domingo, 21 de junho de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Anexos



Dois documentos anexos relativos à pretensa câmara de gás de Auschwitz-I

1) Integralidade do que disse a seu respeito Eric Conan em 1995

Outro assunto delicado: que fazer com as falsificações legadas pela gestão comunista? Nos anos 50 e 60, vários edifícios, que haviam desaparecido ou mudado de função, foram reconstruídos com importantes erros, e apresentados como autênticos. Alguns, demasiado «novos», foram encerrados ao público. Para não falar de câmaras de gás de desinfecção, apresentadas por vezes como câmaras de gás homicidas. Essas aberrações foram muito úteis aos negacionistas que delas retiraram o essencial das suas fantasias. O exemplo do crematório I, o único de Auschwitz-I, é significativo. No seu depósito de cadáveres instalou-se a primeira câmara de gás. Funcionou pouco tempo, no início de 1942: o isolamento da zona que os gazeamentos implicavam perturbava a actividade do campo. Foi portanto decidido, em finais de Abril de 1942, transferir esses gazeamentos mortais para Birkenau onde foram praticados, sobre vítimas essencialmente judias, a uma escala industrial. O crematório I foi, em seguida, transformado em abrigo antiaéreo, com sala de operações. Em 1948, quando se criou o museu, o crematório I foi reconstruído num estado de origem suposto. Tudo ali é falso: as dimensões da câmara de gás, a localização das portas, as aberturas para verter o Zyklon B, os fornos, reconstruídos com base nas recordações de alguns sobreviventes, a altura da chaminé. Em finais dos anos 70, Robert Faurisson explorou tanto melhor essas falsificações quanto os responsáveis do museu mostravam reticências em reconhecê-las. Um negacionista americano acaba de realizar um vídeo na câmara de gás (que continua a ser apresentanda como autêntica): vemo-lo a dirigir-se aos visitantes para lhes participar as suas «revelações». Jean-Claude Pressac, um dos primeiros a estabelecer exactamente a história dessa câmara de gás e das suas modificações durante e depois da guerra, propôe restaurá-la no seu estado de 1942, baseando-se em planos alemães que acaba de encontrar nos arquivos soviéticos. Outros, como Théo Klein, preferem deixá-la como está, mas explicando ao público o disfarce: «a História é o que é; basta contá-la, mesmo quando não é simples, ao invés de acrescentar artifício sobre artifício». Kristina Oleksy, cujo gabinete directorial, que ocupa o antigo hospital das SS, dá directamente para o crematório 1, não se resolve: «De momento, deixamo-la como está e não explicamos nada ao visitante. É demasiado complicado. Mais tarde veremos» (Eric Conan, “Auschwitz: la mémoire du mal”, L’Express, 19-25 de Janeiro de 1995, páginas 54-69; p. 68).

No seu extenso estudo, E. Conan quis demonstrar quão longe está a «memória» da história. Fê-lo sem questionar o dogma do «Holocausto»; chegou a expressar a sua fé na existência da arma de destruição maciça chamada «câmara de gás» e deu por exactas e comprovadas asserções que não possuem o menor fundamento científico. Não obstante, teve o valor de denunciar graves embustes, entre os quais o da «câmara de gás» emblemática que se mostra hoje aos visitantes de Auschwitz. E atreve-se a admitir que, desde finais dos anos 70, eu tinha razão a esse respeito. Em 2005, perguntei-lhe se o seu estudo havia suscitado rectificações ou protestos, em particular por parte das autoridades do Museu Estatal de Auschwitz e de Kristina Oleksy. A sua resposta foi: «Nenhuma».

2) Integralidade do que se diz a seu respeito num fascículo de CD-rom prefaciado por Simone Veil

«Motivação [Robert Faurisson], tem-na: o amor exclusivo à verdade, tal seria uma das suas obsessões. Universitário, Robert Faurisson utilizará de maneira incessante esta caução científica, pretensa prova de respeitabilidade. Lê Maurice Bardèche. Descobre Paul Rassinier. «Descasca» Rimbaud, Lautréamont e Apollinaire. Homem brilhante e culto, nem por isso deixa de ser um provocador. Durante os anos setenta, Robert Faurisson trabalha. Esboça o seu método histórico-literário. Frequenta os arquivos de Auschwitz. A sua negação constrói-se aí. Fundamenta-se num facto real: a câmara de gás do campo de Auschwitz I é uma «reconstituição», já que serviu de armazém para os medicamentos dos SS e de refúgio antiaéreo após a entrada em funcionamento das câmaras de gás de Auschwitz II-Birkenau; o que pôde ver (e que ainda se pode ver) é uma suposta câmara de gás. É inegável. Tal não obsta a que para Robert Faurisson se trate de uma aldrabice cujos autores são os Judeus» (Le Négationnisme (1948-2000). Conversas radiofónicas em France Culture sob a direcção de Jean-Marc Turine. Fascículo de Valérie Igounet e Jean-Marc Turine com prólogo de Simone Veil, Vincennes, Frémeaux et associés, 2001, 48 páginas; p. 27-28.)

O professor Bruno Gollnisch tinha simplesmente declarado que, tratando-se do tema das câmaras de gás, os historiadores deviam poder pronunciar-se livremente. Para começar, foi objecto por parte da Universidade de Lião-III de uma medida de suspensão por um período de cinco anos. Seguidamente, nos dias 7 e 8 de Novembro de 2006, teve que comparecer ante o tribunal de Lião, composto pelo juiz Fernand Schir e seus dois assessores. Pressões e chantagem fizeram com que se afundasse e reconhecesse ante os seus juízes a existência do genocídio judeu e das câmaras de gás nazis. O julgamento realizar-se-á no dia 18 de Janeiro de 2007. Convém saber que em França, a lei proíbe contestar a existência dos crimes nazis contra os judeus «mesmo se [essa contestação] é apresentada sob uma forma disfarçada ou dubitativa ou por via de insinuação» (Code pénal, 2006, p. 2059). Consequentemente, nessa matéria, não se pode contestar, nem mesmo parecer que se contesta.


Robert FAURISSON

Revisionismo do Holocausto (X)




[Tradução: "É com verdadeiros negacionistas do Holocausto como ele que nós estamos extremamente preocupados!]

Revisionismo do Holocausto (I)

Revisionismo do Holocausto (II)

Revisionismo do Holocauso (III)

Revisionismo do Holocausto (IV)

Revisionismo do Holocausto (V)

Revisionismo do Holocausto (VI)

Revisionismo do Holocausto (VII)

Revisionismo do Holocausto (VIII)

Revisionismo do Holocausto (IX)

(continuação)

* Os únicos factos que suportam a teoria do extermínio dos Judeus são registos de combates na Frente Leste de guerrilheiros comunistas, muitos dos quais Judeus. Seguidamente, vamos ler aquilo que Lawrence Nevers tem para dizer sobre este assunto:

"A alegação de que os Alemães estariam a ‘exterminar’ os Judeus na Rússia assenta em duas fontes. A primeira diz respeito às mensagens descriptadas ‘anti-partisans’ dos Alemães interceptadas e capturadas pelos Britânicos e que falavam de um grande número de Judeus executados durante a Operação Barbarossa. A segunda diz respeito aos relatórios Einsatzgruppen de ‘partisans’ executados mandados para Berlim. Antes de analisar estas duas fontes, é necessário perceber que, tal como Walter Sunning demonstrou, entre metade e dois terços de todos os Judeus da Rússia Europeia foram deportados para o centro da União Soviética pela maioria dos comissários Judeus frente ao avanço Alemão. Como é que os Alemães poderiam ter morto o alegado número de Judeus quando a maioria já nem sequer lá estava? A conclusão poderá estar relacionada com o facto de que aquilo que foi interceptado poderá, por um lado, ser uma falsificação ou, por outro, que o número total de mortes esteja muito inflaccionado.

Os Ingleses esqueceram-se do elevado número de atrocidade atribuídas aos Alemães durante a Primeira Guerra Mundial e que se revelaram ser, unicamente, propaganda de guerra. Porque não poderia acontecer o mesmo na Segunda Guerra? O que diz respeito aos relatórios Einsatzgruppen, os que existem são unicamente os de Berlim. Os relatórios de campo das unidades para o seu comandante na Rússia desapareceram convenientemente. Suspeita-se que os números dos relatórios de campo sejam consideravelmente mais baixos do que os números reivindicados nos relatórios de Berlim pseudo-credenciados do pós-guerra. Os diários do chefe da Polícia Alemã Heinrich Himmler têm estado nas mãos dos Israelitas desde o fim da guerra. O que será que está nesses diários que os Israelitas não querem que o resto do mundo veja?"
Se alguém pode ser acusado de ter cometido “crimes de Guerra” durante a Segunda Guerra Mundial, esse alguém são os Aliados. O horrível bombardeamento da cidade de Dresden, uma cidade sem qualquer importância militar, comandado pelo General da RAF "Bomber" Harris', causou a morte de cerca de 250 mil civis; e a mesma situação ocorreu nos bombardeamentos de Tóquio, comandados pelo Gen. Curtis LeMay. Pode também ser mencionado o lançamento de duas bombas nuclerares sobre Hiroshima e Nagasaki, apesar das tentativas quase desesperadas do governo Japonês para se render muitos antes desses acontecimentos. E depois há a registar o tratamento dado pelos Aliados aos Alemães e aos países que os apoiaram no final da Guerra – uma repetição do que, curiosamente, tinha ocorrido na Primeira Guerra Mundial, mas desta vez ainda pior: parte desta história é relatada por James Bacque, nos seus livros Other Losses e Crimes and Mercies; outra parte da história pode ser encontrada no livro do autor Judaico John Sack, An Eye For an Eye. E talvez não saibam esta: a percentagem de prisioneiros Aliados mortos em campos de prisioneiros Alemães foi mais baixa do que população civil Aliada como um todo!


(continua)

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Como Foi Realmente a História em Guernica?


Apesar do Revisionismo já ter desmarcarado há muito tempo a Farsa de Guernica (farsa que a exemplo do “Diário” de Anne Frank ainda continua sendo mantida pelo poder da mídia), a velha história da destruição da histórica cidade basca pela aviação nazi-fascista, como simples “treino” de bombardeio (!), vem sendo repetida monotonamente há mais de 60 anos. (…)

Senão, vejamos: a farsa de Guernica começa já com a “obra-prima” de mesmo nome, de autoria de Pablo Picasso. Conforme o historiador inglês David Irving, em sua obra Hermann Goering, a Biography, (MacMillan, NY, 1989, p. 178), o famosíssimo quadro “Guernica” já estava pintado muito tempo antes da explosão da dita cidade: idealizado tendo como tema uma corrente de touros… (?!) (mas igualmente poderia chamar-se “O descarrilamento do comboio de gado”, ou “Blackout no matadouro”, ou ainda “Viva as drogas!”, etc, etc), foi rebatizado após 26 de abril de 1937, para adaptar-se às exigências político-ideológicas de seus amigos marxistas da imprensa internacional. A partir daí iniciou sua carreira desenfreada para chegar até nossos dias como “a maior obra de arte do Século XX”… (!).

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

O Livro da Semana


Leon Trotsky passou os últimos quatro anos da sua vida exilado no México, sob um autêntico assalto verbal nos jornais e através de adversários um pouco por todo o mundo e com a ameaça constante de assassinato. Este exílio mostrou-se fatal quando Estaline finalmente decidiu livrar se do seu grande rival. Bertrand Patenaude, historiador da Universidade de Stanford criou uma biografia constrangedora do líder revolucionário assim como um relato absolutamente excitante do mundo violento da política socialista internacional nos anos 30. Podem continuar a ler sobre este assunto aqui e encomendar o livro aqui ou aqui.

quarta-feira, 17 de junho de 2009

Bradley R. Smith e o Ataque ao Museu do Holocausto



Foi afirmado que James W. Von Brunn, o homem que disparou e causou a morte de um guarda no Museu Memorial do Holocausto, nos EUA, é um “negacionista” do Holocausto.

Se fizermos a conta, os “negacionistas” Americanos do Holocausto são responsáveis pela morte de um civil inocente neste século. Ao mesmo tempo, se continuarmos a fazer contas, “afirmacionistas” (leia-se “verdadeiros crentes no ‘Holoconto’) Americanos do Holocausto foram responsáveis pela morte de dezenas de milhares de civis inocentes neste século.

Pode ser argumentado que os “afirmacionistas” Americanos do Holocausto causaram as suas mortes – no Iraque e no Afeganistão – devido àquilo em que acreditavam e o que acreditavam “era muito bom e era o mais correcto”. De acordo com as histórias da imprensa Americana, parece que aquilo que Von Brunn fez foi matar por aquilo qu ele acreditava ser “o melhor e o mais correcto”. Se é errado para um “negacionista” do Holocausto matar um civil inocente por aquilo que ele acredita sinceramente ser “o melhor e o mais correcto”, e convenhamos que é realmente errado, então porque é que não é errado para os “afirmacionistas” do Holocausto matarem dezenas de milhares de civis inocentes por aquilo que eles também acreditam ser “o melhor e o mais correcto”?


A GRANDE QUESTÃO: Qual é a diferença primária entre um “negacionista” Americano do Holocausto e um “afirmacionista” Americano do Holocausto?


Bradley R. Smith


[O original pode ser lido aqui.]

O 'Rapaz do Gueto de Varsóvia'



[A tradução e adaptação são minhas e o texto original pode ser lido aqui.]
É, provavelmente, a imagem mais memorável e reconhecida do Holocausto: um jovem rapaz assustado, aparentemente sentenciado, com os braços levantados, juntamente com outros Judeus do gueto de Varsóvia, sob o olhar de um soldado Alemão armado (…).

Contráriamente à lenda, o "rapaz do gueto" não foi morto. Sobreviveu ao internamento em tempo de guerra em Varsóvia e a um campo de concentração Alemão. Várias décadas depois de ter sido levado, um médico de Nova Iorque, Tsvi C. Nussbaum, revelou que ele era o rapazinho daquela famosa fotografia. "Lembro-me de que estava um soldado à minha frente e que ele ordenou que eu levantasse as mãos", recordou Nussbaum mais tarde.

Após a intervenção do seu tio, foi permitido ao jovem de sete anos juntar-se à sua família. Juntamente com os seus familiares, o jovem Nussbaum foi deportado de Varsóvia, em 1943, para o campo de Bergen-Belsen, na parte ocidental da Alemanha. Depois da libertação, no final da guerra, foi para Israel, de onde emigrou para os Estados Unidos em 1953. Em 1990, estava a viver em Rockland County, Nova Iorque.

A história de Nussbaum foi sujeita a um exame crítico e apurado e até mesmo décadas depois ainda havia dúvidas quanto à sua semelhança com o rapaz da foto.

Os historiadores Judeus do Holocausto “que desde sempre consideraram a fotografia como um espécie de documento sagrado” não ficaram muito satisfeitos com a revelação de Nussbaum, revelou o The New York Times, porque “estavam convencidos que o poder simbólico da fotografia ficaria diminuido se ficasse provado que o miúdo tinha sobrevivido .” O próprio Nussbaum ficou surpreendido com tais preocupações. “Nunca percebi como poderia alguém colocar o peso de seis milhões de Judeus nessa fotografia”, disse ele. “Para mim, pareceu-me ser um incidente no qual eu estive envolvido, e apenas isso.”

Dr. Lucjan Dobroszycki, do Yivo Institute, um centro historico Judaico em Nova Iorque, alertou para o facto de que “esta grande fotografia do evento mais dramático do Holocausto requer um nível de responsabilidade mais alto da parte dos historiadores do que qualquer outra pessoa. É demasiado sagrado deixar as pessoas fazerem com ele aquilo que querem”.

Por outras palavras, Dobroszycki sugere que a verdade histórica não deve ser permitida porque diminui o impacto emotivo da fotografia e toda a sua utilidade.

Amplamente vista como uma das imagens mais ponderosas e emocionais deste século, a fotografia mostra o destino trágico dos Judeus da Europa durante a Segunda Guerra Mundial, mas de uma maneira bastante diferente daquela que muitas pessoas acreditam.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (IX)













(continuação)


* Se há alguma coisa que seja considerado como um firme argumento no que diz respeito à OJV, é o facto de que é claramente ilegal expressar alguma dúvida sobre esta história na maioria de países do mundo Ocidental, incluindo a Alemanha (naturalmente!), Israel (naturalmente!), Áustria (naturalmente!), Espanha, França, Austrália e Canadá; e nesses poucos países em que não é ilegal, as leis que proibem os “ódios raciais” são cada vez mais interpretadas como associadas ao revisionismo/duvidar do Holocausto. O ponto fundamental é que a verdade não necessita do suporte da legislação – apenas a falsidade necessita. E, naturalmente, não é necessário ser muito inteligente para se perceber quem está por detrás desta ilegalização; nem é preciso ser-se muito inteligente para perceber o porquê dos casos de 'negação do Holocausto' serem tão vigorosamente perseguidos e condenados: os Judeus, e particularmente Israel, providenciaram inúmeras formas e com biliões de dólares para desenvolverem este lixo, onde se incluem inúmeros filmes sobre o Holocausto (mais de 400, segundo uma última contagem de acordo com o académico Michael Hoffman), museus do Holocausto (que nascem um pouco por todo o lado), livros sobre o Holocausto (Elie 'The Weasel' [Nota do tradutor: ‘o feiticeiro’ – trocadilho com a palavra em Inglês e que é também o nome deste ‘sobrevivente’] Wiesel escreveu mais de 30; O Diário de Anne Frank é o eterno ‘best- seller’, etc, etc, etc), dramas televisivos (pode-se considerar o ano de 1970 como a altura em que o engano sobre o ‘Holocausto realmente começou), ‘sobreviventes’ aos milhares – todos subsidiados pelo governo Alemão, inúmeras companhias que, supostamente, beneficiaram e lucraram com o "trabalho escravo" ou que, por outro lado, estiveram relacionadas com actividades do Terceiro Reich (IBM, bancos de suiços) e, naturalmente, os bilhões em "reparações", 'ajuda estrangeira' e outro 'dinheiro de culpa' caíram nos cofres de Israel, vindo da Alemanha e dos EUA.
Chegamos a um ponto onde a tristeza é tal que o professor de descendência Judaica Norman Finkelstein chama-lhe mesmo “A Indústria do Holocausto” no seu livro com o mesmo nome, onde ele faz referência à sua mãe quando ela questiona, “Se Hitler matou assim tantos Judeus, então de onde surgiram tantos ‘sobreviventes’?" Nem é preciso explicar o porquê da existência dum trocadilho entre e sobre os Judeus que refere "There's no business like Shoah (Holocaust) business."


(continua)

segunda-feira, 15 de junho de 2009

A CIA Matou JFK? - Documentário 'Garrison'


Entre os crimes dos "eleitos" - que nunca são crimes! - e a cruzada de Daniel Estulin para denunciar os movimentos do grupo Bilderberg - que muitos também consideram ser mais uma "teoria da conspiração", o Revisionismo em Linha volta a focar um dos muitos mistérios da história dos EUA (e não só): a morte de John F. Kennedy.

De acordo com este documentário - The Garrison Tapes, produzido por John Barbour - a CIA terá sido responsável pelo assassinato daquele Presidente dos EUA, em Novembro de 1962 na Praça de Daley, em Dallas, Texas.

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui, adquirir este livro que aborda a mesma questão aqui e assistir ao documentário aqui.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Prática


Conclusão prática

Existem meios práticos para iniciar uma verdadeira acção contra essa falsa religião cujo santuário se situa em Auschwitz.

Como se sabe, no centro de Auschwitz encontra-se uma câmara de gás emblemática. Até hoje, cerca de trinta milhões de turistas a visitaram. Trata-se de uma impostura; todos os historiadores disso têm consciência e as autoridades do Museu Estatal de Auschwitz sabem-no melhor que ninguém. Ora a UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura), a pedido do governo polaco, incluiu, em 26 de Outubro de 1979, o campo na lista dos sítios ou bens culturais (Cultural Property) do Património mundial, assumindo a responsabilidade pela preservação da sua autenticidade. Pela minha parte, sugiro pois que a UNESCO seja demandada judicialmente por esse caso de impostura, que constitui um atentado à educação, à ciência e à cultura. De modo mais geral, poderíamos retomar a frase pronunciada em 1979 por Jean-Gabriel Cohn Bendit: «Lutemos, pois, para que se destruam aquelas câmaras de gás que se mostram aos turistas nos campos em que agora se sabe nunca ter existido nenhuma» (Libération, 5 de Março de 1979, p. 4).

Existem outros meios práticos de lutar contra a tirania do mito do «Holocausto», começando pela comunicação ao mundo inteiro destas «vitórias revisionistas» que até aqui se lhe ocultaram. Confio nos revisionistas presentes nesta assembleia para que nos sugiram outros meios e para que os debatamos.

Pela prática da mentira em grande escala, os sectários do «Holocausto» foram-se convertendo pouco a pouco em inimigos do género humano. Desde há mais de sessenta anos, vão sentando no banco dos acusados pouco menos que o mundo inteiro. O seu principal alvo foi, naturalmente, a Alemanha e todos quantos, com este país, acreditaram dever lutar contra Estaline do mesmo modo que outros, no lado contrário, acreditavam dever lutar contra Hitler. Mas no seu frenesim acusador, as organizações judaicas foram ao ponto de reprovar os aliados pela sua pretensa «indiferença» criminosa ao destino dos judeus europeus. Dirigiram acusações a Roosevelt, a Churchill, a de Gaulle, ao Papa Pio XII, ao Comité Internacional da Cruz Vermelha bem como a muitas outras personalidades, instituições ou países por não terem denunciado a existência das «câmaras de gás». Mas, como se poderia ter dado por verídico o que, com manifesta evidência, mais não era que um grotesco rumor de guerra? Basta ler a obra do judeu Walter Laqueur The Terrible Secret (Londres, Weidenfeld & Nicholson, 1980, 262 p.), para aí notar umas trinta referências ao cepticismo, perfeitamente justificado, do campo aliado, perante o caudal de rumores procedentes de fontes judaicas. Haviam sido levadas a cabo investigações que permitiam concluir que os rumores eram infundados. Foi, portanto, clarividência e não indiferença, que os Aliados e demais acusados demonstraram. E foi essa mesma clarividência que, depois da guerra, nos seus discursos ou memórias, Churchill, de Gaulle e Eisenhower, manifestaram ao não mencionarem uma única vez as ditas «câmaras de gás».

A guerra e a propaganda de guerra necessitam da mentira assim como as cruzadas e o espírito de cruzada se alimentam do ódio. Ao invés, a paz e a amizade entre os povos não podem senão ganhar com a preocupação de exactidão em matéria de investigação histórica, investigação essa que deve poder ser exercida em completa liberdade.

domingo, 14 de junho de 2009

Uma Alma... Do Outro Mundo?...

Fiquei a par desta história bastante curiosa e não resisti em partilhar com todos vós.

Trata-se da história de James Leininger que, duas semanas depois do seu segundo aniversário, começou a ter pesadelos alucinantes e com grandes dificuldades em conseguir parar. Quando James começou a gritar e a recorrer a frases como: "Avião a arder! O pequeno homem não consegue sair!", a sua família percebeu que tinha que fazer alguma coisa.

Como os detalhes de aviões e tragédias de guerra que nenhuma criança de dois anos poderia saber - descrições que passaram a ocorrer até durante o dia - não cessavam, Bruce and Andrea Leininger começaram a perceber que estavam perante uma situação inacreditável.

Toda a história está relatada neste livro e nele podemos ficar a saber como os Leiningers juntaram todas as peças com o objectivo de perceberem aquilo que o seu filho tentava comunicar e, eventualmente, descobrirem que ele poderia estar a reviver uma outra vida passada, nomeadamente com o nome de James Huston, um piloto de caças durante a Segunda Guerra Mundial.

Enquanto Bruce Leininger lutava por perceber o que estava a acontecer ao seu filho, ele ficou também a conhecer os detalhes da vida - e da morte - de James Hustone, um piloto que fascinou completamente o mundo militar da época.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e assistir ao vídeo a seguir.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Livros do IHR


Jeff Gates

Um olhar atordoante na corrupção entrincheirada no sistema político americano, que levou a uma secreta aliança denominada "Primeiro Israel" e que tem como objectivo o controlo da vida política nos EUA. Pelos média, na vida académica, na cultura popular e na política, este grupo tomou o controlo da política internacional dos EUA e conseguiu enganar o público, indo para uma guerra que apenas interessa ao estado Sionista. O autor deste livro é procurador e conselheiro em política financeira e trabalhou durante sete anos no Comité Financeiro do Senado.




Mark Green

Uma colecção provocante e memorável de 30 importantes artigos sobre o Sionismo e a história Israelita, o impacto do lobby pró-Israel e o papel dos EUA no Médio Oriente e ainda muito mais. Os artigos foram escritos por Kevin MacDonald, Charley Reese, Joe Sobran, Mark Weber, James Petras, Alison Weir, Richard Curtiss, entre outros.




Roger Garaudy

Neste trabalho, um proeminente académico francês aplica uma série de golpes poderosos contra vários mitos históricos que, durante décadas, procuraram justificar a agressão e a repressão Sionista, nomeadamente a lenda Israelita de "terra sem povo para um povo sem terra", assim como o mais sacrado dos ícones Judeu-Sionistas, a história do extermínio durante o Holocausto. Para benefícios financeiros, como alibi para políticas indefensáveis e para outras razões, os Judeus usaram aquilo que este autor denomina de "mitos teológicos" pra reivindicar para eles próprios um "direito de escolha teológica divina".



John Sack

A história pouco conhecida de como as vítimas Judias do Terceiro Reich infligiram um idêntico sofrimento terrível a Alemães inocentes. Os agentes do Departamento de Segurança do Estado, uma parte do governo pós-guerra Polaco dominado pelos Soviéticos, tomaram de assalto casas Alemãs, num total de cerca de 200.000 homens, mulheres e crianças - 99 por cento dos quais sem serem combatentes, ou seja, eram civis inocentes. Entre 60.000 e 80.000 Alemães morreram nas mãos desse Departamento.



Patrick J. Buchanan

Um impressionantemente e persuasivo argumento escrito com o objectivo de desmascarar a história "oficial" aceite sobre as origens da Segunda Guerra Mundial realizado por um dos comentaristas mais influentes da América. Esta é a abordabgem revisionista mais importante de há muitos anos a esta parte sobre as origens e as consequências da Primeira e Segunda Guerras Mundiais. Buchanan fornece-nos também uma dissecção excepcional da imagem do primeiro-ministro Britânico Winston Churchill.



Hitler's War

David Irving

Este monumental e meticulos trabalho de referência desarma a imagem conhecida de Hitler, da alemanha do Terceira Reich e da Segunda Guerra Mundial. Esta obra completamente actualizada é uma edição de capa dura de luxo é o resultado de 25 anos de pesquisa dedicada e de estudo inigualados, possuindo quase 200 fotografias raras, muitas a cores, extensas notas com fontes e um índice detalhado.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

O "Outro" Dia-D


Tal como tinha noticiado aqui, o novo livro de Antony Beevor, que pode ser encontrado aqui, está a levantar alguma polémica, especialmente depois Beevor ter referido que o bombardeamento Aliado à cidade Francesa de Caen, durante o Dia-D, "esteve muito próximo de ser um autêntico crime de guerra".

Já pouco faltará para que os seus críticos - que o acusam de "apenas querer publicitar a sua obra"- também passarem a acusá-lo de "nazi" ou "anti-semita" e para que algum grupo paladino de "defensores da democracia" (???!!!!) lhe atirarem ovos e palavras de ordem. Outros irão procurar na sua infância alguma raíz "extremista" ou uma ligação ou amizade "perigosa". Cá estaremos para ver.

Mas afinal o que escreve Antony Beever para que, numa altura em que se comemorava o aniversário do "Dia D" - com a 'pompa e circunstância' do costume - alguns espíritos mais sensíveis tenham ficado tão incomodados? Parece que referir a morte de cerca de 20 mil civis Franceses (os tais "danos colaterais" do agora) ou a destruição da cidade de Caen, entre outras inúmeras atrocidades, não fica bem entre que nos vinha "salvar"...

O que fica bem é manter a ideia de que, de um lado, estiveram sempre "os maus" e que depois vieram "os bons" para nos "libertar". O que fica bem - mas mesmo bem!, porque raramente se vê um historiador ou um analista de história incomodado com isto - é manter o silêncio perante estas palavas de Winston Churchill:

"Você tem que perceber que esta guerra não é contra Hitler nem contra o Nacional Socialismo, mas contra a força do povo Alemão, que deve ser esmagado de uma vez por todas, independentemente de estar nas mãos de Hitler ou de um sacerdote Jesuíta" (Emrys Hughes, Winston Churchill, His Career in War and Peace, p. 145) - sobre este assunto, podem ler mais aqui.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Conclusão Geral


[Tradução: "- Então, Sr. Deus, usou ou não usou a palavra JUDEU em vão?"


Conclusão geral

Temos o privilégio de assistir, neste início do século XXI, a um sério questionar de uma das maiores mentiras da história. Por mais que o mito do «Holocausto» brilhe como mil fogos, na realidade está-se consumindo.

Serviu para justificar a criação na terra da Palestina de uma colónia guerreira que tomou o nome de «Estado judeu» e que se dotou de um «Exército judeu».

Impõe ao mundo ocidental o jugo de uma tirania judaica ou sionista que se exerce em todos os âmbitos da vida intelectual, universitária e mediática.

Envenena até à alma de um grande país, a Alemanha.

Permitiu extorquir a este último país, assim como a muitos outros do mundo ocidental, somas exorbitantes em marcos, em dólares ou em euros.

Subjuga-nos com filmes, museus, livros que alimentam o fogo de um ódio de carácter talmúdico.

Permite o apelo à cruzada armada contra «o eixo do mal» e para tal, fabricar, conforme as necessidades, as mais desavergonhadas mentiras, precisamente segundo o modelo da Grande Mentira do «Holocausto» porque não há nenhuma diferença entre as «armas de destruição maciça» de Adolf Hitler e as de Saddam Hussein.

Permite acusar quase o mundo inteiro e exigir em toda a parte «arrependimento» e «reparações», quer por pretensas acções dirigidas contra «o povo eleito de Yahweh», quer por uma pretensa cumplicidade no crime, quer por uma pretensa indiferença geral perante a sorte dos judeus durante a Segunda Guerra Mundial.
Tem no seu activo vagas sucessivas de julgamentos falseados, a começar pelo infame processo de Nuremberga. Autorizou milhares de enforcamentos de soldados vencidos, uma Depuração atroz, a deportação de milhões de civis expulsos da terra dos seus antepassados, saques sem nome, dezenas de milhares de escandalosas acções judiciais, incluindo, hoje em dia, processos persecutórios a octogenários ou nonagenários contra os quais judeus «milagrosamente salvos» se apresentam a prestar falsos testemunhos.

Estas abominações, esta desmedida na mentira e no ódio, este húbris que o destino, num dia ou noutro, acaba sempre por castigar, em resumo todos estes excessos, têm de terminar. Nenhum povo mostrou mais paciência frente a esse húbris judaico ou sionista do que o povo árabe; ora acontece que mesmo esse povo está a atingir o limite da sua paciência. Vai-se desembaraçar do jugo israelita e fazer entender ao Ocidente que é chegado o momento de procurar uma verdadeira paz em vez de sustentar pela força das armas um estado artificial que apenas se mantém pela força. Mesmo no Ocidente, mesmo nos Estados Unidos, começam a abrir-se alguns olhos e começa-se a tomar consciência dos riscos que impõe à comunidade internacional uma submissão tão prolongada à falsa religião do «Holocausto», arma nº 1, espada e escudo do Estado de Israel.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (VIII)



[Tradução: "Comparado com a mentira dos 6 milhões, esta deve ser fácil!"]


(continuação)



* A OJV alterou-se significativamente nos últimos anos. Já mencionámos que as alegações do ‘sabão’ e dos ‘candeeiros’ são, actualmente, rejeitadas até pelos historiadores ‘do sistema’; isso não impede os Judeus de continuarem a manter cerimónias fúnebres pelas novas descobertas de barras de sabão do antigo Reich (desconhecemos se fazem o mesmo com os candeeiros.)

Outra característica da OJV original e que foi alterada foi a alegação de que os Judeus foram exterminados em campos na Alemanha, assim como na Polónia – uma alegação que foi abandonada há algum tempo.

Outra alegação igualmente abandonada foi a de teriam sido desenvolvidos assassinatos em massa através de métodos como vapor, electricidade, furgões de gás (com o uso dos tubos de escape) e fossas a arder; e, na realidade, o Holocausto recebeu este nome pela última alegação – mais outra ironia das congéneres de mentiras.


* Aquilo que mais fez convencer as pessoas de que as alegações das atrocidades Alemãs eram verdadeiras são os filmes que todos nós já vimos da libertação dos campos de concentração, nos quais são mostrados pilhas de corpos amontoados e detidos que sobreviveram e que mais parecem esqueletos andantes. Mas, na realidade, estes filmes chocantes não comprovam as atrocidades Alemãs e, de facto, acabam mesmo por refutar a alegação das “câmaras de gás”: se os Alemães estivessem a gasear Judeus aos milhares, como alegam as OJV, então os Judeus simplesmente não chegariam ao ponto de estarem a morrer de fome, como mostram os “esqueletos andantes”.

A fome, e isto tem que ser salientado, foi um reflexo do facto de que, durante o final da Guerra, as linhas de abastecimento Alemãs estavam desfeitas e a comida não chegava aos campos. E, sobretudo, não podemos pensar que existe algo de único, atribuído aos Alemães, sobre os “esqueletos andantes” em “campos de concentração”: aconteceu exactamente o mesmo na prisão de Andersonville durante a Guerra Civil Americana, e a fotografia da direita é mesmo de um desses detidos.


(continua)

O Ataque ao USS Liberty - 42 anos Depois

Passaram 42 anos e a maioria de pessoas nunca ouviu falar sobre o ataque de 1967 ao USS Liberty por Israel em que 34 americanos foram mortos e 172 ficaram seriamente feridos. O Revisionismo em Linha acompanhou sempre este episódio e decidiu voltar a falar dele.

Podem ler mais sobre este assunto aqui e assistir em baixo a mais um dos muitos vídeos (por enquanto) ainda disponíveis no Youtube.


domingo, 7 de junho de 2009

Selecção em Auschwitz-Birkenau


A moral deste relato é que não se pode escrever a história somente se apoiando nos depoimentos das testemunhas.

A versão oficial nos imposta pelo código penal afirma que a SS separava, logo na chegada a Auschwitz-Birkenau, os recém-chegados segundo o sexo, e então os colocava em duas filas:

- de um lado, “a fila direita”, formada por aqueles capacitados ao trabalho e que a princípio eram poupados, mas depois agraciados com uma morte rápida através do trabalho;

- do outro lado, “a fila esquerda” composta por incapacitados ao trabalho, (os doentes, inválidos, as crianças e suas acompanhantes) e que eram escolhidos para o gaseamento e incineração imediata.

As pessoas que não acreditam nisso são os incrédulos, ou seja, seres repugnantes e mais além, criminosos de pensamentos (segundo Lionel Jospin). Analisemos então o caso do comboio belga nr. XXV, que a 21 de maio de 1944 chegou a Auschwitz, ou seja, no início do período negro da história deste campo (numa época quando devia haver teoricamente uma capacidade máxima diária de 24.000 gaseados).

(...)

A descrição que nos fornece Régine B. sobre a seleção, após a chegada, não poderia se ajustar melhor no dogma do holocausto: o relato é sobre guardas armados da SS, de chicote, com cachorros que latiam (como se vê, todos os ingredientes que não se encontram nas fotos que foram feitas em Auschwitz). Bem lembrado, Régine B. não perde a oportunidade para difamar os revisionistas que duvidam de seu relato. Mas o que aconteceu exatamente na rampa?

Pode continuar a ler aqui.

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto - Um Balanço Sobre as Mesmas


Recapitulemos brevemente estas vitórias revisionistas.


Postos entre a espada e a parede pelos revisionistas, os historiadores oficiais do suposto extermínio físico dos judeus acabaram por reconhecer que, desde o ponto de vista histórico e científico, já não lhes resta nenhum argumento para suportar a sua atroz acusação.


Reconhecem, com efeito:


1) que não podem remeter-nos a nenhum documento que prove o crime;


2) que são incapazes de apresentar a menor representação da arma do crime;


3) que não possuem provas, nem sequer elementos de provas; 4) que não podem indicar nenhum testemunho verídico (veja-se supra a opinião de Simone Veil);


5) que o seu dossier está podre (bis), irremediavelmente podre e que o seu destino é acabar nos caixotes do lixo da história;


6) que as fontes outrora invocadas se revelaram não só mais escassas do que pretendido, mas ainda duvidosas;


7) que os pretensos vestígios são poucos, dispersos e de difícil interpretação;


8) que houvera da sua parte falsificações, disfarce e artifício;


9) que para sustentar a tese oficial se invocou com demasiada frequência uma «história tola» (sic), a de uma decisão de exterminar os judeus que teria sido tomada em 20 de Janeiro de 1942 em Berlim-Wannsee;


10) que o primeiro de entre eles, Raul Hilberg, se encontra hoje reduzido a tudo explicar de modo disparatadamente excêntrico, através de supostas iniciativas que a burocracia alemã, segundo ele, teria ousadamente adoptado, sem ordem, sem plano, sem instrução, sem controle e simplesmente graças, ao que parece, a um incrível encontro de mentes e a uma transmissão de pensamento consensual.


Estes historiadores oficiais não souberam responder a nenhuma solicitação ou contestação dos revisionistas, como: 1) «Show me or draw me a Nazi gas chamber» ["Mostrem-me ou desenhem-me uma câmara de gás Nazi"]; 2) «Bring me one proof, one single piece of evidence of your own choosing, on the grounds of which to assert that there was a genocide»["Tragam-me uma prova, uma simples evidêndia escolhida por vós, na qual esteja a prova de que existiu um genocídio"] ; 3) «Bring me a testimony, one single testimony, the best one in your opinion» [Tragam-me um testemunho, o melhor, na vossa opinião"], ou ainda 4) «No holes, no Holocaust» ["Nenhuns buracos, nenhum Holocausto"].


Encostados às cordas do ringue, os historiadores conformistas apelaram aos tribunais para condenar os revisionistas, mas, ao invés do que se poderia supor, deu-se o facto de os juízes, por vezes, terem ido ao ponto de render homenagem à probidade dos revisionistas, ou de manifestar a sua surpresa ante a escassez ou ausência de provas documentais dos acusadores. A partir daí, inicialmente em França e depois em muitos outros países da Europa, o recurso desses acusadores foi pedir a aprovação de leis especiais para fazer calar os revisionistas. E com isso assinaram a sua condenação. Recorrer a leis especiais, à polícia e à prisão, é confessar a sua impotência na utilização dos argumentos da razão, da história e da ciência.

Poderiam recordar-se aqui cem argumentos mais que demonstrassem que, no plano da história e da ciência, já não resta pedra sobre pedra no imenso edifício de mentiras erigido pelos sectários do «Holocausto» ou da «Shoah». Em contraste com este campo de ruínas vimos como se construiu o edifício de toda uma literatura revisionista. Nela se descobre uma profusão de documentos, fotografias, peritagens, transcrição de julgamentos, relatórios técnicos e científicos, testemunhos, estudos estatísticos, tudo isso com referência a cem aspectos da história da Segunda Guerra Mundial, que mostram o que foi na realidade o destino dos judeus europeus e que demonstram de modo luminoso que a versão judaica desta guerra pertence em boa medida ao universo do mito. Partindo do mito, os judeus passaram à mitologia e da mitologia à religião ou, melhor, a uma aparência de religião. Hoje os sacerdotes dessa falsa religião assemelham-se, cada vez mais, a esses párocos que continuam a celebrar o culto e que repetem as fórmulas consagradas mas, manifestamente, sem manterem a fé. Já não crêem realmente no seu «credo». É assim que, por exemplo, desde há uns dez anos, os vemos aconselhar aos seus bandos que observem a maior discrição possível acerca do tema das câmaras de gás. Nas suas memórias, a notória falsa testemunha Elie Wiessel escreveu em 1994: «As câmaras de gás, mais vale que permaneçam fechadas aos olhares indiscretos. E à imaginação» (Tous les fleuves vont a la mer..., Paris, Le Seuil, 1994, p. 97). Tal como ele, Claude Lanzmann (autor do filme Shoah), Daniel Goldhagen (autor de Hitler’s Willing Executioners), Simone Veil (ex presidente do Parlamento Europeu, já citada), François Léotard (ex ministro) vêm-se tornando, desde há alguns anos, espantosamente reservados, prudentes ou silenciosos a respeito do assunto. Há alguns meses, Jacques Attali (homem de negócios judeu e historiador), acaba de decretar: «A imensa maioria dos judeus assassinados foram-no pelas armas individuais dos soldados e polícias alemães, entre 1940 e 1942, e pelas fábricas da morte criadas depois» («Groupes de criminels?», L’Express, 1 de Junho de 2006, p. 60). Este modo implícito de obviar ao tema das pretensas câmaras de gás nazis torna-se corrente. Tenta-se substituir a mentira de Auschwitz pela mentira de Babi Yar ou outras fantásticas matanças na Ucrânia ou nos Países Bálticos mas nem uma única vez nos dão a esse respeito provas científicas tais como relatórios de exumação e de autópsia, como foi o caso para as matanças reais perpetradas pelos soviéticos em Katyn, Vinnitsa ou outros locais. Quanto ao número de mortos em Auschwitz, quase já não nos dizem que foram 9.000.000 (como em Nuit et Brouillard), 8.000.000, 6.000.000 ou 4.000.000 (como no Processo de Nuremberga ou nas estelas de Auschwitz-Birkenau até 1990). Conformam-se com 1.500.000 (como nessas mesmas estelas desde 1995), ou com 1.100.000, ou com 700.000 (como escrevia Jean Claude Pressac), ou ainda de 510.000 (como concluiu Fritjof Meyer en 2002: «Die Zahl der Opfer von Auschwitz», Osteuropa, Maio de 2003, p. 631-641), não possuindo todas estas últimas cifras mais fundamento que as precedentes.

sexta-feira, 5 de junho de 2009

A Nova Ordem Mundial vs Teorias da Conspiração



Podem também ver aqui também um vídeo (já antigo, mas com perguntas e dúvidas ainda actuais) um vídeo sobre o suposto ataque ao Pentágono.

E se tudo isto pode parecer, para muitas pessoas, unicamente "teorias da conspiração", leiam esta série de artigos sobre estas e outras supostas "conspirações".

A Todos os Meus Amigos Brasileiros

Tendo em conta a grande quantidade de visitantes do Brasil registado no contador do Revisionismo em Linha, decidi oferecer-lhes este vídeo.

Revisionismo do Holocausto (VII)


[Tradução (Relembrando a revolta dos Palestinianos numa Palestina ocupada pelos Sionistas): "Não! Não! Não! Batam neles até à morte PRIMEIRO! Depois é que os enterram!"]




(continuação)


* Os números referentes à população Judaica publicados em diversos trabalhos, tanto antes como após a Guerra, não mostram um decréscimo da população Judaica, mas, pelo contrário, um CRESCIMENTO. Estes trabalhos de referêcia demonstram igualmente que NEM SEQUER EXISTIAM SEIS MILHÕES DE JUDEUS NA EUROPA OCUPADA PELOS NAZIS DURANTE AQUELE PERÍODO.


* O número ‘seis milhões’ é um número místico, orignário de escrituras Judias e, em particular, é o número de Judeus necessários para morrerem e para que seja possível o estabelecimento do estado de Israel. Isso explica porque "o governador de Nova Iorque, Martin Glynn, num discurso em Albany, em Outubro de 1919 [o que são VINTE ANOS ANTES DO COMEÇO DA SEGUNDA GUERRA MUNDIAL, para todos os que são um pouco fracos com datas], revelou enfaticamente que no ´holocausto de seis milhões de Judeus, homens e mulheres', que estavam a morrer devido à 'horrorosa tirania da guerra e à fanática cobiça do sangue Judeu' durante a ‘Grande Guerra´” (Irena Zdiarska, "Holocaust Is Undeniable - But Should Be Debated", Barnes Review Oct 94: 27).

Também é relevante o facto de que, apesar da redução do número reivindicado de 4 milhões para 1,1 milhões de Judeus assassinados em Auschwitz , o número de 'seis milhões' nunca foi alterado e é assim que, na lógica matemática da ‘Cabalista Orwelliana’ na qual é baseada, seis menos três é igual a seis.


(continua)

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Apolónio de Tiana


O assunto apareceu num comentário ao qual, infelizmente, não respondi na altura. Mas aqui fica o reparo. Hoje não vos trago "um livro da Quinta", mas algo que vos poderá trazer também uma diferente, agradável e curiosa leitura: Apolónio de Tiana.

Podem ler aqui muito mais sobre esta misteriosa figura que a Igreja Católica procurou sempre esconder.

quarta-feira, 3 de junho de 2009

A Arte do Politicamente Correcto


O politicamente correcto que se instalou como uma carraça nas nossas vidas tem-nos oferecido os mais variados episódios. Vou oferecer-vos mais dois.

Nos EUA, o facto de um juíza hispânica ter sido nomeada para o Supremo fez correr muita tinta. Se por um lado, para certos casos, no mundo jornalístico, a etnia ou a religião só devem ser mencionadas quando são realmente importantes para a notícia - por outro, assistimos a casos como este, em que a juíza não é referenciada pelo trabalho que desempenhou, mas... pela sua descendência. E mesmo essa nem sequer é verdadeira, como podemos ler aqui (QUE FIQUE REGISTADO QUE O CORREIO DA MANHÃ SE RECUSOU A PUBLICAR A NOTÍCIA DA DESMONTAGEM DE MAIS ESTE EMBUSTE!).

E o politicamente correcto continua neste "país das oportunidades", que possui um presidente com uma agenda de visitas também perfeitamente "oportunista", sem respeito por todos aqueles que sofreram em Buchenwald e noutros campos de concentração e durante todo este periodo da história.

Mais exemplos não faltariam, mas a ideia é fácil de perceber: a "carraça" suga tudo e a quem tem coragem para a denunciar ela deixa as suas larvas com os seus vermes dos "ismos" do costume...

Revisionismo do Holocausto (VI)


[Tradução: "Lembrem-se crianças, sempre que possível, foquem a questão do Holocausto. Façam sentir-lhes pena de vocês e, ao mesmo tempo, o sentimento de culpa."]





(continuação)


* Existem outros problemas apontados à OJV pelas supostas ‘câmaras de gás’ e que envolvem situações como a falta de ar no sistema de circulação para espalhar e ventilar o gás, falta de meios para aquecer os discos de Zyklon B para um dispersão adequada, o facto das portas das 'câmaras de gás abriram para o EXTERIOR e o facto das fotografias aéreas tiradas pelos Aliados a Auschwitz durante a guerra não mostraram quaisquer buracos no suposto telhado das 'câmaras de gás por onde era lançado o Zyklon B - um ponto salientado pelos revisionistas do Holocausto num desafio repetido de forma incansável: "Nenhuns buracos; nenhum Holocausto"!


* Não existem quaisquer provas credíveis de que as referências à ‘solução final para a questão Judaica’ diga respeito a mais outra coisa sem ser a remoção dos Judeus das áreas controladas pelo Terceiro Reich, nomeadamente as referências e alegações (falsas) na Conferência de Wansee. Particularmente, nunca foi encontrada qualquer ‘ordem de Hitler' (ou qualquer outra ordem de alguém), apesar de todos sabermos que os Alemães têm o hábito de fazer o registo de praticamente todas as suas acções, apesar de existir um memorando interno de uma conversa telefónica com Hitler assinada por Hans Lemmerer do Ministério do Interior que mostra que Hitler pretendia a solução do problema Judaico POSTA DE PARTE até ao fim da guerra.

Além Disso, os Nazis cooperaram realmente com os Sionistas através de um denominado Acordo de Transferência ("Ha'avara") para o treino de Judeus para a sua colocação na Palestina eos campos de treino para os Sionistas eram os únicos locais na Alemanha Nazi onde a bandeira do estado Sionista estava autorizada.


(continua)

terça-feira, 2 de junho de 2009

As Núvens da Morte - Verdade Escondida ou Teoria da Conspiração?

O Revisionismo em Linha tem procurado mostrar, essencialmente, que a história tem sempre outras histórias por detrás; que o facto histórico não tem a palavra "comprovado" atrás de si; que tudo deve ser questionado sem limitações, sem tabús, sem censuras, em nome da liberdade de expressão e da verdade histórica. O Revisionismo em Linha não se limita ao Revisionismo do Holocausto e a tudo o que cerca o Holoconto e a moderna inquisição. Por isso, a minha mais recente busca pela Internet levou-me a este blogue que achei bastante interessante - já o coloquei na lista da direita. E foi de lá que retirei os vídeos de baixo - com a vantagem de estarem legendados. Meras teorias da conspiração? Provavelmente. Mas que dão que pensar, isso dão! Como sempre disse, algumas coisas que aqui são divulgadas não têm, necessariamente, que ir de encontro com o que pensa cada um dos que aqui colaboram.





segunda-feira, 1 de junho de 2009

Revisionismo do Holocausto (V)







(continuação)


* Apesar de existirem espiões Aliados na maior parte dos campos relatando as condições de vida pela rádio, nenhum desses espiões alguma vez terá feito um relatório sobre assassínios em massa ou ‘câmaras de gás’. A ideia das ‘câmaras de gás’ terá aparecido, eventualmente, do facto de que todas as roupas dos prisioneiros que chegavam serem desinfectadas numa espécie de câmara de gás na qual era usado Zyklon B para eliminar piolhos que eram temidos por serem fonte de contágio para outras doenças. Estas câmaras de desinfestação, note-se, eram demasiado pequenas para matar pessoas, especialmente, para os números apresentados pela OJV.

Tem que também ser ditto que o Zyklon B, a forma de gás cianídrico supostamente utilizado para matar Judeus, era, na realidade, um processo especialmente lento para a libertação do gás cianídrico que era apropriado para a desinfestação da roupa, mas inapropriado para matar instantaneamente, como supostamente era feito nas ‘câmaras de gás’. (A ironia dos Alemães serem acusados de assassinar Judeus por um instrumento que eles (Alemães) construíram para preservar a vida dos Judeus não deve ser desprezada.)

Além disso, tal como os revisionistas afirmaram, tais mortes teriam sido impossíveis de concretizar à escala apontada pela OJV porque o gás cianídrico é de tal forma perigoso que teriam que passar algumas horas para que os cadáveres pudessem ser removidos em segurança, mesmo com a utilização de roupa de protecção e máscaras de gás. Podemos acrescentar que o gás cianídrico é explosivo. Por isso, qualquer chama por mais pequena que fosse – viesse da fricção dos sapatos no chão ou da chama de um cigarro – causaria danos consideráveis no local – a suposta câmara de gás - para onde eram transportados os Judeus.


* Os Revisionistas provaram que a salas apontadas como alegadas ‘câmaras de gás’ nunca poderiam ter sido utilizadas para cumprir esse objectivo. A primeira investigação sobre este problema não foi feita durante os julgamentos de Nuremberga, mas sim muitos anos depois por Fred Leuchter, um engenheiro Americano e perito em execuções, que retirou amostras das paredes das supostas ‘câmaras de gás’ de vários campos e chegou à conclusão de que não existiam suficientes resíduos de gás cinídrico – uma impossibilidade se aquelas salas tivessem sido usadas para o que é alegado. (Apesar dos defeitos do trabalho de Leuchter, as suas conclusões foram confirmadas de forma independente por dois outros especialistas, Walter Luftl e Germar Rudolf.)
(continua)

domingo, 31 de maio de 2009

As Vitórias do Revisionismo do Holocausto (XX)


20) Em 2004, um historiador francês, Florent Brayard, publicou uma obra intitulada: La «solution finale de la question juive». La technique, le temps et les catégories de la décision, Paris, Fayard, 640 p. Em 2005, numa resenha desta obra, podem-se ler as três frases seguintes: «Sabe-se que o Führer não redigiu, nem assinou uma ordem de supressão dos judeus, que as decisões – posto que houve várias – foram tomadas no segredo de conversações com Himmler, eventualmente Heydrich e/ou Göring. Supõe-se que, mais que uma ordem explícita, Hitler deu a sua aprovação a solicitações ou projectos dos seus interlocutores. Eventualmente não a terá ele sequer formulado, dando-a a entender através de um silêncio ou um gesto de assentimento» (Yves Ternon, Revue d’histoire de la Shoah, Julho-Dezembro de 2005, p. 537).

Observação: Quase a cada palavra, estas frases demonstram que o seu autor se encontra reduzido a especulações aventurosas. Quando ousa avançar sem o mínimo indício que eventualmente Hitler se fez entender por «um silêncio ou um gesto de assentimento», não faz mais que retomar a teoria do «nod» (sinal de cabeça do Führer!) emitida pelo professor Christopher Browning no processo Zündel em Toronto em 1988. Nenhum universitário de convicções anti-revisionistas se mostrou mais patético nem mais néscio que este shabbat-goy. A tal ponto é verdade que, aniquilada pelas vitórias revisionistas, a tese oficial acabou por esvaziar-se de todo o conteúdo científico.

Inacreditável: Ao Serviço da Verdade Histórica!

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Referência a alguns artigos do site Inacreditável (sempre a lutar pela verdade histórica!)

A Revisão Histórica: rompendo barreiras

Sou um negador do Holocausto, por outro lado, acredito que os “nazistas” planejavam o extermínio do povo Judeu.

Deixe-me dizer: estou, desde o início, com o Bispo Richard Willianson nesse ponto. Não houve um holocausto (ou Holocausto, como meu computador insiste em corrigir) e seis milhões de Judeus não foram assassinados pelo Terceiro Reich. Essas minhas duas afirmações são verdades irrefutáveis, ainda que este discurso possa fazer com que eu seja preso em metade dos países da União Européia.

Então, nas circunstâncias certas eles poderiam até me extraditar para a Suécia para o julgamento, um país que heroicamente supriu o Terceiro Reich com reservas de minério de ferro, até mesmo quando as últimas vítimas do genocídio Nazista estavam sendo mortas.
O quê? Eu admito que houve mortes e genocídio (ou Genocídio, como meu corretor quer que eu chame), mas quase que com a mesma força eu insisto que não houve um holocausto? Como isso é possível? Bem, se você transformar eventos históricos em
dogmas políticos atuais, (que até meu computador acredita) você estará então criando um tipo de religião secular, sem nenhum deus, que se torna obrigatória para qualquer um que queira participar da vida pública. Mesmo que os dogmas, por definição, são tão simplistas e grosseiros que não apenas são habitualmente falsos, como de fato provavelmente o são.

De acordo com a lei alemã, é uma ofensa dizer que seis milhões de Judeus não morreram em um holocausto. Muito bem então. Eu sou um criminoso na Alemanha. Por mais eficientes que fossem os Nazistas, eles não eram tão cirurgicamente precisos a ponto de matar seis milhões de Judeus – nenhum Judeu a mais ou a menos. Leia o resto do artigo
aqui.


Dr. Mengele e os gémeos de Auschwitz

Nenhum historiador foi ainda capaz de explicar por que estas crianças não foram gaseadas imediatamente na sua chegada ao campo.

Helena Kubica, pesquisadora do Museu de Auschwitz, publicou um longo artigo sob o título "Dr. Mengele e seus crimes no Campo de Concentração de Auschwitz-Birkenau". À procura por provas documentais para os supostos experimentos criminosos de Mengele em gêmeos, a autora vasculhou diversos documentos sobre as atividades do Dr. Mengele que estavam guardados no arquivo do Museu.
Mengele mandou construir um Jardim da Infância

Dr. Mengele iniciou suas atividades em Auschwitz a 30 de maio de 1943. Seu superior direto, o médico SS Dr. Eduard Wirths, nomeou-o como médico do chamado "Campo das famílias de ciganos", na área BIIe de Birkenau. [1] Mengele interessou-se principalmente pelo estudo de gêmeos, especialmente crianças, e organizou em seguida para isso uma sala de recepção:

"Na área do campo dos ciganos, ele mandou construir nos barracos 29 e 31 um Jardim da Infância – uma espécie de creche e pré-escola, onde vieram não apenas as crianças que estavam sob sua observação (elas habitavam o barraco 31), mas também as crianças ciganas até 6 anos. Ao todo, algumas centenas de crianças permaneciam no Jardim da Infância entre 8 e 14 horas, e eram assistidas por várias prisioneiras [...]. Os barracos usados como Jardim da Infância estavam em melhor estado do que o resto, pintados internamente, decorados com quadros coloridos que representavam cenas de lendas e contos. Por um curto período, as crianças que ali viviam recebiam um tratamento melhor – leite, manteiga, pão branco, sopa de carne, até bolo e chocolate [...]. A área atrás do barraco 31 foi cercada, ali se construiu um parquinho para as crianças com caixa de areia, carrossel, balanço e barras". (Pág. 381)

Para H. Kubica, tudo isso servia exclusivamente para "fins de propaganda" (pág. 381), pergunta-se apenas - para quem - uma vez que em Auschwitz não tinha qualquer platéia exceto os detentos. E a inacreditável e rica instalação, e justamente para um Campo de Concentração – como mencionado pela antiga detenta Anna Lipka (pág. 389) – era muito boa para as crianças para ser usada somente com "fins de propaganda". Esta descrição não está naturalmente em ressonância com os indescritíveis crimes que pesam contra Dr. Mengele, mas H. Kubica tem na manga uma "prova" decisiva. Leia o resto do artigo aqui.


Internada brasileira que simulou ataque "nazista"
Internada na Suíça brasileira acusada de simular ataque
A brasileira Paula Oliveira foi internada ontem em um hospital psiquiátrico em Zurique, na Suíça, três meses depois de ter simulado um ataque neonazista. Fontes do Judiciário local confirmaram a informação, mas disseram que a internação não foi feita por ordem judicial. A decisão teria partido de médicos e da própria família.

Em fevereiro, Paula, de 27 anos, foi protagonista de uma saia-justa entre a diplomacia suíça e brasileira. Ela afirmou à polícia local que havia sido vítima de um ataque xenófobo em uma estação de trem no subúrbio da cidade, onde morava com o namorado Marco Trepp.
A brasileira afirmou que seu corpo foi marcado pelos agressores com a sigla do SVP (Partido do Povo Suíço), maior partido de direita do país. Paula ainda contou que o ataque teria feito com que ela abortasse de gêmeos e acusou os policiais que a atenderam de terem desconfiado da veracidade da história. O governo brasileiro entrou no caso e até o embaixador da Suíça no Brasil foi convocado pelo Itamaraty para dar explicações.

Paula está sendo alvo de um processo por falso testemunho, mas sua condição psiquiátrica é instável. Seu advogado, Roger Muller, confirmou que Paula está tendo "acompanhamento profissional", mas não quis entrar em detalhes. Ela foi levada ontem para uma clínica apresentando um quadro tido como "complicado". As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
FONTE: UOL

Relembre a FARSA da brasileira que simulou ataques de malvados "neonazistas" na Suíça, endossada pelo já conhecido "jornalismo" policialesco que sobrevive à sombra da Ameaça Fantasma...