quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Livro da Quinta



Debating the Holocaust - Neste extraordinário e equilibrado livro, o autor analisa e compara as duas visões que se competem sobre o 'Holocausto". A presenta a visão familiar, "ortodoxa", com os "seis milhões de Judeus mortos e com as câmaras de gás, assim com a visão, as provas e os argumentos dos "revisionistas", os investigadores cépticos que são muitas vezes acusados serem "negacionistas". O autor - um estudioso Americano formado numa das maiores universidades daquele país - alienta que os argumentos revisionistas, assim como as suas descobertas, são consideráveis e merecem ser tomados em consideração.

O Plano Morgenthau (II) - A Crueldade dos Vencedores



Em resposta à mensagem de Eisenhower, o CCS (6) aprovou o estatuto de DEF apenas para prisioneiros de guerra em poder dos americanos. Os membros britânicos do CCS haviam recusado adoptar o plano americano para os seus próprios prisioneiros. As principais condições que Eisenhower havia estabelecido eram as seguintes:

«B) Os alemães são responsáveis pela alimentação e manutenção das tropas alemãs desarmadas.

C) O procedimento adoptado não se aplicará a criminosos de guerra nem a outras categorias de pessoal alemão procurado nem a outras pessoas localizadas no seio das Forças Armadas Alemãs e retidas por questões de segurança. Dever-se-á continuar a proceder à detenção de todas as pessoas suspeitas como criminosos de guerra ou por questões de segurança militar e não como prisioneiros de guerra. Estas serão alimentadas, alojadas e em geral administradas pelas Forças Aliadas. As autoridades alemãs não exercerão qualquer controlo sobre elas.

D) Não deve haver declarações públicas acerca do estatuto das Forças Armadas Alemãs ou das tropas desarmadas.»

Segundo esta mesma disposição, a contravenção à Convenção de Genebra foi mantida secreta. Quanto ao segundo parágrafo da mensagem, esta refere que: «É acrescentada a seguinte declaração dos Chefes de Estado-Maior Britânicos: Se o Reino Unido decidir que requer mais prisioneiros de guerra... esse pessoal não deverá ser por isso incluído na categoria de tropas desarmadas.» O último parágrafo acrescenta: «Subentende-se que não haverá, por parte desse lugar, a declarar mais prisioneiros de guerra após a derrota... para satisfazer os requisitos de mão-de-obra do SHAEF fora da Alemanha.»

No mesmo documento, pode-se destacar a recusa em concordar com os americanos sobre a política de DEF, o que constitui um surpreendente desvio em relação à cooperação que até então tinha existido entre os aliados. A fim de partilharem a carga de uma forma equitativa, os britânicos eram obrigados a aceitar prisioneiros de guerra americanos. A recusa prévia dos prisioneiros seria algo insultuoso, caso os americanos não tivessem concordado previamente que os Britânicos tinham justificação para o fazer. Na verdade, os americanos sabiam tão bem quanto os britânicos que quaisquer alemães submetidos ao rótulo de DEF, não estariam decerto em condições de trabalhar. O mais provável era que estivessem à morte.

Os discordantes britânicos decidiram não empregar o termo americano DEF para quaisquer prisioneiros que soubessem não poder tratar de acordo com as normas estipuladas pela Convenção de Genebra. Decidiram pois utilizar o termo SEP (7) (Pessoal inimigo sob rendição) para distinguir os seus POWs pós-rendição dos outros.

No entanto, não existia esta discordância relativamente a certos prisioneiros de valia, como criminosos de guerra, espiões e cientistas de elevada tecnologia que os americanos e os britânicos estavam decididos a deixar viver. Estes eram apelidados de «desejados», para os distinguir dos outros, os «não desejados». Obviamente que estes prisioneiros desejados não eram incluídos na categoria de DEF. Ao invés eram alimentados, alojados e em geral administrados pelas Forças Aliadas. Esta ordem não só contribuía para isolar os suspeitos num local para posterior julgamento, como também os resguardavam das condições de miséria a que estavam sujeitos os prisioneiros DEF. Como as atenções se concentrariam em personalidades distintas (como Rudolf Hess ou Herman Goering), era imprescindível que estes não se mantivessem entre os prisioneiros DEF. Um dos factos que corrobora as condições desumanas que existiam nos campos de DEF era demonstrado pela ordem dos Chefes de Estado-Maior a Eisenhower no sentido de «não deverem ser feitas declarações públicas relativamente ao estatuto das forças armadas alemãs ou das tropas desarmadas.» Não havia, no entanto, grande necessidade de esta ordem ser dada. Eisenhower estava já a mentir descarada e hipocritamente à opinião pública acerca dos planos relativamente aos prisioneiros. Numa conferência em Paris, disse: «Se os alemães estivessem a raciocinar como seres humanos, aperceber-se-iam de que toda a história dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha é de generosidade para com o inimigo derrotado. Nós acatamos todas as leis da Convenção de Genebra.»

A Convenção de Genebra, que o Governo dos EUA e o exército americano repetidamente diziam observar, conferia três importantes direitos aos prisioneiros. Estes eram:

• Serem alimentados e alojados de acordo com os mesmos padrões que as tropas de base ou de depósito da potência captora. (Neste caso os EUA.)

• Poderem expedir e receber correspondência.

• Terem o direito a ser visitados por delegados do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que depois faria um relatório em segredo à potência protectora (o governo alemão) e às autoridades americanas. Em caso de abusos, a potência protectora podia ameaçar torná-los públicos ou promover retaliações.

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Notas:

[3] (Prisoners of War) Prisioneiros de guerra, supostamente protegidos pela Convenção de Genebra. Determinados documentos utilizam a abreviatura PW.

[4] Dia da Vitória na Europa a 8 de Maio de 1945.

[5] (Disarmed Enemy Forces) Forças Inimigas Desarmadas. Determinados prisioneiros alemães em poder do exército dos EUA no noroeste da Europa. Não eram tratados de acordo com a Convenção de Genebra.

[6] (Combined Chiefs of Staff) Estado-Maior Combinado da Grã-Bretanha e dos EUA. O Canadá era representado pelos britânicos.

[7] (Surrendered enemy personnel) Pessoal inimigo sobre rendição. Termo utilizado pelos britânicos e canadianos para designar os prisioneiros de guerra alemães aos quais não tencionavam dispensar um tratamento conforme a Convenção de Genebra da qual eram signatários.

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (II)





PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

A Indústria do 'Holoconto' (I)



PORQUE HAVEMOS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Plano Morgenthau (I)

Num memorando datado de 6 de Setembro de 1944, o Secre­tário do Tesouro norte-americano, Henry Morgenthau Jr., propôs que, depois da guerra, a Alemanha devia ser dividida em pequenas unidades políticas, ter as suas ins­talações industriais desmanteladas e as suas minas destruídas. Devia ser transformada num país puramente agrícola, pobre e impotente. O Plano Morgenthau foi inicialmente aceite, de forma abrandada, por Roosevelt e Chur­chill na Conferência de Quebec, realizada no fim daquele mês.

Á medida que os tanques do general Eisenhower se aproximavam da cidade de Aachen, na parte ocidental da Alemanha e os exércitos canadiano e britânico avançavam estrondosamente para nordeste, percorrendo os Países Baixos, Henry C. Morgenthau, secretário do Tesouro dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e Lorde Cherwell, o principal conselheiro de Churchill, encontraram-se para discutir o futuro da Alemanha, uma vez atravessada a fronteira do país pelos Aliados.

A ideia firme apresentada por Morgenthau, apontava para a «pastoralização» da Alemanha, mediante a destruição da respectiva indústria e das minas, tornando a mais adiantada das nações industrializadas do mundo numa imensa herdade. A indústria alemã desenvolvera-se em parte, para custear as importações de alimentos destinados a uma população que não possuía terra suficiente para se alimentar. Sendo assim, caso a base industrial fosse destruída, haveria fome generalizada. Segundo Cordell Hull, o secretário de Estado na presidência de Roosevelt, «o plano Morgenthau arrasaria tudo na Alemanha excepto a terra, e os alemães teriam que viver da terra. Isto significava que apenas 60 por cento da população alemã poderia sustentar-se da terra alemã, enquanto os restantes 40 por cento morreriam.» Hull refere-se pois à morte de cerca de 20 milhões de civis alemães. Por outro lado, e de modo a obter o consenso de Churchill, Morgenthau expôs que, se a industria alemã fosse destruída, novos mercados se abririam aos produtos britânicos e a concorrência relativamente aos recursos diminuiria. Tudo isto seria verdade para os americanos e bem assim para os franceses.

Morgenthau argumentou que os alemães morreriam à fome. No seu livro Germany is our Problem, publicado em 1945 com a aprovação de Roosevelt, Morgenthau escreveu que a Alemanha de antes da guerra produzia, em relação ao respectivo consumo, 98,2 por cento da farinha, toda a batata e todo o açúcar, 92,3 por cento dos legumes, 96,7 por cento da carne e criação e todo o leite. Com a proposta da reorganização das fronteiras, apenas se perderia, em média, cerca de 14 por cento dessa produção. O argumento económico convenceu Churchill, que tomou o partido de Morgenthau e de Cherwell.

A imprensa e a opinião pública, logo evidenciaram o seu poder, à medida em que o caso começava a ser divulgado.

Tal como Hull havia suposto, a reacção do público, foi na sua quase totalidade de oposição a qualquer vingança. Drew Pearson do Washington Post, Arthur Krock do New York Times, e muitos outros revelaram aspectos do plano, acrescidos de efervescentes pormenores sobre a controvérsia que grassava nas antecâmaras do poder.

O Pioneer Press de St. Paul, no Minnesota, arrasou eloquentemente a ideia em sete parágrafos que principiavam deste modo: «O Presidente Roosevelt tem uma certa propensão para ser sinuoso e impostor nas suas declarações, no intuito de escamotear erros.» O presidente tentara enganar a imprensa e o público sobre o desvendado Plano Morgenthau, através da publicação de uma carta sobre outro assunto revelando que aquele não constituía política oficial. E o jornal prosseguia: «O mundo sabe que Herr Goebbels teve o cuidado de fazer com que o plano chegasse aos ouvidos de todos os alemães. Eis, explicou ele, o que podemos esperar em caso de derrota. É isto que os EUA projectam fazer da Alemanha... Era por esta altura que o general Eisenhower distribuía folhetos através da Alemanha prometendo que não haveria represálias contra pessoas inocentes... A contrapropaganda mais eficiente foi dada de mão beijada a Goebbels.» E o jornal concluía: «Dado que ele [Eisenhower] exerce a autoridade de ocultar os factos, a sua afirmação não pode ser desmentida... [mas] foi obrigado a repudiar [o plano].»

Estaline concordou com o Plano Morgenthau tal como Churchill o delineara em meados de Outubro em Moscovo. Como disse Churchill, «a intenção da Rússia de retirar maquinaria alemã harmonizava-se com o interesse da Grã-Bretanha em preencher o vazio deixado pela Alemanha. Tratava-se de mera justiça.» Roosevelt, por seu lado, dizia estar inflexível e determinado a aplicar essa inflexibilidade à Alemanha.

Aquando do encontro dos três dirigentes aliados em Ialta, havia já partes significativas da Alemanha em poder dos Aliados e em ambas as frentes procedia-se às primeiras grandes capturas de elementos do destroçado exército alemão. Muitas centenas de milhar de alemães encontravam-se já em campos de prisioneiros aliados no ocidente.

Tinha-se decidido que os exércitos aliados ficariam inicialmente a dirigir a Alemanha, mas não havia nenhuma orientação política clara a esse respeito. Eisenhower limitava-se a dizer vagamente que os «trataria [aos alemães] com dureza».

Por esta altura algumas autoridades começavam já a falar do perigo de uma «Carência Alimentar Mundial», que poderia criar um clima de instabilidade por toda a Europa. Em Fevereiro de 1945, o brigadeiro-geral T. J. Davis, avisou Eisenhower de que «não era possível satisfazer os pesados compromissos em matéria de provisões decorrente da concessão [aos prisioneiros] dos estatuto de POWs (3).» Em Abril, Sam Rosenman, um velho amigo do presidente Roosevelt encarregado por este para estudar a situação alimentar do mundo, comunicou ao presidente que «no futuro imediato, o factor limitativo será a falta... de provisões, e não de meios de transporte.» E acrescentava misteriosamente: «Não serão pedidas nem distribuídas provisões pelo SHAEF a menos que urja fazê-lo por motivos de necessidade militar.» Aqui residem dois mistérios. Um, é a insinuação anteriormente rejeitada de que havia na verdade alimentos suficientes para todos os civis, excluindo os alemães, e o outro é a expressão «necessidade militar» aplicada a civis na Alemanha do pós-guerra. Aqui Rosenman, assim como Roosevelt e Eisenhower, pensa obviamente na possibilidade da inanição provocar um clima de instabilidade entre os civis alemães, o que obrigaria à repressão pelo exército. No que toca às rações atribuídas aos civis alemães, o perigo era de facto visível... para estes, a quantidade máxima de alimentos de todas as proveniências «será de aproximadamente 1.500 calorias por cabeça e por dia». Segundo diversos especialistas, o mínimo de calorias requeridas que possibilitem manter a vida a um adulto deitado e sem desenvolver qualquer esforço para além dos cuidados pessoais, varia entre as 1.800 e 2.250 calorias por dia!

A Noção de uma carência alimentar mundial, foi divulgada pela primeira vez no Norte de África, em 1943, pelo general Everett S. Hughes, velho amigo de Eisenhower, nomeado assistente especial do mesmo. Em Abril de 1945 escreveu: «Começa a falar-se de uma carência alimentar mundial. Eu falei dela há muito. Começou no NA [Norte de África].»

Na altura e mesmo depois, a carência não poderia ter sido de alimentos. No território anteriormente conhecido como Alemanha Ocidental, a população em Maio de 1945 era inferior em 4 por cento aos valores que tinha no mesmo território em 1939, embora estivesse a aumentar diariamente devido ao influxo de refugiados vindos do leste. Havia mesmo muito mais trigo disponível no território formado pela Alemanha Ocidental, França, Grã-Bretanha, Canadá e EUA no seu conjunto, do que a mesma área física possuía em 1939. Isto devia-se ao facto de o aumento da produção de trigo na América do Norte e no Reino Unido compensar largamente a quebra de produção na Alemanha Ocidental e na França. No final das colheitas de 1943-44 e 1944-45, os excedentes de trigo do Canadá ultrapassavam os 440 milhões de alqueires. Nos Estados Unidos, também se verificava grandes excedentes de milho. Apenas a produção da batata diminuíra relativamente pouco no conjunto daquele território, sendo que essa diminuição tinha sido principalmente causada por uma quebra de 30 por cento, em 1945, na zona ocidental da Alemanha. Não obstante, em França, a produção de trigo excedeu em 500 mil toneladas o consumo. Tal como Churchill observara a Roosevelt em Março de 1945, não existia nenhuma carência geral de trigo, embora grande parte da população europeia tivesse falta de açúcar, carne e algumas gorduras. À escala mundial, a produção de alimentos relativa à colheita de 1945-46, expressa em calorias per capita, representava 90 por cento da média registada em 1935-39, de acordo com os dados fornecidos pelo gabinete de Relações Agrícolas Externas dos EUA em Outubro de 1945.

Já no mesmo mês de Março, uma mensagem originada e rubricada por Eisenhower, propunha um surpreendente desvio à Convenção de Genebra. Esta medida passava pela criação de uma nova categoria de prisioneiros que não seriam alimentados pelo exército após a rendição da Alemanha. A mensagem, datada de 10 de Março, reza o seguinte: «Embora haja a intenção de atribuir às autoridades alemãs a responsabilidade pela alimentação e manutenção de todos os prisioneiros de guerra aliados [ou seja, os alemães em poder dos aliados] e pessoas deslocadas, é de prever que, na situação de caos que provavelmente sobrevirá, isso exceda as suas capacidades, vendo-se os aliados confrontados com a necessidade de fornecer grandes quantidades de alimentos até ao seu repatriamento. Se os elementos das Forças Armadas alemãs fossem considerados prisioneiros de guerra, devendo como tal receber rações equivalentes às das tropas das bases, as obrigações adicionais em termos de manutenção excederiam também largamente as capacidades dos aliados, mesmo que todas as fontes alemãs para isso fossem canalizadas. Além disso, seria indesejável que as Forças Armadas recebessem rações superiores àquelas que se dispõe para a população civil.» Sendo assim, esta medida decretava que todos os prisioneiros feitos após o Dia VE (4) seriam designados «forças inimigas desarmadas» (DEF (5) ), as quais «até à desmobilização seriam administradas e mantidas pelo exército alemão sob supervisão das forças aliadas.» A mensagem terminava assim: «Submete-se o assunto à sua consideração. Os planos existentes foram elaborados segundo estes pressupostos.»


Adaptação livre baseada no livro «Outras Perdas», de James Bacque


As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XV)


15) Em 1992, Yehuda Bauer, professor na Universidade Hebraica de Jerusalém, declarou numa conferência internacional sobre o genocídio dos judeus, realizada em Londres: «O público continua a repetir, dia após dia, a história tola (the silly story) segundo a qual foi em Wannsee que se decidiu o extermínio dos judeus» (comunicado da Jewish Telegraphic Agency reproduzido no The Canadian Jewish News, 30 de Janeiro de 1992).

