
domingo, 15 de novembro de 2009
Israel Não é Uma Sociedade Tolerante, Segundo Recente Relatório

quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A Farsa de Aristides de Sousa Mendes
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Os "Homens Perigosos" Estão em Extinção

Daniel Ellsberg é um ex-analista militar norte-americano, empregado pela RAND Corporation e depois funcionário do Pentágono, que causou um grande furor no governo e na opinião pública em 1971, quando forneceu ao jornal The New York Times os Papéis do Pentágono, documentos secretos do Departamento de Defesa contendo detalhes sobre as actividades das Forças Armadas dos Estados Unidos durante a Guerra do Vietname.
A publicação dos documentos alertou o povo norte-americano sobre como eles foram enganados pelo seu próprio governo a respeito da guerra.
Ellsberg arriscou ficar o resto dos seus dias na prisão ao denunciar as mentiras que tinham sido contadas à nação sobre a guerra do Vietname, mentiras de Eisenhower, Kennedy e Johnson. E Nixon acreditou que Ellsberg tinha documentos incriminatórios nas suas próprias mentiras, o que levou Henry Kissinger a considerar Ellsberg "o homem mais perigoso da América."
Eram necessários imensos Ellsberg’s na política (e não só) internacional. Eram mesmo necessários imensos “homens perigosos” como ele. O Revisionismo em Linha agradeceria, pois teria o seu trabalho muito mais facilitado.
E porque dizemos isto? Porque vivemos num mundo onde os média apelam muitas vezes para a necessidade dos líderes de todos os países fazerem todos os esforços para a paz mundial, mas depois percebemos que tudo não passa de pura demagogia.
E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que ter uma opinião contrária sobre um acontecimento histórico é punido mais severamente do que um vil e repugnante violador (que ainda tem a defesa e a protecção de figuras publicas e mediáticas de Hollywood).
E porque dizemos isso? Porque vivemos num mundo em que a História credível tem que ser aquela que os vencedores escreveram e qualquer alteração trás consigo as consequências e os rótulos já conhecidos de todos. - Neste caso em particular, a morte (ASSASSINATO DELIBERADO E PREMEDITADO) de civis é considerado um CRIME DE GUERRA. Mas como as vítimas eram Alemãs e os assassinos "Aliados salvadores", está tudo bem e está tudo desculpado e perdoado...
Como todos sabemos, por mais pequeno que seja o novo dado, aparecem sempre os dementes do costume, trabalhadores incansáveis da nova inquisição politicamente correcta, com os seus carimbos preferidos nas mãos: “anti-semitismo” e “racismo”. E também neste caso particular, como estou aqui a "defender" as vítimas Alemãs inocentes, levo com esses carimbos...
Este é o mundo onde vivemos. Um mundo onde “homens perigosos” como Daniel Ellsberg são cada vez mais difíceis de encontrar. Por estarem em extinção ou porque estão numa reserva à espera da sentença que, mais tarde ou mais cedo, cairá sobre eles.
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Conselhos de Leitura
Demonstra como este pode ser remetido às suas dimensões mais simples e naturais, que permitiriam combatê-lo sem o alimentar.
Relaciona-o com o fenómeno, tipicamente moderno, da criminalização do inimigo, segundo a análise de Carl Schmitt, cuja actualidade é apurada por Benoist. O terrorismo, com efeito, não tem apenas raízes islâmicas, mas igualmente ocidentais e até estatais.
De facto a “globalização” do terrorismo lembra irresistivelmente as teses de Schmitt na sua Teoria da Guerrilha.
O autor chega à conclusão de que o “globalitarismo” americano contém um perigo mortal para o mundo moderno, ao ocultar a origem do elemento político e conflitual na vida do homem. Consequentemente um planeta “definitivamente pacificado” pela hegemonia “benévola” dos Estados Unidos da América pode vir a produzir uma guerra civil mundial sem fim e de proporções catastróficas.

José Campos e Sousa e o Condestável
Porque também consideramos importante a defesa da nossa História sem traumas ou fantasmas, aqui está uma referência que só peca por tardia.
O lançamento deste novo CD de José Campos e Sousa realizou-se no dia 6 de Novembro, no Auditório da Universidade Lusíada. Praticamente à mesma hora, o cd foi igualmente apresentado, em Madrid, durante este evento.

São Nuno de Santa Maria
Por mais um favor do Céu coube-me desta feita dar música e dar voz a muito do que se tem escrito em louvor de Dom Nuno Álvares Pereira, o Condestável, terror dos Castelhanos, verdadeiro Herói da minha infância.
Benditas 3ª e 4ª classes que em 1955/1956 trouxeram à minha vida, de maneira tão fantástica a tão fantástica vida de uma mão cheia de Homens, que começando em Viriato, ajudaram a erguer Portugal.
Dom Nuno é certamente um primeiro entre iguais. Já Fernando Pessoa na “Mensagem” lhe atribuiu no Brasão, o lugar cimeiro – o da coroa.
Vou lançar no próximo mês de Novembro uma edição de autor, “Por Portugal e Mais Nada”, título que roubei ao Rodrigo Emílio, que de várias maneiras está presente neste Torneio.
O Rodrigo desafiou-me para esta empresa, há uns bons oito anos, enchendo-me de folhas com poemas e textos sobre Dom Nuno, muito a seu jeito. Este projecto foi sendo adiado por uma razão ou por outra, e somente agora que o nosso Herói foi promovido a Santo, pelo Outro Rei, é que eu tive licença de o acabar. Tinha que ser assim!
É um CD para Portugueses admiradores e herdeiros e seguidores das formaturas de 1143, 1385, e 1640, gente que não tem por hábito pôr-se em bicos dos pés, que só aparece quando é necessária. Gente anónima, modesta, desinteressada e corajosa. Gente que não discute nem põe em causa Portugal, gente que dá sem receber. É para todos esses que eu canto!
Dediquei “Por Portugal – e Mais Nada” a S.A.R. o Senhor Dom Duarte, Duque de Bragança, décimo sexto neto de Dom Nuno e do Mestre de Avis. Faço-o por respeito, por admiração e, principalmente, por devoção a uma causa que precisa urgentemente de um novo Mestre que, como canta Rodrigo Emílio: – “Ponha a andar daqui o Andeiro!”.
A todos os que estiveram presentes no “Rodrigamente Cantando” e na “Mensagem à Beira –Mágoa” quero agradecer o apoio. Espero encontrar-vos de novo neste caminho Português.
“Por Portugal – e Mais Nada!”
José Campos e Sousa
Lisboa, Outubro de 2009
Este CD pode ser encomendado desde já, pelo email: largodocarmo@gmail.com
Agradeço que juntem a V. morada.
O preço é de 15,00 Euros
Café Com Bradley Smith
Café com Bradley Smith: Smith Faz a introdução de si próprio (Parte II)
Café com Bradley Smith: Cirurgia à cabeça
Café com Bradley Smith: Simon Wiesenthal
A Polémica de Harvard

A ADL lançou um relatório para combater a “negação do Holocausto” nas Universidades Americanas. Este relatório foi desenvolvido "em resposta à propaganda colocada no jornal do ‘campus’ por Bradley Smith e pela sua Comissão para um Debate Aberto sobre o Holocausto (CODOH)."
Em suma, a ADL considerou necessário "combater" o CODOH e o seu projecto no ‘campus’. A ADL entende que fazer algumas perguntas simples pode balançar todo o ‘marketing’ da indústria do Holocausto (Holocaust Inc.).
As duas perguntas são:
Por que é que Dwight D. Eisenhower não mencionou as câmaras de gás na sua obra “Cruzade in Europa” (“Cruzada na Europa”)?
Por que e que não há nenhum professor nos Estados Unidos que possa "apresentar, com provas, o nome de uma pessoa morta numa câmara de gás em Auschwitz?"
Estas duas questões criaram uma provocação numa organização com um orçamento anual de cerca de 50.000.000 dólares nos acreditam que é necessário silenciar uma organização com um orçamento (em 2008) de 46.000 dólares. Por debaixo de todos os milhões da ADL, por debaixo de todo o apoio académico, há ali uma grande e real fragilidade.
A seguir, está a carta - que também pode ser lida aqui, assim como outros assuntos relacionados - enviada para Harvard.
05 de Outubro de 2009
Caro Presidente Faust:
É evidente que o corpo docente de Harvard apoia uma estratégia de recusa em fazer perguntas sobre as armas de destruição maciça Alemãs da Segunda Guerra Mundial (câmaras de gás). É igualmente evidente, pelo seu silêncio, que o corpo docente de Harvard concluiu que não constitui um direito questionar a “particular e única monstruosidade” dos Alemães, e que não vai apoiar os estudantes de Harvard que poderiam ser saneados devido a uma livre troca de ideias sobre qualquer assunto. Será que o Gabinete do Presidente apoia este tabu? Não ouvi nada que sugira que ele não o faça.
A 8 de Setembro, a Harvard Crimson imprimiu um anúncio meu onde pretendia saber o porquê do General Dwight D. Eisenhower, na sua “Cruzada Pela Europa”, escolheu (escolheu!) não mencionar a arma de destruição em massa Alemã da Segunda Guerra Mundial, a "câmaras de gás." O anúncio perguntava: " Por que é que não? " O mesmo anúncio também pedia que um professor, alguém, da Universidade de Harvard oferecesse “com provas, o nome de uma pessoa assassinada numa câmara de gás em Auschwitz."
A 9 de Setembro, Maxwell L. Child, Presidente do Harvard Crimson, sentiu a necessidade de pedir desculpas por ter imprimido o anúncio, dizendo que o texto "questionou se o Holocausto ocorreu" (ou não) e que enfureceu muitos dos membros da comunidade de Harvard. O departamento de Crimson publicou, em seguida, uma carta indicando "Acreditamos que esse item [estas perguntas] nunca deveriam ter sido encontrada nas páginas de um jornal da faculdade."
Nenhum membro do corpo docente de Harvard tentou responder a alguma das minhas perguntas e não há nenhuma evidência de que qualquer membro do corpo docente de Harvard tenha apoiado os jornalistas e estudantes da Crimson que tinham sido favoráveis à publicação do anúncio. Quando os e-mails, telefonemas e cartas inundaram a Crimson vindos de dentro e de fora do ‘campus’ por parte de “grupos com interesses especiais”, o corpo docente de Harvard desempenhou o papel de "espectador", permitindo que os jornalistas da Crimson fossem autenticamente enforcados e pendurados ao vento.
Presidente Faust: por que você acha que nenhum académico da Universidade de Harvard está disposto a responder a duas simples perguntas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha? Por que é que você acha que a Faculdade de Harvard não está disposta a apoiar os jornalistas Crimson favoráveis à livre troca de ideias sobre um assunto? Será que o Gabinete do Presidente apoia o que parece ser um tabu em Harvard, que proíbe o questionar da ortodoxa (Estatal) posição sobre as armas de destruição em massa da Alemanha?
Não acha correcto os estudantes de Harvard estarem cientes do facto que Dwight D. Eisenhower escolheu (escolheu!) não mencionar as câmaras de gás na sua “Cruzada Pela Europa? Que Winston Churchill, nos seus seis volumes da história da Segunda Guerra Mundial, também optou por não mencionar as câmaras de gás? Que Charles de Gaulle também decidiu não falar das câmaras de gás Alemãs nas suas Memórias? Que, quando o Primeiro-Ministro Israelita Benjamin Netanyahu se dirigiu à Assembleia Geral da ONU, no mês passado, para anunciar que os Protocolos de Wannsee continham informações “precisas” sobre o extermínio dos Judeus, que aqueles que produziram os Protocolos optaram por não mencionar as câmaras de gás? Com que “precisão” a faculdade de Harvard acredita o que isso seja e signifique? Exactamente?
Talvez você acha que é "odioso" fazer perguntas críticas sobre as armas de destruição em massa da Alemanha. Se assim for, você deve encarar as perguntas como uma questão moral. Eu também vejo isso como uma questão moral, mas pelo aquilo que acredito, trata-se de uma perspectiva diferente. Acredito que é imoral suprimir a liberdade intelectual em Harvard, assim como é imoral suprimi-la em qualquer outro lugar. Acredito que é imoral da parte de Harvard (ou qualquer outra faculdade) não sair em auxílio de alunos que optaram por uma livre troca de ideias e por uma imprensa livre. Isso é imoral para o corpo docente de Harvard para explorar o tabu de proibir os alunos de questionar uma monstruosa feita contra outros.
A faculdade de Harvard tem o direito de ser céptica em relação a cada argumento revisionista que questiona as armas de destruição em massa Alemãs. O cepticismo não é um pecado. Os revisionistas são cépticos em relação às afirmações ortodoxas sobre as ADM Alemãs e publicaram uma boa quantidade de material para ilustrar por que é que eles são cépticos. Que eu saiba, nenhum professor de Harvard publicou um artigo em alguma revista onde tenha ilustrado que os textos revisionistas sobre ADM Alemãs são inúteis. O cepticismo da faculdade de Harvard, então, só revela a sua credulidade.
Presidente Faust: você acredita que esteja correcto o Gabinete do Presidente permitir e até encorajar o tabu para impedir a liberdade intelectual em Harvard? Que esse tabu seja utilizado para proibir um debate aberto em publicações de estudantes sobre a questão da utilização de armas de destruição em massa pela Alemanha? Se assim for, como vou distinguir um membro do seu corpo docente, comprometido com este tabu em particular, de um membro de um “South Seas Cargo Cult” comprometido com algum outro tabu? Pelas calças?
Obrigado pela sua atenção.
President Drew Faust
Office of the President
Harvard University
Massachusetts Hall
Cambridge, MA 02138 USA
Bradley R. Smith, Founder
Committee for Open Debate on the Holocaust
PO Box 439016
San Ysidro, California 92143
Desk: 209 682 5327
Email: bradley1930@yahoo.com
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Testemunhos e Libertadores Aliados

Por que haveria de um escritor inventar histórias sobre o Holocausto? Telling Tales: A History of Literary Hoaxes de Melissa Katsoulis explora este canto pouco conhecido e bizarro da literatura do "embuste" e da "fraude". Aqui podem ler mais sobre este assunto.
Esta obra levanta várias questões: se estes testemunhos, credíveis até ao momento em que foram desmascarados, foram motivo de inspiração para uma infindável quantidade de obras literárias e fizeram parte de um pilar para toda a campanha de propaganda da "indústria do Holocausto", quem
nos pode garantir que os outros testemunhos são também eles credíveis?!... Ninguém pode naturalmente. Isto não quer dizer que muitos não o sejam. Mas que se possa questionar, interrogar, duvidar, DE TUDO até que toda a investigação forense faça o seu trabalho. Porém, nós sabemos que não é isso que acontece.O desmascarar destes "testemunhos" tem também ajudado a desmascarar outras figuras que ficaram nos livros de história como grandes "salvadores" do mundo moderno e civiizado (???!!!).
Vamos dar um exemplo: Winston Churchill.
Sabiam que este "salvador aliado" pretendia lançar gás venenoso sobre a Alemanha?
"Estou a pensar muito seriamente sobre essa questão do gás venenoso", refere a nota da página 4. O líder da Grã-Bretanha continua: "É absurdo considerar ter que haver moral quanto a este tema, quando todo mundo já o usou [gás] na última guerra sem uma palavra de queixa dos moralistas ou da Igreja. Por outro lado, na última guerra, o bombardeamento de cidades desguarnecidas era considerado proibido. Agora todo mundo faz isso como uma coisa natural. É simplesmente uma questão de moda que se altera da mesma forma que se faz com as saias longas ou curtas para as mulheres. "
A directiva de Churchill declarava sem rodeios: "Eu quero um cálculo feito com sangue frio no que diz respeito às consequências de se usar gás venenoso. (…) Nós podíamos atacar as cidades do Ruhr e muitas outras cidades na Alemanha, de tal maneira que a maioria da população ficaria a necessitar de cuidados médicos constantes. (…) Podem ainda passar várias semanas ou mesmo meses antes de eu ordenar esse ataque à Alemanha com gás venenoso e, se fizermos isso, vamos fazê-lo a cem por cento. Entretanto, quero o assunto estudado a sangue frio por pessoas sensatas e não por um conjunto particular de derrotistas uniformizados que agora pensam uma coisa e a seguir já pensam noutra."
A proposta de Churchill, que significaria violar o Protocolo de Genebra de 1925 que proíbe o uso de gás venenoso, nunca foi aprovada. Os seus assessores militares argumentaram que a guerra com gás faria desviar aviões de guerra aliados da estratégia mais eficaz de bombardeamento da Alemanha, indústrias e cidades. Eles temiam que os ataques com gás não seriam decisivos e a Alemanha, muito provavelmente, iria retaliar com efeito devastador contra a Inglaterra. Churchill queixou-se a um assessor que ele "não estava totalmente convencido com este relatório negativo", mas com relutância, acabou por ceder. "É claro que eu não posso fazer a cabeça contra os padres e contra os guerreiros ao mesmo tempo", reclamou ele em privado.
Podem continuar a ler sobre este assunto aqui.
Em resumo, A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO!
domingo, 8 de novembro de 2009
Seis Razões

1. As provas físicas – as próprias câmaras.
O facto básico em todo este assunto é que a sala que, supostamente, foi uma câmara de gás não foi uma câmara de gás.
Se estivéssemos a falar de algumas matérias de Psicologia, eu usaria isto como um paradigma de crenças que governam as próprias percepções. Algumas pessoas olham para essas imagens e vêem uma câmara de gás. Outros olham para o mesmo e vêem uma morgue. Isto é semelhante à experiência onde todos numa sala dizem que o lápis vermelho é mais comprido e o elemento experimental, cujos olhos lhe dizem que o lápis verde é maior, tem medo de contradizer o grupo.
Os meus olhos dizem-me que o lápis verde é maior e eu vou afirmá-lo, mesmo sendo ilegal fazê-lo (especialmente se é ilegal dizê-lo): a ideia de que aquelas pessoas foram mortas com gás naquela sala ou noutra semelhante é absurda.
4. O depoimento das testemunhas não prova que existiram câmaras de gás.
Por exemplo, Jan Karski escreveu um relatório, em finais de 1942, no qual testemunhava que tinha visitado o campo de Belzec para investigar os rumores de extermínio. Disse que os Judeus eram mortos com choques eléctricos numa sala com o chão em metal. Em 1944, publicou um livro no qual afirmava que os Judeus eram carregados em vagões cheios de cal viva e deixados a morrer fora do campo. Nem o artigo nem o livro dizem algo sobre as câmaras de gás. Actualmente, claro, a história oficial de Belzec não diz nada sobre choques eléctricos ou vagões cheios de cal viva. Supostamente, temos que acreditar que os Judeus, em Belzec, foram mortos em câmaras de gás. Mas Jan Karski, que esteve lá na altura (pelo menos, é o que afirma), não fala nada sobre câmaras de gás.
b. O depoimento das testemunhas sobre as câmaras de gás não foi sujeito a exame.
Uma das testemunhas considerada como uma fonte credível é o Dr. Miklos Nyiszli, o suposto autor de Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Existiu realmente um Dr. Nyiszli. Era um médico Húngaro. Foi mandado para Birkenau (e não Auschwitz), aonde trabalhou num laboratório patológico sob as ordens do infame Dr. Mengele. Depois da guerra, ele testemunhou nos julgamentos de Nuremberga. Morreu em 1949. O livro foi publicado em 1951. Através do livro, o autor refere que esteve em Auschwitz. Salienta que existiam quatro crematórios em Auschwitz. Na realidade, existia um crematório em Auschwitz e quarto em Birkenau. Obviamente que alguém que tenha estado lá sabia disso. Qualquer pessoa que lá tenha estado saberia distinguir os campos. No final (página 206), quando estavam a ser evacuados em Janeiro de 1945, diz o autor:
Se lerem apenas um livro sobre o Holocausto, esse livro deverá ser Auschwitz, o Testemunho de um Médico. Deixem que eles vos dêem o melhor deles. Usem o vosso próprio julgamento. Este livro é ou não um relato de uma testemunha?
c. As testemunhas, por elas próprias, não provam nada.
Suponham que centenas de milhares de testemunhas reclamam que algo aconteceu. Isso significa que esse algo aconteceu? Existem, provavelmente, centenas de milhares de pessoas que “viram um OVNI” nos últimos cinquenta anos. Isso significa que existem discos voadores no céu? Existem centenas de pessoas que afirmam que não apenas viram OVNIS como também estiveram dentro deles. Terão sido, supostamente, sequestrados. Eles dir-vos-ão com detalhes vividos as suas experiências e não terão quaisquer motivos óbvios para mentirem. Isso significa que tal aconteceu?
Quando nos referimos à “câmara de gás”, se alguém disser que viu pessoas a serem gaseadas naquela sala, isso significa que tal aconteceu?
O que, provavelmente, nunca terá ocorrido ao Dr. Shermer é que alguém tivesse lido esse livro, mas eu fi-lo. Procurei por toda a cidade de Los Angeles e encontrei-o na livraria UCLA. Li o artigo de Pressac e as notas em rodapé. Muitas das suas afirmações sobre os gaseamentos não estão documentadas. Quando Pressac acrescenta notas em rodapé, elas não podem ser confirmadas. A maioria está na forma “Oswiecim, BW 1/19” ou “Moscovo/Revolução de Outubro, 7021-108-32, 46”.
No entanto, existe uma excepção. Pressac refere na página 234: “O primeiro gaseamento no crematório IV não correu bem. Um homem das SS, usando uma máscara, teve que subir a uma pequena escada para chegar a uma “janela”, depois abriu-a com uma mão e despejou o Zyklon B com a outra. Esta rotina acrobática teve de ser repetida seis vezes. Quando a portas hermeticamente fechadas foram abertas para evacuar o gás, reparou-se que o arejamento natural era ineficiente; tinha que ser imediatamente cortada uma porta no corredor norte para que o ar corresse de forma contínua”. [143]
A nota de rodapé para este parágrafo é:
143. Álbum de Auschwitz (Nova Iorque, 1980), fotografia 112.
Isto pode ser analisado. O Álbum de Auschwitz não está, actualmente, a ser impresso e é difícil de encontrar, mas ao menos não temos que ir à Polónia ou à Rússia. Por sorte, encontrei uma cópia numa livraria e olhei ansiosamente para a fotografia 112. Esta fotografia não tinha nada a ver com o parágrafo referido. De facto, nenhuma das fotografias no Álbum de Auschwitz tinha alguma coisa a ver com aquele parágrafo.
Por outras palavras, a única nota em rodapé possível de ser analisada transformou-se numa farsa.
Tanto quanto sei, o Álbum de Auschwitz não está disponível on-line. Não vou colocar a fotografia 112 aqui. Vou deixar isso como um exercício ao leitor. Está interessado em saber se a história das câmaras de gás é verdadeira? Até aonde vai esse interesse? O suficiente para ir a uma livraria e verificar esta notas? Aquilo que Michael Shermer está a contar é que praticamente ninguém o faça.
6. O facto de Hitler ter declarado abertamente as suas intenções e os Nazis terem cometido também atrocidades abertamente.
Hitler falou sobre o extermínio e a aniquilação dos Judeus em diversas ocasiões. Por exemplo, aqui está uma afirmação retirada do Mein Kampf. (Esta foi retirada da página 338, da edição de capa dura da Houghton-Mifflin. Outras referências ao extermínio podem ser encontradas nas páginas 169 e 679.) Hitler escreveu:
Supostamente, somos obrigados a acreditar que Hitler anunciou ao mundo que os Judeus seriam aniquilados e que, ao mesmo tempo, fazia os possíveis para pretender que eles não estavam a ser aniquilados. A intenção foi declarada abertamente, mas o acto em si foi tão secreto que os Nazis nunca o discutiram entre si. Isto não faz qualquer sentido.
Noutro encontro privado (em 1941), Hans Frank mencionou a ideia do assassínio dos Judeus com gás:
Em 1941, os Nazis estavam a ganhar a guerra. Os julgamentos por crimes de Guerra eram a última coisa que alguém se lembraria. (Na realidade, apenas passou a existir esse conceito depois de 1945. Os julgamentos por crimes de guerra não faziam parte das guerras do passado.) Os Nazis não tinham qualquer motivo para criarem uma ilusão para a posteridade. Eles pensavam que eles iriam ser a posteridade. Eles pensavam que nunca iriam responder perante ninguém por algo que tivessem feito. No entanto, somos, supostamente, obrigados a acreditar que mesmo em 1941 eles estariam já a pensar, para além do fim da guerra, na necessidade de encobrir as suas acções.
Somos, supostamente, também obrigados a acreditar que seria possível encobrir uma acção que envolvia seis milhões de pessoas.
Se seis milhões tivessem sido gaseados, este cenário teria que ter sido repetido milhares de vezes. Façam as contas. Isto teria que ter acontecido, pelo menos, doze mil vezes, em diversos campos, para além de um período de vários anos. Esta cena macabra é algo que um fotógrafo daria o seu braço direito para fotografar, especialmente quando envolvia mulheres despidas. Mas, supostamente, era proibido tirar fotografias. Por isso, não foram tiradas nenhumas fotografias. Isto não faz qualquer sentido. Os guardas prisionais faziam a lei entre eles. Não se poderia impedir que eles tirassem fotografias. Perguntem a Lynndie England – e aos seus muitos fans e imitadores que pensam que tudo isto é uma grande anedota.
Se o cenário do gaseamento tivesse realmente acontecido, repetindo-se milhares de vezes, teriam que existir fotografias. Mas não existe nenhuma.
Não existem fotografias de alguém a ser gaseado porque ninguém foi gaseado.
Se estiverem a considerar a questão de que estará ou não um elefante na vossa arrecadação, não precisarão de lá ir e verificar com uns óculos especiais. Não precisam de construir um grande e envolvente argumento para esclarecer a questão. Se o elefante lá estiver, é evidente que ele lá está, e se não estiver, obviamente que ele não estará.
Da mesma forma, a questão de que se os seis milhões de Judeus foram ou não gaseados não pode ser uma questão obscura. Tem que ser óbvia, de uma maneira ou de outra. Essa é a razão porque comecei o meu argumento com a prova física, as próprias salas. Uma vez que vejamos que a sala não é uma câmara de gás, tudo o resto cai por terra. Claro que não existe qualquer documentação sobre as câmaras de gás. Como é que pode haver? Claro que não existe nenhumas fotografias de ninguém a ser gaseado. Como é que pode haver? Aquilo não é uma câmara de gás!
ORIGINAL
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Uma Fraude Disfarçada de "Diário"

(…)
A televisão Al-Manar, propriedade do Hezbollah, chamou a atenção das autoridades judiciais Libanesas para processarem os responsáveis pela distribuição do livro naquele país, livro esse cuja narração é considerada "teatral e dramática ... de uma forma emocional."
Naim al-Qalaani do "Hezbollah "Committee for the Boycott of Zionist Goods in Lebanon" [“Comité para o Boicote de Produtos Sionista no Líbano”], referiu que a distribuição do livro era uma flagrante violação e “um movimento em direcção à normalização" com o ‘arquinimigo’ do Líbano, Israel.
(…)
O Projecto de Aladdin, responsável pelas traduções e edições emitiram um comunicado em que "condenavam a campanha de difamação e intimidação por parte da televisão do Hezbollah.".
(…)
[A reacção (mais uma) histérica desta organização “pseudo tolerante” merece, naturalmente, alguns comentários]:
1. Em primeiro lugar, perguntamos: onde estão os diários das meninas Alemãs e Japonesas que viveram durante os bombardeamentos genocidas dos Aliados contra as cidades das suas nações durante a Segunda Guerra Mundial? Será que podemos estar, realmente, convencidos que nenhum dos sobreviventes adolescentes escreveu algo sobre os seus sofrimentos?
2. O mesmo pode ser solicitado às crianças Árabes e Muçulmanas que sobreviveram aos atentados terroristas dos Israelitas no Líbano, Jenin e Gaza e aos atentados terroristas dos EUA em Bagdad, no Iraque e no Afeganistão.
3. Robert Faurisson e Ditlieb Felderer fizeram uma investigação forense com peritos sobre a proveniência do "Diário de Anne Frank" e, no seu entender, o pai de Anne, Otto, escreveu partes do mesmo (o Prof.. Faurisson entrevistou o Sr. Frank pessoalmente). Portanto, o que é apresentado como sendo o "Diário de Anne Frank" é, na verdade, uma fraude literária.
4. Anne morreu de tifo e não de gás venenoso. A sua morte é uma tragédia, mas a sua morte não é uma prova do "Holocausto" na conotação geralmente aceite de que ela foi um exemplo do assassinato em massa com gás tóxico.
5. Aquilo que faz sentido ao Hezbollah opor-se é à autêntica destruição - "Holocausto" - de uma nação de pessoas, enquanto o mecanismo de "negação do Holocausto" é utilizada para negar o Relatório Goldstone, o massacre em Jenin, o massacre de Qana (duas vezes), o assassinato em massa através de bombardeamentos em Beirute, em Agosto de 1982, e muitos outros crimes de guerra dos EUA e dos Sionistas, crimes esses que todas as pessoas que procuram uma imagem respeitável nos média do Ocidente deve permitir escorregar nos recantos nebuloso e escondidos da memória.
6. Os revisionistas há muito tempo que detectaram que a propaganda Sionista do "Holocausto" é tão cruel como uma arma no arsenal Israelita como o fósforo branco e os helicópteros Apache. A ‘excepcionalidade’ Talmúdica trabalhou a sua vontade sobre o Ocidente com o objectivo de ganhar a aceitação para marcar o contratempo do Judaísmo entre 1939-1945 como "O Holocausto ", o pior sufrimento alguma vez vivido por uma nação de pessoas no universo desde o início dos tempos, blah, blah, blah.
A exploração de Anne Frank e sua comprometido "diário" é parte dessa excepcionalidade. Qualquer um que ouse discordar dessa excepcionalidade judaica torna-se, na opinião dos média ocidentais, universidades e governos, um vil canalha com pensamentos racistas e um criminoso "negacionista".
[Leia a notícia na íntegra]
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Vacinas, Vacinas, Vacinas...

-- Neurologista Britânico
Um dos possíveis efeitos secundários da vacina H1N1 é o síndroma de Guillian-Barre, o síndroma que matou e incapacitou centenas da Americanos na campanha de vacinação H1N1 em 1979.
Com 500 casos confirmados deste síndroma, a vacina foi retirada do mercado 10 dias depois após vacinarem 48 milhoes de pessoas, tendo feito mais vitimas que o vírus H1N1. Este síndroma ataca directamente o sistema nervoso causando problemas de respiração, paralisia e até a morte.
Esta gripe é comparada à gripe Espanhola de 1919 que matou mais de 20 milhões de pessoas. A gripe Espanhola é falada referindo o numero de mortes e não o numero de contaminados. A percentagem de morte foi de 2,5% o que significa que 97,5% dos contaminados recuperaram.
A actual gripe A tem uma mortalidade de 0,05, o que significa que 99,95% dos contaminados recuperam. Isto significa que não há necessidade de arriscar os efeitos secundários de uma vacinação.
Sabiam que a gripe Espanhola apareceu nos EUA após um programa de vacinação e que os únicos países não afectados foram os que não usaram essa vacina (info)?
Sabiam que o primeiro efeito da vacina da gripe sazonal é apanhar uma ligeira gripe? Qual será o efeito da nova vacina H1N1?
Sabiam que a primeira vacina há 150 anos para
combater o Sarampo, desencadeou uma epidemia de Sarampo que matou centenas de milhares de pessoas?Sabiam que a organização mundial de saúde pode depor governos de 194 países do mundo por forma a impor uma vacinação pela força em caso de recusa popular?
Os testes da vacina H1N1 já começaram nos EUA, mas não são testes em laboratórios, são testes em humanos onde as crianças estão a ser vacinas em casos específicos:
1- Com conhecimento dos pais: Quando os pais dão os filhos como voluntários para vacinação.
2- Sem o conhecimento dos pais: Quando autorizam a entrada dos filhos em desportos escolares, assinando autorizações sem as ler. Essas autorizações referem a vacinação teste como obrigatória.
Inglaterra recebeu já 200,000 doses para começarem a testar na população e nos humanos não há sociedades que nos protejam de testes médicos, como fazem aos animais.
Apesar de a gripe Suína em Inglaterra ter morto unicamente 5% em relação às que morrem de gripe normal, a vacina contra a gripe suína será obrigatória, a vacina normal não!
Ora se fosse para nos ajudar, tornariam a vacina normal obrigatória e não a Suína.
Nos EUA a loucura começou... Em alguns estados como Maryland, a vacina é obrigatória a todas as crianças e qualquer criança não vacinada não poderá frequentar a escola. Qualquer pai que se recuse a vacinar os seus filho, poderá ser preso por atentado contra a saúde pública. Mas em Massachusetts, quem recusar a vacina irá ser multado até 1.000 dólares por dia e em desobediência continuada será detido por 30 dias e vacinado compulsivamente.
Vocês podem recusar a vacina, mesmo que o estado a torne obrigatória. O Estado tal como a policia existem e actuam por consentimento, a população tem de consentir por forma a dar-lhe o poder. Não consintam, pacificamente digam NÃO se acham que o devem dizer..
Não há perigo, hoje afirmo-o. Se houvesse perigo da mistura entre o vírus da gripe suína e o vírus da gripe normal, teriam morrido milhões no hemisfério sul. Sim pois o inverno está a acabar lá. Liguem a TV, alguém fala disso? Alguém vos diz que não existiram mortes fora do normal? No hemisfério sul nada aconteceu, tal como nada acontecerá aqui, mas a vacina tem efeitos secundários que podem até matar.
O inverno deles tem os mesmos efeitos que o nosso e os dados vindos de lá, apontam para um numero rde mortes quer da gripe sazonal quer da gripe suína.
Vale a pena arriscar a saúde e a vida por causa de 0,05% de chances de contaminação mortal por H1N1?
Portugal, naturalmente, não poderia fugir a esta polémica: a vacina usada o nosso País foi recusada nos EUA!
A Pandemrix, a vacina aprovada pela Agência Europeia do Medicamento e que está a ser administrada desde segunda-feira em Portugal, foi rejeitada pelos Estados Unidos, por conter substâncias que podem, alegadamente, provocar danos na saúde!
domingo, 1 de novembro de 2009
Cientista da OMS Detém Patente de Vírus da Gripe Suína Criado em Laboratório


Abaixo alguns dos emails destes inestimáveis cientistas:
peter.palese@mssm.edu, adolfo.garcia-sastre@mssm.edu, jricht@nadc.ars.usda.gov, richard.webby@stjude.org, kelly.lager@ars.usda.gov
Que tal perguntarmos a eles sobre a veracidade desta patente e o porquê dela existir?
Clique aqui para baixar o pdf com o registro da patente.
UPDATE: Aparentemente este vírus seria para confecção de vacinas para uso em porcos. Ainda assim me parece muito suspeito que tenha sido registada 2 meses antes do surto inicial da gripe suína em humanos.
Fontes:
Patents Online: Genetically Engineered Swine Influenza and Uses Thereof
sábado, 31 de outubro de 2009
A Quem Custa Perceber Que a Verdade Não Teme a Investigação?...

Dentro dessas tais teorias, o 11 de Setembro e a ida do Homem à Lua constituem, para eles, fontes desnecessárias de debate. Como sempre, está sempre tudo dito, está sempre tudo escrito, pouco ou mesmo nada há a acrescentar. Claro que a tentativa doentia e obcessiva de ridicularizar quem duvida da veracidade da história oficial apenas tem um relativo sucesso porque as pessoas, primeiro, são entupidas com "testemunhos e factos provados" sempre "aos milhares". Segundo, as consequências para quem tem coragem de, mesmo assim, duvidar, estão à vista de todos: "teóricos da conspiração", "maluquinhos", "dementes", etc., etc., etc.. Mesmo quando não existem respostas para isto ou para isto, os rótulos mantêm-se.
Outro ponto que irrita os crentes exterminacionistas é quando revelamos os "outros Holocaustos". A resposta deles é que "estamos a branquear acções criminosas de um regime com atrocidades (que eles raramente admitem) de outros ainda piores (que eles também raramente admitem). Portanto, se dependesse deles, crimes como estes ou as verdadeiras intenções doutros nunca seriam discutidos e analisados. Aliás, sobre The Chief Culprit: Stain’s Grand Design to Start World War II, de Viktor Suvorov, aconselhamos a vossa passagem por aqui e aqui. Poderíamos recordar Dresden, Hiroshima, Nagazaki, mas eles já foram anteriormente analisados noutros 'posts' não queremos ser repetitivos.
Como facilmente se percebe - apenas algumas mentes doentias e obcessivas é que não percebem - a historiografia não se compadece com tabus e censuras, com multas e prisões, especialmente contra quem apenas e só tem uma versão diferente dos factos. Todos os dias se investigam novos dados - seja qual for o tema - e se recolhem novas provas que não fazem dos anteriores investigadores e dos anteriores trabalhos "uma mentira". Ninguém é multado ou preso por provar que algo não se passou realmente daquela maneira. Então por que é que o facto histórico denominado 'Holocausto' constitui a excepção???!!!
Por que continuam a ser "anti-semitas" e "nazis" todos os que abordam o Holocausto de uma forma diferente?
A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO. Porém, alguns custa-lhes muito perceber isso. Não sei, sinceramente, se é azia ou simplesmente a limitação de serem mesmo ignorantes.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Estranhas Coincidências

Vários sítios da Internet dão conta das coincidências entre Abrahan Lincoln e John Fitzgerald Kennedy, os dois Presidentes dos EUA assassinados:
- Lincoln foi eleito para o Congresso em 1846. Kennedy chegou ao congresso 100 anos depois, em 1946.
- Lincoln foi eleito Presidente em 1860. Kennedy foi eleito em 1960.
Lincoln e Kennedy foram assassinados numa sexta-feira. - O secretário de Lincoln chamava-se Kennedi. A secretária de Kennedy tinha Lincoln no nome.
- Os homens que sucederam a Lincoln e a Kennedy chamavam-se Johnson: Andrew Johnson e Lyndon Johnson.
- O assassino de Lincoln, John Wikes Booth, nasceu em 1839. O assassino de Kennedy, Lee Harvey Oswald, nasceu precisamente 100 anos depois, em 1939. Os nomes dos dois assassinos têm 15 letras.
- O assassino de Lincoln fugiu de uma sala de espectáculos e foi apanhado escondido num armazém. O assassino de Kennedy fugiu de um armazém e foi apanhado numa sala de espectáculos.
Há coisas...
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
10 Mitos Sobre a Idade Média

A Idade Média durou aproximadamente entre o séc. V e o séc. XVI - num total de 1.100 anos. Durante o tempo que se seguiu à Idade Média (que frequentemente é definido
como Iluminismo), o milénio prévio foi criticado e condenado - assim como nós actualmente condenamos algumas acções durante o Período Vitoriano. Muitos dos escritores do recentemente inventado movimento Protestante atacaram de forma dura a Idade Média por causa do seu Catolicismo. Infelizmente, muitos dos mitos e juízos falsos que se lançaram naquele tempo ainda existem actualmente. A lista que se segue tem o objectivo de “acertar algumas agulhas”.
Contrariamente ao que muitos acreditam, foi na Idade Média que nasceu o sistema jurídico e os julgamentos eram, na realidade, bastante justos. A pena de morte era considerada extremamente severa e apenas era usada nos piores crimes, como homicídio, traição ou fogo posto.
Apenas com Elizabeth I se começou a usar a pena de morte como forma dela se livrar dos oponentes religiosos. Degolar em público também não acontecia como vemos nos filmes - era um castigo aplicado apenas aos ricos e, normalmente nem eram executados em público. O método mais comum de execução era o enforcamento – e as fogueiras também eram extremamente raras (e, normalmente, utilizadas depois do criminoso ser enforcado).
Durante a Idade Média (até Gutenberg aparecer) todos livros tinham que ser escritos à mão. Isso era uma tarefa demorada e que levava muitos meses – particularmente com um livro tão grande quanto a Bíblia. O trabalho de copiar os livros foi deixado aos monges que estavam nos mosteiros. Esses livros eram incrivelmente valiosos e eram necessários em todas as Igrejas a partir do momento em que a Bíblia era lida em voz alta todos os dias. Para proteger estes livros valiosos, eles eram trancados. Não havia nenhuma conspiração para manter a Bíblia longe das pessoas – os cadeados queriam dizer que a Igreja pretendia garantir que as pessoas podiam ouvir a Bíblia todos os dias. E para mostrar que era não só a Igreja católica que colocava cadeados nas Bíblias para segurança, a mais famosa "Bíblia encadeada" é o "Grande Bíblia" que Henry VIII tinha criado e tinha ordenado para lida nas igrejas protestantes. Podem ler mais sobre este assunto aqui. A diocese Católica de Lincoln faz um comentário sobre esta prática aqui.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Caça às Bruxas, Caça à Multa ou Apenas a Caça à Liberdade de Expressão?
Vamos ver mais estes dois exemplos:
Tribunal Alemão aplica multa a Bispo que nega o Holocausto - Um bispo ultraconservador Britânico foi multado em 16,822 dólares (12,000 euros) na Alemanha por ter negado o Holocausto numa entrevista a uma televisão Sueca.
Um tribunal da cidade de Regensburg, na Baviera, aplicou uma multa contra Richard Williamson por incitamento e ligação à negação do Holocausto, afirmou o seu advogado Matthias Lossmann.
Penso que se lembram:
Será que se ele viesse defender a justiça da invasão da Hungria ou da Checoslováquia em Maio de 1968 também seria condenado? Será que se ele viesse defender o regime de Estaline com os seus Gulags e a sua KGB também seria multado?
Outro exemplo:
França condena cómico negro por anti-semitismo - Juízes Franceses condenaram o comediante negro de extrema-direita [vou escrever outra vez: Dieudonne M'bala M'bala , um COMEDIANTE NEGRO DE EXTREMA-DIREITA????!!!!! O jornalista que escreveu esta pérola merecia um prémio… O PRÉMIO DA ESTUPIDEZ!!!!] ao pagamento de 20.000 euros (30.000 dólares), devido a um espectáculo considerado anti-semita e onde ele convidou um notável negacionista do Holocausto ao palco.
O tribunal de Paris multou Dieudonne M'bala M'bala, um Francês com 43 anos e actor de “stand up comedy“ a 10.000 euros de multa pelos seus “insultos anti-semitas em público” e a mais 10.000 euros por danos e honorários judiciais às organizações que o processaram.
O actor Francês foi processado depois de ter convidado Robert Faurisson, um académico já condenado pela prática da negação do Holocausto, para o palco durante um espectáculo de comédia em Paris para receber um prémio satírico de um actor vestido como um Judeu detido num campo de concentração.
O cómico admitiu na audiência que o espectáculo tinha sido um "atentado à bomba com comédia", mas defendeu o seu direito à liberdade de expressão. Organizações anti-racistas e de defesa dos Judeus congratularam-se com o veredicto.
Recordemos:
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Mulher Atacada Por Andar Em Calçada Só Para Homens

Yoel Kraus, membro de uma seita fundamentalista judia denominada Eda Haredit, foi detido no domingo passado depois de a vítima ter denunciado o ataque à polícia.
O incidente ocorreu há duas semanas durante a festividade dos Tabernáculos. A mulher ‘ousou’ caminhar por uma calçada só para homens, depois dos avisos de Kraus para sair dali.
Segundo o acordo policial, o atacante deverá permanecer detido durante cinco dias fora de Jerusálem e não está autorizado para regressar à cidade dentro de duas semanas. O homem está ainda proibido de participar em manifestações e actos públicos durante um mês.
Os líderes ultra-ortodoxos residentes no bairro de Mea Shearim decidiram há três anos que, para preservar as restritas regras do recato da comunidade, homens e mulheres deviam caminhar por calçadas diferentes da rua.
Durante as festividades, os líderes do bairro pediram a dezenas de segurança que patrulhavam a zona para manter a lei, mas Kraus decidiu obrigar ao seu cumprimento por sua própria iniciativa.
A mulher atacada não chegou a pedir assistência médica. [podem ler a notícia aqui]
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (III)
Podemos acreditar em OVNIS - HÁ TANTOS TESTEMUNHOS!!!! - mas ninguém é multado ou preso por acreditar ou não, por falar sobre isso, por escrever a defender a sua veracidade ou a sua falsidade!
O mesmo se passa com Deus. Podemos duvidar da sua existência porque actualmente já ninguém vai para a fogueira por causa disso! José Saramago chamou "filho da puta" a Deus no seu mais recente livro "Caim" e as pessoas, no máximo, só poderão criticar as palavras e a atitude mas ninguém o vai multar ou prender! É a sua "liberdade de expressão" que funcionou. Goste-se ou não.
Vamos a um caso muito recente passado em Portugal: Maitê Proença utilizou a sua "liberdade de expressão" para ridicularizar a História e o povo Português - e depois veio dizer que era só "humor e vontade de brincar porque eles no Brasil brincam muito e com tudo".
E a pensar também na minha liberdade de expressão e de informação, resolvi colocar aqui uma das muitas respostas que encontrei na Internet:
"Cara Maitê,
Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!
Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!
Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?
Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...
Sabes o que me lembrei???
Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:
1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7ª maravilha do mundo??"
2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."
3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em ipanema gritando o seguinte: "quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? e vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)
4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este "preto" era bom?? para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"
Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!
Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!
Um beijo pá..
E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programa porque há pasteis para todas!!
Beijos pá
Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.
Outra chamada de atenção que quero fazer, será o facto de usar a expressão "preto" no ponto 4º. não terá qualquer intenção racial subjacente ...será uma forma de ironizar a desplicência com que Maitê trata de alguns temas. Longe de mim querer magoar qualquer tipo de raça..."
Ofensivo? Xenófobo? Foi a "liberdade de expressão" da pessoa que o escreveu...
Encontrei depois outras formas de "liberdade de expressão" que procuravam criticar o vídeo de Maitê Proença - alguns bastante exagerados, diga-se. Mas... existe ou não "liberdade de expressão" para todos?! Ou é só para alguns?!!!
O meu preferido deixei para o fim:
