sábado, 18 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VIII)


A evolução da lenda do extermínio

Quase imediatamente após os três campos de Reinhardt terem começado a funcionar, grupos de Judeus e e de Polacos começaram a espalhar todo tipo de rumores fantásticos sobre assassínios em massa nesses mesmos campos. O conhecimento destas histórias é de vital importância para um entendimento de como apareceu a versão histórica actualmente dominante sobre esses campos e que nível de credibilidade pode ser atribuída a essas histórias.
Vamos começar por Belzec. De acordo com a "testemunha ocular" autodenominada Jan Karski,os Judeus foram exterminados em Belzec com cal viva em comboios [24]. No entanto, a maioria das "testemunhas" mencionaram assassínio através da electricidade. No dia 10 de Julho de 1942, o governo Polaco no exílio em Londres recebeu o seguinte relatório:

"De acordo com a informação de um Alemão que trabalha lá, o lugar de execução está em Belzec, perto da estação. […] Uma vez chegados, os homens entravam num barracão do lado direito e as mulheres num do lado esquerdo, onde ambos se despiam, supostamente para se lavarem. Então os grupos iam juntos para um terceiro barracão com um dispositivo eléctrico, onde a execução ocorria". [25]

Num livro publicado em Estocolmo em 1944 e traduzido para inglês um ano mais tarde, o Judeu Húngaro Stefan Szende descreveu como milhões de Judeus tinham sido mortos em Belzec com electricidade em "premissas subterrâneas construídas para as execuções" :
"Quando chegavam os comboios carregados com Judeus nús, estes eram encaminhados para um grande corredor capaz de suportar vários milhares de pessoas. Este corredor não tinha quaisquer janelas e o chão era em metal. Assim que os Judeus estavam todos lá dentro, o chão afundava-se como um elevador num grande tanque de água que colocava os Judeus com água pela cintura. Então uma poderosa corrente elétrica era enviadapara o fundo em metal e dentro de alguns segundos todos os Judeus, milhares de cada vez, estavam mortos". [26]
No seu relatório oficial sobre os crimes dos Alemães na Polónia, apresentado pelos Soviéticos no julgamento de Nuremberga, o governo Polaco escreveu o seguinte sobre Belzec:

"Nos primeiros meses de 1942, os relatórios vinham com isso sobre esse campo, foram construídas instalações especiais para a execução em massa de Judeus. Sob o pretexto de que eles iam tomar um banho, eram depois completamente despidos e empurrados para o edificio. Uma corrente eléctrica forte atravessava o chão desse edifício". [27]

As histórias de horror sobre Sobibor eram bastante diferentes. Enquanto a testemunha Judia Zelda Metz reivindicou que nesse campo os Judeus "eram asfixiados com ‘clorine’” [28], a testemunha Soviética Alexander Pechersky referiu o suposto assassinato em massa da seguinte forma:

"Logo que todos entravam, as portas eram fechadas com uma forte pancada. Uma substância preta pesada caía aos redemoinhos vinda das aberturas no tecto. Ouviam-se gritos frenéticos, mas não durante muito tempo porque mudavam para respirações ofegantes e convulsões". [29]

O caso de Treblinka é ainda mais instructivo. Enquanto algumas testemunhas anteriores mencionaram, de facto, as câmaras de gás, nenhum deles reivindicou que a arma para o assassínio em massa era um motor a diesel. No dia 17 de Agosto de 1942, o jornal subversivo Polaco Informacja biezaca falou de uma câmara de gás móvel que se movia ao longo das sepulturas em massa[30]. Três semanas mais tarde, a 8 de Setembro, o mesmo jornal descreveu os supostos gaseamentos da seguinte forma: As vítimas foram expostas a um gás com efeito retardado, depois que deixaram as câmaras de gás, andado até sepulturas em massa, desmaiando e caido para dentro das mesmas [31].
No entanto, o principal método retratado pelas testemunhas era o vapor quente. No dia 15 de Novembro de 1942, o Movimento de Resistência do Gueto de Varsóvia publicou um longo relatório em que declarava que entre Julho e princípios de Novembro, dois milhões de Judeus tinham sido exterminados em Treblinka através de câmaras de vapor [32].
Em Agosto de 1944, o Exército Vermelho conquistou a área em redor de Treblinka e uma comissão Soviética interrogou antigos prisioneiros do campo. Que arma para assassinato optaria – gás ou vapor? Na realidade, não escolheram nenhuma, mas reivindicado no seu relatório que três milhões de pessoas tinham sido assassinadas em Treblinka bombeando o ar para fora das câmaras de execução! [33] Em Setembro de 1944, um profissional de propaganda de atrocidades, o Judeu Wassili Grossman, honrou Treblinka com a sua visita. No seu panfleto O Inferno de Treblinka Grossman confirmou o número de três milhões de vítimas; como ele, obviamente, não sabia qual dos três métodos de assassinato (vapor, gás e bombear o ar para fora das câmaras) é que tinha prevalecido, ele mencionou prudentemente todos eles no seu livreto [34].
No julgamento de Nuremberga, os acusadores da Alemanha escolheram a versão do vapor. No dia 14 de Dezembro de 1945, o governo Polaco emitiu um documento que foi apresentado pelos Soviéticos em Nuremberga e que, de acordo com o mesmo, "várias centenas de milhares” de pessoas tinham sido exterminadas em Treblinka por meio de vapor[35]. Mas em 1946, a versão oficial mudou. Como simplesmente não era credível que os Alemães tenham usado toda a espécie de métodos de assassínio completamente diferentes nos três campos de Reinhardt, as câmaras de vapor, instalações elétricas, etc., foram relegadas para o caixote do lixo da história e substituídos pelos motores a diesel.
A razão para esta escolha era, indubitavelmente, o relatório de Gerstein. No início de 1946, este relatório – que décadas mais tarde foi brilhantemente analisado pelo revisionista Francês Henri Roques [36] – tinha monopolizado a atenção dos historiadores e Gerstein, que reivindicou ter testemunhado um ataque com gás a Judeus em Belzec, tinha identificado a arma de assassínio como um motor a diesel. Foi assim que nasceu o mito da câmara de gás a diesel.
Seria bastante interessante saber como o nosso titã intelectual, o ‘blogger S. Romanov, reagiria se lhe apresentassem as declarações de todas estas testemunhas oculares. Provavelmente, ele argumentaria que as testemunhas realmente tinham visto um motor a gasolina, mas infelizmente não conseguiram identificá-lo correctamente.
A primeira testemunha tinha identificado a carruagem do comboio com chão coberto com cal viva, o segundo como um “prato” electrificado numa barraca, o terceiro como um “prato” electrificado numa enorme bacia subterrânea, o quarto como um tecto com aberturas por onde um líquido preto era despejado, o quinto como uma câmara de gás que se movia ao longo das sepulturas em massa, o sexto como uma caldeira que gerava vapor, o sétimo como uma bomba por onde o ar era bombeado para fora das câmaras e o oitavo como um motor a diesel! Mas estas “pequenas” diferenças foram sempre completamente irrelevantes, pois o Holocausto de Aktion Reinhardt era um facto histórico provado!

David Irving sabia destes relatórios de testemunhas oculares? Se ele não leu a literatura revisionista, era impossível conhecê-los, pois os mesmos nunca são mencionados na literatura oficial. No seu "trabalho" sobre os campos de Reinhard, Yitzhak Arad cita uma passagem do relatório do movimento de resistência do Gueto de Varsóvia, mas, de forma desavergonhosa, deturpa o texto, substituindo o embaraoso "câmaras de vapor” por "câmaras de gás”! [37] Se Irving tivesse lido a literatura revisionista, ele teria tomado conhecimento de todas estas histórias ridículas, mas, daquele modo, pouco ele poderia ter dito sobre elas.

quinta-feira, 16 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)








(continuação)


A história da câmara de gás a diesel

De acordo com a literatura oficial do "Holocausto", o (alegado) assassínio em massa em Treblinka, Sobibor e Belzec foi executado com os gases de motores a diesel. Mas tal como o engenheiro Friedrich Berg mostrou no seu trabalho, alvo de uma cuidada pesquisa, "Diesel Gas Chambers: Ideal for Torture, Absurd for Murder" ["Câmaras de Gás a Diesel: O ideal para Tortura, Absurdo para Assassinato"] [19], os motores a diesel são uma arma de assassinato extremamente fraca porque utilizam quantidades muito baixas de CO, mas contêm uma porcentagem consideravelmente alta de oxigénio. Qualquer motor a gasolina seria decididamente mais conveniente para o assassínio em massa do que um a diesel.

Os argumentos do Berg eram tão fortes que o lobby do Holocausto não fez nenhuma tentativa refutá-los. No livro Debating the Holocaust [Debater o Holocausto], Thomas Dalton afirma:"O assunto [do motor a diesel] é quase completamente evitado por qualquer escritor anti-revisionista. […] Isto é o admitir de forma forte e implícita que o tradicionalismo não tem qulquer resposta a Berg e aos revisionistas. [...] Mais recentemente os ‘bloggers’ tentaram abordar esta questão. Depois de admitirem que 'simplesmente não é praticável usar motores a diesel para gaseamentos… quando se pode ter acesso a motores a gasolina, Romanov [20] vem defender que a questão dos motores a diesel é "irrelevante" porque, no seu ponto de vista, qualquer um que reivindique que os motores eram a diesel simplesmente está equivocado. Argumenta que as testemunhas "melhor informadas” mencionaram gasolina, mas só pode citar duas: Fuchs (apenas para Sobibor), e Reder, que disse que o gás vindo dos escapes era lançado ao ar livre"! [21]

Deixem-me acrescentar que o argumento do ridículo blogger S. Romanov ("A questão dos motores a diesel é irrelevante") só demonstra a mentalidade esquisita deste indivíduo: Não existem provas nem documentais nem materiais para o holocausto "Aktion Reinhardt" e não há quaisquer testemunhas credíveis (que crédito podemos nós dar a testemunhas que "simplesmente estão equivocadas" com a arma de assassinato?); e, não obstante, o holocausto de Aktion Reinhardt é um facto provado e incontestável!

Por outras palavras: Os pilares em que o edifício descansava já foram, mas o edifício ainda fica, ou melhor, paira no ar! Um grande milagre!

Poderá David Irving ignorar o absurdo da história de câmara de gás a diesel? Não, não pode. Na conferência revisionista de 1983, que Irving assistiu, Friedrich Berg apresentou um ensaio que já continha quase todos os argumentos do seu outro artigo de 2003[22]. Irving, que fez o seu discurso no mesmo dia de Berg, declarou: "Devo dizer que fiquei profundamente impressionado pelo discurso do Sr. Friedrich Berg no início desta tarde. Achei tudo aquilo que disse muito impressionante". [23] Então logo em 1983, Irving ficou a tomar conhecimento que a história dos gaseamentos por escapes de motores a diesel era um disparate! Essa é a razão pela qual ele agora está obrigado a declarar que não está demonstrado que o (alegado) assassinato em massa foi executado por gás e que esta questão é "altamente controversa".

Conselhos de Leitura



A Guerra de Deus oferece uma nova visão de um dos mais decisivos acontecimentos da história: as Cruzadas. De 1096 a 1500, os Cristãos europeus lutaram para reconquistar a Terra Santa e talhar o Médio Oriente, a Espanha Muçulmana e o Báltico pagão à imagem do seu Deus. As Cruzadas são talvez o fenómeno mais conhecido e ao mesmo tempo mais incompreendido do mundo medieval, e nesta obra Christopher Tyerman procura recrear, desde as origens, séculos de violência exercida enquanto um acto de devoção religiosa.

O resultado é uma incrível reinterpretação das Cruzadas, reveladas quer como acções políticas quer como uma manifestação da crescente identidade da comunidade Cristã. Esta surpreendente narrativa histórica está imbuída de figuras que se tornaram lendas - como Saladino, Ricardo Coração de Leão, ou Filipe II. Mas Tyerman investiga para lá destes líderes, relatando como centenas e centenas de cristãos - desde os Cavaleiros Templários aos mercenários e camponeses - abandonaram os seus lares, em nome do Salvador, para chegar a territórios estrangeiros distantes, e como outros tantos defenderam o seu solo e conseguiram derrotar os invasores. Com ambas as análises, Tyerman explica a mistura contraditória de piedade genuína, ferocidade militar e pura ganância que motivaram gerações de Cruzados. O autor oferece também uma visão única para a maturação de um Cristianismo militante que definiu a identidade europeia e que influenciou decisivamente os antagonismos cíclicos entre os mundos Cristãos e Muçulmanos.

Baseado nos mais recentes estudos e relatado com grande entusiasmo e autoridade, A Guerra de Deus é o relato decisivo de um momento fascinante mas também horroroso da história que continua a ensombrar o mundo contemporâneo.

Aproveitem (se ainda não o fizeram) para ler também estes dois excelentes 'posts' -
aqui e aqui.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Germar Rudolf Está de Volta... Enquanto Alguns se Riem...

Crente afirmacionista fotografado a rir...


Já tínhamos falado disso, mas nunca é demais relembrar as boas notícias!

Está de regresso à sua família o homem que esteve preso 44 meses acusado de crimes de pensamento. Germar Rudolf saiu em liberdade da prisão de Mannheim.
Em 19 de Outubro de 2005, Rudolf foi detido nos Estados Unidos e deportado para a Alemanha. Após a sua chegada, foi detido pelas autoridades e transferido para uma prisão em Stuttgart-Stammheim, em Baden-Württemberg.

Em Março de 2007 de Março, o tribunal de Mannheim sentenciou Rudolf a dois anos e seis meses de prisão por incitar o ódio, menosprezando o mortos e por difamação. Alguns anos turbulentos precederam esta situação. No início dos anos 90, Rudolf fazia pesquisa científica e avaliação s câmaras de gás do complexo de Auschwitz.
Os resultados da sua pesquisa contrastaram e muito com a doutrina comercial e institucionalizada e originou, naturalmente, colisões com as autoridades governamentais. Assim, em Maio de 1995, devido às suas conclusões quanto às câmaras de gás em Auschwitz, o tribunal regional condenou Germar Rudolf a 14 meses de prisão.
Para para escapar a esta condenação, Rudolf fugiu para Espanha em 1996 e daí para a Grã-Bretanha, onde trabalhou jornalisticamente como revisionista publicando material dessa área camuflado pela Fundação Belga Vrij Historisch Onderzoek, VHO (Free Historical Research – Liberdade Para a Pesquisa Histórica).

Durante estas actividades, Rudolf adquiriu um domínio na Internet com o endereço
http://www.vho.org/ que ele ajudou a construir e a transformar num dos maiores sites revisionistas no mundo. Além disso, Rudolf criou a editora revisionista Castle Hill Publishers. Por volta de 2004, Rudolf foi aos EUA onde casou uma cidadã Americana e subsequentemente começou uma família, mas foi-lhe negada uma petição para asilo. Germar Rudolf planeia regressar aos EUA para ir viver com a sua esposa Americana e o filho de quatros. Até que ponto ele possa regressar ao revisionismo ou politicamente activo, fica a incerteza...

Leiam mais aqui e aqui sobre este assunto.

Outro crente afirmacionista apanhado a rir...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VI)


(continuação)

O número de mortos de David Irving para os campos de Reinhardt

No seu trabalho sobre o "Holocausto," Raul Hilberg defende que 750.000 Judeus foram assassinados em Treblinka, 550.000 em Belzec e 200.000 em Sobibor[18], o que significa que de acordo com ele, o número total de mortos para os três campos de Reinhardt foi de 1,5 milhões. Este número é mais baixo cerca de 900.000 do que o defendido por David Irving (1,274 milhões para 1942, mais de um milhão para 1943 = aproximadamente 2,4 milhões).


Mas os absurdos não acabam aqui.

Considerando o seguinte:


- O número de Hilberg de 550.000 vítimas em Belzec é impossível porque, de acordo com o documento de Höfle (que não era conhecido em 1985 quando Hilberg publicou segunda edição "definitiva" do seu livro), 434.508 Judeus foram deportados para Belzec até 31 de Dezembro de 1942. Uma vez que todos concordam que Belzec foi fechado no final de 1942, não podem ter existido quaisquer deportações para este campo em 1943.
- Em virtude deste facto, o total de número de mortos para este campo não pode ter excedido 434.508, mesmo que cada Judeu deportdo para Belzec tenha sido assassinado aí (como tanto Hilberg como Irving supõem).
- Se Irving estiver correcto e se 2,4 milhões de Judeus foram, de facto, exterminados nos três campos de Reinhardt, mas "só" 434.508 deles em Belzec, as restantes 1,965,492 vítimas devem ter sido assassinadas em Treblinka e em Sobibor. Isto quererá dizer que os números combinados de Hilberg para estes dois campos (750.000 + 200.000 = 950.000) é inferior mais de um milhão!
Difficile est satiram non scribere - é difícil não escrever uma sátira!


O caso da ausência da arma assassina


Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving declarou que não está provado que o (alegado) extermínio nos campos de Reinhardt tenha sido executado por meio de gás. Uma vez que Irving não mencionou qualquer método alternativo para o assassínio (por exemplo, fuzilamento), isto implica que a arma assassina simplesmente não é conhecida.
Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Hiroshima e Nagasaki: Foram mortas pela explosão de bombas atómicas ou sucumbiram, mais tarde, devido à radioactividade. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Dresden: Foram queimadas vivas ou sufocaram sob os escombros das suas casas. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Katyn: Foram assassinadas a tiro pelos partidários de Estaline. Nós sabemos exactamente como as vítimas morreram os campos de Eisenhower, no Reno: Eles foram deixados deliberadamente morrer à fome.
De acordo com David Irving, 2,4 milhões de pessoas foram assassinados nos três campos de Reinhardt - muitos mais do que em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Katyn e nos campos do Reno em conjunto. Mas nós não sabemos como foram mortos! Naturalmente, isto implica que não exista uma única testemunha ocular de confiança para o holocausto de Reinhardt, pois se tal testemunha existisse, saberíamos como as vítimas foram exterminadas, ao menos no seu campo.


Vamos resumir: David Irving não consegue apresentar a mais pequena prova documental para o suposto assassínio em massa em Belzec, Sobibor e Treblinka. Ele admite implicitamente que não há uma única testemunha fidedigna. Mas se não há quaisquer documentos e testemunhas fidedignas, sobre que provas são baseadas as suas reivindicações?
Irving defende que há provas forenses, i.e. uma grande quantidade de restos humanos encontrados no local dos três campos de Reinhardt? Não, ele não o faz. Ele nem sequer menciona o relatório de Kola que, de acordo com os historiadores ortodoxos, prova que Belzec era um campo de extermínio. (Discutiremos este relatório mais tarde).


(continua)

terça-feira, 14 de julho de 2009

"Anti-Semitismo"?




O mundo das notícias cor-de-rosa também chega aos mais recentes factos históricos. E da mesma forma, “vende mais” este tipo de notícia do que esta ou esta. Errol Flynn já morreu, mas a suspeita dele poder ter sido um “espião Nazi” transforma-se num assunto bombástico (???!!!!) que abafa completamente a discussão do porquê existirem “prisioneiros de pensamento” – alguns até lhes chamam “prisioneiros políticos” – em algumas democracias ocidentais. Assim como também abafa qualquer discussão sobre outras formas de abordar, analisar, questionar a História.

No mundo politicamente correcto em que vivemos, pior do que um pedófilo ou do que um psicopata homicida ou de um violador são todos aqueles que supostamente têm ligações a movimentos apelidados de “extremistas”, nomeadamente, “nazis, fascistas ou nacionalistas”. Nem interessa explicar o que eles são, se são todos iguais ou o que pretendem. Os jornalistas “sérios” afirmam que eles são todos maus e nós temos que acreditar. Porque eles é que são sérios.
No mesmo saco são colocados os revisionistas, denominados “negacionistas do Holocausto”. Os mesmos jorrnalistas “sérios” também os gostam de rotular de “anti-semitas”, pois, segundo eles, não passam de “nazis disfarçados e que apenas lutam pelo branqueamento do Nacional Socialismo”.

Deste modo,
não podemos dizer que um grupo de Judeus da Ucrânia está contra uma decisão de considerar crime a situação ocorrida em 1930 denominada “Grande Fome”: existe uma lista de antigos oficiais Soviéticos acusados de serem responsáveis pelo ‘Holodomor’´, que causou milhões de mortos na Ucrânia em 1932-33 e a maiorias dos nomes são de Judeus... Ao divulgar isso somos acusados de “anti-semitismo”…

Não podemos dizer que Israel é controlada por fanáticos religiosos, porque… somos acusados de “anti-semitismo…

Não podemos dizer que muitos Americanos consideram os Judeus responsáveis pela crise económica… porque somos acusados de “anti-semitismo”…

Mas pior do que isto tudo, é corrermos o risco de sermos multados ou até presos não porque se tenha provado que tudo isto esteja errado, mas porque este tipo de notícias são consideradas “anti-semitismo” e isso é penalmente condenável e transforma todos aqueles que têm a coragem de fazer frente a esta loucura em vulgares cadastrados, “portadores de ódio e de falsas notícias”!

É neste mundo louco que existimos. É por causa deste mundo louco que existe o Revisionismo em Linha!

O Genocídio Silenciado Pela Grã-Bretanha


Um novo filme relata a terrível história da “Solução Final” de Estaline e a vergonhosa cumplicidade de Churchill

Uma venda é arrancada dos soldado. Olhando em redor para tentar perceber o que está a acontecer, nota que está numa floresta. Olhando para baixo, vê um fundo e longo fosso, repleto de cadáveres com um uniforme ‘cáqui’. Tem apenas segundos de vida. Sente que está perante o seu crucifixo, mas uma bala interrompe a conversa com o seu Criador. O seu cadáver inanimado tomba para o buraco no chão.

Depois dele, outro homem avança e é-lhe retirada a venda. O mesmo ritual. Outra bala assobia por outro cérebro. Depois outro. E outro. O procedimento repulsivo é repetido até que o buraco enche com os corpos de centenas e centenas de homens inocentes.

Isto é a cena angustiante de um devastar nova película, Katyn. O nome vem da aldeia situada na Rússia ocidental onde os corpos de mais de 4.000 prisioneiros de guerra Polacos de guerra desenterrados em 1943. (...)

Ao todo, mais de 22.000 Polacos – aproximadamente dois-terços oficiais e policia, os restantes eram prisioneiros políticos - sofreram o mesmo destino pavoroso: serem executados, sem julgamento ou mesmo aviso, e lançado como carcaças para sepulturas em massa.

Os seus assassinos eram da NKVD, a polícia secreta Soviética. De facto, o principal carrasco do NKVD puxou pessoalmente o gatilho plo menos umas 6.000 vezes somente em 28 dias.

O primeiro genocídio da Segunda Guerra Mundial tornou-se conhecido como o Massacre de Katyn. Aconteceu em Abril de 1940, 21 meses antes do regime Nazi ter decidido a “Solução Final” na conferência de Wannsee em Janeiro de 1942. [Actualmente, não há nenhum historiador sério que defenda haver provas de que naquela conferência se tenha decidido o destino fatal para os Jusdeus].

Podem ler a notícia na íntegra aqui.

segunda-feira, 13 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (V)

TRADUÇÃO:

- Temos que assegurar que isto nunca mais volte a acontecer...

- ... Pelo menos a nós...



David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)


(continuação)

Provas de David Irving para o assassínio em massa de Judeus nos três campos de Reinhardt

Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving mencionou sete razões para a sua crença em que os três campos de Reinhardt tinham sido centros de extermínio. Cinco destas razões são baseados em documentos, as restantes duas em rumores. Vamos examinar os documentos.

- "A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

No dia 28 de Julho de 1942, Albert Ganzenmüller, Secretário de Estado no Reichsverkehrsministerium (Ministério Imperial dos Transportes), declarou numa carta a SS-Gruppenführer Karl Wolff:

"Desde 22 de Julho, um comboio com 5000 Judeus faz uma viagem diária de Varsóvia a Treblinka, via Malkinia, além de um comboio com 5000 Judeus que viajam duas vezes por semana de Pryemysl a Belzec". [13]

A 13 de Agosto, Wolff respondeu:

"Reparei com especial prazer que um comboio com 5000 membros do ‘povo eleito’ já há 14 dias que faz o caminho para Treblinka todos os dias, e nós estamos assim numa posição de executar esta movimentação de população num ritmo acelerado". [14]

Nem Ganzenmüller nem Wolff declararam que os Judeus foram assassinados em Treblinka; Wolff falou de um "movimento de população" que mostra claramente que considerou Treblinka como um campo de trânsito.

- "A ordem de Himmler de não deixar qualquer vestígio em Treblinka e mais tarde construir uma casa de campo naquele local".

Como eu não conheço esta ordem, pedi a David Irving que me enviasse uma cópia. A 9 de Abril, respondeu-me dizendo que o faria mais tarde. Uma vez que ainda não recebi o documento, eu não o posso comentar. No entanto, estou pefeitamente seguro que não contém qualquer referência a assassinato em massa, pois se esse fosse o caso, teria sido citado em todos os trabalhos da literatura do Holocausto.

- "A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr".

No conhecido relatório de 1943 [15], Richard Korherr escreveu que no final de 1942, 1.274.166 Judeus tinham sido movimentados pelos campos durante o “General Gouvernement”. A mensagem de rádio de Höfle [16] confirma o número de Korherr, de 1.274.166, e especifica que 24.733 dos deportados tinham sido enviados a L. (Lublin/Majdanek) 434.508 para B. (Belzec), 101.370 para S. (Sobibor) e 713.355 para T. (Treblinka). Em nenhum dos dois documentos apresentado se fala que os deportados foram asassinados.

"Durante os anos 1942 e 1943, documentos de Himmler que revelam a extensão dos despojos de Reinhardt: Jóias, relógios, moedas".

O facto dos Alemães ficarem com as jóias, os relógios e as moedas dos Judeus não prova que eles os assassinaram.
Deste modo, nenhum dos documentos mencionados por Irving mostra qualquer qualquer prova de que os campos de Reinhardt eram centros de extermínio.
As últimas duas “provas” pertencem à categoria do rumor. Aquilo que o “Mufti de Jerusalém” reivindicou ter ouvido de Himmler, ou o que alguém reivindicou que o “Mufti” tinha reivindicado ter ouvido de Himmler, não tem nenhum valor histórico. Ainda mais absurdo é a referência ao "interrogação pessoal de duas testemunhas sobre Belzec".

Imaginem o seguinte diálogo:

Negacionista de Hiroshima: "Eu não acredito de forma alguma que os Americanos tenham realmente lançado uma bomba atómica sobre Hiroshima em Agosto de 1945. Isso faz parte apenas de uma ridícula propaganda de atrocidades Japonesa.".

David Irving: "Penso que você está errado. Há dois anos, fui a Hiroshima onde interroguei pessoalmente dois idosos Japoneses que tinha testemunhado o bombardeamento quando eram crianças. Se as suas declarações forem verdadeiras, isso prova que os Americanos lançaram, de facto, uma bomba atómica sobre Hiroshima".

Se centenas de milhares de Judeus tivessem sido realmente assassinados em Belzec, nós prescindíamos das provas recolhidas pelas "testemunhas oculares". O argumento de Irving lembra-me o patético Michael Treguenza, "perito de Belzec", que escreveu sobre as piras de Belzec:

"Há muita discórdia sobre o número de piras em Belzec. Testemunhas da aldeia afirmaram que pelo menos cinco piras estavam a ser utilizadas, ao passo que os elementos das SS falavam em duas piras durante os processos judiciais em Munique em 1963/64. Supondo que um mínimo de 500.000 cadáveres foram queimados em duas piras, temos que supor que, para cinco piras, haveria um número muito superior - talvez duas vezes mais – do que as 600.000 pessoas oficialmente mortas". [17]

Então Treguenza "prova" que o assassinato de cerca de 1.200.000 Judeus em Belzec pelo método de rumores que ele ouviu de algumas pessoas mais velhas várias décadas depois da guerra! Este tipo de "prova" pode ser suficientemente bom para um palhaço como o Treguenza. Para um historiador sério e que tenha respeito por si próprio, não é, de forma alguma, suficientemente.

(continua)

As Lições do Revisionismo em Linha


Roberto Lucena - Sempre no seu melhor...



Faz parte dos objectivos deste site procurar mostrar que existe "o outro lado da notícia" ou do denominado "facto histórico"; esse trabalho passa também, como não poderia deixar de ser, por acender uma luz no túnel obscuro da cegueira dos crentes afirmacionistas.
E no sentido de que eles possam ver essa luz o mais cedo possível, cheguei à conclusão que temos que dar algumas lições de Português a criaturas que, para além da sua cegueira e ignorância, são teimosas!

Então vamos lá:

A palavra COBARDE.

A palavra COVARDE.

E como "bónus", gostei de ler isto.


Voltando à lição:

Durante os seus saltinhos histéricos, o nosso aluno afirmacionista ladrou:

"HAJAM COMO HOMENS!"

A expressão verbal "HAJAM", no sentido de "AGIR" só se encontra NA CONJUGAÇÃO DO VERBO HAVER, mais propriamente no Conjuntivo-subjuntivo, conjugação que, aliás, apenas se utiliza no Brasil. Ou seja, não existe, como pretendia o nosso aluno, na conjugação do verbo "agir".

Em resumo, para quem gosta de rsrsrsrsrsrs para tudo o que são pessoas, dotes académicos e trabalhos revisionistas, é muito fraquinho em Português (o verdadeiro!). Pior: quando pretendemos "traduzir" qualquer coisa, seria melhor fazer uma preparação porque, como já alguém escreveu, "traduzir é trair". Neste caso, não estamos perante uma "traição", mas sim de uma burrice mesmo!

Com o final desta lição, resta-nos puxar o autoclismo e ver o Roberto seguir com a água!

Claro que lições como esta a juntar a todas outras demolições dos argumentos (leia-se "falácias") dos crentes afirmacionistas do Holoconto têm as suas consequências, como podem ver aqui e aqui. Estas são as respostas e os termos "tolerantes" que eles gostam de utilizar. Respostas que de respostas propriamente ditas nada têm. Apenas se vê vómito e delírios histéricos de quem vê o chão, o tapete, tudo!, a fugir debaixo dos pés todos os dias. Coitadinhos. Chega a ser comovente de tão ridículos que eles são. Mas também não se pode exigir mais de quem tem tão poucos neurónios...

sábado, 11 de julho de 2009

American Radical - Documentário Sobre Norman Finkelstein



Podem saber mais sobre este documentário aqui.

sexta-feira, 10 de julho de 2009

Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...


Quatro membros da Jewish Defence League, foram detidos na quarta-feira depois de um ataque a uma livraria de Paris dirigida por activistas pro- Palestina. Com idades entre os 16 e os 26 anos, os jovens foram detidos em Paris e nos seus subúrbios e foram levados sob custódia pr suspeita vandalizarem o estabelecimento. Vândalos mascarados irompeam pela loja, armados com paus cocktails molotovs no final da tarde de sexta-feira, destruindo os computadores e máquinas registadoras, assim como livros (…). Conhecida pelo seu apoio à causa Palestiniana, esta livraria de Paris já tinha sido atacada inúmeras vezes anteriormente. [Leia a notícia na íntegra]

Uma coisa todos sabemos: se os quatro jovens tivessem a cabeça rapada e as vítimas fossem Judeus e este crime corria o mundo, abria os telejornais e durante umas semanas não se falaria de outra coisa. Assim, a notícia sai "de mansinho", sem grande alarido, sem grandes críticas, não vá alguém ainda ser acusado de "anti-semitismo". E eu a pensar que a destruição e a queima de livros eram coisas... de uns certos "maus"...

O Revisionismo em Linha também desconhece se a Hungria também poderá sofrer ataques semelhantes depois dos legisladores daquele país terem recusado considerar a "negação do Holocausto" uma ofensa punível...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)


David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)



(continuação)



As minhas questões a David Irving e a sua resposta

Em Março de 2009, soube que David Irving tinha dado todo tipo de conselho a um companheiro "negacionista do Holocausto," o Bispo Richard Williamson e recebi uma mensagem de uma senhora Francesa enfurecida com as declarações de Irving sobre Treblinka. No dia 2 de Abril, enviei um email a Irving, pedindo que ele respondesse às quatro perguntas seguintes:

- Acredita que tenha ocorrido um assassinato em massa de Judeus em Treblinka, Sobibor e Belzec?
- Se acreditava que esse assassinato em massa tinha, de facto, sido cometido, quais eram as provas?

- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?

- Se ele, David Irving, leu o livro do Carlo Mattogno sobre Belzec e o livro Treblinka: Treblinka: Extermination camp or transit camp? [12], escrito por Carlo Mattogno e por mim?

No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:

"1. Ich bin der Auffassung, dass in besagten drei Lagern Massenvernichtungen stattgefunden haben ("durch Gas" lässt sich nicht beweisen, ist ja sehr umstritten).

2. Beweismaterial:

- Bekannter Briefwechsel Wolff/Ganzenmüller betr. Malkinia/Treblinka.

- Himmlers Anordnung, in Treblinka nichts auffindbar zurückzulassen, anschliessend einen Bauernhof darüber entstehen zu lassen [...].

- Persönliche Befragung zweier Zeugen... betr. Belzec, falls Echtheit nachweisbar.

- Höfle-Decode vom Januar 1943 und in Zusammenhang damit der Korherr-Bericht.

3. Für das Jahr 1942: Das Höfle-Dokument spricht von 1'274’166.Für 1942 und 1943 haben wir aus Himmler-Akten die Beuteziffer Reinhardt – Schmuck, Uhren, Münzen. Daraus lässt sich ungefähr eine Ziffer für das Ergebnis für 1943 zusammenreimen bzw. hochrechnen, und zwar mehr als 1 Million – Himmler spricht dem Mufti gegenüber von „3 Millionen".


[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).

2. A prova:

- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.

- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.

- Interrogatório a duas testemunhas… sobre Belzec, se a autenticidade [das suas declarações] poderem ser provadas.

- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.

- A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr.

3. Para 1942: O documento Höfle menciona um número de 1 274 166. Para 1942 e 1943, documentos de Himmler revelam a extensão dos despojos de Reinhardt – jóias, relógios, moedas. Baseado nesta informação, é possível adivinhar ou calcular um número aproximado de 1943, cerca de um milhão - O ‘Mufti’ Himmler fala em “três "milhões”.]

O caso da ausência de resposta à quarta questão

Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.

Apesar de Belzec ser muito mais pequeno que Treblinka, mesmo assim a sua bibliografia ainda abrange 80 títulos, 18 deles em Polaco. O capítulo mais importante é o terceiro, onde Mattogno analisa os resultados das perfurações e escavações forenses que foram executadas no local do antigo campo e finais de 1990.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.

Conselho Literário



Para quem já ouviu falar no “politicamente correcto” mas não tem uma ideia muito precisa sobre o tema, ler esta pequena entrevista a Vladimir Volkoff, que foi doutor em filosofia, professor de inglês, militar durante a guerra da Argélia, funcionário do Ministério da Defesa e, mais tarde, professor de línguas e literatura francesa e russa nos Estados Unidos. Foi o primeiro escritor que se dedicou seriamente ao estudo da manipulação informativa. Nesta entrevista, explica o conceito que conhecemos como “politicamente correcto”, tema de seu último livro publicado pela Editions du Rocher: “La désinformation par l’image”.


(Obrigado pelo e-mail Nonas)

quarta-feira, 8 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (III)




Tradução:
"- Jerusalém é a cidade das três religiões!"
"- Sim: Messianismo, Judaísmo e Sionismo."

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)



(continuação)


Na prisão na Áustria

Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.


A viagem de David Irving à Polónia

Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History[10]. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.

Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website[11], publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.


(continua)

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas (II)



(Este 'post' apenas surge em resposta ao que foi publicado aqui)
Depois dos espectáculos deprimentes dados pelos assalariados Sionistas (crentes afirmacionistas, defensores da história oficial do Holocausto), o blogue Revisionismo em Linha tem vindo a sofrer uma constante patrulha ideológica de analfabetos Sionistas que defendem com unhas e dentes o Holoconto, alguns deles do Brasil. Um blogue desses tem servido de território livre pra circulação de grupos que criam sites em Brasileirez para incentivar outros crentes a acreditar nesse Holoconto (vulgarmente conhecito também por ‘Holohoax’) e incitar ao racismo e extermínio de um povo.

Recentemente foi postada uma crítica a esta “matéria”, onde denunciei uma série de pontos que, naturalmente, não tiveram a devida resposta. O meu texto causou um tal arrepiu na espinha do pequenino analfabeto crente afirmacionista que logo se colocou aos saltos, retificando o post anterior, desta vez já falando do passado de Pío Moa e que antes ficára esquecido.O mais curioso é que ficou por dizer onde é que entra o David Irving na tal comparação patética…

E quando falo que existem assuntos que nunca têm resposta, não falo por acaso.

Para isto, os únicos comentários são “anti-semitismo”, porque estamos a criticar os seus patrões, ou seja, os Sionistas ou o Estado de Israel ou os Judeus…

Para isto, os únicos comentários são… no Revisionismo em Linha é que existe “racismo, xenobobia, nazis, etc., etc., etc. e que deveríamos ser todos presos…

Para isto, os únicos comentários são: “teorias da conspiração” ou “rsrsrsrsrsrs”…

E sobre o Holoconto, perdão, Holocausto… então aí as coisas ainda são mais graves porque NENHUMA FONTE, NENHUM LIVRO, NENHUM DOCUMENTO, NENHUM REVISIONISTA merece credibilidade para eles. Ou seja, praticamente nem se dão ao trabalho de analisar o que se diz, mas sim apenas se preocupam com a campanha de descredibilização do autor. Porque eles é que sabem. Porque eles é que têm razão. Porque eles é que trabalham para o “povo eleito e escolhido”…

Porém, aquela gente continua a dizer que que não trabalham para o lobby Judeu/Sionista, mas nem por uma única vez condenam ou criticam Israel e a sua política. E a manutenção do “mito holocáustico” é o melhor exemplo.

Afirmar parece que é uma especialidade dos "crentes no Holoconto" já que provar as suas "teorias míticas" é algo totalmente fora da competência deles – já têm uma legislação penal que os transforma em intocáveis e todos os outros “defensores do ódio”.

Deixo aqui registrado o facto, pois recentemente o indivíduo de apelido "Roberto Lucena"(como se tivessemos de acrditar que tudo o que diz é verdade), um dos assalariados do blogue citado e que fez uma série de ataques, com uma linguagem baixa e vergonhosa, demonstrativa do seu grau de cobardia e que depois vem negar cinicamente e veementemente que alguma vez tenha censurado algum comentário ou falado de forma incorrecta… porque apenas se defende…como os patrões…Fica aqui o meu novo presente a esse assalariado Sionista que acha que as pessoas se irão se intimidar com esse tipo de ameaças constantes por parte dele e dos amigo, quer pessoais quer com a justiça, argumento sempre utilizado quando não têm mais nada.

Robertinho, pare de ler livros das editoras dos patrões e compre livros que mostrem que existe algo mais para além da sua cegueira. A Universidade não mata, mas nós sabemos o profundo ódio que os crentes afirmacionista têm sempre que se deparam com revisionistas formados ou que se apoiam em estudos que apenas são derrotados pela tal lei que os considera “anti-semitas” ou “portadores de ódio”. Mas a perseguição doentia que vocês fazem e que transformam todos os académicos revisionistas em cadastrados é algo que não durará sempre. Essa mentira em considerar tudo o que questiona Israel ou o Holocausto em “anti-semitismo” ou “discurso de ódio” só engana gente que comunga dos mesmos valores Sionistas ou afirmacionistas.

terça-feira, 7 de julho de 2009

As Cambalhotas e os Cómicos Tiros Nos Pés dos Crentes Afirmacionistas



A preocupação (leia-se “radicalismo puro” ou “consequências de quem é analfabeto e não se importa de o ser…) que algumas pessoas têm em largar a sua cegueira pela escrita fácil, aludindo frequentemente a uma pseudo-demolição e pseudo-desmontagem dos argumentos revisionistas, não as deixa ver mais nada à sua frente.

Num local perdido além mar, existe alguém que decidiu traduzir um artigozinho onde se procura fazer essa tal (tentativa) de demolição e desmontagem de qualquer coisa que não se chega bem a perceber o quê. O mais grave é que o autor do texto original nem toca no nome de David Irving. Porém, o pseudo-tradutor considerou muito importante colocar no título que Pío Moa era o “David Irving Espanhol”… Só o facto de alguém fazer tal comparação é sinónimo de que estamos perante alguém MESMO MUITO DOENTE.

Vejamos: Moa tem um passado muito “curioso” que o autor do texto se “esqueceu” de colocar para todos podermos ler. É que Moa apenas se tornou numa figura “non grata”, para esta pseudo-elitezinha esquerdóide que domina a maioria dos média, quando abandonou o mundo terrorista da extrema-esquerda (podem ler aqui a sua biografia)! Por esta lógica, a militância em organizações terroristas envolvidas em atentados bombistas não é muito importantee torna-se secundária quando convém. Mau mesmo é ele ser “revisionista”… Se esta lógica (???!!!!!) não tivesse contornos graves e trágicos, até que seria cómica!

Por outro lado, daquilo que sei, David Irving nunca andou em grupos de Esquerda ou Extrema-Esquerda, nem andou a colocar bombas em nome do proletariado – mesmo que andasse, pelos vistos isso nem seria muito grave para certos analfabetos…

E depois temos a já nossa conhecida “demolição”, neste caso de Moa, dos seus livros, da sua visão, de tudo o que ele faz parte. No artigozinho nada consigo ler que mostre essa demolição – o link apresentado também não está disponível. Pode ser que alguém coloque, mais tarde, essas tais “demolições” que o outro historiador pretendeu fazer.

Mas o mais cómico de tudo isto deixei para o fim: não sei se já repararam, mas César Vidal foi despromovido daquele espacinho - estou a ver que os saneamentos Estalinistas foram substituídos pelos saneamentos Sionistas! A frase deste antigo “anti-revisionista” que se encontrava naquela casa de doentes, perdão, crentes afirmacionistas, pelos vistos, passou de prazo. Mas agora já sei o porquê e a resposta está neste último ‘post’: "Moa e companhia - quer dizer, César Vidal, Ricardo de la Cierva, Jiménez Losantos, Gonzalo Fernández de la Mora, García de Cortázar, José Luis Gutiérrez Casalá, Ángel David Martín Rubio, entre outros citados – representam a resposta da direita que tem estado no poder do outro movimento, o da recuperação da memória histórica, surgido em torno de 1996-1997".

Portanto, uma cambalhota e César Vidal passou a estar no grupo dos “maus”… Aposto que com mais uma cambalhota ou um enrolamento, ele ainda irá aparecer no Revisionismo em Linha…

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Germar Rudolf Foi Libertado!




Gaza - Seis Meses Depois e as Verdades Inconvenientes



A vida em Gaza após a invasão Israelita - Seis meses depois da sangrenta guerra de Israel com o Hamas, em Janeiro, e que durou três semanas, Peter Beaumont entrevistou três mulheres que ele conheceu imediatamente após a invasão.

Assista aqui a um 'online slideshow' dos crimes de guerra de Israel em Gaza e pode ler mais sobre este assunto aqui.

Tal como vimos aqui, a procura da verdade histórica não pode ser rotulada, de forma imbecil, de "reescrever a história" para "branquear" qualquer coisa. Tal como denunciar os crimes de Israel também não pode se sinónimo de "anti-semitismo".

A verdade não teme a investigação!

Por isso, os revisionistas pagam um preço tão alto pelo seu trabalho. Sempre foram esses poucos que conseguem ver para além do politicamente correcto e da hipocrisia das atitudes populares que são considerados perigosos. "As leis para a negação do holocausto” estão em vigor numa dúzia de países. Os defensores destas leis reivindicam que a expressão de pareceres “não convencionais” sobre o genocídio Judeu é um "discurso de ódio" e um "incitamento à violência" e, portanto, deve ser suprimido. Mas a história já nos mostrou que os maiores fabricantes de mentiras, ódio e incitamento à violência são aqueles que possuiem o poder de espalhar o seu veneno manipulando a opinião pública através do controlo ou da cumplicidade dos média.

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (II)






(continuação)


O relatório Leuchter

Em Abril de 1988, durante o segundo julgamento de Zundel, em Toronto, David Irving soube que um técnico Americano em execuções, Fred Leuchter, tinha sido contactado pelo conselheiro de Ernst Zundel, Robert Faurisson, e tinha voado ara a Polónia com um pequeno grupo de ajudantes para examinar as supostas câmaras de gás em Auschwitz I, Auschwitz-Birkenau e Majdanek. Após o seu regresso, Leuchter escreveu um relatório onde concluiu que aqueles locais não podiam ter sido usados como câmaras de gás por razões técnicas. O mais importante é que Leuchter e a sua equipa tinham retirado amostras das paredes das supostas câmaras de gás de Auschwitz I e Birkenau onde, de acordo com a historiografia oficial, um grande número de Judeus tinham sido mortos com ácido prússico. As amostras foram analisadas posteriormente num laboratório Americano. Os testes revelaram que não existiam vestígios de cianeto ou níveis extremamente baixos, enquanto que uma amostra retirada da Instalações de Desinfestação nº 1 de Birkenau continha uma percentagem excessivamente alta de cianeto. [3]

O relatório de Leuchter confirmou aquilo que David Irving deve ter suspeitado ou aquilo que, de facto, ele já sabia: A história da câmara de gás de Auschwitz não passava de uma fraude monstruosa. Irving acreditava agora que a história do "Holocausto" cairia por terra num futuro próximo e dar uma ajuda. David Irving, cujo génio os historiadores tacanhos do sistema recusam teimosamente a reconhecer, conseguiu envergonhá-los a todos; seria o primeiro proeminente historiador a ridicularizar a fraude de Auschwitz. No final do julgamento de Zundel, Irving apareceu como testemunha de defesa. Endossou o relatório de Leuchter, que ele chamou de um "documento destruidor". Em 1988 e 1989, fez vários discursos questionando a existência de câmaras de gás para fins homicidas em Auschwitz: um desses discursos em terras Austríacas, em 1989, levaria à sua detenção e encarceramento naquele país dezesseis anos mais tarde.

A esperança de Irving de que o relatório de Leuchter levaria ao colapso imediato da mentira de Auschwitz não se materializou: Os Judeus lutaram pelas suas câmaras de gás como uma leoa pelos seus filhotes e David Irving foi rotulado como “negacionista do Holocausto". Numa sociedade Ocidental dominada pelos Judeus esta etiqueta é a marca de Cain. Irving foi maliciosamente marginalizado pelos meios de comunicação social, os seus livros desapareceram das livrarias e ele sofreu perdas financeiras enormes.


David Irving v. Deborah Lipstadt

Após um representante particularmente repugnante do lobby do Holocausto, uma tal Deborah Lipstadt, ter ultrajado Irving no seu livro Denying the Holocaust [Negando o Holocausto] [4], processou-a por difamação. O julgamento aconteceu em Londres, no iníco de 2000. Embora as possibilidades de Irving ganhar este caso serem praticamente nulas logo desde o início, ele podia ter chegado facilmente a uma tremenda vitória moral, demolindo a repulsiva Lipstadt e os seus peritos. Nem é preciso dizer que isso teria exigido uma boa e prévia preparação, mas devido à sua arrogância, Irving, que estava insuficientemente familiarizado com o particular assunto do "Holocausto", não considerou necessário estudar a literatura revisionista antes do julgamento.

Lembro-me nitidamente do meu desânimo quando li no jornal Judeu Suíço Jüdische Rundschau Maccabi que Irving "tinha admitido a existência dos furgões de gás. Era, de facto, verdade: Confrontado com o denominado "just document" [5] que a equipa de Lipstadt tinha apresentado como prova documental para o assassinato em massa de Judeus em furgões de gás, Irving tinha declarado o mesmo como autêntico, embora ele seja uma falsificação grosseira cheia de absurdos linguísticos e técnicos. Esta fraude tinha sido analisada detalhadamente por dois pesquisadores revisionistas, o Alemão Ingrid Weckert [6] ae o Francês Pierre Marais [7]. Uma vez que Irving consegue ler tanto Alemão como Francês com grande facilidade, ele não tem nenhuma desculpa para não saber destes estudos de tão grande importância.

O seu pobre conhecimento sobre o assunto forçou Irving a fazer vários espetaculares, mas totalmente desnecessárias concessões aos seus adversários. No seu veredicto, o juiz Charles Gray referiu correctamente:

"No decurso do julgamento Irving modificou a sua posição: Foi acabou por admitir que existiram gaseamentos a seres humanos em Auschwitz, mas numa escala limitada". [8]

Para crédito de Irving, deve ser salientado que ele fez um uso muito eficiente do argumento de Faurisson "Nenhuns buracos, nenhum Holocausto". De acordo com a "prova da testemunha ocular" em que a versão oficial dos acontecimentos é baseada, Leichenkeller (morgue) 1 do Krematorium II de Auschwitz-Birkenau foi usado como uma câmara de assassinato com gás onde, de acordo com Robert Jan van Pelt, perito de Lipstadt, aproximadamente 500.000 Judeus terão sido assassinados entre 1943 e 1944. Durante o julgamento, Irving demonstrou que as aberturas no telhado de Leichenkeller 1, por onde, supostamente, os elementos das SS largavam as tais bolinhas de Zyklon B, não existiram, o que significa que o suposto crime não podia ter sido perpetrado. Neste ponto, Irving ganhou um trunfo importante. Mesmo o juiz Charles Gray, que era bastante hostil para com Irving, admitiu honestamente no seu veredicto:

"Tenho que confessar que, tal como certamente pensa a maioria das outras pessoas, estava convencido que as provas do extermínio em massa dos Judeus nas câmaras de gás em Auschwitz eram irrefutáveis. Tenho, no entanto, que colocar de lado este preconceito quando avaliar as provas apresentadas pelas partes neste procedimento". [9]


(continua)

AFinal, os "Maus" Não Estavam Sozinhos...


A Parliamentary Assembly of the Organization for Security and Co-operation in Europe (Assembleia Parlamentar da Organização para a Seguraça e Cooperação na Europa - OSCE) chegou à conclusão, na última quarta-feira, que a União Soviética e Alemanha Nazi compartilham a culpa pelo começo da Segunda Guerra Mundial.

A Rússia perdeu mais de 20 milhões de pessoas durante a guerra (…). Entre as 28 resoluções decididas pela 18º Sessão Anual da OSCE, em Vilnius, Lituânia, na semana passada, está a de colocar uma condenação idêntica tanto para o Estalinismo como para o Fascismo pelo começo da Segunda Guerra Mundial. Ambos os regimes originaram genocídios e crimes contra a humanidade. O voto esmagador dos parlamentares de mais de 50 países da OSCE foi 201-8, com 4 abstenções; os delegados da Rússia sairam em protesto.

Pode ler a notícia na íntegra aqui.

Mais um exemplo de que "factos históricos irrefutáveis" ou "dados comprovados" em História são coisas com muito pouco valor e com muito pouca durabilidade. Não se trata de "reescrever" ou "branquear" a História, mas sim, sem tabus, procurar apurar a verdade histórica. Mesmo que isso faça azia a certos ANALFABETOS!

domingo, 5 de julho de 2009

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt"

Por Jürgen Graf


[Tradução de Johnny Drake - o original pode ser encontrado aqui]




Um novo e brilhante historiador


O Inglês David Irving possui várias e admiráveis qualidades:

1) É um pesquisador incansável que gastou milhares de horas a estudar os arquivos.
2) É um excelente historiador da Segunda Guerra Mundial. Alguns dos seus livros, tal como Hitler’s War [A Guerra de Hitler] e o Churchill’s War [A Guerra de Churchill], continuarão a ser lidos enquanto existirem pessoas interessadas nesta escuridão e neste período dramático da história.
3) É um mestre da Língua Inglesa, tanto como escritor tanto como orador.


Nos anos sessenta e princípio dos anos setenta, o brilhantismo de Irving foi largamente reconhecido. Apesar de muitos historiadores ‘do sistema’ antipatizaram com este jovem dissidente, poucos negaram o seu talento. Ele era tão bom que os meios de comunicação social eram obrigados a perdoarem-lhe as suas compaixões mal ocultadas para com Adolf Hitler e o Terceiro Reich. Mesmo na Alemanha, ele foi repetidamente convidado para debates na televisão onde impressionou o público com todo o seu conhecimento histórico e o seu Alemão muito fluente.

Quanto à "Questão da Solução Final Para os Judeus", Irving aceitou a versão oficial como uma questão natural; contudo, ele nunca escreveu um livro ou mesmo um artigo sobre este assunto, mas tentou ser o mais claro sobre o mesmo.

"Hitler’s War"

Durante o trabalho em Hitler’s War, David Irving estudou uma quantidade enorme de documentos Alemães do tempo da guerra. Com um assombro crescente, compreendeu que nenhum daqueles incontáveis documentos provavam que Hitler tinha ordenado o extermínio dos Judeus - ou, de facto, tomado conhecimento que os Judeus estavam a ser exterminados. Naquela época, Irving começou a ficar ciente de que havia pesquisadores que questionavam a versão oficial de destino dos Judeus durante a Segunda Guerra Mundial. A obra The Hoax of the Twentieth Centur, de Arthur Butz tinha saído em 1976, um ano antes de Hitler’s War e acho difícil de acreditar que Irving não tenha aprendido através da existência desse livro, nem que ele não tenha tido uma curiosidade intelectual para lê-lo. De qualquer forma, ele não conseguiu tirar a única conclusão lógica da completa falta de provas documentais para o "Holocausto", mas concluiu, em vez disso, que o exterminio dos Judeus tinha sido mandado e organizado pelo Reichsführer SS Heinrich Himmler sem o conhecimento de Hitler. Em Hitler’s War, Irving escreveu:

"Por 1942, a maquinaria para o massacre reunia energia – com tal refinamento e talento diabólico de Himmler que os que dirigiam os campos de extermínio hierarquicamente abaixo talvez só setenta homens estavam cientes da verdade". [1]

A esta tese descontroladamente improvável, Robert Faurisson levantou, a seguir, uma objecção inteiramente lógica:

"Utilizando a comparação de David Irving, eu certamente poderia passar a acreditar que Menachem Begin podia ter ignorado o massacre nos acampamentos de Sabra e Shatila no Líbano no tempo em que eles estavam a acontecer. Durante várias horas, várias centenas de civis foram chacinados. Não sei quando Begin soube do massacre, mas sei como qualquer outra pessoa em qualquer parte do mundo, que ele aprendeu muito rapidamente. Se, no entanto, em vez de várias centenas de homens, mulheres e crianças chacinadas em algumas horas, considerarmos o massacre de milhões de homens, mulheres e crianças durante um período de três ou quatro anos mesmo no coração da Europa, como é que esse crime horrendo poderia ser foi escondido de Hitler, Estalin, Churchill e Roosevelt, assim como da Alemanha e de toda Europa, com excepção talvez de setenta homens! [2]

Actualmente, em 2009, este argumento tem o mesmo efeito como se estivessemos em 1983!



(continua)