segunda-feira, 15 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Prática


Conclusão prática

Existem meios práticos para iniciar uma verdadeira acção contra essa falsa religião cujo santuário se situa em Auschwitz.

Como se sabe, no centro de Auschwitz encontra-se uma câmara de gás emblemática. Até hoje, cerca de trinta milhões de turistas a visitaram. Trata-se de uma impostura; todos os historiadores disso têm consciência e as autoridades do Museu Estatal de Auschwitz sabem-no melhor que ninguém. Ora a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a pedido do governo polaco, incluiu, em 26 de Outubro de 1979, o campo na lista dos sítios ou bens culturais (Cultural Property) do Património mundial, assumindo a responsabilidade pela preservação da sua autenticidade. Pela minha parte, sugiro pois que a UNESCO seja demandada judicialmente por esse caso de impostura, que constitui um atentado à educação, à ciência e à cultura. De modo mais geral, poderíamos retomar a frase pronunciada em 1979 por Jean-Gabriel Cohn Bendit: «Lutemos, pois, para que se destruam aquelas câmaras de gás que se mostram aos turistas nos campos em que agora se sabe nunca ter existido nenhuma» (Libération, 5 de Março de 1979, p. 4).

Existem outros meios práticos de lutar contra a tirania do mito do «Holocausto», começando pela comunicação ao mundo inteiro destas «vitórias revisionistas» que até aqui se lhe ocultaram. Confio nos revisionistas presentes nesta assembleia para que nos sugiram outros meios e para que os debatamos.

Pela prática da mentira em grande escala, os sectários do «Holocausto» foram-se convertendo pouco a pouco em inimigos do género humano. Desde há mais de sessenta anos, vão sentando no banco dos acusados pouco menos que o mundo inteiro. O seu principal alvo foi, naturalmente, a Alemanha e todos quantos, com este país, acreditaram dever lutar contra Estaline do mesmo modo que outros, no lado contrário, acreditavam dever lutar contra Hitler. Mas no seu frenesim acusador, as organizações judaicas foram ao ponto de reprovar os aliados pela sua pretensa «indiferença» criminosa ao destino dos judeus europeus. Dirigiram acusações a Roosevelt, a Churchill, a de Gaulle, ao Papa Pio XII, ao Comité Internacional da Cruz Vermelha bem como a muitas outras personalidades, instituições ou países por não terem denunciado a existência das «câmaras de gás». Mas, como se poderia ter dado por verídico o que, com manifesta evidência, mais não era que um grotesco rumor de guerra? Basta ler a obra do judeu Walter Laqueur The Terrible Secret (Londres, Weidenfeld & Nicholson, 1980, 262 p.), para aí notar umas trinta referências ao cepticismo, perfeitamente justificado, do campo aliado, perante o caudal de rumores procedentes de fontes judaicas. Haviam sido levadas a cabo investigações que permitiam concluir que os rumores eram infundados. Foi, portanto, clarividência e não indiferença, que os Aliados e demais acusados demonstraram. E foi essa mesma clarividência que, depois da guerra, nos seus discursos ou memórias, Churchill, de Gaulle e Eisenhower, manifestaram ao não mencionarem uma única vez as ditas «câmaras de gás».

A guerra e a propaganda de guerra necessitam da mentira assim como as cruzadas e o espírito de cruzada se alimentam do ódio. Ao invés, a paz e a amizade entre os povos não podem senão ganhar com a preocupação de exactidão em matéria de investigação histórica, investigação essa que deve poder ser exercida em completa liberdade.

domingo, 14 de junho de 2009

Uma Alma... Do Outro Mundo?...

Fiquei a par desta história bastante curiosa e não resisti em partilhar com todos vós.

Trata-se da história de James Leininger que, duas semanas depois do seu segundo aniversário, começou a ter pesadelos alucinantes e com grandes dificuldades em conseguir parar. Quando James começou a gritar e a recorrer a frases como: "Avião a arder! O pequeno homem não consegue sair!", a sua família percebeu que tinha que fazer alguma coisa.

Como os detalhes de aviões e tragédias de guerra que nenhuma criança de dois anos poderia saber - descrições que passaram a ocorrer até durante o dia - não cessavam, Bruce and Andrea Leininger começaram a perceber que estavam perante uma situação inacreditável.

Toda a história está relatada neste livro e nele podemos ficar a saber como os Leiningers juntaram todas as peças com o objectivo de perceberem aquilo que o seu filho tentava comunicar e, eventualmente, descobrirem que ele poderia estar a reviver uma outra vida passada, nomeadamente com o nome de James Huston, um piloto de caças durante a Segunda Guerra Mundial.

Enquanto Bruce Leininger lutava por perceber o que estava a acontecer ao seu filho, ele ficou também a conhecer os detalhes da vida - e da morte - de James Hustone, um piloto que fascinou completamente o mundo militar da época.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e assistir ao vídeo a seguir.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Livros do IHR


Jeff Gates

Um olhar atordoante na corrupção entrincheirada no sistema político americano, que levou a uma secreta aliança denominada "Primeiro Israel" e que tem como objectivo o controlo da vida política nos EUA. Pelos média, na vida académica, na cultura popular e na política, este grupo tomou o controlo da política internacional dos EUA e conseguiu enganar o público, indo para uma guerra que apenas interessa ao estado Sionista. O autor deste livro é procurador e conselheiro em política financeira e trabalhou durante sete anos no Comité Financeiro do Senado.




Mark Green

Uma colecção provocante e memorável de 30 importantes artigos sobre o Sionismo e a história Israelita, o impacto do lobby pró-Israel e o papel dos EUA no Médio Oriente e ainda muito mais. Os artigos foram escritos por Kevin MacDonald, Charley Reese, Joe Sobran, Mark Weber, James Petras, Alison Weir, Richard Curtiss, entre outros.




Roger Garaudy

Neste trabalho, um proeminente académico francês aplica uma série de golpes poderosos contra vários mitos históricos que, durante décadas, procuraram justificar a agressão e a repressão Sionista, nomeadamente a lenda Israelita de "terra sem povo para um povo sem terra", assim como o mais sacrado dos ícones Judeu-Sionistas, a história do extermínio durante o Holocausto. Para benefícios financeiros, como alibi para políticas indefensáveis e para outras razões, os Judeus usaram aquilo que este autor denomina de "mitos teológicos" pra reivindicar para eles próprios um "direito de escolha teológica divina".



John Sack

A história pouco conhecida de como as vítimas Judias do Terceiro Reich infligiram um idêntico sofrimento terrível a Alemães inocentes. Os agentes do Departamento de Segurança do Estado, uma parte do governo pós-guerra Polaco dominado pelos Soviéticos, tomaram de assalto casas Alemãs, num total de cerca de 200.000 homens, mulheres e crianças - 99 por cento dos quais sem serem combatentes, ou seja, eram civis inocentes. Entre 60.000 e 80.000 Alemães morreram nas mãos desse Departamento.



Patrick J. Buchanan

Um impressionantemente e persuasivo argumento escrito com o objectivo de desmascarar a história "oficial" aceite sobre as origens da Segunda Guerra Mundial realizado por um dos comentaristas mais influentes da América. Esta é a abordabgem revisionista mais importante de há muitos anos a esta parte sobre as origens e as consequências da Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Buchanan fornece-nos também uma dissecção excepcional da imagem do primeiro-ministro Britânico Winston Churchill.



Hitler's War

David Irving

Este monumental e meticulos trabalho de referência desarma a imagem conhecida de Hitler, da alemanha do Terceira Reich e da Segunda Guerra Mundial. Esta obra completamente actualizada é uma edição de capa dura de luxo é o resultado de 25 anos de pesquisa dedicada e de estudo inigualados, possuindo quase 200 fotografias raras, muitas a cores, extensas notas com fontes e um índice detalhado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O "Outro" Dia-D


Tal como tinha noticiado aqui, o novo livro de Antony Beevor, que pode ser encontrado aqui, está a levantar alguma polémica, especialmente depois Beevor ter referido que o bombardeamento Aliado à cidade Francesa de Caen, durante o Dia-D, "esteve muito próximo de ser um autêntico crime de guerra".

Já pouco faltará para que os seus críticos - que o acusam de "apenas querer publicitar a sua obra"- também passarem a acusá-lo de "nazi" ou "anti-semita" e para que algum grupo paladino de "defensores da democracia" (???!!!!) lhe atirarem ovos e palavras de ordem. Outros irão procurar na sua infância alguma raíz "extremista" ou uma ligação ou amizade "perigosa". Cá estaremos para ver.

Mas afinal o que escreve Antony Beever para que, numa altura em que se comemorava o aniversário do "Dia D" - com a 'pompa e circunstância' do costume - alguns espíritos mais sensíveis tenham ficado tão incomodados? Parece que referir a morte de cerca de 20 mil civis Franceses (os tais "danos colaterais" do agora) ou a destruição da cidade de Caen, entre outras inúmeras atrocidades, não fica bem entre que nos vinha "salvar"...

O que fica bem é manter a ideia de que, de um lado, estiveram sempre "os maus" e que depois vieram "os bons" para nos "libertar". O que fica bem - mas mesmo bem!, porque raramente se vê um historiador ou um analista de história incomodado com isto - é manter o silêncio perante estas palavas de Winston Churchill:

"Você tem que perceber que esta guerra não é contra Hitler nem contra o Nacional Socialismo, mas contra a força do povo Alemão, que deve ser esmagado de uma vez por todas, independentemente de estar nas mãos de Hitler ou de um sacerdote Jesuíta" (Emrys Hughes, Winston Churchill, His Career in War and Peace, p. 145) - sobre este assunto, podem ler mais aqui.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Geral


[Tradução: "- Então, Sr. Deus, usou ou não usou a palavra JUDEU em vão?"


Conclusão geral

Temos o privilégio de assistir, neste início do século XXI, a um sério questionar de uma das maiores mentiras da história. Por mais que o mito do «Holocausto» brilhe como mil fogos, na realidade está-se consumindo.

Serviu para justificar a criação na terra da Palestina de uma colónia guerreira que tomou o nome de «Estado judeu» e que se dotou de um «Exército judeu».

Impõe ao mundo ocidental o jugo de uma tirania judaica ou sionista que se exerce em todos os âmbitos da vida intelectual, universitária e mediática.

Envenena até à alma de um grande país, a Alemanha.

Permitiu extorquir a este último país, assim como a muitos outros do mundo ocidental, somas exorbitantes em marcos, em dólares ou em euros.

Subjuga-nos com filmes, museus, livros que alimentam o fogo de um ódio de carácter talmúdico.

Permite o apelo à cruzada armada contra «o eixo do mal» e para tal, fabricar, conforme as necessidades, as mais desavergonhadas mentiras, precisamente segundo o modelo da Grande Mentira do «Holocausto» porque não há nenhuma diferença entre as «armas de destruição maciça» de Adolf Hitler e as de Saddam Hussein.

Permite acusar quase o mundo inteiro e exigir em toda a parte «arrependimento» e «reparações», quer por pretensas acções dirigidas contra «o povo eleito de Yahweh», quer por uma pretensa cumplicidade no crime, quer por uma pretensa indiferença geral perante a sorte dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Tem no seu activo vagas sucessivas de julgamentos falseados, a começar pelo infame processo de Nuremberga. Autorizou milhares de enforcamentos de soldados vencidos, uma Depuração atroz, a deportação de milhões de civis expulsos da terra dos seus antepassados, saques sem nome, dezenas de milhares de escandalosas acções judiciais, incluindo, hoje em dia, processos persecutórios a octogenários ou nonagenários contra os quais judeus «milagrosamente salvos» se apresentam a prestar falsos testemunhos.

Estas abominações, esta desmedida na mentira e no ódio, este húbris que o destino, num dia ou noutro, acaba sempre por castigar, em resumo todos estes excessos, têm de terminar. Nenhum povo mostrou mais paciência frente a esse húbris judaico ou sionista do que o povo árabe; ora acontece que mesmo esse povo está a atingir o limite da sua paciência. Vai-se desembaraçar do jugo israelita e fazer entender ao Ocidente que é chegado o momento de procurar uma verdadeira paz em vez de sustentar pela força das armas um estado artificial que apenas se mantém pela força. Mesmo no Ocidente, mesmo nos Estados Unidos, começam a abrir-se alguns olhos e começa-se a tomar consciência dos riscos que impõe à comunidade internacional uma submissão tão prolongada à falsa religião do «Holocausto», arma nº 1, espada e escudo do Estado de Israel.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (VIII)



[Tradução: "Comparado com a mentira dos 6 milhões, esta deve ser fácil!"]


(continuação)



* A OJV alterou-se significativamente nos últimos anos. Já mencionámos que as alegações do ‘sabão’ e dos ‘candeeiros’ são, actualmente, rejeitadas até pelos historiadores ‘do sistema’; isso não impede os Judeus de continuarem a manter cerimónias fúnebres pelas novas descobertas de barras de sabão do antigo Reich (desconhecemos se fazem o mesmo com os candeeiros.)

Outra característica da OJV original e que foi alterada foi a alegação de que os Judeus foram exterminados em campos na Alemanha, assim como na Polónia – uma alegação que foi abandonada há algum tempo.

Outra alegação igualmente abandonada foi a de teriam sido desenvolvidos assassinatos em massa através de métodos como vapor, electricidade, furgões de gás (com o uso dos tubos de escape) e fossas a arder; e, na realidade, o Holocausto recebeu este nome pela última alegação – mais outra ironia das congéneres de mentiras.


* Aquilo que mais fez convencer as pessoas de que as alegações das atrocidades Alemãs eram verdadeiras são os filmes que todos nós já vimos da libertação dos campos de concentração, nos quais são mostrados pilhas de corpos amontoados e detidos que sobreviveram e que mais parecem esqueletos andantes. Mas, na realidade, estes filmes chocantes não comprovam as atrocidades Alemãs e, de facto, acabam mesmo por refutar a alegação das “câmaras de gás”: se os Alemães estivessem a gasear Judeus aos milhares, como alegam as OJV, então os Judeus simplesmente não chegariam ao ponto de estarem a morrer de fome, como mostram os “esqueletos andantes”.

A fome, e isto tem que ser salientado, foi um reflexo do facto de que, durante o final da Guerra, as linhas de abastecimento Alemãs estavam desfeitas e a comida não chegava aos campos. E, sobretudo, não podemos pensar que existe algo de único, atribuído aos Alemães, sobre os “esqueletos andantes” em “campos de concentração”: aconteceu exactamente o mesmo na prisão de Andersonville durante a Guerra Civil Americana, e a fotografia da direita é mesmo de um desses detidos.


(continua)

O Ataque ao USS Liberty - 42 anos Depois

Passaram 42 anos e a maioria de pessoas nunca ouviu falar sobre o ataque de 1967 ao USS Liberty por Israel em que 34 americanos foram mortos e 172 ficaram seriamente feridos. O Revisionismo em Linha acompanhou sempre este episódio e decidiu voltar a falar dele.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e assistir em baixo a mais um dos muitos vídeos (por enquanto) ainda disponíveis no Youtube.


domingo, 7 de junho de 2009

Selecção em Auschwitz-Birkenau


A moral deste relato é que não se pode escrever a história somente se apoiando nos depoimentos das testemunhas.

A versão oficial nos imposta pelo código penal afirma que a SS separava, logo na chegada a Auschwitz-Birkenau, os recém-chegados segundo o sexo, e então os colocava em duas filas:

- de um lado, “a fila direita”, formada por aqueles capacitados ao trabalho e que a princípio eram poupados, mas depois agraciados com uma morte rápida através do trabalho;

- do outro lado, “a fila esquerda” composta por incapacitados ao trabalho, (os doentes, inválidos, as crianças e suas acompanhantes) e que eram escolhidos para o gaseamento e incineração imediata.

As pessoas que não acreditam nisso são os incrédulos, ou seja, seres repugnantes e mais além, criminosos de pensamentos (segundo Lionel Jospin). Analisemos então o caso do comboio belga nr. XXV, que a 21 de maio de 1944 chegou a Auschwitz, ou seja, no início do período negro da história deste campo (numa época quando devia haver teoricamente uma capacidade máxima diária de 24.000 gaseados).

(...)

A descrição que nos fornece Régine B. sobre a seleção, após a chegada, não poderia se ajustar melhor no dogma do holocausto: o relato é sobre guardas armados da SS, de chicote, com cachorros que latiam (como se vê, todos os ingredientes que não se encontram nas fotos que foram feitas em Auschwitz). Bem lembrado, Régine B. não perde a oportunidade para difamar os revisionistas que duvidam de seu relato. Mas o que aconteceu exatamente na rampa?

Pode continuar a ler aqui.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Um Balanço Sobre as Mesmas


Recapitulemos brevemente estas vitórias revisionistas.


Postos entre a espada e a parede pelos revisionistas, os historiadores oficiais do suposto extermínio físico dos judeus acabaram por reconhecer que, desde o ponto de vista histórico e científico, já não lhes resta nenhum argumento para suportar a sua atroz acusação.


Reconhecem, com efeito:


1) que não podem remeter-nos a nenhum documento que prove o crime;


2) que são incapazes de apresentar a menor representação da arma do crime;


3) que não possuem provas, nem sequer elementos de provas; 4) que não podem indicar nenhum testemunho verídico (veja-se supra a opinião de Simone Veil);


5) que o seu dossier está podre (bis), irremediavelmente podre e que o seu destino é acabar nos caixotes do lixo da história;


6) que as fontes outrora invocadas se revelaram não só mais escassas do que pretendido, mas ainda duvidosas;


7) que os pretensos vestígios são poucos, dispersos e de difícil interpretação;


8) que houvera da sua parte falsificações, disfarce e artifício;


9) que para sustentar a tese oficial se invocou com demasiada frequência uma «história tola» (sic), a de uma decisão de exterminar os judeus que teria sido tomada em 20 de Janeiro de 1942 em Berlim-Wannsee;


10) que o primeiro de entre eles, Raul Hilberg, se encontra hoje reduzido a tudo explicar de modo disparatadamente excêntrico, através de supostas iniciativas que a burocracia alemã, segundo ele, teria ousadamente adoptado, sem ordem, sem plano, sem instrução, sem controle e simplesmente graças, ao que parece, a um incrível encontro de mentes e a uma transmissão de pensamento consensual.


Estes historiadores oficiais não souberam responder a nenhuma solicitação ou contestação dos revisionistas, como: 1) «Show me or draw me a Nazi gas chamber» ["Mostrem-me ou desenhem-me uma câmara de gás Nazi"]; 2) «Bring me one proof, one single piece of evidence of your own choosing, on the grounds of which to assert that there was a genocide»["Tragam-me uma prova, uma simples evidêndia escolhida por vós, na qual esteja a prova de que existiu um genocídio"] ; 3) «Bring me a testimony, one single testimony, the best one in your opinion» [Tragam-me um testemunho, o melhor, na vossa opinião"], ou ainda 4) «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocausto"].


Encostados às cordas do ringue, os historiadores conformistas apelaram aos tribunais para condenar os revisionistas, mas, ao invés do que se poderia supor, deu-se o facto de os juízes, por vezes, terem ido ao ponto de render homenagem à probidade dos revisionistas, ou de manifestar a sua surpresa ante a escassez ou ausência de provas documentais dos acusadores. A partir daí, inicialmente em França e depois em muitos outros países da Europa, o recurso desses acusadores foi pedir a aprovação de leis especiais para fazer calar os revisionistas. E com isso assinaram a sua condenação. Recorrer a leis especiais, à polícia e à prisão, é confessar a sua impotência na utilização dos argumentos da razão, da história e da ciência.

Poderiam recordar-se aqui cem argumentos mais que demonstrassem que, no plano da história e da ciência, já não resta pedra sobre pedra no imenso edifício de mentiras erigido pelos sectários do «Holocausto» ou da «Shoah». Em contraste com este campo de ruínas vimos como se construiu o edifício de toda uma literatura revisionista. Nela se descobre uma profusão de documentos, fotografias, peritagens, transcrição de julgamentos, relatórios técnicos e científicos, testemunhos, estudos estatísticos, tudo isso com referência a cem aspectos da história da Segunda Guerra Mundial, que mostram o que foi na realidade o destino dos judeus europeus e que demonstram de modo luminoso que a versão judaica desta guerra pertence em boa medida ao universo do mito. Partindo do mito, os judeus passaram à mitologia e da mitologia à religião ou, melhor, a uma aparência de religião. Hoje os sacerdotes dessa falsa religião assemelham-se, cada vez mais, a esses párocos que continuam a celebrar o culto e que repetem as fórmulas consagradas mas, manifestamente, sem manterem a fé. Já não crêem realmente no seu «credo». É assim que, por exemplo, desde há uns dez anos, os vemos aconselhar aos seus bandos que observem a maior discrição possível acerca do tema das câmaras de gás. Nas suas memórias, a notória falsa testemunha Elie Wiessel escreveu em 1994: «As câmaras de gás, mais vale que permaneçam fechadas aos olhares indiscretos. E à imaginação» (Tous les fleuves vont a la mer..., Paris, Le Seuil, 1994, p. 97). Tal como ele, Claude Lanzmann (autor do filme Shoah), Daniel Goldhagen (autor de Hitler’s Willing Executioners), Simone Veil (ex presidente do Parlamento Europeu, já citada), François Léotard (ex ministro) vêm-se tornando, desde há alguns anos, espantosamente reservados, prudentes ou silenciosos a respeito do assunto. Há alguns meses, Jacques Attali (homem de negócios judeu e historiador), acaba de decretar: «A imensa maioria dos judeus assassinados foram-no pelas armas individuais dos soldados e polícias alemães, entre 1940 e 1942, e pelas fábricas da morte criadas depois» («Groupes de criminels?», L’Express, 1 de Junho de 2006, p. 60). Este modo implícito de obviar ao tema das pretensas câmaras de gás nazis torna-se corrente. Tenta-se substituir a mentira de Auschwitz pela mentira de Babi Yar ou outras fantásticas matanças na Ucrânia ou nos Países Bálticos mas nem uma única vez nos dão a esse respeito provas científicas tais como relatórios de exumação e de autópsia, como foi o caso para as matanças reais perpetradas pelos soviéticos em Katyn, Vinnitsa ou outros locais. Quanto ao número de mortos em Auschwitz, quase já não nos dizem que foram 9.000.000 (como em Nuit et Brouillard), 8.000.000, 6.000.000 ou 4.000.000 (como no Processo de Nuremberga ou nas estelas de Auschwitz-Birkenau até 1990). Conformam-se com 1.500.000 (como nessas mesmas estelas desde 1995), ou com 1.100.000, ou com 700.000 (como escrevia Jean Claude Pressac), ou ainda de 510.000 (como concluiu Fritjof Meyer en 2002: «Die Zahl der Opfer von Auschwitz», Osteuropa, Maio de 2003, p. 631-641), não possuindo todas estas últimas cifras mais fundamento que as precedentes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A Nova Ordem Mundial vs Teorias da Conspiração



Podem também ver aqui também um vídeo (já antigo, mas com perguntas e dúvidas ainda actuais) um vídeo sobre o suposto ataque ao Pentágono.

E se tudo isto pode parecer, para muitas pessoas, unicamente "teorias da conspiração", leiam esta série de artigos sobre estas e outras supostas "conspirações".

A Todos os Meus Amigos Brasileiros

Tendo em conta a grande quantidade de visitantes do Brasil registado no contador do Revisionismo em Linha, decidi oferecer-lhes este vídeo.

Revisionismo do Holocausto (VII)


[Tradução (Relembrando a revolta dos Palestinianos numa Palestina ocupada pelos Sionistas): "Não! Não! Não! Batam neles até à morte PRIMEIRO! Depois é que os enterram!"]




(continuação)


* Os números referentes à população Judaica publicados em diversos trabalhos, tanto antes como após a Guerra, não mostram um decréscimo da população Judaica, mas, pelo contrário, um CRESCIMENTO. Estes trabalhos de referêcia demonstram igualmente que NEM SEQUER EXISTIAM SEIS MILHÕES DE JUDEUS NA EUROPA OCUPADA PELOS NAZIS DURANTE AQUELE PERÍODO.


* O número ‘seis milhões’ é um número místico, orignário de escrituras Judias e, em particular, é o número de Judeus necessários para morrerem e para que seja possível o estabelecimento do estado de Israel. Isso explica porque "o governador de Nova Iorque, Martin Glynn, num discurso em Albany, em Outubro de 1919 [o que são VINTE ANOS ANTES DO COMEÇO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, para todos os que são um pouco fracos com datas], revelou enfaticamente que no ´holocausto de seis milhões de Judeus, homens e mulheres', que estavam a morrer devido à 'horrorosa tirania da guerra e à fanática cobiça do sangue Judeu' durante a ‘Grande Guerra´” (Irena Zdiarska, "Holocaust Is Undeniable - But Should Be Debated", Barnes Review Oct 94: 27).

Também é relevante o facto de que, apesar da redução do número reivindicado de 4 milhões para 1,1 milhões de Judeus assassinados em Auschwitz , o número de 'seis milhões' nunca foi alterado e é assim que, na lógica matemática da ‘Cabalista Orwelliana’ na qual é baseada, seis menos três é igual a seis.


(continua)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Apolónio de Tiana


O assunto apareceu num comentário ao qual, infelizmente, não respondi na altura. Mas aqui fica o reparo. Hoje não vos trago "um livro da Quinta", mas algo que vos poderá trazer também uma diferente, agradável e curiosa leitura: Apolónio de Tiana.

Podem ler aqui muito mais sobre esta misteriosa figura que a Igreja Católica procurou sempre esconder.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A Arte do Politicamente Correcto


O politicamente correcto que se instalou como uma carraça nas nossas vidas tem-nos oferecido os mais variados episódios. Vou oferecer-vos mais dois.

Nos EUA, o facto de um juíza hispânica ter sido nomeada para o Supremo fez correr muita tinta. Se por um lado, para certos casos, no mundo jornalístico, a etnia ou a religião só devem ser mencionadas quando são realmente importantes para a notícia - por outro, assistimos a casos como este, em que a juíza não é referenciada pelo trabalho que desempenhou, mas... pela sua descendência. E mesmo essa nem sequer é verdadeira, como podemos ler aqui (QUE FIQUE REGISTADO QUE O CORREIO DA MANHÃ SE RECUSOU A PUBLICAR A NOTÍCIA DA DESMONTAGEM DE MAIS ESTE EMBUSTE!).

E o politicamente correcto continua neste "país das oportunidades", que possui um presidente com uma agenda de visitas também perfeitamente "oportunista", sem respeito por todos aqueles que sofreram em Buchenwald e noutros campos de concentração e durante todo este periodo da história.

Mais exemplos não faltariam, mas a ideia é fácil de perceber: a "carraça" suga tudo e a quem tem coragem para a denunciar ela deixa as suas larvas com os seus vermes dos "ismos" do costume...

Revisionismo do Holocausto (VI)


[Tradução: "Lembrem-se crianças, sempre que possível, foquem a questão do Holocausto. Façam sentir-lhes pena de vocês e, ao mesmo tempo, o sentimento de culpa."]





(continuação)


* Existem outros problemas apontados à OJV pelas supostas ‘câmaras de gás’ e que envolvem situações como a falta de ar no sistema de circulação para espalhar e ventilar o gás, falta de meios para aquecer os discos de Zyklon B para um dispersão adequada, o facto das portas das 'câmaras de gás abriram para o EXTERIOR e o facto das fotografias aéreas tiradas pelos Aliados a Auschwitz durante a guerra não mostraram quaisquer buracos no suposto telhado das 'câmaras de gás por onde era lançado o Zyklon B - um ponto salientado pelos revisionistas do Holocausto num desafio repetido de forma incansável: "Nenhuns buracos; nenhum Holocausto"!


* Não existem quaisquer provas credíveis de que as referências à ‘solução final para a questão Judaica’ diga respeito a mais outra coisa sem ser a remoção dos Judeus das áreas controladas pelo Terceiro Reich, nomeadamente as referências e alegações (falsas) na Conferência de Wansee. Particularmente, nunca foi encontrada qualquer ‘ordem de Hitler' (ou qualquer outra ordem de alguém), apesar de todos sabermos que os Alemães têm o hábito de fazer o registo de praticamente todas as suas acções, apesar de existir um memorando interno de uma conversa telefónica com Hitler assinada por Hans Lemmerer do Ministério do Interior que mostra que Hitler pretendia a solução do problema Judaico POSTA DE PARTE até ao fim da guerra.

Além Disso, os Nazis cooperaram realmente com os Sionistas através de um denominado Acordo de Transferência ("Ha'avara") para o treino de Judeus para a sua colocação na Palestina eos campos de treino para os Sionistas eram os únicos locais na Alemanha Nazi onde a bandeira do estado Sionista estava autorizada.


(continua)

terça-feira, 2 de junho de 2009

As Núvens da Morte - Verdade Escondida ou Teoria da Conspiração?

O Revisionismo em Linha tem procurado mostrar, essencialmente, que a história tem sempre outras histórias por detrás; que o facto histórico não tem a palavra "comprovado" atrás de si; que tudo deve ser questionado sem limitações, sem tabús, sem censuras, em nome da liberdade de expressão e da verdade histórica. O Revisionismo em Linha não se limita ao Revisionismo do Holocausto e a tudo o que cerca o Holoconto e a moderna inquisição. Por isso, a minha mais recente busca pela Internet levou-me a este blogue que achei bastante interessante - já o coloquei na lista da direita. E foi de lá que retirei os vídeos de baixo - com a vantagem de estarem legendados. Meras teorias da conspiração? Provavelmente. Mas que dão que pensar, isso dão! Como sempre disse, algumas coisas que aqui são divulgadas não têm, necessariamente, que ir de encontro com o que pensa cada um dos que aqui colaboram.





segunda-feira, 1 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (V)







(continuação)


* Apesar de existirem espiões Aliados na maior parte dos campos relatando as condições de vida pela rádio, nenhum desses espiões alguma vez terá feito um relatório sobre assassínios em massa ou ‘câmaras de gás’. A ideia das ‘câmaras de gás’ terá aparecido, eventualmente, do facto de que todas as roupas dos prisioneiros que chegavam serem desinfectadas numa espécie de câmara de gás na qual era usado Zyklon B para eliminar piolhos que eram temidos por serem fonte de contágio para outras doenças. Estas câmaras de desinfestação, note-se, eram demasiado pequenas para matar pessoas, especialmente, para os números apresentados pela OJV.

Tem que também ser ditto que o Zyklon B, a forma de gás cianídrico supostamente utilizado para matar Judeus, era, na realidade, um processo especialmente lento para a libertação do gás cianídrico que era apropriado para a desinfestação da roupa, mas inapropriado para matar instantaneamente, como supostamente era feito nas ‘câmaras de gás’. (A ironia dos Alemães serem acusados de assassinar Judeus por um instrumento que eles (Alemães) construíram para preservar a vida dos Judeus não deve ser desprezada.)

Além disso, tal como os revisionistas afirmaram, tais mortes teriam sido impossíveis de concretizar à escala apontada pela OJV porque o gás cianídrico é de tal forma perigoso que teriam que passar algumas horas para que os cadáveres pudessem ser removidos em segurança, mesmo com a utilização de roupa de protecção e máscaras de gás. Podemos acrescentar que o gás cianídrico é explosivo. Por isso, qualquer chama por mais pequena que fosse – viesse da fricção dos sapatos no chão ou da chama de um cigarro – causaria danos consideráveis no local – a suposta câmara de gás - para onde eram transportados os Judeus.


* Os Revisionistas provaram que a salas apontadas como alegadas ‘câmaras de gás’ nunca poderiam ter sido utilizadas para cumprir esse objectivo. A primeira investigação sobre este problema não foi feita durante os julgamentos de Nuremberga, mas sim muitos anos depois por Fred Leuchter, um engenheiro Americano e perito em execuções, que retirou amostras das paredes das supostas ‘câmaras de gás’ de vários campos e chegou à conclusão de que não existiam suficientes resíduos de gás cinídrico – uma impossibilidade se aquelas salas tivessem sido usadas para o que é alegado. (Apesar dos defeitos do trabalho de Leuchter, as suas conclusões foram confirmadas de forma independente por dois outros especialistas, Walter Luftl e Germar Rudolf.)
(continua)

domingo, 31 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XX)


20) Em 2004, um historiador francês, Florent Brayard, publicou uma obra intitulada: La «solution finale de la question juive». La technique, le temps et les catégories de la décision, Paris, Fayard, 640 p. Em 2005, numa resenha desta obra, podem-se ler as três frases seguintes: «Sabe-se que o Führer não redigiu, nem assinou uma ordem de supressão dos judeus, que as decisões – posto que houve várias – foram tomadas no segredo de conversações com Himmler, eventualmente Heydrich e/ou Göring. Supõe-se que, mais que uma ordem explícita, Hitler deu a sua aprovação a solicitações ou projectos dos seus interlocutores. Eventualmente não a terá ele sequer formulado, dando-a a entender através de um silêncio ou um gesto de assentimento» (Yves Ternon, Revue d’histoire de la Shoah, Julho-Dezembro de 2005, p. 537).

