
Nesta entrevista das ABC News, Herman Rosenblatt explica porque que é que mentiu sobre a sua experiência num campo de concentração durante a Segunda Guerra Mundial.

Recebemos esta curta mensagem de Ingrid Rimland Zündel (na foto com o esposo, Ernst Zündel, ilegalmente extraditado dos EUA para a Alemanha por escrever e publicar livros revisionistas... crime pior que o de violação ou tentativa de homicídio):
a e perdeu a capacidade de confiar em si própria, nos seus vizinhos ou no mundo em seu redor. Demonstra que isso é uma das causas para o crescimento do nacionalismo e da violência que cerca cada vez mais a sociedade Israelita, com eco nas comunidades Judias um pouco por todo o mundo.
O Estado Francês é considerado responsável pela deportação de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial, determinou a autoridade judicial superior pela primeira vez ontem, mas deve distanciar-se do pedido feito pelas famílias das vítimas, pois elas já foram anteriormente compensadas.
A decisão do Conselho de Estado, a última em questões de direito civil, transformou em doutrina formal o que já tinha sido aceite por governos sucessivos, desde que 1995. [leia a notícia na íntegra]

Israel tem em curso uma autêntica ‘guerra secreta’ contra o programa nuclear iraniano, envolvendo actos de sabotagem e o assassinato de cientistas e de outros responsáveis pelo desenvolvimento da alegada bomba atómica iraniana, revelou ontem o diário britânico ‘Daily Telegraph’.
De acordo com o jornal, que cita fontes dos serviços secretos norte-americanos e analistas internacionais, o objectivo desta ‘guerra suja’ é travar ou pelo menos adiar o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime de Teerão, dado que, com a chegada de Barack Obama à Casa Branca, o governo israelita acredita que os EUA nunca apoiariam um ataque directo contra as instalações nucleares iranianas.
A operação secreta está em curso há já algum tempo, e inclui, como elemento mais controverso, a eliminação de altos responsáveis pelo programa nuclear, como foi o caso de Ardeshir Hassanpour, um cientista nuclear que morreu em 2007 vítima de uma suposta intoxicação por gás, mas que, na realidade, terá sido assassinado pela Mossad. [leia a notícia na íntegra]




Mais uma vez a manipulação mediática e política.
Mais uma vez o jogo de palavras que tem apenas o propósito de esconder a verdade e impedir o diálogo e a liberdade de expressão.
O sacerdote Richard Williamson NÃO NEGOU O HOLOCAUSTO!
Ele referiu, salientou, denunciou – chamem o que quiserem, menos “negar” – que, primeiro, não teriam morrido 6 milhões de Judeus durante o regime Nazi (terão morrido cerca de 300 mil – número, por sinal, muito próximo do apontado pelos dados da Cruz Vermelha); segundo, não terão existido câmaras de gás, para além das de desinfestação.
Portanto, este sacerdote questionou a proporção – exagero do número de mortos - e a existência do método sistemático de eliminação, através de câmaras de gás – tal como defendem os Revisionistas do Holocausto há muitos anos.
Quanto à primeira questão, convinha questionar os escritores da “história oficial”, sobre as constantes alterações do número de mortos nos campos de concentração. Porque, repito, “questionar” não é negar. É caminhar para a verdade histórica!
Quanto à segunda questão, também convinha questionar os escritores da “história oficial dos vencedores” sobre os campos que possuíam essas supostas “câmaras de gás homicidas”: no final da guerra, todos os campos de concentração as possuíam; actualmente, apenas alguns e, curiosamente, do “lado Soviético”… - para estas e outras questõe, leiam isto.
Mais: ainda ninguém conseguiu explicar, se analisarmos a forma como um dos raros países - conheciam este? - do mundo que executava prisioneiros através de câmaras de gás (os EUA) – só ainda à bem pouco tempo o deixou de fazer, como seria possível fazer o mesmo, há mais de 60 anos, nos locais apontados como “câmaras de gás” nazis… Os locais, os isolamentos, as formas de extracção do gás, as consequências e os efeitos secundários do manuseamento directo desse gás… Não são precisos muitos estudos para perceber, logo à primeira vista, que há algo muito estranho em todo este processo.
Em resumo, “questionar” ou “duvidar” do número e da forma como morreram os Judeus nos campos de concentração não, de forma alguma, “negar” o Holocausto. Existiram privações dos mais elementares direitos aos Judeus; houve transportes massivos de populações inteiras para os campos de forma desumana; existiram trabalhos forçados; existiram experiências médicas com reclusos; existiram execuções sumárias, etc. Tudo isto, já por si, é um horror. Sem dúvida. Mas esse horror não é exclusivo dos Nazis. E se houvesse, realmente, liberdade de expressão, todos os "crimes dos bons" seriam também revelados.
O Revisionismo do Holocausto não pretende fazer qualquer branqueamento de figuras históricas ou de qualquer regime. O que se pretende é um diálogo aberto sobre o tema. Se está tudo assim tão provado e documentado, porque é proibido falar do assunto? Porque se refugiam certos grupos no rótulo, já com cheiro a bafio, do "anti-semitismo"?
Um livro raro mas ainda disponível em alguns locais, "Do Céu ao Inferno, Do Funchal ao Báltico - O Maior desastre naval da História" por Rainer Daehnhardt e Heinz Schön, Quipu, 1ª Edição, Abril 2000, Capa Dura, 17 x 24,5 cm - 608 pp.
O revisionista australiano Fredrik Töben regressou hoje da sua visita mais recente à República Islâmica do Irão, tendo levado a cabo uma pequena conferência acerca do Holocausto. Podem consultar aqui alguns detalhes e fotos.




O Presidente do Irão Mahmoud Ahmadinejad afirmou que os países Ocidentais bloquearam a pesquisa do Holocausto para alcançarem os seus objectivos políticos. "Os países Ocidentais evitaram qualquer tipo de pesquisa sobre o Holocausto durante cerca de 60 anos a fim de manter o seu domínio sobre outras nações", referiu o Presidente Ahmadinejad numa mensagem escrita durante uma conferência no Holocausto na terça-feira. O Holocausto – como é definido pelo Ocidente - foi usado como uma ferramenta para países, incluindo os EUA, evitarem o surgimento de qualquer outro poder no mundo, acrescentou. Podem ler a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.















Já tínhamos falado dele aqui, mas penso que a obra é suficientemente pertinente para que mereça uma nova abordagem.Hitler's Fate - Apesar do consenso histórico de que Hitler se suicidou no fim da Segunda Guerra Mundial, ainda existem algumas perguntas sem resposta. A maior pergunta ainda é: Ele, realmente, cometeu o suicídio?
Outras perguntas importantes que ainda esperam uma resposta convincente são:
