
domingo, 26 de julho de 2009
A Verdade Não Teme a Investigação!

"Promoções" de Verão

sexta-feira, 24 de julho de 2009
Simon Wiesenthal - Mais Um Grande Mentiroso

Desde o início dos anos 60 que o nome Simon Wiesenthal se tornou o sinónimo de “caça-Nazis”. A sua posição é semelhante à de um santo secular. Nomeado quatro vezes para o prémio Nobre da Paz, recebeu um título de nobre Britânico, a Medalha Presidencial dos EUA para a Liberdade, o título honorário da Legião Francesa e, pelo menos mais 53 outras distinções, foram-lhe atribuídos cerca de 1.100 "escalpes" Nazis. É lembrado, especialmente, pelos seus esforços para a localização de Adolf Eichmann, um dos criminosos de guerra mais procurados.
Porém, a sua reputação foi construída com areia. Ele foi um mentiroso - e até nisso foi mau. Do final da Segunda Guerra Mundial até ao fim da sua vida, em 2005, iria mentir repetidamente sobre a sua suposta caça a Eichmann assim como de outras façanhas para caçar Nazis. Ele também confeccionou histórias ultrajantes sobre os seus anos de guerra e fez reivindicações falsas sobre a sua carreira académica. Há tantas inconsistências entre as suas principais três autobiografias e entre essas autobiografias e documentos contemporâneos, que é impossível atribuir-lhe uma narrativa de confiança e de credibilidade.
quarta-feira, 22 de julho de 2009
Conversa Entre Crentes Afirmacionistas
- Porque é que você passa o seu tempo a falar mal dos revisionistas, a criticar o seu trabalho, as suas habilitações escolares, a sua formação pessoal e profissional, tudo... Quando afinal... você nem escrever sabe???!!!!

- Mas... Você não me está a ver bem??? Olha bem, bem, bem para mim!!! Já olhou?! O que é que eu sou?...
Conselhos de Leitura

JFK and the Unspeakable - Muitos livros já tentaram explicar porque é que JFK foi assassinado. O recente livro de James Douglass é considerado um dos melhores nesse trabalho. Vejam uma análise ao mesmo aqui. Leiam aqui mais sobre este assunto.

Os Erros de Marx e as Asneiras dos Outros - Desde há vários anos que o sistema capitalista tem vivido uma longa crise de estagnação. Segundo o autor, para se confirmar este facto, basta comparar-se as estatísticas do crescimento, entre o final da II Guerra Mundial e o início dos anos 70, com as duas últimas décadas.
Guilherme da Fonseca-Statter relata-nos que Karl Marx – visto por muitos apenas como um “profeta maldito” – já tinha alertado para estas possibilidades de uma forma extremamente detalhada, como o relembram vários artigos, ensaios e livros recentemente saídos a público.

Trabalhar Para a Verdade Histórica!

O padre e cientista brasileiro Roberto Landell de Moura foi o pioneiro mundial das telecomunicações, mas perdeu a batalha de marketing para o italiano Guglielmo Marconi, que colou o seu nome ao da invenção da radiodifusão. Erros históricos também podem ser reparados. É nisso que acredita o Movimento Landell de Moura (MLM), que acabou de colocar no ar o site http://www.mlm.landelldemoura.qsl.br/.
A página tem como objetivo angariar adesões ao abaixo-assinado que pretende o reconhecimento da obra e a inclusão dos feitos científicos de Landell nos livros didáticos do país. Entre suas criações estão o rádio, do qual obteve, inclusive, patentes no Brasil e nos Estados Unidos, além da projeção da TV e do teletipo muitos anos antes do que diz a história oficial, mas o cientista não foi reconhecido em seu tempo. O site do MLM pode ser acessado em quatro idiomas – português, inglês, espanhol e alemão – e contém dados e documentos relativos às invenções do clérigo, além da bibliografia. O abaixo-assinado digital é uma iniciativa dos radioamadores Alda Niemeyer e Daniel Figueredo, do jornalista e escritor Hamilton Almeida e do professor de matemática e especialista em eletrônica industrial Luiz Netto.
Os fundadores do movimento garantem que ele não tem fins político-partidários, religiosos, financeiros ou de promoção pessoal. 'O intuito é sensibilizar o governo brasileiro para que seja reparada uma injustiça histórica cometida contra um genial inventor brasileiro', explicam.
segunda-feira, 20 de julho de 2009
Teoria da Conspiração: Nós Pousamos Mesmo na Lua? (I)
Após Um Fim-de-Semana Complicado...
Razão têm os crentes afirmacionistas em andar tão preocupados. Vejam como um deles ficou depois de andar o fim-de-semana a carregar com “notícias anti-semitas”…

Naquela carroça aposto que estam notícias como esta ou esta, exemplos claros que “eles andam aí”…
Saddam Hussein. Ainda se lembram dele? Pois aqui estão algumas das suas "conversas" com representantes do FBI - uma das polícias "aliadas" que tantao lutam para nos libertar destas figuras "opressivas e sinistras" (curiosamente com bigode e com gosto por águias nas bandeiras...). Se estas conversas forem verdadeiras, a teoria de que ele já estaria morto em 1999 cai definitivamente por terra.
Quem pretende também ajudar a fazer cair por terra toda a polémica do "aquecimento global" é Gary North com este seu artigo.
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IX)

