
sexta-feira, 3 de abril de 2009
Sugestão Para o Fim-de-Semana

quinta-feira, 2 de abril de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (X)

10) Em 1961, o judeu Raul Hillberg, Number One dos historiadores ortodoxos, havia publicado a primeira edição da sua obra capital, e foi em 1985 que publicou a sua segunda edição profundamente revista e corrigida. Entre estas duas vai uma distância considerável que não pode explicar-se senão pela sucessão de vitórias conseguidas entretanto pelos revisionistas. Na primeira edição o autor havia afirmado friamente que «a destruição dos judeus da Europa» fora iniciada com base em ordens sucessivas de Hitler. Não indicava nem a data, nem o conteúdo dessas ordens. Continuadamente pretendia explicar em detalhe o processo político, administrativo e burocrático dessa destruição; por exemplo, chegava ao extremo de escrever que em Auschwitz o extermínio de judeus se organizava num escritório que se encarregava ao mesmo tempo da desinfecção das roupas e do extermínio de seres humanos (The Destruction of the European Jews, 1961, reeditado em 1979 por Quadrangle Books, Chicago, p. 177, 570). Ora em 1983, renunciando totalmente a esta explicação, R. Hilberg veio subitamente afirmar que o processo de «destruição dos judeus da Europa» se desenvolvera, ao fim e ao cabo, sem plano, sem organização, sem centralização, sem projecto, sem orçamento, mas muito simplesmente graças a «um incrível encontro de mentes, uma transmissão de pensamento consensual no seio de uma vasta burocracia», a burocracia alemã (an incredible meeting of minds, a consensus mind reading by a far-flung bureaucracy) (Newsday, New York, 23 de Fevereiro de 1983, p. II/3). Esta explicação será confirmada por R.Hilberg sob juramento no processo Zündel de 1985 em Toronto, a 16 de Janeiro de 1985 (acta verbatim, p. 848); posteriormente confirmá-la-á de novo mas com outras palavras, na versão profundamente revista da sua obra (The Destruction of the European Jews, New York, Holmes & Meier, 1985, p. 53, 55, 62; em francês, La Destruction des Juifs d’Europe, Paris, Fayard, 1988, p. 51, 53, 60). Finalmente, confirma-a outra vez em Outubro de 2006 numa entrevista concedida ao Le Monde: «Não havia nenhum esquema director preestabelecido. Quanto à questão da decisão é parcialmente insolúvel: nunca se encontrou nenhuma ordem assinada pela mão de Hitler, possivelmente porque tal documento nunca existiu. Estou convicto que as burocracias são dirigidas por uma espécie de estrutura latente: cada decisão acarreta outra, e outra e assim sucessivamente, mesmo que não seja possível prever exactamente a etapa seguinte» (Le Monde des livres, 20 de Outubro de 2006, p.12).
Observação: O historiador Number One do genocídio dos judeus viu-se tão desamparado que chegou repentinamente ao ponto de desdizer-se e de explicar uma gigantesca empresa de assassinato colectivo como se esta tivesse sido de algum modo obra do Espírito-Santo. Evoca, efectivamente, um «encontro de mentes» no seio de uma burocracia e classifica esse encontro como «incrível». Se é incrível, porque se haveria de crer nele? Deveremos porventura crer no incrível? Invoca, também, a «transmissão de pensamento» que classifica de «consensual», mas trata-se de uma pura especulação intelectual baseada em crença no sobrenatural. Como crer num fenómeno deste género, sobretudo no seio de um vasto aparelho burocrático, e em particular tratando-se da burocracia do III Reich? É de realçar que, seguindo o exemplo de R. Hilberg, nos anos 1980-1990, os historiadores oficiais começaram a abandonar a história e a aproximar-se da metafísica e do jargão. Colocaram a questão se do ponto de vista do conhecimento conviria ser «intencionalista» ou «funcionalista»: seria necessário supor que o extermínio dos judeus se havia produzido tendo por base uma «intenção» (ainda não demonstrada) e de acordo com um plano determinado (ainda não encontrado), ou ter-se-ia esse extermínio auto-produzido, de forma espontânea e improvisada, sem qualquer intenção formal e sem nenhum plano? Este tipo de confusa controvérsia demonstra o desespero de historiadores que, incapazes de apresentar provas ou documentos que sustentem as suas teses, se vêem reduzidos a teorizar no vazio. No fundo, uns, os «intencionalistas», dizem-nos: «Forçosamente teve que haver uma intenção e um plano, que ainda não encontrámos, mas que eventualmente um dia viremos a descobrir», enquanto que os outros nos dizem: «Não é necessário procurar provas de uma intenção e de um plano, porque tudo pode ter ocorrido sem intenção, sem plano e sem deixar vestígios; tais vestígios são impossíveis de encontrar porque nunca existiram»…
O Livro da Quinta

