quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Caça às Bruxas, Caça à Multa ou Apenas a Caça à Liberdade de Expressão?
Vamos ver mais estes dois exemplos:
Tribunal Alemão aplica multa a Bispo que nega o Holocausto - Um bispo ultraconservador Britânico foi multado em 16,822 dólares (12,000 euros) na Alemanha por ter negado o Holocausto numa entrevista a uma televisão Sueca.
Um tribunal da cidade de Regensburg, na Baviera, aplicou uma multa contra Richard Williamson por incitamento e ligação à negação do Holocausto, afirmou o seu advogado Matthias Lossmann.
Penso que se lembram:
Será que se ele viesse defender a justiça da invasão da Hungria ou da Checoslováquia em Maio de 1968 também seria condenado? Será que se ele viesse defender o regime de Estaline com os seus Gulags e a sua KGB também seria multado?
Outro exemplo:
França condena cómico negro por anti-semitismo - Juízes Franceses condenaram o comediante negro de extrema-direita [vou escrever outra vez: Dieudonne M'bala M'bala , um COMEDIANTE NEGRO DE EXTREMA-DIREITA????!!!!! O jornalista que escreveu esta pérola merecia um prémio… O PRÉMIO DA ESTUPIDEZ!!!!] ao pagamento de 20.000 euros (30.000 dólares), devido a um espectáculo considerado anti-semita e onde ele convidou um notável negacionista do Holocausto ao palco.
O tribunal de Paris multou Dieudonne M'bala M'bala, um Francês com 43 anos e actor de “stand up comedy“ a 10.000 euros de multa pelos seus “insultos anti-semitas em público” e a mais 10.000 euros por danos e honorários judiciais às organizações que o processaram.
O actor Francês foi processado depois de ter convidado Robert Faurisson, um académico já condenado pela prática da negação do Holocausto, para o palco durante um espectáculo de comédia em Paris para receber um prémio satírico de um actor vestido como um Judeu detido num campo de concentração.
O cómico admitiu na audiência que o espectáculo tinha sido um "atentado à bomba com comédia", mas defendeu o seu direito à liberdade de expressão. Organizações anti-racistas e de defesa dos Judeus congratularam-se com o veredicto.
Recordemos:
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Mulher Atacada Por Andar Em Calçada Só Para Homens

Yoel Kraus, membro de uma seita fundamentalista judia denominada Eda Haredit, foi detido no domingo passado depois de a vítima ter denunciado o ataque à polícia.
O incidente ocorreu há duas semanas durante a festividade dos Tabernáculos. A mulher ‘ousou’ caminhar por uma calçada só para homens, depois dos avisos de Kraus para sair dali.
Segundo o acordo policial, o atacante deverá permanecer detido durante cinco dias fora de Jerusálem e não está autorizado para regressar à cidade dentro de duas semanas. O homem está ainda proibido de participar em manifestações e actos públicos durante um mês.
Os líderes ultra-ortodoxos residentes no bairro de Mea Shearim decidiram há três anos que, para preservar as restritas regras do recato da comunidade, homens e mulheres deviam caminhar por calçadas diferentes da rua.
Durante as festividades, os líderes do bairro pediram a dezenas de segurança que patrulhavam a zona para manter a lei, mas Kraus decidiu obrigar ao seu cumprimento por sua própria iniciativa.
A mulher atacada não chegou a pedir assistência médica. [podem ler a notícia aqui]
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (III)
Podemos acreditar em OVNIS - HÁ TANTOS TESTEMUNHOS!!!! - mas ninguém é multado ou preso por acreditar ou não, por falar sobre isso, por escrever a defender a sua veracidade ou a sua falsidade!
O mesmo se passa com Deus. Podemos duvidar da sua existência porque actualmente já ninguém vai para a fogueira por causa disso! José Saramago chamou "filho da puta" a Deus no seu mais recente livro "Caim" e as pessoas, no máximo, só poderão criticar as palavras e a atitude mas ninguém o vai multar ou prender! É a sua "liberdade de expressão" que funcionou. Goste-se ou não.
Vamos a um caso muito recente passado em Portugal: Maitê Proença utilizou a sua "liberdade de expressão" para ridicularizar a História e o povo Português - e depois veio dizer que era só "humor e vontade de brincar porque eles no Brasil brincam muito e com tudo".
E a pensar também na minha liberdade de expressão e de informação, resolvi colocar aqui uma das muitas respostas que encontrei na Internet:
"Cara Maitê,
Acabei de ver o teu vídeo a pedir desculpa aqui à malta de Portugal!!
Tudo jóia miúda.. já vi que és uma garota "légál" e brincalhona, por isso, sei que não levas a mal se te tratar por tu...já somos amigos!!
Sabes que há uns anos atrás, quando te vi pela primeira vez, soube logo que tu tinhas dois avôs portugueses!! Essa tua beleza tinha de vir de algum lado né?
Neste momento sinto-me envergonhado de nós (Portugueses) termos ficado tão ofendidos com aquele documentario!! Afinal de contas, o pessoal brazuca é show de bola.. é sempre em festa!! Qual é o problema de um grupo de brasileiras brincarem e gozarem com "gajos" como o Camões e o Vasco da Gama, escarrar para um lago de um Mosteiro que é património mundial, deitar a baixo uma pessoa que não sabia resolver um problema no computador, que pelo que entendi, tu também não sabias resolver ... qual é o stress?? Na boa, tudo "légál", show de bola garota...
Sabes o que me lembrei???
Até era giro a malta combinar, tu falares com esse teu amigo camera man e fazemos o seguinte: Eu levo daqui o Rui de Carvalho (um conceituado actor aqui de Portugal) aí ao Brasil e a malta faz um filme caseiro com este guião:
1º Filmamos o Rui a mijar para os pés do Cristo Redentor e a fazer um V de Vitória como que a afirmar : "estou-te a mijar para os pés e tu não podes fechar os braços para me impedir... estás a ver quem manda ó 7ª maravilha do mundo??"
2º Outra imagem era o Rui num restaurante a fazer o seguinte pedido: "Oh garçon, arranja-me aí uma dose de Presidente recheado com arroz de coentros (caso não tenhas entendido ele iria pedir Lulas recheadas)..."
3º Também era "légál", o Rui gozar um bocado com a vossa história, mas infelizmente, não vai dar porque não é fácil encontrá-la... Espera lá! Já sei... arranjamos um barco e o Rui veste-se de conquistador Português a desembarcar no posto 9 em ipanema gritando o seguinte: "quem sois vós minhas popozudas de fio dental?? e vós seus boiólas de sunga?? Que estaides a fazer assim vestidos na terra que eu descobri??? ide-vos vestir e de seguida ide trabalhar para os campos a apanhar cana de açúcar que é para isso que vocês servem!! (esta é show, não é Maitê??)
4º Para acabar, o Rui faz um discurso à frente da estátua do Pélé a dizer: "sabem para que é que este "preto" era bom?? para limpar os escarros que os vigaristas dos brazucas mandam para os lagos dos nossos mosteiros lá em Portugal!"
Vôcê curtiu a ideia Maitê??? Pensei que seria falta de respeito e de educação fazer uma coisa deste género de um país que não é o meu, mas afinal, é uma coisa normal como tu dizes.. é brincadeira.. isto há brincadeiras do carago (como se diz no norte cá da terra)!
Ah é verdade... muito importante...Depois vendemos isto à rede Globo e eles transmitem isto em horário nobre... Aposto que o Brasil vai ficar inundado em lágrimas de tanto rir!! Afinal de contas como tu disseste, o povo brasileiro, é muito brincalhão! De certeza que vai aceitar que um "manézinho" vá aí à tua terra gozar com a tua pátria!!
Um beijo pá..
E aparece mais vezes cá em Portugal. Tenho uma brincadeira que adorava fazer contigo, mas não te conto agora... pronto está bem, eu conto... era esfregar 3 pasteis de nata (aqueles que tu comeste) na tua cara!! Deve ser mesmo o teu género de brincadeira... afinal de contas tu és tão bem humorada! É verdade, traz as tuas amigas do programa porque há pasteis para todas!!
Beijos pá
Nota: Usei o nome de Rui de Carvalho sem qualquer desrespeito à sua pessoa, antes pelo contrário, é um símbolo do nosso país daí ser a pessoa exacta para ironizar esta situação.
Outra chamada de atenção que quero fazer, será o facto de usar a expressão "preto" no ponto 4º. não terá qualquer intenção racial subjacente ...será uma forma de ironizar a desplicência com que Maitê trata de alguns temas. Longe de mim querer magoar qualquer tipo de raça..."
Ofensivo? Xenófobo? Foi a "liberdade de expressão" da pessoa que o escreveu...
Encontrei depois outras formas de "liberdade de expressão" que procuravam criticar o vídeo de Maitê Proença - alguns bastante exagerados, diga-se. Mas... existe ou não "liberdade de expressão" para todos?! Ou é só para alguns?!!!
O meu preferido deixei para o fim:
Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão (II)

O chefe da comunidade Judaica de Roma, Riccardo Pacifici, disse que vai mover uma acção judicial contra o académico. "Estamos a aguardar que a universidade tome medidas para proteger os estudantes e que, certamente, tome medidas contra Caracciolo ", disse Pacifici." Estamos confiantes de que o Universidade não será a única instituição de agir e que o conjunto da sociedade civil irá fazer o mesmo."
(…)
O reitor da "La Sapienza", Luigi Frati, anunciou que a universidade "está a considerar tomar medidas disciplinares" contra Caracciolo, sem dar mais detalhes. "Ele faria bem em visitar Dachau, como eu fiz quando tinha 16 anos, ou se ele não conseguir fazer isso, as Grutas Ardeatine " disse Frati. Ele estava a referir-se ao antigo campo de concentração Nazi na Sul da Alemanha e ao massacre de 333 civis italianos ocorrido durante a Segunda Guerra Mundial em Roma pelas tropas Nazis.
O ‘mayor’ de Roma Gianni Alemanno declarou a sua oposição ao que se estava a passar na universidade: "Não considero que um professor que defende a negação do Holocausto possa ensinar em "La Sapienza".
(…)
Caracciolo negou que fosse um “revisionista histórico” e diz que acredita na liberdade de pensamento e de expressão que, aliás, estão são garantidas na Constituição Italiana.
Não é a primeira vez que um académico italiano manifestou tais pontos de vista. Em Novembro do ano passado, Roberto Valvo, um professor de história foi suspenso depois de ter alegado que “não havia nenhuma prova do Holocausto”. [Leia a notícia na íntegra.]
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Mais Um Exemplo da Verdadeira Liberdade de Expressão

O sionista Hikind ordenou à empresa de crédito American Express para impedir que os leitores do historiador David Irving possam pagar os seus livros com a American Express. E a empresa cumpriu a "ordem" de Hikind! - não fosse ela também ser acusada de "anti-Semitismo" ou "racismo", algo que, no mundo actual, é muito pior do que ser pedófilo ou homicida!
Vamos ver o que Glenn Beck ou Rush Limbaugh vão fazer agora. Censura no mercado deveria ser algo de interesse vital para eles. Mas aposto que não vão fazer nada, porque seria uma profunda ofensa os seus donos Sionistas se fossem divulgar ou protestar esta restrição especial ao comércio.
Beck é uma válvula de segurança que possui a magia de ser ‘uma pessoa que sabe sempre melhor o que fazer’. A questão mais premente na cena internacional: evitar as nuvens de radiação cogumelo de uma guerra nuclear. Beck apoia a guerra com armas nucleares de "Israel" contra o "demónio" o Irão. Internamente e constitucionalmente, a questão mais urgente diante de nós é trazer à justiça os conspiradores que estavam dentro do governo dos E.U.A. e que ajudaram a projectar os ataques terroristas de 9 / 11 de 2001. Beck apoia e divulga a versão oficial do governo Federal obre o 9 / 11. Ele denunciou com veemência e pediu a renúncia de um dos "czares de Obama", porque o "czar" tinha insinuado que o governo dos E.U.A. estava por detrás do 9 / 11.
Qualquer que seja o "bom" que ele possa fazer, Glenn Beck leva milhões de Americanos a dormir sobre as duas questões mais importantes, obrigando-os a acordar e a agir. A ‘Criptocracia’ tem enganado o povo novamente, usando uma frente “rebelde contra-sistema”. Este é um velho argumento que nunca falha.
Limbaugh transformou-se num mártir da liberdade de expressão devido às declarações que fez sobre jogadores de futebol negros - o que lhe deu bastante protagonismo. No entanto, o caso de Irving não tem recebido quase nenhuma publicidade, relegando-se esse protagonismo para o “politicamente correcto”.
Dov Hikind, filho de sobreviventes do Holocausto, está liderar uma autêntica carga cem conjunto com outros seus colegas com o objectivo de forçar a American Express a rescindir definitivamente o contrato com o conhecido “negacionista” do Holocausto David Irving, que iniciou uma série de conferências nos E.U.A. para promover o lançamento do seu novo livro, supostamente “cheio de ódio”, Banged Up: Survival as a Political Prisoner in 21st Century Europe [Banged up: Sobreviver como um preso político na Europa do século XXI].
"A noção de que uma entidade financeira bem credenciada, como a American Express, realiza negócios com alguém da laia de Irving é absolutamente espantoso para mim", comentou Hikind.
Para expressar a sua indignação, Hikind e uma dúzia de outros funcionários, incluindo o senador Democrata , John L. Sampson, escreveram a presidente da AMEX e da CEO Kenneth I. Chenault, dizendo: "Ao receber percentagens com os ingressos para ir ver e ouvir o Sr. Irving nos Estados Unidos, uma ‘tournée’ com um discurso cheio de ódio, bem como para as suas publicações, a sua empresa está a patrocinar uma mensagem repugnante ".
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Colonos Judeus Para Angola - As Tentativas Que Fracassaram

Uma página esquecida da História de Portugal
[sobre este assunto podem ler também aqui]
Uma pequena advertência que naturalmente se impõe.
Embora os casos das diversas diligências frustradas da imigração ou tentativa de colonização do planalto de Benguela, no então território português de Angola (iniciativas essas cujos começos antecederam a própria Declaração Balfour), pela parte dos Judeus, possam parecer algo deslocadas do tema central deste livro, o autor não quis deixar de abordar neste trabalho essas situações que já fazem parte integrante da história política e diplomática – de Portugal e do povo judeu – mas que a maioria dos portugueses lamentavelmente ignora que existiram. Focamos este assunto impelidos pelo óbvio interesse histórico que ele, realmente, merece.
A maioria dos portugueses ignora, de facto, que Angola no seu passado, e quando ainda era uma terra portuguesa, esteve na calha para receber largos contingentes de colonos judeus. Toda esta história tem o seu começo durante a Primeira República Portuguesa, no ano de 1912, dois anos após a implementação da dita em 5 de Outubro de 1910, e prosseguirá durante os anos 30 e 40, ou seja, antes e durante o trágico decorrer da Segunda Guerra Mundial de 1939-1945.
Tal projecto contemplava a colonização, pela parte dos Judeus, de uma determinada parcela no planalto de Benguela, em Angola, cujo tamanho seria cerca de 45.000 quilómetros quadrados. Depois dessa aprovação, o citado decreto tinha apenas que ser incorporado na Constituição. Todavia, a Jewish Territorial Organisation (Organização Territorialista Judaica), um organismo judaico criado para a pesquisa de um refúgio para o povo judeu, não esteve de acordo com o Projecto Bravo, que lhe foi apresentado na cidade de Viena, na Áustria, entre os dias 27 e 30 de Junho de 1912.
As razões apresentadas pela citada Jewish Territorial Organisation foram que as concessões dadas por Portugal eram, no seu entender, diminutas. Fizeram igualmente reparos negativos às condições económicas que reduziam as doações de terrenos somente para colonos judeus individuais, o que não permitia fortes investimentos colectivos, ou empresariais pela parte das
grandes sociedades financeiras judaicas. Mas, sobretudo, a Jewish Territorial Organisation, queria que Portugal lhes concedesse o direito de lá constituir uma área para a construção de «uma mova pátria judaica» o que, obviamente o governo português sempre rejeitou, até porque o primeiro artigo do referido projecto, que um pouco mais tarde viria a ter a designação de 200 B, estipulava desde logo que os colonos judeus se deviam tornar portugueses para assim poderem usufruir da posse dos terrenos.
Está bom de ver que o interesse das organizações judaicas em Angola residia no facto de um eventual assentamento de uma colónia judaica nesse território da África ocidental portuguesa ser passível de uma concessão do governo de Lisboa que lhes permitisse lá a instalação de uma zona com autonomia política, económica e administrativa própria, coisa que, evidentemente, era absolutamente incompatível com a soberania portuguesa. Além disso o mesmo documento parlamentar reafirmava o princípio inalienável do português como língua oficial das escolas e de todos os documentos oficiais e públicos que viessem a ser usados pelos judeus ali instalados. Isto para evitar aquilo que já em 1910, o então presidente da Câmara (Kaymakam) de Nazaré, durante a dominação do Império Turco Otomano, escreveu:
...Os judeus não convivem absolutamente nada com os otomanos; não lhes compram nada. Possuem um banco especial... Em cada aldeia e em cada colónia fundaram uma comissão central e uma escola... Os judeus possuem também uma bandeira azul com a Estrela de David no meio... Hasteiam essa bandeira em lugar da bandeira otomana... Quando os Judeus se dirigem às autoridades administrativas declaram que se encontram inscritos nos registos otomanos (isto é: que são súbditos otomanos), mas trata-se de uma mentira e de um embuste... (1)
ainda funcionar uma espécie de seguro social... (2)
alternativa à Palestina, dado nessa altura estarem em curso rigorosas restrições (impostas pelas autoridades britânicas) à imigração judaica para essa região do Médio Oriente. (3)
Todas estas movimentações acabaram por chegar a um jornal inglês, o Daily Herald, que publicou em 30 de Abril de 1934 um artigo intitulado:
Nova casa para 5.000.000 de judeus. Projecto de acordo para o Oeste de África. Portugal
oferece-se para dar terra.
Perante o assomar de todas estas notícias postas a circular, o governo português pronta e categoricamente as desmentem, quer perante a agência noticiosa Reuter, quer perante o jornal judaico Jewish Chronicle.
Em todas estas complexas movimentações conducentes à instalação de judeus em Angola, foi também referenciada, em 1938, a presença em Lisboa do escritor judeu alemão Stefan Zweig, isso como representante da Freeland League Jewish Territorial Colonization (Judeus em Portugal durante a II Guerra Mundial – Em fuga de Hitler e do Holocausto, Irene Flunser Pimentel, A Esfera dos Livros, pág. 87).
Precisamente no ano em que tudo isto decorria, aconteceu, em França (Julho de 1938) a Conferência de Évian (4), especialmente marcada para proceder ao estudo sobre a questão dos judeus residentes em vários territórios. Estiveram lá presentes trinta e um países, mas nenhum se mostrou verdadeiramente interessado em aceitar judeus nos seus territórios. Foi nesse encontro internacional que, apesar de tudo, nasceu uma nova organização, isto é: a Comissão Intergovernamental, conhecida pelo acrónimo de I.G.C. (5). Esta entidade, presidida por Sir Herbert Emerson, viria a ter contactos com as autoridades nacional-socialistas do III Reich, conducentes ao abandono do território alemão por centenas de milhares de judeus.
Nos finais de Outubro de 1938 o próprio governo hitleriano mostrou concordância em negociar com a IGC, tendo em Dezembro desse mesmo ano se deslocado a Londres, com esse objectivo, o presidente do Banco Central Alemão, Hjalmar Schacht. Tal programa de saída de judeus da Alemanha teria que se processar em várias etapas e ser precedido de uma compensação financeira para o III Reich. Estas negociações falharam porque os Alemães e a outra parte interessada nunca chegaram a um acordo financeiro que fosse satisfatório. Na realidade os Alemães exigiram verbas fabulosas.
Centro de Historia da Universidade de Lisboa, vol. 6, 1987-1988, págs. 79-105.
Continuando sobre este assunto, ver A colonização judaica em Portugal e nas colónias: um israelita russo, membro do Conselho de Estado e do Supremo Tribunal de Moscow, veio expressamente a Lisboa tratar do assunto, jornal A Capital, Lisboa, 20/5/1912, e o livro de Jorge Martins, Portugal e os Judeus (Volume III), editado pela Documenta Histórica (Série Especial), Nova Veja, Lda, capítulos 1.3. Projectos sionistas em Portugal, 13.1 Theodor Herzl e o projecto da colónia judaica em Moçambique, 1.3.2. O projecto republicano de colonização judaica de Angola, págs. 67-80.
pesou sempre em última análise a razão de eles serem alemães e constituírem um factor perigoso a ter em devida conta.
e colonizar domínios ultramarinos e de civilizar as populações indígenas que neles se compreendam, exercendo também a influência moral que lhe é adstrita pelo Padroado do Oriente.
António José dos Santos Silva
(um excerto do seu livro Medinat Yisrael e Palestina – Raízes e razões de um conflito)
(2) – Dossier do Conflito Israelo-Árabe, Editorial Inova Limitada, págs. 66-77.
(3) – Convém igualmente mencionar que, mais tarde, Roosevelt teve também em mente fazer um pedido ao governo português para a instalação de judeus em Angola. Foram estas ideias (e outras) de activa solidariedade à causa judaica, que teriam motivado um senador americano, que teve uma conversa com o presidente Roosevelt, a afirmar: «sinto que o presidente será o novo Moisés que conduzirá os filhos de Israel para fora do deserto.» (Palestine Post, 6 de Março de 1944). Embora, se sinta, que essa afirmação possa estar em contradição com o queefectivamente Roosevelt tinha na ideia, ou seja: este não sugeria uma instalação de judeus no território da Palestina... antes concretamente em Angola.
(4) – Não confundir a Conferência de Évian, que aqui neste livro é referida, com os célebres Acordos de Évian, firmados em 18 de Março de 1962 entre a França do general Charles de Gaulle e os rebeldes argelinos da FLN-Frente de Libertação Nacional (guerra da Argélia – 3 de Novembro de 1954 a 3 de Julho de 1962), que conduziria a nação argelina à independência. A citada Conferência de Évian herdou o nome da pequena localidade francesa de Évian les-Bains.
(5) – Portugal recusou sempre participar nos trabalhos da IGC subsequentes à Conferência de Évian, já que o governo português não tinha sido convidado para assistir à mesma e, como tal, afirmou, não fazia sentido que fosse convidado «para executar medidas em cuja elaboração não tomamos parte e de que não tínhamos conhecimento.»
(6) – Outra relevante entidade judaica que prestou activa assistência aos refugiados judeus que aportaram a Portugal, antes e durante os duros anos da Segunda Guerra Mundial foi o CIL (Comunidade Israelita de Lisboa). Foi presidida pelo judeu sefardita português, o economista Moisés Amzalak (amigo e colega de António de Oliveira Salazar na Universidade de Coimbra), tendo como vice-presidente outro judeu sefardita português, o médico Elias Baruel. Outro importante dirigente foi Samuel (Sam) Levy. O apoio financeiro dos judeus americanos do Joint foi fundamental para esta estrutura ter podido funcionar da forma mais proficiente. Para saber mais sobre o CIL consultar o sítio na net http://www.cilisboa.org/
(7) – Designação do Ministério dos Negócios Estrangeiro do Reino Unido.
segunda-feira, 19 de outubro de 2009
Série Turca Polémica Levanta Protestos de Israel
O programa chamado Ayrilik, apresenta uma história de amor que se desenvolve durante a ofensiva de Israel na Faixa de Gaza, segundo a imprensa Israelita. No entanto, parte de um episódio disponível no YouTube mostra várias imagens do IDF abrutalizar o população Palestiniana, com crianças a serem abatidas com tiros no peito e pontapés em pessoas idosas no chão, entre outras coisas.
No vídeo, os soldados Israelitas podem ser vistos a disparar no peito contra uma menina que apenas sorri, a fazerem avançar um tanque através de uma rua movimentada e alinhando um pelotão de fuzilamento para atirar contra os Palestinianos. O programa foi transmitido no canal Turco TRT1, canal de televisão patrocinado pelo próprio estado., segundo a imprensa Israelita.
Eles também relatam que o drama passado na Web "traz para a realidade a ferida aberta da Palestina. Retrata a tragédia de ambos os lados ao longo de gerações... Esta temporada foca as mulheres e crianças e a história da Palestina, bem como a noção de que o solução final é o amor, a compaixão e paz no mundo." [leia a notícia na íntegra]
sábado, 17 de outubro de 2009
Brasileira Processada Por Forjar Ataque Neonazi

Segundo o jornal O Estado de São Paulo, a cidadã brasileira pode vir a ser condenada até três anos de prisão por falso testemunho à Justiça.
sexta-feira, 16 de outubro de 2009
Lady Renouf no Parlamento Europeu - "UMA PROVA - UMA ÚNICA PROVA!"
Há várias formas de impedir que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação em nome de qualquer coisa que nunca ninguém percebe muito bem o que é.
Por exemplo, podemos tentar impedir que a pessoa "incómoda" faça a difusão da matéria "incómoda". Podemos, por exemplo, fazer desaparecer a pessoa incómoda. Podemos, no fundo, fazer uma série de coisas que, dizem alguns, é tudo em nome da nossa própria "segurança e bem estar" (???!!!) - esta é a tal parte que eu nunca percebo muito bem o que é...
Mas para que exista uma verdadeira liberdade de expressão e de informação não podem existir assuntos protegidos e intocáveis. Infelizmente, todos sabemos que o facto histórico denominado "Holocausto" é o único sobre o qual não se pode falar abertamente sem se correr o risco de sermos imediatamente rotulados de "nazis" ou "anti-semitas" se duvidarmos ou questionarmos a versão oficial.
Seguidamente, iremos apresentar um verdadeiro acto de coragem [o original foi retirado daqui - e tem ainda umas notas finais de Robert Faurisson]:
Lady Renouf pediu uma prova, uma simples prova, do “Holocausto”

Entre as fotografias que ela incluiu na sua apresentação estão algumas de Gilles Karmazyn; até agora, nos seus longos esforços na Internet a fim de localizar revisionistas e os seus escritos, este pobre Torquemada tinha tido sucesso em esconder a sua face e nenhuma imagem sua conseguia ser encontrada no Google ou na Wikipedia.
Mas o mais surpreendente é que, por sorte, Lady Renouf, desconhecida para as pessoas presentes na conferência, obteve permissão para falar depois dos participantes que estavam no programa e ela – que não é nem revisionista nem anti-revisionista – conseguiu fazer um apelo para um debate livre sobre “o Holocausto“; foi ao ponto de pedir, como conclusão naquele debate, uma prova, uma única prova da existência das câmaras da gás Nazis.
Em todo o caso, nos tempos actuais, parece existir a sensação de eu os argumentos exterminacionistas, como dizem os Americanos, é algo que corre sem combustível. Podemos mesmo questionar se a mentira das supostas câmaras de gás Nazis de gás estão, mais ou menos, no mesmo patamar que Ariel Sharon. E, se estão mortos, não é mais do que tempo para os enterrar?
Um comentário breve e enérgico
Aqui está, a seguir, o breve e enérgico comentário de Lady Renouf. No mesmo, as letras “WMD” designam “weapons of mass destruction” [armas de destruição em massa] atribuídas a Adolf Hitler, ou seja, “câmaras de gás” e também “furgões de gás”, supostamente concebidas e usadas para assassinar Judeus na Europa, mas que, em ambos os casos, jamais tenha sido encontrado qualquer vestígio que o prove e que, por óbvias razões físicas e técnicas, são, simplesmente, inconcebíveis.
Obrigado, Senhora Presidente,
Senhoras e Senhores
Esta conferência é intitulada "Negação e Democracia". Há, seguramente, apenas uma maneira de combater a "negação" num contexto "democrático" – não instituindo debates sobre a negação através de Europa, mas, em vez disso, fornecendo provas documentais que desmintam os negacionistas. Há duas semanas, Benjamin Netanyahu dirigiu-se às Nações Unidas argumentando que possuia provas – os denominados desenhos técnicos de construções industriais de WMD – e que tinha sido rejeitadas por peritos Judeus, tal como Professor Van Pelt, que foi ao ponto de dizer que "os negacionistas devem estar a divertir-se porque isto demonstra como as pessoas são crédulas". Estes mesmos documentos apresentados como provas por Netanyahu, foram, aliás, inicialmente descobertos e publicados em 1976 (como prova da normalidade das câmaras de gás para desinfectar a roupa) pelo veterano revisionista Professor Robert Faurisson!
Poderá esta conferência especializada ter sucesso onde Netanyahu fracassou? Poderá esta conferência fornecer-nos um – apenas um - item documental que funcione como prova e que possa fazer frente às fontes críticas revisionistas sobre o Holocausto? Deveremos apenas silenciar tais vozes cépticas com ameaças, multas e sentenças de prisão ou iremos ensinar as nossas crianças nas escolas que o debate/negação da fonte histórica é uma crítica normal? Viram o "Guidelines for Teaching about the Holocaust” [“Directrizes para o Ensino do Holocausto"? Se me permitirem, irei fazer uma citação: "Deve ser tomada em consideração não dar uma plataforma aos negacionistas... nem procurar desmentir a posição dos negacionistas através de um debate histórico normal e argumentos racionais".
Como antiga conferencista numa universidade pedi, por favor: Poderá a União Europeia fazer aquilo que a ONU não fez e fornecer-nos hoje um documento com o qual as crianças da escola e os seus professores possam contar? Nem a lei contra o negacionismo define o que é uma WMD industrial, pelo qual se condenam cidadãos da Europa e não só a vários anos de prisão".
quinta-feira, 15 de outubro de 2009
A Conspiração da Gripe Suina
A Nova Inquisição Espanhola

O jornal El País revelou que o Sr. Asencio é um negacionista do Holocausto, que descreve aquele facto histórico como "a maior fraude da História" num artigo publicado em 1979 no ‘Diario Información’. Ele descreve o extermínio de seis milhões de Judeus durante a Segunda Guerra Mundial como uma "lenda".
quarta-feira, 14 de outubro de 2009
Mussolini Foi Espião dos Serviços Secretos Ingleses

"Lá estão estes tipos a "reescrever" a História"!
Não, nada disso. Apenas não gostamos de colocar rótulos a ninguém. Nem a pessoas nem a movimentos políticos.
O ditador italiano Benito Mussolini trabalhou para os serviços secretos ingleses antes de ter fundado o regime fascista, revelou esta quarta-feira o diário britânico ‘Guardian’.
Peter Martland, um historiador de Cambridge, descobriu nos arquivos britânicos documentos que provam que em 1917 Mussolini foi pago pelo MI5, os serviços secretos de Londres, para escrever artigos a favor da continuação da Itália na I Guerra Mundial ao lado dos aliados e atacar manifestantes pacifistas.
Podem continuar a ler a notícia aqui.
Este tipo de notícia - para muitos demasiado surpreendente - apenas vem provar que, em historiografia, não podem existir factos históricos fechados com rótulos de "comprovados" ou "nada mais há a acrescentar". Como sempre defendemos, o que hoje é verdade, amanhã poderá não ser.
Do outro lado do Atlântico, voltou a polémica sobre o assassinato de John F. Kennedy: teria a CIA mais motivos do que Oswald? Esta crónica - muito interessante, acrescente-se - só não encaixa na teoria do "reescrever a História" ou dos que nos chamam de "teóricos da conspiração" porque ainda hoje não se sabe quem assassinou Kennedy.terça-feira, 13 de outubro de 2009
América... América... América...

Afeganistão. O presidente Barack Obama - ESSE MESMO: O DO "PRÉMIO NÓBEL DA PAZ!!!!! - e o Congresso estão lutar pelo agravamento da guerra no Afeganistão. Após oito anos de operações militares - o que custou aos EUA 236 biliões de dólares, o comandante Americano no Afeganistão alertou para a ameaça de "fracasso" ou, por outras palavras, "derrota".
A verdade é a primeira vítima da guerra. A maior mentira da Guerra do Afeganistão é que "nós temos que combater lá os terroristas e assim não temos de lutar com eles em casa". Políticos e generais continuar usando esta afirmação para justificar uma guerra que eles não conseguem explicar ou justificar.
Muitos Norte-Americanos ainda acreditam nesta mentira porque também acreditam que os ataques de 11 de Setembro vieram directamente de bases da al-Qaida no Afeganistão e de movimentos Talibans.
Isso não é verdade. Os ataques de 11 de Setembro foram planeados na Alemanha e na Espanha e conduzidos, principalmente, de bases Americanas na Arábia Saudita com o objectivo de punir a América pelo suporte à repressão de Israel contra os Palestinianos.
Os Talibans, um movimento religioso, anti-Comunista da tribo Pashtun, ficou totalmente surpreendido pelo 11 de Setembro. Osama bin Laden, que foi culpado por esse acto, estava no Afeganistão como convidado porque era um herói nacional por ter combatido contra os Soviéticos nos anos 80 e estaria a ajudar a luta dos Talibans contra o regime Comunista Afegão.
Amérca. Afeganistão. Irão. Dois senadores republicanos não estão suficientemente felizes com as duas grandes guerras e com as várias outras escaramuças ao longo da costa leste de África que os Estados Unidos estão a travar. Eles querem que as tropas Americanas iniciem uma guerra genocida, a uma escala global, contra o Irão. Por quê? Porque não querem colocar "muita pressão sobre Israel".
Os senadores republicanos Lindsey Graham (SC) e Saxby Chambliss (GA) foram à televisão dizer que os militares Americanos não deviam apenas bombardear as instalações nucleares do Irão, mas também lançar uma guerra do "tudo ou nada" contra o país Persa, com o objetivo de o destruir.
E por que deveriam os soldados dos EUA arriscar as suas próprias vidas para mater Iranianos inocentes? Para proteger Israel, claro.
América. Afeganistão. Irão. Israel. Acabo quase como comecei. Depois de tomar conhecimento desta decisão do mais recente Prémio Nóbel da Paz - ainda alguém se surpreende?... - achei, mesmo assim, que seria necessário mais uns pequenos esclarecimentos para os mais distraídos ou com memória curta.
Em primeiro lugar, foram os Americanos os primeiros a fornecer material nuclear aos Iranianos; em segundo lugar, um memorando secreto da Casa Branca, de 1969, alertou para os "perigos das armas nucleares de Israel" - claro que os excelentíssimos senhores "jornalistas de investigação" andam tão atarefados que nunca reparam neste tipo de documentos... Finalmente, em terceiro lugar, recomendo novamente a leitura desta notícia, já publicada pelo Revisionismo em Linha aqui.
domingo, 11 de outubro de 2009
Michael Hoffman
Quem Envenenou, Realmente, os Filhos de Goebbels?

Seis crianças mortas e o acto nunca foi punido. Surpreendentemente, nenhum historiador jamais aprofundou realmente este trágico crime, que era parte do acto final do Terceiro Reich. Para esse dia, o episódio continua a ser objecto de especulação e interpretação.
quarta-feira, 7 de outubro de 2009
Irão - Crenças e Realidades

Crença: O Irão é agressivo e ameaçou atacar Israel, os seus vizinhos ou os EUA.
Realidade: O Irão não lançou uma guerra agressiva durante a história moderna (ao contrário dos EUA ou Israel), e os seus líderes têm uma doutrina de "não atacar primeiro". Isto é verdade epode ser comprovado pelo Líder Supremo Ali Khamenei, bem como pelos comandantes da Guarda Revolucionária.
Crença: O Irão é uma sociedade militarizada que possui armas perigosas e é uma crescente ameaça à paz mundial.
Realidade: Orçamento militar do Irão é um pouco mais de 6 bilhões de dólares anuais. Suécia, Singapura e Grécia têm maiores orçamentos militares. Além disso, o Irão é um país com 70 milhões de pessoas, pelo que a sua despesa ‘per capita’ na defesa é algo minúsculo em comparação com outros, já que são países muito menores no que diz respeito à população. Irão gasta menos ‘per capita’ com as suas forças armadas do que qualquer outro país na região do Golfo Pérsico, com excepção dos Emirados Árabes Unidos.
Crença: O Irão ameaçou atacar militarmente Israel e "limpá-lo do mapa".
Realidade: Nenhum líder Iraniano no executivo, ameaçou com um acto agressivo de guerra contra Israel, pois isso entraria em contradição com a doutrina de "não atacar primeiro" a que o país aderiu. O presidente Iraniano disse explicitamente que o Irão não é uma ameaça para qualquer país, incluindo Israel.
Crença: Mas o presidente Mahmoud Ahmadinejad não ameaçou "varrer Israel do mapa?"
Realidade: O presidente Mahmoud Ahmadinejad citou o Ayatollah Khomeini, no sentido de que "este regime de ocupação sobre Jerusalém deveria desaparecer das páginas do tempo" (in rezhim-e eshghalgar-i Qods bayad as safheh-e ruzgar mahv shavad). No entanto, esta não foi uma promessa de mandar avançar tanques e invadir ou lançar mísseis. É a expressão de uma esperança de que o regime entrará em colapso, tal como conteceu com a União Soviética. Não se trata de uma ameaça de matar ninguém.
[leia a notícia na íntegra]
terça-feira, 6 de outubro de 2009
A Capitulação de Jean-Claude Pressac

“Pode-se retroceder este desenvolvimento?”
e ele próprio fornece a resposta:
“É muito tarde. Uma retificação geral é humano e materialmente impossível”.
Robert Faurisson
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
Mais Um Testemunho Falsificado! - QUANTOS MAIS FALTARÁ DESMASCARAR?

Messinger referiu que estava transtornada por ter descoberto que Pence tinha inventado a história de "Hannah".
Publicado em 2005, "Hannah" é a história é de uma menina que foi presa num campo de concentração Nazi durante a Segunda Guerra Mundial, que tinha sido salva pelas forças americanas e que, mais tarde, se tinha tornado numa esquiadora Olímpica.
O problema é que nada desta história é verdadeiro, acrescentou Messinger.
A autora já apresentou as suas desculpas pelo seu papel em dar voz a uma autobiografia completamente falsa. [leia a notícia na íntegra]
domingo, 4 de outubro de 2009
sábado, 3 de outubro de 2009
Afinal, Ele é Descendente de Judeus!...


A sua família terá alterado o nome para Ahmadinejad quando se converteu ao Islão após o seu nascimento. [leia a notícia na íntegra]
Campos de "Extermínio" Com... ORQUESTRAS!

Nas costas de alguns destes instantâneos encontra-se um carimbo do departamento do campo de Auschwitz e, também - talvez depois do fim da guerra - uma mão Alemã gravou legendas em alguns. A legenda diz o seguinte: "gedeckte Tafel für unsere jüdischen Freunde vom Kubu Ochester" ("jogo de mesa para os nossos amigos Judeus da Banda Kubu") ."
Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.
As particularidades cada vez mais curiosas dos campos de concentração Nazis - ditos de "extermínio" - fazem com que se perceba o porquê de certas pessoas andarem tão preocupadas em punir quem investiga, quem questiona, quem duvida, do único facto histórico que... está proibido de se questionar e duvidar... Apenas é permitida a investigação de qualquer coisa que, supostamente, credibiliza o mesmo que não se pode duvidar, apesar de haver tantas dúvidas...
Confuso? Apenas para quem não quer ver...
segunda-feira, 28 de setembro de 2009
A Estranha "Testemunha Ocular" Chamada 'Jan Karski'

Há muito tempo que é evidente para os académicos revisionistas que as várias declarações de Karski sobre a sua suposta visita ao campo de Alemão para Judeus localizado perto de Belzec, cerca de 80 milhas a sudeste de Lublin, têm vindo a perder fulgor entre as autoridades 'exterminacionistas'. Tal como Arthur Butz salientou, "uma nova versão desinfectada da sua história" apareceu no livro de Walter Laqueur, The Terrible Secret. Laqueur sentiu a necessidade de explicar o fracasso de Karski em tentar ver qualquer câmaras de gás declarando que "aparentemente... estas eram muradas e só com autorização especial se podia aproximar delas". Karski não foi questionado sobre a sua visita a Belzec durante a sua entrevista com Claude Lanzmann, no filme Shoah e, mais recentemente, Raoul Hilberg levantou sérias dúvidas sobre a visita de Karski a Belzec em 1942. "Eu não o colocaria nem sequer numa nota de rodapé em qualquer dos meus livros" declarou Hilberg. Tal como o pesquisador revisionista Mark Weber escreveu, a reivindicação de Karski de que os Judeus, em Belzec, foram colocados em comboios e despachados para bem longe do campo é mais coerente com a visão revisionista de Belzec, como um campo de trânsito para Judeus com destino para Leste, do que a noção de que Belzec foi um centro de extermínio.
Testes a Fragmento de Crâneo Levantam Dúvidas Sobre o Suicídio de Adolf Hitler

quarta-feira, 23 de setembro de 2009
Uma Versão Que os Média Sempre Ignoraram
A seguir a tradução de algumas passagens, as tais que "não ouvimos muitas vezes" - mas porque será???
- "A vida era melhor antes de ser criado o Estado de Israel?"
- "Temos o testemunho das comunidades Judaicas que viviam naquele local, e nos arredores, e que viviam em harmonia com os outros povos e com as outras religiões (...). Temos documentos que mostram que eles pediram às Nações Unidas para que não se criasse ali um estado Judaico. Muçulmanos, Cristãos e Judeus ignoravam a criação desse Estado".
(...)
- "(...) não pode ignorar os abusos ou as chacinas ao longo de milénios e, particularmente e mais recentemente, à cerca de 60 anos"...
- "Uma coisa é ser morto por questões de 'anti-semitismo' e outra coisa, por antagonismo, é nós criarmos esse 'anti-semitismo' através do Sionismo. (...) Existe uma enorme propaganda que afirma que todos os Árabes querem atirar os Judeus para o oceano."
(...)
- "(...) O Presidente do Irão diz que o Holocausto nunca existiu que se pudesse destruía Israel e todos os Judeus"...
- "Isso mais outra de muitas falsidades. Existe uma comunidade Judaica no Irão e ele nunca os molestou (...). Estivemos naquele país e fomos recebidos por vários líderes (...) e eles não têm qualquer problema religioso connosco (...)".
Certamente nunca viram este vídeo ou esta versão ser discutida nos principais orgãos de comunicação social. Obrigado por ter passado por aqui.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Nós Somos o Quê?!...

Um clérigo Sionista defendeu que o regime Israelita deveria dar "luz verde" ao massacre de Árabes como retaliação aos ataques Palestinianos.
Num artigo publicado no Eretz Israel Shelanu,Shmuel Eliyahu, rabino-chefe de Safed, defendeu que o regime Israelita deveria oficializar a permição "da vingança contra os Árabes para restaurar a dissuasão de Israel".
"Não me estou a referir a pessoas a título individual. Estou a falar sobre o estado. [Israel] tem que lhes causar dor ao ponto deles gritarem 'Já chega', até o ponto deles cairem de de cabeça e gritarem 'ajuda'. Não por uma questão de satisfazer a necessidade de vingança, mas para efeitos de dissuasão", escreveu ele.
No boletim Eliyahu propõe que "pendurem as crianças" na árvores, os filhos daqueles que atacaram o Mercaz Harav Yeshiva.
O rabino, acrescentou: "Nós vamos ficar aqui. Temos de viver com aqueles que entendem muito bem a linguagem da vingança". [leia a notícia na íntegra].
Ou será por divulgar - ou recordar - notícias como esta (que nem sequer é nova):
Um responsável médico Israelita e especialista em ética na medicina pediu o julgamento dos médicos responsáveis por milhares de experiências não autorizadas e muitas vezes ilegais em crianças pequenas, idosos e pacientes psiquiátricos em hospitais Israelitas. [E EU A PENSAR QUE ESTE TIPO DE COISA SÓ TINHA EXISTIDO NA ALEMANHA NAZI...].
Uma investigação de vigilância do governo revelou que os investigadores em 10 hospitais públicos administraram drogas, realizaram testes genéticos não autorizados ou realizaram cirurgias em pacientes incapazes de dar consentimento ou sem obter aprovação do ministério da saúde. [ESTES MÉDICOS ERAM NAZIS! ERAM! DE CERTEZA! JAMAIS UM MÉDICO JUDEU OU SIONISTA IRIA FAZER TAMANHA MALDADE...].
Podem ler aqui a notícia na íntegra.



