terça-feira, 10 de março de 2009

O Número de Mortos em Auschwitz


O NÚMERO DE MORTOS EM AUSCHWITZ

Comentário à tradução disponibilizada aqui.

“O comité chegou à conclusão de que quatro milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz. A sua conclusão foi baseada numa avaliação da capacidade dos crematórios. Os cinco crematórios teriam sido capazes de queimar, ao menos em teoria, 5.121.000 cadáveres. Adicionalmente existia a capacidade adicional proporcionada pelas piras.”


Portanto, se um avião se despenhar e os corpos tiverem desaparecidos, avaliam-se os mortos pela capacidade máxima de lugares do avião. Essa foi a “lógica” para os “4 milhões”. Na minha ingenuidade, estava convencido que deveriam verificar-se os registos dos detidos que entraram no campo e quantos sobreviveram, quantos foram transferidos, quantos morreram e de que forma. Mas devo estar enganado, tal não é o excelente trabalho e a excelente lógica dessa “investigação forense feita pela Comissão Estadual Extraordinária para Averiguar e Investigar os Crimes Cometidos pelo Invasores Alemães Fascistas e os Seus Associados no Campo da Morte de Oswiecim”…


“Além da abordagem de engenharia [a primeira abordagem é de “ENGENHARIA”???? Meu Deus, como anda mal a lógica da engenharia!!!] (…) surgiu um segundo método de estabelecer o número de vítimas. Este baseava-se numa análise do número de deportações para o campo. [Conseguiram chegar lá…] Já em 1946, Nachman Blumental, usando este método, chegou a suposição informada que o número de vítimas devia ter sido entre 1,3 e 1,5 milhões. No início da década de 50, Gerald Reitlinger igualmente tentou chegar a uma estimativa grossa do número de vítimas com base no número de deportados.”


Portanto, resumidamente, primeiro, o número dos 4 milhões aparece da forma como já vimos, mas nem o “comité”nem as pessoas que o compuseram são rotulados de falsos, charlatões, dementes, alienados ou talvez mesmo de boémios… Segundo, as deportações fizeram descer o número de forma considerável, mas o total dos seis milhões mantém-se. O que quer dizer que antes o número aproximava-se dos 10 milhões. O Leo Gott perguntou-me pelas fontes, elas estão nos vossos próprios dados, se eu seguir a vossa lógica…


“No que diz respeito ao número total de judeus trazidos para o local de seleção em Auschwitz, é possível estimá-lo com alguma exatidão para os países da Europa Oriental e Central bem como para os Bálcãs, mas não para a Polônia.”


Sinceramente, gostava de saber onde se podem encontrar todos esses dados para que se possa dizer que sabem com “alguma exactidão”. E porque não se sabe no caso da Polónia.



“Não existe uma guia real quanto à porcentagem de gaseados.”


Não??? Então e as tais milhares de provas e testemunhos andam aonde???

(...)

“Deste total, 550.000 a 600.000 poderão ter sido gaseados logo após a chegada,(…)”

Poderão? Mas então foram ou não foram? E se não foram, o que lhes aconteceu? A vocês isso pouco importa, porque o que interessa mesmo é que eles tenham sido! Porque se não foram… a vossa teoria desmorona-se e são obrigados a lançar mais areia com outro assunto qualquer para distrair…

(...)

“Finalmente, havia avaliações diferentes por parte das testemunhas. A mais importante destas era, sem dúvida, o Comandante Rudolf Höss. Durante os seus interrogatórios iniciais, Höss parece ter confirmado uma avaliação inicial feita pelos seus interrogadores de que três milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz.”

“Parece ter confirmado”? “PARECE”??? Mas no meio de tantos dados e tantos testemunhos “sérios e credíveis”, ainda continua a existir um “parece”?...
A forma como foi obtida a “confissão” de Hoess dará, certamente, para o início de outro ponto de discussão. O seu testemunho é frágil, com os números a saltarem para cima e para baixo de sessão testemunhal para sessão testemunhal e isso deveria ser motivo de estranheza. Ou não? Clara que a vossa resposta é sempre a mesma: “teorias da conspiração”.


“Portanto, no início da década de 1950, existiam basicamente três estimativas do número de vítimas, cada uma baseada em fontes diferentes: uma alta de 4 milhões, baseada na suposta capacidade dos crematórios, uma baixa de cerca de 1 milhão baseada no número do transportes e a avaliação final que Höss forneceu ao Dr. Gilbert em Nuremberg e ao Dr. Jan Sehn em Cracóvia, e uma intermediária de 2,5 milhões, baseada no número de Eichmann conforme relatado a Höss, e inicialmente substanciada por Höss na sua declaração sob juramento em Nuremberg.”

Sendo o Holocausto um facto histórico, ele, como todos os outros factos históricos, deveria estar sujeito a críticas e estudos. Só o facto dos “exterminacionistas” admitirem que existem 3 estimativas de números de vítimas é motivo para se falar e estudar isso abertamente. Não compreendo como se pode continuar a falar dos “6 milhões” de Judeus mortos no Holocausto se nem sobre um campo de concentração se sabe o número certo de mortos.

(...)


“Inicialmente só Raul Hilberg, que fez uma importante análise estatística do número de vítimas, suportou o número menor de 1 milhão.”


Raul Hilberg é a mesma pessoa, não convém esquecer, que afirmou, na sua obra The Destruction of the European Jews:


"But what began in 1941 was a process of destruction not planned in advance, not organized centrally by any agency. There was no blueprint and there was no budget for destructive measures. They [these measures] were taken step by step, one step at a time. Thus came about not so much a plan being carried out, but an incredible meeting of minds, a consensus -- mind reading by a far-flung bureaucracy."


A tal ordem mental, telepática, que Hitler espalhou por todos, com o objectivo de assassinar todos os Judeus… Talvez seja por isso que, não de forma telepática, mas com bombardeamentos massivos, a população Alemã tenha sofrido aquilo que sofreu… Tudo para pagar a “hipnose” colectiva…

(...)

“(…) e dos que morreram em outros campos de extermínio e de concentração, o número total de vítimas de Auschwitz não pode ter sido maior do que 1 milhão.”


Pois é. Mas o curioso é que, no aspecto prático, ou seja, quanto às VERDADEIRAS PROVAS FORENSES, elas continuam sempre a depender de… testemunhos de sobreviventes ou de “confissões” de detidos Alemães. Hilberg apoia-se em pessoas como Vrba, Wiesel, Nyiszli, Filip Müller, Gerstein, Hoess, todas elas aniquiladas pelos argumentos revisionistas no que diz respeito às câmaras de gás.



“O advento de [Partido] Solidariedade e a eleição do polonês Karol Wojtyla como Papa João Paulo II (1978) mudou o clima intelectual na Polônia. Enquanto o governo continuava agarrado ao número oficial de 4 milhões de vítimas, o Dr. Piper do Museu de Auschwitz, que até então se tinha visto impedido de pesquisar a matéria, começou a focar a sua atenção na questão de quantas pessoas tinham morrido no campo.”


Na “questão Piper”, eu remeto para a entrevista feita por David Cole, disponível, por exemplo, a partir daqui: http://www.youtube.com/watch?v=rew11Gf2gvE


“Em 1990, depois das suas conclusões terem sido endossadas (e com o primeiro governo pós-comunista no poder), Piper deu a conhecer a sua nova estimativa de 1,1 milhões de vítimas à comunidade internacional. Esta cifra tem sido endossada por todos os historiadores profissionais sérios que têm estudado a complexa história de Auschwitz com algum detalhe, bem como pelos institutos de pesquisa do Holocausto Yad Vashem em Jerusalm e United States Holocaust Memorial Museum em Washington D.C.”

Sempre a descer… curiosamente. Mesmo com todas as dificuldades de pesquisa, os próprios “pesquisadores sérios” lá vão admitindo os números mais baixos. Quanto aos “historiadores sérios”, não vou comentar.
Sabe, Roberto, existiam também uns “testemunhos sérios”, vindos de uns “sobreviventes sérios” que contavam muitas “histórias sérias” para que esses “historiadores sérios” fizessem uma “História Séria”… e depois é o que se vê…~


Podem ler aqui o comentário na íntegra aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Os Crimes de Guerra de Que Ninguém Fala



[Tradução minha]

“As mulheres em Viena não estavam assim tão entusiasmadas. Joseph Goebbels tinha afirmado diversas vezes sobre o que lhes iria acontecer. Algumas pessoas desvalorizaram os seus avisos, dizendo que não passavam de “propaganda de terror”, mas a verdade é que o Exército Vermelho foi responsável por violações onde quer que estivesse. Até violaram mulheres Russas e Ucranianas. As maiores e as mais brutais violações foram realizadas às mulheres do inimigo – primeiro as Húngaras, depois as Alemãs. As mulheres Búlgaras, no entanto, foram poupadas aos maiores excessos provavelmente porque existia uma empatia entre Russos e Búlgaros. O Exército Vermelho também violou mulheres Jugoslavas, apesar de estarem do mesmo lado. Não era provável, portanto, que poupassem as Vianenses apenas porque a Declaração de Moscovo as tinha declarado como ‘vítimas do fascismo’.”


MacDonnogh, Giles (2007), After the Reich, Londres, Edições John Murray, 25-26.

Outros "Gurus" e Outros Crimes "dos Bons"...


Há dias soube que, em França, existe, já há uns anos, uma linha directa para denunciar… Revisionistas! E, por coincidência, Germar Rudolf, num vídeo que vou disponibilizar no final da semana, também fala disso. É a liberdade de expressão sempre a surpreender-nos.
Desconhecemos se existe uma linha directa para denunciar casos de pedofilia, homicídio ou tráfico de droga, mas desconfiamos que isso vai tudo para a linha geral da Polícia. Perigosos são os Revisionistas! Esses têm que ser caçados custe o que custar!

Mas estava eu convencido que os “anti-semitas” eram todos “nazis” ou “bestas” parecidas – tendo em conta o que leio nos média ou em fóruns do género - quando sou surpreendido por esta notícia.
Será que, no fundo, no silêncio do seu apartamento, Hermann Dierkes também tem umas bandeiras malditas e uma braçadeira com um símbolo terrível?... Será?... Querem ver que ele é mais um dos meus “gurus” e eu não sabia?...
Estou curioso em saber como vai ser o futuro de Kevin Myers depois de ter escrito isto. A perseguição e a rotulagem vêm já a seguir...

E o que dizer desta descoberta de uma vala comum na Eslovénia, com cerca de 300 corpos mortos após o fim da Segunda Guerra Mundial?
Por que é que os média não se interessaram muito pelo caso? Nós explicamos:
1 – Não foi obra dos Nazis.
2 – Eram, supostamente, “colaboradores” do regime Nazi.
3 – É mesmo preciso explicar mais?...

sábado, 7 de março de 2009

Quantos Judeus Morreram Nos Campos de Concentração Alemães?


É reconhecido por todos que a maioria daqueles que foram internados nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial não regressou às suas casas após a libertação. A maioria era constituída por Judeus. É suposto que nós acreditemos que cerca de 6 milhões de Judeus morreram nesses campos, de forma intencional, assassinados de acordo com um grande programa que consistia no extermínio físico de toda a população Judaica da Europa. A maioria de nós pensa que isso ficou provado no Tribunal Militar Internacional em Nuremberga, em 1946. No entanto, o Tribunal não provou nada disso e os historiadores que lidam com a história contemporânea Alemã e Judaica têm vindo a modificá-la em vários graus.

Mais recentemente, foram revelados novos dados sobre o desaparecimento da população Judaica na Segunda Guerra Mundial através do livro do Alemão Walter N. Sanning, The Dissolution of East European Jewry. Trata-se de uma investigação sobre a demografia e a migração Judaica no século XX, feita de forma cuidadosa e objectiva. É baseada em mais de 50 publicações que contêm dados estatísticas da população Judaica em vários países, incluindo as migrações, natalidade, mortalidade, etc.

A fonte mais cotada de Sanning é, no entanto, o livro de Gerald Reitlinger The Final Solution, escrito em 1950. A maioria dos dados estatísticos usados por Sanning são retirados do American Jewish Year Book, da Encyclopaedia Judaica (1971) e da Universal Jewish Encyclopedia (1943).

Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ernst Zundel Entrevista Russel Barton

A verdade sobre o infame campo de concentração de Bergen-Belsen pelos olhos de uma testemunha Britânica.





quinta-feira, 5 de março de 2009

Livros da Quinta


Painful Questions - An Analysis of the September 11 Attack, de Eric Hufschmid - Dedicado a todos os que acreditam na versão oficial dos ataques de 11 de Setembro.



A Guerra Pelos Olhos das Crianças - Irena Grudzinska-Gross e Jan Tomasz Gross nasceram ambos em Varsóvia e são hoje professores na Emory University, em Atlanta. Há uns anos, começaram a recolher composições escritas por crianças polacas durante a ocupação soviética e o resultado é agora publicado em Portugal pela Pedra da Lua com o título A Guerra Pelos Olhos das Crianças. Mais de cem testemunhos sobre a invasão, as deportações para Leste e a vida nos campos de trabalho e kollkhozes.



Trafalgar: A Biografia de uma Batalha, de Roy Adkins - 21 de Outubro de 1805: a Grã-Bretanha, sob o comando de Nelson, controlou os mares durante seis horas, aniquilando os seus oponentes franceses e espanhóis, na batalha que mudou o mundo. Em Trafalgar, Roy Adkins abraça a batalha, o seu prelúdio e o seu rescaldo, numa narrativa que é simultaneamente erudita e de suster a respiração.



A GRANDE GUERRA PELA CIVILIZAÇÃO - A Conquista do Médio Oriente, de Robert Fisk - O Médio Oriente é, desde há décadas, palco de guerras sangrentas, numa espiral de violência que parece não ter fim. Nesta obra, Robert Fisk retrata-nos os diversos conflitos, a sua génese e os seus intervenientes, em descrições por vezes de um realismo atroz – a crueza dos combates, a luta sem quartel, o cinismo das decisões.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A Ligação Nixon-Bush no Assassinato de John Kennedy


Documentos do FBI descobertos recentemente revelam que George Bush esteve directamente envolvido no assassinato do Presidente John Kennedy, em 1963. Os documentos mostram as ligações de Bush com o famoso agente da CIA, Felix Rodriguez, na recruta de Cubanos exilados de Direita para a invasão de Cuba, sendo que foi através de Bush e da CIA que a comunidade Cubana preparou os planos para a invasão da ilha (…). Nessa altura, Bush vivia no Texas. Indo semanalmente de Houston para Miami, Bush passou de 1960 a 1961 a recrutar Cubanos para a invasão. Foi nessa altura que conheceu Felix Rodriguez. [leia mais sobre este assunto aqui e aqui]

Como Eu Adoro a Liberdade de Expressão!



Mais dois exemplos de que a liberdade de expressão é só para alguns e que, para certas pessoas e para certos regimes políticos, não pode haver perdão. Mas é só mesmo para alguns...


Quem questiona o que não convém questionar, já sabemos que é sempre punido, mas há casos em que só falta desenterrar as pessoas para as ir colocar num banco dos réus.



Só é pena que para outros casos, os debates e as opiniões sejam mais subtis e mais "pequeninos"...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Verdade Sobre Treblinka

Quem Está Por Detrás do 11 de Setembro - Para Quem Tem Dúvidas

As dúvidas que ainda existem sobre os ataques de 11 de Setembro ao World Trade Center transportam o mesmo tabú que os acontecimentos do Holocausto durante a Alemanha Nazi. No entanto, certas as coisas estão tão à frente dos olhos de todos nós que até parece inacreditável elas não serem vistas. A grande diferença entre os dois acontecimentos é que, por enquanto, ainda podemos discutir, duvidar, questionar, toda a versão oficial sobre o suposto ataque terrorista. Suposto porque enquanto existir a dúvida, existirão sempre mais probabilidades, mais hipóteses, mais responsáveis.

E por falar em responsáveis, vou mostrar-vos porque é que eu também acredito que os Sionistas foram os cérebros do 11 de Setembro.

E por que é que tem sido relativamente fácil todas as dúvidas do 11 de Setembro irem caindo em esquecimento - apesar de pessoas como nós trabalharem para que isso não aconteça? Porque, tal como podemos ver neste vídeo de Michael Collins Piper, da agência American Free Press, quem controla a grande maioria dos média é... o lobby Sionista.



Se esse controlo não existisse, Israel não poderia, inclusivamente, falsificar a sua própria história ou actuar politicamente como actua, com decisões que por mais polémicas que sejam, nunca levantam grande oposição porque ninguém gosta de levar com o rótulo imediato de "anti-semita".

