sábado, 15 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (XIII)


(continuação)


Uma vez “Negador do Holocausto”, sempre “Negador do Holocausto”!


David Irving é um homem muito inteligente, mas infelizmente, entretanto, ele é totalmente imoral. Para ele, a verdade é uma moeda de troca. Ele está disposto a falar o que for possível, se achar que irá servir à sua carreira.

Irving sente saudades dos bons tempos quando ele ainda era convidado para debates televisivos, quando seus livros caiam nas graças de louváveis resenhas e vendiam bem. Ele gostaria que esse tempo voltasse. Por outro lado ele sabe naturalmente que a sociedade ocidental se encontra sob forte domínio judaico e que ele, David Irving, permanecerá um pária enquanto os judeus o difamarem como “Negador do Holocausto”. Por isso ele tenta, de forma hesitante, se desfazer deste rótulo. Como lhe falta paciência para aguardar a derrocada do domínio judaico (que ele não sabe se vai ocorrer ou não, em sua época), ele oferece aos judeus uma vaca de troca.

Seu único problema é Auschwitz. Ele nunca colocou em dúvida outro aspecto da história do “Holocausto”. Ele sempre afirmou que os alemães fuzilaram na frente oriental um número monstruoso de judeus (no capítulo oito de Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Passagem?, ele poderia encontrar provas incontestáveis de que os relatos dos Grupos de Ação – Einsatzgruppen – que comprovam aparentemente esta barbárie surrealista e que Irving aceita como prova sem questionamentos, são muito suspeitas, pois primeiramente elas são refutadas através de outros documentos e segundo, não são confirmadas por provas técnicas). Ele nunca duvidou do (alegado) assassinato nos Campos Reinhardt, assim como em Majdanek. Ele reconheceu textualmente a existência dos carros de gás (Gaswagen), que teriam funcionado alegadamente em Chelmo e em outras áreas ocupadas pelos soviéticos. Por outro lado, ele já defendeu tantas vezes o ponto de vista dos revisionistas sobre Auschwitz, que seu orgulho o proíbe de recuar lentamente deste ponto; ele está disposto, em todo caso, a considerar que em Auschwitz houve gaseamento em situações restritas.

Segundo Raul Hilberg, um milhão de judeus encontraram a morte em Auschwitz. [56] Como o número de judeus que morreram de morte natural em Auschwitz (isto é, de doenças, fadiga etc), é impossível ser maior que 100.000, isso significaria que cerca de 900.000 judeus foram assassinados nas “câmaras de gás de Auschwitz” . O que Irving faz então? Ele afirma que nos Campos Reinhardt Belzec, Sobibor e Treblinka não foram assassinados como Hilberg afirma, 1,5 milhões, mas sim 2,4 milhões de judeus, e oferece aos judeus uma suficiente compensação para as 900.000 vítimas das câmaras de gás de Auschwitz, que ele lhes roubou.

Mas Irving fez a conta sem o taberneiro. É claro que ele não está em condição de entender o raciocínio de seus desafetos. Através do questionamento das câmaras de gás de Auschwitz, ele cometeu do ponto de vista judaico a pior das profanações, pois Auschwitz é o coração da história do “Holocausto”, mesmo quando segundo Hilberg menos do que um quinto das “vítimas do Holocausto” tenham encontrado a morte neste campo. Os judeus nunca irão perdoar David Irving por este sacrilégio. Mesmo se ele afirmasse subitamente que os alemães tivessem gaseado em Majdanek um milhão, em Chelmo dois milhões, em Sobibor três milhões, em Belzec cinco milhões e em Treblinka dez milhões de judeus, e na frente oriental fuzilados outros vinte milhões de judeus, isso não lhe seria de forma alguma a redenção; os judeus e seus guardinhas iriam ainda intitulá-lo como negador do “Holocausto”. Esta etiqueta estará junto a Irving enquanto os judeus dominarem sobre os países do Ocidente.


(continua)

As Mentiras do Caça-Nazis (IV)





(Continuação)



4 - A PEDRA, O PÉ E A GANGRENA


VO - Todos os dias saiam descalços para trabalhar na pedreira do campo de concentração de Gross-Rosen, perto de Wroclaw. Mas a cada jornada, o grupo de 100 homens perdia um elemento. Simon Wiesenthal sabia que a sua hora tinha chegado. Pressentiu um guarda atrás das costas e virou-se. "Ia esmagar a minha cabeça com uma pedra. Virei-me de novo. Surpreendido, deixou cair o calhau. Desfez-me um dedo do pé. Gritei", relatou. Valeu-lhe que havia uma inspecção da Cruz Vermelha ao campo, nesse dia. De outra forma não teria sido levado para o posto de primeiros socorros e nem lhe teriam amputado o dedo a sangue frio enquanto dois homens o agarravam. As dores pioraram nas 24 horas seguintes. Um médico teve de lhe drenar uma bolha de pus na sola do pé. "A gangrena espalhou-se por toda a sola", disse.


NV - Mais uma vez a palavra de Wiesenthal contra a de mais ninguém. Não há qualquer outro relato, do próprio ou de outra fonte, que permita confirmar a história. E há mais pormenores que levantam dúvidas a Walters: "Se houvesse mesmo uma inspecção da Cruz Vermelha a Gross-Rosen, as SS teriam suspendido temporariamente as execuções." Além disso, nessa altura, a ONG nem sequer podia entrar nos campos. Quanto aos factos médicos relatados, "não são, de todo, plausíveis".


COMENTÁRIO: Parece que, para este caso, nenhum delegado da Cruz Vermelha teve a coragem de vir a público desmascarar a palhaçada e o embuste deste guru do Holoconto! Mas bastou consultar os registos da mesma para perceber que não existiu qualquer inspecção! Portanto, este episódio É MAIS UMA MENTIRA!

Além disso, mais uma vez, temos "testemunhos" sem provas. Um hábito na literatura dos "sobreviventes".

Resta-nos rir. E muito!... rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs


(Continua)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Donald Rumsfeld e a Tamiflu


(Traduzido por Vinícius Morais Simões)


A subida das acções de Rumsfeld com o Tamiflu

Secretário de Defesa e ex-presidente de detentora de direitos sobre o tratamento da gripe vê o valor dos seus investimentos de portfólio crescer.

Nova Iorque (Fortune) – As previsões sobre a escalada de uma epidemia de gripe aviária podem estar assustando muitas pessoas ao redor do mundo, mas estão provando serem notícias muito boas para Donald Rumsfeld e outros investidores com ligações políticas na Gilead Sciences, a companhia de Biotecnologia sediada na Califórnia que detêm os direitos sobre o Tamiflu, o remédio sobre influenza que agora é o remédio para tratamento mais procurado do mundo.

Rumsfeld trabalhou como presidente da empresa de pesquisas médicas Gilead de 1997 até 2001 - período no qual começou a trabalhar para a administração Bush - e ainda detém ações sobre a Gilead que variam de 5 a 25 milhões de dólares, de acordo com a declaração de bens federal preenchida por Rumsfeld.

A declaração de bens não revelam o número exato de ações que Rumsfeld detém, mas nos últimos seis meses, o medo de uma pandemia e a conseqüente corrida pelo Tamiflu fizeram o valor das ações da Gilead subir de 35 para 47 dólares. Eventos esses que tornaram o Chefe do Pentágono, que já era um dos membros mais ricos do gabinete do Presidente George Bush, pelo menos 1 milhão de dólares mais rico.

Rumsfeld não é o único peso-pesado da política lucrando com a demanda pelo Tamiflu, que é fabricado e vendido pela gigante farmacêutica suíça Roche. (A Gilead recebe royalties da Roche equivalente a 10% das vendas). O antigo Secretário de Estado George Shultz, que também faz parte do corpo diretor da Gilead, já lucrou mais de 7 milhões com ações da empresa desde o começo de 2005.

“Não tenho conhecimento de nenhuma outra companhia de biotecnologia que tenha ligações políticas tão fortes”, diz o analista Andrew Macdonald da empresa Think Equity Partners de São Francisco.

Ainda há mais: o Governo Federal está se tornando um dos maiores fregueses do Tamiflu. Em Julho, o Pentágono solicitou mais de 58 milhões de dólares relativos ao tratamento das tropas norte-americanas ao redor do mundo, e o congresso está considerando uma aquisição multibilionária. A Roche têm expectativas para vendas em 2005 da ordem de 1 bilhão de dólares, comparadas aos 258 milhões relativos a 2004.

Rumsfeld se reservou a não tomar quaisquer decisões envolvendo essa empresa quando se tornou Secretário de Defesa em 2001. E no último mês, como observou um oficial sênior do Pentágono, Rumsfeld foi mais além propondo ao Pentágono elaborar instruções adicionais relativas ao que ele poderia ou não se envolver caso houvesse uma epidemia de gripe aviária à qual o Pentágono tivesse que responder.

À medida em que o assunto da gripe foi esquentando no começo do ano, de acordo com o oficial do Pentágono, Rumsfeld considerou se desfazer de todas as suas ações da Gilead e procurou o conselho do Departamento de Justiça, o SEC (Comissão de Valores Mobiliários) e o Escritório Federal de Ética no Governo.

Essas agências não ofereceram uma recomendação, portanto Rumsfeld consultou um advogado da área econômica que o aconselhou de que seria mais seguro manter as ações e tornar o seu afastamento público a vender as ações e correr o risco de ser acusado de vender informações privilegiadas, coisa que Rusmfeld acredita não possuir. Portanto, até o momento, Rumfesld mantém as suas ações.


Consulte também:

http://en.wikipedia.org/wiki/Gilead_Sciences#Product_portfolio

http://en.wikipedia.org/wiki/Donald_Rumsfeld#Business

http://www.gilead.com/product_chart

http://www.gstock.com/quote/gild.html


In a world without fences, who needs Gates?


Podem ler o original
aqui.

Fredrik Töben Vai Mesmo Para a Prisão


Um dia triste não só para a Austrália, mas também para todas as pessoas que por todo o mundo lutam pela liberdade de expressão e informação - Dr. Toben foi condenado a 3 meses de prisão efectiva.
No dia 13 de Agosto de 2009, pelas 10 horas da manhã, começou o recurso do Dr. Töben. Os numerosos argumentos foram apresentados por David Perkins, advogado de defesa. No fim da audição, os três juízes retiraram-se aproximadamente durante três quartos de hora. Após o seu regresso, leram a sentença, ou seja, que a apelação tinha sido rejeitada, ordenando que a sentença do Dr. Töben começasse imediatamente. Ele acompanhou pacificamente os dois polícias que chegaram vestidos de fato. Inicialmente irá para a prisão de Yatala, de onde se decidirá em que prisão será cumprida a sua sentença.

Leia mais sobre este assunto
aqui.

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XII)



(continuação)



Os três Campos Reinhardt eram Campos de Passagem

Em 31 de julho de 1942, o Reichskomissar para a Bielo-Rússia, Wilhelm Kube, envia um telegrama ao Reichskomissar para os territórios ocupados do leste, Hinrich Lohse, onde ele protesta contra a deportação de 1.000 judeus do Gueto de Varsóvia para Minsk. [47] Como a deportação dos judeus do Gueto de Varsóvia iniciou oito dias antes e todos os pesquisadores são uníssonos que naquele exato momento todos os judeus deportados de Varsóvia foram para Treblinka, os 1.000 judeus mencionados por Kube tiveram que forçosamente ter passado por Treblinka até chegar a Minsk. Em 17 de agosto de 1942, o jornal clandestino polonês, Informacja Beizaca, reportou a 1 de agosto que 2.000 operários judeus foram deportados de Varsóvia até Smolensk. [48] Em 7 de setembro de 1942, o mesmo periódico informa que dois transportes com o total de 4.000 deportados chegaram de Varsóvia para trabalhos forçados nas importantes instalações em Brzesc e Malachowicze. [49]

Eu estou muito bem ciente que estas cifras representam uma pequena parcela dos judeus transportados para Treblinka e que os anti-revisionistas irão contra-argumentar que todos estes casos são “exceções”. Por outro lado, cada judeu que deixou com vida Treblinka ou algum outro dos dois Campos Reinhardt, confere um forte golpe contra a versão oficial, pois é afirmado que todos os judeus destes campos não foram registrados e foram gaseados independente de idade e estado de saúde. E quando os anti-revisionistas rotulam os casos mencionados como “exceções”, nós temos todo o direito em perguntar, quantas outras exceções ainda existem.

Um determinado número de judeus foi dos Campos Reinhardt para Majdanek ou Auschwitz. Como a historiadora polonesa Zofia Leszcznska, a qual pode-se com dificuldade lhe atribuir qualquer simpatia pró-revisionismo, declarou que em outubro de 1942, 1.700 judeus foram transferidos de Belzec para Majdanek. [50] O fato basta por completo para desferir um golpe mortal contra a versão oficial, onde menos de dez judeus sobreviveram em Belzec.

Em um artigo sobre “judeus em Majdanek”, os historiadores judeus Adam Rutkowski e Tatiana Berenstein escreveram:

“Alguns transportes de Varsóvia alcançaram Lublin via Treblinka, onde aconteceu uma seleção dos deportados”.

Para a historiografia oficial, esta frase é mortal! Em 30 de abril de 1942, um transporte com 350 judeus de Treblinka chegou a Majdanek. Um dos judeus atingidos aqui, Samuel Zylbersztain, escreveu depois um relatório sobre sua impressionante experiência. [52] Após o “Campo de Extermínio” Treblinka e o “Campo de Extermínio” Majdanek, ele sobreviveu ainda a oito “normais” Campos de Concentração. Ele é uma prova viva que os alemães não exterminaram seus prisioneiros judeus.

O autor do livro até então mais completo sobre Sobibor [53], o judeu holandês Julius Schelvis, esteve ele próprio internado em Sobibor. Naturalmente ele apresenta este campo como uma fábrica da morte, porém, sua descrição baseia-se somente e unicamente naquilo que ele escutou de alguém ou leu em algum lugar, pois Schelvis permaneceu apenas algumas horas em Sobibor. De lá ele foi para Lublin e de Lublin, posteriormente para Auschwitz, antes que ele finalmente retornasse para a Holanda. Schelvis não foi um caso único: pelo menos 700 outros judeus holandeses foram deportados de Sobibor para outros diferentes campos de trabalho; alguns deles retornaram para a Holanda via Auschwitz (um outro “Campo de Exgtermínio”!). [54]

Muito esclarecedor é o caso da judia tcheca nascida em setembro de 1874, Minna Grossova. Ela chegou a Treblinka em 19 de outubro de 1942, onde segundo a historiografia oficial, até mesmo os judeus aptos ao trabalho foram gaseados sem ser registrados. A senhora Grossova, de 69 anos, foi transferida, todavia, para Auschwitz, onde segundo a mitologia do “Holocausto”, os judeus inaptos ao trabalho foram imediatamente gaseados sem ser registrados. Mas por inúmeras vezes a senhora “Grossova” escapou das “câmaras de gás”; ela foi registrada regularmente e faleceu em 30 de dezembro de 1943 em Auschwitz. [55] Do ponto de vista da história ortodoxa do “Holocausto”, o destino desta mulher é totalmente inexplicável.

Que comparativamente poucos transportes dos Campos Reinhardt para outras localidades estejam documentadas, deixa-se explicar facilmente. Já em 1945, os vencedores da Segunda Guerra Mundial tinham decidido perpetuar a lenda do extermínio dos judeus e pode-se partir da suposição que inúmeros documentos, que contrariem a “verdade” oficial, tenham desaparecidos em algum arquivo ou foram “evacuados”. Poder-se-ia me acusar aqui de utilizar o mesmo truque dos defensores da versão oficial, que explicam a falta de prova documental para as câmaras de gás para assassinato de pessoas, com a alegação de que os alemães tinham destruído todas as provas. Porém, esta acusação não se sustenta, pois minha posição é bem fundamentada. Houvesse um único documento sobre os gaseamentos, então eu teria que me corrigir, que outro também poderia existir, mas não obstante, já são decorridos 64 anos e nunca apareceu tal documento. Por outro lado, existem sim diversos documentos para transportes a partir dos três Campos Reinhardt para outros lugares, e para cada um desses podem existir centenas de outros.


(continua)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Que Está Por Detrás de Gripe H1N1?


ATENÇÃO: ESTAMOS EM ESTADO DE PRÉ-GUERRA!

"Não existe nada no mundo moral que não seja alcançado, se empregarmos a vontade certa." - Wilhelm von Humbold

Grécia decreta vacinação compulsória contra gripe

Sob o infame slogan “Vacina contra gripe suína para todos”, o governo grego quer prosseguir com uma vacinação compulsória junto à população. Como anunciou o jornal grego Kathimerini, um plano de ação do governo deve ser executado em setembro, segundo o qual onze milhões de habitantes, incluindo milhares de emigrantes ilegais, devem ser vacinados.

O ministro da saúde Dimitris Avramopoulos anunciou a vacinação:

“Com o consentimento do Primeiro-Ministro foi decidido vacinar todos os cidadãos e habitantes deste país, sem excepção”.

Sem excepção significa nesse caso, todos, queira-se ou não!

Os órgãos públicos encomendaram 24 milhões de doses da vacina contra a gripe. Enquanto na Alemanha a vacina é, por assim dizer, “diluída” através de uma mistura para se obter mais vacinas, o governo grego pode imunizar duas vezes seus habitantes. Nisto também se percebe a tolice da induzida histeria.

Após a derrocada nos tribunais, talvez o governo grego esteja recebendo enorme pressão de grupos sinistros de interesse e aproveita para vacinar a população grega contra a doença do anti-semitismo - NR.

Ao menos brevemente esta notícia foi reportada na grande mídia alemã, mas não que se trate neste “modelo grego” de uma vacinação obrigatória. Claramente não se almeja com isso disseminar pânico entre os alemães. Em meu artigo “Vacinação em massa contra a gripe suína estão sendo preparadas”, eu demonstrei que não se toca no assunto da vacinação compulsória por aqui junto aos órgãos de saúde. Aliás, há dois meses atrás, isso também não era objeto de discussão na Grécia...

Caso haja um aumento da infecção com o vírus da gripe suína por aqui, em setembro, o governo federal poderia muito bem copiar o “modelo grego”; em todo caso tal hipótese não é excluída.

A Grécia quer agora vacinar todos trabalhadores, crianças, idosos e doentes. Todo habitante e cidadão será obrigado a preencher até um formulário para sua vacinação!

Imagine você levando seu filho para o postinho de saúde para que, contra sua vontade, eles sejam vacinados, e você tem ainda por cima que consentir, assim como assinar embaixo!

A imposição de medidas arbitrárias a todos nós, decididas por políticos incompetentes e motivados por uma mala repleta de dinheiro, parece ter se tornado o norte de nosso tempo. Se tal tática funcionou com o Holocausto judeu, onde centenas estão presos neste exato momento porque duvidaram da versão oficial, e a grande democrática mídia ocidental aceita em silêncio comprometedor que eles sejam condenados e encarcerados, então, no fundo, não temos que nos espantar com os atuais acontecimentos – NR.

E para por uma pá de cal em cima de tudo isso, o ministro da saúde da Grécia Avramopoulos declarou que a “mortalidade” no caso da gripe “é excepcionalmente baixa” e nós devemos “viver, como de costume, sem preocupação”. E apesar disso ele obriga todos os gregos a uma vacinação compulsória com vacinas cujos efeitos colaterais ainda não foram testados!

Os fatos: na Grécia adoeceram até agora, segundo dados oficiais, 740 pessoas por causa do vírus H1N1, o desenvolvimento da doença não tem nada de especial na maioria dos casos.

Michael Grandt, 12/08/2009.

Sobre este assunto, podem também ler
aqui e aqui excelentes apontamentos que vos vão, certamente, deliciar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Que Irão Fazer Agora Com Este Testemunho? (II)

No dia 8 de Julho de 2009, 80º aniversário do massacre de Hebron, o rabino Yisroel Dovid Weiss apresentou a história de outro rabino, Baruch Kapla, que era um estudante no Hebron Yeshiva [escola] quando o massacre ocorreu. O rabino Kaplan responsabiliza os Sionistas pela destruição da coexistência pacífica que existia entre os Árabes e os Judeus na Palestina, reivindicando que eles provocaram aquele massacre.




Leiam aqui uma tradução livre de uma transcrição de uma entrevista em Yiddish gravada há cerca de 20 anos pelo último rabino chamado Baruch Kaplan, que era director da escola feminina Beis Yaakov, em Brooklyn, e que era um estudante na yeshiva de Hebron (escola religiosa) em 1929, na altura do massacre de um número considerável de judeus por alguns árabes. O rabino Kaplan explica como é que os eventos se desenvolveram e como é que os maníacos arrogantes dos Sionista perpetraram os eventos provocando os Palestinianos.

A Censura no 'Correio da Manhã'



Existem por aí uns senhores que se riem sempre que aqui falamos de que não existe liberdade de expressão nem de informação, apesar de vivermos num "Estado democrático". Chamam-nos "doentes" quando o afirmamos. Dizem que nós é que somos os "radicais, extremistas, etc.", que adoramos as teorias da conspiração... e resto já conhecem.

Porém, exemplos não faltam e vou dar-vos mais um.

Após ter lido esta notícia no Correio da Manhã On-line, procurei colocar na caixa de comentários a seguinte frase:


"Será que vão também falar dos vários tipos de letra do Diário? Ou das páginas escritas com esferográfica - apenas inventada anos depois? Duvido..."


Escusado seria dizer que o comentário não foi publicado...

Mas terei eu sido "racista, xenófobo" ou terei "difamado" alguém?!!! - essas são as razões apresentadas para a não colocação dos comentários.

Claro que não. O problema sabemos nós todos qual é: Anne Frank e o seu famoso diário fazem parte da "indústria do Holocausto" e não pode ser questionados.

Só me resta agradecer ao CM pelo excelente trabalho de "caneta azul", a tal que, pensava eu, apenas era utilizada por cá no regime de Salazar.
A Democracia sempre no seu melhor. Como diria alguém, "podem falar e discutir tudo, desde que concordem comigo"...

O Que Irão Fazer Agora Com Este Testemunho?


Há muito tempo que é considerado o maior "desprezo desportivo" da história - quando Adolf Hitler saiu enfurecido do Estádio Olímpico de Berlim porque a Alemanha tinha sido humilhada por um homem negro. O momento ocorreu em 1936 e um incrível atleta americano chamado Jesse Owens tinha conquistado a primeira das suas quatro medalhas de ouro nos 100 metros. Hitler, que tinha cumprimentado, no dia anterior, todos os vencedores olímpicos alemães, saiu do estádio furioso porque os seus "super-homens Arianos" tinham sido vencidos por um seu suposto inferior racial.
E assim foi escrita a história.
Entretanto, Siegfried Mischner, de 83, afirma que Owens possuia uma fotografia na sua carteira em que Hitler lhe apertava a mão antes de sair do estádio.
Owens, que sentiu que os jornais do dia relatavam uma "injustiça" com a atitude de Hitler, tentou fazer, nos anos 60, com que Mischner e os seus colegas jornalistas mudassem a versão aceite pela história.

Mischner, que era um repórter naquela altura, reivindica que Owens mostrou-lhe a fotografia e disse-lhe: "Aquele foi dos meus momentos mais bonitos". Disse ainda: "Foi algo que aconteceu de forma oculta àquele momento de honra e, assim, foi não capturado pela imprensa mundial. Mas eu vi-a, eu vi a fotografia em que ele cumprimentava Hitler com um aperto de mão".

"A opinião predominante na Alemanha do após-guerra foi de que Hitler tinha ignorado Owens. Em consequência disso, decidimos não revelar a fotografia."

As reivindicadões de Mischner não podem ser verificas porque todas testemunhas, incluindo Owens, estão mortas. [leia a notícia na íntegra]


O que o Revisionismo em Linha agora questiona é o seguinte: se os revisionistas são acusados de desvalorizarem todas os testemunhos do Holocausto, também seria interessante saber a opinião dos crentes afirmacionistas sobre este testemunho em particular...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (III)




(Continuação)


3 - ESCAPAR À MORTE E AO CAMPO DE JANOWSKA

VO - Hitler fazia 54 anos e o dia 20 de Abril de 1943 ia ser comemorado com o assassínio de dezenas de Judeus no campo de concentração de Janowska, perto de Lvov. As SS levaram Wiesenthal e outros presos para junto de uma vala comum onde já havia corpos. Obrigaram-nos a despir-se e a atravessar um corredor de arame farpado. O tiroteio começou. Um apito interrompeu as espingardas e ouviu-se um grito: "Wiensenthal!" Foi salvo no limite. Valeu-lhe a amizade de Adolf Kohlrautz, o militar das SS com quem trabalhava na oficina de pintura. O oficial alegou que ele era essencial para pintar um cartaz com uma cruz suástica e a frase "Obrigado, Fuhrer". Conseguiu. Em Outubro desse ano, Kohlrautz avisou-o que o campo ia fechar e os seus prisioneiros seriam exterminados. Deu-lhe um salvo-conduto para ir a uma loja na cidade com outros prisioneiros e um guarda. Fugiram pelas traseiras.

NV - O episódio é empolgante. Mas não há nada que o confirme nem que o desminta. E, mais uma vez, as datas são contraditórias. Wiesenthal disse uma vez que Kohlrautz tinha morrido em 1945 a defender Berlim. Mais tarde garantiu a um biógrafo que o oficial fora uma das baixas das forças do III Reich na frente russa, em 1944. Dez anos depois, num juramento sobre as perseguições que sofreu, não fez qualquer menção a esta história. Nunca disse que o alemão o tinha salvo, nem mesmo no testemunho que deu aos americanos em 1945.


COMENTÁRIO: O episódio não é apenas empolgante. É absolutamente delirante e óptimo para ser adoptado como argumento para um filme de comédia tal não é a PALHAÇADA! (Não encontrei outro adjectivo...). A contradição atinge o limite com o esquecimento total de quem, supostamente, o salvou da morte. Mais palavras para quê? Resta-nos apenas rir. E muito! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs



(continua)

domingo, 9 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (II)




(continuação)



2) A FUGA DE LVOV


VO - Foi preso com um grupo de 40 judeus às 16h de 6 de Julho de 1941 e levado para a cadeia de Lvov. Os soldados só não o fuzilaram porque os sinos tocaram a chamar para a missa. Mais tarde aconselharam-no a fingir-se de espião russo. Perdeu dois dentes no interrogatório, mas fugiu da prisão.


NV - "Cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir", escreve Walters. O problema está sobretudo na data. Logo depois da guerra, Wiesenthal disse ter sido preso a 13 de Julho e não a 6. De acordo com este relato, subornou alguém para fugir. A mudança de dia não terá sido inocente. É que, em Lvov, os pogroms (limpezas étnicas) foram interrompidos no início de Julho de 1941 e não recomeçaram antes de 25 desse mês. Ou seja, a primeira data fornecida pelo caça-nazis não encaixa neste intervalo e não podia ser verdadeira.


COMENTÁRIO: A frase "cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir" ilustra bem a natureza das "histórias" de Simon Wiesenthal. Não há nada mais para comentar. Apenas rir. rsrsrsrsrsrsrs

Hiroshima e Nagasaki

Infelizmente, não foi possível no Revisionismo em Linha relembrar mais cedo esta tragédia. Apesar de atrasado, fica o registo deste "OUTRO HOLOCAUSTO" que, por ter sido praticado "pelos bons", já não merece referência noutros blogues que se afirmam defensores "da memória dos que sofreram nesta guerra".

Talvez denunciar estes e outros crimes desses "bons" seja algo considerado como um "perspectivismo relativista, verbalismo vazio ou demagogia pseudocientífica".



Podem ler mais sobre este assunto aqui, aqui e também aqui.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Notícias Com Dedicatória



Estas notícias têm dedicatória.

A primeira é dedicada a todos os crentes no mito de que "não se pode reescrever a História". Neste caso, o "famoso Inverno Russo" sofre uma derrota...

Vejamos:

A sua invasão da Rúsia fracassou miseravelmente, deixando um trilho de cadáveres de Moscovo a Paris. Num novo livro, um historiador responsabiliza não o frio, mas a propagação da "praga da guerra" - o tifo - pelo Grandioso Exército de Napoleão.


O destino desse Exército ficou selado muito tempo antes de ser disparado o primeiro tiro. Na Primavera de 1812, mais de 600.000 homens marcharam em direcção à Rússia sob o comando do 'diminutivo Córsego' - um exército maior que a população de Paris aquela altura.

(...) Isso é o que defende Stephan Talty, um autor americano que reconstrói o históra da medIcina durante a campanha da Rússia de Napoleão no seu novo livro "
The Illustrious Dead: The Terrifying Story of How Typhus Killed Napoleon's Greatest Army". Talty documenta cuidadosamente porque 400.000 homens nunca regressaram a casa. Tal como fizeram muito poucos historiadores antes dele, atribui o papel crítico a um minúsculo inimigo: o piolho. [leia a notícia na íntegra]

A segunda é dedicada a todos os que vêm na liberdade de expressão e de informação um perigo para o Holoconto. Ou seja, para esses crentes afirmacionistas, tudo o que seja divulgado e que possa demolir a farsa, deve ser severmente punido e responsabilizado judicialmente, passando, naturalmente, até pela prisão dos seus autores. Mas por vezes, como diz o ditado, "o tiro sai pela culatra".

Vejamos:

Foi arquivada a denúncia contra o Inacreditável - O Ministério Público Estadual requereu arquivamento da denúncia contra o site
inacreditavel.com.br.
No parecer sobre o Arquivamento, a promotora Simone Gomes afirma que "em momento algum se demonstrou incitação, discriminação ou fomento ao preconceito de raça ou credo por parte do autor da publicação eletrônica, bem atos de antisemitismo".
[leia a notícia na íntegra]

Parece que houve um tirinho que saiu pela culatra
pequenina da pistola pequenina do cérebro pequenino de alguns crentes afirmacionistas...

Mas porquê a raiva que alguns pseudotolerantes têm contra aquele site? Será por
denunciar isto? Ou isto? No primeiro caso, sabemos que este tipo de notícia é, de forma vergonhosa e descarada, sempre acusada de "anti-semitismo" - não sabemos até quando... No segundo caso, sabemos que os crentes afirmacionistas gostam de gritar que todos os legisladores, juízes ou advogados não toleram o suposto "racismo, xenofobia e anti-semitismo que se difunde pela Internet" - não sabemos o que eles dirão desta situação... Mas quando estamos perante um site que divulga, em nome da VERDADE HISTÓRICA - factos históricos pouco conhecidos, como este ou este, percebemos que existe alguém que não está interessado na divulgação dessas mesmas verdades. E depois, quando acontece isto, eles percebem que ainda não dominam tudo...

A verdade não teme a investigação. Cabe ao leitor tentar agora perceber o porquê de certas pessoas e de certos grupos não estarem interessados nisso...

As Mentiras do Caça-Nazis (I)




NÃO ERA ARQUITECTO!

NÃO ESCAPOU À MORTE POR MILAGRE!

NÃO DESCOBRIU O PARADEIRO DE ADOLF EICHMANN!

Um livro polémico -
Hunting Evil, de Guy Walters - desfaz os mitos de Simon Wiesenthal!


O Revisionismo em Linha irá fazer a transcrição do artigo publicado na revista Sábado, de 30 de Julho, e fará depois alguns comentários.


Esqueça o que sabe sobre o mais famoso caça-nazis da história. No livro Hunting Evil, posto à venda esta quinta-feira no Reino Unido e nos EUA, o académico britânico Guy Walters desfaz o mito de Simon Wiesenthal. Negando qualquer simpatia pelo nazismo, o autor desmente que ele tenha estado em 13 campos de concentração - terão sido 6 - e até põe em causa o seu papel na captura de Adolf Eichmann (...). Descreve Wiesenthal como um mentiroso bem intencionado, cujas fábulas eram uma forma de lutar contra a falta de vontade política dos governos para encontrar militantes do III Reich. Terá ajudado a capturar alguns, mas não foram os 1100 da história oficial. Eis, segundo Walters, algumas das invenções do caça-nazis.

1) O CURSO

Versão Oficial (VO): Simon Wiesenthal licenciou-se em Arquitectura pela Universidade Técnica de Praga, em 1932.

Nova Versão (NV): Usou o título ao longo da vida, mas o seu nome não consta de nenhuma lista de arquitectos polacos de antes da Segunda Guerra, nem de alunos do Politécnico de Lvov, na Polónia. Walters escreve que, ao 19 anos, Wiesenthal não acabou arquitectura, na Universidade Técnica de Praga.
COMENTÁRIO: É por todos conhecida a estratégia dos crentes afirmacionistas e de quase todos os seus gurus e representantes de descredibilizarem e até ridicularizarem todos os trabalhos e estudos de autores revisionistas e até mesmo as suas próprias credenciais académicas. Ora bem, parece que estamos perante alguém que foi, nada mais nada menos, que um dos maiores representantes dos ditos "sobreviventes" e que, durante toda a sua vida, lutou para defender o "Holoconto", mas que... MENTIU sobre o seu curso, sobre a sua escolaridade!
Mais palavras para quê? Resta-nos reflectir e rir! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

terça-feira, 4 de agosto de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)


David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)

(continuação)


Sobibor ou o laudo pericial que nunca foi redigido

[Tradução de Waringham]

Sobre o terceiro Campo Reinhardt, o jovem e talentoso revisionista Thomas Kues fornece as seguintes informações:

“Em 26 de novembro de 2001, apareceu no The Scotsman um artigo donde se extraia que o arqueólogo polonês A. Kola e sua equipe teriam descoberto na área de Sobibor sete covas coletivas, [...] Embora já se tenham passado sete anos desde que as furações e escavações tenham sido executadas, não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”. [44]

Por que “não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”? Colocar a pergunta significa respondê-la.

Dois importantes documentos sobre os quais Irving se silencia.

À luz dos fatos mencionados, os campos Reinhardt não podem ter sido sob hipótese alguma centros de extermínio. Eles também não podem ter sido campos de trabalho, pois eram pequenos demais para abrigar o enorme número de pessoas para lá deportadas. Com isso resta apenas uma possibilidade: eles eram Campos de Passagem. Isto é confirmado por inúmeros importantes documentos alemães, que falam sobre uma “emigração” ou “evacuação” dos judeus para o leste. Principalmente coincidem com dois importantes documentos, os quais Irving se silencia a respeito, pois eles contradizem sua tese.

Em 17 de março de 1942, o funcionário Fritz Reuter do departamento para questões populacionais e abastecimento da secretária do Governo Geral, distrito de Lublin, fez uma anotação relacionada à conversa que teve no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Höfle; ele escreveu:

“Seria apropriado que os judeus levados para o distrito de Lublin fossem separados já na estação em aptos ou não ao trabalho [...] Os judeus inaptos ao trabalho vão todos para Bezec
(sic), a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz. Hauptsturmführer Höfle está a construir um grande campo, onde os judeus aptos ao trabalho possam ser classificados segundo a profissão e colocados a trabalhar, [...] Em seguida ele explicou, ele pode receber diariamente 4-5 transportes com 1.000 judeus na estação terminal de Bezec. Estes judeus iriam para além das fronteiras e nunca mais retornariam ao Governo Geral”. [45]

O sentido deste documento não deixa dúvidas: judeus inaptos ao trabalho devem ser expulsos do Governo Geral e deportados para os territórios do leste. A frase, onde Belzec era “a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz”, só tem sentido em relação com uma deportação para além das fronteiras. Como Sobibor, Belzec situava-se no extremo leste do Governo Geral, próximo à fronteira ucraniana.

Naturalmente David Irving poderia alegar em sua defesa que Reuter utilizou uma linguagem codificada, e as frases – os judeus iriam “para além das fronteiras” e “nunca mais retornariam ao Governo Geral”, significam na realidade que os judeus seriam mortos em Belzec. Eu iria aconselhar Irving a se distanciar de tal consideração, pois elas são por demais ridículas.

Em 15 de julho de 1943, Heinrich Himmler ordenou:

“Transformar o Campo de Passagem de Sobibor em um Campo de Concentração”.[46]

Sobibor foi descrito oficialmente como um Campo de Passagem!
(continua)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O Simãozinho Anda Com Problemas...



Devido a problemas profissionais e também a outros relacionados com vírus informáticos (quase solucionados) não foi feita a actualização do Revisionismo em Linha - e logo agora que o Simon "Mentiroso/Aldrabão" Wiesenthal. começou a ser DESMASCARADO E DEMOLIDO!

E vejam lá o "silêncio" que cai logo na casinha dos crentes afirmacionistas quando surgem essas notícias que mostram bem porque querem que o revisionismo do Holocausto sejam punido. Só resta a eles começarem a espernear o "anti-semitismo" do costume e dizerem que toda a vida do Simon (crente afirmacionista e autodenominado "sobrevivente" do Holoconto) é apenas mais uma "história bonita"... Falsa, mas bonita.

Só rindo, rsrsrsrs.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Conselhos de Leitura



The Storm of War: A New History of the Second World War - Artigos, ensaios, livros e enciclopédias. Muito já se escreveu sobre a história deste terrível conflito e quase todos os dias nos chegam novos dados que, supostamente, até poderiam ter alterado a rumo do conflito. Novos dados que mostram até que alguns dos "Aliados" utilizavam métodos iguais ou até bem piores do que os utilizados pelos que, supostamente, é que eram "os maus".

Mas falemos um pouco deste livro: a 2 de Agosto de 1944, na sequência da destruição completa do exército Alemão na Bielorússia, Winston Churchill ironizou com Adolf Hitler na Câmara dos Comuns, afirmando que ele tinha alcançado uma classificação semelhante à da Primeira Guerra Mundial.
(…) Porque é que o Eixo perdeu a Segunda Guerra Mundial? No livro anterior de Andrew Roberts, Masters and Commanders, ele estudada a criação da grande estratégia dos Aliados; o tema central de Storm of War é como a estratégia do Eixo evoluiu. Examinando a Segunda Guerra Mundial, em todas as frentes, Roberts questiona se, com um processo diferente de tomada de decisão e uma estratégia também diferente, o Eixo poderia ter ganho. Estariam correctos os generais Alemães, que culparam Hitler de tudo, após a guerra ou estariam eles a arranjar um “bode expiatório” com o seu antigo Fuhrer, uma vez que já o podiam criticar com toda a impunidade?

(…) O livro também apresenta um número importante de documentos até então inéditos, como a carta de Hitler ao director de operações militares explicando o que o Führer estava à espera quando deu a ordem para travar os Panzers fora de Dunquerque.
Esta guerra durou 2174 dias, custou 1,5 triliões de dólares e ceifou a vida a mais de 50 milhões de pessoas. Por que é que levou este rumo? Storm of War faz um sucinto, mas dramático, relato da luta em que mergulhou o mundo entre 1939 e 1945 e, por fim, dá-nos uma resposta convincente para essa questão.
[Podem ler mais sobre este livro e outras obras de Andrew Roberts aqui]

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (X)

(continuação)

Os resultados das perfurações arqueológicas em Belzec (1997-1999)

[Tradução de Waringham e Johnny Drake]


Em 1997, o Museu do Holocausto dos Estados Unidos e uma organização polaca semelhante decidiram empreender perfurações arqueológicas e escavações dentro da área do antigo campo em Belzec. O trabalho foi conduzido por uma equipa de arqueólogos dirigidos pelo Professor Andrzej Kola que publicou o resultado em 2000 [40]. No seu livro supracitado sobre Belzec, Carlo Mattogno elabora uma detalhada análise do relatório de Kola, na qual eu me apoiarei doravante.

Nem é preciso dizer que o único método racional teria consistido em desenterrar toda a zona pertencente ao antigo campo, mas isso foi precisamente o que Kola e a sua equipa não fizeram. Eles fizeram do seguindo modo: a perfuração foi conduzida na área designada em intervalos de 5 m com uma perfuradora manual com 8 m de comprimento e com um diâmetro de 65 mm. Ao todo, foram feitas 2.277 perfurações e foram identificadas 236 sepulturas em massa graças a elas. As amostras de terra recolhidas desta forma foram então analisadas para determinar o seu conteúdo. A pesquisa comprovou a existência de 33 sepulturas em duas áreas separadas do campo, as quais tinham uma superfície total de 5.919 metros quadrados e um volume total de 21.310 metros cúbicos.

Apesar de Kola e da sua equipa terem descoberto não apenas cinzas e fragmentos de ossos humanos, mas também certo número de cadáveres que não tinham sido consumidos pelo fogo, inexplicavelmente, eles falharam no trabalho para os retirarem. O seu livro contém uma documentação fotográfica de objetos encontrados na área do campo. As fotografias mostram apenas coisas insignificantes: ferraduras, chaves e cadeados, potes e tesouras, pentes, moedas e garrafas, mas nem uma única fotografia é capaz de mostrar um cadáver nem parte de um cadáver!

Pelos dados experimentais, a capacidade máxima de uma sepultura em massa pode ser considerada de 8 cadáveres, supondo que um terço seja composto por crianças. Teoricamente, a superfície das sepulturas de Belzec teria assim sido suficiente para enterrar 170.000 cadáveres. Se tivesse sido o caso, os revisionistas teriam sido forçados a admitir que Belzec tinha sido, de fato, um campo de extermínio, pois 170.000 pessoas talvez não poderiam ter morrido de “causas naturais” num campo que existiu só durante nove meses e meio. Por outro lado, Belzec não podia ter sido apenas um campo de extermínio: de acordo com o documento de Höfle, 434.000 pessoas foram deportadas para lá e se 170.000 deles tinham sido aí assassinados, os outros 264.000 teriam deixado o campo vivos.

Aliás, o número de 170.000 cadáveres é baseado em duas suposições inteiramente irreais: um aumento da superfície/volume máximos das sepulturas e da densidade máxima de cadáveres no seu interior. Quanto ao primeiro ponto, Kola referiu:

"Na primeira zona, como podemos supor, foi observada uma ligação entre as menores sepulturas e as maiores devido à destruição das paredes de terra que as separavam. […] Foram encontradas perturbações adicionais nas estruturas arqueológicas devido às escavações intensivas feitas depois do fim da guerra, quando as pessoas daquelas localidades procuravam jóias. Este fato torna difícil para os arqueólogos definir precisamente os limites dos fossos para os enterros. [41]

Já em 1946, o promotor do povoado de Zamosc tinha declarado que o local do campo tinha sido "completamente desenterrado pela população local na sua procura de objetos de valor [42].

Sobre o segundo ponto, das 236 amostras das sepulturas, 99 delas não apresentavam qualquer vestígio humano, enquanto mais da metade das amostras restantes apresentavam somente uma faixa bastante estreita de cinza humana. Carlos Mattogno conclui:

“Embora seja algo impossível determinar o número de mortos, porém, baseado nas duas considerações anteriores, nós podemos formular a hipótese que, com toda certeza, algumas milhares de vidas humanas, possivelmente algumas dezenas de milhares, foram sacrificadas”. [43]

Pessoalmente, eu considero o segundo número (algumas dezenas de milhares) muito improvável, mesmo que eu não o exclua com segurança absoluta. Provavelmente morreram em Belzec alguns milhares de judeus.
(continua)

segunda-feira, 27 de julho de 2009

Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso (II)


Quando alguém perguntava a Simon Wiesenthal o motivo de ter se dedicado a caça de nazistas, ele respondia:

"Quando morrermos e chegarmos ao outro mundo, os milhões de judeus mortos pelos nazistas nos perguntarão o que fizemos em todo esse tempo que sobrevivemos a eles. Um dirá: 'eu me dediquei à ourivesaria', outro dirá: 'eu construí casas'. Eu lhes direi: não me esqueci de vocês".

O grande Simon apenas esqueceu de dizer "criei o maior negocio milionario, onde difamei, caluniei, destrui vidas de inocentes, extorqui o meu proprio povo, pedindo doações com o pretexto de caçar nazistas. Ganhei dinheiro em cima do sangue e sofrimento do meu próprio povo,vocês".

"Isser Harel, antigo chefe do Mossad:

“Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Algumas das "6 milhões" de mentiras de Simon Wiesenthal "O caçador de nazistas".

Em 14 de Junho de 1967, o jornal paulista O Estado de São Paulo trazia a seguinte matéria: "Wiesenthal mostra a culpa de Cukurs".


O teor da reportagem era o seguinte:

Simon Wiesenthal, o homem que prendeu Eichmann e maior caçador de criminosos de guerra nazistas, declarou em Viena que Herberts Cukurs nunca foi absolvido por ele. Segundo Wiesenthal, Cukurs desempenhou papel importante na solução final do problema judeu no seu pais, a Letónia.
Solução final significava extermínio completo de judeus. Wiesenthal fez essa declaração ao Jornal da Tarde, depois de informado sobre o desejo do filho de Cukurs, que mora em São Paulo, de processar a enciclopédia Barsa por ter incluído num de seus volumes o seguinte verbete:
"Cukurs, responsável pela morte de 30.000 judeus, durante a segunda guerra”.
Ao anunciar seu desejo de processar a Barsa, o filho de Cukurs declarou ainda que nada havia contra seu pai no Tribunal de Nurenberg e que ele tinha sido absolvido até por Simon Wiesenthal.

Nota - Realmente a enciclopédia Barsa foi processada, perdendo a causa na justiça, e tendo que retirar todas enciclopédias vendidas e substituindo-as por outras onde não constava o nome de Cukurs. Quanto a Wiesenthal, nunca se afirmou que Wiesenthal houvera absolvido Cukurs,visto que Wiesenthal, não teria competência nenhuma nem em absolver e muito menos condenar, visto que isso é atributo da justiça e apenas a ela cabe decidir a culpa ou inocência de quem quer que seja.
Mais uma vez os nossos jornalistas se mostraram incompetentes e mal informados, para não dizer “mal intencionados”, como era costume quando o assunto em pauta era Herberts Cukurs.

Disse Wiesenthal: "Cukurs foi responsável pela morte de milhares de judeus na Letônia, especialmente em Riga”. Denunciou ainda Cukurs como participante directo de execuções de judeus em outras partes da Letónia. Wiesenthal contou que localizara Cukurs num campo de concentração de prisioneiros americanos em Hanu, Alemanha Ocidental, em 1946. Antes que pudesse agir Cukurs tinha desaparecido. Um ano depois,Wiesenthal localizou-o em São Paulo. Não conseguiu a sua extradição, por que Cukurs tinha tido um filho, nascido no Brasil. Wiesenthal afirmou que a policia brasileira possuía um sumário das actividades criminosas de Cukurs.
Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:
"Foi morto por causa de rivalidades entre os seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Em 19 de Junho de 1997, o jornal O Estado de São Paulo publica outra matéria onde Gunars Cukurs através de farta documentação desmascara as mentiras desse picareta, que ficou conhecido como o maior caçador de nazistas, mas que na verdade foi um comerciante que usando da boa fé de muitos judeus, lhes estorquiu e continua extorquindo milhões e milhões de dólares com o pretesto de caçar pessoas inocentes, envolvendo-as em mentiras, difamações, destruindo vidas, com único propósito de se promover e ganhar rios de dinheiro, graças ao sangue e sofrimento de seu próprio povo.
Quantos nazistas de verdade esse pilantra caçou em todos esses anos, quantos foram julgados e condenados, para ele desfrutar dessa fama,um ou dois? O repórter logo de inicio caiu em séria contradição, pois iniciava a matéria dizendo que Herberts Cukurs, letão que aderiu ao nazismo, foi considerado figura pouco importante entre os matadores de judeus citados no Tribunal de Nurenberg, (se uma pessoa supostamente responsável directa pela morte de mais de 30.000 judeus não era considerado importante, então quem seria?) não foi incriminado, por que os aliados não sabiam de seu paradeiro, (existem vistos de autoridades Americanas e Francesas dando salvo conduto à pessoa de Herberts Cukurs, que inclusive morou durante certo período na França, após o termino da guerra, onde era figura popular e conhecida, logo não se justifica que não tenha sido localizado) e as informações a cerca de seus crimes constavam nos arquivos alemães (Quais?onde?) e Israelitas, particulares como as Federações israelitas brasileiras.
Segundo a Federação Israelita Cukurs trancou 300 judeus numa sinagoga e a incendiou, em Riga, na Letónia, no dia 14 de Julho de 1941. (Essa mentira está desmascarada, pois, em primeiro lugar, existe farta documentação hoje que comprova que os incêndios foram organizados, com responsabilidade única dos alemães e NENHUM judeu morreu queimado.
Em segundo lugar, recentemente, foram encontrados arquivos militares onde se comprova que, nesse período, Herberts Cukurs estava lutando com partizans, 100 km distante de Riga)

No dia 30 de Novembro de 1941, Cukurs mandou afogar 1200 judeus no Rio de Kuldiga e, segundo “testemunhas oculares", os judeus que não enfiavam suas cabeças na água, para se afogarem eram fuzilados, e o rio ficou vermelho de tanto sangue. (O interessante disso tudo é que não existem registos actuais, em lugar nenhum do mundo, que comprovem terem havido mortes por afogamento em Kuldiga, visto que esse rio apesar de largo em alguns trechos, tem a profundidade máxima que não chega a um metro nas partes mais profundas, portanto outra mentira dos nossos judeus cariocas).

Voltando ao assunto Wiesenthal, o repórter entrevistou o filho mais velho de Cukurs, Gunars Cukurs e perguntou a cerca das afirmações por parte de Wiesenthal, publicadas no Jornal da Tarde de 14 de Junho de 1967, onde o presidente do centro de documentação judaica, Simon Wiesenthal, afirmava que havia localizado Cukurs num campo de prisioneiros em Hanu, Alemanha Ocidental em 1946. Gunars tem provas e documentos contra as declarações de Wiesenthal - considerado o maior caçador de criminosos nazistas da Segunda Guerra.

“Em 1946, meu pai ainda estava na França, de onde veio ao Brasil. Ele saiu da Alemanha no dia 13 de Maio de 1945. Nesse dia recebeu um documento das Forças Aliadas que guardavam a fronteira”.

Gunars tem ainda outros documentos que desmentem as declarações de Wiesenthal. São os seguintes:
16-05-1945 - Documentos do centro de controle de repatriados e refugiados, provando que Cukurs havia entrado na França com a mulher, sogra e três filhos.

De Maio a Outubro de 1945, o controle de repatriados forneceu várias "Autorizações de circulação", passadas na cidade de Dijon, permitindo que Cukurs e sua família circulassem de carro pela região.

20-10-1945 - Ofício enviado a Cukurs pelo Ministério da Economia Nacional da França, dispensando-o de “licenças regulamentares para a importação de dois carros de origem alemã de sua propriedade”.

17-12-1945 - O governo francês em Marselha, expede o “salvo conduto”numero 117, autorizando a viagem de Cukurs e sua família para o Brasil. No dia seguinte, o consulado brasileiro, em Marselha, visa o salvo conduto de Cukurs.

9-01-1946 - O governo português autoriza Cukurs a trazer 48.532 escudos para o Brasil. No dia 25 de Janeiro de 1946, Cukurs obtém o visto das Forças Britânicas de ocupação no porto de Barcelona.

04-03-1946 - Visto de desembarque passado pelo Departamento Nacional de Imigração, no Porto de Rio de Janeiro, Brasil.






Quando Herberts Cukurs chegou ao Brasil tinha três filhos: Gunars, nascido em 7 de Agosto de 1931, Antinea, nascida em 28 de Abril de 1934 e Herberts Cukurs Junior, nascido em 2 de Outubro de 1942. Segundo Simon Wiesenthal, Cukurs foi localizado por ele no Brasil, um ano depois de ter desaparecido do campo de prisioneiros em Hanu. Na época não conseguiu a sua extradição, pois Cukurs tinha um filho brasileiro nascido nessa época. Gunars desmente Wiesenthal, uma vez:

"O único filho brasileiro de meu pai, nasceu em 11 de Julho de 1955, muitos anos depois da vinda de meu pai para o Brasil, e seu nome é Richard Cukurs. Se em 1947 Wiesenthal apresentasse provas concretas que incriminassem meu pai, a extradição seria obtida facilmente”. Reforçando sua documentação, Gunars mostra a carteira Modelo 19 de seu pai, datada de 2 de Abril de 1946, fornecida pelo serviço de Registro de Estrangeiros. Nela está escrito:

"Data de desembarque, 4-03-1946." Mais uma prova apresentada pelo filho de Cukurs,uma declaração do Ministério da Justiça,a respeito do processo aberto por judeus brasileiros em 1951.


Diz a declaração:

"Fica determinado o arquivamento do processo de averigações sobre a permanência de Herberts Cukurs no Brasil, visto que nada de positivo restou contra a legalidade de sua entrada no pais”.

A declaração de 13 de Agosto de 1951, assinada por J.Vieira Coelho - director geral, é encerrada com a afirmação de que o Ministério da Justiça tinha apenas informações de que Cukurs poderia ter sido chefe de guetto, em Riga, mas isso não significaria que fosse um criminoso.

Gunars Cukurs encerra dizendo:

"Meu pai nunca foi chefe de ghetto.”






Nota - De facto, recentemente com a farta documentação hoje existente, após a queda da extinta União Soviética, ficou comprovado que Cukurs também nunca foi chefe de ghetto e muito menos fez parte dos quadros da Gestapo ou de outras repartições do comando alemão.

Sobre a morte de Cukurs, assassinado há dois anos no Uruguai, Wiesenthal declarou:

"Foi morto por causa de rivalidades entre seus próprios amigos. Eles acreditavam que Cukurs estava sob controle de grupos de judeus e que funcionava como espião contra ex-nazistas”.

Segundo Wiesenthal, Cukurs teria sido morto pelos nazista, o que anos depois foi desmentido, pelo próprio serviço secreto de Israel, a Mossad, que assumiu a autoria. Uma mentira a mais ou a menos, qual a diferença?

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Foi descoberto o diário pessoal de Simon Wiesenthal onde o autor declara que desde o final dos anos 40 que não usa saboente. O recém-falecido, ex-prisioneiro e eternamente sobrevivente de Auschwitz foi o maior caçador de Nazistas de toda a História, tendo perseguido e levado a tribunal mais de 1000 pessoas acusadas de terem ligações ao demoníaco regime Nazista. Wiesenthal assistiu pessoalmente ao fabrico de milhões de sabões através da gordura obtida dos judeus cremados em Auschwitz. “(…) eles fabricavam todo o tipo de sabão! Os judeus mais velhos eram transformados em sabão rosa que depois era vendido para toda a Europa. O sabão Clarim e o Lux eram obtidos através dos judeus mais novos, porque a gordura era mais cristalina!” – escreve Wiesenthal numa das linhas do seu diário. Deste modo, Wiesenthal ficou transtornadíssimo e nunca mais teve coragem de tomar banho com sabonente, pois trazia-lhe à memória esses acontecimentos tenebrosos que ele presenciou com os seus próprios olhos. Mas a lista de horrores não pára por aqui. Ao que parece, os Nazistas faziam ainda objectos de decoração através da pele removida aos judeus. O sobrevivente descreve o fabrico de uma série de abat-jours, carteiras e muitos outros utensílios, todos fabricados em genuína pele de judeu. Segundo o autor, a cotação dos objectos feitos em pele de judeu ultrapassava largamente a pele de crocodilo, ou até mesmo a pele de marta. Simon Wiesenthal aproveita também para criticar o actual governo Alemão por este nunca ter indemnizado devidamente a comunidade judaica, pelos gigantescos lucros obtidos com a venda de tais artefactos.

Mais uma das 6 milhões de mentiras de Wiesenthal

Simon Wiesenthal, anunciou de que estava "100% certo" que Mengele estava vivendo no Paraguai e declarou que a família de Mengele na Alemanha Ocidental sabia exatamente onde. (Newsweek, 20 de Maio de 1985)

Detalhe para a data. Uma caça que tinha durado anos finalmente chegou ao seu fim quando uma equipe internacional de cientistas forenses identificou positivamente os restos mortais do Dr. Josef Mengele exumados a partir de uma sepultura brasileira. Testemunhos de parentes e antigos amigos do médico alemão e uma grande colecção de documentos materiais estabelecem mais adiante que Mengele morreu afogado em um acidente de Fevereiro de 1979.

Fonte: http://www.ihr.org/jhr/v06/v06p377_Weber.html

Mais mentiras:

"Morreram 89 parentes meus no 'holocausto'

"Ele foi preso pelos alemães em 1941 e passou por 12 campos antes de ser libertado por americanos no campo de Mauthausen, Áustria. Wiesenthal pesava 50 quilos, havia perdido 89 membros da família, mas conseguiu reencontrar a mulher, que escapara fingindo ser católica e não judia.

http://www.mre.gov.br/portugues/noticiario/nacional/selecao_detalhe.asp?ID_RESENHA=166502

Continuando com as mentiras: Wiesenthal escapou "milagrosamente" de vários campos de concentração

Algumas fontes dizem que ele passou por 10, outras por 13 e outras ainda por 17 (!!!) campos de EXTERMÍNIO nazistas. Alguns dos campos que Wiesenthal diz ter passado:

Campo de Mauthausen

Campo de Buchenwald

Campo de Janovska

Campo de Auschwitz

Campo de Janwska

Campo de Belzec

Campo de Ostbahn

Campo de Treblinka

Segundo dados da Wikipedia, esses 8 são reconhecidos como de extermínio - e não de trabalhos forçados:

Auschwitz-Birkenau (1.400.000)

Bełżec (600.000)

Chełmno (320.000)

Majdanek (78.000)

Sobibór (250.000)

Treblinka (700.000)

Jasenovac (97,000)

Maly Trostenets (60.000).

Todos eram na Polónia, com excepção dos 2 últimos (Croácia e Bielorússia). Mas que sorte danada! rsrsrsrsrsrsrsr.

Impressões de personalidades acerca de Wiesenthal

Num programa de TV alemã ARD, intitulado Panorama, apresentado no dia 8 de Fevereiro [de 2008], às 21 horas e dedicado a figura de Simon Wiesenthal, diversas opiniões sobre o “famoso caçador de nazistas”, foram expressadas por personalidades do mundo sionista:

Isser Harel, antigo chefe do Mossad: “Wiesenthal garante ter descoberto mais de 1200 nazistas, um número impossível de encontrar. O número é bem menor, no máximo uns dez. Ele causou enormes danos através de suas falsas manifestações. Criou lendas. Em todos os grandes casos ele falhou. Sua importância é mínima. Espalhou falsas informações. Uma trágica figura.”

Rafi Eitan, comandante da “Operação Eichmann”: “Não acrescentou nada à operação. Reuniu todas as informações que conseguiu (sobre Eichmann) e escreveu um livro...”

Benjamin Weiser Veron, diplomata Israelita no Paraguai: “A caçada de Wiesenthal a procura de Mengele foi a grande caçada... que não houve. Ele afirmou que Mengele e os outros nazis viviam prosperamente (no Paraguai) e eram multimilionários: tudo histórias da carochinha...”

Neal Sher, chefe do departamento de perseguição a nazistas do Ministério da Justiça dos Estados Unidos: “Seguimos cada passo... totalmente em vão... normalmente identificamos pessoas erradas... nenhuma prova concreta contra as pessoas citadas (por Wiesenthal). No “Caso Waldheim” (ex-secretário-geral da ONU e ex-primeiro ministro da Áustria, acusado de “nazista”) Wiesenthal ligou para nós inúmeras vezes, solicitando reiteradamente que nada fosse feito contra Waldheim, para não prejudicar seus negócios na Áustria...” (O escritório mundial do “famoso caçador de alucinações” fica em Viena).

Élan Steinberg, membro do Congresso Mundial Judaico: “Wiesenthal deve a Israel uma desculpa por proteger Waldheim e arrogar a si o sucesso da “Operação Eichmann”. E acrescentou, para espanto dos telespectadores: “Os alemães deveriam ter ânimo e se preocupar do passado de Wiesenthal (...!) O ex-premiê austríaco, o socialista Bruno Kreisky (1911-1990), que tinha ascendência judaica, acusava Wiesenthal de ter colaborado com a Gestapo quando era interno do campo de concentração de Mauthausen, na Áustria, além de ser “movido pelo ódio”.

Aparentemente nem seus comparsas conseguem mais conviver com o excesso de mentiras de Wiesenthal... Mentir, para eles, é bom e sempre leva a bons resultados (vide imprensa mundial, cinema, televisão, livros, etc), porém o excesso de mentiras pode levar ao desmascaramento da Grande Mentira. E isso não é bom para o movimento sionista e seu plano de domínio mundial.

Voltando às mentiras: "O Mito do Sabão Judaico"

Não pude deixar de lembrar do "Mito do Sabão" que não foi criado por Wiesenthal, mas se hoje é um conto famoso mundialmente, com certeza devemos isto a esta figura nefasta, que morreu infelizmente sem ser desmascarado publicamente. Simon Wiesenthal circulou e confirmou um dos mais indecentes mitos do Holocausto, a acusação de que os alemães teríam fabricado sabão usando como matéria prima gordura dos cadáveres de judeus assassinados. De acordo com esta lenda as letras "RIF" encontradas em barras de sabão fabricadas pelos Alemães supostamente seríam um acronímio para "Rein judisches Fett" (Pura Gordura Judaica.) Na realidade, o acronímio representava "Reichstelle fur industrielle Fettversorgung" ou "Centro Nacional para a Distibuição de Gordura". Wiesenthal promoveu o mito do "sabão humano" em artigos publicados em 1946 no jornal "Der Neue Weg" ("O Novo Caminho") da comunidade austro-judaica. Em um artigo intitulado "RIF," ele escreveu: "As terríveis palavras 'transporte para o sabão' foram ouvidas pela primeira vez em 1942. Isso ocorreu nas áreas sob controle do "Governo Geral" (terrítório Polaco), a fábrica estava localizada na Galícia, em Belzec. Desde abril de 1942 até Maio de 1943, 900,000 judeus foram usados como materia prima nesta fábrica." Após os cadáveres serem transformados em outro produtos, segundo Wiesenthal, "o resto, o excesso de gordura, era usado para a fabricação de sabão". Ele continuou: "Após 1942, as pessoas na área sob controle do "Governo Geral"sabiam muito bem o que o sabão "RIF" significava. O mundo civilizado não podería sequer imaginar a alegria com o que os Nazis e suas mulheres na área do "Governo General" usavam este sabão. A cada barra de sabão eles imaginavam que um judeu tería sido misturado ali como por mágica, e portanto mais um judeu fora impedido de transformar-se em um segundo Freud, Ehrlich ou Einstein."

"lembrar é viver"

Essa falácia disseminada por Simon Wiesenthal, o "caçador de nazis" mais famoso e homenageado por uma das mais famosas organizações de "estudos" sobre o holocausto do Mundo o "Simon Wiesenthal Center", de Los Angeles, foi desmentida até pelo historiador do Museu do Holocausto em Washington DC, Andrew Hollinger:

"A visão dos estudiosos é baseada em partes na análise de pequenos pedaços de sabão azul-esverdeado colecionados durante anos por sobreviventes do Holocausto, que alegavam que estas barras de sabão teríam sido feita de gordura humana. Aaron Breitbart diz que as barras estão marcadas com as iniciais "R.I.F.," para "Reich Industry Fat", mas que nos campos alguns judeus acreditavam que as iniciais eram um acronimio para "Gorduda Judaica." As análises das barras, porém, nunca revelaram evidência de DNA humano. Andrew Hollinger, um porta voz do [Museu do Holocausto] departamento de relações públicas... forneceu a Moment (revista judaica) um documento escrito pelo historiador do Holocaust Memorial Museum, em Washington DC, que conclui:

"Evidência documental e declarações de testemunhas oculares foram incapazes de corroborar de maneira conclusiva as denuncias que alegavam que os Nacional Socialistas e seus colaboradores utilizaram gordura humana das vítimas dos campos, para a fabricação das barras de sabão." E continua: "rumores que os Alemães fabricavam sabão desde restos humanos tiveram origem em propaganda francesa da Primeira Guerra Mundial."

http://www.jewishvirtuallibrary.org/jsource/Holocaust/soap.html

No final do texto podemos ler:

Aaron Breitbart (historiador do Simon Wiesenthal Center) explica porquê tanta apreensão com as análises. "O ponto importante é não proporcionar sequer uma oportunidade aos 'negadores' do holocausto". Ele diz. "A visão dos revisionistas do Holocausto é que se, há claras evidências de uma mentira, tudo podería ser mentira. Então surge uma oportunidade de lançar a dúvida sobre a veracidade histórica dos factos gerais do Holocausto."



[Este texto foi uma adaptação e o original pode ser encontrado aqui]

The Killing Zone

Reportagem Britânica (infelizmente sem estar legendada em Português) sobre a violência Israelita em Gaza contra não apenas os civis Palestinianos, mas também contra voluntários de ajuda internacional e jornalistas estrangeiros.