quinta-feira, 23 de abril de 2009

Algumas Notícias Soltas


Alguns artigos interessantes que gostaríamos partilhar com vocês.

Um mundo sem fronteiras – o sonho do Grupo Bilderberg: A Bilderberg irá continuar a impulsionar a criação de um governo mundial na reunião secreta de 14 a 19 de Maio em Vouliagmeni, na Grécia, de acordo com um dos participantes. Alice Rivlin (na foto), que tem representado a Instituição Brookings na Bilderberg, sorri e acena afirmativamente quando questionada se a agenda deste ano inclui “um governo mundial, um mundo sem fronteiras e uma União Americana.”
Há muitos anos que estes são objectivos da Bilderberg mas têm sido bloqueados pelo que os participantes se referem pejorativamente como “nacionalismo”. A Bilderberg tenciona expandir o Acordo do Livre Comércio Norte Americano por todo o Hemisfério Ocidental como prelúdio ao estabelecimento de uma “União Americana” semelhante à da União Europeia. O objectivo último é a criação de um governo mundial sob a égide das Nações Unidas. A sua maior excitação na Bilderberg?
[leia a notícia na íntegra]

Plutocratas irão reunir-se na Grécia: A Bilderberg vai regressar à sua cena do crime de 1993 numa tentativa de se reunir secretamente em Vouliagmeni, na Grécia, de 14 a 17 de Maio. A Bilderberg retornará à propriedade dos hotéis Nafsika Astir Palace em Vouliagmeni, a 20 milhas de Atenas, e encontrar-se resguardada por guardas no Westin Nafsika. [leia a notícia na íntegra]

Globalistas temem uma aliança entre a Bielo-Rússia e o Irão: A crise económica global do último ano está a desempenhar o seu papel na recriação de novas fronteiras e alianças políticas. Uma das mais danosas para os interesses dos EUA é o desenvolvimento de laços financeiros e militares entre a Bielo-Rússia e o Irão. [leia a notícia na íntegra]

Expansionismo e racismo são as raízes dos problemas do mundo: O presidente do Irão, Mahmud Ahmadinejad, manifestou na cidade suíça de Genebra, onde encontra nesta altura para participar na Conferência Internacional Contra o Racismo Durban II: “A definição incorrecta do ser humano e da comunidade humana, os egoísmos, o expansionismo e o racismo, são as raízes dos problemas da humanidade.” [leia a notícia na íntegra]

Parlamentar iraniano tacha de "barbárie moderna" o gesto dos apoiantes do sionismo em genebra: Kazem Yalali, port-voz da Comissão de Segurança Nacional e Política Externa do Parlamento do Irão, manifestou terça-feira em declarações à IRAN: “O gesto dos apoiantes do regime sionista ao provocarem um alvoroço quando o presidente do Irão tomava a palavra na conferência contra o racismo de Durban II provocou muitas reacções. Estes gestos são uma barbárie moderna que demonstra o carácter esclavagista deles e são um indicativo da veracidade das posturas do Irão.” [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 22 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIV)



14) Em 1989, o historiador suíço Philippe Burrin, admitindo o princípio, sem o demonstrar, que as câmaras de gás nazis e o genocídio judeu existiram, tentou determinar em que data se tomara a decisão de exterminar fisicamente os judeus da Europa e quem havia tomado essa decisão. Não conseguiu melhor que todos os seus confrades «intencionalistas» ou «funcionalistas» (Hitler et les juifs / Genèse d’un génocide, Paris, Seuil, 1989). Teve que constatar a ausência de vestígios do crime e notar o que decidiu chamar «o apagar obstinado do vestígio de uma passagem de homem» (p. 9). Lamenta «as grandes lacunas de documentação» e acrescenta: «Não subsiste nenhum documento que contenha uma ordem de extermínio assinada por Hitler. (…) Segundo toda a verosimilhança, as ordens foram dadas verbalmente […] aqui os vestígios não são apenas pouco numerosos e dispersos, mas ainda de difícil interpretação» (p. 13).

Observação: Eis aqui outro historiador profissional que reconhece não poder apresentar nenhum documento que sustente a tese oficial. O grande público imagina que os vestígios do crime de Hitler são numerosos e sem qualquer ambiguidade, porém o historiador que examinou a documentação correspondente, esse não encontrou nada para além de escassas aparências de «vestígios» sobre cuja interpretação se interroga.

terça-feira, 21 de abril de 2009

"Há Muito, Muito Tempo, Eras Tu Uma Criança"...

Para o dia de hoje, escolhi especialmente um "livro revisionista" que passou ao lado da censura inquisitória actual - já tínhamos falado dele aqui - e que poderia constituir mais um motivo de debate. Voltem a ler o 'post' e comecem a reflectir um bocadinho. Serão as edições Asa "anti-semitas" ou "nazis" e ninguém sabia?...
Se "matar um ou matar 6 milhões é a mesma coisa", não se percebe porque continuam a insistir num número "virtual" que apenas pode representar a própria falácia do facto histórico em questão.

Também já tinha sido colocado por nós aqui, mas agora está disponível com legendas em Castelhano - o que, para alguns, será mais fácil do que em Inglês. Podem, novamente, assistir em baixo a este vídeo.



segunda-feira, 20 de abril de 2009

"Contudo, Ela Move-se..."


Já por várias vezes o disse e não me canso de repetir: este espaço não pretende ser, por um lado, um local de apologia do que quer que seja nem, por outro, um espaço de branqueamento do que quer que seja. O que se pretende é que certos tabus e certos fantasmas aqui nunca tenham lugar. Por isso, e por não estarem habituados a ler coisas politicamente incorrectas, certas pessoas costumem rotular este espaço de "anti-semita", o rótulo "normal" para quem não assume de forma cega e obediente a versão oficial da história da Segunda Guerra Mundial, particularmente o facto histórico denominado de "Holocausto".

Mas o Revisionismo em Linha vai mais longe: aborda igualmente todos os factos que vão para além desse acontecimento e que estão encobertos por dúvidas, normais e comuns a qualquer facto histórico. A História está sempre em evolução e por isso o que hoje é interpretado de uma forma, amanhã poderá ser de outra. Tal como os paradigmas, que se vão sucedendo entre si, um a seguir ao outro. Não vamos, por isso, ridicularizar, ofender, menosprezar os que seguiam teorias agora ultrapassadas, muito menos acusá-los do que quer que seja. Isso passa-se com qualquer paradigma, com qualquer facto histórico. Isto passa-se tanto na Arqueologia ou na Sociologia, como na Biologia ou na Química. No fundo, em tudo - por exemplo, vejam aqui novos dados sobre o Santo Sudário (vejam também o vídeo). Em tudo... menos na interpretação dos factos que envolvem o Holocausto. Nesse caso particular, assistimos a algo perfeitamente fantástico e que não acontece em mais lado nenhum: quem questionar o que quer que seja relacionado com o mesmo, é apelidado de "anti-semita", "nazi" e por aí fora.

A História, como podemos ver aqui, resume-se à interpretação que nós fazemos dos factos históricos que a compõem. Com as força das paixões que nos cegam inicialmente, mas que, depois, não podem servir de desculpa para as suas consequências. Aqueles que, num dia sao vistos como heróis, no outro dia podem deixar de o ser.

O que muito crentes "exterminacionistas" não suportam é que se desmascarem as suas verdadeiras intenções de "justiça a qualquer preço", como podem ler aqui. Os verdadeiros "senhores do ódio" talvez não sejam os que a versão oficial da história gosta de fazer propaganda.

E já que falo em propaganda, gostaria que lessem este apontamento sobre o mais recente (e bem sucedido) trabalho de "propaganda de guerra" do séc. XXI.

O Revisionismo em Linha, pretende ser, por isso, mais uma lança no combate cada vez mais difícil contra o movimento do "politicamente correcto", o principal responsável pelas amarras à liberdade de expressão e de informação. Por isso pretendemos fazer de tudo para mostrar que existe sempre "um outro lado" que também tem o direito de ser ouvido e de se exprimir.

Para finalizar ouçam aqui o desmarcarar de um dos principais responsáveis para o crescimento do ataque histérico e sem sentido à liberdade de expressão de todos aqueles que decidiram, pela sua cabeça, não ser mais uma ovelha neste rebanho de comodismo intelectual.

sábado, 18 de abril de 2009

O Plano Genocida Aliado: A História Desconhecida da Segunda Guerra Mundial

sexta-feira, 17 de abril de 2009

A Armação 'Exterminacionista' (II)



Retirei esta passagem daqui para mostrar o excelente trabalho de 'manipulação' (leia-se 'imposição por qualquer forma e método da versão intocável do Shoa - ou Shoah') que certas pessoas fazem para que se viva numa autêntica ditadura de pensamento único.



“A informação de que o campo de trabalho Treblinka I foi inspeccionado pela Cruz Vermelha também parece ser de duvidosa exactidão, ao menos à primeira vista.”

Seria então mais simples tentar verificar nos registos na CV se existe ou não essa inspecção. Ou nos registos do próprio campo. E colocar aqui esses dados. Não isso não nos é explicado no post. Aliás, para quem procura sempre fontes para as afirmações revisionistas, é estranho que quando se trata de afirmações “exterminacionistas” essas fontes já não sejam necessárias.

“Isto porque, não obstante a camuflagem do campo da morte de Treblinka II atrás de uma vedação de arame entretecida com ramos (e também árvores, segundo o artigo de Gazeta Wyborcza), como poderiam delegados da Cruz Vermelha, ao inspeccionar um campo de trabalho que se situava
a apenas dois quilómetros a sul do campo de extermínio de Treblinka II, ter deixado de notar o fedor dos cadáveres (que, segundo salienta o Prof. Browning no seu relatório de especialista entregue no litígio Irving-Lipstadt, conduziu a uma queixa documentada por parte do comandante local da Wehrmacht de uma povoação (Ostrow) a 20 quilómetros de distância de Treblinka), se Treblinka I foi inspeccionado no verão ou Outono de 1942, no auge das operações de matança em Treblinka II?”


Vamos por partes. Primeiro duvida-se da estada da CV no campo. Segundo, essa dúvida é baseada no facto de que os seus representantes TINHAM OBRIGATORIAMENTE QUE SENTIR O MAU CHEIRO porque existem um relatório que comprova o mesmo. Mas o mau cheiro viria mesmo dos cadáveres mal enterrados? Foi confirmado isso? E mesmo que o mau cheiro viesse dos cadáveres, é isso que prova que existia um plano de matança programada de Judeus, inclusivamente com câmaras de gás?
Portanto, a conclusão é simples: o facto dos representantes da CV não terem sentido esse cheiro tem menos valor que um relatório com queixas de mau cheiro. E se não havia mesmo cheiro nenhum? Isso também não iria provar que não havia mortes nesse campo, naturalmente. Mas é de uma total leviandade tirar conclusões como as vossas. Se a Polícia é chamada por causa de um suposto incidente, relatado numa queixa, e depois quando chega ao local não encontra nada de incriminatório, o que conta é a queixa?

“E como poderia uma delegação da Cruz Vermelha que visitasse Treblinka I na primavera ou no verão de 1943, quando a incineração dos cadáveres em Treblinka II estava decorrendo em pleno, ter deixado de notar o fumo que subia daquele campo e o cheiro a carne queimada?”


Mais uma vez a mesma estratégia: ELES TINHAM QUE TER VISTO! ELES TINHAM QUE TER SENTIDO O CHEIRO! E se não viram nem cheiraram uma coisa que tinha que existir… é porque, afinal, nunca lá estiveram…
Não são precisos relatórios, testes forenses, nada! Aquilo estava a acontecer e pronto! Quem nega é nazi e tem que ser punido só por duvidar!...


“Por outro lado, o campo de trabalho de Treblinka I foi estabelecido em fins de 1941, enquanto Treblinka II apenas começou a operar em fins de Julho de 1942, e Treblinka I continuou operacional até Julho de 1944, cerca de sete meses depois de ter sido concluído o desmantelamento de Treblinka II. Isto significa que delegações da Cruz Vermelha que visitassem Treblinka I antes do fim de Julho de 1942 ou depois do fim de Novembro de 1943 não poderiam ter notado sinais de um campo de extermínio que ainda não existia ou tinha deixado de existir na altura da sua inspecção.”


Depois já dizem que se calhar tiveram lá... Desconcerto total! Viram ou cheiraram foi mal...

E depois aquela infeliz coincidência: logo na altura que a CV visitou Treblinka I ainda não existia o extermínio ou tinha mesmo acabado de acontecer…
Mas alguém pode acreditar neste circo???
Não estão em causa deportações, privações de direitos, maus tratos, etc. Isso e coisas piores poderão ter acontecido e são, naturalmente, censuráveis. Mas o resto não passa de propaganda de guerra pura e simples!

Alguns Livros Interessantes


Joaquin Bochaca é autor de uma impressionante quantidade de títulos, a maioria dos mesmos publicados em Espanha. A sua contribuição está fundamentalmente relacionada com compreensão da História e dos Factos associados com o surgimento e desenvolvimento do Nacional-socialismo na Alemanha e no mundo.
Este livro (entre outros) está disponível on-line
aqui.





The New Jerusalem: Zionist Power in America - este livro deMichael Pipper oferece-nos uma visão sem tabus da actual elite Sionista instalada na América.



As Antiguidades da Lusitânia - Esta obra do Antiquário eborense, representa a primeira descrição do quadro histórico e cultural em que Portugal se fundou e cresceu. Nela se podem apreciar as características étnicas e a vida das gentes que povoaram as regiões que em grande parte se tornaram no que é hoje o território português, em particular a saga dos lusitanos, e bem assim a variada estrutura geográfica e as condições naturais do próprio território, reunindo para isso pela primeira vez um precioso caudal de documentação sobre a história da antiga Lusitânia. E tudo num estilo literário próprio de um dos maiores humanistas portugueses de sempre.

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo" (II)



Ainda sobre Robert Faurisson, podem acompanhar aqui o seu blogue.

quarta-feira, 15 de abril de 2009

Liberdade de Expressão e de Opinião vs "Anti-Semitismo"


A censura moderna, a nova inquisição politicamente correcta, não pára de nos surpreender. Vejam aqui como a ADL não poupa ninguém na sua cruzada contra o suposto "anti-semitismo", neste caso de quem apenas criticou a política de Israel.

Infelizmente, as violações contra a liberdade de expressao e de opinião voltaram a atingir Norman Finkelstein, como podem ler aqui.


Este enorme saco da moderna inquisição também está a querer englobar o Revisionismo em Linha neste circo. Os rótulos também por cá foram colados por aqueles que se julgam intocáveis e donos da razão. Porém, enquanto nos forem deixando, iremos denunciar sempre todo o tipo de mitos e factos que julgarmos serem susceptíveis de serem questionados. Sem medos e sem pressões.

Aconselhamos também a audição de Mark Weber que aqui traça um olhar crítico do Sionismo como uma ideologia e um movimento politico-social.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XIII)


13) Em 1988, Arno Mayer, professor americano de origem judia, que lecciona História da Europa Contemporânea na Universidade de Princeton escreveu, a respeito das «câmaras de gás nazis»: «As fontes para o estudo das câmaras de gás são, a um tempo, raras e pouco fiáveis». (Sources for the Study of the gas chambers are at once rare and unreliable) (The “Final Solution” in History, New York, Pantheon Books, 1988, p. 362; em francês, La “Solution finale” dans l’histoire, prólogo de Pierre Vidal-Naquet, Paris, La Découverte, 1990, p. 406).

Observação: Ainda hoje, em 2006, o grande público persiste em crer que, tal como incansavelmente lhe sugerem os médias, as fontes para o estudo das câmaras de gás são inumeráveis e indiscutíveis. No colóquio da Sorbonne de 1982, Arno Mayer, tal como o seu amigo Pierre Vidal-Naquet, não poupou as palavras mais duras aos revisionistas; ora seis anos mais tarde verifica-se que esse historiador ultra-ortodoxo se aproximou consideravelmente das conclusões revisionistas.

segunda-feira, 13 de abril de 2009

A Armação 'Exterminacionista'

Resposta ao 'post' publicado aqui e que visava particularmente a minha pessoa - apesar de, inicialmente não pretender responder, reconsiderei porque há coisas que cansam. [A 'bold' encontra-se a minha resposta]


51. Que relatório deu a Cruz Vermelha Internacional sobre a questão do "Holocausto?

O IHR diz:

Um relatório sobre a visita a Auschwitz de delegados da Cruz Vermelha Internacional realizada em Setembro de 1944 assinalou que era permitido aos prisioneiros receber pacotes e que não se pôde verificar os rumores sobre câmaras de gás.

O NIZKOR diz:

Não se pôde verificar os rumores sobre as câmaras de gás porque se proibiu expressamente os delegados de visitarem os Krema de Auschwitz, onde estavam as câmaras de gás e os crematórios. Só os levaram somente as zonas do enorme complexo que alojavam os prisioneiros que não iam ser exterminados. Havia alguns prisioneiros de guerra aliados em Auschwitz, vivendo em condições razoáveis, mas que sabiam dos gaseamentos e o mencionaram aos delegados da Cruz Vermelha.

[Quais foram os prisioneiros que sabiam disso e que o mencionaram? Podem mostrar as fontes? Quais os delegados e em que relatório aparece essa "revelação"? A estratégia é sempre a mesma: há sempre quem tenha provas, há sempre quem tenha visto, há sempre de tudo porque tudo está "provado e documentado"! Depois começamos a ler, a questionar... e vão ficando as coisas por revelar porque tudo o que parecia verídico é, afinal, uma falácia basicamente vingativa vinda de quem sofreu e perdeu quase tudo, da vida à dignidade.]

Por exemplo, o antigo SS-Untersturmfuhrer Dr. Hans Munch (...) confirmou isso (...).

Disse: Fui testemunha repetidas vezes de diversas visitas guiadas de civis e delegados da Cruz Vermelha, e pude comprovar que a direção do campo preparou tudo magistralmente para dirigir estas visitas de tal maneira que os visitantes não vissem o mais mínimo tratamento inumano. Só se mostrava o campo principal, e neste campo principal estavam os chamados blocos de exposição, sobretudo o bloco 13, que estavam especialmente preparados para estas visitas guiadas e que estavam equipados como um barracão normal de soldados, com camas com lençóis, e serviços que funcionavam.

[Ele confirma que as visitas guiadas eram controladas E NÃO QUE SE ESTIVESSEM A ESCONDER AS CÂMARAS DE GÁS. Onde está o depoimento em que ele refere que estavam a esconder as câmaras de gás”?]

Ironicamente, esta política de não mostrar as instalações de extermínio também foram confirmadas pelo próprio IHR, ainda que sem o querer. No "Relatório Lüftl", o suposto especialista (expert) Walter Luftl
menciona um relatório enviado aos comandantes dos campos de concentração.
[Esta forma depreciativa de pretender desvalorizar os revisionistas tem sempre dois pontos de distracção do essencial: primeiro, os 'exterminacionistas' procuram negar-lhes as capacidades académicas apontando sempre um ou dois exemplos de supostos dados falsos académicos que depois servem para os demais. Segundo, desvalorizam o que é dito porque fazem a colagem do revisionista a tendências políticas 'radicais e extremistas' onde o 'racismo' e o 'anti-semitismo' retira a credibilidade a tudo o que é defendido pelo revisionista. Deste modo, nunca se chega a debater o essencial do que o revisionista defende. Os 'exterminacionistas' nem precisam de o fazer. Basta seguirem aqueles dois passos.]
De acordo com Lüftl, é dito:

Não se deve mostrar nem o bordel nem os crematórios durante as visitas ao campo. Não se deve mencionar a existência destas instalações às pessoas que visitem o campo...
Aparentemente, então, podia-se mostrar e mencionar todo o demais aos visitantes. Logicamente, se tivesse existido uma câmara de gás, poderia ter-se mostrado e se poderia ter falado dela; se não, teria sido incluída na proibição. Dado que não podemos assumir que nenhum membro das SS jamais mostrou uma câmaras de gás [destinada a matar pessoas] - [ESTA AFIRMAÇÃO É APENAS DO REDACTOR EXTERMINACIONISTA DO TEXTO PORQUE NEM ELE NEM NINGUÉM APRESENTARAM PROVAS DA FUNCIONALIDADE HOMICIDA DA "CÂMARA"] - aos inspetores da Cruz Vermelha Internacional, é possível concluir que não havia nenhuma.

Lüftl, que supostamente é um especialista (expert), não é nem sequer consciente de que o termo "crematórios" refere-se aos complexos de cremação, que não só incluíam os fornos, como também as câmaras de gás.

[Portanto, “crematório” significa a existência de câmaras de gás… Aqui está uma lógica interessante para ser debatida em todos os crematórios espalhados, actualmente, por quase todo o mundo. Vou deslocar-me a um crematório ainda hoje e tentar ver onde é que eles “escondem” o gás…]


Sem querer, ele tem apresentado provas contra suas próprias hipóteses - por que era necessário se ocultar os complexos de cremação da Cruz Vermelha se ali não ocorria nada que a Cruz Vermelha não devesse ver?

[Esconder a cremação de cadáveres é uma prova da existência das câmaras de gás??? Vejamos este exemplo: o que escondiam os soldados Israelitas quando, há uns anos, impediram jornalistas, equipas médicas e observadores internacionais de acompanharem a 'invasão' - leia-se 'ataque bárbaro' - ao campo de refugiados de Jenin? Estariam os Israelitas a "gasear" os Palestinianos? ]

A própria Cruz Vermelha, no seu site, informa que foi impossibilitada de fazer uma vistoria no campo de acordo com os padrões, e que quando estes eram autorizados eram visitas orquestradas, conforme narrado pelo “revisionista” Walter Lüftl.

[E isso prova o quê concretamente? Os Gulags foram visitados pela Cruz Vermelha? O condicionamento das visitas prova que eles tinham métodos homicidas cruéis e sinistros? Mesmo que os tivessem, não é assim que se prova o que quer que seja. O tal levantamento de notícias falsas, a tal manipulação, a tal desonestidade intelectual de que os revisionistas são acusados são, no fundo, estratégias usadas pelos 'exterminacionistas' para pretender calar e desvalorizar todos os que questionam a história oficial. Mas como isso não bastou, ainda temos as multas e a penas de prisão...]

Sobre um suposto documento que a Cruz Vermelha emitiu com a quantidade de mortos por campo de concentração que é espalhado em sites neonazistas e antissemitas, além de comunidades nos sites de relacionamento, a Cruz Vermelha emitiu um comunicado em 11 de outubro de 1965 e que foi publicado no livro Legenden, Lügen, Vorurteile editado pelo historiador alemão Wolfgang Benz e outros, nas páginas 107 a 112, segue abaixo trecho do livro e da carta traduzida pelo colaborador deste blog, Roberto Muehlenkamp (grifos meus):

“Não é possível, contudo, indicar um número absoluto com exatidão matemática. (…)”

[Estranho. Os “seis milhões mantêm-se apesar da redução do número de mortos em Auschwitz. A “exactidão” apenas pode funcionar para manter uma cifra incorrecta. Baixar seria, naturalmente, considerado “anti-semitismo”…]

“Este fato tem vindo a ser utilizado durante décadas por extremistas de direita e neo-nazis para diminuir ou negar completamente a dimensão do Holocausto.(…)”

[Se há grupos políticos que se aproveitam para difundir a sua ideologia, também há pessoas honestas e apenas interessadas na verdade histórica, ao contrário do que é sempre apontado pelos crentes exterminacionistas. Porque se assim não fosse, também se poderia pensar que o Holocausto não passa de uma simples “indústria”, como tão bem definiu Norman Finkelstein.]

“As suas "provas" consistem em truques estatísticos, alegadas declarações do Cruz Vermelha Internacional ou da ONU e repetidas tentativas de demonstrar a impossibilidade técnica do extermínio em massa em Auschwitz e outros campos de extermínio ou a falsidade das provas reais.”

[Tal como QUALQUER OUTRO FACTO HISTÓRICO, a apresentação de novos dados e de novas provas nunca deveria ser definido como “anti-semitismo” ou “manipulação”. Mas tal não acontece. E “provas reais”? Em História??? Também há, naturalmente. Mas não conheço mais nenhum caso em que as pessoas sejam multadas e presas por apresentar versões diferentes.]

“A "fonte" mais antiga, mas que continua a ser citada, é uma alegada constatação oficial da Cruz Vermelha nos primeiros anos depois da guerra, segundo a qual houve um máximo de 300.000 vítimas de perseguição racista, religiosa ou política. Esta indicação, propagada primeiro em jornais suíços e depois entre extremistas de direita alemães, é uma invenção de partes interessadas, conforme se depreende da Declaração do Comitê Internacional da Cruz Vermelha perante o Instituto de História Contemporânea em Munique de 17 de Agosto de 1955. A publicação desta informação não impediu que se continuasse a propagar este número disparatado.”

["Como se depreende da Declaração??? Invenção das partes interessadas???? TOTALMENTE FALSO! A declaração do CICV afirma que se “demarca” dessa polémica essencialmente porque os dados que recolheu poderão não estar correctos porque existem dúvidas nas visitas (como vimos atrás) e no número de pessoas que terão realmente entrado nos campos de concentração. E é evidente que essa declaração não pode convencer ninguém, especialmente quando sabemos que a acusação de “racismo” ou “anti-semitismo” é bem pior que a de homicídio ou de violação e a CV não pretender entrar nisso.]

Dez anos mais tarde, em 11 de Outubro de 1965, a Cruz Vermelha novamente se distanciou decididamente: "Gostaríamos que ficasse claro que o Comitê Internacional da Cruz Vermelha em Genebra não tem absolutamente nada a ver com estas afirmações. Estatísticas sobre perdas na guerra e as vítimas de perseguições políticas, racistas ou religiosas não fazem parte da sua área de competência, nem nunca fizeram.
Mesmo tratando-se de prisioneiros de guerra (que se encontram protegidos desde 1929 por um acordo internacional e para os quais, como é do vosso conhecimento, possuímos uma Central de Procura) não nos atrevemos a indicar números, uma vez que estamos bem conscientes de que não podemos estar na posse de todas as informações respeitantes a este grupo de vítimas de guerra. Tanto mais estamos obrigados a abster-nos de qualquer estimativa quando se trata de civis que naquela altura não estavam protegidos por qualquer convenção e, portanto, estavam quase completamente fora do alcance da ação da Cruz Vermelha.”

[Mais uma vez, o que o CICV faz é “fugir” da polémica. Mais nada. Não dá razão a ninguém. Não vejo onde é que nessa declaração está alguma “derrota” nas afirmações revisionistas. Os dados da CV, para um número inferior de mortos, apesar de não querer agora falar disso, foram inicialmente baseados nos registos existentes em Auschwitz (os "Sterbebuch"). Os volumes com os registos dos mortos cairam nas mãos dos Soviéticos, em Janeiro de 1945, quando as forças do Exército Vermelho capturaram Auschwitz. Foram mantidos inacessíveis até 1989, quando foi anunciado por representantes de Moscovo que possuiam 46 desses volumes, que registavam a morte de 69,000 prisioneiros naquele campo.
Esses 46 volumes cobriam os anos de 1941, 1942 e 1943. Existiam dois ou três volumes para o anos de 1941 e nenhuns para os anos de 1944 e 1945. Não está apurado porque faltam tantos volumes. DE ACORDO COM A CRUZ VERMELHA INTERNACIONAL, A EXPLICAÇÃO MAIS PLAUSÍVEL É QUE A RESPONSABILIDADE SEJA DOS SOVIÉTICOS E QUE ATÉ PODE SER QUE, UM DIA, ELES APAREÇAM. NÃO EXISTEM INDICAÇÕES OU PROVAS DE QUE AS AUTORIDADES DO CAMPO DE AUSCHWITZ TENHAM FEITO QUALQUER ESFORÇO PARA DESTRUIR ESSES VOLUMES.]


Um blog “revisionista” de nome “revisionismo em linha” de propriedade do Sr. João Dordio
afirma que (grifos meus):

[A colocação de aspas em tudo o que os crentes na história oficial pretendem ridicularizar leva a que, por vezes, eu tenha que utilizar as mesmas armas que eles. Ou seja, crentes exterminacionistas só podem ser mesmo “espíritas” porque só em sonhos, em delírios, em isoterismos ridículos, misturados por vingança cega sionista, poderão ver “câmaras de gás” em salas e chuveiros. Mais: esta pretensa "revelação" do meu nome e da "propriedade" do blogue só demonstra o nervosismo de que já escorrega na areia que durante tantos anos andaram a lançar para os olhos das pessoas. Tal como já tive oportunidade de responder noutro sítio, possuo um 'nick' em Português, Inglês e Francês, mas a estratégia de certas pessoas é de tal forma doentia que, para eles, isso é sinal que eu tenho algo a esconder... Quem não é 'bandido' não precisa de se esconder em nicks... Comentários para quê...]

Ninguém duvida da credibilidade da Cruz Vermelha. Em todos os cenários de guerra, em todos os cenários de calamidade, os dados fornecidos por esta instituição não merecem grandes dúvidas. Porém, como em tudo, existe uma excepção. Ainda ninguém nos explicou porque é que os dados da Cruz Vermelha já não merecem credibilidade quando apontam um número de mortos nos campos de concentração Nazis muito mais baixos do que os da história oficial…

Podemos concluir que as dúvidas apontadas não só pelo Sr.João Dordio (Johny Drake) mas por vários outros “revisionistas” foram sanadas neste artigo, a não ser aqueles que ainda mantêm viva a “fé revisionista”, aquela que “remove montanhas”, ops, “remove fontes”.

[Podemos concluir que os esclarecimentos apresentados não só pelo Sr. Gott, mas também por outras instituições “espíritas” caíram em saco roto neste artigo, a não ser que ainda mantêm viva a fé exterminacionista, aquela que vê num “encontro de mentes” a prova definitiva que faltava para a ordem de Hitler para o “extermínio programado”.]


O Terror Sionista


Introdução

Podem ler a seguir todas as actividades e acções subversivas e criminosas dos grupos terroristas Sionistas Judaicos e, especialmente, da Jewish Defense League. São realçadas, em particular, as acções – incluindo assassinato – contra os “crimes do pensamento”, contra aqueles que questionam a história do Holocausto que refere que foram mortos seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Os terroristas Sionistas proclamam uma arrogante ideologia onde impera a supremacia Judaica e onde reconhecem a sua firmeza em usar a violência contra todos aqueles que discordem deles. Com um bem documento registo de intolerância e crime, eles colocam em sério risco a nossa sociedade e todos os homens e mulheres que consideram a liberdade um grande tesouro.


Meir Kahane e a Jewish Defense League

A mais zelosa organização terrorista não-governamental Sionista é a Jewish Defense League. Os seus activistas estão envolvidos em inúmeros crimes dos mais variados níveis e o FBI já por diversas vezes os consideraram como um grupo terrorista.
A Jewish Defense League foi fundada em 1968 pelo Rabino Meir Kahane. Nascido em 1932, em Brooklyn, Nova Iorque, Martin David Kahane foi o primeiro filho de um rabino ortodoxo que esteve bastante activo no movimento “revisionista” Sionista de Ze'ev Jabotinsky. Jabotinsky e outros líderes do seu movimento foram convidados para frequentarem a casa de Kahane enquanto Martin (Meir) ainda era miúdo. Durante a sua adolescência, Kahane tornou-se num membro bastante active do movimento supremacista Judaico denominado ‘Betar’, fundado por Jabotinsky em 1925. A primeira prisão de Kahane surgiu em 1947, quando tinha apenas 15 anos, por liderar um grupo de jovens da Betar num ataque durante a visita do Ministro dos Negócios Estrangeiros Ernest Bevin. Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

(A fotografia diz respeito às pinturas deixadas pelos soldados Israelitas na Faixa de Gaza).

Teoria da Conspiração?

Estes vídeos são dedicados a todos os que chamam "teoria da conspiração" a todas as investigações independentes ou a todos aqueles que questionam a versão oficial do 11 de Setembro.

Através da descoberta de ‘nanotermite’ nas amostras de poeira recolhida no ‘Ground Zero’, está provado que os prédios do World trade Center foram explodidos de forma profissional , pois um material desta natureza não deveria ser encontrado nestes edifícios.
As pequenas partículas vermelhas e cinzas que provêm do explosivo foram analisadas pelo físico Prof. Dr. Steven E. Jones a partir da poeira recolhida e analisada em laboratório. Um explosivo tão sofisticado não poderia ter sido comprado numa loja vulgar, mas sim obtido, por exemplo, em instalações militares
As amostras da poeira provêm de quatro locais diferentes de Manhattan e em todas elas foi encontrado esse material. Isto leva a crer que ambas as torres e o praticamente intacto WTC 7 foram implodidos por especialistas em demolições.

Leia mais sobre este assunto aqui e veja os vídeos a seguir.





quinta-feira, 9 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XII)


12) Em 1986, em Agosto, Michel de Boüard, ex-resistente deportado, professor de história, decano da Faculdade de Letras da Universidade de Caen, membro do «Institut de France», responsável, no seio do Comité de História da Segunda Guerra Mundial, pela comissão de história da deportação, declarou que, ao fim e ao cabo, «o dossier está podre». Precisando que o dossier em questão, o da história do sistema concentracionário alemão, estava «podre», segundo as suas próprias palavras, «pelas «enormes fantasias, inexactidões obstinadamente repetidas, especialmente no plano numérico, de amálgamas, de generalizações». Aludindo aos estudos dos revisionistas acrescentava que existiam, «por outra parte, estudos críticos muito precisos para demonstrar a inanidade desses exageros» (Ouest-France, 2-3 de Agosto de 1986, p. 6).

Observação: O senhor de Boüard era um historiador profissional, e inclusivamente o historiador francês mais competente no tema da história da deportação. Até 1985 defendia a postura estritamente ortodoxa e oficial. Porém, após a leitura da tese do revisionista Henri Roques sobre o pretenso testemunho do SS Kurt Gerstein, compreendeu o seu erro. Reconheceu-o honradamente, chegando a dizer que se até então havia pessoalmente caucionado a ideia da existência de uma câmara de gás no campo de Mauthausen, se enganara por dar crédito ao que se dizia. (A sua morte prematura em 1989 privou o campo revisionista de uma eminente personalidade que prometera publicar uma obra destinada a prevenir os historiadores contra as mentiras oficiais da história da Segunda Guerra Mundial).

O Livro (Diferente) da Quinta


Para que nos possamos também abstrair dos temas que levam à existência deste blogue - e porque existem outras leituras que nunca deixo de fazer- gostaria de salientar e aconselhar este livro: A Solidão dos Números Primos, de Paolo Giordano.

Alice é obrigada pelo pai a frequentar um curso de esqui para ser forte e competitiva, mas um acidente terrível deixará marcas no seu corpo para sempre. Mattia é um menino muito inteligente cuja irmã gémea é deficiente. Quando são convidados para uma festa de anos, ele deixa-a sozinha num banco de jardim e nunca mais torna a vê-la. Estes dois episódios irreversíveis marcarão a vida de ambos para sempre. Quando estes "números primos" se encontram são como gémeos, que partilham uma dor muda que mais ninguém pode compreender.

Vencedor da 62ª edição do Prémio Strega e com uma menção honrosa na edição de 2008 do Prémio Campiello, dois dos mais prestigiosos galardões da literatura italiana, ‘A Solidão dos Números Primos’ já vendeu mais de 1.000.000 exemplares e não pára de conquistar leitores em todo o mundo.

Poderão alguns questionar dizer que "não existirão mais livros 'revisionistas' que mereçam a nossa atenção. Existem. Claro que existem. Mas tal como escrevi no início, a nossa vida não pode resumir-me a uma guerra e a uma revolta constante contra aquilo que consideramos injusto. Talvez seja a idade que me esteja a tornar diferente. Não sei. E se dou o corpo e a alma a este trabalho revisionista, também acho que posso partilhar este "deslize" com todos vós...

Mais Um Crime "Dos Bons"...


Milhares de soldados Alemães e Croatas capturados durante os últimos dias da Segunda Guerra Mundial foram executados a sangue frio e enterrados em valas comum encontradas a oeste da Croácia, revelaram activistas dos direitos humanos esta quarta-feira, em Zagreb, e exigiram uma investigação das autoridades competentes. O local está situado em Harmica, a 50 quiilómetros de Zagreb, e nas valas foram encontrados os cadáveres de 4,500 soldados, incluindo 450 oficiais Alemães, executados por guerrilheiros comunistas, referiu a imprensa Ivan Zvonimir Cicak do Croatian Helsinki Committee [leia a notícia na íntegra].

Pouco a pouco, os "crimes dos bons" vão sendo revelados. Claro que os crentes na história oficial desvalorizam isto tudo, referindo que "os nazis também fizeram isso - e bem pior" ou que "isto é mais um exemplo de branquear um regime". O certo é que ao fazerem o mesmo que os nazis fizeram, torna-os tão culpados como eles. E pedir a condenação de guerrilheiros comunistas por actos cobardes como aqueles é um acto de justiça e não de branqueamento.
Mais: todos os crentes dessa "história oficial" - que pretente ser eternamente intocável - fazem os possíveis para nos esconder estes episódios e também outros, como podem ver aqui ou aqui.

terça-feira, 7 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XI)


11) Em Maio de 1986, em França, alguns judeus, alarmados ao constatar que não conseguiam replicar aos revisionistas sobre o estrito plano da razão, decidiram levar a cabo uma acção com o objectivo de lograr a repressão legal do revisionismo. Estes judeus são principalmente George Wellers e Pierre Vidal-Naquet, reunidos, com os seus amigos, em torno do grande rabi de França, René Samuel Sirat (Bulletin quotidien de l’Agence télégraphique juive, 2 de Junho de 1986, p. 1, 3). Ao cabo de quatro anos conseguiram, graças sobretudo ao judeu Laurent Fabius, presidente da Assembleia nacional, a aprovação, em 13 de Julho de 1990, de uma lei especial que permite condenar qualquer pessoa que expresse publicamente uma postura revisionista relativamente ao «extermínio dos judeus» a uma pena que pode ir até um ano de prisão, uma multa de um máximo de 300.000 francos (45.000 euros) e outras penas mais. Este golpe de força constitui a mais flagrante confissão de debilidade.

Observação: G. Wellers e P. Vidal-Naquet alarmaram-se sobretudo pelo acórdão de 26 de Abril de 1983 (ver, supra, o ponto 8). O primeiro escreveu: «O tribunal reconheceu que [Faurisson] estava bem documentado. O que é falso. É surpreendente que o tribunal se tenha deixado enganar» (Le Droit de Vivre, Junho-Julho de 1987, p. 13). O segundo escreveu que o tribunal de apelação de Paris «reconheceu a seriedade do trabalho de Faurisson, o que é um cúmulo, e só o condenou finalmente por haver agido com intenção malévola ao resumir as suas teses em “slogans”» (Les Assassins de la mémoire », Paris, La Découverte, 1987, p. 182).

sexta-feira, 3 de abril de 2009

Sugestão Para o Fim-de-Semana


A nossa sugestão para este fim-de-semana vai para Enrique Aynat, um importante revisionista Espanhol, colaborador do IHR e membro do Journal's Editorial Advisory Committee. Entre as suas publicações talvez a mais importante seja mesmo esta: El Holocausto a Debate: Respuesta a César Vidal ["O Holocausto em Debate: Uma Resposta a César Vidal"], que pode ser encontrada aqui e onde ele faz uma demolição completa dos argumentos e afirmações de Vidal.

Outras Interpretações Para o Início da Segunda Guerra Mundial



Sobre este assunto, podem ler também esta notícia.

quinta-feira, 2 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (X)


10) Em 1961, o judeu Raul Hillberg, Number One dos historiadores ortodoxos, havia publicado a primeira edição da sua obra capital, e foi em 1985 que publicou a sua segunda edição profundamente revista e corrigida. Entre estas duas vai uma distância considerável que não pode explicar-se senão pela sucessão de vitórias conseguidas entretanto pelos revisionistas. Na primeira edição o autor havia afirmado friamente que «a destruição dos judeus da Europa» fora iniciada com base em ordens sucessivas de Hitler. Não indicava nem a data, nem o conteúdo dessas ordens. Continuadamente pretendia explicar em detalhe o processo político, administrativo e burocrático dessa destruição; por exemplo, chegava ao extremo de escrever que em Auschwitz o extermínio de judeus se organizava num escritório que se encarregava ao mesmo tempo da desinfecção das roupas e do extermínio de seres humanos (The Destruction of the European Jews, 1961, reeditado em 1979 por Quadrangle Books, Chicago, p. 177, 570). Ora em 1983, renunciando totalmente a esta explicação, R. Hilberg veio subitamente afirmar que o processo de «destruição dos judeus da Europa» se desenvolvera, ao fim e ao cabo, sem plano, sem organização, sem centralização, sem projecto, sem orçamento, mas muito simplesmente graças a «um incrível encontro de mentes, uma transmissão de pensamento consensual no seio de uma vasta burocracia», a burocracia alemã (an incredible meeting of minds, a consensus mind reading by a far-flung bureaucracy) (Newsday, New York, 23 de Fevereiro de 1983, p. II/3). Esta explicação será confirmada por R.Hilberg sob juramento no processo Zündel de 1985 em Toronto, a 16 de Janeiro de 1985 (acta verbatim, p. 848); posteriormente confirmá-la-á de novo mas com outras palavras, na versão profundamente revista da sua obra (The Destruction of the European Jews, New York, Holmes & Meier, 1985, p. 53, 55, 62; em francês, La Destruction des Juifs d’Europe, Paris, Fayard, 1988, p. 51, 53, 60). Finalmente, confirma-a outra vez em Outubro de 2006 numa entrevista concedida ao Le Monde: «Não havia nenhum esquema director preestabelecido. Quanto à questão da decisão é parcialmente insolúvel: nunca se encontrou nenhuma ordem assinada pela mão de Hitler, possivelmente porque tal documento nunca existiu. Estou convicto que as burocracias são dirigidas por uma espécie de estrutura latente: cada decisão acarreta outra, e outra e assim sucessivamente, mesmo que não seja possível prever exactamente a etapa seguinte» (Le Monde des livres, 20 de Outubro de 2006, p.12).

Observação: O historiador Number One do genocídio dos judeus viu-se tão desamparado que chegou repentinamente ao ponto de desdizer-se e de explicar uma gigantesca empresa de assassinato colectivo como se esta tivesse sido de algum modo obra do Espírito-Santo. Evoca, efectivamente, um «encontro de mentes» no seio de uma burocracia e classifica esse encontro como «incrível». Se é incrível, porque se haveria de crer nele? Deveremos porventura crer no incrível? Invoca, também, a «transmissão de pensamento» que classifica de «consensual», mas trata-se de uma pura especulação intelectual baseada em crença no sobrenatural. Como crer num fenómeno deste género, sobretudo no seio de um vasto aparelho burocrático, e em particular tratando-se da burocracia do III Reich? É de realçar que, seguindo o exemplo de R. Hilberg, nos anos 1980-1990, os historiadores oficiais começaram a abandonar a história e a aproximar-se da metafísica e do jargão. Colocaram a questão se do ponto de vista do conhecimento conviria ser «intencionalista» ou «funcionalista»: seria necessário supor que o extermínio dos judeus se havia produzido tendo por base uma «intenção» (ainda não demonstrada) e de acordo com um plano determinado (ainda não encontrado), ou ter-se-ia esse extermínio auto-produzido, de forma espontânea e improvisada, sem qualquer intenção formal e sem nenhum plano? Este tipo de confusa controvérsia demonstra o desespero de historiadores que, incapazes de apresentar provas ou documentos que sustentem as suas teses, se vêem reduzidos a teorizar no vazio. No fundo, uns, os «intencionalistas», dizem-nos: «Forçosamente teve que haver uma intenção e um plano, que ainda não encontrámos, mas que eventualmente um dia viremos a descobrir», enquanto que os outros nos dizem: «Não é necessário procurar provas de uma intenção e de um plano, porque tudo pode ter ocorrido sem intenção, sem plano e sem deixar vestígios; tais vestígios são impossíveis de encontrar porque nunca existiram»…

O Livro da Quinta


Nas páginas do Bilderberg Diary, Jim Tucker revela-nos, pela primeira vez, a sua fantástica história da cobertura de tudo o que se relacionasse com Bilderberg, a sua infiltração nos seus encontros e reuniões, analisando os seus documentos privados e secretos e o trabalho incansável para mostrar ao público as suas verdadeiras intenções.
Veja ainda um vídeo de Jim Tucker sobre o mesmo assunto.


quarta-feira, 1 de abril de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IX)


9) Em 1983, a 7 de Maio, Simone Veil, que é judia e «sobrevivente do genocídio», declarou a propósito das câmaras de gás: «No curso do processo movido a Faurisson por ter negado a existência das câmaras de gás, os que o movem são constrangidos a fornecer a prova formal da realidade das câmaras de gás. Ora todos sabem que os nazis destruíram essas câmaras de gás e eliminaram sistematicamente todas as testemunhas» (France-Soir Magazine, 7 de Maio de 1983, p.47).

Observação: Se não existe nem arma do crime, nem testemunhos, o que é que fica? Que pensar dos locais apresentados a milhões de visitantes enganados como sendo câmaras de gás? Que pensar dos personagens que se apresentam como testemunhas ou como milagrosamente salvos das câmaras de gás? Pelo seu lado, Simone Weil é a primeira autoridade holocáustica a ter assim dado a entender que toda a pretensa testemunha dos gaseamentos não pode ser senão uma falsa testemunha. Já em 6 de Março de 1979, num debate dos «Dossiers de l’ écran» organizado pela televisão francesa por ocasião da estreia da série americana «Holocaust», ela havia manifestado o seu desprezo por Maurice Benroubi, apresentado como uma «testemunha das câmaras de gás». Este último permanecera depois disso extremamente discreto em relação ao seu «testemunho» publicado pouco antes no L’Express (3-9 de Março de 1979, p. 107-110).

Arcebispo Brasileiro Acusa os Judeus de Esconderem Factos do Holocausto


O arcebispo da cidade de Porto Alegre, a sul do Brasil, Dadeus Grings, acusou os Judeus de controlarem a propaganda no mundo e acrescentou ser essa a razão pela qual nem tudo tinha ainda sido revelado sobre o Holocausto, no qual, diz ele, morreram mais Católicos do que Judeus. "Mais católicos morreram que Judeus no Holocausto, mas isso nunca é mencionado porque os Jjudeus dominam toda a propaganda do mundo", afirmou o prelado numa entrevista. [leia a notícia na íntegra]
Mais uma vez, um membro da Igreja Católica pronuncia-se sobre o grande tabu - leiam aqui mais uma análise interessante sobre o sacerdote Richard Williamson - e, certamente, levantará mais uma onda de protestos da actual "inquisição" que controla a liberdade de expressão, como em mais este caso.
Independentemente das opiniões e dos debates mais ou menos permitidos, é curioso depois, de forma paralela, lermos isto que contrasta - ou talvez não - com isto.

terça-feira, 31 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VIII)



8) Em 1983, a 26 de Abril, terminava finalmente, em recurso, o longo processo que me tinha sido movido em 1979, nomeadamente por organizações judaicas, por «danos a terceiros» pela «falsificação da história» (sic). Nesse dia a primeira câmara do tribunal de recurso civil de Paris, secção A (presidente Grégoire) ao mesmo tempo que confirmava a minha condenação por «danos a terceiros», elogiava com justificação em apoio a qualidade do meu trabalho. Pronunciava, efectivamente, que não se podia encontrar nos meus escritos sobre as câmaras de gás nenhum sinal de ligeireza, nenhum rasto de negligência, nenhum rasto de ignorância deliberada, nenhum rasto de mentira e que por conseguinte «o valor das conclusões defendidas pelo Sr. Faurisson [sobre as câmaras de gás] depende pois apenas da apreciação dos peritos, dos historiadores e do público».

Observação: Se não se pode imputar ao autor dos trabalhos que refutam as teses das câmaras de gás nem ligeireza, nem negligência, nem ignorância deliberada, nem mentira, nem «falsificação», isso é a prova de que os seus trabalhos são os de um investigador sério, aplicado, consciencioso, probo e autêntico, e em tal grau que se deve poder ter o direito de sustentar publicamente, como ele o faz, que as câmaras de gás não passam de um mito.

A Mossad de Novo


Fontes recolhidas pela imprensa Turca pretendem implicar a Mossad Israelita numa tentativa de assassinato do Primeiro Ministro daquele país Recep Tayyip Erdogan. Um e-mail encontrado num computador pessoal pertencente a um dos membros da organização Ergenekon expõe o papel da Mossad nos esforços falhados para assassinar Erdogan. A organização foi acusada de orquestrar um golpe de Estado contra a actual administração Turca. [Leia a notícia na íntegra]
Depois de ler esta notícia, fica de novo a questão no ar: para quem trabalha, realmente, a Mossad? Que interesses estão por detrás das suas (supostas) acções? Para ajudar a esclarecer esta e outras dúvidas, aconselho esta leitura.

segunda-feira, 30 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VII)


7) Em 1982, de 29 de Junho a 2 de Julho, teve lugar em Paris, na Sorbonne, um colóquio internacional sob a presidência de dois historiadores judeus, François Furet e Raymond Aron. De acordo com os seus organizadores, tratava-se de uma ocasião para replicar solene e publicamente a Robert Faurisson e a «um punhado de anarco-comunistas» que lhe tinham trazido o seu apoio (alusão a Pierre Guillaume, Jean-Gabriel Cohn-Bendit, Serge Thion, bem como a outros libertários, alguns dos quais judeus). No último dia, na tão esperada conferência de imprensa, os dois organizadores tiveram que admitir publicamente que, «apesar das mais eruditas investigações», não se encontrara uma única ordem de Hitler para matar os judeus. Quanto às câmaras de gás, nem sequer a elas aludiram.

Observação: Esse colóquio constituiu a primeira tentativa de mostrar ao grande público que os revisionistas mentiam. Tal como em outros colóquios do mesmo género (particularmente em 1987, também na Sorbonne), foi proibido o acesso aos revisionistas e, como todos os demais colóquios sem excepção, redundou num completo fracasso para os organizadores.

domingo, 29 de março de 2009

600 Arquitectos Confirmam Teoria do "Inside Job"


Quando 600 pessoas afirmam que algo aconteceu (ou que não aconteceu, depende do ponto de vista), somos quase obrigados a acreditar nesse "algo". E quando são, supostamente, pessoas credíveis, esse mesmo "algo" começa a ser, practicamente, um facto.

Acontece que 600 arquitectos afirmam que o 11 de Setembro foi um "trabalho de dentro".

Podem ler mais sobre este assunto e assistir à entrevista ao arquitecto Richard Gage aqui.

"Anti-Semitismo"?

Já falámos aqui muitas vezes dos que se julgam intocáveis e detentores de toda a verdade. Uma simples crítica e aparece a acusação do costume: "anti-semitas". Mas o que podemos dizer disto ou disto? E sobre isto? Também será rotulada de notícia "anti-semita" ou os acusadores do costume preferirão ignorar e tentar outra t-shirt ou outra cor?...

Uma coisa é certa: i
ndependentemente dos crimes de guerra, Israel continua a merecer o apoio ocidental. E o poder é tal, que nem os mais condecorados militares escapam, mesmo quando estamos perante um "suposto pequeno terrorista"... E se este for Judeu...

Daí a pertinência deste vídeo onde a Baronesa Tongue critica o Lobby Judeu, a AIPAC, amigos de Israel e o grupo de deputados, acusando-os de utilizarem constantemente o "anti-semitismo"- onde ele não existe - para silenciar os críticos de Israel.

O Mito das Câmaras de Gás - Germar Rudolf

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (VI)


6) Em 1982, em 21 de Abril, fundou-se em Paris uma associação para o estudo dos assassinatos por gás sob o regime nacional-socialista (ASSAG) «com o objectivo de investigar e controlar os elementos que contribuam para a prova da utilização de gases tóxicos pelos responsáveis do regime nacional-socialista na Europa para matar pessoas de diferentes nacionalidades, contribuir para a publicação desses elementos de prova, estabelecendo, para tal, todos os contactos úteis tanto a nível nacional como internacional». O artigo 2º dos estatutos dispõe: «A duração da associação limitar-se-á à realização do objectivo enunciado no artigo 1º». Ora esta associação fundada por catorze pessoas, entre elas Germaine Tillion, Georges Wellers, Geneviève Anthonioz (apelido de solteira de Gaulle), o advogado Bernard Jouanneau e Pierre Vidal-Naquet, não publicou nada em quase um quarto de século e continua a existir em 2006. No caso em que se afirme, erradamente, que produziu o livro denominado Chambres à gaz, secret d’Etat, convirá recordar que se trata antes da tradução para francês de uma obra publicada em alemão por Eugen Kogon, Herman Langbein e Adalbert Rückerl e na qual figuram algumas contribuições de alguns membros da ASSAG (Paris, Editions de Minuit, 1984).

Observação: Por si só o título desta obra dá uma boa ideia do seu conteúdo: em vez de provas, suportadas por fotografias de câmaras de gás, desenhos, esquemas, relatórios de peritos sobre a arma do crime, o leitor apenas descobre especulações a partir do que ali se denomina «elementos de prova» (e não «provas») e isso porque, dizem-nos, essas câmaras de gás teriam constituído o maior dos segredos possíveis, um «segredo de Estado». Se existe uma «arma de destruição maciça» que teria merecido uma peritagem em boa e rigorosa forma, é sem sombra de dúvida essa arma. Com efeito, ela constitui uma anomalia na história da ciência pelo menos por duas razões: não teve precedentes nem tão-pouco continuação; surgiu do nada para a ele regressar. Ora na história da ciência não se conhece nenhum fenómeno deste tipo. Em todo o caso, dado o facto de que continua a existir ainda hoje em 2006, pode dizer-se que essa associação chamada ASSAG ainda não levou a cabo o objectivo para o qual foi fundada, fará em breve vinte e cinco anos. Por conseguinte não encontrou ainda as provas, nem sequer os elementos de prova da existência das «câmaras de gás nazis».

sexta-feira, 27 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (V)


5) Em 1979, igualmente, as autoridades americanas decidiram-se enfim a tornar públicas as fotografias aéreas de Auschwitz que, até então, mantinham ocultas. Com cinismo ou ingenuidade, os dois autores da publicação, Dino A. Brugioni e Robert G. Poirier, ex-membros da CIA, deram à pequena colecção de fotografias o título The Holocaust Revisited e colaram, aqui e além, umas etiquetas com as palavras «gas chamber(s)», porém, nos seus comentários nada justifica semelhantes denominações (CIA, Central Intelligence Agency, Washington, February 1979, ST-79-10001).

Observações: Hoje, em 2006, esta fraude faz-nos pensar na miserável demonstração do ex-ministro americano Colin Powell tentando provar, através do mesmo procedimento de etiquetas coladas sobre fotografias aéreas, a existência de «armas de destruição maciça» no Iraque de Saddam Hussein. Na realidade, essas fotografias de Auschwitz invalidam de modo contundente a tese das câmaras de gás nazis. O que se vê claramente nelas, são pacíficos fornos crematórios sem qualquer multidão de pessoas apinhadas no exterior à espera de entrar para os supostos vestiários e supostas câmaras de morte. Os terrenos circundantes estão desimpedidos e são visíveis de todos os lados. As faixas dos jardins desses crematórios estão bem desenhadas e de modo algum se nota que tenham sido espezinhadas, diariamente, por milhares de pessoas. O crematório nº. 3, por exemplo, é contíguo ao que sabemos ser, graças aos documentos do Museu Estatal de Auschwitz, um campo de futebol e perto ainda de um campo de voleibol (Hefte von Auschwitz, 15, 1975, ilustração fora do texto da página 56 e página 64). Está também muito próximo dos dezoito pavilhões hospitalares do campo masculino. Ocorreram trinta e duas missões aéreas dos Aliados sobre toda esta zona que incluía ainda as importantes instalações industriais de Monowitz. Compreende-se que os Aliados tenham bombardeado por várias vezes o sector industrial, evitando na medida do possível o que era evidentemente um campo de concentração, de trabalho e de trânsito e não um «campo de extermínio», sobre o qual não caíram mais do que algumas bombas perdidas.




Livros da Quinta (Infelizmente à Sexta...)


The Post-American World - “Este não é um livro sobre o declínio de um país como a América, mas antes um crescer de todos os outros”. É assim que começa o livro de Fareed Zakaria sobre esta nova era em que estamos a entrar. Leia mais sobre este livro aqui.




The Far Traveler: Voyages of a Viking Woman - Quinhentos anos antes de Colombo, uma mulher Viking chamada Gudrid fez-se ao mar para novas descobertas. Atracou no Novo Mundo e aí viveu durante 3 anos, dando à luz uma criança antes de regressar a casa. Pelo menos é o que contam as sagas Islandesas. Mesmo depois dos arqueólogos terem encontrado vestígios dos Vikings na Terra Nova, ninguém acreditou que os detalhes da história de vida de Gudrid fossem verdadeiros. No entanto, em 2001, uma equipa de cientistas descobriu aquilo que poderá ter sido a última habitação desta mulher pioneira, enterrada num campo de feno na Islândia, tal como as sagas tinham sugerido.

Podem ler mais sobre este assunto e encomendar o livro aqui.

quarta-feira, 25 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (IV)


4) Em 1979, trinta e quatro historiadores franceses assinaram uma extensa resposta comum aos argumentos técnicos que eu havia pessoalmente invocado para demonstrar que a existência e funcionamento das câmaras de gás nazis se chocam com impossibilidades materiais radicais. De acordo com a tese oficial, Rudolf Höss, um dos três sucessivos comandantes de Auschwitz, teria confessado (!) e descrito como se gaseavam os judeus em Auschwitz e Birkenau. De acordo com essa confissão, muito vaga, quando as vítimas aparentavam ter exalado o último suspiro, colocava-se em funcionamento um aparelho de ventilação e uma equipa de prisioneiros judeus entrava de imediato na vasta sala para retirar os cadáveres e transportá-los até aos fornos crematórios. R. Höss afirmou que os judeus levavam a cabo esse trabalho de modo displicente, fumando e comendo. Observei que tal era impossível: não se pode entrar a fumar e a comer num local saturado de ácido cianídrico (gás virulento, penetrante e explosivo) para tocar, manipular e daí extrair, com grande esforço, milhares de cadáveres impregnados de ácido cianídrico e, consequentemente, intocáveis. Na sua declaração os trinta e quatro historiadores responderam-me: «Não importa perguntar como, tecnicamente, foi possível semelhante assassinato em massa. Foi tecnicamente possível uma vez que ocorreu» (Le Monde, 21 de Fevereiro de 1979, p. 23).

Observação: Esta resposta equivale a esquivarem-se à pergunta colocada. Se alguém se esquiva assim é porque é incapaz de responder. E se trinta e quatro historiadores se mostram a tal ponto incapazes de explicar como foi perpetrado um crime de tais dimensões é porque esse crime desafia as leis da própria natureza; sendo, portanto, imaginário.

A Preocupação de Algumas Pessoas

terça-feira, 24 de março de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (III)



3) Em 1968, a historiadora judia Olga Wormser-Migot, na sua tese sobre Le Système concentrationnaire nazi, 1933-1945 (Paris, Presses universitaires de France, 1968) dedicou um extenso desenvolvimento ao que ela chama «O problema das câmaras de gás» (p. 541-544). Aí exprime o seu cepticismo sobre o valor dos célebres testemunhos que atestam a existência de câmaras de gás em campos como o de Mauthausen ou de Ravensbrück. Sobre Auschwitz I é peremptória: esse campo em que, ainda hoje, os turistas visitam uma suposta câmara de gás era, na realidade, «sem câmaras de gás» (p. 157).

Observação: Para arremessar contra os vencidos horríveis acusações de gazeamentos homicidas, apenas se confiou nos testemunhos e ninguém verificou esses testemunhos. Observemos aqui o caso particular de Auschwitz-I: há 38 anos uma historiadora judia teve o mérito de escrever que esse campo «não possuía câmaras de gás»; não obstante, ainda hoje, em 2006, multidões de turistas visitam um habitáculo que ousam apresentar-lhes falaciosamente como uma «câmara de gás». Estamos, pois, perante uma fraude.

segunda-feira, 23 de março de 2009

Ainda a Polémica de Um Bispo Incómodo


A controvérsia sobre as declarações “negacionistas do Holocausto” do Bispo Bishop Richard Williamson não é uma controvérsia sobre a verdade histórica, o papel da história na sociedade, anti-semitismo ou “ódio”. Trata-se, na realidade, de algo sobre o poder – sobre aqueles que dominam a nossa cultura e também sobre como e porquê esse poder é usado.

(...) Numa entrevista a um canal de televisão Sueco, (…) ele referiu que apenas cerca de 300,000 Judeus teriam morrido nos campos de concentração Alemães durante a Segunda Guerra Mundial e que nenhum tinha morrido em câmaras de gás.

(…) Com o crescer da controvércia, Williamson foi expulso da Argentina, onde vivia, e as autoridades Alemãs anunciaram que ele poderia ser acusado criminalmente. Na Alemanha e nalguns outros países Europeus é crime negar, justificar ou menosprezar o genocídio dos Judeus Europeus. As autoridades Alemãs reclamam o direito de acusar qualquer pessoa, em qualquer parte, que faça afirmações “negacionistas” que possam ser acedidas pela Internet.

(…) O Bispo Williamson mantém visões pouco convencionais numa série de assuntos. Já disse, por diversas vezes, que o 11 de Setembro foi um “inside job” (“trabalho de dentro”) e acredita que aqueles ataques terroristas foram organizados pelo governo Americano. Curiosamente, ninguém está a pressionar para que Williamson peça desculpa pelas acusações fortíssimos aos representantes dos EUA que, segundo ele, são os responsáveis por assassínios em massa contra os seus próprios cidadãos. (…)

Se, por um lado, as visões pouco ou nada conformistas de Williamson sobre os crimes cometidos há sete anos são consideradas estranhas, mas inconsequentes; por outro lado, as suas visões sobre o tratamento dos Judeus Europeus há pouco mais de uma metade de século são consideradas como um “crime do pensamento.” As expressões de descrédito sobre o “Holocausto”“sãp rápida e ferozmente punidas. A “blasfémia" contra o Holocausto é, normalmente, tratada como algo mais ofensivo do que os assaltos verbais contra as crenças religiosas e as sensibilidades de muitos milhões de pessoas na Europa e também no mundo. Em resumo: os sentimentos e as sensibilidades Judaicas são vistas como mais importantes do que as dos não-Judeus.

Pode ler na íntegra todo o artigo aqui ou ouvir as declarações de Mark Weber sobre este assunto aqui - onde estão também disponíveis diversos registos do mesmo autor.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (II)



2) Em 1960, Martin Broszat, membro do Instituto de História Contemporânea de Munique, escreveu «Nem em Dachau, nem em Bergen-Belsen, nem em Buchenwald foram gaseados judeus ou outros prisioneiros» (Die Zeit, 19 de Agosto de 1960, p. 16).

Observação: Esta concessão súbita e inexplicada é significativa. No processo de Nuremberga, a única câmara de gás homicida que a acusação se atrevera a mostrar fora a de Dachau e numerosos haviam sido os testemunhos de gaseamentos homicidas nos três campos supra mencionados. M. Broszat reconhece, pois, implicitamente, que aqueles testemunhos eram falsos. Não nos diz em quê eram falsos. Não nos diz igualmente porque razão outros testemunhos referentes, por exemplo, a Auschwitz, Majdanek, Treblinka, Sobibor ou Belzec, ao invés, continuariam a ser dignos de fé. Nos anos 80, em Dachau, um letreiro informava em cinco idiomas que «a câmara de gás disfarçada de duche» que os turistas visitavam «nunca havia sido utilizada» como tal. Os revisionistas perguntaram então por que motivo aquele habitáculo podia ser classificado como «câmara de gás» homicida. E por isso as autoridades do Museu de Dachau retiraram esse letreiro para o substituir por um outro que, em alemão e inglês, diz agora: «Câmara de gás. Aqui se encontrava o centro potencial de assassinato em massa», e acrescenta que «até 150 homens de cada vez podiam ser gaseados» neste espaço com Zyklon B. Note-se o emprego das palavras «potencial» e «podiam» (em inglês, «potential» e «could»). A escolha destas palavras testemunha uma intenção abjecta de logro: sugere aos turistas a ideia de que a dita «câmara de gás» serviu efectivamente para matar, mas, ao mesmo tempo, permite replicar aos revisionistas: «Não afirmámos expressamente que esta câmara de gás serviu para matar, apenas dissemos que podia ou teria podido servir, à época, para matar tantas pessoas». Para concluir, em 1960, M. Broszat, sem nenhuma explicação, decretou numa simples carta que ninguém havia sido gaseado em Dachau; nos anos seguintes, as autoridades do Museu de Dachau, manifestamente incomodadas, tentaram mediante diversos embustes que variaram ao longo do tempo, enganar os visitantes deixando-os crer que nessa sala com aspecto de duche (et pour cause, uma vez que outra coisa não era) se havia efectivamente procedido ao gaseamento de pessoas.