
domingo, 7 de junho de 2009
Selecção em Auschwitz-Birkenau

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Um Balanço Sobre as Mesmas

Recapitulemos brevemente estas vitórias revisionistas.
Postos entre a espada e a parede pelos revisionistas, os historiadores oficiais do suposto extermínio físico dos judeus acabaram por reconhecer que, desde o ponto de vista histórico e científico, já não lhes resta nenhum argumento para suportar a sua atroz acusação.
Reconhecem, com efeito:
1) que não podem remeter-nos a nenhum documento que prove o crime;
2) que são incapazes de apresentar a menor representação da arma do crime;
3) que não possuem provas, nem sequer elementos de provas; 4) que não podem indicar nenhum testemunho verídico (veja-se supra a opinião de Simone Veil);
5) que o seu dossier está podre (bis), irremediavelmente podre e que o seu destino é acabar nos caixotes do lixo da história;
6) que as fontes outrora invocadas se revelaram não só mais escassas do que pretendido, mas ainda duvidosas;
7) que os pretensos vestígios são poucos, dispersos e de difícil interpretação;
8) que houvera da sua parte falsificações, disfarce e artifício;
9) que para sustentar a tese oficial se invocou com demasiada frequência uma «história tola» (sic), a de uma decisão de exterminar os judeus que teria sido tomada em 20 de Janeiro de 1942 em Berlim-Wannsee;
10) que o primeiro de entre eles, Raul Hilberg, se encontra hoje reduzido a tudo explicar de modo disparatadamente excêntrico, através de supostas iniciativas que a burocracia alemã, segundo ele, teria ousadamente adoptado, sem ordem, sem plano, sem instrução, sem controle e simplesmente graças, ao que parece, a um incrível encontro de mentes e a uma transmissão de pensamento consensual.
Estes historiadores oficiais não souberam responder a nenhuma solicitação ou contestação dos revisionistas, como: 1) «Show me or draw me a Nazi gas chamber» ["Mostrem-me ou desenhem-me uma câmara de gás Nazi"]; 2) «Bring me one proof, one single piece of evidence of your own choosing, on the grounds of which to assert that there was a genocide»["Tragam-me uma prova, uma simples evidêndia escolhida por vós, na qual esteja a prova de que existiu um genocídio"] ; 3) «Bring me a testimony, one single testimony, the best one in your opinion» [Tragam-me um testemunho, o melhor, na vossa opinião"], ou ainda 4) «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocausto"].
Encostados às cordas do ringue, os historiadores conformistas apelaram aos tribunais para condenar os revisionistas, mas, ao invés do que se poderia supor, deu-se o facto de os juízes, por vezes, terem ido ao ponto de render homenagem à probidade dos revisionistas, ou de manifestar a sua surpresa ante a escassez ou ausência de provas documentais dos acusadores. A partir daí, inicialmente em França e depois em muitos outros países da Europa, o recurso desses acusadores foi pedir a aprovação de leis especiais para fazer calar os revisionistas. E com isso assinaram a sua condenação. Recorrer a leis especiais, à polícia e à prisão, é confessar a sua impotência na utilização dos argumentos da razão, da história e da ciência.
Poderiam recordar-se aqui cem argumentos mais que demonstrassem que, no plano da história e da ciência, já não resta pedra sobre pedra no imenso edifício de mentiras erigido pelos sectários do «Holocausto» ou da «Shoah». Em contraste com este campo de ruínas vimos como se construiu o edifício de toda uma literatura revisionista. Nela se descobre uma profusão de documentos, fotografias, peritagens, transcrição de julgamentos, relatórios técnicos e científicos, testemunhos, estudos estatísticos, tudo isso com referência a cem aspectos da história da Segunda Guerra Mundial, que mostram o que foi na realidade o destino dos judeus europeus e que demonstram de modo luminoso que a versão judaica desta guerra pertence em boa medida ao universo do mito. Partindo do mito, os judeus passaram à mitologia e da mitologia à religião ou, melhor, a uma aparência de religião. Hoje os sacerdotes dessa falsa religião assemelham-se, cada vez mais, a esses párocos que continuam a celebrar o culto e que repetem as fórmulas consagradas mas, manifestamente, sem manterem a fé. Já não crêem realmente no seu «credo». É assim que, por exemplo, desde há uns dez anos, os vemos aconselhar aos seus bandos que observem a maior discrição possível acerca do tema das câmaras de gás. Nas suas memórias, a notória falsa testemunha Elie Wiessel escreveu em 1994: «As câmaras de gás, mais vale que permaneçam fechadas aos olhares indiscretos. E à imaginação» (Tous les fleuves vont a la mer..., Paris, Le Seuil, 1994, p. 97). Tal como ele, Claude Lanzmann (autor do filme Shoah), Daniel Goldhagen (autor de Hitler’s Willing Executioners), Simone Veil (ex presidente do Parlamento Europeu, já citada), François Léotard (ex ministro) vêm-se tornando, desde há alguns anos, espantosamente reservados, prudentes ou silenciosos a respeito do assunto. Há alguns meses, Jacques Attali (homem de negócios judeu e historiador), acaba de decretar: «A imensa maioria dos judeus assassinados foram-no pelas armas individuais dos soldados e polícias alemães, entre 1940 e 1942, e pelas fábricas da morte criadas depois» («Groupes de criminels?», L’Express, 1 de Junho de 2006, p. 60). Este modo implícito de obviar ao tema das pretensas câmaras de gás nazis torna-se corrente. Tenta-se substituir a mentira de Auschwitz pela mentira de Babi Yar ou outras fantásticas matanças na Ucrânia ou nos Países Bálticos mas nem uma única vez nos dão a esse respeito provas científicas tais como relatórios de exumação e de autópsia, como foi o caso para as matanças reais perpetradas pelos soviéticos em Katyn, Vinnitsa ou outros locais. Quanto ao número de mortos em Auschwitz, quase já não nos dizem que foram 9.000.000 (como em Nuit et Brouillard), 8.000.000, 6.000.000 ou 4.000.000 (como no Processo de Nuremberga ou nas estelas de Auschwitz-Birkenau até 1990). Conformam-se com 1.500.000 (como nessas mesmas estelas desde 1995), ou com 1.100.000, ou com 700.000 (como escrevia Jean Claude Pressac), ou ainda de 510.000 (como concluiu Fritjof Meyer en 2002: «Die Zahl der Opfer von Auschwitz», Osteuropa, Maio de 2003, p. 631-641), não possuindo todas estas últimas cifras mais fundamento que as precedentes.
sexta-feira, 5 de junho de 2009
A Nova Ordem Mundial vs Teorias da Conspiração
Podem também ver aqui também um vídeo (já antigo, mas com perguntas e dúvidas ainda actuais) um vídeo sobre o suposto ataque ao Pentágono.
E se tudo isto pode parecer, para muitas pessoas, unicamente "teorias da conspiração", leiam esta série de artigos sobre estas e outras supostas "conspirações".
A Todos os Meus Amigos Brasileiros
Revisionismo do Holocausto (VII)

[Tradução (Relembrando a revolta dos Palestinianos numa Palestina ocupada pelos Sionistas): "Não! Não! Não! Batam neles até à morte PRIMEIRO! Depois é que os enterram!"]
* O número ‘seis milhões’ é um número místico, orignário de escrituras Judias e, em particular, é o número de Judeus necessários para morrerem e para que seja possível o estabelecimento do estado de Israel. Isso explica porque "o governador de Nova Iorque, Martin Glynn, num discurso em Albany, em Outubro de 1919 [o que são VINTE ANOS ANTES DO COMEÇO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, para todos os que são um pouco fracos com datas], revelou enfaticamente que no ´holocausto de seis milhões de Judeus, homens e mulheres', que estavam a morrer devido à 'horrorosa tirania da guerra e à fanática cobiça do sangue Judeu' durante a ‘Grande Guerra´” (Irena Zdiarska, "Holocaust Is Undeniable - But Should Be Debated", Barnes Review Oct 94: 27).
quinta-feira, 4 de junho de 2009
Apolónio de Tiana

quarta-feira, 3 de junho de 2009
A Arte do Politicamente Correcto

Revisionismo do Holocausto (VI)

[Tradução: "Lembrem-se crianças, sempre que possível, foquem a questão do Holocausto. Façam sentir-lhes pena de vocês e, ao mesmo tempo, o sentimento de culpa."]
* Não existem quaisquer provas credíveis de que as referências à ‘solução final para a questão Judaica’ diga respeito a mais outra coisa sem ser a remoção dos Judeus das áreas controladas pelo Terceiro Reich, nomeadamente as referências e alegações (falsas) na Conferência de Wansee. Particularmente, nunca foi encontrada qualquer ‘ordem de Hitler' (ou qualquer outra ordem de alguém), apesar de todos sabermos que os Alemães têm o hábito de fazer o registo de praticamente todas as suas acções, apesar de existir um memorando interno de uma conversa telefónica com Hitler assinada por Hans Lemmerer do Ministério do Interior que mostra que Hitler pretendia a solução do problema Judaico POSTA DE PARTE até ao fim da guerra.
terça-feira, 2 de junho de 2009
As Núvens da Morte - Verdade Escondida ou Teoria da Conspiração?
segunda-feira, 1 de junho de 2009
Revisionismo do Holocausto (V)

* Os Revisionistas provaram que a salas apontadas como alegadas ‘câmaras de gás’ nunca poderiam ter sido utilizadas para cumprir esse objectivo. A primeira investigação sobre este problema não foi feita durante os julgamentos de Nuremberga, mas sim muitos anos depois por Fred Leuchter, um engenheiro Americano e perito em execuções, que retirou amostras das paredes das supostas ‘câmaras de gás’ de vários campos e chegou à conclusão de que não existiam suficientes resíduos de gás cinídrico – uma impossibilidade se aquelas salas tivessem sido usadas para o que é alegado. (Apesar dos defeitos do trabalho de Leuchter, as suas conclusões foram confirmadas de forma independente por dois outros especialistas, Walter Luftl e Germar Rudolf.)
domingo, 31 de maio de 2009
As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XX)

Observação: Quase a cada palavra, estas frases demonstram que o seu autor se encontra reduzido a especulações aventurosas. Quando ousa avançar sem o mínimo indício que eventualmente Hitler se fez entender por «um silêncio ou um gesto de assentimento», não faz mais que retomar a teoria do «nod» (sinal de cabeça do Führer!) emitida pelo professor Christopher Browning no processo Zündel em Toronto em 1988. Nenhum universitário de convicções anti-revisionistas se mostrou mais patético nem mais néscio que este shabbat-goy. A tal ponto é verdade que, aniquilada pelas vitórias revisionistas, a tese oficial acabou por esvaziar-se de todo o conteúdo científico.
Inacreditável: Ao Serviço da Verdade Histórica!

