segunda-feira, 18 de maio de 2009

Visitas, Visitas...

Este filme amador, agora a cores, mostra uma visita à Alemanha, no Verão de 1936, pelo antigo primeiro-ministro Britânico David Lloyd George. Mostra o encontro com Hitler em Berchtesgaden, com os dois estadistas a toamarem uma refeição. Curiosamene, e impressionado com tudo o que viu, Lloyd George expressou o seu elogio a Hitler e ao Terceirao Reich Alemão.

sábado, 16 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVIII)



18) Em 2000, no final da sua Histoire du négationnisme en France (Paris, Gallimard), Valérie Igounet publicou um extenso texto no final do qual Jean-Claude Pressac, que fora um dos mais acérrimos adversários dos revisionistas, assina uma verdadeira acta de capitulação.

Na realidade, retomando a expressão do professor Michel de Boüard, declara que o dossier do sistema concentracionário está «podre», e de modo irremediável. Escreve: «Poder-se-á rectificar o rumo?» e responde: «É demasiado tarde». Acrescentando: «A forma actual, ainda que triunfante, de apresentação do universo dos campos está condenada». E termina considerando que tudo o que se inventou em torno de sofrimentos demasiado reais está votado aos caixotes do lixo da história (p. 651-652). Em 1993-1994, esse protegido do judeu francês Serge Klarsfeld e do rabi americano Michael Berenbaum, director científico do Museu do Holocausto de Washington, havia sido celebrado no mundo inteiro como um extraordinário investigador que, no seu livro sobre Les Crématoires d’Auschwitz, la machinerie du meurtre de masse (Paris, CNRS editions, 1993) havia, ao que parecia, esmagado a hidra do revisionismo. Aqui, no livro de V. Igounet, assiste-se à assinatura da sua capitulação.

Observação: O grande público é mantido na ignorância sobre um facto capital: o homem providencial que a imprensa do mundo inteiro havia apresentado como um investigador extraordinário que havia finalmente descoberto a prova científica da existência das câmaras de gás nazis, esse homem acabou por reconhecer o seu erro. Alguns anos mais tarde, nem um único órgão de imprensa assinalou a sua morte.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Algumas Notícias e Um Livro

A "democracia", a "tolerância" e a "liberdade de expressão" são assim: quase todos os dias nos oferece exemplos de como é bom viver neste mundo onde tais valores são tão apregoados e aplicados. Vejam aqui e também aqui. Podemos falar de tudo - todos os dias são feitas novas descobertas - e podemos discordar de tudo... ou quase tudo, pois duvidar e questionar o "Holoconto" continua a ser o principal problema dos que se recusam em seguir o rebanho.

Num mundo onde certas potências estão imunes, até na tortura; num mundo onde existem certos 'mártires' que caiem rapidamente no esquecimento; num mundo onde os tribunais absolvem e libertam pedófilos e violadores; é neste mesmo mundo que outros "crimes", nomeadamente "do pensamento" têm aquele tipo de resposta.

O livro que gostaria de aconselhar para hoje é este, Spies: The Rise and Fall of the KGB in America. Nesse livro, Engelbert Broda é apontado como espião do KGB na Grã-Bretanha nomeadamente na área da energia atómica: são reveladas provas conclusivas de que o cientista Austríaco era um espião que trabalhava no coração do programa nuclear Britânico no tempo da guerra.

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Filmes

Filmes diferentes, abordagens diferentes. Em comum, o facto de procurarem lutar contra a irritante moda do politicamente correcto da história oficial.

O primeiro já antes tinha sido falado aqui, mas resolvi insistir. Faz parte dos revisionistas serem insistentes e não se deixarem derrotar com retóricas.




Difamation - O que é o 'anti-semitismo' actualmente, duas gerações após o Holocausto? Na sua abordagem e exploração da vida moderna Israelita, Yoav Shamir viaja pelo mundo em busca da maior manifestação moderna do 'ódio mais antigo´ e oferece-nos respostas fantásticas.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVII)


17) Em 1996, Jacques Baynac, historiador francês, de esquerda e decididamente anti-revisionista desde 1978, acabou por admitir, pensando bem, que não havia provas da existência de câmaras de gás nazis. Apenas se pode constatar, escreve, «a ausência de documentos, de vestígios ou de outras provas materiais» (Le Nouveau Quotidien de Lausanne, 2 de Setembro de 1996, p. 16, e 3 de Setembro de 1996, p. 14). Mas diz que persiste em crer na existência dessas mágicas câmaras de gás.

Observação: Em suma, J. Baynac diz: «Não há provas mas creio», enquanto que um revisionista pensa: «Não há provas, portanto nego-me a crer e o meu dever é contestar».

segunda-feira, 11 de maio de 2009

De Regresso, Sempre Contra a Areia


De regresso, após uma semana complicada, com muito trabalho e problemas que afectaram o meu computador - até uma das contas do Gmail foi fechada sem explicação (felizmente já foi reaberta) - gostaria de partilhar com todos um comentário do Diogo que retirei de um blogue 'exterminacionista' que insiste em ter orgasmos pseudo-intelectuais sempre que um revisionista é multado ou preso - para eles, é assim que Holoconto se tem que manter e é assim que a liberdade de expressão deve funcionar.

"A História é uma ciência, embora com algumas características específicas. Está dependente de todo o tipo de provas e evidências incluindo testemunhos que podem ser falsos ou falsificados.

Quando existe controvérsia ou se pretende provar um determinado ponto, tal como acontece nas outras ciências, procede-se a uma investigação mais profunda dando-se a conhecer todos os pormenores dessa investigação, de forma a que outros cientistas possam reproduzir e avaliar a experiência e os resultados nas mesmas condições.

Tal só não acontece quando o cientista é um vigarista (e há muitos casos desses).

No holocausto a situação é infinitamente mais grave: não apenas não é permitido a todos os cientistas e historiadores investigar as evidências e locais, como ainda são julgados se ousarem colocar em dúvida a «verdade estabelecida». Este facto implica vigarice. Não há outra explicação possível."

Fim de citação. Mais resumido, mais simples, mais directo e mais verdadeiro é impossível.

Fica o apontamento. Um excelente apontamento.


Como tantas vezes já foi referido, este blogue pretende penas dar a conhecer outras versões da história, outras visões, outras análises e outros estudos, não havendo, necessáriamente e naturalmente, a total e cega concordância com tudo o que aqui divulgamos - ao contrário do que por diversas vezes nos acusaram.

E se a história tem, naturalmente, tantas interpretações - quase tantas como os seus protagonistas - também as notícias podem ser lidas e interpretadas de diversas formas.

Todos devem ter visto este vídeo. Passou em quase todas as televisões de todo o mundo, durante várias semanas. Racismo e xenofobia vende e aumenta as audiências dos média. Todos sabemos. O que não percebemos é porque é que, se o crime não tem "nem cor nem credo", este tipo de vídeo ou este ou este nunca passam e são ignorados pelos mesmo média. Porque será?

Mas vamos ao caso mais recente (já sei que vão aparecer para aí uns assalariados Sionistas que se vão colocar aos pulinhos para dizerem que eu tinha que vir defender o "nazi", mas carruagem passará sempre enquanto eles ladram.): a 11 de Novembro de 2007, por ocasião de uma manifestação da Juventude do partido "de extrema-direita" Democracia Nacional num bairro de imigrantes, devidamente autorizada, um violento activista antifascista foi assassinado no metropolitano. Josué Estébanez, um militar de 23 anos que se deslocava para a manifestação, foi detido e acusado de homicídio. Dois anos e meio depois, os vídeos de segurança foram divulgados pelo jornal El Pais e revelam imagens impressionantes.


No vídeo, vê-se Josué no metro, a chegar a uma estação em que entram dezenas de militantes antifascistas (que se deslocavam para uma contra-manifestação). Josué tira discretamente uma navalha do bolso. À entrada na carrugem dos activistas, seguem-se diversas provocações, devido à camisola Three-Stroke do suspeito "neo-nazi". Carlos Javier Palomino, conhecido "caça-fascistas" madrileno de 16 anos, toca no militar, que não lhe dá tempo para mais. De um golpe, espeta-lhe a navalha no coração e empurra-o para fora do vagão. Sucedem-se momentos de tensão, quando os activistas antifascistas tentam vingar a agressão. Um outro militante tenta agredir o jovem nacionalista, que reage com um golpe nas costas. Após uma desequilibrada escaramuça, em que o militar consegue resistir à fúria de várias dezenas de activistas, Josué consegue fugir da estação de metropolitano. É apanhado mais tarde, na rua, por uma "brigada antifascista" que o agride violentamente e o deixa estendido no chão, até ser detido pela polícia.

Se o grupo tão "corajoso" fosse composto de "nazis", esta notícia abriria os telejornais. Mas o mais extraordinário é como, por exemplo aqui, o mesmo vídeo é analisado por certo(s) jornalista(s).

Vejamos:

"Em Novembro de 2007 um militante neonazi assassinou barbaramente um jovem antifascista, de 16 anos, no metro de Madrid. Agora, o jornal espanhol ‘El País’ divulgou o vídeo da agressão mortal."

ASSASSINOU BARBARAMENTE???? EU VEJO ALGUÊM QUE SE DEFENDE DE UM GRUPO DE INDIVÍDUOS QUE SE PREPARAVA PARA O ESPANCAR - O QUE ACONTECEU MAIS TARDE. O "JOVEM ANTIFASCISTA" É ALGUÉM QUE, APESAR DA IDADE, JÁ TEM UM ENORME HISTORIAL DE VIOLÊNCIA ANTIFASCISTA, COM AGRESSÕES À POLÍCIA EM MANIFESTAÇÕES DE EXTREMA-ESQUERDA. CURIOSAMENTE, NADA DISSO FOI REFERIDO...

"(...) Passado alguns minutos, entra na mesma carruagem do que a vítima, Carlos Palomino, acompanhado por amigos."

NO VÍDEO PODEMOS VER QUE O SUPOSTO HOMICIDA JÁ LÁ ESTAVA NA CARRUAGEM, APERCEBE-SE DA CHEGADA DO GRUPO NUMEROSO E PUXA DA NAVALHA, POUCO ANTES DE SER COMPLETAMENTE CERCADO.

"Ao entrar na carruagem, Palomino toca nos símbolo nazi da camisola de Estébanez e este desfere brutalmente uma facada no jovem, atingindo-lhe o coração."

O TOQUE FOI UMA FORMA DE PROVOCAÇÃO, SIMPLESMENTE PARA O SUPOSTO NAZI REAGIR. O QUE O "JOVEM DE EXTREMA-ESQUERDA NÃO SABIA ERA QUE O OUTRO TINHA UMA FACA.

"(...) Estébanez, na altura com 23 anos, conseguiu fugir e a polícia deteve-o passados dois dias."

ELE CONSEGUIU FUGIR DA CARRUAGEM, DEPOIS DE TER ESTADO NUMA GROTESCA DESVANTAGEM NUMÉRICA. MESMO ASSIM, FOI ESPANCADO MAIS TARDE PELOS AMIGOS DO JOVEM APUNHALADO, FACTO QUE FOI IGNORADO PELOS MÉDIA.

Não vou comentar mais a notícia porque não quero vestir a capa de advogado de quem quer que seja. O que não gosto é daqueles que existem nos média apenas para nos atirarem areia para os olhos. O que não gosto é que andem estes senhores a passarem atestados de estupidez às pessoas, julgando-se superiores apenas porque têm um espacinho que lhes permite dar um poder que eles sabem poder servir para manipular os mais distraídos.