Por mais polémicas que apareçam - vejam esta, do primo de um dos supostos piratas do ar que era um espião Israelita,
aqui e aqui - tudo parece normal...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Livro da Quinta


Our Fathers’ War combina cinco histórias de amor separadas, de três corajosos jovens Alemães, uma nobre mulher Inglesa ainda jovem, um resistente Francês e quatro jovens Canadianos cuja vida irá ser alterada pelos acontecimentos gigantescos que começaram com a Segunda Guerra Mundial, no dia 1 de Setembro de 1939. Adolf Hitler, Chanceler Alemão, Winston Churchill, Primeiro-Ministro Britânico, Josef Stalin, ditador Soviético e Franklin Roosevelt, Presidente dos EUA, são todos eles protagonistas neste romance repleto de grandes tensões.

Podem ler aqui as primeiras páginas desta obra de James Bacque - que tem traduzida em Português esta obra que, infelizmente, está ainda esgotada.

Sobre o assunto das "outras perdas" que os historiadores oficiais pouco gostam de focar, podem ler aqui um texto também deste autor.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi" (II)



"O 'NEGACIONISTA' DO HOLOCAUSTO ATERRA NA GRÃ-BRETANHA", gritam os histéricos do costume!

"PROTEJAM-SE! PROTEJAM-SE DA ENCARNAÇÃO DA BESTA NAZI!"

Não há paciência...

Podem ler aqui a notícia e ver o vídeo.

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi"

Dias depois da ameaça de expulsão, Richard Williamson acabou por deixar a Argentina – o bispo Católico, que causou uma autêntica tempestade internacional depois de ter questionado a proporção do Holocausto, deixou a Argentina na terça-feira, dias após o governo daquele país ter ameaçado com a sua expulsão.

O Bispo Richard Williamson, um ultra-tradicionalista que era o cabeça de cartaz de um seminário em Buenos Aires, no início do mês, acredita que apenas cerca de 300,000 Judeus terão morrido nos campos de concentração da Alemanha Nazi, ao contrário dos 6 milhões que são apontados.

Usando óculos escuros, um chapéu de basebol e um casaco comprido, Williamson foi abordado por um repórter da Reuters, na Argentina, no aeroporto internacional, na zona de embarque.

Não respondeu às questões e levantou o seu punho em direcção à face do jornalista quando este tentava obter um comentário seu enquanto se dirigia para o seu voo.

[Podem ver a seguir o vídeo a seguir da suposta "agressão" (???!!!!) ao jornalista]



O Ministro do Interior da Argentina confirmou mais tarde que o clérigo tinha partido para Londres.

E foi também em Inglaterra que o bispo já se tinha encontrado, em Outubro, com o famoso historiador David Irving (podem ler mais também aqui). Este facto que serviu para colocar os rótulos do costume a toda a gente - e outra coisa não poderíamos estar à espera.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

As Mentiras de Outro “Sobrevivente” do Holocausto



Leiam mais sobre este assunto aqui, aqui e aqui.
"(...) Vários académicos colocaram dúvidas sobre a veracidade do relato. Eles argumentavam que os encontros junto à vedação seriam impossíveis. Dada a planta do campo os dois namorados teriam de trocar o pão e as maçãs à porta do quartel das SS.
As crescentes críticas levaram Rosenblat a admitir a mentira. "Queria levar a felicidade às pessoas," justificou--se o autor. "Levei a esperança até muitas pessoas. A minha motivação era fazer o bem neste mundo."
A sua agente, Andrea Hurst, disse à Associated Press : "Era uma história tão incrível e que dava tanta esperança... Eu acreditei em tudo e nunca a pus em causa.""
No Revisionismo em Linha também concordamos que estas e muitas outras histórias são, realmente, muito "incríveis"...

domingo, 22 de fevereiro de 2009

O Holocausto de Eisenhower

Auschwitz - um campo de prioneiros ou um campo da morte?
O General Eisenhower irá, certamente, ajudá-lo a perceber esta questão. Isto é uma introdução do porquê da proibição para se investigar o Holocausto em muitas nações europeias.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Os Estranhos e Suspeitos Testemunhos do Tribunal de Nuremberga

Estes vídeos são dedicados a todos os que gostam de dizer que, sobre o Holocausto, "nada mais há a discutir porque ele... aconteceu! E pronto! Quem o contestar ou negar é nazi e anti-semita".

Também são dedicados a todos os que dizem ser o Holocausto o facto histórico mais documentado de sempre, com "testemunhos credíveis".





Durban II

Recebemos esta curta mensagem de Ingrid Rimland Zündel (na foto com o esposo, Ernst Zündel, ilegalmente extraditado dos EUA para a Alemanha por escrever e publicar livros revisionistas... crime pior que o de violação ou tentativa de homicídio):

O Lobby do Holocausto estava a pressionar os Estados Unidos para estes boicotarem Durban II, uma grande conferência de delegados de organizações não governamentais oriundas de todo o mundo que se reunirão em Maio na Suíça, com receio de que esta se transformasse num fórum "de negacionistas do Holocausto", como sucedeu com o encontro Durban de 2001, na África do Sul.

Durante algum tempo, pareceu-nos que as facções estadunidenses pró-sionistas tinham ganho.

Agora, de acordo com o Haaretz, os ventos mudaram, e os EUA afinal parece que vão enviar a sua infantaria mediadora de danos, sempre camuflada como sendo uma força-tarefa de "combate ao racismo" para "ajudar" a organizar a agenda: Leia a notícia no Haaretz.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Auschwitz - Os Factos e a Lenda


No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia Alemã. Porém, no mês de Maio desse mesmo ano iniciaram-se nos seus arredores as edificações de um "campo de trânsito" para receber dez mil prisioneiros Polacos.
Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente Polacos e Judeus — ao lado de trabalhadores civis.

Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um "campo de extermínio" (expressão inventada pelos Aliados). Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de pavilhões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica Alemã, o tifo — uma enfermidade endémica entre a população Judia Polaca e entre os prisioneiros de guerra Russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos Alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinqüenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945. [Pode continuar a ler sobre este assunto aqui]

Os "Testemunhos" de Hoje Tal Como Há 60 anos, a Liberdade de Expressão... E um Livro...

Quando esta história surgiu, pessoalmente, tive logo muitas dúvidas quanto à sua veracidade. E não foi preciso esperar muito para vir ao de cima toda a verdade...
Não vou adiantar muito mais, porque para bom entendedor...

Para todos os que, como sempre, começaram logo aos pulinhos e em bicos dos pés, histéricos, com espuma ao canto dos lábios, exigindo "justiça" para mais este "exemplo dos seguidores do nazismo" apenas desejo... as suas melhoras. Melhoras para a sua cegueira, para os seus fantasmas, para a sua vida futura. E que durante a sua (e a nossa) vida futura possamos, um dia, da mesma forma como facilmente se desmontou este embuste, possamos também desmontar todos os outros "testemunhos" que há 60 anos, também viram e sentiram muita coisa e que ainda constituem, para alguns, as tais "provas vivas" duma suposta matança em câmaras de gás.

No entanto, o desespero de quem sente que a mentira tem sempre pés de barro obriga a acções destas. O politicamente correcto ainda é uma bandeira e as ameaças de multas, penas de prisão, expulsões, etc. deixaram de ser uma novidade. Mesmo quando os visados, teoricamente, até poderiam ter uma considerável credibilidade.

Depois deste episódio com o sacerdote Williamson, eu gostaria de partilhar convosco
esta análise de Daniel McGowan.

Vamos ao livro:

Já tínhamos falado de Avraham Burg aqui, mas decidimos voltar...

Actualmente, Israel e a comunidade Judia é fortemente influenciada pela memória e pelos horrores de Hitler e do Holocausto. Burg argumenta que a nação Judia foi traumatizada e perdeu a capacidade de confiar em si própria, nos seus vizinhos ou no mundo em seu redor. Demonstra que isso é uma das causas para o crescimento do nacionalismo e da violência que cerca cada vez mais a sociedade Israelita, com eco nas comunidades Judias um pouco por todo o mundo.

Burg usa a história da própria família - os seus pais foram sobreviventes do Holocausto – para revelar os seus pareceres inovadores em que os Judeus necessitam seguir em frente e, eventualmente, viver em paz com os seus vizinhos árabes e sentir-se bem com o mundo inteiro. Através de uma reflexão sucinta e original, este livro é motivo suficiente para lançar um debate quente por todo o mundo. Pode encomendar o livro aqui e saber mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Já Chega de Compensações!


O Estado Francês é considerado responsável pela deportação de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial, determinou a autoridade judicial superior pela primeira vez ontem, mas deve distanciar-se do pedido feito pelas famílias das vítimas, pois elas já foram anteriormente compensadas.

A decisão do Conselho de Estado, a última em questões de direito civil, transformou em doutrina formal o que já tinha sido aceite por governos sucessivos, desde que 1995. [leia a notícia na íntegra]

Israel Lança Guerra Secreta no Irão


Israel tem em curso uma autêntica ‘guerra secreta’ contra o programa nuclear iraniano, envolvendo actos de sabotagem e o assassinato de cientistas e de outros responsáveis pelo desenvolvimento da alegada bomba atómica iraniana, revelou ontem o diário britânico ‘Daily Telegraph’.
De acordo com o jornal, que cita fontes dos serviços secretos norte-americanos e analistas internacionais, o objectivo desta ‘guerra suja’ é travar ou pelo menos adiar o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime de Teerão, dado que, com a chegada de Barack Obama à Casa Branca, o governo israelita acredita que os EUA nunca apoiariam um ataque directo contra as instalações nucleares iranianas.
A operação secreta está em curso há já algum tempo, e inclui, como elemento mais controverso, a eliminação de altos responsáveis pelo programa nuclear, como foi o caso de Ardeshir Hassanpour, um cientista nuclear que morreu em 2007 vítima de uma suposta intoxicação por gás, mas que, na realidade, terá sido assassinado pela Mossad. [leia a notícia na íntegra]

O Verdadeiro Holocausto (I e II)



terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

"Mr. Cheney, VOCÊ Aterrorizou Mais Pessoas do Que Qualquer Terrorista"!



Podem ler mais sobre as mentiras de Cheney aqui.

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009

Não Consigo Parar de Ouvir...

... Que me perdoem todos os que seguem este blogue revisionista e que procuram aqui a informação que não encontram noutros locais. Nem sempre estamos bem e hoje foi um dia em que me afastei um pouco dos temas que aqui costumam encontrar - como devem ter reparado nos últimos dois 'posts'.
E como não há duas sem três, aqui fica o meu vício dos últimos dias... e que não consigo parar de ouvir...



Amanhã já estarei "normal"...

As Escolinhas do Obama

Aqui está outra situação que, certamente, não passaria ao lado dos principais orgãos de comunicação social se a estudante não fosse "branca"... e o professor não fosse "negro"...

O Massacre de Kirkwood

Passou mais de um ano... e tenho a certeza que muito poucas pessoas saberão deste massacre. E porquê? Porque as vítimas são "brancos" e o assassino... não.
Se os papeis estivessem invertidos e todos os telejornais teriam aberto com esta notícia. Deste modo, tal não aconteceu.
Vejam os vídeos e depois expliquem-me porque é que todos os casos em que as vítimas são "brancos" e os assassinos são "não-brancos" nunca são casos "raciais"...



sábado, 14 de fevereiro de 2009

Uns... E outros...



Fala-se muito de liberdade de expressão, mas depois do que aconteceu aqui, percebemos, mais uma vez, que essa liberdade não é para todos e que as consequências aparecem depois sem nunca mais pararem.

