terça-feira, 18 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (Final)



Um aviso a David Irving

Eu não sei quando será lançado o livro de David Irving sobre Heinrich Himmler, anunciado há muito tempo, mas eu temo já saber a tese central deste livro: sim, o Holocausto aconteceu, milhões de judeus foram de fato assassinados, porém, somente uma pequena parcela foi gaseada em Auschwitz. 2,4 milhões de judeus foram mortos de forma desconhecida em Belzec, Sobibor e Treblinka; entre um e dois milhões foram fuzilados na Rússia ou assassinados em carros de gás. Por este crime, Adolf Hitler não tem qualquer responsabilidade. Tudo isso foi ordenado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler, que de alguma forma conseguiu levar a cabo tal gigantesco massacre sem o conhecimento de seu Führer.

Como Heinrich Himmler é pouco admirado, mesmo entre reconhecidos nacional-socialistas, Irving parece tê-lo escolhido como perfeito bode-espiatório. Eu aviso Irving que tais afirmações somente terão o efeito de arruinar o que ainda resta de sua credibilidade. Todavia, muito pior é que elas significarão uma vergonhosa difamação. Heinrich Himmler pode ter bastante culpa em sua consciência, mas ninguém, nem mesmo David Irving tem o direito de lhe acusar do planejamento e execução de tal monstruoso abate que foi certamente impossível dele ter planejado e executado, pois ele simplesmente não aconteceu.

Um conselho para David Irving

Como outros brilhantes homens antes dele, David Irving levou um tremendo tombo, porém, quem caiu pode se levantar. Eu aconselho David Irving a se lembrar de uma antiga sabedoria popular: fatos são tiranos, eles não perdoam qualquer contradição. Tomara que David Irving consiga ter a coragem de considerar os fatos, e com isso chegue às inevitáveis conclusões. Não há simplesmente para ele qualquer outro caminho para salvar sua honra e reconquistar sua credibilidade.

Maio de 2009.

[1] David Irving, Hitler’s War, Wiking Press, New York 1977, S. 393.
[2] Robert Faurisson, “A Challenge to David Irving”, Journal of Historial Review, Volume 5, 1984.
[3] Fred Leuchter, An Engineering Report on the alleged “Gas Chambers” at Auschwitz, Birkenau and Majdanek, Poland, Samisdat Publishers, Toronto 1988.
[4] Deborah Lipstadt, Denying the Holocaust, Free Speech Press, New York 1994.
[5] Bundesarchiv Koblenz, R. 58/871.
[6] Ingrid Weckert, “’Massentötungen’ oder Desinformation?”, Historische Tatsachen, Nr. 24, Verlag für Volkstum und Zeitgeschichtsforschung, Vlotho 1985. Ingrid Weckert, „Die Gaswagen“, in: Ernst Gauss (editor), Grundlagen zur Zeitgeschichte, Grabert Verlag, Tübringen 1994.
[7] Pierre Marais, Les camions à gaz en question, Polémiques, Paris 1994.
[8] England and Wales High Court (Queen’s Bench Division), Decision David Irving v. Penguin Books Limited, Deborah E. Lipstadt, 7.11.
[9] Ebenda, 13.71.
[10] Castle Hill Publishers, Hastings 2004.
[11] http://www.fpp.co.uk/
[12] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka – Extermination camp or transit camp? Thesis and Dissertations Press, Chicago 2004.
[13] Raul Hilberg, Sonderzüge nach Auschwitz, Dumjahn Verlag, Mainz 1981, S. 177.
[14] Ebenda, S. 181.
[15] NO-5194.
[16] Peter Witte, Stephen Tyas, “A New Document on the Deportation and Murder of the Jews during ‘Einsatz Reinhardt’ 1942”, in: Holocaust and Genocide Studies, no. 3, Winter 2001, S. 469 f.
[17] Michael Treguenza,”Das vergessene Lager des Holocaust”, in: I. Wojak, P. Hayes (eds), „Arisierung“ im Nationalsozialismus, Volksgemeinschaft, Raub und Gedächtnis, Campus Verlag, Frankfurt/Main, New York 2000, S. 253.
[18] Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, S. 946.
[19] In: Germar Rudolf (Ed.), Dissecting the Holocaust, Theses and Dissertations Press, Chicago 2003.
[20] S. Romanov, “Why the diesel issue is irrelevant”. www.holocaustcontroversies.blogspot.com
[21] Thomas Dalton, Debating the Holocaust, Theses and Dissertations Press, Chicago 2003, S. 110, 111.
[22] Friedrich Berg, “The Diesel Gas Chambers – Myth within the Myth”, Journal of Historical Review, Volume 5, 1984.
[23] David Irving, “On History and Historiography”, Journal of Historical Review, Volume 5, 1984.
[24] Jan Karski, Story of a Secret State, Houghton Mifflin Company, Boston 1944.
[25] Carlo, Mattogno, Belzec…, a.a.O., S. 13.
[26] Stefan Szende, Der letzte Jude aus Polen, Europa Verlag, Zürich 1945, S. 290 ff.
[27] URSS-93, S. 41 ff.
[28] N. Blumental (ed.), Dokumenty i materialy, vol. I, Lodz 1946, S. 211.
[29] Yuri Suhl, Ed essi si ribellarono. Storia della resistenza ebraica contro il nazismo, Mailand 1969, S. 31.
[30] K. Marczweska, W. Wazniewski, “Treblinka w swietle Akt Delegatury Rzadu RP na Kraji”, in: Biuletyn Glownej Komisji Badania Zbrodni Hitlerowskich w Polsce, Band XIX, Warsaw 1968, S. 136 f.
[31] Ebenda, S. 138 f.
[32] Ebenda, S. 139-145.
[33] Staatliches Archiv der Russischen Föderation, Moskau, 7021-115-9, S. 108.
[34] Wassili Grossman, Die Hölle von Treblinka, Verlag für fremdsprachliche Literatur, Moskau 1946.
[35] PS-3311.
[36] André Chelain (Ed.), Faut-il fusiller Henri Roques?, Polémiques, Paris 1986.
[37] Yitzhak Arad, Belzec, Sobibor, Treblinka. The Aktion Reinhard Death Camps, IndianaUniversity Press, Bloomington and Indianapolis 1987, S 334, 335.
[38] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka – Extermination Camp or Transit Camp?, Kapitel 4.
[39] Stanislaw Wojtczak, “Karny oboz pracy Treblinka I i osrodek zaglady Treblinka II”, in: Biuletyn Glowney Komisji Badania Zbrodni Hitlerowskich w Polsce, Warsaw 1975, Band XXVI, S. 183-185.
[40] A. Kola, Belzec: The Nazi Camp for Jews in the light of archeological sources: Excavations 1997-1999, The Concil for the Protection of Memory and Martyrdom, United States Holocaust Museum, Warsaw and Washington 2000.
[41] Ebenda, S. 65 f.
[42] Zentrale Stelle der Landesjustizverwaltungen, Ludwigsburg252/59, vol. I, S. 1227.
[43] Carlo Mattogno, Belzec…, S. 108.
[44] http://www.codoh.com/newrevoices/nrtksgwl.html
[45] Jozef Kermisz, Dokumenty i materialy do dziejow okupacji niemieckiej w Polsce, vol. II: “Akce” i “Wysiedlenia”, Warsaw-Lodz-Krakow 1946, S. 32 f.
[46] Ablichtung des Dokuments bei Tovi Blatt, Sobibor. The forgotten revolt, H. E. P., Issaquah 1998, Dokumentation ohne Seitenangabe.
[47] Staatliches Archiv der Russischen Föderation, Moskau, 7445-2-145, S. 80.
[48] Hoover Institute Library and Archives, Stanford, “Report on conditions in Poland”, Annex No. 7, Box 29.
[49] K. Marczewska, W. Wazniewski, „Treblinka w swietle akt Delegatury...“, S. 137.
[50] Z. Leszczynska, „Transporty wiezniow do obozu na Majdanku“, Zeszyty Majdanka, IV, 1969, S. 189.
[51] Tatiana Berenstein, Adam Rutkowski, „Zydzi w obozie koncentracijnym Majdanek (1941-1944)“, Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, no. 58, 1966, S. 16.
[52] Samuel Zylbersztain, „Pamietnik wieznia dziesieciu obozow“, Biuletyn Zydowskiego Instytutu Historycznego w Polsce, no. 68, 1968.
[53] Julius Schelvis, Vernichtungslager Sobibor, Metropol Verlag, Berlin 1998.
[54] Carlo Mattogno, Jürgen Graf, Treblinka…, S. 259-288.
[55] Terezinska Pametni Kniha, Terezinska Iniciativa, Melantrich 1995, S. 393.
[56] Raul Hilberg, Die Vernichtung der europäischen Juden, Fischer Taschenbuch Verlag, Frankfurt a. M. 1997, p. 946.

