terça-feira, 24 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)



3) Em 1968, a historiadora judia Olga Wormser-Migot, na sua tese sobre Le Système concentrationnaire nazi, 1933-1945 (Paris, Presses universitaires de France, 1968) dedicou um extenso desenvolvimento ao que ela chama «O problema das câmaras de gás» (p. 541-544). Aí exprime o seu cepticismo sobre o valor dos célebres testemunhos que atestam a existência de câmaras de gás em campos como o de Mauthausen ou de Ravensbrück. Sobre Auschwitz I é peremptória: esse campo em que, ainda hoje, os turistas visitam uma suposta câmara de gás era, na realidade, «sem câmaras de gás» (p. 157).

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo


A controvérsia sobre as declarações “negacionistas do Holocausto” do Bispo Bishop Richard Williamson não é uma controvérsia sobre a verdade histórica, o papel da história na sociedade, anti-semitismo ou “ódio”. Trata-se, na realidade, de algo sobre o poder – sobre aqueles que dominam a nossa cultura e também sobre como e porquê esse poder é usado.

(...) Numa entrevista a um canal de televisão Sueco, (…) ele referiu que apenas cerca de 300,000 Judeus teriam morrido nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial e que nenhum tinha morrido em câmaras de gás.

(…) Com o crescer da controvércia, Williamson foi expulso da Argentina, onde vivia, e as autoridades Alemãs anunciaram que ele poderia ser acusado criminalmente. Na Alemanha e nalguns outros países Europeus é crime negar, justificar ou menosprezar o genocídio dos Judeus Europeus. As autoridades Alemãs reclamam o direito de acusar qualquer pessoa, em qualquer parte, que faça afirmações “negacionistas” que possam ser acedidas pela Internet.

(…) O Bispo Williamson mantém visões pouco convencionais numa série de assuntos. Já disse, por diversas vezes, que o 11 de Setembro foi um “inside job” (“trabalho de dentro”) e acredita que aqueles ataques terroristas foram organizados pelo governo Americano. Curiosamente, ninguém está a pressionar para que Williamson peça desculpa pelas acusações fortíssimos aos representantes dos EUA que, segundo ele, são os responsáveis por assassínios em massa contra os seus próprios cidadãos. (…)

Se, por um lado, as visões pouco ou nada conformistas de Williamson sobre os crimes cometidos há sete anos são consideradas estranhas, mas inconsequentes; por outro lado, as suas visões sobre o tratamento dos Judeus Europeus há pouco mais de uma metade de século são consideradas como um “crime do pensamento.” As expressões de descrédito sobre o “Holocausto”“sãp rápida e ferozmente punidas. A “blasfémia" contra o Holocausto é, normalmente, tratada como algo mais ofensivo do que os assaltos verbais contra as crenças religiosas e as sensibilidades de muitos milhões de pessoas na Europa e também no mundo. Em resumo: os sentimentos e as sensibilidades Judaicas são vistas como mais importantes do que as dos não-Judeus.

Pode ler na íntegra todo o artigo aqui ou ouvir as declarações de Mark Weber sobre este assunto aqui - onde estão também disponíveis diversos registos do mesmo autor.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)



2) Em 1960, Martin Broszat, membro do Instituto de História Contemporânea de Munique, escreveu «Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros» (Die Zeit, 19 de Agosto de 1960, p. 16).

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.

domingo, 22 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (I)



Para os que questionam a "utilidade" do Revisionismo Histórico ou do Holocausto, o professor Robert Faurisson apresenta 20 pontos (entre muitos outros) que ele considera importantes e reveladoras das verdadeiras vitórias desta cruzada.



1) Em 1951, o judeu Léon Poliakov, que estivera adjunto à delegação francesa no processo de Nuremberga (1945-1946), chegou à conclusão de que, para todos os aspectos da história do III Reich dispúnhamos de uma superabundância de documentos, com excepção de um único ponto: a «campanha de extermínio dos judeus». Acerca dela escreve, «Não subsistiu nenhum documento, eventualmente nenhum terá jamais existido» (Bréviaire de la haine, Paris, Calmann-Lévy, 1974 [1951], p.171.)

Observação: Existe aqui uma extraordinária concessão à tese revisionista. Na realidade, tão formidável empresa criminal supostamente concebida, ordenada, organizada e perpetrada pelos alemães teria precisado de uma ordem, de um plano, de instruções, de um orçamento… Uma tal empresa, praticada durante anos, sobre todo um continente e causando a morte de milhões de vítimas teria deixado uma montanha de provas documentais. Por conseguinte, se nos vêm dizer que talvez nunca tenham existido essas provas documentais, é porque o crime em questão não foi perpetrado. Perante a completa falta de documentos o historiador não pode senão calar-se. L. Poliakov fez esta concessão em 1951, ou seja há cinquenta e cinco anos. Ora convém saber que, desde 1951 até 2006, os seus sucessores fracassaram igualmente nos seus intentos de encontrar a mínima prova documental. Episodicamente, aqui e ali, assistimos a tentativas de nos convencer desta ou daquela descoberta mas sempre, como veremos, a retirada e fracasso se seguiram.

sexta-feira, 20 de março de 2009

Ernst Zundel - Por Si Próprio



Algumas Notícias Soltas Para Refectir no Fim-de-Semana


O tempo parece ser sempre muito curto e se o dia tivesse mais horas penso que, mesmo assim, iria precisar de outras tantas. No entanto, sempre que posso, agarro no livro de Giles MacDonnogh, "After the Reich" e faço os possíveis para vos mostrar aquilo que raramente se vê ou ouve falar: o que aconteceu aos civis Alemães (e não só) que viviam nos territórios ocupados pela Alemanha Nazi (também na própria Alemanha). Os casos que traduzi relatavam situações de violações de mulheres Alemãs e Austríacas pelos "libertadores" do Exército Vermelho. Achei curiosa a relação do que aconteceu na altura e o que está acontecer actualmente, como podem ver aqui, desta vez com "libertadores" Americanos. E quando se procuram investigar situações históricas que chocam com o "politicamente correcto" da História, aparecem sempre algumas consequências desagradáveis, como podem ler aqui.
Sobre o que a destruição étnica de Alemães e de prisioneiros de guerra também Alemães na antiga Jugoslávia, podem ler este texto bastante interessante.
Não são apenas os temas "quentes" que os vários comentadores e analistas gostam pouco de abordar e discutir, são também aquelas situações que os podem "rotular" de "anti-semitas", algo que se transformou em algo tão repugnante e quase semelhante à lepra. Alguém pensa que pode vir a acontecer alguma coisa aos soldados que deixaram escrito alguns "recados" nas paredes de Gaza? Alguém pensa que pode haver alguém interessado em fazer um inquérito ou uma investigação sobre o caso?