E que a verdade, para além de relativa, começa também ela a ter que ser "politicamente correcta". A pergunta torna-se, por isso, legítima: "para sermos 'bons católicos' temos que acreditar no Holocausto"?

O Holocausto e a sua suposta "negação" passaram a ser temas prediletos de uns certos lideres religiosos que gostam muito de acusar todos aqueles que questionam as suas "verdades".


Mas... e os "outros holocaustos"? Por que não se dá importância a este ou a este caso?

Dresden, 13/14 de Fevereiro de 1945



Para saber mais sobre este assunto, podem ler aqui, aqui ou aqui.

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Para Ver Com Atenção no Fim-de-Semana

Painful Deceptions - Uma Análise aos Ataques de 11 de Setembro



quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Livros


Hitler, the Germans, and the Final Solution - Ian Kershaw é um aclamado historiador e professor de história moderna na Universidade de Sheffield (Grã- Bretanha). É reconhecido mundialmente como um especialista sobre a Alemanha Nazi e a sua biografia de Adolf Hitler, em dois volumes, foi bastante muito valorizada elos críticos e pelos média. Este novo livro oferece-nos uma colecção de ensaios importantes na investigação de Kershaw sobre o Holocausto.
Podem ler mais sobre este assunto
aqui.



Não, não me enganei... Este é mesmo um livro que aconselho vivamente a quem tem filhos. Não fala nem de Revisionismo, nem do Holocausto, nem de outros temas "politicamente incorrectos". Mas quem o comprar perceberá do que estou a falar. Não resisti em partilhar convosco...

Dorme Bem proporciona às crianças uma maneira única de se descobrirem e entrarem em contacto com a sua criatividade, recorrendo a uma forma de meditação simples e aprazível. Ao mesmo tempo que tranquiliza qualquer tipo de ansiedade que sintam, Dorme Bem estimula e desenvolve a ligação natural de proximidade entre pais e filhos.
Inclui 20 visualizações exemplificadas, cuidadosamente concebidas para auxiliar as crianças a acreditarem em si próprias e no seu potencial.
Introdução do professor David Fontana, com explicação pormenorizada de como trabalhar com as crianças de modo interactivo.
Aconselhamento prático e inspirador sobre a importância da meditação, da visualização e das afirmações na vida das crianças.
Ajude o seu filho a desenvolver: a concentração, a criatividade, a autoconfiança, a descontracção.
Imperdível...



The New Jerusalem: Zionist Power in America é um olhar atento pela actual elite Sionista Americana e é o trabalho mais completo e actual até hoje publicado sobre este assunto.

O trabalho é feito através de duas coberturas, que abrangem dados e informações concretas, principalmente de fontes pró-sionistas, que relacionam o poder da elite sionista na América de hoje.

terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Eric Hufschmid Entrevistado Por Connie Bryan

Depois de mostrarmos uma breve história do conflito Israelo-Palestiniano, depois de mostramos que a "guerra contra o terror" não passa de um embuste, depois de mostrarmos que continuam as perseguições rotuladas de "anti-semitismo" - como podem ver aqui e aqui - resta-nos regressar ao 11 de Setembro...











segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Ainda Sobre as Declarações Polémicas


Mais uma vez a manipulação mediática e política.

Mais uma vez o jogo de palavras que tem apenas o propósito de esconder a verdade e impedir o diálogo e a liberdade de expressão.

O sacerdote Richard Williamson NÃO NEGOU O HOLOCAUSTO!

Ele referiu, salientou, denunciou – chamem o que quiserem, menos “negar” – que, primeiro, não teriam morrido 6 milhões de Judeus durante o regime Nazi (terão morrido cerca de 300 mil – número, por sinal, muito próximo do apontado pelos dados da Cruz Vermelha); segundo, não terão existido câmaras de gás, para além das de desinfestação.

Portanto, este sacerdote questionou a proporção – exagero do número de mortos - e a existência do método sistemático de eliminação, através de câmaras de gás – tal como defendem os Revisionistas do Holocausto há muitos anos.

Quanto à primeira questão, convinha questionar os escritores da “história oficial”, sobre as constantes alterações do número de mortos nos campos de concentração. Porque, repito, “questionar” não é negar. É caminhar para a verdade histórica!

Quanto à segunda questão, também convinha questionar os escritores da “história oficial dos vencedores” sobre os campos que possuíam essas supostas “câmaras de gás homicidas”: no final da guerra, todos os campos de concentração as possuíam; actualmente, apenas alguns e, curiosamente, do “lado Soviético”… - para estas e outras questõe, leiam isto.

Mais: ainda ninguém conseguiu explicar, se analisarmos a forma como um dos raros países - conheciam este? - do mundo que executava prisioneiros através de câmaras de gás (os EUA) – só ainda à bem pouco tempo o deixou de fazer, como seria possível fazer o mesmo, há mais de 60 anos, nos locais apontados como “câmaras de gás” nazis… Os locais, os isolamentos, as formas de extracção do gás, as consequências e os efeitos secundários do manuseamento directo desse gás… Não são precisos muitos estudos para perceber, logo à primeira vista, que há algo muito estranho em todo este processo.

Em resumo, “questionar” ou “duvidar” do número e da forma como morreram os Judeus nos campos de concentração não, de forma alguma, “negar” o Holocausto. Existiram privações dos mais elementares direitos aos Judeus; houve transportes massivos de populações inteiras para os campos de forma desumana; existiram trabalhos forçados; existiram experiências médicas com reclusos; existiram execuções sumárias, etc. Tudo isto, já por si, é um horror. Sem dúvida. Mas esse horror não é exclusivo dos Nazis. E se houvesse, realmente, liberdade de expressão, todos os "crimes dos bons" seriam também revelados.

