sexta-feira, 10 de julho de 2009

Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...


Quatro membros da Jewish Defence League, foram detidos na quarta-feira depois de um ataque a uma livraria de Paris dirigida por activistas pro- Palestina. Com idades entre os 16 e os 26 anos, os jovens foram detidos em Paris e nos seus subúrbios e foram levados sob custódia pr suspeita vandalizarem o estabelecimento. Vândalos mascarados irompeam pela loja, armados com paus cocktails molotovs no final da tarde de sexta-feira, destruindo os computadores e máquinas registadoras, assim como livros (…). Conhecida pelo seu apoio à causa Palestiniana, esta livraria de Paris já tinha sido atacada inúmeras vezes anteriormente. [Leia a notícia na íntegra]

Uma coisa todos sabemos: se os quatro jovens tivessem a cabeça rapada e as vítimas fossem Judeus e este crime corria o mundo, abria os telejornais e durante umas semanas não se falaria de outra coisa. Assim, a notícia sai "de mansinho", sem grande alarido, sem grandes críticas, não vá alguém ainda ser acusado de "anti-semitismo". E eu a pensar que a destruição e a queima de livros eram coisas... de uns certos "maus"...

O Revisionismo em Linha também desconhece se a Hungria também poderá sofrer ataques semelhantes depois dos legisladores daquele país terem recusado considerar a "negação do Holocausto" uma ofensa punível...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)


David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)



(continuação)



As minhas questões a David Irving e a sua resposta

Em Março de 2009, soube que David Irving tinha dado todo tipo de conselho a um companheiro "negacionista do Holocausto," o Bispo Richard Williamson e recebi uma mensagem de uma senhora Francesa enfurecida com as declarações de Irving sobre Treblinka. No dia 2 de Abril, enviei um email a Irving, pedindo que ele respondesse às quatro perguntas seguintes:

- Acredita que tenha ocorrido um assassinato em massa de Judeus em Treblinka, Sobibor e Belzec?
- Se acreditava que esse assassinato em massa tinha, de facto, sido cometido, quais eram as provas?

- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?

- Se ele, David Irving, leu o livro do Carlo Mattogno sobre Belzec e o livro Treblinka: Treblinka: Extermination camp or transit camp? [12], escrito por Carlo Mattogno e por mim?

No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:

"1. Ich bin der Auffassung, dass in besagten drei Lagern Massenvernichtungen stattgefunden haben ("durch Gas" lässt sich nicht beweisen, ist ja sehr umstritten).

2. Beweismaterial:

- Bekannter Briefwechsel Wolff/Ganzenmüller betr. Malkinia/Treblinka.

- Himmlers Anordnung, in Treblinka nichts auffindbar zurückzulassen, anschliessend einen Bauernhof darüber entstehen zu lassen [...].

- Persönliche Befragung zweier Zeugen... betr. Belzec, falls Echtheit nachweisbar.

- Höfle-Decode vom Januar 1943 und in Zusammenhang damit der Korherr-Bericht.

3. Für das Jahr 1942: Das Höfle-Dokument spricht von 1'274’166.Für 1942 und 1943 haben wir aus Himmler-Akten die Beuteziffer Reinhardt – Schmuck, Uhren, Münzen. Daraus lässt sich ungefähr eine Ziffer für das Ergebnis für 1943 zusammenreimen bzw. hochrechnen, und zwar mehr als 1 Million – Himmler spricht dem Mufti gegenüber von „3 Millionen".


[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).

2. A prova:

- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.

- Interrogatório a duas testemunhas… sobre Belzec, se a autenticidade [das suas declarações] poderem ser provadas.

- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.

- A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr.

3. Para 1942: O documento Höfle menciona um número de 1 274 166. Para 1942 e 1943, documentos de Himmler revelam a extensão dos despojos de Reinhardt – jóias, relógios, moedas. Baseado nesta informação, é possível adivinhar ou calcular um número aproximado de 1943, cerca de um milhão - O ‘Mufti’ Himmler fala em “três "milhões”.]

O caso da ausência de resposta à quarta questão

Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.

Apesar de Belzec ser muito mais pequeno que Treblinka, mesmo assim a sua bibliografia ainda abrange 80 títulos, 18 deles em Polaco. O capítulo mais importante é o terceiro, onde Mattogno analisa os resultados das perfurações e escavações forenses que foram executadas no local do antigo campo e finais de 1990.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.

Conselho Literário



Para quem já ouviu falar no “politicamente correcto” mas não tem uma ideia muito precisa sobre o tema, ler esta pequena entrevista a Vladimir Volkoff, que foi doutor em filosofia, professor de inglês, militar durante a guerra da Argélia, funcionário do Ministério da Defesa e, mais tarde, professor de línguas e literatura francesa e russa nos Estados Unidos. Foi o primeiro escritor que se dedicou seriamente ao estudo da manipulação informativa. Nesta entrevista, explica o conceito que conhecemos como “politicamente correcto”, tema de seu último livro publicado pela Editions du Rocher: “La désinformation par l’image”.


(Obrigado pelo e-mail Nonas)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (III)




Tradução:
"- Jerusalém é a cidade das três religiões!"
"- Sim: Messianismo, Judaísmo e Sionismo."

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)



(continuação)


Na prisão na Áustria

Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.


A viagem de David Irving à Polónia

Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History[10]. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.

Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website[11], publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.


(continua)

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas (II)



(Este 'post' apenas surge em resposta ao que foi publicado aqui)
Depois dos espectáculos deprimentes dados pelos assalariados Sionistas (crentes afirmacionistas, defensores da história oficial do Holocausto), o blogue Revisionismo em Linha tem vindo a sofrer uma constante patrulha ideológica de analfabetos Sionistas que defendem com unhas e dentes o Holoconto, alguns deles do Brasil. Um blogue desses tem servido de território livre pra circulação de grupos que criam sites em Brasileirez para incentivar outros crentes a acreditar nesse Holoconto (vulgarmente conhecito também por ‘Holohoax’) e incitar ao racismo e extermínio de um povo.

Recentemente foi postada uma crítica a esta “matéria”, onde denunciei uma série de pontos que, naturalmente, não tiveram a devida resposta. O meu texto causou um tal arrepiu na espinha do pequenino analfabeto crente afirmacionista que logo se colocou aos saltos, retificando o post anterior, desta vez já falando do passado de Pío Moa e que antes ficára esquecido.O mais curioso é que ficou por dizer onde é que entra o David Irving na tal comparação patética…

E quando falo que existem assuntos que nunca têm resposta, não falo por acaso.

Para isto, os únicos comentários são “anti-semitismo”, porque estamos a criticar os seus patrões, ou seja, os Sionistas ou o Estado de Israel ou os Judeus…

Para isto, os únicos comentários são… no Revisionismo em Linha é que existe “racismo, xenobobia, nazis, etc., etc., etc. e que deveríamos ser todos presos…

Para isto, os únicos comentários são: “teorias da conspiração” ou “rsrsrsrsrsrs”…

E sobre o Holoconto, perdão, Holocausto… então aí as coisas ainda são mais graves porque NENHUMA FONTE, NENHUM LIVRO, NENHUM DOCUMENTO, NENHUM REVISIONISTA merece credibilidade para eles. Ou seja, praticamente nem se dão ao trabalho de analisar o que se diz, mas sim apenas se preocupam com a campanha de descredibilização do autor. Porque eles é que sabem. Porque eles é que têm razão. Porque eles é que trabalham para o “povo eleito e escolhido”…

Porém, aquela gente continua a dizer que que não trabalham para o lobby Judeu/Sionista, mas nem por uma única vez condenam ou criticam Israel e a sua política. E a manutenção do “mito holocáustico” é o melhor exemplo.

Afirmar parece que é uma especialidade dos "crentes no Holoconto" já que provar as suas "teorias míticas" é algo totalmente fora da competência deles – já têm uma legislação penal que os transforma em intocáveis e todos os outros “defensores do ódio”.

Deixo aqui registrado o facto, pois recentemente o indivíduo de apelido "Roberto Lucena"(como se tivessemos de acrditar que tudo o que diz é verdade), um dos assalariados do blogue citado e que fez uma série de ataques, com uma linguagem baixa e vergonhosa, demonstrativa do seu grau de cobardia e que depois vem negar cinicamente e veementemente que alguma vez tenha censurado algum comentário ou falado de forma incorrecta… porque apenas se defende…como os patrões…Fica aqui o meu novo presente a esse assalariado Sionista que acha que as pessoas se irão se intimidar com esse tipo de ameaças constantes por parte dele e dos amigo, quer pessoais quer com a justiça, argumento sempre utilizado quando não têm mais nada.

Robertinho, pare de ler livros das editoras dos patrões e compre livros que mostrem que existe algo mais para além da sua cegueira. A Universidade não mata, mas nós sabemos o profundo ódio que os crentes afirmacionista têm sempre que se deparam com revisionistas formados ou que se apoiam em estudos que apenas são derrotados pela tal lei que os considera “anti-semitas” ou “portadores de ódio”. Mas a perseguição doentia que vocês fazem e que transformam todos os académicos revisionistas em cadastrados é algo que não durará sempre. Essa mentira em considerar tudo o que questiona Israel ou o Holocausto em “anti-semitismo” ou “discurso de ódio” só engana gente que comunga dos mesmos valores Sionistas ou afirmacionistas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas



A preocupação (leia-se “radicalismo puro” ou “consequências de quem é analfabeto e não se importa de o ser…) que algumas pessoas têm em largar a sua cegueira pela escrita fácil, aludindo frequentemente a uma pseudo-demolição e pseudo-desmontagem dos argumentos revisionistas, não as deixa ver mais nada à sua frente.

Num local perdido além mar, existe alguém que decidiu traduzir um artigozinho onde se procura fazer essa tal (tentativa) de demolição e desmontagem de qualquer coisa que não se chega bem a perceber o quê. O mais grave é que o autor do texto original nem toca no nome de David Irving. Porém, o pseudo-tradutor considerou muito importante colocar no título que Pío Moa era o “David Irving Espanhol”… Só o facto de alguém fazer tal comparação é sinónimo de que estamos perante alguém MESMO MUITO DOENTE.

Vejamos: Moa tem um passado muito “curioso” que o autor do texto se “esqueceu” de colocar para todos podermos ler. É que Moa apenas se tornou numa figura “non grata”, para esta pseudo-elitezinha esquerdóide que domina a maioria dos média, quando abandonou o mundo terrorista da extrema-esquerda (podem ler aqui a sua biografia)! Por esta lógica, a militância em organizações terroristas envolvidas em atentados bombistas não é muito importantee torna-se secundária quando convém. Mau mesmo é ele ser “revisionista”… Se esta lógica (???!!!!!) não tivesse contornos graves e trágicos, até que seria cómica!

Por outro lado, daquilo que sei, David Irving nunca andou em grupos de Esquerda ou Extrema-Esquerda, nem andou a colocar bombas em nome do proletariado – mesmo que andasse, pelos vistos isso nem seria muito grave para certos analfabetos…

E depois temos a já nossa conhecida “demolição”, neste caso de Moa, dos seus livros, da sua visão, de tudo o que ele faz parte. No artigozinho nada consigo ler que mostre essa demolição – o link apresentado também não está disponível. Pode ser que alguém coloque, mais tarde, essas tais “demolições” que o outro historiador pretendeu fazer.

Mas o mais cómico de tudo isto deixei para o fim: não sei se já repararam, mas César Vidal foi despromovido daquele espacinho - estou a ver que os saneamentos Estalinistas foram substituídos pelos saneamentos Sionistas! A frase deste antigo “anti-revisionista” que se encontrava naquela casa de doentes, perdão, crentes afirmacionistas, pelos vistos, passou de prazo. Mas agora já sei o porquê e a resposta está neste último ‘post’: "Moa e companhia - quer dizer, César Vidal, Ricardo de la Cierva, Jiménez Losantos, Gonzalo Fernández de la Mora, García de Cortázar, José Luis Gutiérrez Casalá, Ángel David Martín Rubio, entre outros citados – representam a resposta da direita que tem estado no poder do outro movimento, o da recuperação da memória histórica, surgido em torno de 1996-1997".

Portanto, uma cambalhota e César Vidal passou a estar no grupo dos “maus”… Aposto que com mais uma cambalhota ou um enrolamento, ele ainda irá aparecer no Revisionismo em Linha…

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Germar Rudolf Foi Libertado!




Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes



A vida em Gaza após a invasão Israelita - Seis meses depois da sangrenta guerra de Israel com o Hamas, em Janeiro, e que durou três semanas, Peter Beaumont entrevistou três mulheres que ele conheceu imediatamente após a invasão.

Assista aqui a um 'online slideshow' dos crimes de guerra de Israel em Gaza e pode ler mais sobre este assunto aqui.

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".

A verdade não teme a investigação!

Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (II)






(continuação)


O relatório Leuchter

Em Abril de 1988, durante o segundo julgamento de Zundel, em Toronto, David Irving soube que um técnico Americano em execuções, Fred Leuchter, tinha sido contactado pelo conselheiro de Ernst Zundel, Robert Faurisson, e tinha voado ara a Polónia com um pequeno grupo de ajudantes para examinar as supostas câmaras de gás em Auschwitz I, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Após o seu regresso, Leuchter escreveu um relatório onde concluiu que aqueles locais não podiam ter sido usados como câmaras de gás por razões técnicas. O mais importante é que Leuchter e a sua equipa tinham retirado amostras das paredes das supostas câmaras de gás de Auschwitz I e Birkenau onde, de acordo com a historiografia oficial, um grande número de Judeus tinham sido mortos com ácido prússico. As amostras foram analisadas posteriormente num laboratório Americano. Os testes revelaram que não existiam vestígios de cianeto ou níveis extremamente baixos, enquanto que uma amostra retirada da Instalações de Desinfestação nº 1 de Birkenau continha uma percentagem excessivamente alta de cianeto. [3]

O relatório de Leuchter confirmou aquilo que David Irving deve ter suspeitado ou aquilo que, de facto, ele já sabia: A história da câmara de gás de Auschwitz não passava de uma fraude monstruosa. Irving acreditava agora que a história do "Holocausto" cairia por terra num futuro próximo e dar uma ajuda. David Irving, cujo génio os historiadores tacanhos do sistema recusam teimosamente a reconhecer, conseguiu envergonhá-los a todos; seria o primeiro proeminente historiador a ridicularizar a fraude de Auschwitz. No final do julgamento de Zundel, Irving apareceu como testemunha de defesa. Endossou o relatório de Leuchter, que ele chamou de um "documento destruidor". Em 1988 e 1989, fez vários discursos questionando a existência de câmaras de gás para fins homicidas em Auschwitz: um desses discursos em terras Austríacas, em 1989, levaria à sua detenção e encarceramento naquele país dezesseis anos mais tarde.

A esperança de Irving de que o relatório de Leuchter levaria ao colapso imediato da mentira de Auschwitz não se materializou: Os Judeus lutaram pelas suas câmaras de gás como uma leoa pelos seus filhotes e David Irving foi rotulado como “negacionista do Holocausto". Numa sociedade Ocidental dominada pelos Judeus esta etiqueta é a marca de Cain. Irving foi maliciosamente marginalizado pelos meios de comunicação social, os seus livros desapareceram das livrarias e ele sofreu perdas financeiras enormes.


David Irving v. Deborah Lipstadt

Após um representante particularmente repugnante do lobby do Holocausto, uma tal Deborah Lipstadt, ter ultrajado Irving no seu livro Denying the Holocaust [Negando o Holocausto] [4], processou-a por difamação. O julgamento aconteceu em Londres, no iníco de 2000. Embora as possibilidades de Irving ganhar este caso serem praticamente nulas logo desde o início, ele podia ter chegado facilmente a uma tremenda vitória moral, demolindo a repulsiva Lipstadt e os seus peritos. Nem é preciso dizer que isso teria exigido uma boa e prévia preparação, mas devido à sua arrogância, Irving, que estava insuficientemente familiarizado com o particular assunto do "Holocausto", não considerou necessário estudar a literatura revisionista antes do julgamento.

Lembro-me nitidamente do meu desânimo quando li no jornal Judeu Suíço Jüdische Rundschau Maccabi que Irving "tinha admitido a existência dos furgões de gás. Era, de facto, verdade: Confrontado com o denominado "just document" [5] que a equipa de Lipstadt tinha apresentado como prova documental para o assassinato em massa de Judeus em furgões de gás, Irving tinha declarado o mesmo como autêntico, embora ele seja uma falsificação grosseira cheia de absurdos linguísticos e técnicos. Esta fraude tinha sido analisada detalhadamente por dois pesquisadores revisionistas, o Alemão Ingrid Weckert [6] ae o Francês Pierre Marais [7]. Uma vez que Irving consegue ler tanto Alemão como Francês com grande facilidade, ele não tem nenhuma desculpa para não saber destes estudos de tão grande importância.

O seu pobre conhecimento sobre o assunto forçou Irving a fazer vários espetaculares, mas totalmente desnecessárias concessões aos seus adversários. No seu veredicto, o juiz Charles Gray referiu correctamente:

"No decurso do julgamento Irving modificou a sua posição: Foi acabou por admitir que existiram gaseamentos a seres humanos em Auschwitz, mas numa escala limitada". [8]

Para crédito de Irving, deve ser salientado que ele fez um uso muito eficiente do argumento de Faurisson "Nenhuns buracos, nenhum Holocausto". De acordo com a "prova da testemunha ocular" em que a versão oficial dos acontecimentos é baseada, Leichenkeller (morgue) 1 do Krematorium II de Auschwitz-Birkenau foi usado como uma câmara de assassinato com gás onde, de acordo com Robert Jan van Pelt, perito de Lipstadt, aproximadamente 500.000 Judeus terão sido assassinados entre 1943 e 1944. Durante o julgamento, Irving demonstrou que as aberturas no telhado de Leichenkeller 1, por onde, supostamente, os elementos das SS largavam as tais bolinhas de Zyklon B, não existiram, o que significa que o suposto crime não podia ter sido perpetrado. Neste ponto, Irving ganhou um trunfo importante. Mesmo o juiz Charles Gray, que era bastante hostil para com Irving, admitiu honestamente no seu veredicto:

"Tenho que confessar que, tal como certamente pensa a maioria das outras pessoas, estava convencido que as provas do extermínio em massa dos Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram irrefutáveis. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando avaliar as provas apresentadas pelas partes neste procedimento". [9]


(continua)

AFinal, os "Maus" Não Estavam Sozinhos...


A Parliamentary Assembly of the Organization for Security and Co-operation in Europe (Assembleia Parlamentar da Organização para a Seguraça e Cooperação na Europa - OSCE) chegou à conclusão, na última quarta-feira, que a União Soviética e Alemanha Nazi compartilham a culpa pelo começo da Segunda Guerra Mundial.

A Rússia perdeu mais de 20 milhões de pessoas durante a guerra (…). Entre as 28 resoluções decididas pela 18º Sessão Anual da OSCE, em Vilnius, Lituânia, na semana passada, está a de colocar uma condenação idêntica tanto para o Estalinismo como para o Fascismo pelo começo da Segunda Guerra Mundial. Ambos os regimes originaram genocídios e crimes contra a humanidade. O voto esmagador dos parlamentares de mais de 50 países da OSCE foi 201-8, com 4 abstenções; os delegados da Rússia sairam em protesto.

Pode ler a notícia na íntegra aqui.

Mais um exemplo de que "factos históricos irrefutáveis" ou "dados comprovados" em História são coisas com muito pouco valor e com muito pouca durabilidade. Não se trata de "reescrever" ou "branquear" a História, mas sim, sem tabus, procurar apurar a verdade histórica. Mesmo que isso faça azia a certos ANALFABETOS!

domingo, 5 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt"

Por Jürgen Graf


[Tradução de Johnny Drake - o original pode ser encontrado aqui]




Um novo e brilhante historiador


O Inglês David Irving possui várias e admiráveis qualidades:

1) É um pesquisador incansável que gastou milhares de horas a estudar os arquivos.
2) É um excelente historiador da Segunda Guerra Mundial. Alguns dos seus livros, tal como Hitler’s War [A Guerra de Hitler] e o Churchill’s War [A Guerra de Churchill], continuarão a ser lidos enquanto existirem pessoas interessadas nesta escuridão e neste período dramático da história.
3) É um mestre da Língua Inglesa, tanto como escritor tanto como orador.


Nos anos sessenta e princípio dos anos setenta, o brilhantismo de Irving foi largamente reconhecido. Apesar de muitos historiadores ‘do sistema’ antipatizaram com este jovem dissidente, poucos negaram o seu talento. Ele era tão bom que os meios de comunicação social eram obrigados a perdoarem-lhe as suas compaixões mal ocultadas para com Adolf Hitler e o Terceiro Reich. Mesmo na Alemanha, ele foi repetidamente convidado para debates na televisão onde impressionou o público com todo o seu conhecimento histórico e o seu Alemão muito fluente.

Quanto à "Questão da Solução Final Para os Judeus", Irving aceitou a versão oficial como uma questão natural; contudo, ele nunca escreveu um livro ou mesmo um artigo sobre este assunto, mas tentou ser o mais claro sobre o mesmo.

"Hitler’s War"

Durante o trabalho em Hitler’s War, David Irving estudou uma quantidade enorme de documentos Alemães do tempo da guerra. Com um assombro crescente, compreendeu que nenhum daqueles incontáveis documentos provavam que Hitler tinha ordenado o extermínio dos Judeus - ou, de facto, tomado conhecimento que os Judeus estavam a ser exterminados. Naquela época, Irving começou a ficar ciente de que havia pesquisadores que questionavam a versão oficial de destino dos Judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A obra The Hoax of the Twentieth Centur, de Arthur Butz tinha saído em 1976, um ano antes de Hitler’s War e acho difícil de acreditar que Irving não tenha aprendido através da existência desse livro, nem que ele não tenha tido uma curiosidade intelectual para lê-lo. De qualquer forma, ele não conseguiu tirar a única conclusão lógica da completa falta de provas documentais para o "Holocausto", mas concluiu, em vez disso, que o exterminio dos Judeus tinha sido mandado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler sem o conhecimento de Hitler. Em Hitler’s War, Irving escreveu:

"Por 1942, a maquinaria para o massacre reunia energia – com tal refinamento e talento diabólico de Himmler que os que dirigiam os campos de extermínio hierarquicamente abaixo talvez só setenta homens estavam cientes da verdade". [1]

A esta tese descontroladamente improvável, Robert Faurisson levantou, a seguir, uma objecção inteiramente lógica:

"Utilizando a comparação de David Irving, eu certamente poderia passar a acreditar que Menachem Begin podia ter ignorado o massacre nos acampamentos de Sabra e Shatila no Líbano no tempo em que eles estavam a acontecer. Durante várias horas, várias centenas de civis foram chacinados. Não sei quando Begin soube do massacre, mas sei como qualquer outra pessoa em qualquer parte do mundo, que ele aprendeu muito rapidamente. Se, no entanto, em vez de várias centenas de homens, mulheres e crianças chacinadas em algumas horas, considerarmos o massacre de milhões de homens, mulheres e crianças durante um período de três ou quatro anos mesmo no coração da Europa, como é que esse crime horrendo poderia ser foi escondido de Hitler, Estalin, Churchill e Roosevelt, assim como da Alemanha e de toda Europa, com excepção talvez de setenta homens! [2]

Actualmente, em 2009, este argumento tem o mesmo efeito como se estivessemos em 1983!



(continua)

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Vídeo Especial Para o Fim-de-Semana

Dedicado a todos os que consideram qualquer crítica à política de Israel uma forma de "anti-semitismo".

Bom fim-de-semana a todos!










A Indústria Sionista da Indemnização


“A perseguição indenizatória dos sionistas só pode ser comparada ao holocausto gerado contra eles mesmos…”


(OLIVEIRA, Tereza de
– in O Sionismo Contra o Estado Israelita, pal., Grupo Granja/Br., 1997)


Recordar as palavras da saudosa poeta e artista plástica galaico-brasileira Tereza de Oliveira, no que se refere à busca incontrolada de dinheiros nos bolsos da Humanidade por parte do Movimento Sionista, é recordar que todos os dias enfrentamos essa Verdade: o Sionismo alimenta-se de fraudes históricas e, com elas, abastece a Imprensa mundial (que controla parcialmente) e a Indústria Política da Indenização.

Depois do fiasco de um livro sobre a hipotética participação ativa da IBM na estratégia política anti-sionista do Nacional-Socialismo alemão, eis que, em Abril de 2001, os brasileiros obrigam-se a receber em São Paulo a bestialidade sociopata na pessoa de Edgar Bronfman, atual presidente do Congresso Mundial Judaico, que aqui reúne os simpatizantes eternos da Indústria Política da Indenização, com direito, é claro, a notas personalizadas em jornais como O Estado de S. Paulo e outros veículos amigos. Diz Bronfman que existem “novas possibilidades de indemnizações aos sobreviventes do Holocausto, que foram submetidos a trabalhos forçados ou escravos” (in OESP, persona, 19.04.2001). Será que dentro de mil anos a Humanidade ainda terá de ouvir o choro ganancioso e estupidamente orquestrado pela política sionista?…
Enquando o Estado israelita massacra o Povo palestino e ocupa a terra da Palestina com apoio e financiamento dos EUA, o Movimento Sionista ataca social e politicamente na frente da Indústria Política da Indenização. Até parece o bloqueio mundial definido e executado pelos sionistas, a partir de 1933, contra a Alemanha que Hitler tinha começado a tirar da miséria econômica…!
“A obtenção do Podersobre a carcaça dos povos indefesos pela submissão econômicaé o que sustenta a estratégia do Movimento Sionista,causa que deve ser combatidaenergicamente pelas pessoasconscientes da Verdade histórica em relaçãoà Morte que o Sionismo engendrou para si mesmo,e no qual condena a própria etnia judaica”.
(BARCELLOS, João


1. O Holocausto Como Morte Anunciada Pelos Próprios Sionistas,
Ou As Vítimas Da Farsa, pal., Rio de Janeiro/Br., 1988)

Se por um lado impressiona a agressividade sionista em torno da demanda indenizatória, por outro, impressiona mais (pela coragem assumida publicamente) a atitude consciente, porque de autenticidade, das ainda poucas pessoas que combatem a ânsia sociopata sionista – essa bestialidade política que, repito, deve ser combatida antes que acabe com a Humanidade (no que Hitler – e reconheço que houve militarmente atrocidades que deveriam ter sido evitadas – tinha razão)!

Obviamente, os sionistas da Indústria Política da Indenização não se reúnem em cervejarias,
como os nazis autênticos, sim, em luxuosos restaurantes nas grandes metrópoles. Quem paga a conta? Perguntem a Edgar Bronfman, porque do meu bolso ele não leva nada!
João Barcellos


[Este artigo encontra-se publicado aqui.]

O Porquê do Boicote a Israel


Quase dois terços dos Israelitas estão favoráveis a negociações directas e substanciais entre o próprio governo e a liderança do Hamas. Deve haver, seguramente, aqui algum erro, não? Na realidade, não – isso foi a conclusão de uma pesquisa de opinião em Fevereiro de 2008 pela Universidade de Tel Aviv. Cerca de dez meses mais tarde, com a Operação ‘Cast Lead’ a decorrer, os entrevistadores chegavam a maiorias ainda mais altas, até 90% em alguns casos, a favor da guerra contra o mesmo movimento, o Hamas, na Faixa de Gaza.

Todos podemos ter diferentes opiniões e, em alguns casos, até contraditórias sobre o mesmo assunto. O que aparece primeiro na nossa mente em ocasiões particulares depende das circunstâncias. Em nenhum lado se faz esta transferência de síndrome psicológica de um modo tão pronto para a realidade política como Israel. Parte da mentalidade dos Israelitas é um conjunto de jogos de atitude e de arranjos institucionais conhecido como militarismo: não é simplesmente a posse e - para muitos Israelitas – a participação numa poderosa máquina militar, mas também o recurso - que funciona como reflexo - a "soluções" militares quando os políticos consideram existir algo complexo ou tenso com algum risco.

Os Israelitas têm sido trazidos à tona através de discrições de talento e bravura pelas acções dos seus soldados e tripulações. O ataque a Entebbe por uma equipa de comandos com o objectivo de libertar reféns Israelitas de cruéis sequestradores. Um salvamento idêntico teve igualmente o mesmo êxito através de uma operação no aeroporto de Tel Aviv, com as forças especiais a actuarem disfarçadass de mecânicos, dirigida por Ehud Barak, agora Ministro de Defesa do Israel. A 'Guerra dos Seis Dias' em 1967 começou com a Força Aérea Árabe a ser destruído ainda no chão enquanto os generais Egípcios lutavam por chegar ao quartel-general, e os Israelitas tendo tomado a precaução de atacar durante hora de ponta da manhã no Cairo.

O recurso ao uso da força tem, portanto, assumiu um estatuto de normalidade e de padrão nas relações de Israel com os países vizinhos e com qualquer pessoa, subvertendo os apelos à paz. No passado, os antagonistas eram a Jordânia, o Egipto e a Síria. Ultimamente, foi o Líbano e, naturalmente, os Palestinianos que passaram a estar na linha de mira. Três princípios da lei internacional devem dominar o comportamento de Israel, destinados a restringir as respostas de qualquer estado que tente mostrar a sua discordância.

Podem continuar a ler aqui.

quinta-feira, 2 de julho de 2009

Humor Sem Complexos (II)




Os Livros da Quinta



The Left, the Right, & the State - O mais recente livro de Llewellyn H. Rockwell Jr., fundador e presidente do Ludwig von Mises Institute. Leiam mais aqui sobre este livro.





Why American History Is Not What They Say: An Introduction to Revisionism - Uma introdução ao Revisionismo: algumas das guerras Americanas - tanto frias como quentes - através de olhos revisionistas. Leiam mais sobre este livro aqui.

Também não deixem de ler o último SMITH’S REPORT.

O Caso Leonard Peltier


Tal como foi referido no 'post' anterior, a Amnistia Internacional que, supostamente, apoia 'prisioneiros de consciência', nos casos daqueles que se empenham nos supostos ‘discursos de ódio' (ie, aquilo o ‘Povo Eleito’ não gosta de ouvir) mantém um estranho silêncio, ou seja, os revisionistas ficam, mais uma vez, marginalizados. Nada que nos surpreenda.

O Revisionismo em Linha, pelo contrário, gosta de dar outro tipo de exemplos, outras formas de demonstrar que a liberdade de expressão e opinião deve existir sempre (e até já foram muitos os casos em que não concordamos obrigatoriamente com o que aqui publicamos).

Leonard Peltier não é revisionista. Nem anti-semita. Nem sobrevivente do Holocausto. Mas penso que também merece a nossa atenção.

Desde 1977, Leonard Peltier, índio da tribo Sioux, está preso nos Estados Unidos. Com 65 anos, cumpre dupla pena perpétua, acusado pelo assassinato de dois agentes do FBI. Há 33 anos, proclama sua inocência. Não existe prova alguma de sua culpa.

Falar dos índios norte-americanos equivale, muitas vezes, a falar em estereótipos: penas, bisões, tendas etc... Vivem nos Estados Unidos cerca de três milhões de índios, sobreviventes do genocídio cometido pelos colonos e militares norte-americanos no século XIX. A realidade de sua vida quotidiana está muito longe de todos esses clichês folclóricos. A maioria desses povos passa por dificuldades econômicas e problemas sociais decorrentes da perda de referências de identidade; o que leva a uma alta incidência de alcoolismo em muitas tribos. Apesar desses aspectos negativos, os índios continuam sendo sobreviventes da história.

Nos últimos 30 anos, uma renovação cultural, social e econômica surgiu nas diferentes tribos e reservas. Em conseqüência de suas lutas permanentes, esses esquecidos das Américas conseguiram uma certa melhoria em seu destino. Essas lutas se travam no dia-a-dia dos centros comunitários das grandes cidades ou nas reservas, longe do noticiário, o que contribui para o esquecimento de sua causa. Lutam pelo reconhecimento de suas culturas, de suas línguas, de sua identidade. Essas lutas se deram, por diversas vezes, de forma violenta.

Pode continuar a ler aqui e saber mais sobre este assunto também aqui.

terça-feira, 30 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (XII)













(continuação)


Mas se os casos que mencionamos são trágicos, é igualmente trágico que as organizações que supostamente se deveriam levantar e defender a liberdade de expressão tenham, no caso do revisionismo, um dobrar de joelhos; comportamente, aliás, semelhante em todos os casos onde exista oposição aos interesses dos Judeus.

Isto inclui, particularmente, a Amnistia Internacional que, supostamente, apoia 'prisioneiros de consciência', mas que no caso daqueles que se empenham em ‘discursos de ódio' (ie, aquilo o ‘Povo Eleito’ não gosta de ouvir) não é qualificado para merecer o seu apoio. Do mesmo modo, a principal organização que defende e apoia a liberdade de expressão na Internet, a Electronic Frontier Foundation, não tocará de forma alguma nos 'discursos de ódio'.

Como terceiro exemplo, a ACLU tornou-se há vários anos uma instituição infame entre a sua clientela liberal por apoiar os direitos de liberdade de expressão dos 'nazis bastardos', mas desde essa altura, que eu saiba, nunca ofereceu qualquer ajuda à 'comunidade do ódio'. Mas é precisamente o discurso mais impopular que necessita de ajuda e de defesa e isso é exactamente do que trata o 'discurso de ódio' actualmente. E com estas organizações na liderança, não há, praticamente, qualquer apoio para a verdadeira liberdade de expressão, excepto entre as que ousam fazê-lo que depois são “amaldiçoadas”.

Como conclusão, poderemos dizer que os Judeus e os seus amigos estão a tentar suprimir o revisionismo porque eles pensam que é uma falsidade; mas a minha sensação é que, no fundo, essa censura vem do facto deles saberem perfeitamente que nós, revisionistas, temos razão!

Os Limites da Liberdade de Expressão Para "Os Eleitos e Seus Defensores"


Uma das mais influentes vozes do lobby pró-Israel publicou um chocante ensaio sugerindo que, num futuro próximo, deveriam existir “ataques militares” a jornalistas e aos média em geral que se opõem às aventuras militares Americanas em nome de Israel.Numa edição na Primavera de 2008 do Journal of International Security Affairs, o Jewish Institute for National Security Affairs (JINSA) [Instituto Judaico para os Assuntos de Segurança Nacional], uma força particular e interventiva do lobby Judeu, publicou uma série de artigos com o tema: “The U.S. Military Faces the Future.”[O Exército Norte-Americano Enfrenta o Futuro].

Um dos artigos, com o título: “Wishful Thinking and Indecisive Wars,” [A Ilusão e as Guerras Indecisas], escrito por Ralph Peters (descrito como um “oficial reformado das forças militares dos EUA”) defende claramente que “Embora pareça impossível agora, as guerra futuras poderão exigir censura, ´blackouts´ às notícias e, finalmente, ataques militares contras os membros desses orgãos de comunicação social.

O ensaio da JINSA diz "A liberdade de imprensa acaba quando os seus abusos levam à morte dos nossos soldados e fortalece os nossos inimigos. Uma tal visão desperta, actualmente, desprezo, mas uns meios de comunicação social que se esquecem de qualquer sentido de patriotismo sóbrio pode levar a que, num futuro próximo, se transformem numa sabedoria convencional".

A sugestão da JINSA é que que os meios de comunicação social na América que se oponham à invasão do Iraque pelos EUA - uma exigência chave de Israel e de JINSA – se transformem em moscas em contraste com a verdade. Aliás, os meios de comunicação social importantes golpearam o tambor da guerra. O AMERICAN FREE PRESS e alguns jornais independentes oposeram-se fortemente a esta guerra desnecessária.

Então o que a JINSA afirma é que essas vozes independentes - tal como o AMERICAN FREE PRESS – que se opõem ao caminho para a guerra ficam sujeitas à possível violência militar por serem contra os objectivos militares futuros do lobby Judeu.

Leiam a notícia na íntegra
aqui.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (XI)













(continuação)


Mas se, tal como os revisionistas alegam, a OJV estiver errada em muitos aspectos importantes, nós deveríamos perguntar porque é que isso aconteceu. A resposta generalizada, penso eu, seria a que Harry Elmer Barnes salientou, "A verdade é a primeira vítima da guerra". Este ponto tem aqui um especial interesse porque foram, na realidade, os Judeus que primeiro declararam guerra à Alemanha (na forma de boicote económico), uma medida aplicada pouco depois de Hitler ter subido ao poder em 1933 e seis anos antes do começo de conflito militar.

Mas se o ódio dos Judeus para com Hitler foi o factor principal para as mentiras da OJV, existe ainda outro cuja importância pode-se dizer ser considerável, nomeadamente que os Judeus estavam à procura de um ‘demónio’ para desviar as atenções para as atrocidades que se estavam a cometer sob o regime ‘Judaico Bolchevista’ na Rússia, particularmente o de Estaline que, sabe-se agora, também ser Judeu (o seu nome de família, Dugashvili, significa ‘filho de um Judeu’ em Georgiano), que – com o seu ‘braço direito’ o também Judeu Kaganovich – mataram deliberadamente à fome milhões de pessoas e mandaram outras tantas para os Gulags.

Na realidade, tal como Robert Conquest, entre outros académicos descobriram, o número de mortos sob o regime comunista da União Soviética chegou aos 60 milhões e na China aos 80 milhões, ambos os países com um número de mortos muito superior aos atribuídos a Hitler. Mesmo assim ouvimos falar muito pouco ou nada sobre as "atrocidades comunistas", se comparar-mos com a propaganda intensa e quase diária da mitologia do Holocausto.

Como ponto final importante, deve ser realçado que um número considerável de homens teve que sofrer consideravelmente por ousar falar fora da ‘Grande Mentira’ Judaica do Holocausto. (Os Judeus acusam Hitler de usar a técnica da Grande de Mentira - contando uma mentira tão grande que passa por verdade porque ninguém podia conceber tal mentira sendo contada tantas vezes a menos que fossem verdadeira – mas, na realidade, isto era uma mentira, pois foi Hitler que acusou os JUDEUS de usarem a técnica da Grande Mentira, o que eles certamente fizeram com o ‘Holohoax’, dito Holocausto).

Entre os mais conhecidos, podemos referir:

* Germar Rudolf, porque no seu relatório revisionista denominado ‘Rudolf Report’ concluiu que os supostos gaseamentos eram 'impossíveis de realizar baseado nas leis de ciência física', foi-lhe negado o seu doutoramento e oi despedido do seu trabalho no pretigiado Instituto Max Planck e foi forçado a deixar Alemanha para evitar uma sentença de prisão de 14 meses [actualmente, encontra-se detido a cumprir a mesma].

* Fred Leuchter, especialista em execuções e que realizou um exame forense às ‘câmaras de gás’ foi perseguido de forma desumana e, em particular, foi obrigado a lutar contra uma falsa acusação de “ter realizado projectos engenharia sem licença” em Massachusetts.

* Ernst Zundel foi acusado de ‘crimes de ódio’ e de 'difusão de falsas notícias' no Canadá por publicar escritos revisionistas, mas depois de duas prolongadas batalhas no Supremo Tribunal daquele país, obteve uma vitória atordoante. Infelizmente, esta vitória foi agora, em grande parte, anulada, tanto do ponto de vista legal, o que permitiu à ‘Comissão dos Direitos Humanos’ do Canadá providenciarem representantes das minorias ‘facilmente-ofendidas’ que passaram para julgamento 'incidentes de ódio’ e que declararam formalmente que 'a verdade não é nenhuma defesa' contra a ofensa minorias; e também tanto do ponto de vista das posições pessoais de Zundel, uma vez que foi perseguido fora do Canadá por um destes tribunais e depois sequestrado nos EUA e – após mais de um ano em encarceramento solitário no Canadá, foi extraditado para a Alemanha onde ainda cidadão e pleno direito e onde, provavelmente, permanecerá encarcerado até ao fim da sua vida.

* O revisionista académico e "Desmistificador do Shoah" Robert Faurisson, autor de Are the Diaries of Ann Frank Genuine? [Serão os Diários de Ann Frank Genuínos?] (Por exemplo, partes do diário foram escritos com esferográfica – que apenas foi fabricada depois de 1945) foi agredido quase até à morte por um punhado de rufiões Judeus.

* Henri Roques escreveu a sua tese de doutoramento desmascarando e demolindo as "Confissões" de Kurt Gerstein, um conjunto de documentos nos quais a OJV se baseia de forma significativa; mas em vez do doutoramento lhe ser atribuído, foi mais tarde revogado por causa das pressões de Uno Hooze.

* O Institute for Historical Review [Instituto para a Revisão Histórica] foi incendiado no dia 4 de Julho de 1984 por um grupo desconhecido - provavelmente pela Mossad (equivalente Israelita da CIA).

(continua)