Os resultados das escavações em Treblinka (1945)
[Tradução de: Wahringham]
Todos os historiadores concordam que nenhum dos campos da Ação Reinhardt possuía um crematório. Segundo autores do Holocausto, os cadáveres dos judeus gaseados foram primeiramente deixados em covas coletivas, porém, em 1943 eles foram exumados e queimados a céu aberto. Somente isso já basta para deixar a versão oficial parecer inacreditável. Todos os “normais” Campos de Concentração (p. ex. Dachau e Buchenwald) eram equipados com crematórios – por que então os alemães não construíram sequer um crematório nos “Campos de extermínio”, onde eles seriam cem vezes mais necessários?
Apoiado a inúmeros ensaios de queima executados por ele mesmo, Carlo Mattogno chega à conclusão que para a incineração de um cadáver de 45 kg, são necessários 160 kg de madeira [38] Segundo os cálculos de Mattogno, a incineração de 870.000 cadáveres (este é o número de vítimas citado por Arad; partindo-se das 750.000 vítimas de Hilberg, os valores se reduzem respectivamente) teria deixado 1.950 toneladas de cinza humana, assim como 11.100 toneladas de cinza de madeira. Além disso, existiriam miríadas de dentes, ossos e pedaços de ossos, pois dentes e ossos humanos nunca são completamente destruídos por uma queima a céu aberto.
Caso os soviéticos e poloneses tivessem encontrado só 10% de cinzas, dentes e ossos, eles poderiam montar uma acusação extremamente contundente contra os alemães. Eles convocariam uma comissão internacional (assim como os alemães fizeram após a descoberta das covas coletivas de Katyn) e teriam apresentado os resultados da averiguação forense no processo de Nurenberg. Neste caso, eles não teriam sido forçados em Nurenberg a lançar mão de absurdos como a “câmara de vapor”.
Em novembro de 1945, sob direção do juiz Zdzislaw Lukaszkiewicz, uma equipe polonesa conduziu escavações no antigo Campo de Treblinka e redigiu em seguida um relatório, o qual foi publicado trinta anos depois (!!) [39] No primeiro dia, os investigadores encontraram “uma grande quantidade de moedas polonesas, soviéticas, alemãs, austríacas e tchecas, além disso, fragmentos de panelas e frigideiras”, mas nenhum resto humano. No segundo dia, eles encontraram “todo tipo de louça, diferentes peças de casa, trapos de roupas, um grande número de mais ou menos avariados documentos poloneses, uma carteira de identidade bastante avariada de um judeu polonês e mais moedas”. No terceiro dia, eles encontraram “uma quantidade considerável de cinza e restos humanos”. No quarto dia, eles se deparam com “cacos de todo tipo de louça, um grande número de farrapos , moedas gregas, eslovacas e francesas, assim como resto de um passaporte soviético. A 13 de novembro, Lukaszkiewicz ordenou a suspensão das escavações, pois ele considerou “improvável” a descoberta de outras covas.
Como os poloneses encontraram na área do antigo campo restos humanos, não é de forma alguma uma surpresa. Segundo o documento Höfle, foram enviados 713.355 judeus para Treblinka ao longo do ano, e a deportação duraram – mesmo em pequena monta – até cerca de agosto de 1943. Sob estas circunstâncias, deve-se partir do pressuposto que milhares de deportados encontraram a morte no campo.
sábado, 18 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VIII)