Observação: Para além do facto de que uma leitura atenta das «actas» da reunião de Berlim-Wannsee de 20 de Janeiro de 1942 demonstra que os alemães contemplavam uma «solução final territorial [eine territoriale Endlösung] da questão judaica», tendo em vista a fixação dos judeus num espaço geográfico por determinar, a declaração bem retardatária de Yehuda Bauer confirma que esse ponto capital da tese de extermínio dos judeus carece, de facto, de qualquer valor. Acrescentaremos, da nossa parte, que o extermínio dos judeus não foi decidido nem em Wannsee nem em parte alguma. A expressão «campos de extermínio» não é mais do que uma invenção da propaganda de guerra americana e há exemplos que demonstram que, durante a guerra, o assassinato de um só judeu ou de uma só judia expunha o seu autor, quer fosse civil ou militar, membro ou não das SS, a ser julgado em conselho de guerra do exército alemão e a ser fuzilado (em sessenta anos, nem um só historiador ortodoxo deu jamais qualquer explicação para este tipo de factos revelados pela defesa perante até o Tribunal de Nuremberga).

sexta-feira, 24 de abril de 2009

Alianças Perigosas

Para o fim-de-semana, gostaria de vos deixar esta crónica de Patrick Buchanan - curiosamente, pedi um simples comentário aos senhores do blogue Holocausto sobre a mesma, mas ainda espero sentado.

Depois de ter lido isto, fiquei com muito medo de fazer qualquer comentário. A sério. É que já tenho tantos 'gurus' que dizer qualquer coisa sobre David Duke é sempre um problema. Mas mesmo assim não posso deixar de questionar se este homem, ou Frederick Toben, ou mesmo Germar Rudolf, são assim tão perigosos para o mundo.
Se, por um lado, anda um grupinho de histéricos aos pulinhos a gritar que não podemos dar credibilidade a meia dúzia de lunáticos e que os devemos simplesmente ignorar; por outro, assistimos aos gritinhos histéricos de um outro grupinho que faz tudo para multar e prender pessoas que acusa de promoverem o ódio e de serem um perigo para o mundo.
Afinal em que ficamos?

Vejam este vídeo e tenho um bom fim-de-semana.

Liberdade de Expressão e Debate Aberto à Moda 'Exterminacionista'


Pela primeira vez, sou obrigado a descer o nível da conversa apenas para, de uma forma imaginária, tentar olhar olhos nos olhos quem vem sujar a minha casa.

Há uns meses a esta parte este blogue tem sido invadido por uma série de comentários aos 'posts' apresentados, comentários esses vindos especialmente de assalariados sionistas que dominam o blogue "Holocausto", nomeadamente, Roberto Lucena, Leo Gott e Roberto Muehlenkamp. Habituados a falar muito e a ouvir pouco, foram despejando "as suas verdades", traduções do Nizkor em "Brasileirês".

São, certamente, pessoas sem vida própria - mas muito bem pagos para trabalharem assim - espíritas' com espíritos fracos, frustrados da vida, psicóticos ao ponto de pensarem que os outros, por terem a coragem de admitir os vários nicks com que escrevem, têm que ser 'bandidos', 'cabeças rapadas, 'nazis', etc. A lavagem cerebral é tal que estabelecem um padrão e julgam todos os outros que não concordam com eles pelo mesmo nível. Nem deveria ainda ficar surpreendido. Afinal, do que se espera de quem até vai buscar a fotografia do Elvis para colocar no seu perfil?... Deve ser o seu espírito que os alegra...

A estratégia que este tipo de gente utiliza é a mesma que encontrei noutros locais da Internet: cansar pela insistência nas "provas e testemunhos irrefutáveis", ofender e ridicularizar os revisionistas e nunca responder ao que de mais incómodo existe, refugiando-se no "irrelevante", "teorias da conspiração" ou no já conhecido rótulo do "anti-semitismo" que serve, aliás, para desculpa para quase tudo o que não têm resposta. Nunca, mas nunca, aceitam uma fonte, um livro, um testemunho, revisionista. Nunca!
Chegou a altura de provarem um pouco do seu veneno. E parece que pobres criaturas ficaram mesmo chateadas. Agora vão fazer o copy/paste do que eu acabei de escrever para me rotularem mais um bocadinho... e eu já não vou poder dormir descansado...

No Revisionismo em Linha, tal como referi várias vezes, foram censurados os comentários ofensivos à minha pessoa e aos revisionistas na generalidade, comentários e ofensas essas que demonstraram bem quem se irrita com o demolir do mito. Essa forma de fazer propaganda, de gozar e ofender apenas é possível porque estão longe, cobardemente escondidos atrás de um teclado e de um monitor. De homens têm muito pouco. Aliás, é bem conhecida a fama dos seus patrões de colocarem os outros a lutarem por eles em todos os conflitos. E foi também assim que criaram um país. Portanto, não é de admirar que, se trabalham para cobardes, também tenham que ser cobardes. Mas o mais curioso é que os cobardes são sempre os outros, nunca eles!

E já que falam muito de 'testemunhos', vou começar por colocar aqueles que não tiveram coragem para reproduzir no seu antro - tem que ser em Inglês porque a mim ninguém me paga para contar histórias.


"Since the end of the war about 3,000,000 people, mostly women and children and over-aged men, have been killed in Eastern Germany and south-western Europe; about 15,000,000 people have been deported or had to flee from their homesteads and are on the road. About 20% of these people, over 3,000,000 have perished. About 4,000,000 men and women have been deported to Eastern Europe as slaves... it seems that the elimination of the German population of Eastern Europe - at least 15,000,000 people - was planned in accordance with decisions made at Yalta. Churchill had said to Mikolakczyk when the latter protested during the negotiations at Moscow against forcing Poland to incorporate eastern Germany: 'Don't mind the five or more million Germans. Stalin will see to them. You will have no trouble with them; they will cease to exist." Senator Homer Capehart. U.S Senate, Feb,5th, 1946


"The disaster that befell this area with the entry of the Soviet forces has no parallel in modern European experience. There were considerable sections of it where, to judge by all existing evidence, scarcely a man, woman or child of the indigenous population was left alive after the initial passage of the Soviet forces."George F. Kennan, Memoirs, 1967, Vol.1, p265