quarta-feira, 1 de abril de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IX)

Observação: Se não existe nem arma do crime, nem testemunhos, o que é que fica? Que pensar dos locais apresentados a milhões de visitantes enganados como sendo câmaras de gás? Que pensar dos personagens que se apresentam como testemunhas ou como milagrosamente salvos das câmaras de gás? Pelo seu lado, Simone Weil é a primeira autoridade holocáustica a ter assim dado a entender que toda a pretensa testemunha dos gaseamentos não pode ser senão uma falsa testemunha. Já em 6 de Março de 1979, num debate dos «Dossiers de l’ écran» organizado pela televisão francesa por ocasião da estreia da série americana «Holocaust», ela havia manifestado o seu desprezo por Maurice Benroubi, apresentado como uma «testemunha das câmaras de gás». Este último permanecera depois disso extremamente discreto em relação ao seu «testemunho» publicado pouco antes no L’Express (3-9 de Março de 1979, p. 107-110).
Arcebispo Brasileiro Acusa os Judeus de Esconderem Factos do Holocausto

terça-feira, 31 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VIII)

Observação: Se não se pode imputar ao autor dos trabalhos que refutam as teses das câmaras de gás nem ligeireza, nem negligência, nem ignorância deliberada, nem mentira, nem «falsificação», isso é a prova de que os seus trabalhos são os de um investigador sério, aplicado, consciencioso, probo e autêntico, e em tal grau que se deve poder ter o direito de sustentar publicamente, como ele o faz, que as câmaras de gás não passam de um mito.
A Mossad de Novo

segunda-feira, 30 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VII)

Observação: Esse colóquio constituiu a primeira tentativa de mostrar ao grande público que os revisionistas mentiam. Tal como em outros colóquios do mesmo género (particularmente em 1987, também na Sorbonne), foi proibido o acesso aos revisionistas e, como todos os demais colóquios sem excepção, redundou num completo fracasso para os organizadores.
domingo, 29 de março de 2009
600 Arquitectos Confirmam Teoria do "Inside Job"

"Anti-Semitismo"?
Uma coisa é certa: independentemente dos crimes de guerra, Israel continua a merecer o apoio ocidental. E o poder é tal, que nem os mais condecorados militares escapam, mesmo quando estamos perante um "suposto pequeno terrorista"... E se este for Judeu...
Daí a pertinência deste vídeo onde a Baronesa Tongue critica o Lobby Judeu, a AIPAC, amigos de Israel e o grupo de deputados, acusando-os de utilizarem constantemente o "anti-semitismo"- onde ele não existe - para silenciar os críticos de Israel.
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VI)

Observação: Por si só o título desta obra dá uma boa ideia do seu conteúdo: em vez de provas, suportadas por fotografias de câmaras de gás, desenhos, esquemas, relatórios de peritos sobre a arma do crime, o leitor apenas descobre especulações a partir do que ali se denomina «elementos de prova» (e não «provas») e isso porque, dizem-nos, essas câmaras de gás teriam constituído o maior dos segredos possíveis, um «segredo de Estado». Se existe uma «arma de destruição maciça» que teria merecido uma peritagem em boa e rigorosa forma, é sem sombra de dúvida essa arma. Com efeito, ela constitui uma anomalia na história da ciência pelo menos por duas razões: não teve precedentes nem tão-pouco continuação; surgiu do nada para a ele regressar. Ora na história da ciência não se conhece nenhum fenómeno deste tipo. Em todo o caso, dado o facto de que continua a existir ainda hoje em 2006, pode dizer-se que essa associação chamada ASSAG ainda não levou a cabo o objectivo para o qual foi fundada, fará em breve vinte e cinco anos. Por conseguinte não encontrou ainda as provas, nem sequer os elementos de prova da existência das «câmaras de gás nazis».
sexta-feira, 27 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (V)

5) Em 1979, igualmente, as autoridades americanas decidiram-se enfim a tornar públicas as fotografias aéreas de Auschwitz que, até então, mantinham ocultas. Com cinismo ou ingenuidade, os dois autores da publicação, Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, ex-membros da CIA, deram à pequena colecção de fotografias o título The Holocaust Revisited e colaram, aqui e além, umas etiquetas com as palavras «gas chamber(s)», porém, nos seus comentários nada justifica semelhantes denominações (CIA, Central Intelligence Agency, Washington, February 1979, ST-79-10001).
Observações: Hoje, em 2006, esta fraude faz-nos pensar na miserável demonstração do ex-ministro americano Colin Powell tentando provar, através do mesmo procedimento de etiquetas coladas sobre fotografias aéreas, a existência de «armas de destruição maciça» no Iraque de Saddam Hussein. Na realidade, essas fotografias de Auschwitz invalidam de modo contundente a tese das câmaras de gás nazis. O que se vê claramente nelas, são pacíficos fornos crematórios sem qualquer multidão de pessoas apinhadas no exterior à espera de entrar para os supostos vestiários e supostas câmaras de morte. Os terrenos circundantes estão desimpedidos e são visíveis de todos os lados. As faixas dos jardins desses crematórios estão bem desenhadas e de modo algum se nota que tenham sido espezinhadas, diariamente, por milhares de pessoas. O crematório nº. 3, por exemplo, é contíguo ao que sabemos ser, graças aos documentos do Museu Estatal de Auschwitz, um campo de futebol e perto ainda de um campo de voleibol (Hefte von Auschwitz, 15, 1975, ilustração fora do texto da página 56 e página 64). Está também muito próximo dos dezoito pavilhões hospitalares do campo masculino. Ocorreram trinta e duas missões aéreas dos Aliados sobre toda esta zona que incluía ainda as importantes instalações industriais de Monowitz. Compreende-se que os Aliados tenham bombardeado por várias vezes o sector industrial, evitando na medida do possível o que era evidentemente um campo de concentração, de trabalho e de trânsito e não um «campo de extermínio», sobre o qual não caíram mais do que algumas bombas perdidas.
Livros da Quinta (Infelizmente à Sexta...)

The Post-American World - “Este não é um livro sobre o declínio de um país como a América, mas antes um crescer de todos os outros”. É assim que começa o livro de Fareed Zakaria sobre esta nova era em que estamos a entrar. Leia mais sobre este livro aqui.
quarta-feira, 25 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IV)

Observação: Esta resposta equivale a esquivarem-se à pergunta colocada. Se alguém se esquiva assim é porque é incapaz de responder. E se trinta e quatro historiadores se mostram a tal ponto incapazes de explicar como foi perpetrado um crime de tais dimensões é porque esse crime desafia as leis da própria natureza; sendo, portanto, imaginário.
terça-feira, 24 de março de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.
segunda-feira, 23 de março de 2009
Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.