O Revisionismo do Holocausto não pretende fazer qualquer branqueamento de figuras históricas ou de qualquer regime. O que se pretende é um diálogo aberto sobre o tema. Se está tudo assim tão provado e documentado, porque é proibido falar do assunto? Porque se refugiam certos grupos no rótulo, já com cheiro a bafio, do "anti-semitismo"?

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Bispo revisionista não cede nem ao Papa

A ler no Público.

sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009

Livro português sobre o Wilhelm Gustloff

Um livro raro mas ainda disponível em alguns locais, "Do Céu ao Inferno, Do Funchal ao Báltico - O Maior desastre naval da História" por Rainer Daehnhardt e Heinz Schön, Quipu, 1ª Edição, Abril 2000, Capa Dura, 17 x 24,5 cm - 608 pp.

Sinopse:

Habituámo-nos a considerar o trágico afundamento do Titanic como tendo sido o maior desastre naval. De facto foi um no meio de muitos outros. Estudando-os, verifica-se que os maiores foram escondidos do domínio público por inconveniência política da verdade.

Entre todas as tragédias navais, destaca-se a do "Wilhelm Gustloff", torpeado no Báltico com mais de 10000 pessoas a bordo, a maioria das quais mulheres e crianças, refugiados da Prússia Oriental.

Este navio teve um prometedor início, tendo sido criado exclusivamente para oferecer viagens de alegria aos trabalhadores alemães. A sua viagem inaugural foi a Lisboa e ao Funchal, locais exóticos nos sonhos dos nórdicos e até então os únicos portos que permitiam o desembarque dos turistas alemães (por causa da problemática internacional da inconvertibilidade do marco alemão).

As primeiras viagens foram por muitos consideradas de "Viagens ao Céu", tendo os alemães ficado encantados com Portugal.

A última viagem foi o transporte de refugiados da Prússia Oriental, afundando-se a 30 de Janeiro de 1945, durante a noite, com temperaturas a 18º negativos. O número de mortos foi seis vezes superior ao do Titanic.

Um investigador luso-alemão e um membro da tripulação, sobrevivente desta catástrofe, juntaram os dados dos seus arquivos pessoais, narrando aqui as páginas mais belas e as mais tristes do destino deste navio e dos que nele embarcaram.

39€ + portes, pode encomendar aqui.

Nova conferência em Teerão

O revisionista australiano Fredrik Töben regressou hoje da sua visita mais recente à República Islâmica do Irão, tendo levado a cabo uma pequena conferência acerca do Holocausto. Podem consultar aqui alguns detalhes e fotos.

Wilhelm Gustloff

No dia 30 de Janeiro deste ano completaram-se 64 anos desde a ocorrência do maior desastre naval de todos os tempos. Sim, não foi o Titanic, como muitos pensam, mas sim o Wilhelm Gustloff, um navio transatlântico Alemão. Foi assim batizado em homenagem ao líder do NSDAP da Suíça.

No final da Segunda Guerra Mundial, numa missão para ajudar as multidões de Alemães que fugiam do cerco do Exército Vermelho no Leste, foi atingido por três torpedos Soviéticos, vindo a afundar-se no Mar Báltico, no dia 30 de Janeiro de 1945. Tinha a bordo cerca de nove mil e seiscentos passageiros civis, para além de cerca de mil tripulantes.




Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009

Nem o Jardim Zoológico Escapou...



Leiam mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009

Livros da Quinta


Weather Matters: An American Cultural History Since 1900 - O livro, resumidamente, aborda quatro mitos sobre o Clima. Curiosamente, encontramos aqui um artigo que aborda "quatro verdades sobre o Clima que não podemos ignorar"...




The Medieval Prison: A Social History - A prisão moderna é comummente pensada para ser a fruta de uma “penalogia” de Iluminação em que se realçam a capacidade do homem reformar a sua alma. A Prisão Medieval desafia esta visão, traçando o surgimento da instituição num período inicial muito anterior ao século XIII e fornecendo-nos uma rara visão da prisão medieval.

Podem ler mais sobre este livro aqui.




"A Queda de Berlim – 1945" - ”Eles Violavam Qualquer Mulher Alemã, Dos 8 aos Oitenta” - Antony Beevor é o autor deste livro já com alguns anos, mas sempre actual pela sua pertinência e frontalidade: a queda de Berlim e o enorme crime de guerra cometido pelos Soviéticos.
Fazendo de novos factos retirados de antigos arquivo Soviéticos, da antiga República Democrática Alemã e ainda Americanos, Ingleses, Franceses e Suecos, Antony Beevor reconstruiu as experiências vividas por milhões de indivíduos apanhados no meio do pesadelo do colapso final do Terceiro Reich, "A Queda de Berlim – 1945" é um testemunho terrível que fala de orgulho, de estupidez, de fanatismo, de vingança e de brutalidade, mas é também o testemunho sobre a resistência, a abnegação e a sobrevivência. Pode ler mais sobre este livro aqui.
O livro encontra-se disponível, em Português, na Bertrand, mas, curiosamente, não na FNAC.

Pode encomendar a versão original aqui.

Criticar Israel = Sinónimo de Anti-Semitismo...


Será que os membros deste Tribunal também irão ser acusados de "anti-semitismo"? Digo isto porque querem acusar chefes militares Israelitas por estes terem cometido, supostamente, uma série de crimes, nomeadamente, o uso de bombas de fósforo contra zonas urbanas densamente populacionais.

Entretanto, podem assistir aqui ao extraordinário "60 minutos" de Bob Simon, onde ele também aborda os recentes acontecimentos na Faixa de Gaza.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

Liberdade Para Pesquisar!


O Presidente do Irão Mahmoud Ahmadinejad afirmou que os países Ocidentais bloquearam a pesquisa do Holocausto para alcançarem os seus objectivos políticos. "Os países Ocidentais evitaram qualquer tipo de pesquisa sobre o Holocausto durante cerca de 60 anos a fim de manter o seu domínio sobre outras nações", referiu o Presidente Ahmadinejad numa mensagem escrita durante uma conferência no Holocausto na terça-feira. O Holocausto – como é definido pelo Ocidente - foi usado como uma ferramenta para países, incluindo os EUA, evitarem o surgimento de qualquer outro poder no mundo, acrescentou. Podem ler a notícia na íntegra aqui e mais sobre este assunto aqui e aqui.

Recordar?...

Como escrevi no 'postal' anterior, ser "politicamente incorrecto" oferece-nos uma mistura de coragem e loucura, frontalidade e consequência. Este é mais um exemplo.

E depois ainda temos os filmes, documentários, colóquios e "testemunhos"... Para finalizar temos os "dias comemorativos dos pseudo-acontecimentos", mesmo que não sirvam para nada...

Será que também vão criar um dia mundial para recordar tudo aquilo que se passou no vídeo seguinte?...

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009

"Holoconto"


O porta-voz de governo do Irão, afirmou terça-feira passada à agência noticiosa IRNA, que o Holocausto foi “uma grande mentira” que serviu apenas para criar um inimigo chamado Israel à república Islâmica no Médio Oriente. "O Holocausto é um conceito vindo de uma grande mentira para determinar um regime sem raízes no coração do mundo Islâmico," referiu Gholam Hossein Elham numa conferência sobre Gaza na cidade religiosa de Qom. [leia a notícia na íntegra]

Mas se “negar factos históricos provados” (???!!!!!) tem o seu preço, criticar a política monetária internacional actual não está longe de também constituir polémica. Tudo, mas tudo!, o que esteja relacionado com Israel ou com o Holocausto constitui o maior tabu de todos os tempos. A “liberdade de expressão” não existe para estes temas.

Sobre todas “mordaças” e para responder a tantas mentiras, sugerimos a leitura deste artigo.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

Livros e Outras Linhas Interessantes

The Immorality of Illegal Immigration - O padre Patrick Bascio, um sacerdote católico devoto, há muito tempo que se mostra preocupado com o efeito que a imigração ilegal tem na América. E, como Católico, ele tem visto a participação da igreja a pior o problema, fechando os olhos a essa mesma imigração ilegal, esperando talvez que o número de latinos da América Central faça aumentar número de Cristãos da América.
Mas agora Bascio volta a falar. No seu livro The Immorality of Illegal Immigration o padre Bascio arranca o véu sobre a questão da imigração ilegal, expondo o lado escondido da mesma.
Podem ler mais sobre o assunto e encomendar o livro
aqui e aqui.




The Bitter Road to Freedom: A New History of the Liberation of Europe - Nos últimos tempos, o mundo tornou-se mais sensível ao que se designa de “danos colaterais” – a morte ou o ferimento de civis de decurso das guerras da humanidade. Porém, em 1944-45, enquanto os aliados libertadores da Europa aparentemente faziam o possível para poupar os inocentes, inúmeros civis tiveram um sofrimento atroz na sua libertação da tirania.
A culpa pelos abusos nem sequer foi devidamente partilhada. Os Russos comportaram-se bastante pior do que os exércitos Anglo-Americanos. Mas William Hitchcock escreve: "Os civis que eram libertados viam os seus salvadores com ansiedade e, por vezes, mesmo com temor… O comportamento pela causa em lutavam dos jovens soldados Americanos, Britânicos ou Russos, que derrotaram os Alemães, raramente era visto como virtuoso. Eles abusavam frequentemente do seu poder e da autoridade".
Leam mais sobre este assunto aqui e também aqui e podem encomendar o livro aqui ou aqui.
Uma referência final para esta frase de Courtney Love:
“Sempre que comprarem um disco dos Nirvana, parte desse dinheiro não está a ir para a conta do filho de Kurt, nem para mim, mas sim para uma série de departamentos de Judeus que emprestam dinheiro, para bancos privados de Judeus e para advogados que também são banqueiros…”
Manladreca "anti-semita"...

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Gaza: Terá Sido o Hamas Também Uma Criação dos Sionistas?


Gaza parece ter "desaparecido" dos noticiários, apesar de ainda haver muita coisa por explicar. Coincidência ou não, depois de um certo presidente de um certo país ter sido eleito...

Não quero ser acusado de apenas ligar a "teorias da conspiração", mas fiquei extremamente curioso com esta notícia.

A Biblioteca de Hitler e o Seu "Biógrafo"


... Quando morreu, Hitler tinha uma colecção de livros estimada em cerca de 16,000 volumes. Era, na realidade uma colecção impressionante: as primeiras edições de trabalhos de filósofos, historiadores, poetas, novelistas, etc. (…) A biblioteca representava o renascer da Primavera, uma fonte metafórica de conhecimento e inspiração. (...). Ele lia vorazmente, pelo menos, um livro por noite, às vezes mais, segundo fontes do próprio. (…)

Hitler guardou grandes trabalhos da literatura mundial, como Don Quixote, Robinson Crusoe, A Cabana do Tio Tom ou as Viagens de Gulliver, entre outros. [leia a notícia na íntegra]

Porém, uma das pessoas que melhor poderia falar dele, é constantemente descredibilizado e acusado... de qualquer coisa negativa! Porque, infelizmente, não falar mal de uma figura histórica como Adolf Hitler é sinónimo de se ser "nazi" ou "anti-semita". Falamos de David Irving e podem ler sobre aquele que se proclama de "biógrafo de Hitler", aqui ou aqui.