David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhart" (V)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhart (VI)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VII)
(continuação)
Quase imediatamente após os três campos de Reinhardt terem começado a funcionar, grupos de Judeus e e de Polacos começaram a espalhar todo tipo de rumores fantásticos sobre assassínios em massa nesses mesmos campos. O conhecimento destas histórias é de vital importância para um entendimento de como apareceu a versão histórica actualmente dominante sobre esses campos e que nível de credibilidade pode ser atribuída a essas histórias.
Vamos começar por Belzec. De acordo com a "testemunha ocular" autodenominada Jan Karski,os Judeus foram exterminados em Belzec com cal viva em comboios [24]. No entanto, a maioria das "testemunhas" mencionaram assassínio através da electricidade. No dia 10 de Julho de 1942, o governo Polaco no exílio em Londres recebeu o seguinte relatório:
"De acordo com a informação de um Alemão que trabalha lá, o lugar de execução está em Belzec, perto da estação. […] Uma vez chegados, os homens entravam num barracão do lado direito e as mulheres num do lado esquerdo, onde ambos se despiam, supostamente para se lavarem. Então os grupos iam juntos para um terceiro barracão com um dispositivo eléctrico, onde a execução ocorria". [25]
Num livro publicado em Estocolmo em 1944 e traduzido para inglês um ano mais tarde, o Judeu Húngaro Stefan Szende descreveu como milhões de Judeus tinham sido mortos em Belzec com electricidade em "premissas subterrâneas construídas para as execuções" :
"Quando chegavam os comboios carregados com Judeus nús, estes eram encaminhados para um grande corredor capaz de suportar vários milhares de pessoas. Este corredor não tinha quaisquer janelas e o chão era em metal. Assim que os Judeus estavam todos lá dentro, o chão afundava-se como um elevador num grande tanque de água que colocava os Judeus com água pela cintura. Então uma poderosa corrente elétrica era enviadapara o fundo em metal e dentro de alguns segundos todos os Judeus, milhares de cada vez, estavam mortos". [26]
No seu relatório oficial sobre os crimes dos Alemães na Polónia, apresentado pelos Soviéticos no julgamento de Nuremberga, o governo Polaco escreveu o seguinte sobre Belzec:
"Nos primeiros meses de 1942, os relatórios vinham com isso sobre esse campo, foram construídas instalações especiais para a execução em massa de Judeus. Sob o pretexto de que eles iam tomar um banho, eram depois completamente despidos e empurrados para o edificio. Uma corrente eléctrica forte atravessava o chão desse edifício". [27]
As histórias de horror sobre Sobibor eram bastante diferentes. Enquanto a testemunha Judia Zelda Metz reivindicou que nesse campo os Judeus "eram asfixiados com ‘clorine’” [28], a testemunha Soviética Alexander Pechersky referiu o suposto assassinato em massa da seguinte forma:
"Logo que todos entravam, as portas eram fechadas com uma forte pancada. Uma substância preta pesada caía aos redemoinhos vinda das aberturas no tecto. Ouviam-se gritos frenéticos, mas não durante muito tempo porque mudavam para respirações ofegantes e convulsões". [29]
O caso de Treblinka é ainda mais instructivo. Enquanto algumas testemunhas anteriores mencionaram, de facto, as câmaras de gás, nenhum deles reivindicou que a arma para o assassínio em massa era um motor a diesel. No dia 17 de Agosto de 1942, o jornal subversivo Polaco Informacja biezaca falou de uma câmara de gás móvel que se movia ao longo das sepulturas em massa[30]. Três semanas mais tarde, a 8 de Setembro, o mesmo jornal descreveu os supostos gaseamentos da seguinte forma: As vítimas foram expostas a um gás com efeito retardado, depois que deixaram as câmaras de gás, andado até sepulturas em massa, desmaiando e caido para dentro das mesmas [31].
No entanto, o principal método retratado pelas testemunhas era o vapor quente. No dia 15 de Novembro de 1942, o Movimento de Resistência do Gueto de Varsóvia publicou um longo relatório em que declarava que entre Julho e princípios de Novembro, dois milhões de Judeus tinham sido exterminados em Treblinka através de câmaras de vapor [32].
Em Agosto de 1944, o Exército Vermelho conquistou a área em redor de Treblinka e uma comissão Soviética interrogou antigos prisioneiros do campo. Que arma para assassinato optaria – gás ou vapor? Na realidade, não escolheram nenhuma, mas reivindicado no seu relatório que três milhões de pessoas tinham sido assassinadas em Treblinka bombeando o ar para fora das câmaras de execução! [33] Em Setembro de 1944, um profissional de propaganda de atrocidades, o Judeu Wassili Grossman, honrou Treblinka com a sua visita. No seu panfleto O Inferno de Treblinka Grossman confirmou o número de três milhões de vítimas; como ele, obviamente, não sabia qual dos três métodos de assassinato (vapor, gás e bombear o ar para fora das câmaras) é que tinha prevalecido, ele mencionou prudentemente todos eles no seu livreto [34].
No julgamento de Nuremberga, os acusadores da Alemanha escolheram a versão do vapor. No dia 14 de Dezembro de 1945, o governo Polaco emitiu um documento que foi apresentado pelos Soviéticos em Nuremberga e que, de acordo com o mesmo, "várias centenas de milhares” de pessoas tinham sido exterminadas em Treblinka por meio de vapor[35]. Mas em 1946, a versão oficial mudou. Como simplesmente não era credível que os Alemães tenham usado toda a espécie de métodos de assassínio completamente diferentes nos três campos de Reinhardt, as câmaras de vapor, instalações elétricas, etc., foram relegadas para o caixote do lixo da história e substituídos pelos motores a diesel.
A razão para esta escolha era, indubitavelmente, o relatório de Gerstein. No início de 1946, este relatório – que décadas mais tarde foi brilhantemente analisado pelo revisionista Francês Henri Roques [36] – tinha monopolizado a atenção dos historiadores e Gerstein, que reivindicou ter testemunhado um ataque com gás a Judeus em Belzec, tinha identificado a arma de assassínio como um motor a diesel. Foi assim que nasceu o mito da câmara de gás a diesel.
Seria bastante interessante saber como o nosso titã intelectual, o ‘blogger S. Romanov, reagiria se lhe apresentassem as declarações de todas estas testemunhas oculares. Provavelmente, ele argumentaria que as testemunhas realmente tinham visto um motor a gasolina, mas infelizmente não conseguiram identificá-lo correctamente.
A primeira testemunha tinha identificado a carruagem do comboio com chão coberto com cal viva, o segundo como um “prato” electrificado numa barraca, o terceiro como um “prato” electrificado numa enorme bacia subterrânea, o quarto como um tecto com aberturas por onde um líquido preto era despejado, o quinto como uma câmara de gás que se movia ao longo das sepulturas em massa, o sexto como uma caldeira que gerava vapor, o sétimo como uma bomba por onde o ar era bombeado para fora das câmaras e o oitavo como um motor a diesel! Mas estas “pequenas” diferenças foram sempre completamente irrelevantes, pois o Holocausto de Aktion Reinhardt era um facto histórico provado!
David Irving sabia destes relatórios de testemunhas oculares? Se ele não leu a literatura revisionista, era impossível conhecê-los, pois os mesmos nunca são mencionados na literatura oficial. No seu "trabalho" sobre os campos de Reinhard, Yitzhak Arad cita uma passagem do relatório do movimento de resistência do Gueto de Varsóvia, mas, de forma desavergonhosa, deturpa o texto, substituindo o embaraoso "câmaras de vapor” por "câmaras de gás”! [37] Se Irving tivesse lido a literatura revisionista, ele teria tomado conhecimento de todas estas histórias ridículas, mas, daquele modo, pouco ele poderia ter dito sobre elas.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt (VII)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
Conselhos de Leitura