Portanto, meus caros senhores pseudo-tolerantes, em forma de resumo, e em primeiro lugar, os exemplos de agressões violentas praticadas contra pessoas 'brancas' também têm que ser tratadas da mesma forma que são tratadas as que dizem respeitos aos outros "jovens" de outras etnias. Em segundo lugar, se o crime não tem cor, nem credo, nem filiação política, porque é sempre crime, independentemente de quem o pratica, seria bom que os outros casos fossem também mostrados e rotulados tal como eles o são na realidade.

domingo, 10 de maio de 2009

A Criminalização da Crítica a Israel



[Tradução de Historiador Livre]


No dia 16 de Outubro, de 2004, o presidente George W. Bush assinou uma lei criada pelo lobby israelita, a Lei de Monitorização Global do Anti-semitismo. Esta legislação requer que o Departamento de Estado dos EUA monitore o anti-semitismo em todo o mundo.

Para monitorizar o anti-semitismo, este tem de ser definido. E qual é a definição deste? Basicamente, como definido pelo lobby israelita e por Abe Foxman, resume-se a todo e qualquer criticismo de Israel ou dos judeus.

Rahm Israel Emanuel não está na Casa Branca para lavar o chão. Mal consiga fazer aprovar a Lei Preventiva de Crimes de Ódio de 2009, passará a ser considerado um crime quando qualquer americano disser a verdade acerca do tratamento e do roubo das terras dos palestinianos por parte de Israel.

Será um crime para os cristãos reconhecer a afirmação constante no Novo Testamento referente à exigência por parte dos judeus para a crucifixação de Jesus.

Passará a ser crime relatar a extraordinária influência do lobby israelita na Casa Branca e no Congresso, tais como as resoluções redigidas pelo AIPAC a apoiar os crimes de guerra israelitas contra os palestinianos em Gaza que foram endorsadas a 100 porcento pelo Senado dos EUA e a 99 porcento pela Câmara dos Deputados, enquanto o resto do mundo condenava Israel pelo seu barbarismo.

Passará a ser crime duvidar do Holocausto.

Passará a ser crime notar a representação desproporcional dos judeus na comunicação social, nas finanças e na política externa.

Por outras palavras, significará o fim da liberdade de expressão, do livre inquérito e da Primeira Emenda da Constituição. Quaisquer factos ou verdades que causem celeuma sobre Israel serão pura e simplesmente proibidos.

Dado o pundonor do governo dos EUA, este levará Washington a aplicar a lei dos EUA a toda e qualquer nação e organização, o que acontecerá à Cruz Vermelha Internacional, à Comissão para os Direitos Humanos das Nações Unidas e às várias organizações de defesa dos direitos humanos que têm exigido investigações referentes ao assalto militar israelita à população civil de Gaza? Serão presos pelo crime de ódio de crítica “excessiva” de Israel?

Trata-se de um problema sério.

Um relatório recente da ONU, que ainda não foi divulgado na sua totalidade, culpa Israel pelas mortes e pelos feridos que resultaram nas suas instalações em Gaza. O governo israelita reagiu acusando o relatório da ONU de ser “tendencioso, claramente parcial”, o que coloca o relatório da ONU na categoria de crítica excessiva e forte sentimento anti-Israel criada pelo Departamento de Estado.

Israel está a safar-se com a utilização flagrante do governo estadunidense como ferramenta para silenciar os seus críticos apesar do facto da imprensa israelita e os soldados israelitas terem exposto as atrocidades israelitas em Gaza e o assassínio premeditado de mulheres e crianças urgido aos invasores por parte de rabinos israelitas. Estes actos constituem claramente crimes de guerra.

Foi a imprensa israelita que publicou as fotografias das t-shirts dos soldados israelitas que indicam que o assassínio voluntário de mulheres e crianças faz agora parte da cultura do exército israelita. Estas t-shirts são uma expressão horrenda de barbárie. Por exemplo, uma retrata uma mulher palestiniana grávida com uma mira sobra o seu estômago e a frase, “Um tido, duas baixas”. Estas t-shirts são uma indicação de que a política de Israel para com os palestinianos é uma política de exterminação.

É verdade que durante anos o mais vigoroso criticismo do tratamento dos palestinianos por parte de Israel tem vindo da imprensa israelita e dos grupos pacifistas israelitas. Por exemplo, o jornal israelita Haaretz e Jeff Halper do ICAHD têm manifestado uma consciência moral que aparentemente não existe nas democracias ocidentais nas quais os crimes israelitas são encobertos e até louvados.

Será a lei de crime de ódio estadunidense aplicada ao Haaretz e a Jeff Halper? Serão os comentadores estadunidenses que apesar de eles mesmos não o afirmarem mas meramente noticiarem que o Haaretz e Halper afirmaram algo serão detidos por “disseminarem o ódio a Israel, um acto anti-semita”?

Muitos estadunidenses foram submetidos a lavagem cerebral pela propaganda de que os palestinianos são terroristas que ameaçam a inocente Israel. Estes estadunidenses verão a censura meramente como parte da necessária guerra ao terror. Irão aceitar a demonização dos seus compatriotas que relatam factos desagradáveis sobre Israel e concordarão que essas pessoas sejam punidas por auxiliarem e defenderem terroristas.

Está em marcha uma grande jogada para criminalizar a crítica a Israel. Os professores universitários estadunidenses caíram vítimas da tentativa bem organizada para a eliminação de todo o criticismo de Israel. Norman Finkelstein viu negada a sua posse como professor numa universidade católica graças ao poder de pressão do lobby israelita. Agora o lobby israelita está atrás do professor da Universidade da Califórnia (de Santa Bárbara), William Robinson. O crime de Robinson: a sua cadeira de relações internacionais incluía a leitura de alguns ensaios críticos da invasão de Gaza por Israel.

O lobby israelita aparentemente teve sucesso em convencer o Departamento da Justiça (sic) de Obama de que é anti-semitismo acusar dois funcionários judeus do AIPAC, Steven Rosen e Keith Weissman, de espionagem. O lobby israelita obteve sucesso no adiamento do seu julgamento por quatro anos, e agora o Procurador Geral Eric Holder retirou as queixas. Contudo, Larry Franklin, o funcionário do Departamento de Defesa acusado de fornecer ficheiros secretos a Rosen e a Weissman, encontra-se a cumprir 12 anos e 7 meses de cadeia.

O absurdo é extraordinário. Os dois agentes israelitas não são culpados de receber ficheiros secretos, mas o funcionário americano que lhes entregou esses documentos é culpado de os ter entregue! Se não existem espiões nesta história, porque é que Franklin foi condenado por entregar documentos a espiões?