As Bombas Nucleares Foram o Fim da Guerra?


O mundo já conhece perfeitamente a história das duas bombas atómicas lançadas pelos EUA sobre Hiroshima na segunda-feira do dia 6 de Agosto de 1945 (“Little Boy”) e sobre Nagasaki na quinta-feira, dia 9 do mesmo mês (“Fat Man”).

“O lançamento das bombas serviu para colocar um ponto final na guerra", disse o Presidente Harry Truman.

Podem ter feito terminar a guerra, mas não fizeram cessar os bombardeamentos sobre o Japão.

No dia 14 de agosto de 1945, depois de duas bombas atómicas terem sido lançadas sobre o Japão e depois do Imperador Hirohito ter aceite a rendição porque “o inimigo possui agora uma nova e terrível arma com o poder de destruir muitas vidas inocentes e causar danos incalculáveis", o General Henry Harley “Hap” Arnold, unicamente para fazer aumentar o seu já inflamado ego (foi nomeado general de quatro estrelas em 1944), desenvolveu uma acção de terror nunca antes vista e completamente desnecessária dos céus sobre o Japão. (...)

Porque é que os ataques de 11 de Setembro contra a América são considerados "actos de terrorismo", mas um 'raid' com mais de 1000 aviões que bombardeou Tóquio, depois do lançamento de duas bombas atómicas, já não?

Com Pearl Harbor ou sem Pearl Harbor, o bombardeamento de Tóquio, no dia 14 de Agosto de 1945, foi um acto miserável e desprezível – pior que o bombardeamento de Tóquio, pior que o de Hiroshima e pior do que Nagasaki – porque foi completamente desnecessário. [leia a notícia na íntegra]

domingo, 16 de agosto de 2009

Conselhos de Verão do IHR


Innocent at Dachau, de Joseph Halow - 337 páginas $5.95



The Cole-Piper Auschwitz Video: David Cole Entravista o Dr. Franciszek Piper - DVD video disc. 61 mins. $15.95



Pearl Harbor: The Story of the Secret War, de George Morgenstern - 435 páginas $8.95




The Life and Death of the Luftwaffe, de Werner Baumbach - 220 páginas $5.95



Hitler's Place in History - David Irving and Mark Weber - DVD video disc. 135 mins. $15.95



Guilt By Association, de Jeff Gates - 312 páginas $27.99

sábado, 15 de agosto de 2009

David Irving e os “Campos da Ação Reinhardt” (XIII)


(continuação)


Uma vez “Negador do Holocausto”, sempre “Negador do Holocausto”!


David Irving é um homem muito inteligente, mas infelizmente, entretanto, ele é totalmente imoral. Para ele, a verdade é uma moeda de troca. Ele está disposto a falar o que for possível, se achar que irá servir à sua carreira.

Irving sente saudades dos bons tempos quando ele ainda era convidado para debates televisivos, quando seus livros caiam nas graças de louváveis resenhas e vendiam bem. Ele gostaria que esse tempo voltasse. Por outro lado ele sabe naturalmente que a sociedade ocidental se encontra sob forte domínio judaico e que ele, David Irving, permanecerá um pária enquanto os judeus o difamarem como “Negador do Holocausto”. Por isso ele tenta, de forma hesitante, se desfazer deste rótulo. Como lhe falta paciência para aguardar a derrocada do domínio judaico (que ele não sabe se vai ocorrer ou não, em sua época), ele oferece aos judeus uma vaca de troca.

Seu único problema é Auschwitz. Ele nunca colocou em dúvida outro aspecto da história do “Holocausto”. Ele sempre afirmou que os alemães fuzilaram na frente oriental um número monstruoso de judeus (no capítulo oito de Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Passagem?, ele poderia encontrar provas incontestáveis de que os relatos dos Grupos de Ação – Einsatzgruppen – que comprovam aparentemente esta barbárie surrealista e que Irving aceita como prova sem questionamentos, são muito suspeitas, pois primeiramente elas são refutadas através de outros documentos e segundo, não são confirmadas por provas técnicas). Ele nunca duvidou do (alegado) assassinato nos Campos Reinhardt, assim como em Majdanek. Ele reconheceu textualmente a existência dos carros de gás (Gaswagen), que teriam funcionado alegadamente em Chelmo e em outras áreas ocupadas pelos soviéticos. Por outro lado, ele já defendeu tantas vezes o ponto de vista dos revisionistas sobre Auschwitz, que seu orgulho o proíbe de recuar lentamente deste ponto; ele está disposto, em todo caso, a considerar que em Auschwitz houve gaseamento em situações restritas.