"In fact, by eyewitness accounts, loot, pillage, pestilence and rape, wholesale murder and human suffering form one of the most terrible chapters in human history." Senator Eastland, December, 4th, Congressional Record "The official Czech register of names of villages reveals that nearly 500 (German) villages no longer appear on the register because they have literally disappeared from the landscape." Munich Report, 1965 "Many Germans were hung up by their feet from the big advertising posters in St. Wenceslas Square, then when the great humanitarian approached their petrol-soaked bodies were set on fire to form living torches." Louis Marschalko "Women and children were thrown from the bridge into the river. Germans were shot down in the streets. It is estimated that 2,000 or 3,000 people were killed." F.A Voigt, Berlin correspondent, Manchester Guardian "When the French colonial (Negro) troops under his (General Eisenhower) command entered the German city of Stuttgart, 'they herded German women into the subways and raped some 2,000 of them." Even a PM reporter, 'reluctantly confirmed the story in its major details.' Peace Action, July, 1945


"We shot prisoners in cold blood, wiped out hospitals, lifeboats, killed or mistreated enemy civilians, finished off enemy wounded, tossed the dying into a hole with the dead, and in the Pacific boiled the flesh of enemy skulls to make table ornaments for sweethearts, or carved their bones into letter openers. We topped off our saturation bombing and burning of enemy civilians by dropping atomic bombs on two nearly defenceless cities, thereby setting an all time record for instantaneous mass slaughter.
As victors we are privileged to try our defeated opponents for their crimes against humanity; but we should be realistic enough to appreciate that if we were on trial for breaking international laws, we should be found guilty on a dozen counts. We fought a dishonourable war, because morality has a low priority in battle....
.... I have asked fighting men for instance, why they - or actual we - regulated flame-throwers in such a way that enemy soldiers were set afire, to die slowly and painfully, rather than be killed outright by a full blast of burning oil. Was it because they hated the enemy so thoroughly? The answer was invariably, 'No, we don't hate those poor bastards particularly; we just hate the whole goddam mess and have to take it out on somebody.
Possibly for the same reason we mutilated the bodies of the enemy dead, cutting off their ears and kicking out their gold teeth for souvenirs, and buried them with their testicles in their mouths, but such flagrant violations of all moral codes reach into still unexplored realms of battle psychology." Edgar L. Jones, U.S Second World War Veteran. Atlantic Monthly, February, 1946


Opss, esqueci-me que por cada testemunho destes, os "exterminacionistas" têm "milhares de outros"... Paciência.

A Armação 'Exterminacionista' (III)



A estratégia “exterminacionista” é composta, essencialmente, pelos seguintes tópicos que passarei a identificar:


1) Tudo já foi verificado, tudo já foi estudado, nada mais há a confirmar: houve um genocídio, denominado Holocausto, preparado meticulosamente, programado e agendado previamente, com o conhecimento das mais altas chefias militares nazis. Há testemunhos, há provas documentais. Milhares. Em resumo, nada mais há a questionar.


A História – qualquer facto histórico - não é compatível com expressões “dado adquirido” se a seguir não acrescentarmos o o “para já”. Porque a experiência fez-nos perceber que aquilo que hoje parece ser ou ter sido de uma forma, amanhã poderá ser diferente, bastando para isso a descoberta de novos dados. O máximo que se poderá dizer é que, com os dados que se possuem, é provável que tal facto possa ter ocorrido daquela maneira. Porque há sempre a possibilidade de novas descobertas. Não faz, por isso, qualquer sentido – é completamente irracional! – que se estabeleça que o Holocausto possa ser a excepção a todos os outros factos históricos.



2) Todos os que questionam ou duvidam disso, apenas pretendem branquear a história e/ou são movidos por interesses extremistas e radicais, nomeadamente racistas e anti-semitas.


Se tal fosse verdade, bastaria dizer que todos os que defendem a “história oficial” têm interesses próprios ou representam algum grupo que lucre com isso. Se tal fosse verdade e assim tão linear, bastaria divulgar as ligações que muitos historiadores e pesquisadores “exterminacionistas” têm e desacreditá-los por isso. Aliás, chega a ser curiosos como se ignora ou discrimina, por exemplo um historiador por ele, supostamente, ser “nazi”, mas se fecha os olhos a todos os historiadores marxistas que inundam as faculdades um pouco por todo o mundo. Neste tipo de estratégia irracional, qualquer historiador ou pesquisador que apresente qualquer outra versão de um facto histórico teria, necessariamente, que pertencer a um grupo de interesse político ou social. Mas nunca vi isso e parece-me que tal nem sequer é colocado em causa. Apenas no Holocausto isso acontece. Mais: os revisionistas apontados como declaradamente “nazis” e “anti-semitas” são uma tal minoria que chega a ser ridículo tal argumento. A estratégia é repetir essa acusação de uma forma incansável ou acusar os outros revisionistas de seguirem as teorias desses “extremistas”.



3) As fontes e a história “oficiais” do Holocausto não merecem, portanto, dúvidas. Ao contrário de todo a literatura revisionista que se encaixa unicamente nos propósitos mencionados no número anterior.


A recusa em aceitar a literatura revisionista torna complicado a discussão e o debate. Tudo o que os “exterminacionistas” apresentam ao público é cercado de uma tal “autenticidade” que nunca é permitida a dúvida. Se alguém o faz, a resposta é sempre que “isso foi dito por outro revisionista, não tem credibilidade”; “isso foi retirado de um site revisionista, não tem credibilidade”; isso são teorias da conspiração, não tem credibilidade”; “esse indivíduo é ‘nazi’, não tem credibilidade”… Quando estas respostas são ultrapassadas, resta-lhes fugir, argumentando (???) que “essa questão não é relevante” ou “estão a responder com perguntas”. Os “exterminacionistas” nunca admitem que erraram, mas apontam sempre isso aos revisionistas. Mais grave foi quando os “exterminacionistas” perceberam que as fontes, os testemunhos e os documentos poderiam ser facilmente questionados e demolidos. O que obrigou à necessidade de desenvolver molduras penais que fizessem dessas dúvidas e dessas questões um crime. Dessa forma cobarde, de perfeita violação da liberdade de expressão, surgiu a possibilidade de arranjarem mais um argumento: de que qualquer pessoa que siga as teorias de um “cadastrado nazi e anti-semita” tem que ser também ela descredibilizada. E assim começou o ciclo que fez da maioria da literatura revisionista algo quase “clandestino”, algo que os “exterminacionistas” gostam de apelidar de “literatura do ódio”. Neste blogue já foram apresentos, por diversas vezes, desde testemunhos a livros que procuram, não negar, mas fazer o caminho para uma possível interpretação diferente da que se difunde nos média ou nos livros escolares. Nem aqui, nem em lado nenhum, os "exterminacionistas" procuraram utilizar esses dados para uma procura da verdade histórica. Pelo contrário, deles apenas se ouvem acusações e ofensas, muitas delas pessoais, apenas possíveis porque eles sabem que a legislaçao actual irá sempre protegê-los.



4) Todos os que questionam e duvidam do Holocausto deverão, portanto, ser condenados em tribunal, porque não é tolerável numa sociedade actual que se promovam ideais racistas e anti-semitas. Mais: está provado que esses indivíduos revisionistas não possuem, na esmagadora maioria, conhecimentos nas áreas que procuram debater.


É aqui que a falsa tolerância dos “donos da razão” cai por terra. Se os argumentos “exterminacionistas” fossem assim tão convincentes porque haveria necessidade de perseguir, multar, prender, todos os que questionam a versão oficial do Holocausto? Isso existe em mais algum facto histórico? Não. E questionar os conhecimentos (ou a suposta falta deles) é apenas um argumento para desviar a atenção do problema. Como referi atrás, todos fecham os olhos à ideologia ou à religião de todos os outros investigadores e historiadores, mas se o assunto for o Holocausto e se dúvidas forem levantadas, sobre mais nada se irá falar, pois as dúvidas serão canalizadas não para a questão, mas para as habilitações do revisionista. Por mais testemunhos falsos que se desmascarem, o importante para os “exterminacionistas” é procurar ligar os revisionistas à sua suposta má preparação e conhecimentos técnicos. Mesmo que a esmagadora maioria dos testemunhos nunca tenham sido verificados, questioná-los é fazer de quem duvida um potencial e perigoso criminoso. E quem denuncia tamanha injustiça é, para os “pseudo-tolerantes”, alguém que não tem lugar nesta sociedade.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

O Livro da Quinta




O livro provocador de Greg Hallett – "Hitler Was A British Agent" [Hitler era um agente britânico] descreve a guerra como uma ilusão abominável conjurada por magos ocultos de forma a degradar, destruir e finalmente escravizar a humanidade por intermédio de um governo mundial.A afirmação de Hallett de que Hitler era um agente "britânico" é baseada no testemunho de uma rede sombria de agentes secretos já reformados. Enquanto falha em fornecer provas documentais, Hallet oferece factos circunstanciais persuasivos.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e assistir aos vídeos em baixo sobre o mesmo assunto.













Algumas Notícias Soltas


Alguns artigos interessantes que gostaríamos partilhar com vocês.

Um mundo sem fronteiras – o sonho do Grupo Bilderberg: A Bilderberg irá continuar a impulsionar a criação de um governo mundial na reunião secreta de 14 a 19 de Maio em Vouliagmeni, na Grécia, de acordo com um dos participantes. Alice Rivlin (na foto), que tem representado a Instituição Brookings na Bilderberg, sorri e acena afirmativamente quando questionada se a agenda deste ano inclui “um governo mundial, um mundo sem fronteiras e uma União Americana.”
Há muitos anos que estes são objectivos da Bilderberg mas têm sido bloqueados pelo que os participantes se referem pejorativamente como “nacionalismo”. A Bilderberg tenciona expandir o Acordo do Livre Comércio Norte Americano por todo o Hemisfério Ocidental como prelúdio ao estabelecimento de uma “União Americana” semelhante à da União Europeia. O objectivo último é a criação de um governo mundial sob a égide das Nações Unidas. A sua maior excitação na Bilderberg?
[leia a notícia na íntegra]

Plutocratas irão reunir-se na Grécia: A Bilderberg vai regressar à sua cena do crime de 1993 numa tentativa de se reunir secretamente em Vouliagmeni, na Grécia, de 14 a 17 de Maio. A Bilderberg retornará à propriedade dos hotéis Nafsika Astir Palace em Vouliagmeni, a 20 milhas de Atenas, e encontrar-se resguardada por guardas no Westin Nafsika. [leia a notícia na íntegra]

Globalistas temem uma aliança entre a Bielo-Rússia e o Irão: A crise económica global do último ano está a desempenhar o seu papel na recriação de novas fronteiras e alianças políticas. Uma das mais danosas para os interesses dos EUA é o desenvolvimento de laços financeiros e militares entre a Bielo-Rússia e o Irão. [leia a notícia na íntegra]

Expansionismo e racismo são as raízes dos problemas do mundo: O presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad, manifestou na cidade suíça de Genebra, onde encontra nesta altura para participar na Conferência Internacional Contra o Racismo Durban II: “A definição incorrecta do ser humano e da comunidade humana, os egoísmos, o expansionismo e o racismo, são as raízes dos problemas da humanidade.” [leia a notícia na íntegra]

Parlamentar iraniano tacha de "barbárie moderna" o gesto dos apoiantes do sionismo em genebra: Kazem Yalali, port-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento do Irão, manifestou terça-feira em declarações à IRAN: “O gesto dos apoiantes do regime sionista ao provocarem um alvoroço quando o presidente do Irão tomava a palavra na conferência contra o racismo de Durban II provocou muitas reacções. Estes gestos são uma barbárie moderna que demonstra o carácter esclavagista deles e são um indicativo da veracidade das posturas do Irão.” [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 22 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIV)



14) Em 1989, o historiador suíço Philippe Burrin, admitindo o princípio, sem o demonstrar, que as câmaras de gás nazis e o genocídio judeu existiram, tentou determinar em que data se tomara a decisão de exterminar fisicamente os judeus da Europa e quem havia tomado essa decisão. Não conseguiu melhor que todos os seus confrades «intencionalistas» ou «funcionalistas» (Hitler et les juifs / Genèse d’un génocide, Paris, Seuil, 1989). Teve que constatar a ausência de vestígios do crime e notar o que decidiu chamar «o apagar obstinado do vestígio de uma passagem de homem» (p. 9). Lamenta «as grandes lacunas de documentação» e acrescenta: «Não subsiste nenhum documento que contenha uma ordem de extermínio assinada por Hitler. (…) Segundo toda a verosimilhança, as ordens foram dadas verbalmente […] aqui os vestígios não são apenas pouco numerosos e dispersos, mas ainda de difícil interpretação» (p. 13).