Criminalizar a crítica de Israel destrói qualquer esperança da América possuir uma política externa independente no Médio Oriente que sirva os interesses estadunidenses em vez dos interesses israelitas. Elimina qualquer perspectiva dos estadunidenses escaparem à sua enculturação com propaganda israelita.

Para manter as mentes estadunidenses cativas, o lobby está a trabalhar para proibir como anti-semitismo qualquer verdade ou facto desagradável que seja pertinente a Israel. É permissível criticar todos os outros países do mundo, mas é anti-semitismo criticar Israel, e o anti-semitismo será em breve considerado um crime de ódio universalmente no mundo ocidental.

A maior parte da Europa já criminalizou a dúvida sobre o Holocausto. É até considerado crime confirmar que este aconteceu mas concluir que foram assassinados menos de 6 milhões de judeus.

Porque é o Holocausto um tema ao qual não se permite o escrutínio? Como pode ser que um caso apoiado em factos irrefutáveis possa ser colocado em causa por malucos e anti-semitas? Certamente que este caso não precisa de ser salvaguardado pelo policiamento intelectual.

Prender pessoas por terem dúvidas é uma antítese da modernidade.


Podem ler o original aqui.

sexta-feira, 8 de maio de 2009

A Misteriosa Lista de Auschwitz


Os historiadores que estudam Auschwitz estão a pedir ajuda depois de terem encontrado uma misteriosa lista de 17 soldados Britânicos escondida num bunker daquele campo Nazi. Os nomes foram descobertos por acidente durante um trabalho de rotina de preservação naquele campo Polaco e surpreenderam os historiadores locais.Alguns acreditam que possam ter sido prisioneiros de guerra Judeus que foram mandados para morrerem naquele campo depois da sua captura.

O historiador Polaco Dominik Synowic questiona-se: "O que teria sido aquela lista continua a ser um mistério.”"Eram claramente nomes de soldados Ingleses, presumivelmente prisioneiros de guerra, mas temos que tentar descobrir mais sobre eles e queremos que a Grã-Bretanha nos ajude. Os apelidos incluem os nomes Osborne, Lawrence e Gardiner (…)”.

Outros acreditam que a lista possa conter os nomes de alguns dos homens que pertenceram à Divisão SS Britânica e que lutaram ao lado dos Nazis na Segunda Guerra Mundial.” Sem mais informações, não chegaremos a qualquer conclusão. Podem ter sido até soldados que morreram na libertação do campo”, acrescentou um historiador.

Leia aqui a notícia na íntegra.

Auschwitz - Noticiário Semanal de 1948

Em Cracóvia, terminou o processo do tribunal Polaco contra os principais responsáveis pelo Campo de Concentração de Auschwitz.

Os acusados são sentinelas alemãs ou funcionários alemães da administração.

Foram comprovadas crueldades desonrosas contra os detidos, principalmente contra as prisioneiras femininas.

No total, morreram aproximadamente 300.000 pessoas de diferentes nacionalidades no Campo de Concentração de Auschwitz.

O Tribunal condenou à morte 23 acusados, 6 deles à prisão perpétua, 10 a penas longas, um foi absolvido. O Campo de Concentração de Auschwitz permanece como memorial da vergonha, da forma como hoje se encontra, como homenagem às suas 300.000 vítimas.

Segundo o noticiário, os PRINCIPAIS acusados foram condenados.

OU SEJA, OS "OUTROS" SUPOSTOS CRIMES - SE REALMENTE ACONTECERAM - FORAM EM ESCALA MUITO MENOR E OS ACUSADOS NÃO RECEBERAM O TÍTULO DE "PRINCIPAIS ACUSADOS".

quinta-feira, 7 de maio de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (III)

"Na minha imaginação, era tudo verdade"...






PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!
POR ISSO TEMOS O DIREITO DE QUESTIONAR E DUVIDAR DE TODOS ELES ATÉ SER, REALMENTE, COMPROVADO O QUE AFIRMAM!

Volto Segunda-feira. Até lá, um bom fim-de-semana a todos!

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XVI)



16) Em Janeiro de 1995, o historiador francês Eric Conan, co-autor com Henry Rousso de Vichy, un passé qui ne passe pas (Paris, Gallimard, 2001; [1994, 1996]), escreveu que eu tinha tido finalmente razão, ao afirmar, em finais dos anos 70, que a câmara de gás visitada em Auschwitz por milhões de turistas era totalmente falsa. De acordo com Eric Conan, expressando-se num grande semanário francês: «Ali tudo é falso [...] Em finais dos anos 70, Robert Faurisson explorou tanto melhor essas falsificações quanto os responsáveis do museu mostravam reticências em reconhecê-las». E Conan prossegue: «[Algumas pessoas], como Théo Klein, [preferem que se deixe a câmara de gás tal] como está, mas explicando ao público o disfarce: "a História é o que é; basta contá-la, mesmo quando não é simples, ao invés de acrescentar artifício sobre artifício"». E. Conan refere seguidamente uma afirmação alucinante da subdirectora do Museu Nacional de Auschwitz, que não se resigna a explicar ao público o disfarce. Escreve: «Krystyna Olesky […] não se decide: «De momento, deixamo-la como está [essa sala classificado como câmara de gás] e não explicamos nada ao visitante. É demasiado complicado. Mais tarde veremos» (Eric Conan: «Auschwitz: la mémoire du mal», L’Express, 19-25 de Janeiro de 1995, p. 68).

Observação: Falando claro, este comentário de uma responsável polaca significa: temos estado a mentir, continuamos a mentir e até nova ordem continuaremos a mentir. Em 2005 perguntei a E. Conan se as autoridades do Museu de Auschwitz haviam publicado algum desmentido ou formulado qualquer protesto pelas frases que ele, em 1995, atribuíra a K. Oleksy. A sua resposta foi a de que não tinha havido qualquer desmentido, nem protesto. Em 1996, essa impostura e outras igualmente relativas ao campo de Auschwitz-I foram denunciadas por dois autores judeus, Robert Jan van Pelt e Deborah Dworak, numa obra comum: Auschwitz, 1270 to the Present, Yale University Press, 443 p. Eis aqui um mostruário das palavras que lhes ocorrem: «postwar obfuscation», «additions», «deletions» «suppression», «reconstruction» «largely a postwar reconstruction» (p. 363); «reconstructed», «usurpation», «re-created», «four hatched openings in the roof, as if for pouring Zyklon B into the gas chamber below, were installed [after the war]» (p. 364); «falsified», «inexact», «misinformation», «inappropriate» (p. 367); «falsifying» (p. 369). Em 2001, o carácter falaz dessa câmara de gás Potemkin foi igualmente reconhecido num folheto que acompanhava dois CD-rom intitulado: Le Négationnisme. Redigido por Jean-Marc Turine e Valérie Igounet, esse folheto tem um prefácio de Simone Veil (Radio-France-INA, Vincennes, Frémeaux et Associés).

Os Crimes 'dos Bons' que Nunca São Crimes


Existem "outros holocaustos", alguns deles muito pouco conhecidos. Mark Weber fala-nos aqui do destino de milhares de Alemães que ficaram à mercê da "justiça" (???!!!) do "Aliados" vitoriosos.

Sobre este tipo de "crime dos bons" - que nunca são considerados 'crimes de guerra' - podem ler esta notícia (que já tem uns anos):

Espancamentos, privações do sono e fome, tudo isto foi usado contra os homens das SS e da Gestapo num campo de prisioneiros de guerra em Kensington mantido em segredo e escondido da Cruz Vermelha (…).A London Cage foi usada, parcialmente, como um centro de tortura, onde um grande número de soldados e oficiais Alemães foram submetidos a sistemáticos maus-tratos. Um total de 3.573 homens atravessaram a Cage e mais de 1.000 assinaram “confissões” de crimes de guerra. A brutalidade não acabou com a guerra: um considerável número de civis Alemães juntou-se aos militares que ali foram interrogados até 1948 (…). Um representante do tribunal de Hamburgo afirmou que inúmeros réus morreram de fome e foram sistematicamente espancados na London Cage, eram sujeitos a banhos de água fria e castigos com artifícios eléctricos. Leia a notícia na íntegra aqui.

quarta-feira, 6 de maio de 2009

Rodeado de Trabalho, Mas...


Apesar de estar rodeado de trabalho, consegui arranjar um espacinho para vos mostrar isto, pois achei curiosa a notícia. No fundo, é mais um exemplo que "factos históricos, comprovados, verificados, com testemunhos e mais bla, bla, blas!" existem, mas sempre, SEMPRE, com portas e janelas abertas a mais dados, a tudo o que possa ajudar a percorrer o caminho para a "verdade histórica". Ouviram, "exterminacionistas"?...

Dois livros que gostaria de partilhar com vocês, pois constituem leituras alternativas para o tema do Cristianismo e Jesus Cristo:

Mentiras do Cristianismo: Contradições e Falsidades da Bíblia, de Jorge Blaschke - A Bíblia é o livro de referência do cristianismo, mas o seu conteúdo está repleto de incertezas, de histórias e de lendas que não podem ser comprovadas científica ou documentalmente. Não pode ser provada, por exemplo, a existência de muitos dos profetas no Antigo Testamento, não existem provas arqueológicas da existência de Jesus e também não é possível corroborar-se a autenticidade dos locais sagrados... Ao longo das suas páginas abundam contradições. Uma frase afirma uma coisa, outra afirma o contrário e uma terceira contradiz esta última. A verdade é que muitos leitores de livros que analisam o conteúdo da Bíblia se sentem surpreendidos ou escandalizados perante determinadas passagens: as palavras de Jesus acerca da família, as carnificinas descritas no Antigo Testamento, as acções imprudentes, as violações, a agressividade do próprio Jesus, a maneira como a mulher é tratada... Mentiras do Cristianismo apresenta uma investigação bem documentada sobre a Bíblia e respectivo contexto histórico e sociológico que irá surpreender o leitor e proporcionar-lhe uma nova visão daquele que é sem dúvida o livro mais lido do mundo.


A Vida de Jesus: Verdades Escondidas - Em 1982, Michael Baigent publicava, com mais dois colegas, o livro O Sangue de Cristo e o Santo Graal, que gerou acesa controvérsia ao pôr em causa factos sobre a vida de Jesus até então incontestados. Mais de duas décadas de investigação depois, Michael Baigent regressa, munido de provas recentes, determinado a explorar novas possibilidades sobre a vida e a morte de Jesus. E se Jesus tiver sobrevivido à crucificação e deixado descendência? E se sempre houve grupos restritos na posse da verdade? Um livro que dá um passo fundamental na compreensão da vida do homem que iria mudar a civilização ocidental para sempre.

domingo, 3 de maio de 2009

Ausência


Por motivos profissionais, vou ter que abandonar o país por uma semana. Mas conto voltar, naturalmente. Até lá, se não conseguir passar por aqui, uma boa semana para todos!

quarta-feira, 29 de abril de 2009

O Livro da Quinta



Debating the Holocaust - Neste extraordinário e equilibrado livro, o autor analisa e compara as duas visões que se competem sobre o 'Holocausto". A presenta a visão familiar, "ortodoxa", com os "seis milhões de Judeus mortos e com as câmaras de gás, assim com a visão, as provas e os argumentos dos "revisionistas", os investigadores cépticos que são muitas vezes acusados serem "negacionistas". O autor - um estudioso Americano formado numa das maiores universidades daquele país - alienta que os argumentos revisionistas, assim como as suas descobertas, são consideráveis e merecem ser tomados em consideração.

O Plano Morgenthau (II) - A Crueldade dos Vencedores



Em resposta à mensagem de Eisenhower, o CCS (6) aprovou o estatuto de DEF apenas para prisioneiros de guerra em poder dos americanos. Os membros britânicos do CCS haviam recusado adoptar o plano americano para os seus próprios prisioneiros. As principais condições que Eisenhower havia estabelecido eram as seguintes:

«B) Os alemães são responsáveis pela alimentação e manutenção das tropas alemãs desarmadas.

