
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?
No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:
[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).
2. A prova:
- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.
- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.
- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.
Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.
Conselho Literário

quarta-feira, 8 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (III)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)
(continuação)
Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.
A viagem de David Irving à Polónia
Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History[10]. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.
Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website[11], publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.
(continua)
As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas (II)

Para isto, os únicos comentários são: “teorias da conspiração” ou “rsrsrsrsrsrs”…
REVISIONISTA merece credibilidade para eles. Ou seja, praticamente nem se dão ao trabalho de analisar o que se diz, mas sim apenas se preocupam com a campanha de descredibilização do autor. Porque eles é que sabem. Porque eles é que têm razão. Porque eles é que trabalham para o “povo eleito e escolhido”…terça-feira, 7 de julho de 2009
As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas

Portanto, uma cambalhota e César Vidal passou a estar no grupo dos “maus”… Aposto que com mais uma cambalhota ou um enrolamento, ele ainda irá aparecer no Revisionismo em Linha…
segunda-feira, 6 de julho de 2009
Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".
Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (II)

O seu pobre conhecimento sobre o assunto forçou Irving a fazer vários espetaculares, mas totalmente desnecessárias concessões aos seus adversários. No seu veredicto, o juiz Charles Gray referiu correctamente:
"Tenho que confessar que, tal como certamente pensa a maioria das outras pessoas, estava convencido que as provas do extermínio em massa dos Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram irrefutáveis. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando avaliar as provas apresentadas pelas partes neste procedimento". [9]
AFinal, os "Maus" Não Estavam Sozinhos...

domingo, 5 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
Por Jürgen Graf

[Tradução de Johnny Drake - o original pode ser encontrado aqui]
Um novo e brilhante historiador
O Inglês David Irving possui várias e admiráveis qualidades:
1) É um pesquisador incansável que gastou milhares de horas a estudar os arquivos.
2) É um excelente historiador da Segunda Guerra Mundial. Alguns dos seus livros, tal como Hitler’s War [A Guerra de Hitler] e o Churchill’s War [A Guerra de Churchill], continuarão a ser lidos enquanto existirem pessoas interessadas nesta escuridão e neste período dramático da história.
3) É um mestre da Língua Inglesa, tanto como escritor tanto como orador.
Nos anos sessenta e princípio dos anos setenta, o brilhantismo de Irving foi largamente reconhecido. Apesar de muitos historiadores ‘do sistema’ antipatizaram com este jovem dissidente, poucos negaram o seu talento. Ele era tão bom que os meios de comunicação social eram obrigados a perdoarem-lhe as suas compaixões mal ocultadas para com Adolf Hitler e o Terceiro Reich. Mesmo na Alemanha, ele foi repetidamente convidado para debates na televisão onde impressionou o público com todo o seu conhecimento histórico e o seu Alemão muito fluente.
Quanto à "Questão da Solução Final Para os Judeus", Irving aceitou a versão oficial como uma questão natural; contudo, ele nunca escreveu um livro ou mesmo um artigo sobre este assunto, mas tentou ser o mais claro sobre o mesmo.
"Hitler’s War"
Durante o trabalho em Hitler’s War, David Irving estudou uma quantidade enorme de documentos Alemães do tempo da guerra. Com um assombro crescente, compreendeu que nenhum daqueles incontáveis documentos provavam que Hitler tinha ordenado o extermínio dos Judeus - ou, de facto, tomado conhecimento que os Judeus estavam a ser exterminados. Naquela época, Irving começou a ficar ciente de que havia pesquisadores que questionavam a versão oficial de destino dos Judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A obra The Hoax of the Twentieth Centur, de Arthur Butz tinha saído em 1976, um ano antes de Hitler’s War e acho difícil de acreditar que Irving não tenha aprendido através da existência desse livro, nem que ele não tenha tido uma curiosidade intelectual para lê-lo. De qualquer forma, ele não conseguiu tirar a única conclusão lógica da completa falta de provas documentais para o "Holocausto", mas concluiu, em vez disso, que o exterminio dos Judeus tinha sido mandado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler sem o conhecimento de Hitler. Em Hitler’s War, Irving escreveu:
"Por 1942, a maquinaria para o massacre reunia energia – com tal refinamento e talento diabólico de Himmler que os que dirigiam os campos de extermínio hierarquicamente abaixo talvez só setenta homens estavam cientes da verdade". [1]A esta tese descontroladamente improvável, Robert Faurisson levantou, a seguir, uma objecção inteiramente lógica:
"Utilizando a comparação de David Irving, eu certamente poderia passar a acreditar que Menachem Begin podia ter ignorado o massacre nos acampamentos de Sabra e Shatila no Líbano no tempo em que eles estavam a acontecer. Durante várias horas, várias centenas de civis foram chacinados. Não sei quando Begin soube do massacre, mas sei como qualquer outra pessoa em qualquer parte do mundo, que ele aprendeu muito rapidamente. Se, no entanto, em vez de várias centenas de homens, mulheres e crianças chacinadas em algumas horas, considerarmos o massacre de milhões de homens, mulheres e crianças durante um período de três ou quatro anos mesmo no coração da Europa, como é que esse crime horrendo poderia ser foi escondido de Hitler, Estalin, Churchill e Roosevelt, assim como da Alemanha e de toda Europa, com excepção talvez de setenta homens! [2]
Actualmente, em 2009, este argumento tem o mesmo efeito como se estivessemos em 1983!
(continua)
sexta-feira, 3 de julho de 2009
Vídeo Especial Para o Fim-de-Semana
Bom fim-de-semana a todos!
A Indústria Sionista da Indemnização

(OLIVEIRA, Tereza de
– in O Sionismo Contra o Estado Israelita, pal., Grupo Granja/Br., 1997)
Ou As Vítimas Da Farsa, pal., Rio de Janeiro/Br., 1988)
O Porquê do Boicote a Israel

quinta-feira, 2 de julho de 2009
Os Livros da Quinta

O Caso Leonard Peltier

terça-feira, 30 de junho de 2009
Revisionismo do Holocausto (XII)

Isto inclui, particularmente, a Amnistia Internacional que, supostamente, apoia 'prisioneiros de consciência', mas que no caso daqueles que se empenham em ‘discursos de ódio' (ie, aquilo o ‘Povo Eleito’ não gosta de ouvir) não é qualificado para merecer o seu apoio. Do mesmo modo, a principal organização que defende e apoia a liberdade de expressão na Internet, a Electronic Frontier Foundation, não tocará de forma alguma nos 'discursos de ódio'.
Como terceiro exemplo, a ACLU tornou-se há vários anos uma instituição infame entre a sua clientela liberal por apoiar os direitos de liberdade de expressão dos 'nazis bastardos', mas desde essa altura, que eu saiba, nunca ofereceu qualquer ajuda à 'comunidade do ódio'. Mas é precisamente o discurso mais impopular que necessita de ajuda e de defesa e isso é exactamente do que trata o 'discurso de ódio' actualmente. E com estas organizações na liderança, não há, praticamente, qualquer apoio para a verdadeira liberdade de expressão, excepto entre as que ousam fazê-lo que depois são “amaldiçoadas”.
Como conclusão, poderemos dizer que os Judeus e os seus amigos estão a tentar suprimir o revisionismo porque eles pensam que é uma falsidade; mas a minha sensação é que, no fundo, essa censura vem do facto deles saberem perfeitamente que nós, revisionistas, temos razão!
Os Limites da Liberdade de Expressão Para "Os Eleitos e Seus Defensores"

O ensaio da JINSA diz "A liberdade de imprensa acaba quando os seus abusos levam à morte dos nossos soldados e fortalece os nossos inimigos. Uma tal visão desperta, actualmente, desprezo, mas uns meios de comunicação social que se esquecem de qualquer sentido de patriotismo sóbrio pode levar a que, num futuro próximo, se transformem numa sabedoria convencional".
Então o que a JINSA afirma é que essas vozes independentes - tal como o AMERICAN FREE PRESS – que se opõem ao caminho para a guerra ficam sujeitas à possível violência militar por serem contra os objectivos militares futuros do lobby Judeu.
Leiam a notícia na íntegra aqui.
segunda-feira, 29 de junho de 2009
Revisionismo do Holocausto (XI)

* O revisionista académico e "Desmistificador do Shoah" Robert Faurisson, autor de Are the Diaries of Ann Frank Genuine? [Serão os Diários de Ann Frank Genuínos?] (Por exemplo, partes do diário foram escritos com esferográfica – que apenas foi fabricada depois de 1945) foi agredido quase até à morte por um punhado de rufiões Judeus.
* O Institute for Historical Review [Instituto para a Revisão Histórica] foi incendiado no dia 4 de Julho de 1984 por um grupo desconhecido - provavelmente pela Mossad (equivalente Israelita da CIA).