Observação: Quase a cada palavra, estas frases demonstram que o seu autor se encontra reduzido a especulações aventurosas. Quando ousa avançar sem o mínimo indício que eventualmente Hitler se fez entender por «um silêncio ou um gesto de assentimento», não faz mais que retomar a teoria do «nod» (sinal de cabeça do Führer!) emitida pelo professor Christopher Browning no processo Zündel em Toronto em 1988. Nenhum universitário de convicções anti-revisionistas se mostrou mais patético nem mais néscio que este shabbat-goy. A tal ponto é verdade que, aniquilada pelas vitórias revisionistas, a tese oficial acabou por esvaziar-se de todo o conteúdo científico.

Inacreditável: Ao Serviço da Verdade Histórica!

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Referência a alguns artigos do site Inacreditável (sempre a lutar pela verdade histórica!)

A Revisão Histórica: rompendo barreiras

Sou um negador do Holocausto, por outro lado, acredito que os “nazistas” planejavam o extermínio do povo Judeu.

Deixe-me dizer: estou, desde o início, com o Bispo Richard Willianson nesse ponto. Não houve um holocausto (ou Holocausto, como meu computador insiste em corrigir) e seis milhões de Judeus não foram assassinados pelo Terceiro Reich. Essas minhas duas afirmações são verdades irrefutáveis, ainda que este discurso possa fazer com que eu seja preso em metade dos países da União Européia.

Então, nas circunstâncias certas eles poderiam até me extraditar para a Suécia para o julgamento, um país que heroicamente supriu o Terceiro Reich com reservas de minério de ferro, até mesmo quando as últimas vítimas do genocídio Nazista estavam sendo mortas.
O quê? Eu admito que houve mortes e genocídio (ou Genocídio, como meu corretor quer que eu chame), mas quase que com a mesma força eu insisto que não houve um holocausto? Como isso é possível? Bem, se você transformar eventos históricos em
dogmas políticos atuais, (que até meu computador acredita) você estará então criando um tipo de religião secular, sem nenhum deus, que se torna obrigatória para qualquer um que queira participar da vida pública. Mesmo que os dogmas, por definição, são tão simplistas e grosseiros que não apenas são habitualmente falsos, como de fato provavelmente o são.

De acordo com a lei alemã, é uma ofensa dizer que seis milhões de Judeus não morreram em um holocausto. Muito bem então. Eu sou um criminoso na Alemanha. Por mais eficientes que fossem os Nazistas, eles não eram tão cirurgicamente precisos a ponto de matar seis milhões de Judeus – nenhum Judeu a mais ou a menos. Leia o resto do artigo
aqui.


Dr. Mengele e os gémeos de Auschwitz

Nenhum historiador foi ainda capaz de explicar por que estas crianças não foram gaseadas imediatamente na sua chegada ao campo.

Helena Kubica, pesquisadora do Museu de Auschwitz, publicou um longo artigo sob o título "Dr. Mengele e seus crimes no Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau". À procura por provas documentais para os supostos experimentos criminosos de Mengele em gêmeos, a autora vasculhou diversos documentos sobre as atividades do Dr. Mengele que estavam guardados no arquivo do Museu.
Mengele mandou construir um Jardim da Infância

Dr. Mengele iniciou suas atividades em Auschwitz a 30 de maio de 1943. Seu superior direto, o médico SS Dr. Eduard Wirths, nomeou-o como médico do chamado "Campo das famílias de ciganos", na área BIIe de Birkenau. [1] Mengele interessou-se principalmente pelo estudo de gêmeos, especialmente crianças, e organizou em seguida para isso uma sala de recepção:

"Na área do campo dos ciganos, ele mandou construir nos barracos 29 e 31 um Jardim da Infância – uma espécie de creche e pré-escola, onde vieram não apenas as crianças que estavam sob sua observação (elas habitavam o barraco 31), mas também as crianças ciganas até 6 anos. Ao todo, algumas centenas de crianças permaneciam no Jardim da Infância entre 8 e 14 horas, e eram assistidas por várias prisioneiras [...]. Os barracos usados como Jardim da Infância estavam em melhor estado do que o resto, pintados internamente, decorados com quadros coloridos que representavam cenas de lendas e contos. Por um curto período, as crianças que ali viviam recebiam um tratamento melhor – leite, manteiga, pão branco, sopa de carne, até bolo e chocolate [...]. A área atrás do barraco 31 foi cercada, ali se construiu um parquinho para as crianças com caixa de areia, carrossel, balanço e barras". (Pág. 381)

Para H. Kubica, tudo isso servia exclusivamente para "fins de propaganda" (pág. 381), pergunta-se apenas - para quem - uma vez que em Auschwitz não tinha qualquer platéia exceto os detentos. E a inacreditável e rica instalação, e justamente para um Campo de Concentração – como mencionado pela antiga detenta Anna Lipka (pág. 389) – era muito boa para as crianças para ser usada somente com "fins de propaganda". Esta descrição não está naturalmente em ressonância com os indescritíveis crimes que pesam contra Dr. Mengele, mas H. Kubica tem na manga uma "prova" decisiva. Leia o resto do artigo aqui.


Internada brasileira que simulou ataque "nazista"
Internada na Suíça brasileira acusada de simular ataque
A brasileira Paula Oliveira foi internada ontem em um hospital psiquiátrico em Zurique, na Suíça, três meses depois de ter simulado um ataque neonazista. Fontes do Judiciário local confirmaram a informação, mas disseram que a internação não foi feita por ordem judicial. A decisão teria partido de médicos e da própria família.

Em fevereiro, Paula, de 27 anos, foi protagonista de uma saia-justa entre a diplomacia suíça e brasileira. Ela afirmou à polícia local que havia sido vítima de um ataque xenófobo em uma estação de trem no subúrbio da cidade, onde morava com o namorado Marco Trepp.
A brasileira afirmou que seu corpo foi marcado pelos agressores com a sigla do SVP (Partido do Povo Suíço), maior partido de direita do país. Paula ainda contou que o ataque teria feito com que ela abortasse de gêmeos e acusou os policiais que a atenderam de terem desconfiado da veracidade da história. O governo brasileiro entrou no caso e até o embaixador da Suíça no Brasil foi convocado pelo Itamaraty para dar explicações.

Paula está sendo alvo de um processo por falso testemunho, mas sua condição psiquiátrica é instável. Seu advogado, Roger Muller, confirmou que Paula está tendo "acompanhamento profissional", mas não quis entrar em detalhes. Ela foi levada ontem para uma clínica apresentando um quadro tido como "complicado". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
FONTE: UOL

Relembre a FARSA da brasileira que simulou ataques de malvados "neonazistas" na Suíça, endossada pelo já conhecido "jornalismo" policialesco que sobrevive à sombra da Ameaça Fantasma...

sábado, 30 de maio de 2009

Os Limites do Terrorismo e Outras Notícias


O artigo é interessante e decidi, tendo em conta as críticas de que coloco demasiadas coisas em Inglês, disponibilizar a tradução da mesma em "Português" (com o devido respeito pelo tradutor e pelo seu trabalho, tive que colocar as aspas depois de ler o texto...).

Original em inglês: The Limits of Terrorism

Tradução: Joseph Skilnik

O terrorismo funciona, isto é, consegue alcançar os objetivos dos seus perpetradores?

Com os ataques do terror tendo se transformado em uma rotina e em uma ocorrência quase diária, especialmente no Iraque, Afeganistão e Paquistão, a sabedoria popular sustenta que o terrorismo funciona muito bem. Por exemplo, o já falecido Ehud Sprinzak da Universidade Hebraica atribuiu a predominância do terrorismo suicida à sua "pavorosa eficácia". Robert Pape da Universidade de Chicago argumenta que o terrorismo suicida está aumentando "porque os terroristas aprenderam que ele compensa". O professor de direito de Harvard, Alan M. Dershowitz, intitulou um de seus livros Porque o Terrorismo Funciona.

Mas Max Abrahms, membro na Universidade de Stanford, contesta esta conclusão, observando que ela se foca estreitamente nas famosas vitórias, porém raras, do terrorismo - ignorando, o mais amplo, se não o mais obscuro do padrão dos fracassos do terrorismo. Para remediar esta deficiência, Abrahms analisou detalhadamente cada um dos 28 grupos terroristas assim designados pelo Departamento de Estado dos Estados Unidos desde 2001 e calculou quantos deles alcançaram seus objetivos.

Seu estudo, "Porque o Terrorismo não Funciona", descobriu que esses 28 grupos tiveram 42 objetivos políticos diferentes e que alcançaram somente 3 deles, uma taxa de êxito desprezível de 7 por cento. Essas três vitórias seriam: (1) o sucesso de Hisbolá em expulsar tropas de paz multinacionais do Líbano em 1984, (2) o sucesso do Hisbolá em expulsar as forças israelenses do Líbano em 1985 e em 2000 e (3) o sucesso parcial dos Tigres Tâmeis na conquista do controle sobre as áreas do Sri Lanka após 1990.

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

Paralelamente, gostaria que analisassem esta notícia sobre os supostos abusos em Abu Ghraib.

A eterna luta dos "bons" contra os "maus" leva sempre à tomada de medidas radicais que permite, mais tarde ou mais cedo, uma desculpabilização das mesmas porque... as intenções eram boas... Era tudo feito para "nos proteger"... Tudo fazia parte da tal "guerra preventiva" - a "guerra boa dos bons" - à qual se associam os tais "danos colaterais" que para outros - os "maus" - têm a denominação de "massacres" ou "genocídios".

Outros "crimes" que parecem estar a tomar proporções interessantes - se a situação não fosse trágica passava por cómica - são os denominados "crimes do pensamento" - reparem na fotografia o pormenor de apanhar Toben a fazer uma "saudação" muito peculiar (este jornalismo independente espanta-nos pelo seu profissionalismo!).

Existem certos grupos de pressão que sempre que dão uns pulinhos de indignação, obrigam alguns governantes a "retratarem-se", numa quase humilhação cada vez mais difícil de suportar.

Para essa gente, pior do que ser homicida, pedófilo ou corrupto, é ser um "revisionista"! Porque todos têm que pagar! Todos... os que algum dia se atreveram a enfrentar os representantes do "povo eleito". Não me admirava nada que ainda inventassem uma lei para que, mesmo depois de morto, alguém lhes fosse cobrar alguma coisa...