C) O procedimento adoptado não se aplicará a criminosos de guerra nem a outras categorias de pessoal alemão procurado nem a outras pessoas localizadas no seio das Forças Armadas Alemãs e retidas por questões de segurança. Dever-se-á continuar a proceder à detenção de todas as pessoas suspeitas como criminosos de guerra ou por questões de segurança militar e não como prisioneiros de guerra. Estas serão alimentadas, alojadas e em geral administradas pelas Forças Aliadas. As autoridades alemãs não exercerão qualquer controlo sobre elas.

D) Não deve haver declarações públicas acerca do estatuto das Forças Armadas Alemãs ou das tropas desarmadas.»

Segundo esta mesma disposição, a contravenção à Convenção de Genebra foi mantida secreta. Quanto ao segundo parágrafo da mensagem, esta refere que: «É acrescentada a seguinte declaração dos Chefes de Estado-Maior Britânicos: Se o Reino Unido decidir que requer mais prisioneiros de guerra... esse pessoal não deverá ser por isso incluído na categoria de tropas desarmadas.» O último parágrafo acrescenta: «Subentende-se que não haverá, por parte desse lugar, a declarar mais prisioneiros de guerra após a derrota... para satisfazer os requisitos de mão-de-obra do SHAEF fora da Alemanha.»

No mesmo documento, pode-se destacar a recusa em concordar com os americanos sobre a política de DEF, o que constitui um surpreendente desvio em relação à cooperação que até então tinha existido entre os aliados. A fim de partilharem a carga de uma forma equitativa, os britânicos eram obrigados a aceitar prisioneiros de guerra americanos. A recusa prévia dos prisioneiros seria algo insultuoso, caso os americanos não tivessem concordado previamente que os Britânicos tinham justificação para o fazer. Na verdade, os americanos sabiam tão bem quanto os britânicos que quaisquer alemães submetidos ao rótulo de DEF, não estariam decerto em condições de trabalhar. O mais provável era que estivessem à morte.

Os discordantes britânicos decidiram não empregar o termo americano DEF para quaisquer prisioneiros que soubessem não poder tratar de acordo com as normas estipuladas pela Convenção de Genebra. Decidiram pois utilizar o termo SEP (7) (Pessoal inimigo sob rendição) para distinguir os seus POWs pós-rendição dos outros.

No entanto, não existia esta discordância relativamente a certos prisioneiros de valia, como criminosos de guerra, espiões e cientistas de elevada tecnologia que os americanos e os britânicos estavam decididos a deixar viver. Estes eram apelidados de «desejados», para os distinguir dos outros, os «não desejados». Obviamente que estes prisioneiros desejados não eram incluídos na categoria de DEF. Ao invés eram alimentados, alojados e em geral administrados pelas Forças Aliadas. Esta ordem não só contribuía para isolar os suspeitos num local para posterior julgamento, como também os resguardavam das condições de miséria a que estavam sujeitos os prisioneiros DEF. Como as atenções se concentrariam em personalidades distintas (como Rudolf Hess ou Herman Goering), era imprescindível que estes não se mantivessem entre os prisioneiros DEF. Um dos factos que corrobora as condições desumanas que existiam nos campos de DEF era demonstrado pela ordem dos Chefes de Estado-Maior a Eisenhower no sentido de «não deverem ser feitas declarações públicas relativamente ao estatuto das forças armadas alemãs ou das tropas desarmadas.» Não havia, no entanto, grande necessidade de esta ordem ser dada. Eisenhower estava já a mentir descarada e hipocritamente à opinião pública acerca dos planos relativamente aos prisioneiros. Numa conferência em Paris, disse: «Se os alemães estivessem a raciocinar como seres humanos, aperceber-se-iam de que toda a história dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha é de generosidade para com o inimigo derrotado. Nós acatamos todas as leis da Convenção de Genebra.»

A Convenção de Genebra, que o Governo dos EUA e o exército americano repetidamente diziam observar, conferia três importantes direitos aos prisioneiros. Estes eram:

• Serem alimentados e alojados de acordo com os mesmos padrões que as tropas de base ou de depósito da potência captora. (Neste caso os EUA.)

• Poderem expedir e receber correspondência.

• Terem o direito a ser visitados por delegados do Comité Internacional da Cruz Vermelha (CICV), que depois faria um relatório em segredo à potência protectora (o governo alemão) e às autoridades americanas. Em caso de abusos, a potência protectora podia ameaçar torná-los públicos ou promover retaliações.

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Notas:

[3] (Prisoners of War) Prisioneiros de guerra, supostamente protegidos pela Convenção de Genebra. Determinados documentos utilizam a abreviatura PW.

[4] Dia da Vitória na Europa a 8 de Maio de 1945.

[5] (Disarmed Enemy Forces) Forças Inimigas Desarmadas. Determinados prisioneiros alemães em poder do exército dos EUA no noroeste da Europa. Não eram tratados de acordo com a Convenção de Genebra.

[6] (Combined Chiefs of Staff) Estado-Maior Combinado da Grã-Bretanha e dos EUA. O Canadá era representado pelos britânicos.

[7] (Surrendered enemy personnel) Pessoal inimigo sobre rendição. Termo utilizado pelos britânicos e canadianos para designar os prisioneiros de guerra alemães aos quais não tencionavam dispensar um tratamento conforme a Convenção de Genebra da qual eram signatários.

terça-feira, 28 de abril de 2009

A Indústria do 'Holoconto' (II)





PORQUE HAVEMOS NÓS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

A Indústria do 'Holoconto' (I)



PORQUE HAVEMOS DE ACREDITAR NOUTROS TESTEMUNHOS SE ESTES MENTEM DESCARADAMENTE?!

segunda-feira, 27 de abril de 2009

O Plano Morgenthau (I)

Num memorando datado de 6 de Setembro de 1944, o Secre­tário do Tesouro norte-americano, Henry Morgenthau Jr., propôs que, depois da guerra, a Alemanha devia ser dividida em pequenas unidades políticas, ter as suas ins­talações industriais desmanteladas e as suas minas destruídas. Devia ser transformada num país puramente agrícola, pobre e impotente. O Plano Morgenthau foi inicialmente aceite, de forma abrandada, por Roosevelt e Chur­chill na Conferência de Quebec, realizada no fim daquele mês.

Á medida que os tanques do general Eisenhower se aproximavam da cidade de Aachen, na parte ocidental da Alemanha e os exércitos canadiano e britânico avançavam estrondosamente para nordeste, percorrendo os Países Baixos, Henry C. Morgenthau, secretário do Tesouro dos EUA durante a Segunda Guerra Mundial e Lorde Cherwell, o principal conselheiro de Churchill, encontraram-se para discutir o futuro da Alemanha, uma vez atravessada a fronteira do país pelos Aliados.

A ideia firme apresentada por Morgenthau, apontava para a «pastoralização» da Alemanha, mediante a destruição da respectiva indústria e das minas, tornando a mais adiantada das nações industrializadas do mundo numa imensa herdade. A indústria alemã desenvolvera-se em parte, para custear as importações de alimentos destinados a uma população que não possuía terra suficiente para se alimentar. Sendo assim, caso a base industrial fosse destruída, haveria fome generalizada. Segundo Cordell Hull, o secretário de Estado na presidência de Roosevelt, «o plano Morgenthau arrasaria tudo na Alemanha excepto a terra, e os alemães teriam que viver da terra. Isto significava que apenas 60 por cento da população alemã poderia sustentar-se da terra alemã, enquanto os restantes 40 por cento morreriam.» Hull refere-se pois à morte de cerca de 20 milhões de civis alemães. Por outro lado, e de modo a obter o consenso de Churchill, Morgenthau expôs que, se a industria alemã fosse destruída, novos mercados se abririam aos produtos britânicos e a concorrência relativamente aos recursos diminuiria. Tudo isto seria verdade para os americanos e bem assim para os franceses.

Morgenthau argumentou que os alemães morreriam à fome. No seu livro Germany is our Problem, publicado em 1945 com a aprovação de Roosevelt, Morgenthau escreveu que a Alemanha de antes da guerra produzia, em relação ao respectivo consumo, 98,2 por cento da farinha, toda a batata e todo o açúcar, 92,3 por cento dos legumes, 96,7 por cento da carne e criação e todo o leite. Com a proposta da reorganização das fronteiras, apenas se perderia, em média, cerca de 14 por cento dessa produção. O argumento económico convenceu Churchill, que tomou o partido de Morgenthau e de Cherwell.

A imprensa e a opinião pública, logo evidenciaram o seu poder, à medida em que o caso começava a ser divulgado.

Tal como Hull havia suposto, a reacção do público, foi na sua quase totalidade de oposição a qualquer vingança. Drew Pearson do Washington Post, Arthur Krock do New York Times, e muitos outros revelaram aspectos do plano, acrescidos de efervescentes pormenores sobre a controvérsia que grassava nas antecâmaras do poder.

O Pioneer Press de St. Paul, no Minnesota, arrasou eloquentemente a ideia em sete parágrafos que principiavam deste modo: «O Presidente Roosevelt tem uma certa propensão para ser sinuoso e impostor nas suas declarações, no intuito de escamotear erros.» O presidente tentara enganar a imprensa e o público sobre o desvendado Plano Morgenthau, através da publicação de uma carta sobre outro assunto revelando que aquele não constituía política oficial. E o jornal prosseguia: «O mundo sabe que Herr Goebbels teve o cuidado de fazer com que o plano chegasse aos ouvidos de todos os alemães. Eis, explicou ele, o que podemos esperar em caso de derrota. É isto que os EUA projectam fazer da Alemanha... Era por esta altura que o general Eisenhower distribuía folhetos através da Alemanha prometendo que não haveria represálias contra pessoas inocentes... A contrapropaganda mais eficiente foi dada de mão beijada a Goebbels.» E o jornal concluía: «Dado que ele [Eisenhower] exerce a autoridade de ocultar os factos, a sua afirmação não pode ser desmentida... [mas] foi obrigado a repudiar [o plano].»

Estaline concordou com o Plano Morgenthau tal como Churchill o delineara em meados de Outubro em Moscovo. Como disse Churchill, «a intenção da Rússia de retirar maquinaria alemã harmonizava-se com o interesse da Grã-Bretanha em preencher o vazio deixado pela Alemanha. Tratava-se de mera justiça.» Roosevelt, por seu lado, dizia estar inflexível e determinado a aplicar essa inflexibilidade à Alemanha.

Aquando do encontro dos três dirigentes aliados em Ialta, havia já partes significativas da Alemanha em poder dos Aliados e em ambas as frentes procedia-se às primeiras grandes capturas de elementos do destroçado exército alemão. Muitas centenas de milhar de alemães encontravam-se já em campos de prisioneiros aliados no ocidente.

Tinha-se decidido que os exércitos aliados ficariam inicialmente a dirigir a Alemanha, mas não havia nenhuma orientação política clara a esse respeito. Eisenhower limitava-se a dizer vagamente que os «trataria [aos alemães] com dureza».

Por esta altura algumas autoridades começavam já a falar do perigo de uma «Carência Alimentar Mundial», que poderia criar um clima de instabilidade por toda a Europa. Em Fevereiro de 1945, o brigadeiro-geral T. J. Davis, avisou Eisenhower de que «não era possível satisfazer os pesados compromissos em matéria de provisões decorrente da concessão [aos prisioneiros] dos estatuto de POWs (3).» Em Abril, Sam Rosenman, um velho amigo do presidente Roosevelt encarregado por este para estudar a situação alimentar do mundo, comunicou ao presidente que «no futuro imediato, o factor limitativo será a falta... de provisões, e não de meios de transporte.» E acrescentava misteriosamente: «Não serão pedidas nem distribuídas provisões pelo SHAEF a menos que urja fazê-lo por motivos de necessidade militar.» Aqui residem dois mistérios. Um, é a insinuação anteriormente rejeitada de que havia na verdade alimentos suficientes para todos os civis, excluindo os alemães, e o outro é a expressão «necessidade militar» aplicada a civis na Alemanha do pós-guerra. Aqui Rosenman, assim como Roosevelt e Eisenhower, pensa obviamente na possibilidade da inanição provocar um clima de instabilidade entre os civis alemães, o que obrigaria à repressão pelo exército. No que toca às rações atribuídas aos civis alemães, o perigo era de facto visível... para estes, a quantidade máxima de alimentos de todas as proveniências «será de aproximadamente 1.500 calorias por cabeça e por dia». Segundo diversos especialistas, o mínimo de calorias requeridas que possibilitem manter a vida a um adulto deitado e sem desenvolver qualquer esforço para além dos cuidados pessoais, varia entre as 1.800 e 2.250 calorias por dia!

A Noção de uma carência alimentar mundial, foi divulgada pela primeira vez no Norte de África, em 1943, pelo general Everett S. Hughes, velho amigo de Eisenhower, nomeado assistente especial do mesmo. Em Abril de 1945 escreveu: «Começa a falar-se de uma carência alimentar mundial. Eu falei dela há muito. Começou no NA [Norte de África].»

Na altura e mesmo depois, a carência não poderia ter sido de alimentos. No território anteriormente conhecido como Alemanha Ocidental, a população em Maio de 1945 era inferior em 4 por cento aos valores que tinha no mesmo território em 1939, embora estivesse a aumentar diariamente devido ao influxo de refugiados vindos do leste. Havia mesmo muito mais trigo disponível no território formado pela Alemanha Ocidental, França, Grã-Bretanha, Canadá e EUA no seu conjunto, do que a mesma área física possuía em 1939. Isto devia-se ao facto de o aumento da produção de trigo na América do Norte e no Reino Unido compensar largamente a quebra de produção na Alemanha Ocidental e na França. No final das colheitas de 1943-44 e 1944-45, os excedentes de trigo do Canadá ultrapassavam os 440 milhões de alqueires. Nos Estados Unidos, também se verificava grandes excedentes de milho. Apenas a produção da batata diminuíra relativamente pouco no conjunto daquele território, sendo que essa diminuição tinha sido principalmente causada por uma quebra de 30 por cento, em 1945, na zona ocidental da Alemanha. Não obstante, em França, a produção de trigo excedeu em 500 mil toneladas o consumo. Tal como Churchill observara a Roosevelt em Março de 1945, não existia nenhuma carência geral de trigo, embora grande parte da população europeia tivesse falta de açúcar, carne e algumas gorduras. À escala mundial, a produção de alimentos relativa à colheita de 1945-46, expressa em calorias per capita, representava 90 por cento da média registada em 1935-39, de acordo com os dados fornecidos pelo gabinete de Relações Agrícolas Externas dos EUA em Outubro de 1945.

Já no mesmo mês de Março, uma mensagem originada e rubricada por Eisenhower, propunha um surpreendente desvio à Convenção de Genebra. Esta medida passava pela criação de uma nova categoria de prisioneiros que não seriam alimentados pelo exército após a rendição da Alemanha. A mensagem, datada de 10 de Março, reza o seguinte: «Embora haja a intenção de atribuir às autoridades alemãs a responsabilidade pela alimentação e manutenção de todos os prisioneiros de guerra aliados [ou seja, os alemães em poder dos aliados] e pessoas deslocadas, é de prever que, na situação de caos que provavelmente sobrevirá, isso exceda as suas capacidades, vendo-se os aliados confrontados com a necessidade de fornecer grandes quantidades de alimentos até ao seu repatriamento. Se os elementos das Forças Armadas alemãs fossem considerados prisioneiros de guerra, devendo como tal receber rações equivalentes às das tropas das bases, as obrigações adicionais em termos de manutenção excederiam também largamente as capacidades dos aliados, mesmo que todas as fontes alemãs para isso fossem canalizadas. Além disso, seria indesejável que as Forças Armadas recebessem rações superiores àquelas que se dispõe para a população civil.» Sendo assim, esta medida decretava que todos os prisioneiros feitos após o Dia VE (4) seriam designados «forças inimigas desarmadas» (DEF (5) ), as quais «até à desmobilização seriam administradas e mantidas pelo exército alemão sob supervisão das forças aliadas.» A mensagem terminava assim: «Submete-se o assunto à sua consideração. Os planos existentes foram elaborados segundo estes pressupostos.»


Adaptação livre baseada no livro «Outras Perdas», de James Bacque


As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XV)


15) Em 1992, Yehuda Bauer, professor na Universidade Hebraica de Jerusalém, declarou numa conferência internacional sobre o genocídio dos judeus, realizada em Londres: «O público continua a repetir, dia após dia, a história tola (the silly story) segundo a qual foi em Wannsee que se decidiu o extermínio dos judeus» (comunicado da Jewish Telegraphic Agency reproduzido no The Canadian Jewish News, 30 de Janeiro de 1992).

Observação: Para além do facto de que uma leitura atenta das «actas» da reunião de Berlim-Wannsee de 20 de Janeiro de 1942 demonstra que os alemães contemplavam uma «solução final territorial [eine territoriale Endlösung] da questão judaica», tendo em vista a fixação dos judeus num espaço geográfico por determinar, a declaração bem retardatária de Yehuda Bauer confirma que esse ponto capital da tese de extermínio dos judeus carece, de facto, de qualquer valor. Acrescentaremos, da nossa parte, que o extermínio dos judeus não foi decidido nem em Wannsee nem em parte alguma. A expressão «campos de extermínio» não é mais do que uma invenção da propaganda de guerra americana e há exemplos que demonstram que, durante a guerra, o assassinato de um só judeu ou de uma só judia expunha o seu autor, quer fosse civil ou militar, membro ou não das SS, a ser julgado em conselho de guerra do exército alemão e a ser fuzilado (em sessenta anos, nem um só historiador ortodoxo deu jamais qualquer explicação para este tipo de factos revelados pela defesa perante até o Tribunal de Nuremberga).