Para finalizar, aconselho uma passagem de olhos (e a encomendar o livro, se acharem interessante) sobre esta abordagem de James Renton, sobre o nascimento da "aliança Anglo-Sionista".

quinta-feira, 19 de março de 2009

O Livro da Quinta


Em Junho de 1941, Theodore N. Kaufman, presidente do Movimento Americano para a Paz e conselheiro do Presidente Roosevelt, revelou um plano para a "Solução Final". O genocídio torna-se política oficial - O PLANO DE EXTERMÍNIO DO POVO ALEMÃO.

O sistema politicamente correcto que vigora na sociedade actual não deixa que apareça nos livros de História que não foi Adolf Hitler, mas sim um judeu, T. N. Kaufman, quem inventou o termo "Solução Final". Onde está a coragem para afirmar que os Estados Unidos e o lobby da imprensa Sionista Americana aplaudiram o trabalho de Kaufman, planeando a "Solução Final": a aniquilação do povo Alemão?

“Germany Must Perish ["A Alemanha Precisa Morrer"] apresenta um plano para a permanente e definitiva paz entre as nações civilizadas. E é um, e apenas um, com Pena Máxima:
"'A Alemanha precisa morrer' para sempre! De facto - não em fantasia!... A guerra-luxúria existe como um conjunto nas massas Alemãs. Os líderes Alemães não estão isolados desta vontade do povo Alemão (...) " (páginas 6 e 7).

"Eu não sinto nenhum ódio pessoal a mais por estas pessoas [os Alemães] que eu poderia sentir por um rebanho de animais selvagens ou um grupo de répteis venenosos... Eles perderam as características dos seres humanos. Eles são bestas; eles precisam de ser tratados como tal (16)".

"Só há uma forma de frustrar este desejo: a meta de dominação mundial precisa de ser removida do alcance do povo Alemão e a única forma de fazer isso é removendo dos Alemães do mundo (28)."

"O vírus maligno do Germanismo tinha sido injectado no fluxo de vida do público e os Alemães esperaram a epidemia que eles sentiam que infestaria o mundo mais cedo ou mais tarde (45)."
"Porque ela [a Alemanha] não fez nenhum esforço milhares de anos atrás para tornar-se civilizada, como fizeram os vizinhos dela, a Alemanha hoje é uma intrusa entre as nações civilizadas (77)."

"Reeducação da geração mais jovem? É altamente duvidoso que um grande programa de reeducação valeria o esforço ou alcançaria o seu objectivo. O espírito é grande e infinitamente mais poderoso que o cérebro. E as características militantes tornaram-se parte integrante do espírito dos Alemães. Algum dia a alma guerreira Alemã voltaria a dominar o seu cérebro (dos Alemães). Uma solução final: (…) aí está, não há nenhuma outra solução excepto:
A Alemanha precisa de desaparecer deste planeta para sempre! E, afortunadamente, como nós podemos ver agora, isso não é impossível de ser realizado. (82,83)."

"(…) Assim resta apenas uma maneira de livrar o mundo do Germanismo para sempre - e isso é eliminar a fonte destas almas guerreiras - impedindo o povo Alemão de reproduzir a sua espécie. Este método moderno, conhecido pela ciência como Esterilização Eugénica, que é prática, humana e perfeita. A esterilização tornou-se um provérbio da ciência, como o melhor meio de livrar a raça humana dos seus desajustados: os insanos, os criminosos hereditários.
(…) A esterilização (…) é uma operação simples e segura, totalmente inofensiva e indolor, nunca mutilando ou castrando os pacientes. Os seus efeitos (colaterais) não são mais sérios que a extracção de um dente. (…) A população da Alemanha, excluindo os territórios conquistados ou anexados, é de aproximadamente 70 milhões, igualmente divididos entre homens e mulheres. Para realizar o plano de extinguir o povo Alemão será necessário esterilizar apenas cerca de 48 milhões de pessoas – um número que exclui, devido à limitada capacidade deles se procriarem, homens com mais de 60 anos de idade e mulheres com mais de 45 anos. (…) Cerca de 20 mil cirurgiões como um número arbitrário e assumindo que cada um executa um mínimo de 25 operações por dia não precisaremos mais que um mês, no máximo, para completar a esterilização deles... O restante da população civil masculina da Alemanha pode ser tratado em três meses. (86-88)"
Leia mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Agora os Manuscritos do Mar Morto... Para Quando o Holocausto?


A seita dos essénios, que teria escrito os Manuscritos do Mar Morto, "nunca existiu" - A tese de Rachel Elior sobre os autores dos mais antigos textos bíblicos que sobreviveram até aos nossos dias e que foram descobertos em 1947 é contestada por outros especialistas

Os Manuscritos do Mar Morto, os únicos documentos bíblicos do primeiro século da era cristã que sobreviveram até hoje, podem não ter sido escritos pela seita judaica e esotérica dos essénios, como sempre se pensou? Rachel Elior, investigadora israelita e professora de misticismo judaico na Universidade Hebraica de Jerusalém, lançou a polémica, afirmando não apenas que os essénios não escreveram os manuscritos, mas que esta seita nunca existiu. A base da teoria de Elior é uma ideia muito simples: entre os perto de 900 documentos descobertos entre 1947 e 1956 dentro de potes escondidos em 11 grutas na zona de Wadi Qumran, junto ao Mar Morto, no deserto da Judeia, não há uma única referência aos essénios. Seria razoável, pergunta a investigadora, que os autores destes documentos não se referissem a si próprios nem uma vez? "Desperdiçaram-se 60 anos de investigações para tentar encontrar os essénios nos manuscritos", disse Elior à revista norte-americana Time. "Mas eles não existem. É uma lenda sobre uma lenda."

Pode ler a notícia na íntegra aqui e ler mais sobre este assunto aqui e aqui.


Decididamente, tornou-se uma moda isto de "reescrever" a História. A investigadora é Israelita - mesmo assim não sei se ainda a vão acusar de ser "anti" qualquer coisa... Para alguns investigadores "sérios" que por aí andam ela não passará de mais uma "aldrabona" ou de alguém que "distorce" factos provados...

Repito, qualquer dia ainda aparece alguém com a prova definitiva de que não existiam câmaras de gás nos campos de concentração da Alemanha Nazi! E depois como vai ser?...
Será que desta vez algum País, algum representante de qualquer coisa!, vai exigir uma indeminização por estarem a querer desvalorizar, inventar ou questionarmatéria religiosa?!

Os Crimes de Guerra de Que Ninguém Fala (II)


“One of the Schoner cooks had returned from suburban Oberlaa. He reported that the women there been repeatedly raped. ´The rape chapter (...) had became stark reality´. The victims were now reporting to the doctors. Neither age nor social status provided any protection. The Russians are reported to have raped women as old as eighty. Schoner heard a story from Ober St Veit that one woman had complained to the Russian commandant, who had laughed in her face. (…) The chosen victims were the middle classes. There were the predictable consequences too: women committed suicide after the event; many contracted venereal diseases; others became pregnant and had to seek abortions.”


Tradução minha:

"Um dos cozinheiros de Schoner regressou dos subúrbios de Oberlaa. Relatou que as mulheres tinham sido repetidamente violadas. 'O capítulao das violações (...) tinha-se tornado uma realidade'. As vítimas queixavam-se agora aos médicos. Nem a idade nem o estatuto social garantiam qualuer protecção. Aos Russos são feitas acusações de terem violado mulheres até de oitenta anos. Schoner ouviu uma história de Ober St Veit de que uma mulher se tinha queixado ao comandante Russo e que este se teria rido na sua cara. (...) As vítimas escolhidas eram da classe média. Existiam, depois, as consequências de tais actos: mulheres que cometiam suicídio; muitas contraíam doenças venérias; outras engravidavam e procuravam abortar".

MacDonnogh, Giles (2007), After the Reich, Londres, Edições John Murray, 34-35

segunda-feira, 16 de março de 2009

Agora os Vikings... Para Quando o Holocausto?


Depois de ter lido esta notícia, que pode vir a alterar toda a reputação que os Vikings possuiam - segundo novos dados, eram tecnologicamente avançados, já com preocupações quanto à higiene e até mesmo consideravelmente civilizados - resta-nos questionar toda esta onda - será uma moda?... - de querer "reescrever" a História. Isto é muito preocupante, meus amigos! Quase todos os dias aparecem novos dados sobre imensos factos históricos que, todos nós sabemos, não deveriam ser questionados porque existem provas - ou existiam... - de que eles eram mesmo "factos históricos comprovados"...

Meu Deus, qualquer dia ainda aparece alguêm com a prova definitiva de que não existiam câmaras de gás nos campos de concentração da Alemanha Nazi! E depois como vai ser?...

Será que algum País, algum representante de qualquer coisa!, vai exigir uma indeminização por estarem a querer branquear os que antes eram "selvagens com capacetes com cornos"?!

domingo, 15 de março de 2009

Algumas Notícias Soltas... e Uma Reflecção


Depois de ler esta notícia, gostaria de saber quantos "sobreviventes" do Holocausto seriam voluntários para fazer o mesmo teste?...

Uma pesquisa com cerca de 1.000 estudantes Ingleses de 11 a 16 anos mostrou que 10% dos jovens não sabiam o que Auschwitz era. Quase 10% acharam que o campo era um país que fazia fronteira com a Alemanha e 2% acharam que era uma marca de cerveja. Outros 2% identificaram erradamente Auschwitz com um festival religioso, enquanto 1% pensa que é um tipo de pão. A pesquisa mostra que 6 em cada 10 jovens não sabe o que a Solução Final era, e desses, um quinto acredita que o nome se refere às conversações de paz que encerraram a Segunda Guerra Mundial.

Vejam o trailler do filme Inglorious Basterds - acabei por não perceber se era uma comédia ou um filme de "acção" - e depois tentem imaginar o que seria um filme que retratasse a mesma situação... mas com os papéis inversos. Brad Pitt, Mike Myers, Eli Roth, Samm Levine, B. J. Novak, Samuel L. Jackson e Diane Kruger dão o seu contributo... mas não cheguei a perceber ao quê...

E para começar bem a semana, deixo-vos um texto de Joaquim Reis para reflectirem:


O Holocausto - A questão do Holocausto deve interessar não só os Alemães, mas todos os europeus e, dum modo geral, todo o Mundo. Por quê? Porque a absurda difamação lançada contra os Alemães de que 6 milhões (!) de judeus foram assassinados em câmaras de gás durante a II Guerra Mundial é o mais infamante labéu que se possa lançar sobre a Humanidade. O próprio facto de a sua negação e investigação objectiva da sua historicidade serem condenadas em vários países, mormente na Alemanha, e punidas com anos de prisão, é, em sim mesmo, a prova de que estamos perante uma monstruosa mentira. Mas é preciso ir mais além na comprovação científica de tal hipotética ocorrência. Mas isso ainda não é possível, porque o Holocausto tem sido uma “indústria” para os judeus e para Israel, como afirmou o judeu norte-americano Norman Finkelstein em livro da sua autoria. Ele tem permitido que a Judiaria, em geral, e Israel, em particular, exerçam sobre a Alemanha, e até mesmo sobre a Europa, um poder quase absoluto, que engendra miséria, baixeza, injustiça e até a guerra.

Esta monstruosa fabulação tem tido, e continua a ter, o apoio da maior potência militar existente, os Estados Unidos da América, nação onírica, nefelibata, que se embala pela TV, por Hollywood, pelos grandes órgãos da Imprensa, todos dominados pelos Judeus, capitalistas super-ricos, que de facto administram a nação a seu bel-prazer, materializando-a, engordando-a ou proletarizando-a, com esses meios materialistas que seduzem meio mundo, o mundo de baixo. A “América” é, pelo menos por enquanto, uma nação debochada e perdida. Geradora, não de verdadeira riqueza, mas de moeda falsa, que imprime quanto baste para os seus criminosos objectivos, poderia, se fosse uma verdadeira nação generosa e humanitária, como julga ser, em vez de bombas criar bem-estar moral e físico, não mortes às centenas de milhares, e mutilados (quantos?), e a miséria moral e física que se tem observado.

Os judeus, assim como roubaram e pilharam a Palestina, expulsando e matando a população nativa, também se apoderaram dos USA, sobre os quais mantêm um domínio incontestável. E, contudo, são os Alemães os bandidos e assassinos, e toda a Europa “a cup of tea” para os gananciosos super-capitalistas, que do nada fazem dólares, e dos dólares fazem poder e propriedades.

O Holocausto é a degradação da Humanidade, e todo o Cristão consciente da realidade deveria, porque é cristão – logo piedoso e caridoso – se é um Cristão autêntico – procurar por todos os meios descobrir, certificar-se, constatar que existe um Satanás – o Inimigo – nesses judeus e judaizantes que querem levar a Humanidade para o Inferno, o verdadeiro Holocausto final.

sábado, 14 de março de 2009

Vamos Todos Reflectir Amanhã



Tal como questionado aqui anteriormente, vamos aproveitar o dia de amanhã para reflectir sobre estas duas questões:


1) Mesmo sabendo que, como é descrito no Jewish Virtual Library: «As condições no campo de concentração nazi de Bergen-Belsen eram boas atendendo aos padrões dos campos de concentração e a maioria dos prisioneiros não era sujeita a trabalhos forçados. E que em Março de 1944, Belsen foi renomeado um Ehrholungslager [Campo de Convalescença], para onde eram trazidos os prisioneiros de outros campos de concentração, demasiado doentes para trabalhar.-


2) Mesmo sabendo que nas três das mais conhecidas obras sobre a Segunda Guerra Mundial: «Cruzada na Europa» do General Eisenhower, «A Segunda Guerra Mundial» de Winston Churchill, e o «Memórias da Guerra» do General de Gaulle, não existe uma única referência às câmaras de gás nazis , ao genocídio de judeus, ou às seis milhões de vítimas judaicas da Segunda Guerra Mundial.

O Poder do Lobby... e um "Bónus"


Especialmente para aqueles que vêem no Revisionismo apenas os fantasmas dos "nazis, nazis, nazis!", gostaria de os questionar se esta investigadora terá alguma coisa contra África?... É que se ela tiver razão, são milhares de páginas com teorias e "provas" deitadas para o lixo! ESTAMOS A REESCREVER A HISTÓRIA! Não pode ser! Mas ela estará doida??? Sou capaz de ir mais longe porque suspeito que ela poderá ser racista e xenófoba...

Se esquecermos a ironia, percebemos que a mensagem é muito simples: o Holocausto é o único facto histórico que, ao ser questionado, leva consigo uma série de rótulos que apenas têm a missão distrair-vos do verdadeiro assunto.


Atrás dessa série de rótulos, vem uma atitude de repressão e acusação que chega até aos especialistas económicos. Nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre o Holocausto sem que seja para aceitar sem reservas a versão oficial; nada nem ninguém pode dizer uma palavra sobre Hitler sem ser a de condenação clara, sem deixar dúvidas. Caso contrário... já somos acusados de estar a defendê-lo, ser seu seguidor e adepto.

As coisas vão-se complicando e chegam à política internacional e bem actual de Israel. Apresentar reservas, criticar, denunciar?... "ANTI-SEMITISMO"!

O "lobby é, realmente, muito forte, temos que reconhecer.


Mudando de assunto, e como, infelizmente, não consegui fazer a habitual selecção literária de Quinta, aqui vai um "bónus":

The War Behind Me: Vietnam Veterans Confront the Truth about U.S. War Crimes - Durante a última década, muitos foram aqueles que procuraram atacar a credibilidade dos veteranos da guerra do Vietname, inclusivamente John F. Kerry, que falou contra o grande número de crimes de guerra ocorridos durante esse período. Afirmam que as atrocidades foram casos isolados e até aberrações e que os veteranos que testemunharam sobre isso estavam psicologicamente afectados, politicamente motivados e com uma lavagem cerebral realizada pela propaganda comunista.

Baseado numa quantidade enorme de novos documentos do exército anteriormente classificados e em entrevistas a Vietnamitas e Americanos, Deborah Nelson, uma repórter de investigadora já veterana, vencedora do prémio Pulitzer para a Reportagem de Investigação de 1997 e professor assistente da Carnegie na Universidade de Maryland College of Journalism, revela que foram cometidos sistematicamente crimes de guerra pelos soldados Americanos no Vietname (…). “The War Behind Me” aparece como reivindicação para todos os veteranos que falaram corajosamente contra a injustiça de uma guerra e dos activistas anti-guerra da altura que procuraram sempre denunciar as atrocidades cometidas para a consciencialização da opinião pública.


Leia mais sobre este assunto aqui.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Repressão na Alemanha - Germar Rudolf

Germar Rudolf, actualmente preso na Alemanha, fala aqui da sua experiência como revisionista e a perseguição aos cépticos do Holocausto naquele país numa série de vídeos num seminário em 2000, em Irvine.













quinta-feira, 12 de março de 2009

As Areias Que Voam Com o Vento

A censura e o lobby Judaico (sempre de mão dada, porque trabalham em conjunto) conseguem a proeza de nos dar exemplos da sua acção praticamente todos os dias. Não acreditam??? Somos "anti-semitas"???
Vejam este caso. Com o Vaticano a defender que "os 'negacionistas' do Holocausto não podem ser considerados Católicos" só vejo uma solução: aderirem todos ao Islamismo. Assim, o filme Sionista fica completo.

Mas quanto à influência do lobby Judeu na política Americana, as coisas chegam a ser cómicas. Vejam aqui e aqui. Quem fala demais - entenda-se o "demais" como "criticar abertamente a política externa Israelita" - sofre as consequências.

E no meio deste folclore "politicamente correcto", resta-nos mostra-vos que as areias, vindas de onde vierem, normalmente desaparecem com o vento. Tal como os castelos de cartas.
Para perceberem melhor, aqui fica este vídeo onde Ray McGovern, veterano da CIA, relata os verdadeiros motivos para uma guerra contra o Irão, com operações tipo "falsa bandeira", como o que aconteceu há 40 anos, com o ataque ao USS Liberty.

terça-feira, 10 de março de 2009

O Número de Mortos em Auschwitz


O NÚMERO DE MORTOS EM AUSCHWITZ

Comentário à tradução disponibilizada aqui.

“O comité chegou à conclusão de que quatro milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz. A sua conclusão foi baseada numa avaliação da capacidade dos crematórios. Os cinco crematórios teriam sido capazes de queimar, ao menos em teoria, 5.121.000 cadáveres. Adicionalmente existia a capacidade adicional proporcionada pelas piras.”


Portanto, se um avião se despenhar e os corpos tiverem desaparecidos, avaliam-se os mortos pela capacidade máxima de lugares do avião. Essa foi a “lógica” para os “4 milhões”. Na minha ingenuidade, estava convencido que deveriam verificar-se os registos dos detidos que entraram no campo e quantos sobreviveram, quantos foram transferidos, quantos morreram e de que forma. Mas devo estar enganado, tal não é o excelente trabalho e a excelente lógica dessa “investigação forense feita pela Comissão Estadual Extraordinária para Averiguar e Investigar os Crimes Cometidos pelo Invasores Alemães Fascistas e os Seus Associados no Campo da Morte de Oswiecim”…


“Além da abordagem de engenharia [a primeira abordagem é de “ENGENHARIA”???? Meu Deus, como anda mal a lógica da engenharia!!!] (…) surgiu um segundo método de estabelecer o número de vítimas. Este baseava-se numa análise do número de deportações para o campo. [Conseguiram chegar lá…] Já em 1946, Nachman Blumental, usando este método, chegou a suposição informada que o número de vítimas devia ter sido entre 1,3 e 1,5 milhões. No início da década de 50, Gerald Reitlinger igualmente tentou chegar a uma estimativa grossa do número de vítimas com base no número de deportados.”


Portanto, resumidamente, primeiro, o número dos 4 milhões aparece da forma como já vimos, mas nem o “comité”nem as pessoas que o compuseram são rotulados de falsos, charlatões, dementes, alienados ou talvez mesmo de boémios… Segundo, as deportações fizeram descer o número de forma considerável, mas o total dos seis milhões mantém-se. O que quer dizer que antes o número aproximava-se dos 10 milhões. O Leo Gott perguntou-me pelas fontes, elas estão nos vossos próprios dados, se eu seguir a vossa lógica…


“No que diz respeito ao número total de judeus trazidos para o local de seleção em Auschwitz, é possível estimá-lo com alguma exatidão para os países da Europa Oriental e Central bem como para os Bálcãs, mas não para a Polônia.”


Sinceramente, gostava de saber onde se podem encontrar todos esses dados para que se possa dizer que sabem com “alguma exactidão”. E porque não se sabe no caso da Polónia.



“Não existe uma guia real quanto à porcentagem de gaseados.”


Não??? Então e as tais milhares de provas e testemunhos andam aonde???

(...)

“Deste total, 550.000 a 600.000 poderão ter sido gaseados logo após a chegada,(…)”

Poderão? Mas então foram ou não foram? E se não foram, o que lhes aconteceu? A vocês isso pouco importa, porque o que interessa mesmo é que eles tenham sido! Porque se não foram… a vossa teoria desmorona-se e são obrigados a lançar mais areia com outro assunto qualquer para distrair…

(...)

“Finalmente, havia avaliações diferentes por parte das testemunhas. A mais importante destas era, sem dúvida, o Comandante Rudolf Höss. Durante os seus interrogatórios iniciais, Höss parece ter confirmado uma avaliação inicial feita pelos seus interrogadores de que três milhões de pessoas tinham sido mortas em Auschwitz.”

“Parece ter confirmado”? “PARECE”??? Mas no meio de tantos dados e tantos testemunhos “sérios e credíveis”, ainda continua a existir um “parece”?...
A forma como foi obtida a “confissão” de Hoess dará, certamente, para o início de outro ponto de discussão. O seu testemunho é frágil, com os números a saltarem para cima e para baixo de sessão testemunhal para sessão testemunhal e isso deveria ser motivo de estranheza. Ou não? Clara que a vossa resposta é sempre a mesma: “teorias da conspiração”.


“Portanto, no início da década de 1950, existiam basicamente três estimativas do número de vítimas, cada uma baseada em fontes diferentes: uma alta de 4 milhões, baseada na suposta capacidade dos crematórios, uma baixa de cerca de 1 milhão baseada no número do transportes e a avaliação final que Höss forneceu ao Dr. Gilbert em Nuremberg e ao Dr. Jan Sehn em Cracóvia, e uma intermediária de 2,5 milhões, baseada no número de Eichmann conforme relatado a Höss, e inicialmente substanciada por Höss na sua declaração sob juramento em Nuremberg.”

Sendo o Holocausto um facto histórico, ele, como todos os outros factos históricos, deveria estar sujeito a críticas e estudos. Só o facto dos “exterminacionistas” admitirem que existem 3 estimativas de números de vítimas é motivo para se falar e estudar isso abertamente. Não compreendo como se pode continuar a falar dos “6 milhões” de Judeus mortos no Holocausto se nem sobre um campo de concentração se sabe o número certo de mortos.

(...)


“Inicialmente só Raul Hilberg, que fez uma importante análise estatística do número de vítimas, suportou o número menor de 1 milhão.”


Raul Hilberg é a mesma pessoa, não convém esquecer, que afirmou, na sua obra The Destruction of the European Jews:


"But what began in 1941 was a process of destruction not planned in advance, not organized centrally by any agency. There was no blueprint and there was no budget for destructive measures. They [these measures] were taken step by step, one step at a time. Thus came about not so much a plan being carried out, but an incredible meeting of minds, a consensus -- mind reading by a far-flung bureaucracy."


A tal ordem mental, telepática, que Hitler espalhou por todos, com o objectivo de assassinar todos os Judeus… Talvez seja por isso que, não de forma telepática, mas com bombardeamentos massivos, a população Alemã tenha sofrido aquilo que sofreu… Tudo para pagar a “hipnose” colectiva…

(...)

“(…) e dos que morreram em outros campos de extermínio e de concentração, o número total de vítimas de Auschwitz não pode ter sido maior do que 1 milhão.”


Pois é. Mas o curioso é que, no aspecto prático, ou seja, quanto às VERDADEIRAS PROVAS FORENSES, elas continuam sempre a depender de… testemunhos de sobreviventes ou de “confissões” de detidos Alemães. Hilberg apoia-se em pessoas como Vrba, Wiesel, Nyiszli, Filip Müller, Gerstein, Hoess, todas elas aniquiladas pelos argumentos revisionistas no que diz respeito às câmaras de gás.



“O advento de [Partido] Solidariedade e a eleição do polonês Karol Wojtyla como Papa João Paulo II (1978) mudou o clima intelectual na Polônia. Enquanto o governo continuava agarrado ao número oficial de 4 milhões de vítimas, o Dr. Piper do Museu de Auschwitz, que até então se tinha visto impedido de pesquisar a matéria, começou a focar a sua atenção na questão de quantas pessoas tinham morrido no campo.”


Na “questão Piper”, eu remeto para a entrevista feita por David Cole, disponível, por exemplo, a partir daqui: http://www.youtube.com/watch?v=rew11Gf2gvE


“Em 1990, depois das suas conclusões terem sido endossadas (e com o primeiro governo pós-comunista no poder), Piper deu a conhecer a sua nova estimativa de 1,1 milhões de vítimas à comunidade internacional. Esta cifra tem sido endossada por todos os historiadores profissionais sérios que têm estudado a complexa história de Auschwitz com algum detalhe, bem como pelos institutos de pesquisa do Holocausto Yad Vashem em Jerusalm e United States Holocaust Memorial Museum em Washington D.C.”

Sempre a descer… curiosamente. Mesmo com todas as dificuldades de pesquisa, os próprios “pesquisadores sérios” lá vão admitindo os números mais baixos. Quanto aos “historiadores sérios”, não vou comentar.
Sabe, Roberto, existiam também uns “testemunhos sérios”, vindos de uns “sobreviventes sérios” que contavam muitas “histórias sérias” para que esses “historiadores sérios” fizessem uma “História Séria”… e depois é o que se vê…~


Podem ler aqui o comentário na íntegra aqui.

segunda-feira, 9 de março de 2009

Os Crimes de Guerra de Que Ninguém Fala



[Tradução minha]

“As mulheres em Viena não estavam assim tão entusiasmadas. Joseph Goebbels tinha afirmado diversas vezes sobre o que lhes iria acontecer. Algumas pessoas desvalorizaram os seus avisos, dizendo que não passavam de “propaganda de terror”, mas a verdade é que o Exército Vermelho foi responsável por violações onde quer que estivesse. Até violaram mulheres Russas e Ucranianas. As maiores e as mais brutais violações foram realizadas às mulheres do inimigo – primeiro as Húngaras, depois as Alemãs. As mulheres Búlgaras, no entanto, foram poupadas aos maiores excessos provavelmente porque existia uma empatia entre Russos e Búlgaros. O Exército Vermelho também violou mulheres Jugoslavas, apesar de estarem do mesmo lado. Não era provável, portanto, que poupassem as Vianenses apenas porque a Declaração de Moscovo as tinha declarado como ‘vítimas do fascismo’.”


MacDonnogh, Giles (2007), After the Reich, Londres, Edições John Murray, 25-26.

Outros "Gurus" e Outros Crimes "dos Bons"...


Há dias soube que, em França, existe, já há uns anos, uma linha directa para denunciar… Revisionistas! E, por coincidência, Germar Rudolf, num vídeo que vou disponibilizar no final da semana, também fala disso. É a liberdade de expressão sempre a surpreender-nos.
Desconhecemos se existe uma linha directa para denunciar casos de pedofilia, homicídio ou tráfico de droga, mas desconfiamos que isso vai tudo para a linha geral da Polícia. Perigosos são os Revisionistas! Esses têm que ser caçados custe o que custar!

Mas estava eu convencido que os “anti-semitas” eram todos “nazis” ou “bestas” parecidas – tendo em conta o que leio nos média ou em fóruns do género - quando sou surpreendido por esta notícia.
Será que, no fundo, no silêncio do seu apartamento, Hermann Dierkes também tem umas bandeiras malditas e uma braçadeira com um símbolo terrível?... Será?... Querem ver que ele é mais um dos meus “gurus” e eu não sabia?...
Estou curioso em saber como vai ser o futuro de Kevin Myers depois de ter escrito isto. A perseguição e a rotulagem vêm já a seguir...

E o que dizer desta descoberta de uma vala comum na Eslovénia, com cerca de 300 corpos mortos após o fim da Segunda Guerra Mundial?
Por que é que os média não se interessaram muito pelo caso? Nós explicamos:
1 – Não foi obra dos Nazis.
2 – Eram, supostamente, “colaboradores” do regime Nazi.
3 – É mesmo preciso explicar mais?...

sábado, 7 de março de 2009

Quantos Judeus Morreram Nos Campos de Concentração Alemães?


É reconhecido por todos que a maioria daqueles que foram internados nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial não regressou às suas casas após a libertação. A maioria era constituída por Judeus. É suposto que nós acreditemos que cerca de 6 milhões de Judeus morreram nesses campos, de forma intencional, assassinados de acordo com um grande programa que consistia no extermínio físico de toda a população Judaica da Europa. A maioria de nós pensa que isso ficou provado no Tribunal Militar Internacional em Nuremberga, em 1946. No entanto, o Tribunal não provou nada disso e os historiadores que lidam com a história contemporânea Alemã e Judaica têm vindo a modificá-la em vários graus.

Mais recentemente, foram revelados novos dados sobre o desaparecimento da população Judaica na Segunda Guerra Mundial através do livro do Alemão Walter N. Sanning, The Dissolution of East European Jewry. Trata-se de uma investigação sobre a demografia e a migração Judaica no século XX, feita de forma cuidadosa e objectiva. É baseada em mais de 50 publicações que contêm dados estatísticas da população Judaica em vários países, incluindo as migrações, natalidade, mortalidade, etc.

A fonte mais cotada de Sanning é, no entanto, o livro de Gerald Reitlinger The Final Solution, escrito em 1950. A maioria dos dados estatísticos usados por Sanning são retirados do American Jewish Year Book, da Encyclopaedia Judaica (1971) e da Universal Jewish Encyclopedia (1943).

Pode continuar a ler mais sobre este assunto aqui.

sexta-feira, 6 de março de 2009

Ernst Zundel Entrevista Russel Barton

A verdade sobre o infame campo de concentração de Bergen-Belsen pelos olhos de uma testemunha Britânica.





quinta-feira, 5 de março de 2009

Livros da Quinta


Painful Questions - An Analysis of the September 11 Attack, de Eric Hufschmid - Dedicado a todos os que acreditam na versão oficial dos ataques de 11 de Setembro.



A Guerra Pelos Olhos das Crianças - Irena Grudzinska-Gross e Jan Tomasz Gross nasceram ambos em Varsóvia e são hoje professores na Emory University, em Atlanta. Há uns anos, começaram a recolher composições escritas por crianças polacas durante a ocupação soviética e o resultado é agora publicado em Portugal pela Pedra da Lua com o título A Guerra Pelos Olhos das Crianças. Mais de cem testemunhos sobre a invasão, as deportações para Leste e a vida nos campos de trabalho e kollkhozes.



Trafalgar: A Biografia de uma Batalha, de Roy Adkins - 21 de Outubro de 1805: a Grã-Bretanha, sob o comando de Nelson, controlou os mares durante seis horas, aniquilando os seus oponentes franceses e espanhóis, na batalha que mudou o mundo. Em Trafalgar, Roy Adkins abraça a batalha, o seu prelúdio e o seu rescaldo, numa narrativa que é simultaneamente erudita e de suster a respiração.



A GRANDE GUERRA PELA CIVILIZAÇÃO - A Conquista do Médio Oriente, de Robert Fisk - O Médio Oriente é, desde há décadas, palco de guerras sangrentas, numa espiral de violência que parece não ter fim. Nesta obra, Robert Fisk retrata-nos os diversos conflitos, a sua génese e os seus intervenientes, em descrições por vezes de um realismo atroz – a crueza dos combates, a luta sem quartel, o cinismo das decisões.

segunda-feira, 2 de março de 2009

A Ligação Nixon-Bush no Assassinato de John Kennedy


Documentos do FBI descobertos recentemente revelam que George Bush esteve directamente envolvido no assassinato do Presidente John Kennedy, em 1963. Os documentos mostram as ligações de Bush com o famoso agente da CIA, Felix Rodriguez, na recruta de Cubanos exilados de Direita para a invasão de Cuba, sendo que foi através de Bush e da CIA que a comunidade Cubana preparou os planos para a invasão da ilha (…). Nessa altura, Bush vivia no Texas. Indo semanalmente de Houston para Miami, Bush passou de 1960 a 1961 a recrutar Cubanos para a invasão. Foi nessa altura que conheceu Felix Rodriguez. [leia mais sobre este assunto aqui e aqui]

Como Eu Adoro a Liberdade de Expressão!



Mais dois exemplos de que a liberdade de expressão é só para alguns e que, para certas pessoas e para certos regimes políticos, não pode haver perdão. Mas é só mesmo para alguns...


Quem questiona o que não convém questionar, já sabemos que é sempre punido, mas há casos em que só falta desenterrar as pessoas para as ir colocar num banco dos réus.



Só é pena que para outros casos, os debates e as opiniões sejam mais subtis e mais "pequeninos"...

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

A Verdade Sobre Treblinka

Quem Está Por Detrás do 11 de Setembro - Para Quem Tem Dúvidas

As dúvidas que ainda existem sobre os ataques de 11 de Setembro ao World Trade Center transportam o mesmo tabú que os acontecimentos do Holocausto durante a Alemanha Nazi. No entanto, certas as coisas estão tão à frente dos olhos de todos nós que até parece inacreditável elas não serem vistas. A grande diferença entre os dois acontecimentos é que, por enquanto, ainda podemos discutir, duvidar, questionar, toda a versão oficial sobre o suposto ataque terrorista. Suposto porque enquanto existir a dúvida, existirão sempre mais probabilidades, mais hipóteses, mais responsáveis.

E por falar em responsáveis, vou mostrar-vos porque é que eu também acredito que os Sionistas foram os cérebros do 11 de Setembro.

E por que é que tem sido relativamente fácil todas as dúvidas do 11 de Setembro irem caindo em esquecimento - apesar de pessoas como nós trabalharem para que isso não aconteça? Porque, tal como podemos ver neste vídeo de Michael Collins Piper, da agência American Free Press, quem controla a grande maioria dos média é... o lobby Sionista.



Se esse controlo não existisse, Israel não poderia, inclusivamente, falsificar a sua própria história ou actuar politicamente como actua, com decisões que por mais polémicas que sejam, nunca levantam grande oposição porque ninguém gosta de levar com o rótulo imediato de "anti-semita".

Por mais polémicas que apareçam - vejam esta, do primo de um dos supostos piratas do ar que era um espião Israelita,
aqui e aqui - tudo parece normal...

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2009

O Livro da Quinta


Our Fathers’ War combina cinco histórias de amor separadas, de três corajosos jovens Alemães, uma nobre mulher Inglesa ainda jovem, um resistente Francês e quatro jovens Canadianos cuja vida irá ser alterada pelos acontecimentos gigantescos que começaram com a Segunda Guerra Mundial, no dia 1 de Setembro de 1939. Adolf Hitler, Chanceler Alemão, Winston Churchill, Primeiro-Ministro Britânico, Josef Stalin, ditador Soviético e Franklin Roosevelt, Presidente dos EUA, são todos eles protagonistas neste romance repleto de grandes tensões.

Podem ler aqui as primeiras páginas desta obra de James Bacque - que tem traduzida em Português esta obra que, infelizmente, está ainda esgotada.

Sobre o assunto das "outras perdas" que os historiadores oficiais pouco gostam de focar, podem ler aqui um texto também deste autor.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi" (II)



"O 'NEGACIONISTA' DO HOLOCAUSTO ATERRA NA GRÃ-BRETANHA", gritam os histéricos do costume!

"PROTEJAM-SE! PROTEJAM-SE DA ENCARNAÇÃO DA BESTA NAZI!"

Não há paciência...

Podem ler aqui a notícia e ver o vídeo.

Os Mais Recentes Episódios de um Bispo "Nazi"

Dias depois da ameaça de expulsão, Richard Williamson acabou por deixar a Argentina – o bispo Católico, que causou uma autêntica tempestade internacional depois de ter questionado a proporção do Holocausto, deixou a Argentina na terça-feira, dias após o governo daquele país ter ameaçado com a sua expulsão.

O Bispo Richard Williamson, um ultra-tradicionalista que era o cabeça de cartaz de um seminário em Buenos Aires, no início do mês, acredita que apenas cerca de 300,000 Judeus terão morrido nos campos de concentração da Alemanha Nazi, ao contrário dos 6 milhões que são apontados.

Usando óculos escuros, um chapéu de basebol e um casaco comprido, Williamson foi abordado por um repórter da Reuters, na Argentina, no aeroporto internacional, na zona de embarque.

Não respondeu às questões e levantou o seu punho em direcção à face do jornalista quando este tentava obter um comentário seu enquanto se dirigia para o seu voo.

[Podem ver a seguir o vídeo a seguir da suposta "agressão" (???!!!!) ao jornalista]



O Ministro do Interior da Argentina confirmou mais tarde que o clérigo tinha partido para Londres.

E foi também em Inglaterra que o bispo já se tinha encontrado, em Outubro, com o famoso historiador David Irving (podem ler mais também aqui). Este facto que serviu para colocar os rótulos do costume a toda a gente - e outra coisa não poderíamos estar à espera.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2009

As Mentiras de Outro “Sobrevivente” do Holocausto



Leiam mais sobre este assunto aqui, aqui e aqui.
"(...) Vários académicos colocaram dúvidas sobre a veracidade do relato. Eles argumentavam que os encontros junto à vedação seriam impossíveis. Dada a planta do campo os dois namorados teriam de trocar o pão e as maçãs à porta do quartel das SS.
As crescentes críticas levaram Rosenblat a admitir a mentira. "Queria levar a felicidade às pessoas," justificou--se o autor. "Levei a esperança até muitas pessoas. A minha motivação era fazer o bem neste mundo."
A sua agente, Andrea Hurst, disse à Associated Press : "Era uma história tão incrível e que dava tanta esperança... Eu acreditei em tudo e nunca a pus em causa.""
No Revisionismo em Linha também concordamos que estas e muitas outras histórias são, realmente, muito "incríveis"...

domingo, 22 de fevereiro de 2009

O Holocausto de Eisenhower

Auschwitz - um campo de prioneiros ou um campo da morte?
O General Eisenhower irá, certamente, ajudá-lo a perceber esta questão. Isto é uma introdução do porquê da proibição para se investigar o Holocausto em muitas nações europeias.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Os Estranhos e Suspeitos Testemunhos do Tribunal de Nuremberga

Estes vídeos são dedicados a todos os que gostam de dizer que, sobre o Holocausto, "nada mais há a discutir porque ele... aconteceu! E pronto! Quem o contestar ou negar é nazi e anti-semita".

Também são dedicados a todos os que dizem ser o Holocausto o facto histórico mais documentado de sempre, com "testemunhos credíveis".





Durban II

Recebemos esta curta mensagem de Ingrid Rimland Zündel (na foto com o esposo, Ernst Zündel, ilegalmente extraditado dos EUA para a Alemanha por escrever e publicar livros revisionistas... crime pior que o de violação ou tentativa de homicídio):

O Lobby do Holocausto estava a pressionar os Estados Unidos para estes boicotarem Durban II, uma grande conferência de delegados de organizações não governamentais oriundas de todo o mundo que se reunirão em Maio na Suíça, com receio de que esta se transformasse num fórum "de negacionistas do Holocausto", como sucedeu com o encontro Durban de 2001, na África do Sul.

Durante algum tempo, pareceu-nos que as facções estadunidenses pró-sionistas tinham ganho.

Agora, de acordo com o Haaretz, os ventos mudaram, e os EUA afinal parece que vão enviar a sua infantaria mediadora de danos, sempre camuflada como sendo uma força-tarefa de "combate ao racismo" para "ajudar" a organizar a agenda: Leia a notícia no Haaretz.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Auschwitz - Os Factos e a Lenda


No início de 1940 Auschwitz era apenas uma pequena cidade com aproximadamente treze mil habitantes na Alta Silésia Alemã. Porém, no mês de Maio desse mesmo ano iniciaram-se nos seus arredores as edificações de um "campo de trânsito" para receber dez mil prisioneiros Polacos.
Nos anos seguintes, com o agravamento da guerra, Auschwitz converteu-se no centro de um conjunto de quase quarenta campos e sub campos e sede de um extenso complexo agrícola e industrial (minas, petroquímica e fábricas de armas) onde trabalhavam inúmeros prisioneiros — principalmente Polacos e Judeus — ao lado de trabalhadores civis.

Auschwitz foi ao mesmo tempo e sucessivamente um campo de prisioneiros de guerra, um vasto campo de trânsito, um campo-hospital, um campo de concentração e um campo de trabalhos forçados e de trabalho livre. Não foi jamais um "campo de extermínio" (expressão inventada pelos Aliados). Apesar das rigorosas medidas de higiene, da abundância de pavilhões e edifícios hospitalares dotados muitas vezes dos últimos avanços da ciência médica Alemã, o tifo — uma enfermidade endémica entre a população Judia Polaca e entre os prisioneiros de guerra Russos — ocasionou juntamente com as febres palustres e outras epidemias, enormes devastações nos campos e na cidade de Auschwitz, assim como entre os próprios médicos Alemães e a população civil. Donde que durante toda a existência do campo, essas epidemias aliadas, segundo alguns, às terríveis condições de trabalho naquelas zonas pantanosas, à fome, ao calor e ao frio, causaram a morte de aproximadamente cento e cinqüenta mil prisioneiros, desde 20 de maio de 1940 até 18 de janeiro de 1945. [Pode continuar a ler sobre este assunto aqui]

Os "Testemunhos" de Hoje Tal Como Há 60 anos, a Liberdade de Expressão... E um Livro...

Quando esta história surgiu, pessoalmente, tive logo muitas dúvidas quanto à sua veracidade. E não foi preciso esperar muito para vir ao de cima toda a verdade...
Não vou adiantar muito mais, porque para bom entendedor...

Para todos os que, como sempre, começaram logo aos pulinhos e em bicos dos pés, histéricos, com espuma ao canto dos lábios, exigindo "justiça" para mais este "exemplo dos seguidores do nazismo" apenas desejo... as suas melhoras. Melhoras para a sua cegueira, para os seus fantasmas, para a sua vida futura. E que durante a sua (e a nossa) vida futura possamos, um dia, da mesma forma como facilmente se desmontou este embuste, possamos também desmontar todos os outros "testemunhos" que há 60 anos, também viram e sentiram muita coisa e que ainda constituem, para alguns, as tais "provas vivas" duma suposta matança em câmaras de gás.

No entanto, o desespero de quem sente que a mentira tem sempre pés de barro obriga a acções destas. O politicamente correcto ainda é uma bandeira e as ameaças de multas, penas de prisão, expulsões, etc. deixaram de ser uma novidade. Mesmo quando os visados, teoricamente, até poderiam ter uma considerável credibilidade.

Depois deste episódio com o sacerdote Williamson, eu gostaria de partilhar convosco
esta análise de Daniel McGowan.

Vamos ao livro:

Já tínhamos falado de Avraham Burg aqui, mas decidimos voltar...

Actualmente, Israel e a comunidade Judia é fortemente influenciada pela memória e pelos horrores de Hitler e do Holocausto. Burg argumenta que a nação Judia foi traumatizada e perdeu a capacidade de confiar em si própria, nos seus vizinhos ou no mundo em seu redor. Demonstra que isso é uma das causas para o crescimento do nacionalismo e da violência que cerca cada vez mais a sociedade Israelita, com eco nas comunidades Judias um pouco por todo o mundo.

Burg usa a história da própria família - os seus pais foram sobreviventes do Holocausto – para revelar os seus pareceres inovadores em que os Judeus necessitam seguir em frente e, eventualmente, viver em paz com os seus vizinhos árabes e sentir-se bem com o mundo inteiro. Através de uma reflexão sucinta e original, este livro é motivo suficiente para lançar um debate quente por todo o mundo. Pode encomendar o livro aqui e saber mais sobre este assunto aqui.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009

Já Chega de Compensações!


O Estado Francês é considerado responsável pela deportação de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial, determinou a autoridade judicial superior pela primeira vez ontem, mas deve distanciar-se do pedido feito pelas famílias das vítimas, pois elas já foram anteriormente compensadas.

A decisão do Conselho de Estado, a última em questões de direito civil, transformou em doutrina formal o que já tinha sido aceite por governos sucessivos, desde que 1995. [leia a notícia na íntegra]

Israel Lança Guerra Secreta no Irão


Israel tem em curso uma autêntica ‘guerra secreta’ contra o programa nuclear iraniano, envolvendo actos de sabotagem e o assassinato de cientistas e de outros responsáveis pelo desenvolvimento da alegada bomba atómica iraniana, revelou ontem o diário britânico ‘Daily Telegraph’.
De acordo com o jornal, que cita fontes dos serviços secretos norte-americanos e analistas internacionais, o objectivo desta ‘guerra suja’ é travar ou pelo menos adiar o desenvolvimento de armas nucleares pelo regime de Teerão, dado que, com a chegada de Barack Obama à Casa Branca, o governo israelita acredita que os EUA nunca apoiariam um ataque directo contra as instalações nucleares iranianas.
A operação secreta está em curso há já algum tempo, e inclui, como elemento mais controverso, a eliminação de altos responsáveis pelo programa nuclear, como foi o caso de Ardeshir Hassanpour, um cientista nuclear que morreu em 2007 vítima de uma suposta intoxicação por gás, mas que, na realidade, terá sido assassinado pela Mossad. [leia a notícia na íntegra]

O Verdadeiro Holocausto (I e II)