quarta-feira, 21 de outubro de 2009

Colonos Judeus Para Angola - As Tentativas Que Fracassaram




Uma página esquecida da História de Portugal

[sobre este assunto podem ler também aqui]

Uma pequena advertência que naturalmente se impõe.


Embora os casos das diversas diligências frustradas da imigração ou tentativa de colonização do planalto de Benguela, no então território português de Angola (iniciativas essas cujos começos antecederam a própria Declaração Balfour), pela parte dos Judeus, possam parecer algo deslocadas do tema central deste livro, o autor não quis deixar de abordar neste trabalho essas situações que já fazem parte integrante da história política e diplomática – de Portugal e do povo judeu – mas que a maioria dos portugueses lamentavelmente ignora que existiram. Focamos este assunto impelidos pelo óbvio interesse histórico que ele, realmente, merece.

A maioria dos portugueses ignora, de facto, que Angola no seu passado, e quando ainda era uma terra portuguesa, esteve na calha para receber largos contingentes de colonos judeus. Toda esta história tem o seu começo durante a Primeira República Portuguesa, no ano de 1912, dois anos após a implementação da dita em 5 de Outubro de 1910, e prosseguirá durante os anos 30 e 40, ou seja, antes e durante o trágico decorrer da Segunda Guerra Mundial de 1939-1945.


A primeira diligência nesse sentido foi levada a cabo por W. Terlo, um enólogo judeu, cujas averiguações no sentido de virem a ser alojados no território de Angola imigrantes judeus, levaram a que no dia 15 de Junho de 1912 (note-se que a famosa Declaração Balfour só será feita em 2 de Novembro de 1917), no Parlamento português, por unanimidade, fosse aprovado um projecto-lei ao qual foi dado o nome de Projecto Bravo. Nome do deputado Manuel Bravo.

Tal projecto contemplava a colonização, pela parte dos Judeus, de uma determinada parcela no planalto de Benguela, em Angola, cujo tamanho seria cerca de 45.000 quilómetros quadrados. Depois dessa aprovação, o citado decreto tinha apenas que ser incorporado na Constituição. Todavia, a Jewish Territorial Organisation (Organização Territorialista Judaica), um organismo judaico criado para a pesquisa de um refúgio para o povo judeu, não esteve de acordo com o Projecto Bravo, que lhe foi apresentado na cidade de Viena, na Áustria, entre os dias 27 e 30 de Junho de 1912.

As razões apresentadas pela citada Jewish Territorial Organisation foram que as concessões dadas por Portugal eram, no seu entender, diminutas. Fizeram igualmente reparos negativos às condições económicas que reduziam as doações de terrenos somente para colonos judeus individuais, o que não permitia fortes investimentos colectivos, ou empresariais pela parte das
grandes sociedades financeiras judaicas. Mas, sobretudo, a Jewish Territorial Organisation, queria que Portugal lhes concedesse o direito de lá constituir uma área para a construção de «uma mova pátria judaica» o que, obviamente o governo português sempre rejeitou, até porque o primeiro artigo do referido projecto, que um pouco mais tarde viria a ter a designação de 200 B, estipulava desde logo que os colonos judeus se deviam tornar portugueses para assim poderem usufruir da posse dos terrenos.


Está bom de ver que o interesse das organizações judaicas em Angola residia no facto de um eventual assentamento de uma colónia judaica nesse território da África ocidental portuguesa ser passível de uma concessão do governo de Lisboa que lhes permitisse lá a instalação de uma zona com autonomia política, económica e administrativa própria, coisa que, evidentemente, era absolutamente incompatível com a soberania portuguesa. Além disso o mesmo documento parlamentar reafirmava o princípio inalienável do português como língua oficial das escolas e de todos os documentos oficiais e públicos que viessem a ser usados pelos judeus ali instalados. Isto para evitar aquilo que já em 1910, o então presidente da Câmara (Kaymakam) de Nazaré, durante a dominação do Império Turco Otomano, escreveu:


...Os judeus não convivem absolutamente nada com os otomanos; não lhes compram nada. Possuem um banco especial... Em cada aldeia e em cada colónia fundaram uma comissão central e uma escola... Os judeus possuem também uma bandeira azul com a Estrela de David no meio... Hasteiam essa bandeira em lugar da bandeira otomana... Quando os Judeus se dirigem às autoridades administrativas declaram que se encontram inscritos nos registos otomanos (isto é: que são súbditos otomanos), mas trata-se de uma mentira e de um embuste... (1)
Também reforçando o que acima é descrito, podemo-nos valer do que escreveu Maxime Rodinson, e que pode ser aqui apontado como um certo exemplo de «autonomia» judaica que existia no tempo do mandato britânico sobre a Palestina, como após esta, isto é:
...os judeus encontram-se também unidos por redes quase autónomas no domínio económico; cooperativas, organização central de distribuição, sindicatos agrupados no poderoso Histradut, que funcionava como empresário capitalista, banqueiro, segurador, proprietário predial e fazia
ainda funcionar uma espécie de seguro social... (2)
Apesar de tudo, a Jewish Territorial Organisation, organizou uma espécie de expedição a Angola sob a superior assessoria de um cientista inglês de nome J. W. Gregory. Pesquisaram cerca de 3.000 quilómetros quadrados, mas chegaram à conclusão final que a colonização não era exequível.
O tempo passou, e em 20 de Janeiro de 1934 houve outra tentativa para levar colonos judeus para Angola. Faz-se aqui notar que os nacional-socialistas já tinham chegado ao poder na Alemanha um ano antes. Foi mais ou menos na data acima referida que o embaixador de Portugal na cidade de Londres, Ruy Ennes Ulrich, informou o governo português de que tinha sido contactado por duas importantes personalidades judaicas de origem alemã, o dr. Fritz Seidler, que tinha sido secretário do ex-presidente alemão, Streseman, e pelo dr. Ernst Meyer, que era membro da Federação Internacional dos Jornalistas, que o informaram que andavam em demanda de um território para colocarem judeus alemães instruídos. Fizeram questão mesmo de sublinhar este importante pormenor. Na sua opinião Angola era uma extraordinária
alternativa à Palestina, dado nessa altura estarem em curso rigorosas restrições (impostas pelas autoridades britânicas) à imigração judaica para essa região do Médio Oriente. (3)
Porém, no dia 24 de Fevereiro de 1934, o referido embaixador português na Grã-Bretanha, numa nota enviada ao Palácio das Necessidades, em Lisboa, recomendou um parecer negativo à instalação de judeus alemães em Angola. Nesse entretanto, e através de uma carta, o dr. Fritz Seidler, comunicou que uma Sociedade de Refugiados, com sede na cidade francesa de Paris, estava na inteira disposição de conceber um banco capaz de financiar essa colonização em Angola.

Todas estas movimentações acabaram por chegar a um jornal inglês, o Daily Herald, que publicou em 30 de Abril de 1934 um artigo intitulado:


Nova casa para 5.000.000 de judeus. Projecto de acordo para o Oeste de África. Portugal
oferece-se para dar terra.
Como é comum nestes casos, no citado jornal especulava-se fortemente sobre a existência de convénios secretos com o governo português e agentes judaicos, que dariam àqueles um Estado independente em solo de Angola. Mais dizia o periódico que esses judeus seriam provenientes da Alemanha, da Áustria e de vários outros lugares da Europa Oriental. O jornal também adiantava que tal situação a ser constituída em Angola seria nos primeiros tempos tutelado pela Sociedade das Nações. A notícia finalizava com a afirmação de que o governo português e o Private Inquires (Inquéritos Privados) do Governo de Sua Majestade Britânica teriam anuído integralmente ao plano.

Perante o assomar de todas estas notícias postas a circular, o governo português pronta e categoricamente as desmentem, quer perante a agência noticiosa Reuter, quer perante o jornal judaico Jewish Chronicle.
Uma outra tentativa ocorreu em Dezembro de 1938. Desta vez a iniciativa partiu de um judeu francês de nome Jacques Politis, que pessoalmente se deslocou à capital portuguesa. O que o acalentava neste novo empreendimento era unicamente arranjar um lugar seguro para centenas de milhares de judeus que corriam sérios riscos. Este plano não anunciava a constituição de nenhum lugar autónomo judeu no território português de Angola. O projecto de Jacques Politis não só concordava com o uso do português nas escolas e nos assuntos políticos e oficiais, como considerava que o uso da língua portuguesa fosse obrigatória entre todas as famílias judias lá instaladas. Mais ainda: caso Angola fosse atacada, cada colono judeu se empenharia na luta ao lado das forças militares portuguesas.

Em todas estas complexas movimentações conducentes à instalação de judeus em Angola, foi também referenciada, em 1938, a presença em Lisboa do escritor judeu alemão Stefan Zweig, isso como representante da Freeland League Jewish Territorial Colonization (Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial – Em fuga de Hitler e do Holocausto, Irene Flunser Pimentel, A Esfera dos Livros, pág. 87).

Precisamente no ano em que tudo isto decorria, aconteceu, em França (Julho de 1938) a Conferência de Évian (4), especialmente marcada para proceder ao estudo sobre a questão dos judeus residentes em vários territórios. Estiveram lá presentes trinta e um países, mas nenhum se mostrou verdadeiramente interessado em aceitar judeus nos seus territórios. Foi nesse encontro internacional que, apesar de tudo, nasceu uma nova organização, isto é: a Comissão Intergovernamental, conhecida pelo acrónimo de I.G.C. (5). Esta entidade, presidida por Sir Herbert Emerson, viria a ter contactos com as autoridades nacional-socialistas do III Reich, conducentes ao abandono do território alemão por centenas de milhares de judeus.
Nos finais de Outubro de 1938 o próprio governo hitleriano mostrou concordância em negociar com a IGC, tendo em Dezembro desse mesmo ano se deslocado a Londres, com esse objectivo, o presidente do Banco Central Alemão, Hjalmar Schacht. Tal programa de saída de judeus da Alemanha teria que se processar em várias etapas e ser precedido de uma compensação financeira para o III Reich. Estas negociações falharam porque os Alemães e a outra parte interessada nunca chegaram a um acordo financeiro que fosse satisfatório. Na realidade os Alemães exigiram verbas fabulosas.
Uma outra oportunidade para a concretização da instalação de judeus em Angola, surgiu em Junho de 1939. Foi o seu promotor o dr. Augusto d’Esaguy, um destacado membro da comunidade judaica de Lisboa e presidente da comissão portuguesa para a assistência aos refugiados judeus (Comassis) (6), que visitou em Londres sir Herbert Emerson, tendo-lhe transmitido a ideia que o novo governador de Angola, o seu amigo dr. Mano, estava receptivo à ida para lá de judeus.
Ainda sobre esta questão, ver Angola – A Terra prometida no “Império”? Os projectos para uma colonização israelita em Angola, Ansgar Shaefer, Historia, Ano XVII (Nova Série), nº 9, Junho de 1995, págs. 32-35. Também de Ansgar Shaefer, ler o seu importante capítulo: Sião em Angola, págs. 77-92, no livro Israel, Ontem e Hoje, livro organizado por Esther Mucznik e Joshua Ruah, editado pela Difel. Ainda para completar os conhecimentos sobre este tema, ver O projecto de colonização judaica em Angola/O debate em Portugal da proposta da ITO (Organização Territorial Judaica) – 1912-1913, in Clio, Revista do
Centro de Historia da Universidade de Lisboa, vol. 6, 1987-1988, págs. 79-105.

Continuando sobre este assunto, ver A colonização judaica em Portugal e nas colónias: um israelita russo, membro do Conselho de Estado e do Supremo Tribunal de Moscow, veio expressamente a Lisboa tratar do assunto, jornal A Capital, Lisboa, 20/5/1912, e o livro de Jorge Martins, Portugal e os Judeus (Volume III), editado pela Documenta Histórica (Série Especial), Nova Veja, Lda, capítulos 1.3. Projectos sionistas em Portugal, 13.1 Theodor Herzl e o projecto da colónia judaica em Moçambique, 1.3.2. O projecto republicano de colonização judaica de Angola, págs. 67-80.
E quais eram os ecos, em Portugal, de todas estas movimentações? Eram de enorme desconfiança, já que os portugueses, perante uma massa tão grandiosa de colonos judeus, receavam (não sem razão, diga-se) que isso representasse o fim da soberania portuguesa em Angola. Além de tudo o mais os portugueses nunca se tinham esquecido que durante o final do século XIX os colonos alemães tinham realizado uma tentativa para a Alemanha anexar o território de Angola. Por isso, a aceitação de colonos alemães, judeus ou não, em Angola, foi vista com enorme desconfiança pela parte das autoridades portuguesas. No prato da balança
pesou sempre em última análise a razão de eles serem alemães e constituírem um factor perigoso a ter em devida conta.
Segundo fontes do Anuário Demográfico de Portugal de 1941, em 1940, o quadro da população em Angola era de 3.737.918 habitantes, desta maneira distribuída: 3.665.800 pretos (98,07%), 44.083 brancos (1,18%) e 28.035 mestiços (0,75%). Se fossem lá instalados 5.000.000 de judeu o desequilíbrio seria absoluto o que de modo algum, como se compreenderá, Portugal estava disposto a aceitar.
Os tempos eram de enorme instabilidade política no mundo, e especialmente na Europa. Nesse sentido o próprio Foreign Office (7) britânico receava que as suas colónias africanas confinadas com Angola e Moçambique estivessem ameaçadas por judeus alemães instalados em Angola. Para que se compreenda melhor a situação deixamos aqui a seguinte nota que o mesmo emitiu:
(...) nós devemos decidir desde já apormo-nos a qualquer aproximação dos portugueses com o assunto e não podemos tolerar a presença de um grande número de judeus alemães em Angola durante o tempo da guerra, que pode ser uma fonte de perigo para as nossas colónias africanas.
Por último, convém aqui referir que existiu um derradeiro e muito poderoso motivo que naturalmente obstou a que milhões de judeus fossem acolhidos em Angola. Em 11 de Abril de 1933 fora promulgado o Acto Colonial, no qual constava através do Título I, Garantias Gerais, Artº 2º, o seguinte:
(...) É da essência orgânica da Nação Portuguesa desempenhar a função histórica de possuir
e colonizar domínios ultramarinos e de civilizar as populações indígenas que neles se compreendam, exercendo também a influência moral que lhe é adstrita pelo Padroado do Oriente.
Desta forma muito firme e determinada ficava estabelecido que Portugal tinha em África uma missão imperial como difusora da civilização cristã e ocidental, e daí, a nação portuguesas, não admitir ou aceitar quaisquer outros planos que pudessem reduzir ou até levar à perda irreparável da secular presença lusa em África, nomeadamente sobre Angola. Portugal, com extremo orgulho e legitimidade histórica, não admitia que a soberania que possuía em terras de África, herdadas dos seus maiores, devesse ser discutida em Genebra, em Paris, em Londres, em Berlim, em Washington ou Roma.
Deve-se aqui acrescentar que a citada organização que nos começos deste capítulo focamos (I.T.O.) foi fundada em 1905 por Israel Zangwill, um escritor judeu de nacionalidade britânica (será dele o famoso, quanto equívoco, slogan sobre a Palestina: «A terra sem povo para um povo sem terra», motivada por uma cisão havida durante o 7º Congresso Sionista, tentou igualmente implementar um Lar Nacional Judaico no Canadá e na Austrália, mas as respectivas populações foram totalmente contrárias a tais projectos. Perante esses resultados negativos a I.T.O. enviou também expedições à Mesopotâmia (Iraque) e à Cirenaica (Líbia). Todos estes esforços resultaram em vão.
Todavia, entre 1907 e 1914, conseguiu instalar nos E.U.A., em Galverston (Texas) uma pequena comunidade judaica de cerca de 9.000 pessoas. Na realidade a I.T.O. defendia a teoria de que um Lar Nacional para os Judeus poderia ser instalado em qualquer outro lugar que não a Palestina, ao contrário do que defendia a corrente do sionismo político de Herzl, que sempre teve a Palestina como a sua grande meta. Também uma das razões relevantes que levaram os círculos judeus territorialistas a mostrarem grande interesse por Angola deveu-se ao facto de Portugal não ter uma ideologia anti-semita, garantindo, assim, aos judeus os mesmos direitos dos cristãos.

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António José dos Santos Silva
(um excerto do seu livro Medinat Yisrael e Palestina – Raízes e razões de um conflito)



(1) – Turks, Arabs and Jewish immigration, N. Mandel, págs 95 e segs.
(2) – Dossier do Conflito Israelo-Árabe, Editorial Inova Limitada, págs. 66-77.
(3) – Convém igualmente mencionar que, mais tarde, Roosevelt teve também em mente fazer um pedido ao governo português para a instalação de judeus em Angola. Foram estas ideias (e outras) de activa solidariedade à causa judaica, que teriam motivado um senador americano, que teve uma conversa com o presidente Roosevelt, a afirmar: «sinto que o presidente será o novo Moisés que conduzirá os filhos de Israel para fora do deserto.» (Palestine Post, 6 de Março de 1944). Embora, se sinta, que essa afirmação possa estar em contradição com o queefectivamente Roosevelt tinha na ideia, ou seja: este não sugeria uma instalação de judeus no território da Palestina... antes concretamente em Angola.
(4) – Não confundir a Conferência de Évian, que aqui neste livro é referida, com os célebres Acordos de Évian, firmados em 18 de Março de 1962 entre a França do general Charles de Gaulle e os rebeldes argelinos da FLN-Frente de Libertação Nacional (guerra da Argélia – 3 de Novembro de 1954 a 3 de Julho de 1962), que conduziria a nação argelina à independência. A citada Conferência de Évian herdou o nome da pequena localidade francesa de Évian les-Bains.
(5) – Portugal recusou sempre participar nos trabalhos da IGC subsequentes à Conferência de Évian, já que o governo português não tinha sido convidado para assistir à mesma e, como tal, afirmou, não fazia sentido que fosse convidado «para executar medidas em cuja elaboração não tomamos parte e de que não tínhamos conhecimento.»
(6) – Outra relevante entidade judaica que prestou activa assistência aos refugiados judeus que aportaram a Portugal, antes e durante os duros anos da Segunda Guerra Mundial foi o CIL (Comunidade Israelita de Lisboa). Foi presidida pelo judeu sefardita português, o economista Moisés Amzalak (amigo e colega de António de Oliveira Salazar na Universidade de Coimbra), tendo como vice-presidente outro judeu sefardita português, o médico Elias Baruel. Outro importante dirigente foi Samuel (Sam) Levy. O apoio financeiro dos judeus americanos do Joint foi fundamental para esta estrutura ter podido funcionar da forma mais proficiente. Para saber mais sobre o CIL consultar o sítio na net
http://www.cilisboa.org/
(7) – Designação do Ministério dos Negócios Estrangeiro do Reino Unido.

segunda-feira, 19 de outubro de 2009

Série Turca Polémica Levanta Protestos de Israel

O Ministro dos Negócios Estrangeiros Israelita Avigdor Lieberman convocou, na última quarta-feira o embaixador Turco em Israel como protesto contra um novo drama passado na televisão da Turquia e que retrata os soldados das Forças de Defesa de Israel como brutais assassinos. Lieberman instruiu os funcionários do Ministério dos Negócios Estrangeiros para protestarem face dos seus homólogos Turcos. Ele realçou que este tipo de séries reflectem um grave nível de incitamento ao ódio - e com a aprovação do governo.

O programa chamado Ayrilik, apresenta uma história de amor que se desenvolve durante a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, segundo a imprensa Israelita. No entanto, parte de um episódio disponível no YouTube mostra várias imagens do IDF abrutalizar o população Palestiniana, com crianças a serem abatidas com tiros no peito e pontapés em pessoas idosas no chão, entre outras coisas.

No vídeo, os soldados Israelitas podem ser vistos a disparar no peito contra uma menina que apenas sorri, a fazerem avançar um tanque através de uma rua movimentada e alinhando um pelotão de fuzilamento para atirar contra os Palestinianos. O programa foi transmitido no canal Turco TRT1, canal de televisão patrocinado pelo próprio estado., segundo a imprensa Israelita.

Eles também relatam que o drama passado na Web "traz para a realidade a ferida aberta da Palestina. Retrata a tragédia de ambos os lados ao longo de gerações... Esta temporada foca as mulheres e crianças e a história da Palestina, bem como a noção de que o solução final é o amor, a compaixão e paz no mundo." [leia a notícia na íntegra]


sábado, 17 de outubro de 2009

Brasileira Processada Por Forjar Ataque Neonazi


A Procuradoria de Zurique, Suíça, acusou oficialmente a cidadã brasileira Paula Oliveira, que prestou declarações falsas à polícia sobre um ataque de neonazis, pelo crime de induzir a Justiça em erro, divulgou hoje a imprensa do Brasil.

A advogada brasileira, 26 anos, alegou ter sido agredida, a 09 de Fevereiro, por um grupo de neonazis na cidade de Dubendorf, a cerca de cinco quilómetros de Zurique, quando falava ao telemóvel com a mãe.
Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a cidadã brasileira pode vir a ser condenada até três anos de prisão por falso testemunho à Justiça.

(...) Dez dias depois do alegado ataque, a cidadã brasileira admitiu à polícia suíça ter encenado tudo, que não estava grávida e que se tinha auto-mutilado.

(...) O caso suscitou na altura indignação na opinião pública suíça e reacções de desagrado do Presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, entre outros altos responsáveis brasileiros, contra "um caso com uma clara motivação xenófoba". [leia a notícia na íntegra]
Desta vez parece que o embuste não correu lá muito bem... rsrsrsrsrsrsrs

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Lady Renouf no Parlamento Europeu - "UMA PROVA - UMA ÚNICA PROVA!"


Há várias formas de impedir que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação em nome de qualquer coisa que nunca ninguém percebe muito bem o que é.
Por exemplo,
podemos tentar impedir que a pessoa "incómoda" faça a difusão da matéria "incómoda". Podemos, por exemplo, fazer desaparecer a pessoa incómoda. Podemos, no fundo, fazer uma série de coisas que, dizem alguns, é tudo em nome da nossa própria "segurança e bem estar" (???!!!) - esta é a tal parte que eu nunca percebo muito bem o que é...

Mas para que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação não podem existir assuntos protegidos e intocáveis. Infelizmente, todos sabemos que o facto histórico denominado "Holocausto" é o único sobre o qual não se pode falar abertamente sem se correr o risco de sermos imediatamente rotulados de "nazis" ou "anti-semitas" se duvidarmos ou questionarmos a versão oficial.

Seguidamente, iremos apresentar um verdadeiro acto de coragem
[o original foi retirado daqui - e tem ainda umas notas finais de Robert Faurisson]:

No Parlamento Europeu, durante a conferência contra a “Negação”,
Lady Renouf pediu uma prova, uma simples prova, do “Holocausto”

De Londres, onde vive, Lady Michèle Renouf esteve recentemente em Bruxelas e aí, com as necessárias autorizações, no dia 6 de Outubro de 2009, teve a possibilidade de tomar parte, no edifício do Parlamento Europeu, na conferência sobre “Negação e Democracia na Europa”. Dedicada à preparação de uma lei ‘pan-Europeia’ que tem a intenção de criminalizar o revisionismo (mais conhecido como “negação do Holocausto”), a conferência atraiu cerca de duzentas pessoas, entre os quais alguns membros do próprio Parlamento Europeu; foi moderada pelo Alemão Elmar Brok, um antigo jornalista, ele próprio também um ‘MEP’. Numa ligeira intervenção em Inglês, Lady Renouf resumiu os argumentos de várias intervenções, naturalmente todas anti-revisionistas, cada uma mais miserável do que a outra.

Entre as fotografias que ela incluiu na sua apresentação estão algumas de Gilles Karmazyn; até agora, nos seus longos esforços na Internet a fim de localizar revisionistas e os seus escritos, este pobre Torquemada tinha tido sucesso em esconder a sua face e nenhuma imagem sua conseguia ser encontrada no Google ou na Wikipedia.

Mas o mais surpreendente é que, por sorte, Lady Renouf, desconhecida para as pessoas presentes na conferência, obteve permissão para falar depois dos participantes que estavam no programa e ela – que não é nem revisionista nem anti-revisionista – conseguiu fazer um apelo para um debate livre sobre “o Holocausto“; foi ao ponto de pedir, como conclusão naquele debate, uma prova, uma única prova da existência das câmaras da gás Nazis.

Em todo o caso, nos tempos actuais, parece existir a sensação de eu os argumentos exterminacionistas, como dizem os Americanos, é algo que corre sem combustível. Podemos mesmo questionar se a mentira das supostas câmaras de gás Nazis de gás estão, mais ou menos, no mesmo patamar que Ariel Sharon. E, se estão mortos, não é mais do que tempo para os enterrar?


Um comentário breve e enérgico

Aqui está, a seguir, o breve e enérgico comentário de Lady Renouf. No mesmo, as letras “WMD” designam “weapons of mass destruction” [armas de destruição em massa] atribuídas a Adolf Hitler, ou seja, “câmaras de gás” e também “furgões de gás”, supostamente concebidas e usadas para assassinar Judeus na Europa, mas que, em ambos os casos, jamais tenha sido encontrado qualquer vestígio que o prove e que, por óbvias razões físicas e técnicas, são, simplesmente, inconcebíveis.



Obrigado, Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores


Esta conferência é intitulada "Negação e Democracia". Há, seguramente, apenas uma maneira de combater a "negação" num contexto "democrático" – não instituindo debates sobre a negação através de Europa, mas, em vez disso, fornecendo provas documentais que desmintam os negacionistas. Há duas semanas, Benjamin Netanyahu dirigiu-se às Nações Unidas argumentando que possuia provas – os denominados desenhos técnicos de construções industriais de WMD – e que tinha sido rejeitadas por peritos Judeus, tal como Professor Van Pelt, que foi ao ponto de dizer que "os negacionistas devem estar a divertir-se porque isto demonstra como as pessoas são crédulas". Estes mesmos documentos apresentados como provas por Netanyahu, foram, aliás, inicialmente descobertos e publicados em 1976 (como prova da normalidade das câmaras de gás para desinfectar a roupa) pelo veterano revisionista Professor Robert Faurisson!

Poderá esta conferência especializada ter sucesso onde Netanyahu fracassou? Poderá esta conferência fornecer-nos um – apenas um - item documental que funcione como prova e que possa fazer frente às fontes críticas revisionistas sobre o Holocausto? Deveremos apenas silenciar tais vozes cépticas com ameaças, multas e sentenças de prisão ou iremos ensinar as nossas crianças nas escolas que o debate/negação da fonte histórica é uma crítica normal? Viram o "Guidelines for Teaching about the Holocaust” [“Directrizes para o Ensino do Holocausto"? Se me permitirem, irei fazer uma citação: "Deve ser tomada em consideração não dar uma plataforma aos negacionistas... nem procurar desmentir a posição dos negacionistas através de um debate histórico normal e argumentos racionais".

Como antiga conferencista numa universidade pedi, por favor: Poderá a União Europeia fazer aquilo que a ONU não fez e fornecer-nos hoje um documento com o qual as crianças da escola e os seus professores possam contar? Nem a lei contra o negacionismo define o que é uma WMD industrial, pelo qual se condenam cidadãos da Europa e não só a vários anos de prisão".

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

A Conspiração da Gripe Suina

Vídeo onde a Dra Rauni Kilde, antiga Ministra da Saúde da Finlândia, fala sobre a conspiração da gripe suina. Antiga ministra... PORQUE JÁ FOI DESPEDIDA!


A Nova Inquisição Espanhola


O Partido Popular de Valência decidiu substituir Ricardo Costa como Secretário Regional por César Augusto Asencio.

O jornal El País revelou que o Sr. Asencio é um negacionista do Holocausto, que descreve aquele facto histórico como "a maior fraude da História" num artigo publicado em 1979 no ‘Diario Información’. Ele descreve o extermínio de seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial como uma "lenda".

Nesse artigo, ele afirma que um "estudo detalhado" mostra que "existe propaganda a uma escala mundial"que está nas mãos dos Judeus, suportando a sua posição com inúmeras fotografias e documentos. Referiu ainda que a Cruz Vermelha Internacional nunca mencionou a existência de quaisquer câmaras de gás ou extermínios e massa nos seus relatórios. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Mussolini Foi Espião dos Serviços Secretos Ingleses




"Lá estão estes tipos a "reescrever" a História"!


Não, nada disso. Apenas não gostamos de colocar rótulos a ninguém. Nem a pessoas nem a movimentos políticos.

O ditador italiano Benito Mussolini trabalhou para os serviços secretos ingleses antes de ter fundado o regime fascista, revelou esta quarta-feira o diário britânico ‘Guardian’.

Peter Martland, um historiador de Cambridge, descobriu nos arquivos britânicos documentos que provam que em 1917 Mussolini foi pago pelo MI5, os serviços secretos de Londres, para escrever artigos a favor da continuação da Itália na I Guerra Mundial ao lado dos aliados e atacar manifestantes pacifistas.

Podem continuar a ler a notícia
aqui.


Este tipo de notícia - para muitos demasiado surpreendente - apenas vem provar que, em historiografia, não podem existir factos históricos fechados com rótulos de "comprovados" ou "nada mais há a acrescentar". Como sempre defendemos, o que hoje é verdade, amanhã poderá não ser.



Do outro lado do Atlântico, voltou a polémica sobre o assassinato de John F. Kennedy: teria a CIA mais motivos do que Oswald? Esta crónica - muito interessante, acrescente-se - só não encaixa na teoria do "reescrever a História" ou dos que nos chamam de "teóricos da conspiração" porque ainda hoje não se sabe quem assassinou Kennedy.





terça-feira, 13 de outubro de 2009

América... América... América...


América. Em quase todos os jornais, revistas, noticiários a notícia apareceu. Um Nóbel bem ou mal entregue. Um Nóbel merecido ou não. Um Nóbel atribuído a um Presidente cuja eleição, só por si, já tinha sido polémica - ou talvez não. Mas nos média - sem que isso constituísse alguma surpresa para nós - não apareceram, com o mesmo impacto, outras notícias que nos revelam a quantidade de segredos que este país guarda. Por outras palavras, a manipulação mediática leva a que a América possa continuar a coordenar e a controlar quase todas as linhas de pensamento. Se assim não fosse, como poderia passar despercebidas todas as mudanças na história do atentado na cidade de Oklahoma? América...

Afeganistão. O presidente Barack Obama - ESSE MESMO: O DO "PRÉMIO NÓBEL DA PAZ!!!!! - e o Congresso estão lutar pelo agravamento da guerra no Afeganistão. Após oito anos de operações militares - o que custou aos EUA 236 biliões de dólares, o comandante Americano no Afeganistão alertou para a ameaça de "fracasso" ou, por outras palavras, "derrota".

A verdade é a primeira vítima da guerra. A maior mentira da Guerra do Afeganistão é que "nós temos que combater lá os terroristas e assim não temos de lutar com eles em casa". Políticos e generais continuar usando esta afirmação para justificar uma guerra que eles não conseguem explicar ou justificar.

Muitos Norte-Americanos ainda acreditam nesta mentira porque também acreditam que os ataques de 11 de Setembro vieram directamente de bases da al-Qaida no Afeganistão e de movimentos Talibans.

Isso não é verdade. Os ataques de 11 de Setembro foram planeados na Alemanha e na Espanha e conduzidos, principalmente, de bases Americanas na Arábia Saudita com o objectivo de punir a América pelo suporte à repressão de Israel contra os Palestinianos.

Os Talibans, um movimento religioso, anti-Comunista da tribo Pashtun, ficou totalmente surpreendido pelo 11 de Setembro. Osama bin Laden, que foi culpado por esse acto, estava no Afeganistão como convidado porque era um herói nacional por ter combatido contra os Soviéticos nos anos 80 e estaria a ajudar a luta dos Talibans contra o regime Comunista Afegão.

Amérca. Afeganistão. Irão.
Dois senadores republicanos não estão suficientemente felizes com as duas grandes guerras e com as várias outras escaramuças ao longo da costa leste de África que os Estados Unidos estão a travar. Eles querem que as tropas Americanas iniciem uma guerra genocida, a uma escala global, contra o Irão. Por quê? Porque não querem colocar "muita pressão sobre Israel".

Os senadores republicanos Lindsey Graham (SC) e Saxby Chambliss (GA) foram à televisão dizer que os militares Americanos não deviam apenas bombardear as instalações nucleares do Irão, mas também lançar uma guerra do "tudo ou nada" contra o país Persa, com o objetivo de o destruir.

E por que deveriam os soldados dos EUA arriscar as suas próprias vidas para mater Iranianos inocentes? Para proteger Israel, claro.

América. Afeganistão. Irão. Israel. Acabo quase como comecei.
Depois de tomar conhecimento desta decisão do mais recente Prémio Nóbel da Paz - ainda alguém se surpreende?... - achei, mesmo assim, que seria necessário mais uns pequenos esclarecimentos para os mais distraídos ou com memória curta.

Em primeiro lugar,
foram os Americanos os primeiros a fornecer material nuclear aos Iranianos; em segundo lugar, um memorando secreto da Casa Branca, de 1969, alertou para os "perigos das armas nucleares de Israel" - claro que os excelentíssimos senhores "jornalistas de investigação" andam tão atarefados que nunca reparam neste tipo de documentos... Finalmente, em terceiro lugar, recomendo novamente a leitura desta notícia, já publicada pelo Revisionismo em Linha aqui.


América... América... América...

domingo, 11 de outubro de 2009

Michael Hoffman

Uma análise e um estudo bastante críticos de Michael Hoffman sobre o Judaísmo - ao vivo de San Jose

Quem Envenenou, Realmente, os Filhos de Goebbels?


Até hoje, o assassinato por envenenamento dos seis filhos do chefe da propaganda nazi Joseph Goebbels permanece um mistério. Registos descobertos recentemente mostram que um médico confessou em 1950 ter sido cúmplice, mas que os juízes no caso deixaram-no impune.

(...) Berlim, final de Abril de 1945, Chancelaria do Reich. Bunker de Hitler, subterrânio abaixo da Chancelaria, é um lugar em cimento cinzento, com passagens estreitas, portas de ferro e luz fria. Não é um lugar acolhedor, principalmente para crianças que, poucas semanas antes, estavam a viver uma vida aparentemente despreocupado e inocente, brincando com os cães e gatos numa fazenda longe de Berlim.

Os soldados Russos estão apenas a algumas centenas de metros de distância e todos no bunker estão a incitar os pais para, finalmente, levarem as crianças para um lugar seguro. Hanna Reitsch, uma célebre aviadora Alemã, afirma: "Meu Deus, senhora Goebbels, as crianças não podem ficar aqui, mesmo se eu tiver que voar em 20 vezes para tirá-los."

Mas Goebbels permanecerá inabalável.

"É melhor para os meus filhos morrerm do que viver em desonra e humilhação", diz a sua mãe, Magda. O seu pai teme que Estaline possa levar as crianças para Moscovo, onde seriam sujeitos a uma lavagem cerebral para se tornarem comunistas. "Não, o melhor que podemosfazer é levá-los connosco."
A 30 de Abril, por volta das 3:30, Hitler dá um tiro na cabeça e sua companheira Eva Braun morre com ele. O duplo suicídio é um sinal para os outros. No dia seguinte, os seis filhos Goebbels também estão mortos. Depois de receber injecções de morfina para torná-las inconscientes, elas são envenenadas com cianeto, substância que provoca uma morte rápida por asfixia.
Seis crianças mortas e o acto nunca foi punido. Surpreendentemente, nenhum historiador jamais aprofundou realmente este trágico crime, que era parte do acto final do Terceiro Reich. Para esse dia, o episódio continua a ser objecto de especulação e interpretação.

(...) Registos descobertos recentemente levam a pensar que seja possível, pela primeira vez, reconstruir o que realmente aconteceu. O homem que é o focado em todos os documentos é Helmut Kunz, que nasceu na cidade do sudoeste de Ettlingen, em 1910. [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Irão - Crenças e Realidades


(…) pensei aproveitar a oportunidade para enumerar algumas coisas que as pessoas tendem a pensar que sabem sobre o Irão, mas cuja a prova é frágil.

Crença: O Irão é agressivo e ameaçou atacar Israel, os seus vizinhos ou os EUA.

Realidade: O Irão não lançou uma guerra agressiva durante a história moderna (ao contrário dos EUA ou Israel), e os seus líderes têm uma doutrina de "não atacar primeiro". Isto é verdade epode ser comprovado pelo
Líder Supremo Ali Khamenei, bem como pelos comandantes da Guarda Revolucionária.


Crença: O Irão é uma sociedade militarizada que possui armas perigosas e é uma crescente ameaça à paz mundial.

Realidade: Orçamento militar do Irão é um pouco mais de 6 bilhões de dólares anuais. Suécia, Singapura e Grécia têm maiores orçamentos militares. Além disso, o Irão é um país com 70 milhões de pessoas, pelo que a sua despesa ‘per capita’ na defesa é algo minúsculo em comparação com outros, já que são países muito menores no que diz respeito à população. Irão gasta menos ‘per capita’ com as suas forças armadas do que qualquer outro país na região do Golfo Pérsico, com excepção dos Emirados Árabes Unidos.


Crença: O Irão ameaçou atacar militarmente Israel e "limpá-lo do mapa".

Realidade: Nenhum líder Iraniano no executivo, ameaçou com um acto agressivo de guerra contra Israel, pois isso entraria em contradição com a doutrina de "não atacar primeiro" a que o país aderiu. O presidente Iraniano
disse explicitamente que o Irão não é uma ameaça para qualquer país, incluindo Israel.


Crença: Mas o presidente Mahmoud Ahmadinejad não ameaçou "varrer Israel do mapa?"

Realidade: O presidente Mahmoud Ahmadinejad citou o Ayatollah Khomeini, no sentido de que "este regime de ocupação sobre Jerusalém deveria desaparecer das páginas do tempo" (in rezhim-e eshghalgar-i Qods bayad as safheh-e ruzgar mahv shavad). No entanto, esta não foi uma promessa de mandar avançar tanques e invadir ou lançar mísseis. É a expressão de uma esperança de que o regime entrará em colapso, tal como conteceu com a União Soviética. Não se trata de uma ameaça de matar ninguém.

[leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Conselhos de Leitura (II) - Smith's Report (nº 165 - Setembro)


Conselho de Leitura: El Holocausto Bajo la Lupa - Jurgen Graf

A Capitulação de Jean-Claude Pressac


Há exatamente dez anos, a 15 de junho de 1995, Jean-Claude Pressac capitulou. Porém, o texto de sua capitulação foi somente publicado – discretamente e em letras miúdas – ao final de um livro publicado por Valérie Igounet, em abril de 2000, sob o título Histoire du négationnisme en France, Éditions du Seuil.

Deve-se recear que muitos leitores daquela obra lançaram somente uma rápida espiada nestas últimas duas folhas (pág. 651 e 652); elas ocuparam apenas uma pequena parte do amplo espaço que V. Igounet concedeu a J.-Claude Pressac para sua exposição. Mas elas são de vital importância para a história da controvérsia em torno das “câmaras de gás nazistas”. J.-C. Pressac explicou claramente no final das contas que o dossiê oficial da história dos Campos de Concentração NS está “apodrecido”. Ele acrescenta ainda que este dossiê está irremediavelmente apodrecido e destina-se “claramente ao lixo da história”! Ele faz uma veemente acusação contra a “lembrança” que obteve preponderância histórica, contra considerações inspiradas em “ressentimentos e vingança”, contra comunistas e suas associações que se tornaram guardiães de uma falsa verdade (ele não ousou fazer tal acusação contra os judeus e associações judaicas). Ele escreveu:

“Tolices, exageros, omissões e mentiras caracterizam a maioria dos relatos sobre aquele período”.
Ele pergunta:

“Pode-se retroceder este desenvolvimento?”

e ele próprio fornece a resposta:

“É muito tarde. Uma retificação geral é humano e materialmente impossível”.

(...)

Para esta mudança súbita de opinião por parte de Pressac existe uma explicação. A 15 de junho de 1995, quando ele assinou sua capitulação, o homem estava ainda totalmente sob o efeito da humilhação que sofrera um mês antes, exatamente a 9 de maio do mesmo ano, ante a XVII Corte Parisiense de Apelação sob direção da juíza Martine Ract-Madoux. Em setembro de 1993, a publicação de seu livro Les Crématoires d’Auschwitz. La Machinerie de meurtre de masse (Os crematórios de Auschwitz. A maquinaria do genocídio) teve retumbante repercussão na mídia. Em contraposição, eu publiquei um pequeno livro com o título Réponse à Jean-Claude Pressac sur le problème des chambres à gaz (Resposta a Jean-Claude Pressac sobre o problema da câmara de gás). Por causa deste livro eu fui obrigado a comparecer diante dos tribunais, precisamente por causa da lei Fabius-Gayssot, a qual proíbe a negação do crime contra a humanidade, assim definido e condenado pelos juízes em Nurenberg. Meu advogado Eric Delcroix e eu exigimos o comparecimento de J.-C. Pressac para testemunhar e no caso dele não aparecer, que fosse intimado e levado aos tribunais.

(...)
A mídia ocidental festejou J.-C. Pressac como um tipo de gênio que, assim foi afirmado, teria liquidado com o Revisionismo, assim como com Robert Faurisson. Quando ele faleceu a 23 de junho de 2003, com 59 anos, sua morte permaneceu completamente ignorada. Nenhum daqueles jornais ou revistas que outrora o festejaram, nem ao menos citaram seu falecimento.

O 15 de junho de 1995, quando foi assinada a capitulação de J.-C. Pressac, representa uma das mais marcantes datas da história do Revisionismo.


Robert Faurisson


segunda-feira, 5 de outubro de 2009

Mais Um Testemunho Falsificado! - QUANTOS MAIS FALTARÁ DESMASCARAR?


Jean Goodwin Messinger, autora de Windsor, descobriu recentemente que o assunto do seu popular romance de não-ficção "Hannah: From Dachau to the Olympics and Beyond", mais propriamente a mulher, não é aquilo que reivindicava ser. Aliás, a mulher sobre a qual falava o livro, também conhecida o como Rose-Marie Pence, é uma fraude.

Messinger referiu que estava transtornada por ter descoberto que Pence tinha inventado a história de "Hannah".

Publicado em 2005, "Hannah" é a história é de uma menina que foi presa num campo de concentração Nazi durante a Segunda Guerra Mundial, que tinha sido salva pelas forças americanas e que, mais tarde, se tinha tornado numa esquiadora Olímpica.

O problema é que nada desta história é verdadeiro, acrescentou Messinger.

A autora já apresentou as suas desculpas pelo seu papel em dar voz a uma autobiografia completamente falsa.
[leia a notícia na íntegra]

domingo, 4 de outubro de 2009

"The Obama Deception"


Para quem tiver dúvidas sobre o cartoon...


sábado, 3 de outubro de 2009

Afinal, Ele é Descendente de Judeus!...


A notícia não poderia ser mais surpreendente: Mahmoud Ahmadinejad tem antepassados Judaicos! O homem que é considerado o maior inimigo de Israel afinal é descendente de Judeus!

Uma fotografia do presidente Iraniano a segurar o seu cartão de identidade, durante as eleições em Março de 2008, mostram claramente que a sua família possui raízes Judias.

Uma análise mais detalhada ao documento revela que ele era inicialmente conhecido como Sabourjian – um nome Judaico que significa “tecelão de pano”.
A sua família terá alterado o nome para Ahmadinejad quando se converteu ao Islão após o seu nascimento.
[leia a notícia na íntegra]



PS. Lembram-se quando, em inúmeros discursos, o presidente do Irão fala que Israel é um dos maiores estados racistas do mundo? Na maioria das vezes, o mundo fica incrédulo e responde umas vezes com arrogância, outras vezes com manifestações de ódio e raiva. Porém, depois de ler isto, por exemplo, ficamos a perceber que Mahmoud Ahmadinejad sabe muito bem do que está a falar...

Campos de "Extermínio" Com... ORQUESTRAS!


"(...) Um antigo oficial do campo de Auschwitz que vivia em Munique vendeu-nos este original conjunto de fotografias que retratam cerca de meia dúzia de orquestras e bandas formadas por detidos naquele infame campo de trabalho escravo de Auschwitz, inclusivamente da orquestra Kubu, composta por Judeus Cubanos.

Nas costas de alguns destes instantâneos encontra-se um carimbo do departamento do campo de Auschwitz e, também - talvez depois do fim da guerra - uma mão Alemã gravou legendas em alguns. A legenda diz o seguinte: "gedeckte Tafel für unsere jüdischen Freunde vom Kubu Ochester" ("jogo de mesa para os nossos amigos Judeus da Banda Kubu") ."

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

As particularidades cada vez mais curiosas dos campos de concentração Nazis - ditos de "extermínio" - fazem com que se perceba o porquê de certas pessoas andarem tão preocupadas em punir quem investiga, quem questiona, quem duvida, do único facto histórico que... está proibido de se questionar e duvidar... Apenas é permitida a investigação de qualquer coisa que, supostamente, credibiliza o mesmo que não se pode duvidar, apesar de haver tantas dúvidas...
Confuso? Apenas para quem não quer ver...

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

A Estranha "Testemunha Ocular" Chamada 'Jan Karski'


Uma das "testemunhas oculares" mais duráveis e úteis para o suposto Holocausto Judeu foi o espião e propagandista Polaco da Segunda Guerra Mundial que dizia chamar-se Jan Karski. O antigo correspondente do Polish Underground, que nasceu com o nome de Jan Kozielewski, escreveu um relato das suas experiências na Polónia durante a guerra, Story of a Secret State, que foi um best-seller americano há mais de quarenta anos. O golpe mais recente de Karski foi a sua aparição na película Shoah (pelo qual ele foi altamente elogiado, apesar de ser estridentemente anti-Polaco) em que faz um relato agonizante da sua passagem pelo "gueto" de Varsóvia em 1942 e que, pelo qual, ganhou grande louros no seu papel de “Gentio justo”.

Há muito tempo que é evidente para os académicos revisionistas que as várias declarações de Karski sobre a sua suposta visita ao campo de Alemão para Judeus localizado perto de Belzec, cerca de 80 milhas a sudeste de Lublin, têm vindo a perder fulgor entre as autoridades 'exterminacionistas'. Tal como Arthur Butz salientou, "uma nova versão desinfectada da sua história" apareceu no livro de Walter Laqueur, The Terrible Secret. Laqueur sentiu a necessidade de explicar o fracasso de Karski em tentar ver qualquer câmaras de gás declarando que "aparentemente... estas eram muradas e só com autorização especial se podia aproximar delas". Karski não foi questionado sobre a sua visita a Belzec durante a sua entrevista com Claude Lanzmann, no filme Shoah e, mais recentemente, Raoul Hilberg levantou sérias dúvidas sobre a visita de Karski a Belzec em 1942. "Eu não o colocaria nem sequer numa nota de rodapé em qualquer dos meus livros" declarou Hilberg. Tal como o pesquisador revisionista Mark Weber escreveu, a reivindicação de Karski de que os Judeus, em Belzec, foram colocados em comboios e despachados para bem longe do campo é mais coerente com a visão revisionista de Belzec, como um campo de trânsito para Judeus com destino para Leste, do que a noção de que Belzec foi um centro de extermínio.

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

Testes a Fragmento de Crâneo Levantam Dúvidas Sobre o Suicídio de Adolf Hitler


Nas biografias de Adolf Hitler, as últimas horas do Fuhrer são, tradicionalmente, isto: cometeu suicídio com Eva Braun tomando uma pílula de cianeto e disparou sobre si próprio no dia 30 de Abril de 1945. Alguns historiadores questionaram-se se o Fuhrer se teria, realmente, suicidado, especulando que as histórias sobre a morte de Hitler tinham sido embelezadas para apresentar esse suicídio como algo heróico. Mas um fragmento de crânio com buraco de bala - levado do ‘bunker’ pelos Russos - pareceu determinar esse argumento. Até agora, a prova de ADN, realizada por pesquisadores Americanos, revela que o fragmento de crânio, mantido pelo serviços de inteligência Soviética, pertenceu a uma mulher com menos de 40 anos! [leia a notícia na íntegra]

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Uma Versão Que os Média Sempre Ignoraram

Começamos o comentário deste vídeo com as últimas palavras do jornalista: "Não ouvimos esta versão muitas vezes. Obrigado por ter passado por aqui"...

A seguir a tradução de algumas passagens, as tais que "não ouvimos muitas vezes" - mas porque será???


- "A vida era melhor antes de ser criado o Estado de Israel?"

- "Temos o testemunho das comunidades Judaicas que viviam naquele local, e nos arredores, e que viviam em harmonia com os outros povos e com as outras religiões (...). Temos documentos que mostram que eles pediram às Nações Unidas para que não se criasse ali um estado Judaico. Muçulmanos, Cristãos e Judeus ignoravam a criação desse Estado".




(...)

- "(...) não pode ignorar os abusos ou as chacinas ao longo de milénios e, particularmente e mais recentemente, à cerca de 60 anos"...

- "Uma coisa é ser morto por questões de 'anti-semitismo' e outra coisa, por antagonismo, é nós criarmos esse 'anti-semitismo' através do Sionismo. (...) Existe uma enorme propaganda que afirma que todos os Árabes querem atirar os Judeus para o oceano."

(...)

- "(...) O Presidente do Irão diz que o Holocausto nunca existiu que se pudesse destruía Israel e todos os Judeus"...

- "Isso mais outra de muitas falsidades. Existe uma comunidade Judaica no Irão e ele nunca os molestou (...). Estivemos naquele país e fomos recebidos por vários líderes (...) e eles não têm qualquer problema religioso connosco (...)".

Certamente nunca viram este vídeo ou esta versão ser discutida nos principais orgãos de comunicação social. Obrigado por ter passado por aqui.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Nós Somos o Quê?!...



... "anti-semitas"?... Mas porquê? Será porque divulgar notícias como esta:


Um clérigo Sionista defendeu que o regime Israelita deveria dar "luz verde" ao massacre de Árabes como retaliação aos ataques Palestinianos.

Num artigo publicado no Eretz Israel Shelanu,Shmuel Eliyahu, rabino-chefe de Safed, defendeu que o regime Israelita deveria oficializar a permição "da vingança contra os Árabes para restaurar a dissuasão de Israel".

"Não me estou a referir a pessoas a título individual. Estou a falar sobre o estado. [Israel] tem que lhes causar dor ao ponto deles gritarem 'Já chega', até o ponto deles cairem de de cabeça e gritarem 'ajuda'. Não por uma questão de satisfazer a necessidade de vingança, mas para efeitos de dissuasão", escreveu ele.

No boletim Eliyahu propõe que "pendurem as crianças" na árvores, os filhos daqueles que atacaram o Mercaz Harav Yeshiva.

O rabino, acrescentou: "Nós vamos ficar aqui. Temos de viver com aqueles que entendem muito bem a linguagem da vingança".
[leia a notícia na íntegra].


Ou será por divulgar - ou recordar - notícias como esta (que nem sequer é nova):

Um responsável médico Israelita e especialista em ética na medicina pediu o julgamento dos médicos responsáveis por milhares de experiências não autorizadas e muitas vezes ilegais em crianças pequenas, idosos e pacientes psiquiátricos em hospitais Israelitas. [E EU A PENSAR QUE ESTE TIPO DE COISA SÓ TINHA EXISTIDO NA ALEMANHA NAZI...].

Uma investigação de vigilância do governo revelou que os investigadores em 10 hospitais públicos administraram drogas, realizaram testes genéticos não autorizados ou realizaram cirurgias em pacientes incapazes de dar consentimento ou sem obter aprovação do ministério da saúde. [ESTES MÉDICOS ERAM NAZIS! ERAM! DE CERTEZA! JAMAIS UM MÉDICO JUDEU OU SIONISTA IRIA FAZER TAMANHA MALDADE...].


Podem ler aqui a notícia na íntegra.


Nós somos muita coisa. Mas não somos hipócritas nem cínicos. E gostamos, especialmente, de "chamar os bois pelos nomes" (ditado Português).

Operação Pandemia (Legendado)

Este vídeo já não nos trás, praticamente, qualquer novidade, mas é um bom resumo de mais um embuste facilmente desmascarado!


sábado, 19 de setembro de 2009

Zeitgeist 2 Addendum

Conselho de Leitura - Frank Borzellieri



Três livros de Frank Borzellieri que merecem o nosso destaque:

The Unspoken Truth: Race, Culture and Other Taboos

Don't Take It Personally: Race, Immigration, Crime and Other Heresies

Lynched: A Conservative's Life on a New York City School Board

"Negacionistas" em... Israel!


O último lugar do mundo onde talvez se espere encontrar “negacionistas” do Holocausto será em Israel. No entanto, uma recente investigação da Universidade de Haifa apurou que um espantoso número de 40,5 por cento de Árabes Israelitas afirma que o Holocausto não aconteceu. O resultado encontra-se no mais recente índice das Relações entre Árabes e Judeus em Israel, uma pesquisa anual conduzida pelo Professor Sammy Smooha desde 2003. Quando, inicialmente, ele colocou a questão do Holocausto em 2006, 28 por cento dos cidadãos Árabes duvidaram da sua autenticidade. A negação do Holocausto é predominante nos mundos Árabe e Muçulmano. [leia a notícia na íntegra]

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Os Melhores Argumentos Contra a Versão Oficial do 11/9



1. Nós queremos uma nova investigação sobre o 11 de setembro

Objetivo do movimento pela verdade sobre o 11/9 é realizar uma nova e correta investigação dos acontecimentos do 11 de setembro de 2001, pois aquelas conduzidas foram pífias. Elas foram totalmente limitadas, sub-financiadas e com caráter político. Para a investigação da queda da espaçonave Columbia foram gastos $ 175 milhões, para o caso Monika Lewiski contra o presidente Clinton $ 30 milhões, para a investigação do 11/9 risíveis $ 15 milhões e inicialmente foram previstos somente $ 3 milhões!!! Eles não deveriam achar de forma alguma a verdade, mas sim promover uma operação para limpar a cena do crime, que encobriu os verdadeiros culpados. As principais testemunhas oculares, provas e opiniões de peritos independentes foram abafadas e somente liberado aquilo que o governo dos EUA permitiu. Isso seria a mesma coisa que no caso de um assassinato, o assassino conduzisse as investigações. O fato que o diretor administrativo da comissão investigatória era uma pessoa de confiança do governo Bush, mostra que a comissão não era independente e seu relatório é somente puro conto de fada. E de fato, a especialidade de Philip Zelikow é criar mitos e exatamente foi isso que ele fez. Veja: O fazedor de mitos ou quem é Philip Zelikow?


2. Bin Laden não é procurado pelo FBI por causa do 11 de setembro

Fato é que somente os políticos e a mídia afirmam há oito anos que foi Bin Laden, e o usam como super terrorista e como imagem do inimigo. Os órgãos de justiça dos EUA não fazem isso. Não existe qualquer acusação contra ele, não existe uma ordem de prisão e ele não é procurado, em todo caso não devido ao 11 de setembro, mas sim por outras coisas. Diante da pergunta, por que ele não é procurado pelo FBI, é respondido que não há quaisquer provas que o relacionem com o crime, ou seja, não foi ele. Veja: O espantalho Bin Laden.


Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

Crimes Sem Castigo


Mais de seis décadas após o fim da Segunda Guerra Mundial, o muito pouco conhecido e divulgado massacre de cerca de 2.000 Alemães dos Sudetas, em Junho de 1945, continua a dividir a cidade Checa de Postoloprty. Os defensores do um monumento que invoque o sucedido parece chocar contra o interesse daqueles que querem esquecer completamente os assassinatos.(…).

O mais velho tinha 15 anos e o mais jovem apenas 12. Foram agredidos e depois mortos – à vista dos outros, que eram mantidos quietos sob a ameaça de uma arma. Os Tchecos não usaram metralhadoras, mas sim as espingardas, o que demorou algum tempo para matar todos os cinco. "Um dos rapazes que não tinha sido atingido mortalmente correu em direcção aos atiradores implorando para que o deixassem ir ter com a sua mãe," relembrou Heinrich Giebitz, com de 80 anos de idade. "Acabaram por continuar a disparar".
[leia a notícia na íntegra]


O Revisionismo em Linha questiona o porquê de nunca haver nem responsáveis, nem culpados, nem ninguém interessado em esclarecer os "crimes dos bons".

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Charlie Sheen e o Embuste de 11 de Setembro

Charlie Sheen levou seu desafio um passo adiante ao aparecer em um vídeo no youtube que pede para Obama ficar "do lado correto da história", re-abrindo a investigação dos eventos de 11 de setembro, enquanto salienta que a maioria da comissão de investigação publicamente rejeitou a versão oficial do governo, com o ex-senador e membro da comissão Max Cleland rotulando a resposta do governo às questões da comissão como "repugnante" e "cambalacho".




Podem ler mais sobre este assunto aqui.

ALARME VERMELHO!



As vacinas que as competentes autoridades governamentais liberaram para a vacinação contra a suposta gripe suína H1N1-Influenza A, contêm nano-partículas. Já faz alguns anos, os fabricantes de vacinas experimentam nano-partículas que devem “turbinar” o efeito da vacina. Agora vem à luz que as vacinas liberadas para a Alemanha e outros países europeus contêm nano-partículas, as quais, segundo os relatórios, atacam nesta forma as células saudáveis e têm efeito mortal.

Em 2007, pesquisadores da Ecole Polytechnique Fedérale de Lausanne (EPFL) publicaram em um artigo da revistaNature Biotechnology o desenvolvimento de uma “nano-partícula”, a qual “reforça o efeito de vacinas, provocam efeitos colaterais reduzidos, e tudo isso por uma pequena fração do custo da atual tecnologia de vacinas”. Segue a descrição do efeito de sua descoberta:


“Estas partículas têm apenas 25 nanômetros e são tão pequenas que logo após a vacinação, elas já estão presentes na matriz extra-celular da pele e se deslocam livremente para os nós linfáticos. Dentro de minutos elas alcançam uma concentração mil vezes maior do que na pele. A resposta imunológica é desta forma bastante efetiva”.[1]



Nano-partículas na nova vacina contra a gripe suína podem ser mortais


Nas vacinas que contêm nano-partículas existe, entretanto, um pequeno problema: elas podem ser mortais ou pelo menos provocar graves danos irreparáveis na saúde. Nano-partículas, que são estampadas na grande mídia como uma nova e maravilhosa revolução da ciência, são partículas muito menores que uma mortal partícula de asbesto, que levaram a graves, e às vezes mortais enfermidades pulmonares, antes de terem sido definitivamente proibidas. Partículas de dimensões nano (1nm = 0,000000001 metro) se fixa junto à membrana das células do corpo. Como comprovam novos estudos da China e do Japão, elas destroem continuamente as células uma vez que tenham atingido o corpo. E uma vez que tenham se fixado junto à estrutura celular do organismo, não é mais possível removê-las. A medicina moderna menciona de forma amena sobre “reação infecciosa ocasional”. Desde o escândalo do asbesto sabe-se que partículas com dimensões de um milionésimo de metro podem entrar em qualquer célula através de sua força atrativa, e podem destruir tudo com o que venham a ter contato.


Estudo de Pequim confirma efeito mortal em humanos

Caso a Organização Mundial da saúde, a European Medicines Agency (EMEA, Departamento europeu para vacinas) e o alemão Paul-Ehrlich-Institut-Bundesamt für Sera und Impdstoffe (PEI), assim como outros departamentos de saúde, permitam que a população seja vacinada amplamente com vacinas não-testadas e que contenham nano-partículas, então isto é sinal da enorme influência que o lobby farmacêutico exerce sobre a política na Europa, do que um saudável senso de avaliação por parte dos funcionários públicos responsáveis pela saúde pública.

O respeitado periódico científico European Respiratory Journal publicou a 19 de agosto e desde 21 de agosto publicou em sua edição on-line de setembro um estudo pericial realizado por especialistas: “Relação entre exposição com nano-partículas e derrame pleural, fibrose pulmonar e granuloma”. O estudo relata experimentos em sete jovens mulheres no hospital de elite em Pequim, Beijing Chaoyang Hospital, em 2008. Todas as sete mulheres de idade entre 18 e 47 anos foram submetidas em seu local de trabalho durante 5 a 13 meses à ação de nano-partículas. Todas tiveram que ser hospitalizadas devido à dificuldades respiratórias e derrame pleural, um acúmulo de líquido no entorno do pulmão, que dificulta a respiração. Nenhuma das sete fumava, nenhuma pertencia a algum grupo de risco. Os médicos perseguiram cuidadosamente cada possibilidade e confirmaram a seguir, que o problema pulmonar tinha a mesma origem, ou seja, a respiração regular de nano-partículas na fábrica. Elas foram submetidas a nano-partículas de polyacrylate. As pesquisas comprovaram que as nano-partículas levou no corpo das pacientes a uma reação do tipo “Super-Gau”. Apesar de todos os esforços médicos, duas das sete pacientes faleceram devido a complicação pulmonar. [2]

Os pesquisadores chegaram a um resultado inquietante, que deve ser citado na íntegra a partir do relatório:


“Foram executadas pesquisas imunológicas, bacteriológicas e virológicas, assim como determinação do marcador de tumores, broncoscopia, torascopia interna e cirurgia de tórax apoiada por vídeo. O local de trabalho também foi submetido a uma exata avaliação; foram conduzidas uma observação clínica e exames das pacientes. No local de trabalho foram encontradas nano-partículas de polyacrylate. O exame patológico do tecido pulmonar das pacientes resultou em uma indeterminada infecção pulmonar, fibrose pulmonar e granuloma da pleura. No microscópio eletrônico, apareceram nano-partículas no citoplasma e núcleoplasma das células do epitélio pulmonar e do mesotélio, mas também no líquido pleural. Os casos descritos causam preocupação, pois a exposição prolongada com nano-partículas sem medidas de proteção tem ligação provável com grave dano do pulmão humano”. [3]



Superfície pulmonar com fibrose, que tem ligação com a exposição às nano-partículas.


Estudos com animais e ensaios in-vitro mostram que nano-partículas podem levar a um dano do pulmão e outras toxidades, mas até então nada foi reportado sobre a toxidade clínica das nano-partículas em seres humanos. O estudo do Beijing Chaoyang Hospital provou definitivamente agora que nano-partículas provocam danos nos pulmões e outras patologias nas pessoas. Como em pelo menos duas vacinas aprovadas, que devem ser usadas na vacinação em massa na Alemanha e em outros países, contêm nano-partículas, os departamentos responsáveis e epidemiólogos devem bloquear imediatamente a distribuição destas vacinas. Qualquer coisa diferente seria descaso criminoso. Só pode esperar que as instituições responsáveis ajam em tempo para evitar uma possível catástrofe de ordem de grandeza bem superior ao pior cenário de casos anunciados da gripe suína.


F. William Engdahl
Kopp Verlag, 08/09/2009




[1] EPFL, »Bioengineering researchers from the EPFL in Lausanne, Switzerland, have developed an patented a nanoparticle that can deliver vaccines more effectively, with fewer side effects and at a fraction of the cost of current vaccine technologies«, einsehbar unter www.azonano.com/nanotechnology%20news.asp?catid=13.

[2] Song Y, Li X, Du X, »Exposure to nanoparticles is related to pleural effusion, pulmonary fibrosis and granuloma«, European Respiratory Journal, 9/2009, 34(3): S. 559–567.

[3] Ebenda.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Porque os Irritamos Assim Tanto?... (II)


Porque irritamos assim tanto quem, detentores da verdade e de todo o conhecimento, apenas deveriam mostrar essa mesma verdade e esse mesmo conhecimento? Será porque, afinal, eles estão bem longe da verdade? Será porque, afinal, o único conhecimento que possuem está realcionado com as inúmeras formas de lançar areia para os olhos das pessoas?
Porque irritamos tanto quem tem sempre provas e testemunhos de tudo e mais alguma coisa e que, supostamente, faz a "demolição" de tudo o que diz respeito ao revisionismo histórico? Será porque, afinal, essas provas e esses testemunhos são, de forma esmagadora, pouco credíveis - raramente são apoiados por estudos, análises, testes forenses, etc. Por exemplo, na questão do Holocausto, basta ser "sobrevivente", basta dizer que "esteve lá", para se inundar os média com todo o tipo falácias!

E aparece o Revisionismo em Linha. Que irritação...

Se damos a conhecer figuras políticas marginalizadas pelos média, somos sempre rotulados de "qualquer coisa"...


Se damos a conhecer outros dados sobre a Segunda Guerra Mundial, normalmente ignorados pelos historiadores, somos sempre rotulados de "qualquer coisa"...

Talvez devessemos alterar o nome deste blogue. Os que irritam...

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Porque os Irritamos Assim Tanto?...


Porque existe o Revisionismo em Linha? Porque somos "radicais"? Porque somos "dementes"? Porque acreditamos em "teorias da conspiração"? Porque somos "nazis e anti-semitas" ou "racistas e xenófobos"? Será verdade que o Revisionismo em Linha existe porque as pessoas que lá colaboram são isso tudo e defendem isso tudo? EVIDENTEMENTE QUE NÃO!

O que acontece é que é mais fácil ofender de forma baixa e vil - reveladora, só por aí, da natureza das pessoas e instituições que o fazem - e procurar ridicularizar quem apenas possui uma outra forma de ver, analisar, compreender, questionar, etc., do que apresentar provas de que estamos errados. A seguir, se essa estratégia falha, passam à seguinte: tentar descredibilizar as capacidades intelectuais dos revisionistas - mesmo quando as deles estão bem longe de constituir algum exemplo de referência, pelo contrário! E quando tudo isto falha, resta-lhes pedir aos patrões que pressionem os chefes de Estado na aplicação de legislações punitivas contra quem, afinal, só pensa de forma diferente.

Procuramos falar do que poucos falam ou do que para alguns é incómodo. Procuramos com o "conselho de leitura" ou com os "livros da quinta" ajudar a perceber que existe outra bibliografia alternativa à que a historiografia oficial se baseia e defende ser essa a única "credível". Portanto, o Revisionismo em Linha não é, de uma vez por todas, um blogue que pretende "branquear" ou "fazer a apologia" de algum facto histórico ou regime político. Não limitamos os nossos comentários à Segunda Guerra Mundial e, particularmente, ao Holocausto - apesar de ser um assunto, de certa forma, previlegiado. Por isso, também percebemos perfeitamente a irritação de certos crentes afirmacionistas quando lêem isto ou isto - e, especialmente, isto (a demolição de um dos seus principais gurus!).

Para tudo isto, entre uma série de rótulos e acusações, a mais frequente é a de "anti-semitas". Somos "anti-semitas" sempre que criticamos a política de Israel; somos "anti-semitas" quando questionamos e duvidamos do facto histórico denominado "Holocausto"; e somos "anti-semitas" quando realçamos ambas as coisas e denunciamos não só a perseguição de que é alvo todo aquele que se atreve a ir contra a este estado de coisas "politicante correctas", como também quem são os que defendem a todo o custo essa mesma perseguição (leia-se "nova inquisição").

É por tudo isto que existimos, é por tudo isto que se irritam com a nossa presença! Mas, para mal deles, ainda vamos ficando por cá...

domingo, 6 de setembro de 2009

Gotz Aly - A Próxima Censura?...



O historiador Götz Aly, autor do livro "Hitler's Beneficiaries", acusou os soldados Aliados negros de serem os responsáveis pela violação sistemática de mulheres Alemãs durante a Segunda Guerra Mundial. Ele também contraria a ideia generalizada de que os soldados da Alemanha Nazi já derrotada eram obrigados a lutar. O historiador compara os actos dos soldados negros da Grã-Bretanha e da França às violações em massa feitas pelos soldados do Exército Vermelho Russo na Alemanha Oriental. "Todas as localidades do Sudeste Alemão têm histórias para contar das violações dos soldados negros e que não são muito diferentes das histórias dos Russos [que praticavam o estupro sistematicamente." Aly afirma também que Mahatma Gandhi foi "um dos maiores amigos da Alemanha Nazi" porque ele e o Terceiro Reich partilhavam um inimigo comum.

A notícia pode ser lida na íntegra
aqui.

O Revisionismo em Linha desconhece quanto tempo faltará para este historiador Alemão também ser rotulado, multado ou até mesmo preso pelos seus comentários e visão histórica.
Também não sabemos se acontecerá alguma coisa ao Telegraph On-line por ter colocolda a notícia. O que sabemos é que caminhamos para um mundo em que os "crimes do pensamento" se tornaram demasiados perigosos para certos grupos policos e religiosos.

Pat Buchanan CENSURADO!


Como tiveram oportunidade de ler, o Revisionismo em Linha realçou aqui o artigo de Pat Buchanan por considerar válida qualquer abordagem que nos possa ajudar a perceber melhor um facto histórico, seja ele qual for, não só porque A VERDADE NÃO TEME A INVESTIGAÇÃO, mas também porque A LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO são valores que defendemos de forma firme e decidida!

Talvez por isso não ficámos surpreendidos com o que aconteceu logo a seguir:

A MSNBC eliminou [POR OUTRAS PALAVRAS, FECHOU, CENSUROU!] a coluna de Pat Buchanan em que este defendia [DEVEM TER LIDO OUTRO ARTIGO, POIS EU NÃO LI QUALQUER "DEFENSA". APENAS UMA ANÁLISE, PELOS VISTOS, INCÓMODA PARA ALGUÉM] as acções de Hitler, horas após o National Jewish Democratic Council [Conselho Nacional Democrático Judeu] ter exigido a remoção do artigo do seu site.

Buchanan, um comentador conservador, tinha alegado que Hitler não queria guerra e que as acções dos Aliados tinham sido desnecessárias [É A OPINIÃO DELE - E DE MUITAS OUTRAS OUTRAS PESSOAS! E APRESENTOU DADOS E SUPOSTAS PROVAS DO QUE DEFENDIA!].

"A MSNBC tomou uma decisão responsável" na remoção da coluna, referiu num comunicado o presidente da NJDC, David Harris. "Nenhuma organização noticiosa digna pode empregar e promover um comentador que defende uma tal vil ficção",acrescentou. "Esse tipo de revisionismo histórico é deplorável." [REPAREM QUE NEM SE PREOCUPAM EM TENTAR CONTRARIAR BUCHANAN. NÃO PRECISAM DE APRESENTAR QUAISQUER PROVAS, DADOS, REGISTOS, TESTEMUNHOS, NADA!!!!, QUE DEMONSTRE QUE BUCHANAN ESTÁ A ENVEREADAR PELA TAL "VIL FICÇÃO".


Como Buchanan já tinha sido acusado de fazer outros comentários "racialmente insensíveis" e "anti-semitas", bastou um saltinho, uma queixinha, um recordar do "passado tenebroso" do comentador politicamente incorrecto, para o banir, sanear (na Europa seria multado e preso!), censurar! A liberdade Sionista é mesmo assim: rápida e eficaz...