A Guerra de Deus oferece uma nova visão de um dos mais decisivos acontecimentos da história: as Cruzadas. De 1096 a 1500, os Cristãos europeus lutaram para reconquistar a Terra Santa e talhar o Médio Oriente, a Espanha Muçulmana e o Báltico pagão à imagem do seu Deus. As Cruzadas são talvez o fenómeno mais conhecido e ao mesmo tempo mais incompreendido do mundo medieval, e nesta obra Christopher Tyerman procura recrear, desde as origens, séculos de violência exercida enquanto um acto de devoção religiosa.
O resultado é uma incrível reinterpretação das Cruzadas, reveladas quer como acções políticas quer como uma manifestação da crescente identidade da comunidade Cristã. Esta surpreendente narrativa histórica está imbuída de figuras que se tornaram lendas - como Saladino, Ricardo Coração de Leão, ou Filipe II. Mas Tyerman investiga para lá destes líderes, relatando como centenas e centenas de cristãos - desde os Cavaleiros Templários aos mercenários e camponeses - abandonaram os seus lares, em nome do Salvador, para chegar a territórios estrangeiros distantes, e como outros tantos defenderam o seu solo e conseguiram derrotar os invasores. Com ambas as análises, Tyerman explica a mistura contraditória de piedade genuína, ferocidade militar e pura ganância que motivaram gerações de Cruzados. O autor oferece também uma visão única para a maturação de um Cristianismo militante que definiu a identidade europeia e que influenciou decisivamente os antagonismos cíclicos entre os mundos Cristãos e Muçulmanos.
Baseado nos mais recentes estudos e relatado com grande entusiasmo e autoridade, A Guerra de Deus é o relato decisivo de um momento fascinante mas também horroroso da história que continua a ensombrar o mundo contemporâneo.
Aproveitem (se ainda não o fizeram) para ler também estes dois excelentes 'posts' - aqui e aqui.
quarta-feira, 15 de julho de 2009
Germar Rudolf Está de Volta... Enquanto Alguns se Riem...
Já tínhamos falado disso, mas nunca é demais relembrar as boas notícias!
Está de regresso à sua família o homem que esteve preso 44 meses acusado de crimes de pensamento. Germar Rudolf saiu em liberdade da prisão de Mannheim.
Em 19 de Outubro de 2005, Rudolf foi detido nos Estados Unidos e deportado para a Alemanha. Após a sua chegada, foi detido pelas autoridades e transferido para uma prisão em Stuttgart-Stammheim, em Baden-Württemberg.
Em Março de 2007 de Março, o tribunal de Mannheim sentenciou Rudolf a dois anos e seis meses de prisão por incitar o ódio, menosprezando o mortos e por difamação. Alguns anos turbulentos precederam esta situação. No início dos anos 90, Rudolf fazia pesquisa científica e avaliação s câmaras de gás do complexo de Auschwitz.
Os resultados da sua pesquisa contrastaram e muito com a doutrina comercial e institucionalizada e originou, naturalmente, colisões com as autoridades governamentais. Assim, em Maio de 1995, devido às suas conclusões quanto às câmaras de gás em Auschwitz, o tribunal regional condenou Germar Rudolf a 14 meses de prisão.
Para para escapar a esta condenação, Rudolf fugiu para Espanha em 1996 e daí para a Grã-Bretanha, onde trabalhou jornalisticamente como revisionista publicando material dessa área camuflado pela Fundação Belga Vrij Historisch Onderzoek, VHO (Free Historical Research – Liberdade Para a Pesquisa Histórica).
Durante estas actividades, Rudolf adquiriu um domínio na Internet com o endereço http://www.vho.org/ que ele ajudou a construir e a transformar num dos maiores sites revisionistas no mundo. Além disso, Rudolf criou a editora revisionista Castle Hill Publishers. Por volta de 2004, Rudolf foi aos EUA onde casou uma cidadã Americana e subsequentemente começou uma família, mas foi-lhe negada uma petição para asilo. Germar Rudolf planeia regressar aos EUA para ir viver com a sua esposa Americana e o filho de quatros. Até que ponto ele possa regressar ao revisionismo ou politicamente activo, fica a incerteza...
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (VI)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhart" (V)
No seu trabalho sobre o "Holocausto," Raul Hilberg defende que 750.000 Judeus foram assassinados em Treblinka, 550.000 em Belzec e 200.000 em Sobibor[18], o que significa que de acordo com ele, o número total de mortos para os três campos de Reinhardt foi de 1,5 milhões. Este número é mais baixo cerca de 900.000 do que o defendido por David Irving (1,274 milhões para 1942, mais de um milhão para 1943 = aproximadamente 2,4 milhões).
Mas os absurdos não acabam aqui.
Considerando o seguinte:
- O número de Hilberg de 550.000 vítimas em Belzec é impossível porque, de acordo com o documento de Höfle (que não era conhecido em 1985 quando Hilberg publicou segunda edição "definitiva" do seu livro), 434.508 Judeus foram deportados para Belzec até 31 de Dezembro de 1942. Uma vez que todos concordam que Belzec foi fechado no final de 1942, não podem ter existido quaisquer deportações para este campo em 1943.
- Em virtude deste facto, o total de número de mortos para este campo não pode ter excedido 434.508, mesmo que cada Judeu deportdo para Belzec tenha sido assassinado aí (como tanto Hilberg como Irving supõem).
- Se Irving estiver correcto e se 2,4 milhões de Judeus foram, de facto, exterminados nos três campos de Reinhardt, mas "só" 434.508 deles em Belzec, as restantes 1,965,492 vítimas devem ter sido assassinadas em Treblinka e em Sobibor. Isto quererá dizer que os números combinados de Hilberg para estes dois campos (750.000 + 200.000 = 950.000) é inferior mais de um milhão!
Difficile est satiram non scribere - é difícil não escrever uma sátira!
O caso da ausência da arma assassina
Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving declarou que não está provado que o (alegado) extermínio nos campos de Reinhardt tenha sido executado por meio de gás. Uma vez que Irving não mencionou qualquer método alternativo para o assassínio (por exemplo, fuzilamento), isto implica que a arma assassina simplesmente não é conhecida.
Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Hiroshima e Nagasaki: Foram mortas pela explosão de bombas atómicas ou sucumbiram, mais tarde, devido à radioactividade. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Dresden: Foram queimadas vivas ou sufocaram sob os escombros das suas casas. Nós sabemos exactamente como morreram as vítimas em Katyn: Foram assassinadas a tiro pelos partidários de Estaline. Nós sabemos exactamente como as vítimas morreram os campos de Eisenhower, no Reno: Eles foram deixados deliberadamente morrer à fome.
De acordo com David Irving, 2,4 milhões de pessoas foram assassinados nos três campos de Reinhardt - muitos mais do que em Hiroshima, Nagasaki, Dresden, Katyn e nos campos do Reno em conjunto. Mas nós não sabemos como foram mortos! Naturalmente, isto implica que não exista uma única testemunha ocular de confiança para o holocausto de Reinhardt, pois se tal testemunha existisse, saberíamos como as vítimas foram exterminadas, ao menos no seu campo.
Vamos resumir: David Irving não consegue apresentar a mais pequena prova documental para o suposto assassínio em massa em Belzec, Sobibor e Treblinka. Ele admite implicitamente que não há uma única testemunha fidedigna. Mas se não há quaisquer documentos e testemunhas fidedignas, sobre que provas são baseadas as suas reivindicações?
Irving defende que há provas forenses, i.e. uma grande quantidade de restos humanos encontrados no local dos três campos de Reinhardt? Não, ele não o faz. Ele nem sequer menciona o relatório de Kola que, de acordo com os historiadores ortodoxos, prova que Belzec era um campo de extermínio. (Discutiremos este relatório mais tarde).
terça-feira, 14 de julho de 2009
"Anti-Semitismo"?
O mundo das notícias cor-de-rosa também chega aos mais recentes factos históricos. E da mesma forma, “vende mais” este tipo de notícia do que esta ou esta. Errol Flynn já morreu, mas a suspeita dele poder ter sido um “espião Nazi” transforma-se num assunto bombástico (???!!!!) que abafa completamente a discussão do porquê existirem “prisioneiros de pensamento” – alguns até lhes chamam “prisioneiros políticos” – em algumas democracias ocidentais. Assim como também abafa qualquer discussão sobre outras formas de abordar, analisar, questionar a História.
No mundo politicamente correcto em que vivemos, pior do que um pedófilo ou do que um psicopata homicida ou de um violador são todos aqueles que supostamente têm ligações a movimentos apelidados de “extremistas”, nomeadamente, “nazis, fascistas ou nacionalistas”. Nem interessa explicar o que eles são, se são todos iguais ou o que pretendem. Os jornalistas “sérios” afirmam que eles são todos maus e nós temos que acreditar. Porque eles é que são sérios.
No mesmo saco são colocados os revisionistas, denominados “negacionistas do Holocausto”. Os mesmos jorrnalistas “sérios” também os gostam de rotular de “anti-semitas”, pois, segundo eles, não passam de “nazis disfarçados e que apenas lutam pelo branqueamento do Nacional Socialismo”.
Deste modo, não podemos dizer que um grupo de Judeus da Ucrânia está contra uma decisão de considerar crime a situação ocorrida em 1930 denominada “Grande Fome”: existe uma lista de antigos oficiais Soviéticos acusados de serem responsáveis pelo ‘Holodomor’´, que causou milhões de mortos na Ucrânia em 1932-33 e a maiorias dos nomes são de Judeus... Ao divulgar isso somos acusados de “anti-semitismo”…
Não podemos dizer que Israel é controlada por fanáticos religiosos, porque… somos acusados de “anti-semitismo…
Não podemos dizer que muitos Americanos consideram os Judeus responsáveis pela crise económica… porque somos acusados de “anti-semitismo”…
Mas pior do que isto tudo, é corrermos o risco de sermos multados ou até presos não porque se tenha provado que tudo isto esteja errado, mas porque este tipo de notícias são consideradas “anti-semitismo” e isso é penalmente condenável e transforma todos aqueles que têm a coragem de fazer frente a esta loucura em vulgares cadastrados, “portadores de ódio e de falsas notícias”!
O Genocídio Silenciado Pela Grã-Bretanha

Uma venda é arrancada dos soldado. Olhando em redor para tentar perceber o que está a acontecer, nota que está numa floresta. Olhando para baixo, vê um fundo e longo fosso, repleto de cadáveres com um uniforme ‘cáqui’. Tem apenas segundos de vida. Sente que está perante o seu crucifixo, mas uma bala interrompe a conversa com o seu Criador. O seu cadáver inanimado tomba para o buraco no chão.
Depois dele, outro homem avança e é-lhe retirada a venda. O mesmo ritual. Outra bala assobia por outro cérebro. Depois outro. E outro. O procedimento repulsivo é repetido até que o buraco enche com os corpos de centenas e centenas de homens inocentes.
Isto é a cena angustiante de um devastar nova película, Katyn. O nome vem da aldeia situada na Rússia ocidental onde os corpos de mais de 4.000 prisioneiros de guerra Polacos de guerra desenterrados em 1943. (...)
Ao todo, mais de 22.000 Polacos – aproximadamente dois-terços oficiais e policia, os restantes eram prisioneiros políticos - sofreram o mesmo destino pavoroso: serem executados, sem julgamento ou mesmo aviso, e lançado como carcaças para sepulturas em massa.
Os seus assassinos eram da NKVD, a polícia secreta Soviética. De facto, o principal carrasco do NKVD puxou pessoalmente o gatilho plo menos umas 6.000 vezes somente em 28 dias.
O primeiro genocídio da Segunda Guerra Mundial tornou-se conhecido como o Massacre de Katyn. Aconteceu em Abril de 1940, 21 meses antes do regime Nazi ter decidido a “Solução Final” na conferência de Wannsee em Janeiro de 1942. [Actualmente, não há nenhum historiador sério que defenda haver provas de que naquela conferência se tenha decidido o destino fatal para os Jusdeus].
Podem ler a notícia na íntegra aqui.
segunda-feira, 13 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (V)
TRADUÇÃO:
- Temos que assegurar que isto nunca mais volte a acontecer...
- ... Pelo menos a nós...
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt (III)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)
(continuação)
Provas de David Irving para o assassínio em massa de Judeus nos três campos de Reinhardt
Na sua resposta às minhas perguntas, David Irving mencionou sete razões para a sua crença em que os três campos de Reinhardt tinham sido centros de extermínio. Cinco destas razões são baseados em documentos, as restantes duas em rumores. Vamos examinar os documentos.
- "A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.
No dia 28 de Julho de 1942, Albert Ganzenmüller, Secretário de Estado no Reichsverkehrsministerium (Ministério Imperial dos Transportes), declarou numa carta a SS-Gruppenführer Karl Wolff:
"Desde 22 de Julho, um comboio com 5000 Judeus faz uma viagem diária de Varsóvia a Treblinka, via Malkinia, além de um comboio com 5000 Judeus que viajam duas vezes por semana de Pryemysl a Belzec". [13]
A 13 de Agosto, Wolff respondeu:
"Reparei com especial prazer que um comboio com 5000 membros do ‘povo eleito’ já há 14 dias que faz o caminho para Treblinka todos os dias, e nós estamos assim numa posição de executar esta movimentação de população num ritmo acelerado". [14]
Nem Ganzenmüller nem Wolff declararam que os Judeus foram assassinados em Treblinka; Wolff falou de um "movimento de população" que mostra claramente que considerou Treblinka como um campo de trânsito.
- "A ordem de Himmler de não deixar qualquer vestígio em Treblinka e mais tarde construir uma casa de campo naquele local".
Como eu não conheço esta ordem, pedi a David Irving que me enviasse uma cópia. A 9 de Abril, respondeu-me dizendo que o faria mais tarde. Uma vez que ainda não recebi o documento, eu não o posso comentar. No entanto, estou pefeitamente seguro que não contém qualquer referência a assassinato em massa, pois se esse fosse o caso, teria sido citado em todos os trabalhos da literatura do Holocausto.
- "A mensagem de rádio descodificada de Höfle de Janeiro de 1943 e a sua relação com o relatório de Korherr".
No conhecido relatório de 1943 [15], Richard Korherr escreveu que no final de 1942, 1.274.166 Judeus tinham sido movimentados pelos campos durante o “General Gouvernement”. A mensagem de rádio de Höfle [16] confirma o número de Korherr, de 1.274.166, e especifica que 24.733 dos deportados tinham sido enviados a L. (Lublin/Majdanek) 434.508 para B. (Belzec), 101.370 para S. (Sobibor) e 713.355 para T. (Treblinka). Em nenhum dos dois documentos apresentado se fala que os deportados foram asassinados.
"Durante os anos 1942 e 1943, documentos de Himmler que revelam a extensão dos despojos de Reinhardt: Jóias, relógios, moedas".
O facto dos Alemães ficarem com as jóias, os relógios e as moedas dos Judeus não prova que eles os assassinaram.
Deste modo, nenhum dos documentos mencionados por Irving mostra qualquer qualquer prova de que os campos de Reinhardt eram centros de extermínio.
As últimas duas “provas” pertencem à categoria do rumor. Aquilo que o “Mufti de Jerusalém” reivindicou ter ouvido de Himmler, ou o que alguém reivindicou que o “Mufti” tinha reivindicado ter ouvido de Himmler, não tem nenhum valor histórico. Ainda mais absurdo é a referência ao "interrogação pessoal de duas testemunhas sobre Belzec".
Imaginem o seguinte diálogo:
Negacionista de Hiroshima: "Eu não acredito de forma alguma que os Americanos tenham realmente lançado uma bomba atómica sobre Hiroshima em Agosto de 1945. Isso faz parte apenas de uma ridícula propaganda de atrocidades Japonesa.".
David Irving: "Penso que você está errado. Há dois anos, fui a Hiroshima onde interroguei pessoalmente dois idosos Japoneses que tinha testemunhado o bombardeamento quando eram crianças. Se as suas declarações forem verdadeiras, isso prova que os Americanos lançaram, de facto, uma bomba atómica sobre Hiroshima".
Se centenas de milhares de Judeus tivessem sido realmente assassinados em Belzec, nós prescindíamos das provas recolhidas pelas "testemunhas oculares". O argumento de Irving lembra-me o patético Michael Treguenza, "perito de Belzec", que escreveu sobre as piras de Belzec:
"Há muita discórdia sobre o número de piras em Belzec. Testemunhas da aldeia afirmaram que pelo menos cinco piras estavam a ser utilizadas, ao passo que os elementos das SS falavam em duas piras durante os processos judiciais em Munique em 1963/64. Supondo que um mínimo de 500.000 cadáveres foram queimados em duas piras, temos que supor que, para cinco piras, haveria um número muito superior - talvez duas vezes mais – do que as 600.000 pessoas oficialmente mortas". [17]
Então Treguenza "prova" que o assassinato de cerca de 1.200.000 Judeus em Belzec pelo método de rumores que ele ouviu de algumas pessoas mais velhas várias décadas depois da guerra! Este tipo de "prova" pode ser suficientemente bom para um palhaço como o Treguenza. Para um historiador sério e que tenha respeito por si próprio, não é, de forma alguma, suficientemente.
(continua)
As Lições do Revisionismo em Linha

Faz parte dos objectivos deste site procurar mostrar que existe "o outro lado da notícia" ou do denominado "facto histórico"; esse trabalho passa também, como não poderia deixar de ser, por acender uma luz no túnel obscuro da cegueira dos crentes afirmacionistas.
E no sentido de que eles possam ver essa luz o mais cedo possível, cheguei à conclusão que temos que dar algumas lições de Português a criaturas que, para além da sua cegueira e ignorância, são teimosas!
Então vamos lá:
A palavra COBARDE.
A palavra COVARDE.
E como "bónus", gostei de ler isto.
Voltando à lição:
Durante os seus saltinhos histéricos, o nosso aluno afirmacionista ladrou:
"HAJAM COMO HOMENS!"
A expressão verbal "HAJAM", no sentido de "AGIR" só se encontra NA CONJUGAÇÃO DO VERBO HAVER, mais propriamente no Conjuntivo-subjuntivo, conjugação que, aliás, apenas se utiliza no Brasil. Ou seja, não existe, como pretendia o nosso aluno, na conjugação do verbo "agir".
Em resumo, para quem gosta de rsrsrsrsrsrs para tudo o que são pessoas, dotes académicos e trabalhos revisionistas, é muito fraquinho em Português (o verdadeiro!). Pior: quando pretendemos "traduzir" qualquer coisa, seria melhor fazer uma preparação porque, como já alguém escreveu, "traduzir é trair". Neste caso, não estamos perante uma "traição", mas sim de uma burrice mesmo!
Com o final desta lição, resta-nos puxar o autoclismo e ver o Roberto seguir com a água!
Claro que lições como esta a juntar a todas outras demolições dos argumentos (leia-se "falácias") dos crentes afirmacionistas do Holoconto têm as suas consequências, como podem ver aqui e aqui. Estas são as respostas e os termos "tolerantes" que eles gostam de utilizar. Respostas que de respostas propriamente ditas nada têm. Apenas se vê vómito e delírios histéricos de quem vê o chão, o tapete, tudo!, a fugir debaixo dos pés todos os dias. Coitadinhos. Chega a ser comovente de tão ridículos que eles são. Mas também não se pode exigir mais de quem tem tão poucos neurónios...
sábado, 11 de julho de 2009
sexta-feira, 10 de julho de 2009
Afinal, os Representantes do "Povo Eleito" Até Podem Vandalizar Livrarias...

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (IV)
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
- Neste caso, como e que o massacre ocorreu?
No mesmo dia, recebi a seguinte resposta de David Irving:
[1. Na minha opinião, ocorreu um extermínio em massa nos supracitados três campos (não pode ser provado que foi efectuado pelo método de gás; como sabe, isso é altamente discutível).
2. A prova:
- A conhecida correspondência entre Wolff e Ganzenmüller no que diz respeito a Malkinia/Treblinka.
- A ordem do Himmler para não deixar qualquer vestígio em Treblinka e para se construir, mais tarde, uma casa de campo naquele local.
- A mensagem decodificada de rádio de Höfle de 1943 de janeiro e nesta conexão o relatório de Korherr.
Se, por um lado, David Irving forneceu respostas claras às minhas primeiras três questões, por outro lado, não se preocupou em responder à quarta: Se ele tinha lido o livro Treblinka – Campo de Extermínio ou Campo de Trânsito?, escrito por Carlo Mattogno e por mim e o livro de Mattogno sobre Belzec. No altura da viagem de Irving à Polónia, ambos os livros já estvam on-line há mais de três anos, e o historiador Britânico, que é altamente conhecedor desta literatura computorizada, facilmente se podia ter convencido do seu valor. A bibliografia de Treblinka contém mais de 200 títulos, aproximadamene duas dúzias em Polaco. Muitas dessas fontes Polacas são de vital importância, um dos méritos do nosso livro é fazê-lo acessível a pesquisadores que, tal como Irving, não entende a língua Polaca. Além do mais, Treblinka contém numerosas referências a documentos de arquivos Russos que nunca foram publicados em qualquer lingua Ocidental.
Se David Irving não considerou necessário ler estes dois livros, isto só mostra que ele não está assim tão interessado em saber o que realmente aconteceu em Treblinka e em Belzec. Naturalmente, também é possível que ele, de facto, os tenha lido, mas que não esteja disposto a admiti-lo, porque, dessa forma, seria forçado responder aos argumentos dos revisionistas, especialmente os técnicos. Aliás, logo que alguém se aproxima da versão oficial dos campos de Reinhardt do ângulo técnico, o edifício monstruoso de mentiras entra imediatamente em colapso como um castelo de cartas.
Conselho Literário

quarta-feira, 8 de julho de 2009
David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (III)

David Irving e os "Campos Aktion Reinhardt" (I)
David Irving e os Campos Aktion Reinhardt" (II)
(continuação)
Em Novembro de 2005, David Irving visitou imprudentemente o estado fantoche Sionista da Áustria onde foi prontamente detido por ter feito um discurso como “negacionista do Holocausto", em 1989. No seu julgamento, Irving disse certas coisas pelas quais nós não temos qualquer direito em culpá-lo: Ele queria ser um homem livre outra vez o quanto antes e estar reunido com a sua família. Na sua situação, a maioria de pessoas teriam feito a mesma coisa. É também verdade que numerosos revisionistas que foram levados a tribunal pelas suas convicções foram apoiados e pagaram um preço alto pela sua coragem, mas nem todos são heróis. Pela sua atitude de cooperação, o tribunal ‘canguru’ Austríaco recompensou Irving com uma sentença relativamente branda: Apanhou apenas três anos e, em Dezembro de 2006, depois de ter cumprido um terço do seu tempo de prisão, foi libertado e foi autorizado a regressar a Inglaterra.
A viagem de David Irving à Polónia
Em Março de 2007, recebi um e-mail de David Irving que me informava de que estava na Polónia, onde ele visitava os “campos de Aktion Reinhardt “. De acordo com documentos Alemães do tempo da guerra, o objectivo dos campos de "Aktion Reinhardt" consistia na confiscação de propriedades Judias. Ignorando completamente as provas documentais e materiais, os historiadores ortodoxos reivindicam que o verdadeiro propósito desta acção era a liquidação física dos Judeus da Polónia Oriental e que foram mortos entre 1,5 e 2 milhões Judeus com monóxido de carbono através de motores a diesel em três acampamentos: Belzec, Sobibor e Treblinka. A história tradicional defende que estes campos eram puramente centros de extremínio onde todos Judeus, independentemente da idade e da sua saúde, eram gaseados logo à chegada e sem registo: só um punhado de Judeus jovens e fortes foram temporariamente poupados porque eram necessários para manter os campos a funcionar.
No seu e-mail (que eu infelizmente apaguei) Irving deve ter-me feito uma pergunta sobre Belzec, porque lembro-me perfeitamente que na minha resposta questionava-o se ele tinha lido o livro de Carlo Mattogno com o título Belzec in Propaganda, Testimonies, Archeological Research, and History[10]. Respondeu-me que o iria ler mais tarde.
Além de Belzec, Sobibor e Treblinka, Irving também visitou Auschwitz e Majdanek. Aparentemente, ele não visitou o sexto suposto "campo de extermínio", Chelmno (Kulmhof). No seu website[11], publicou uma análise da sua viagem à Polónia que me surpreendeu pela sua superficialidade e pela sua imprecisão. Foi impossível de perceber dessa análise se Irving acreditou ou não terem existido gaseamentos homicidas em Auschwitz e Majdanek. No que diz respeito aos três campos "Aktion Reinhardt", pareceu concordar com a versão de "campos de extermínio”; por outro lado, ele falou em "supostas câmaras de gás desses campos. Por outras palavras: Evitou fazer declarações claras e inequívocas.
(continua)