Segundo Raul Hilberg, um milhão de judeus encontraram a morte em Auschwitz. [56] Como o número de judeus que morreram de morte natural em Auschwitz (isto é, de doenças, fadiga etc), é impossível ser maior que 100.000, isso significaria que cerca de 900.000 judeus foram assassinados nas “câmaras de gás de Auschwitz” . O que Irving faz então? Ele afirma que nos Campos Reinhardt Belzec, Sobibor e Treblinka não foram assassinados como Hilberg afirma, 1,5 milhões, mas sim 2,4 milhões de judeus, e oferece aos judeus uma suficiente compensação para as 900.000 vítimas das câmaras de gás de Auschwitz, que ele lhes roubou.

Mas Irving fez a conta sem o taberneiro. É claro que ele não está em condição de entender o raciocínio de seus desafetos. Através do questionamento das câmaras de gás de Auschwitz, ele cometeu do ponto de vista judaico a pior das profanações, pois Auschwitz é o coração da história do “Holocausto”, mesmo quando segundo Hilberg menos do que um quinto das “vítimas do Holocausto” tenham encontrado a morte neste campo. Os judeus nunca irão perdoar David Irving por este sacrilégio. Mesmo se ele afirmasse subitamente que os alemães tivessem gaseado em Majdanek um milhão, em Chelmo dois milhões, em Sobibor três milhões, em Belzec cinco milhões e em Treblinka dez milhões de judeus, e na frente oriental fuzilados outros vinte milhões de judeus, isso não lhe seria de forma alguma a redenção; os judeus e seus guardinhas iriam ainda intitulá-lo como negador do “Holocausto”. Esta etiqueta estará junto a Irving enquanto os judeus dominarem sobre os países do Ocidente.


(continua)

As Mentiras do Caça-Nazis (IV)





(Continuação)



4 - A PEDRA, O PÉ E A GANGRENA


VO - Todos os dias saiam descalços para trabalhar na pedreira do campo de concentração de Gross-Rosen, perto de Wroclaw. Mas a cada jornada, o grupo de 100 homens perdia um elemento. Simon Wiesenthal sabia que a sua hora tinha chegado. Pressentiu um guarda atrás das costas e virou-se. "Ia esmagar a minha cabeça com uma pedra. Virei-me de novo. Surpreendido, deixou cair o calhau. Desfez-me um dedo do pé. Gritei", relatou. Valeu-lhe que havia uma inspecção da Cruz Vermelha ao campo, nesse dia. De outra forma não teria sido levado para o posto de primeiros socorros e nem lhe teriam amputado o dedo a sangue frio enquanto dois homens o agarravam. As dores pioraram nas 24 horas seguintes. Um médico teve de lhe drenar uma bolha de pus na sola do pé. "A gangrena espalhou-se por toda a sola", disse.


NV - Mais uma vez a palavra de Wiesenthal contra a de mais ninguém. Não há qualquer outro relato, do próprio ou de outra fonte, que permita confirmar a história. E há mais pormenores que levantam dúvidas a Walters: "Se houvesse mesmo uma inspecção da Cruz Vermelha a Gross-Rosen, as SS teriam suspendido temporariamente as execuções." Além disso, nessa altura, a ONG nem sequer podia entrar nos campos. Quanto aos factos médicos relatados, "não são, de todo, plausíveis".


COMENTÁRIO: Parece que, para este caso, nenhum delegado da Cruz Vermelha teve a coragem de vir a público desmascarar a palhaçada e o embuste deste guru do Holoconto! Mas bastou consultar os registos da mesma para perceber que não existiu qualquer inspecção! Portanto, este episódio É MAIS UMA MENTIRA!

Além disso, mais uma vez, temos "testemunhos" sem provas. Um hábito na literatura dos "sobreviventes".

Resta-nos rir. E muito!... rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs


(Continua)

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Donald Rumsfeld e a Tamiflu


(Traduzido por Vinícius Morais Simões)


A subida das acções de Rumsfeld com o Tamiflu

Secretário de Defesa e ex-presidente de detentora de direitos sobre o tratamento da gripe vê o valor dos seus investimentos de portfólio crescer.

Nova Iorque (Fortune) – As previsões sobre a escalada de uma epidemia de gripe aviária podem estar assustando muitas pessoas ao redor do mundo, mas estão provando serem notícias muito boas para Donald Rumsfeld e outros investidores com ligações políticas na Gilead Sciences, a companhia de Biotecnologia sediada na Califórnia que detêm os direitos sobre o Tamiflu, o remédio sobre influenza que agora é o remédio para tratamento mais procurado do mundo.

Rumsfeld trabalhou como presidente da empresa de pesquisas médicas Gilead de 1997 até 2001 - período no qual começou a trabalhar para a administração Bush - e ainda detém ações sobre a Gilead que variam de 5 a 25 milhões de dólares, de acordo com a declaração de bens federal preenchida por Rumsfeld.

A declaração de bens não revelam o número exato de ações que Rumsfeld detém, mas nos últimos seis meses, o medo de uma pandemia e a conseqüente corrida pelo Tamiflu fizeram o valor das ações da Gilead subir de 35 para 47 dólares. Eventos esses que tornaram o Chefe do Pentágono, que já era um dos membros mais ricos do gabinete do Presidente George Bush, pelo menos 1 milhão de dólares mais rico.

Rumsfeld não é o único peso-pesado da política lucrando com a demanda pelo Tamiflu, que é fabricado e vendido pela gigante farmacêutica suíça Roche. (A Gilead recebe royalties da Roche equivalente a 10% das vendas). O antigo Secretário de Estado George Shultz, que também faz parte do corpo diretor da Gilead, já lucrou mais de 7 milhões com ações da empresa desde o começo de 2005.

“Não tenho conhecimento de nenhuma outra companhia de biotecnologia que tenha ligações políticas tão fortes”, diz o analista Andrew Macdonald da empresa Think Equity Partners de São Francisco.

Ainda há mais: o Governo Federal está se tornando um dos maiores fregueses do Tamiflu. Em Julho, o Pentágono solicitou mais de 58 milhões de dólares relativos ao tratamento das tropas norte-americanas ao redor do mundo, e o congresso está considerando uma aquisição multibilionária. A Roche têm expectativas para vendas em 2005 da ordem de 1 bilhão de dólares, comparadas aos 258 milhões relativos a 2004.

Rumsfeld se reservou a não tomar quaisquer decisões envolvendo essa empresa quando se tornou Secretário de Defesa em 2001. E no último mês, como observou um oficial sênior do Pentágono, Rumsfeld foi mais além propondo ao Pentágono elaborar instruções adicionais relativas ao que ele poderia ou não se envolver caso houvesse uma epidemia de gripe aviária à qual o Pentágono tivesse que responder.

À medida em que o assunto da gripe foi esquentando no começo do ano, de acordo com o oficial do Pentágono, Rumsfeld considerou se desfazer de todas as suas ações da Gilead e procurou o conselho do Departamento de Justiça, o SEC (Comissão de Valores Mobiliários) e o Escritório Federal de Ética no Governo.

Essas agências não ofereceram uma recomendação, portanto Rumsfeld consultou um advogado da área econômica que o aconselhou de que seria mais seguro manter as ações e tornar o seu afastamento público a vender as ações e correr o risco de ser acusado de vender informações privilegiadas, coisa que Rusmfeld acredita não possuir. Portanto, até o momento, Rumfesld mantém as suas ações.


Consulte também:

http://en.wikipedia.org/wiki/Gilead_Sciences#Product_portfolio

http://en.wikipedia.org/wiki/Donald_Rumsfeld#Business

http://www.gilead.com/product_chart

http://www.gstock.com/quote/gild.html


In a world without fences, who needs Gates?


Podem ler o original
aqui.

Fredrik Töben Vai Mesmo Para a Prisão


Um dia triste não só para a Austrália, mas também para todas as pessoas que por todo o mundo lutam pela liberdade de expressão e informação - Dr. Toben foi condenado a 3 meses de prisão efectiva.
No dia 13 de Agosto de 2009, pelas 10 horas da manhã, começou o recurso do Dr. Töben. Os numerosos argumentos foram apresentados por David Perkins, advogado de defesa. No fim da audição, os três juízes retiraram-se aproximadamente durante três quartos de hora. Após o seu regresso, leram a sentença, ou seja, que a apelação tinha sido rejeitada, ordenando que a sentença do Dr. Töben começasse imediatamente. Ele acompanhou pacificamente os dois polícias que chegaram vestidos de fato. Inicialmente irá para a prisão de Yatala, de onde se decidirá em que prisão será cumprida a sua sentença.

Leia mais sobre este assunto
aqui.

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XII)



(continuação)



Os três Campos Reinhardt eram Campos de Passagem

Em 31 de julho de 1942, o Reichskomissar para a Bielo-Rússia, Wilhelm Kube, envia um telegrama ao Reichskomissar para os territórios ocupados do leste, Hinrich Lohse, onde ele protesta contra a deportação de 1.000 judeus do Gueto de Varsóvia para Minsk. [47] Como a deportação dos judeus do Gueto de Varsóvia iniciou oito dias antes e todos os pesquisadores são uníssonos que naquele exato momento todos os judeus deportados de Varsóvia foram para Treblinka, os 1.000 judeus mencionados por Kube tiveram que forçosamente ter passado por Treblinka até chegar a Minsk. Em 17 de agosto de 1942, o jornal clandestino polonês, Informacja Beizaca, reportou a 1 de agosto que 2.000 operários judeus foram deportados de Varsóvia até Smolensk. [48] Em 7 de setembro de 1942, o mesmo periódico informa que dois transportes com o total de 4.000 deportados chegaram de Varsóvia para trabalhos forçados nas importantes instalações em Brzesc e Malachowicze. [49]

Eu estou muito bem ciente que estas cifras representam uma pequena parcela dos judeus transportados para Treblinka e que os anti-revisionistas irão contra-argumentar que todos estes casos são “exceções”. Por outro lado, cada judeu que deixou com vida Treblinka ou algum outro dos dois Campos Reinhardt, confere um forte golpe contra a versão oficial, pois é afirmado que todos os judeus destes campos não foram registrados e foram gaseados independente de idade e estado de saúde. E quando os anti-revisionistas rotulam os casos mencionados como “exceções”, nós temos todo o direito em perguntar, quantas outras exceções ainda existem.

Um determinado número de judeus foi dos Campos Reinhardt para Majdanek ou Auschwitz. Como a historiadora polonesa Zofia Leszcznska, a qual pode-se com dificuldade lhe atribuir qualquer simpatia pró-revisionismo, declarou que em outubro de 1942, 1.700 judeus foram transferidos de Belzec para Majdanek. [50] O fato basta por completo para desferir um golpe mortal contra a versão oficial, onde menos de dez judeus sobreviveram em Belzec.

Em um artigo sobre “judeus em Majdanek”, os historiadores judeus Adam Rutkowski e Tatiana Berenstein escreveram:

“Alguns transportes de Varsóvia alcançaram Lublin via Treblinka, onde aconteceu uma seleção dos deportados”.

Para a historiografia oficial, esta frase é mortal! Em 30 de abril de 1942, um transporte com 350 judeus de Treblinka chegou a Majdanek. Um dos judeus atingidos aqui, Samuel Zylbersztain, escreveu depois um relatório sobre sua impressionante experiência. [52] Após o “Campo de Extermínio” Treblinka e o “Campo de Extermínio” Majdanek, ele sobreviveu ainda a oito “normais” Campos de Concentração. Ele é uma prova viva que os alemães não exterminaram seus prisioneiros judeus.

O autor do livro até então mais completo sobre Sobibor [53], o judeu holandês Julius Schelvis, esteve ele próprio internado em Sobibor. Naturalmente ele apresenta este campo como uma fábrica da morte, porém, sua descrição baseia-se somente e unicamente naquilo que ele escutou de alguém ou leu em algum lugar, pois Schelvis permaneceu apenas algumas horas em Sobibor. De lá ele foi para Lublin e de Lublin, posteriormente para Auschwitz, antes que ele finalmente retornasse para a Holanda. Schelvis não foi um caso único: pelo menos 700 outros judeus holandeses foram deportados de Sobibor para outros diferentes campos de trabalho; alguns deles retornaram para a Holanda via Auschwitz (um outro “Campo de Exgtermínio”!). [54]

Muito esclarecedor é o caso da judia tcheca nascida em setembro de 1874, Minna Grossova. Ela chegou a Treblinka em 19 de outubro de 1942, onde segundo a historiografia oficial, até mesmo os judeus aptos ao trabalho foram gaseados sem ser registrados. A senhora Grossova, de 69 anos, foi transferida, todavia, para Auschwitz, onde segundo a mitologia do “Holocausto”, os judeus inaptos ao trabalho foram imediatamente gaseados sem ser registrados. Mas por inúmeras vezes a senhora “Grossova” escapou das “câmaras de gás”; ela foi registrada regularmente e faleceu em 30 de dezembro de 1943 em Auschwitz. [55] Do ponto de vista da história ortodoxa do “Holocausto”, o destino desta mulher é totalmente inexplicável.

Que comparativamente poucos transportes dos Campos Reinhardt para outras localidades estejam documentadas, deixa-se explicar facilmente. Já em 1945, os vencedores da Segunda Guerra Mundial tinham decidido perpetuar a lenda do extermínio dos judeus e pode-se partir da suposição que inúmeros documentos, que contrariem a “verdade” oficial, tenham desaparecidos em algum arquivo ou foram “evacuados”. Poder-se-ia me acusar aqui de utilizar o mesmo truque dos defensores da versão oficial, que explicam a falta de prova documental para as câmaras de gás para assassinato de pessoas, com a alegação de que os alemães tinham destruído todas as provas. Porém, esta acusação não se sustenta, pois minha posição é bem fundamentada. Houvesse um único documento sobre os gaseamentos, então eu teria que me corrigir, que outro também poderia existir, mas não obstante, já são decorridos 64 anos e nunca apareceu tal documento. Por outro lado, existem sim diversos documentos para transportes a partir dos três Campos Reinhardt para outros lugares, e para cada um desses podem existir centenas de outros.


(continua)

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

O Que Está Por Detrás de Gripe H1N1?


ATENÇÃO: ESTAMOS EM ESTADO DE PRÉ-GUERRA!

"Não existe nada no mundo moral que não seja alcançado, se empregarmos a vontade certa." - Wilhelm von Humbold

Grécia decreta vacinação compulsória contra gripe

Sob o infame slogan “Vacina contra gripe suína para todos”, o governo grego quer prosseguir com uma vacinação compulsória junto à população. Como anunciou o jornal grego Kathimerini, um plano de ação do governo deve ser executado em setembro, segundo o qual onze milhões de habitantes, incluindo milhares de emigrantes ilegais, devem ser vacinados.

O ministro da saúde Dimitris Avramopoulos anunciou a vacinação:

“Com o consentimento do Primeiro-Ministro foi decidido vacinar todos os cidadãos e habitantes deste país, sem excepção”.

Sem excepção significa nesse caso, todos, queira-se ou não!

Os órgãos públicos encomendaram 24 milhões de doses da vacina contra a gripe. Enquanto na Alemanha a vacina é, por assim dizer, “diluída” através de uma mistura para se obter mais vacinas, o governo grego pode imunizar duas vezes seus habitantes. Nisto também se percebe a tolice da induzida histeria.

Após a derrocada nos tribunais, talvez o governo grego esteja recebendo enorme pressão de grupos sinistros de interesse e aproveita para vacinar a população grega contra a doença do anti-semitismo - NR.

Ao menos brevemente esta notícia foi reportada na grande mídia alemã, mas não que se trate neste “modelo grego” de uma vacinação obrigatória. Claramente não se almeja com isso disseminar pânico entre os alemães. Em meu artigo “Vacinação em massa contra a gripe suína estão sendo preparadas”, eu demonstrei que não se toca no assunto da vacinação compulsória por aqui junto aos órgãos de saúde. Aliás, há dois meses atrás, isso também não era objeto de discussão na Grécia...

Caso haja um aumento da infecção com o vírus da gripe suína por aqui, em setembro, o governo federal poderia muito bem copiar o “modelo grego”; em todo caso tal hipótese não é excluída.

A Grécia quer agora vacinar todos trabalhadores, crianças, idosos e doentes. Todo habitante e cidadão será obrigado a preencher até um formulário para sua vacinação!

Imagine você levando seu filho para o postinho de saúde para que, contra sua vontade, eles sejam vacinados, e você tem ainda por cima que consentir, assim como assinar embaixo!

A imposição de medidas arbitrárias a todos nós, decididas por políticos incompetentes e motivados por uma mala repleta de dinheiro, parece ter se tornado o norte de nosso tempo. Se tal tática funcionou com o Holocausto judeu, onde centenas estão presos neste exato momento porque duvidaram da versão oficial, e a grande democrática mídia ocidental aceita em silêncio comprometedor que eles sejam condenados e encarcerados, então, no fundo, não temos que nos espantar com os atuais acontecimentos – NR.

E para por uma pá de cal em cima de tudo isso, o ministro da saúde da Grécia Avramopoulos declarou que a “mortalidade” no caso da gripe “é excepcionalmente baixa” e nós devemos “viver, como de costume, sem preocupação”. E apesar disso ele obriga todos os gregos a uma vacinação compulsória com vacinas cujos efeitos colaterais ainda não foram testados!

Os fatos: na Grécia adoeceram até agora, segundo dados oficiais, 740 pessoas por causa do vírus H1N1, o desenvolvimento da doença não tem nada de especial na maioria dos casos.

Michael Grandt, 12/08/2009.

Sobre este assunto, podem também ler
aqui e aqui excelentes apontamentos que vos vão, certamente, deliciar.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

O Que Irão Fazer Agora Com Este Testemunho? (II)

No dia 8 de Julho de 2009, 80º aniversário do massacre de Hebron, o rabino Yisroel Dovid Weiss apresentou a história de outro rabino, Baruch Kapla, que era um estudante no Hebron Yeshiva [escola] quando o massacre ocorreu. O rabino Kaplan responsabiliza os Sionistas pela destruição da coexistência pacífica que existia entre os Árabes e os Judeus na Palestina, reivindicando que eles provocaram aquele massacre.




Leiam aqui uma tradução livre de uma transcrição de uma entrevista em Yiddish gravada há cerca de 20 anos pelo último rabino chamado Baruch Kaplan, que era director da escola feminina Beis Yaakov, em Brooklyn, e que era um estudante na yeshiva de Hebron (escola religiosa) em 1929, na altura do massacre de um número considerável de judeus por alguns árabes. O rabino Kaplan explica como é que os eventos se desenvolveram e como é que os maníacos arrogantes dos Sionista perpetraram os eventos provocando os Palestinianos.

A Censura no 'Correio da Manhã'



Existem por aí uns senhores que se riem sempre que aqui falamos de que não existe liberdade de expressão nem de informação, apesar de vivermos num "Estado democrático". Chamam-nos "doentes" quando o afirmamos. Dizem que nós é que somos os "radicais, extremistas, etc.", que adoramos as teorias da conspiração... e resto já conhecem.

Porém, exemplos não faltam e vou dar-vos mais um.

Após ter lido esta notícia no Correio da Manhã On-line, procurei colocar na caixa de comentários a seguinte frase:


"Será que vão também falar dos vários tipos de letra do Diário? Ou das páginas escritas com esferográfica - apenas inventada anos depois? Duvido..."


Escusado seria dizer que o comentário não foi publicado...

Mas terei eu sido "racista, xenófobo" ou terei "difamado" alguém?!!! - essas são as razões apresentadas para a não colocação dos comentários.

Claro que não. O problema sabemos nós todos qual é: Anne Frank e o seu famoso diário fazem parte da "indústria do Holocausto" e não pode ser questionados.

Só me resta agradecer ao CM pelo excelente trabalho de "caneta azul", a tal que, pensava eu, apenas era utilizada por cá no regime de Salazar.
A Democracia sempre no seu melhor. Como diria alguém, "podem falar e discutir tudo, desde que concordem comigo"...

O Que Irão Fazer Agora Com Este Testemunho?


Há muito tempo que é considerado o maior "desprezo desportivo" da história - quando Adolf Hitler saiu enfurecido do Estádio Olímpico de Berlim porque a Alemanha tinha sido humilhada por um homem negro. O momento ocorreu em 1936 e um incrível atleta americano chamado Jesse Owens tinha conquistado a primeira das suas quatro medalhas de ouro nos 100 metros. Hitler, que tinha cumprimentado, no dia anterior, todos os vencedores olímpicos alemães, saiu do estádio furioso porque os seus "super-homens Arianos" tinham sido vencidos por um seu suposto inferior racial.
E assim foi escrita a história.
Entretanto, Siegfried Mischner, de 83, afirma que Owens possuia uma fotografia na sua carteira em que Hitler lhe apertava a mão antes de sair do estádio.
Owens, que sentiu que os jornais do dia relatavam uma "injustiça" com a atitude de Hitler, tentou fazer, nos anos 60, com que Mischner e os seus colegas jornalistas mudassem a versão aceite pela história.

Mischner, que era um repórter naquela altura, reivindica que Owens mostrou-lhe a fotografia e disse-lhe: "Aquele foi dos meus momentos mais bonitos". Disse ainda: "Foi algo que aconteceu de forma oculta àquele momento de honra e, assim, foi não capturado pela imprensa mundial. Mas eu vi-a, eu vi a fotografia em que ele cumprimentava Hitler com um aperto de mão".

"A opinião predominante na Alemanha do após-guerra foi de que Hitler tinha ignorado Owens. Em consequência disso, decidimos não revelar a fotografia."

As reivindicadões de Mischner não podem ser verificas porque todas testemunhas, incluindo Owens, estão mortas. [leia a notícia na íntegra]


O que o Revisionismo em Linha agora questiona é o seguinte: se os revisionistas são acusados de desvalorizarem todas os testemunhos do Holocausto, também seria interessante saber a opinião dos crentes afirmacionistas sobre este testemunho em particular...

terça-feira, 11 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (III)




(Continuação)


3 - ESCAPAR À MORTE E AO CAMPO DE JANOWSKA

VO - Hitler fazia 54 anos e o dia 20 de Abril de 1943 ia ser comemorado com o assassínio de dezenas de Judeus no campo de concentração de Janowska, perto de Lvov. As SS levaram Wiesenthal e outros presos para junto de uma vala comum onde já havia corpos. Obrigaram-nos a despir-se e a atravessar um corredor de arame farpado. O tiroteio começou. Um apito interrompeu as espingardas e ouviu-se um grito: "Wiensenthal!" Foi salvo no limite. Valeu-lhe a amizade de Adolf Kohlrautz, o militar das SS com quem trabalhava na oficina de pintura. O oficial alegou que ele era essencial para pintar um cartaz com uma cruz suástica e a frase "Obrigado, Fuhrer". Conseguiu. Em Outubro desse ano, Kohlrautz avisou-o que o campo ia fechar e os seus prisioneiros seriam exterminados. Deu-lhe um salvo-conduto para ir a uma loja na cidade com outros prisioneiros e um guarda. Fugiram pelas traseiras.

NV - O episódio é empolgante. Mas não há nada que o confirme nem que o desminta. E, mais uma vez, as datas são contraditórias. Wiesenthal disse uma vez que Kohlrautz tinha morrido em 1945 a defender Berlim. Mais tarde garantiu a um biógrafo que o oficial fora uma das baixas das forças do III Reich na frente russa, em 1944. Dez anos depois, num juramento sobre as perseguições que sofreu, não fez qualquer menção a esta história. Nunca disse que o alemão o tinha salvo, nem mesmo no testemunho que deu aos americanos em 1945.


COMENTÁRIO: O episódio não é apenas empolgante. É absolutamente delirante e óptimo para ser adoptado como argumento para um filme de comédia tal não é a PALHAÇADA! (Não encontrei outro adjectivo...). A contradição atinge o limite com o esquecimento total de quem, supostamente, o salvou da morte. Mais palavras para quê? Resta-nos apenas rir. E muito! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs



(continua)

domingo, 9 de agosto de 2009

As Mentiras do Caça-Nazis (II)




(continuação)



2) A FUGA DE LVOV


VO - Foi preso com um grupo de 40 judeus às 16h de 6 de Julho de 1941 e levado para a cadeia de Lvov. Os soldados só não o fuzilaram porque os sinos tocaram a chamar para a missa. Mais tarde aconselharam-no a fingir-se de espião russo. Perdeu dois dentes no interrogatório, mas fugiu da prisão.


NV - "Cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir", escreve Walters. O problema está sobretudo na data. Logo depois da guerra, Wiesenthal disse ter sido preso a 13 de Julho e não a 6. De acordo com este relato, subornou alguém para fugir. A mudança de dia não terá sido inocente. É que, em Lvov, os pogroms (limpezas étnicas) foram interrompidos no início de Julho de 1941 e não recomeçaram antes de 25 desse mês. Ou seja, a primeira data fornecida pelo caça-nazis não encaixa neste intervalo e não podia ser verdadeira.


COMENTÁRIO: A frase "cada vez que ele é tão preciso é sinal que está a mentir" ilustra bem a natureza das "histórias" de Simon Wiesenthal. Não há nada mais para comentar. Apenas rir. rsrsrsrsrsrsrs

Hiroshima e Nagasaki

Infelizmente, não foi possível no Revisionismo em Linha relembrar mais cedo esta tragédia. Apesar de atrasado, fica o registo deste "OUTRO HOLOCAUSTO" que, por ter sido praticado "pelos bons", já não merece referência noutros blogues que se afirmam defensores "da memória dos que sofreram nesta guerra".

Talvez denunciar estes e outros crimes desses "bons" seja algo considerado como um "perspectivismo relativista, verbalismo vazio ou demagogia pseudocientífica".



Podem ler mais sobre este assunto aqui, aqui e também aqui.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

Notícias Com Dedicatória



Estas notícias têm dedicatória.

A primeira é dedicada a todos os crentes no mito de que "não se pode reescrever a História". Neste caso, o "famoso Inverno Russo" sofre uma derrota...

Vejamos:

A sua invasão da Rúsia fracassou miseravelmente, deixando um trilho de cadáveres de Moscovo a Paris. Num novo livro, um historiador responsabiliza não o frio, mas a propagação da "praga da guerra" - o tifo - pelo Grandioso Exército de Napoleão.


O destino desse Exército ficou selado muito tempo antes de ser disparado o primeiro tiro. Na Primavera de 1812, mais de 600.000 homens marcharam em direcção à Rússia sob o comando do 'diminutivo Córsego' - um exército maior que a população de Paris aquela altura.

(...) Isso é o que defende Stephan Talty, um autor americano que reconstrói o históra da medIcina durante a campanha da Rússia de Napoleão no seu novo livro "
The Illustrious Dead: The Terrifying Story of How Typhus Killed Napoleon's Greatest Army". Talty documenta cuidadosamente porque 400.000 homens nunca regressaram a casa. Tal como fizeram muito poucos historiadores antes dele, atribui o papel crítico a um minúsculo inimigo: o piolho. [leia a notícia na íntegra]

A segunda é dedicada a todos os que vêm na liberdade de expressão e de informação um perigo para o Holoconto. Ou seja, para esses crentes afirmacionistas, tudo o que seja divulgado e que possa demolir a farsa, deve ser severmente punido e responsabilizado judicialmente, passando, naturalmente, até pela prisão dos seus autores. Mas por vezes, como diz o ditado, "o tiro sai pela culatra".

Vejamos:

Foi arquivada a denúncia contra o Inacreditável - O Ministério Público Estadual requereu arquivamento da denúncia contra o site
inacreditavel.com.br.
No parecer sobre o Arquivamento, a promotora Simone Gomes afirma que "em momento algum se demonstrou incitação, discriminação ou fomento ao preconceito de raça ou credo por parte do autor da publicação eletrônica, bem atos de antisemitismo".
[leia a notícia na íntegra]

Parece que houve um tirinho que saiu pela culatra
pequenina da pistola pequenina do cérebro pequenino de alguns crentes afirmacionistas...

Mas porquê a raiva que alguns pseudotolerantes têm contra aquele site? Será por
denunciar isto? Ou isto? No primeiro caso, sabemos que este tipo de notícia é, de forma vergonhosa e descarada, sempre acusada de "anti-semitismo" - não sabemos até quando... No segundo caso, sabemos que os crentes afirmacionistas gostam de gritar que todos os legisladores, juízes ou advogados não toleram o suposto "racismo, xenofobia e anti-semitismo que se difunde pela Internet" - não sabemos o que eles dirão desta situação... Mas quando estamos perante um site que divulga, em nome da VERDADE HISTÓRICA - factos históricos pouco conhecidos, como este ou este, percebemos que existe alguém que não está interessado na divulgação dessas mesmas verdades. E depois, quando acontece isto, eles percebem que ainda não dominam tudo...

A verdade não teme a investigação. Cabe ao leitor tentar agora perceber o porquê de certas pessoas e de certos grupos não estarem interessados nisso...

As Mentiras do Caça-Nazis (I)




NÃO ERA ARQUITECTO!

NÃO ESCAPOU À MORTE POR MILAGRE!

NÃO DESCOBRIU O PARADEIRO DE ADOLF EICHMANN!

Um livro polémico -
Hunting Evil, de Guy Walters - desfaz os mitos de Simon Wiesenthal!


O Revisionismo em Linha irá fazer a transcrição do artigo publicado na revista Sábado, de 30 de Julho, e fará depois alguns comentários.


Esqueça o que sabe sobre o mais famoso caça-nazis da história. No livro Hunting Evil, posto à venda esta quinta-feira no Reino Unido e nos EUA, o académico britânico Guy Walters desfaz o mito de Simon Wiesenthal. Negando qualquer simpatia pelo nazismo, o autor desmente que ele tenha estado em 13 campos de concentração - terão sido 6 - e até põe em causa o seu papel na captura de Adolf Eichmann (...). Descreve Wiesenthal como um mentiroso bem intencionado, cujas fábulas eram uma forma de lutar contra a falta de vontade política dos governos para encontrar militantes do III Reich. Terá ajudado a capturar alguns, mas não foram os 1100 da história oficial. Eis, segundo Walters, algumas das invenções do caça-nazis.

1) O CURSO

Versão Oficial (VO): Simon Wiesenthal licenciou-se em Arquitectura pela Universidade Técnica de Praga, em 1932.

Nova Versão (NV): Usou o título ao longo da vida, mas o seu nome não consta de nenhuma lista de arquitectos polacos de antes da Segunda Guerra, nem de alunos do Politécnico de Lvov, na Polónia. Walters escreve que, ao 19 anos, Wiesenthal não acabou arquitectura, na Universidade Técnica de Praga.
COMENTÁRIO: É por todos conhecida a estratégia dos crentes afirmacionistas e de quase todos os seus gurus e representantes de descredibilizarem e até ridicularizarem todos os trabalhos e estudos de autores revisionistas e até mesmo as suas próprias credenciais académicas. Ora bem, parece que estamos perante alguém que foi, nada mais nada menos, que um dos maiores representantes dos ditos "sobreviventes" e que, durante toda a sua vida, lutou para defender o "Holoconto", mas que... MENTIU sobre o seu curso, sobre a sua escolaridade!
Mais palavras para quê? Resta-nos reflectir e rir! rsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrsrs

terça-feira, 4 de agosto de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)


David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (XI)

(continuação)


Sobibor ou o laudo pericial que nunca foi redigido

[Tradução de Waringham]

Sobre o terceiro Campo Reinhardt, o jovem e talentoso revisionista Thomas Kues fornece as seguintes informações:

“Em 26 de novembro de 2001, apareceu no The Scotsman um artigo donde se extraia que o arqueólogo polonês A. Kola e sua equipe teriam descoberto na área de Sobibor sete covas coletivas, [...] Embora já se tenham passado sete anos desde que as furações e escavações tenham sido executadas, não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”. [44]

Por que “não apareceu a esse respeito sequer um artigo, ou um único relatório ou laudo pericial, nem em inglês nem em polonês ou ainda em algum outro idioma”? Colocar a pergunta significa respondê-la.

Dois importantes documentos sobre os quais Irving se silencia.

À luz dos fatos mencionados, os campos Reinhardt não podem ter sido sob hipótese alguma centros de extermínio. Eles também não podem ter sido campos de trabalho, pois eram pequenos demais para abrigar o enorme número de pessoas para lá deportadas. Com isso resta apenas uma possibilidade: eles eram Campos de Passagem. Isto é confirmado por inúmeros importantes documentos alemães, que falam sobre uma “emigração” ou “evacuação” dos judeus para o leste. Principalmente coincidem com dois importantes documentos, os quais Irving se silencia a respeito, pois eles contradizem sua tese.

Em 17 de março de 1942, o funcionário Fritz Reuter do departamento para questões populacionais e abastecimento da secretária do Governo Geral, distrito de Lublin, fez uma anotação relacionada à conversa que teve no dia anterior com o SS-Hauptsturmführer Höfle; ele escreveu:

“Seria apropriado que os judeus levados para o distrito de Lublin fossem separados já na estação em aptos ou não ao trabalho [...] Os judeus inaptos ao trabalho vão todos para Bezec
(sic), a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz. Hauptsturmführer Höfle está a construir um grande campo, onde os judeus aptos ao trabalho possam ser classificados segundo a profissão e colocados a trabalhar, [...] Em seguida ele explicou, ele pode receber diariamente 4-5 transportes com 1.000 judeus na estação terminal de Bezec. Estes judeus iriam para além das fronteiras e nunca mais retornariam ao Governo Geral”. [45]

O sentido deste documento não deixa dúvidas: judeus inaptos ao trabalho devem ser expulsos do Governo Geral e deportados para os territórios do leste. A frase, onde Belzec era “a mais longínqua estação limítrofe da comarca de Zamosz”, só tem sentido em relação com uma deportação para além das fronteiras. Como Sobibor, Belzec situava-se no extremo leste do Governo Geral, próximo à fronteira ucraniana.

Naturalmente David Irving poderia alegar em sua defesa que Reuter utilizou uma linguagem codificada, e as frases – os judeus iriam “para além das fronteiras” e “nunca mais retornariam ao Governo Geral”, significam na realidade que os judeus seriam mortos em Belzec. Eu iria aconselhar Irving a se distanciar de tal consideração, pois elas são por demais ridículas.

Em 15 de julho de 1943, Heinrich Himmler ordenou:

“Transformar o Campo de Passagem de Sobibor em um Campo de Concentração”.[46]

Sobibor foi descrito oficialmente como um Campo de Passagem!
(continua)

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

O Simãozinho Anda Com Problemas...



Devido a problemas profissionais e também a outros relacionados com vírus informáticos (quase solucionados) não foi feita a actualização do Revisionismo em Linha - e logo agora que o Simon "Mentiroso/Aldrabão" Wiesenthal. começou a ser DESMASCARADO E DEMOLIDO!

E vejam lá o "silêncio" que cai logo na casinha dos crentes afirmacionistas quando surgem essas notícias que mostram bem porque querem que o revisionismo do Holocausto sejam punido. Só resta a eles começarem a espernear o "anti-semitismo" do costume e dizerem que toda a vida do Simon (crente afirmacionista e autodenominado "sobrevivente" do Holoconto) é apenas mais uma "história bonita"... Falsa, mas bonita.

Só rindo, rsrsrsrs.

quarta-feira, 29 de julho de 2009

Conselhos de Leitura



The Storm of War: A New History of the Second World War - Artigos, ensaios, livros e enciclopédias. Muito já se escreveu sobre a história deste terrível conflito e quase todos os dias nos chegam novos dados que, supostamente, até poderiam ter alterado a rumo do conflito. Novos dados que mostram até que alguns dos "Aliados" utilizavam métodos iguais ou até bem piores do que os utilizados pelos que, supostamente, é que eram "os maus".

Mas falemos um pouco deste livro: a 2 de Agosto de 1944, na sequência da destruição completa do exército Alemão na Bielorússia, Winston Churchill ironizou com Adolf Hitler na Câmara dos Comuns, afirmando que ele tinha alcançado uma classificação semelhante à da Primeira Guerra Mundial.
(…) Porque é que o Eixo perdeu a Segunda Guerra Mundial? No livro anterior de Andrew Roberts, Masters and Commanders, ele estudada a criação da grande estratégia dos Aliados; o tema central de Storm of War é como a estratégia do Eixo evoluiu. Examinando a Segunda Guerra Mundial, em todas as frentes, Roberts questiona se, com um processo diferente de tomada de decisão e uma estratégia também diferente, o Eixo poderia ter ganho. Estariam correctos os generais Alemães, que culparam Hitler de tudo, após a guerra ou estariam eles a arranjar um “bode expiatório” com o seu antigo Fuhrer, uma vez que já o podiam criticar com toda a impunidade?

(…) O livro também apresenta um número importante de documentos até então inéditos, como a carta de Hitler ao director de operações militares explicando o que o Führer estava à espera quando deu a ordem para travar os Panzers fora de Dunquerque.
Esta guerra durou 2174 dias, custou 1,5 triliões de dólares e ceifou a vida a mais de 50 milhões de pessoas. Por que é que levou este rumo? Storm of War faz um sucinto, mas dramático, relato da luta em que mergulhou o mundo entre 1939 e 1945 e, por fim, dá-nos uma resposta convincente para essa questão.
[Podem ler mais sobre este livro e outras obras de Andrew Roberts aqui]