishop Richard Williamson não é uma controvérsia sobre a verdade histórica, o papel da história na sociedade, anti-semitismo ou “ódio”. Trata-se, na realidade, de algo sobre o poder – sobre aqueles que dominam a nossa cultura e também sobre como e porquê esse poder é usado.

(...) Numa entrevista a um canal de televisão Sueco, (…) ele referiu que apenas cerca de 300,000 Judeus teriam morrido nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial e que nenhum tinha morrido em câmaras de gás.

(…) Com o crescer da controvércia, Williamson foi expulso da Argentina, onde vivia, e as autoridades Alemãs anunciaram que ele poderia ser acusado criminalmente. Na Alemanha e nalguns outros países Europeus é crime negar, justificar ou menosprezar o genocídio dos Judeus Europeus. As autoridades Alemãs reclamam o direito de acusar qualquer pessoa, em qualquer parte, que faça afirmações “negacionistas” que possam ser acedidas pela Internet.

(…) O Bispo Williamson mantém visões pouco convencionais numa série de assuntos. Já disse, por diversas vezes, que o 11 de Setembro foi um “inside job” (“trabalho de dentro”) e acredita que aqueles ataques terroristas foram organizados pelo governo Americano. Curiosamente, ninguém está a pressionar para que Williamson peça desculpa pelas acusações fortíssimos aos representantes dos EUA que, segundo ele, são os responsáveis por assassínios em massa contra os seus próprios cidadãos. (…)

Se, por um lado, as visões pouco ou nada conformistas de Williamson sobre os crimes cometidos há sete anos são consideradas estranhas, mas inconsequentes; por outro lado, as suas visões sobre o tratamento dos Judeus Europeus há pouco mais de uma metade de século são consideradas como um “crime do pensamento.” As expressões de descrédito sobre o “Holocausto”“sãp rápida e ferozmente punidas. A “blasfémia" contra o Holocausto é, normalmente, tratada como algo mais ofensivo do que os assaltos verbais contra as crenças religiosas e as sensibilidades de muitos milhões de pessoas na Europa e também no mundo. Em resumo: os sentimentos e as sensibilidades Judaicas são vistas como mais importantes do que as dos não-Judeus.

Pode ler na íntegra todo o artigo aqui ou ouvir as declarações de Mark Weber sobre este assunto aqui - onde estão também disponíveis diversos registos do mesmo autor.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)



2) Em 1960, Martin Broszat, membro do Instituto de História Contemporânea de Munique, escreveu «Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros» (Die Zeit, 19 de Agosto de 1960, p. 16).

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.