Então, nas circunstâncias certas eles poderiam até me extraditar para a Suécia para o julgamento, um país que heroicamente supriu o Terceiro Reich com reservas de minério de ferro, até mesmo quando as últimas vítimas do genocídio Nazista estavam sendo mortas.
O quê? Eu admito que houve mortes e genocídio (ou Genocídio, como meu corretor quer que eu chame), mas quase que com a mesma força eu insisto que não houve um holocausto? Como isso é possível? Bem, se você transformar eventos históricos em dogmas políticos atuais, (que até meu computador acredita) você estará então criando um tipo de religião secular, sem nenhum deus, que se torna obrigatória para qualquer um que queira participar da vida pública. Mesmo que os dogmas, por definição, são tão simplistas e grosseiros que não apenas são habitualmente falsos, como de fato provavelmente o são.
De acordo com a lei alemã, é uma ofensa dizer que seis milhões de Judeus não morreram em um holocausto. Muito bem então. Eu sou um criminoso na Alemanha. Por mais eficientes que fossem os Nazistas, eles não eram tão cirurgicamente precisos a ponto de matar seis milhões de Judeus – nenhum Judeu a mais ou a menos. Leia o resto do artigo aqui.
Dr. Mengele iniciou suas atividades em Auschwitz a 30 de maio de 1943. Seu superior direto, o médico SS Dr. Eduard Wirths, nomeou-o como médico do chamado "Campo das famílias de ciganos", na área BIIe de Birkenau. [1] Mengele interessou-se principalmente pelo estudo de gêmeos, especialmente crianças, e organizou em seguida para isso uma sala de recepção:
A brasileira afirmou que seu corpo foi marcado pelos agressores com a sigla do SVP (Partido do Povo Suíço), maior partido de direita do país. Paula ainda contou que o ataque teria feito com que ela abortasse de gêmeos e acusou os policiais que a atenderam de terem desconfiado da veracidade da história. O governo brasileiro entrou no caso e até o embaixador da Suíça no Brasil foi convocado pelo Itamaraty para dar explicações.
Paula está sendo alvo de um processo por falso testemunho, mas sua condição psiquiátrica é instável. Seu advogado, Roger Muller, confirmou que Paula está tendo "acompanhamento profissional", mas não quis entrar em detalhes. Ela foi levada ontem para uma clínica apresentando um quadro tido como "complicado". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
sábado, 30 de maio de 2009
Os Limites do Terrorismo e Outras Notícias

quinta-feira, 28 de maio de 2009
O Livro da Quinta

O novo livro de Antony Beevor, que pode ser encontrado aqui, já está a levantar alguma polémica, especialmente depois Beevor ter referido que o bombardeamento Aliado à cidade Francesa de Caen, durante o Dia D, "esteve muito próximo de ser um autêntico crime de guerra".
Leiam mais sobre este assunto aqui.
Revisionismo do Holocausto (IV)

* Auschwitz não era um ‘campo da morte’, como foi alegado nos julgamentos, mas um grande complexo industrial na Polónia e onde os detidos eram obrigados a trabalhos forçados.
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Qualquer Dia, Num Local Bem Perto de Si...

(…) O estado tem uma ponderosa arma à sua disposição para controlar as massas: o medo. A minoria pode controlar e escravizar a maioria enquanto a maioria temer a minoria. O estado fará tudo o que estiver ao seu alcance para manter esse controlo. O estado mentiu em diversas circunstâncias, como no ataque a Pearl Harbor; mentiu sobre o incidente no Golfo de Tonkin; mentiu sobre o atentado na cidade de Oklahoma; mentiu sobre o TWA 800; mentiu sobre Ruby Ridge; mentiu sobre Waco e mentiu sobre o o 9/11. A grande essência do governo é o medo e a mentira.
Leia o artigo na integra aqui.
terça-feira, 26 de maio de 2009
Sete Crianças Judias
A pequena peça de 10 minutos de Churchill consiste em sete curtas cenas em que adultos Israelitas discutem como deverão explicar às crianças, que nunca são vistas em palco, sete momentos chaves de Israel e da história Judia. Isto inclui o Holocausto, a primeira Intifada e o recente bombardeamento de Gaza. De acordo com Churchill, a peça explora "as dificuldades de explicar a violência às crianças.
Revisionismo do Holocausto (III)

segunda-feira, 25 de maio de 2009
Mais Umas Ligações

Partido Popular Monárquico Denuncia 'Bilderberg'