Observação: Eis aqui outro historiador profissional que reconhece não poder apresentar nenhum documento que sustente a tese oficial. O grande público imagina que os vestígios do crime de Hitler são numerosos e sem qualquer ambiguidade, porém o historiador que examinou a documentação correspondente, esse não encontrou nada para além de escassas aparências de «vestígios» sobre cuja interpretação se interroga.

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Há Muito, Muito Tempo, Eras Tu Uma Criança"...

Para o dia de hoje, escolhi especialmente um "livro revisionista" que passou ao lado da censura inquisitória actual - já tínhamos falado dele aqui - e que poderia constituir mais um motivo de debate. Voltem a ler o 'post' e comecem a reflectir um bocadinho. Serão as edições Asa "anti-semitas" ou "nazis" e ninguém sabia?...
Se "matar um ou matar 6 milhões é a mesma coisa", não se percebe porque continuam a insistir num número "virtual" que apenas pode representar a própria falácia do facto histórico em questão.

Também já tinha sido colocado por nós aqui, mas agora está disponível com legendas em Castelhano - o que, para alguns, será mais fácil do que em Inglês. Podem, novamente, assistir em baixo a este vídeo.



segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Contudo, Ela Move-se..."


Já por várias vezes o disse e não me canso de repetir: este espaço não pretende ser, por um lado, um local de apologia do que quer que seja nem, por outro, um espaço de branqueamento do que quer que seja. O que se pretende é que certos tabus e certos fantasmas aqui nunca tenham lugar. Por isso, e por não estarem habituados a ler coisas politicamente incorrectas, certas pessoas costumem rotular este espaço de "anti-semita", o rótulo "normal" para quem não assume de forma cega e obediente a versão oficial da história da Segunda Guerra Mundial, particularmente o facto histórico denominado de "Holocausto".

Mas o Revisionismo em Linha vai mais longe: aborda igualmente todos os factos que vão para além desse acontecimento e que estão encobertos por dúvidas, normais e comuns a qualquer facto histórico. A História está sempre em evolução e por isso o que hoje é interpretado de uma forma, amanhã poderá ser de outra. Tal como os paradigmas, que se vão sucedendo entre si, um a seguir ao outro. Não vamos, por isso, ridicularizar, ofender, menosprezar os que seguiam teorias agora ultrapassadas, muito menos acusá-los do que quer que seja. Isso passa-se com qualquer paradigma, com qualquer facto histórico. Isto passa-se tanto na Arqueologia ou na Sociologia, como na Biologia ou na Química. No fundo, em tudo - por exemplo, vejam aqui novos dados sobre o Santo Sudário (vejam também o vídeo). Em tudo... menos na interpretação dos factos que envolvem o Holocausto. Nesse caso particular, assistimos a algo perfeitamente fantástico e que não acontece em mais lado nenhum: quem questionar o que quer que seja relacionado com o mesmo, é apelidado de "anti-semita", "nazi" e por aí fora.

A História, como podemos ver aqui, resume-se à interpretação que nós fazemos dos factos históricos que a compõem. Com as força das paixões que nos cegam inicialmente, mas que, depois, não podem servir de desculpa para as suas consequências. Aqueles que, num dia sao vistos como heróis, no outro dia podem deixar de o ser.

O que muito crentes "exterminacionistas" não suportam é que se desmascarem as suas verdadeiras intenções de "justiça a qualquer preço", como podem ler aqui. Os verdadeiros "senhores do ódio" talvez não sejam os que a versão oficial da história gosta de fazer propaganda.

E já que falo em propaganda, gostaria que lessem este apontamento sobre o mais recente (e bem sucedido) trabalho de "propaganda de guerra" do séc. XXI.

O Revisionismo em Linha, pretende ser, por isso, mais uma lança no combate cada vez mais difícil contra o movimento do "politicamente correcto", o principal responsável pelas amarras à liberdade de expressão e de informação. Por isso pretendemos fazer de tudo para mostrar que existe sempre "um outro lado" que também tem o direito de ser ouvido e de se exprimir.

Para finalizar ouçam aqui o desmarcarar de um dos principais responsáveis para o crescimento do ataque histérico e sem sentido à liberdade de expressão de todos aqueles que decidiram, pela sua cabeça, não ser mais uma ovelha neste rebanho de comodismo intelectual.

sábado, 18 de abril de 2009

O Plano Genocida Aliado: A História Desconhecida da Segunda Guerra Mundial

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A Armação 'Exterminacionista' (II)



Retirei esta passagem daqui para mostrar o excelente trabalho de 'manipulação' (leia-se 'imposição por qualquer forma e método da versão intocável do Shoa - ou Shoah') que certas pessoas fazem para que se viva numa autêntica ditadura de pensamento único.



“A informação de que o campo de trabalho Treblinka I foi inspeccionado pela Cruz Vermelha também parece ser de duvidosa exactidão, ao menos à primeira vista.”

Seria então mais simples tentar verificar nos registos na CV se existe ou não essa inspecção. Ou nos registos do próprio campo. E colocar aqui esses dados. Não isso não nos é explicado no post. Aliás, para quem procura sempre fontes para as afirmações revisionistas, é estranho que quando se trata de afirmações “exterminacionistas” essas fontes já não sejam necessárias.

“Isto porque, não obstante a camuflagem do campo da morte de Treblinka II atrás de uma vedação de arame entretecida com ramos (e também árvores, segundo o artigo de Gazeta Wyborcza), como poderiam delegados da Cruz Vermelha, ao inspeccionar um campo de trabalho que se situava
a apenas dois quilómetros a sul do campo de extermínio de Treblinka II, ter deixado de notar o fedor dos cadáveres (que, segundo salienta o Prof. Browning no seu relatório de especialista entregue no litígio Irving-Lipstadt, conduziu a uma queixa documentada por parte do comandante local da Wehrmacht de uma povoação (Ostrow) a 20 quilómetros de distância de Treblinka), se Treblinka I foi inspeccionado no verão ou Outono de 1942, no auge das operações de matança em Treblinka II?”


Vamos por partes. Primeiro duvida-se da estada da CV no campo. Segundo, essa dúvida é baseada no facto de que os seus representantes TINHAM OBRIGATORIAMENTE QUE SENTIR O MAU CHEIRO porque existem um relatório que comprova o mesmo. Mas o mau cheiro viria mesmo dos cadáveres mal enterrados? Foi confirmado isso? E mesmo que o mau cheiro viesse dos cadáveres, é isso que prova que existia um plano de matança programada de Judeus, inclusivamente com câmaras de gás?
Portanto, a conclusão é simples: o facto dos representantes da CV não terem sentido esse cheiro tem menos valor que um relatório com queixas de mau cheiro. E se não havia mesmo cheiro nenhum? Isso também não iria provar que não havia mortes nesse campo, naturalmente. Mas é de uma total leviandade tirar conclusões como as vossas. Se a Polícia é chamada por causa de um suposto incidente, relatado numa queixa, e depois quando chega ao local não encontra nada de incriminatório, o que conta é a queixa?

“E como poderia uma delegação da Cruz Vermelha que visitasse Treblinka I na primavera ou no verão de 1943, quando a incineração dos cadáveres em Treblinka II estava decorrendo em pleno, ter deixado de notar o fumo que subia daquele campo e o cheiro a carne queimada?”


Mais uma vez a mesma estratégia: ELES TINHAM QUE TER VISTO! ELES TINHAM QUE TER SENTIDO O CHEIRO! E se não viram nem cheiraram uma coisa que tinha que existir… é porque, afinal, nunca lá estiveram…
Não são precisos relatórios, testes forenses, nada! Aquilo estava a acontecer e pronto! Quem nega é nazi e tem que ser punido só por duvidar!...


“Por outro lado, o campo de trabalho de Treblinka I foi estabelecido em fins de 1941, enquanto Treblinka II apenas começou a operar em fins de Julho de 1942, e Treblinka I continuou operacional até Julho de 1944, cerca de sete meses depois de ter sido concluído o desmantelamento de Treblinka II. Isto significa que delegações da Cruz Vermelha que visitassem Treblinka I antes do fim de Julho de 1942 ou depois do fim de Novembro de 1943 não poderiam ter notado sinais de um campo de extermínio que ainda não existia ou tinha deixado de existir na altura da sua inspecção.”


Depois já dizem que se calhar tiveram lá... Desconcerto total! Viram ou cheiraram foi mal...

E depois aquela infeliz coincidência: logo na altura que a CV visitou Treblinka I ainda não existia o extermínio ou tinha mesmo acabado de acontecer…
Mas alguém pode acreditar neste circo???
Não estão em causa deportações, privações de direitos, maus tratos, etc. Isso e coisas piores poderão ter acontecido e são, naturalmente, censuráveis. Mas o resto não passa de propaganda de guerra pura e simples!

Alguns Livros Interessantes


Joaquin Bochaca é autor de uma impressionante quantidade de títulos, a maioria dos mesmos publicados em Espanha. A sua contribuição está fundamentalmente relacionada com compreensão da História e dos Factos associados com o surgimento e desenvolvimento do Nacional-socialismo na Alemanha e no mundo.
Este livro (entre outros) está disponível on-line
aqui.





The New Jerusalem: Zionist Power in America - este livro deMichael Pipper oferece-nos uma visão sem tabus da actual elite Sionista instalada na América.



As Antiguidades da Lusitânia - Esta obra do Antiquário eborense, representa a primeira descrição do quadro histórico e cultural em que Portugal se fundou e cresceu. Nela se podem apreciar as características étnicas e a vida das gentes que povoaram as regiões que em grande parte se tornaram no que é hoje o território português, em particular a saga dos lusitanos, e bem assim a variada estrutura geográfica e as condições naturais do próprio território, reunindo para isso pela primeira vez um precioso caudal de documentação sobre a história da antiga Lusitânia. E tudo num estilo literário próprio de um dos maiores humanistas portugueses de sempre.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo" (II)



Ainda sobre Robert Faurisson, podem acompanhar aqui o seu blogue.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo"


A censura moderna, a nova inquisição politicamente correcta, não pára de nos surpreender. Vejam aqui como a ADL não poupa ninguém na sua cruzada contra o suposto "anti-semitismo", neste caso de quem apenas criticou a política de Israel.

Infelizmente, as violações contra a liberdade de expressao e de opinião voltaram a atingir Norman Finkelstein, como podem ler aqui.


Este enorme saco da moderna inquisição também está a querer englobar o Revisionismo em Linha neste circo. Os rótulos também por cá foram colados por aqueles que se julgam intocáveis e donos da razão. Porém, enquanto nos forem deixando, iremos denunciar sempre todo o tipo de mitos e factos que julgarmos serem susceptíveis de serem questionados. Sem medos e sem pressões.

Aconselhamos também a audição de Mark Weber que aqui traça um olhar crítico do Sionismo como uma ideologia e um movimento politico-social.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIII)


13) Em 1988, Arno Mayer, professor americano de origem judia, que lecciona História da Europa Contemporânea na Universidade de Princeton escreveu, a respeito das «câmaras de gás nazis»: «As fontes para o estudo das câmaras de gás são, a um tempo, raras e pouco fiáveis». (Sources for the Study of the gas chambers are at once rare and unreliable) (The “Final Solution” in History, New York, Pantheon Books, 1988, p. 362; em francês, La “Solution finale” dans l’histoire, prólogo de Pierre Vidal-Naquet, Paris, La Découverte, 1990, p. 406).

Observação: Ainda hoje, em 2006, o grande público persiste em crer que, tal como incansavelmente lhe sugerem os médias, as fontes para o estudo das câmaras de gás são inumeráveis e indiscutíveis. No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas; ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas.