terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Atirar Num Elefante: O Terrorismo de Israel Sobre Gaza
Os ataques israelenses não poupam ninguém, crianças, mulheres, ambulâncias e tudo o que se mova pode ser alvo da covardia e brutalidade de um dos exércitos mais brutais do mundo. Se para você isso é novidade, não deixe de assistir a esse documentário
"Em 18 de janeiro de 2010 aconteceu o primeiro aniversário do fim do bombardeio de Israel sobre Gaza - ataque que durou de 27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009 e que terminou com a vida de 1.412 palestinos.
O documentário "To Shoot An Elephant" (TSAE) narra, do interior da Faixa de Gaza, os acontecimentos durante aqueles dias. Convertido em narração direta e privilegiada dos bombardeios, quer ser ferramenta para fazer frente à mentirosa propaganda israelense e ao silêncio internacional.
Este é o primeiro dos 11 vídeos. A ver rapidamente... antes que desapareça...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Os "Libertadores" de Auschwitz

Esta entrevista irá merecer uma análise mais profunda da nossa parte nos próximos dias. Até lá, gostaria que a lessem e colocassem os vossos comentários.
"(...) A 17 de Janeiro de 1945, 10 dias antes do Exército Vermelho Soviético libertar o campo, os Nazis forçaram cerca de 60,000 prisioneiros a fazerem a conhecida "Marcha da Morte" pelos doze sub-campos de Auschwitz.
"Eu estava demasiado fraca para ir", disse Wasiak. Ela foi uma das cerca de 7,000 pessoas deixadas para morte.
Ela recorda que uma das equipas Soviétivas de reconhecimento entrou no campo um dia ou dois antes do dia 27 de Janeiro, quando a chegada do Exército Vermelho marcou a libertação do campo.
"Eles eram muito rudes e estavam esfomeados", disse ela à AFP num dos encontros regulares de sobreviventes de Auschwitz num centro comunitário comunista emVarsóvia.
"As tropas montaram um cozinha de campanha mesmo em frente ao barracão das nossas crianças. Eles estavam a comer carne de cavalo e nós, como cães, implorando para que eles nos dessem alguma coisa e eles "brincaram" connosco, lançando os ossos para a neve. Nós fomos buscá-los e até os mastigámos", referiu Wasiak, sem conseguir conter as lágrimas." [leia a notícia na íntegra].
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A História do Vôo de Hess: A Oferta de Paz de Hitler à Grã-Bretanha
Em resumo, Hitler ofereceu retirar da Europa Ocidental, excepto de duas províncias Francesas e do Luxemburgo e, em retorno, a Grã-Bretanha concordaria em assumir uma atitude de neutralidade benevolente para com a Alemanha enquanto esta revelava os seus planos para a Europa Oriental. Além do mais, o Führer estava preparado para retirar da Jugoslávia e da Grécia.
Leia sobre este assunto aqui.
Podem ver igualmente estes três vídeos que abordam o mesmo assunto.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Bispo Richard Williamson Quebra o Silêncio
A entrevista encontra-se traduzida em Inglês aqui.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
"O Rasputine de Himmler" de Christian Bouchet
A questão permanece envolta em controvérsia. Com base em alguns factos irrefutáveis: os seus estudos e poemas ocultistas, o seu internamento num hospital psiquiátrico de Salzburgo, ou a sua pertença às SS, sobre estas foram tecidas inúmeras lendas e misti cações.
A final qual a sua verdadeira inf luência no Terceiro Reich? A sua obra foi afectada pela sua suposta demência, ou esta vai efectivamente beber aos caudais mais profundos do imaginário völkisch? Wiligut foi, um maníaco, um mago, um neo-cátaro, uma espécie de precursor do paganismo new age ou um pouco de todas estas coisas?
Esta obra do professor universitário francês Christian Bouchet conta ainda com um apêndice de Gerhard Petak (do grupo musical Allerseelen) e uma tradução integral de poemas de Wiligut.
Dados do autor:
Diplomado em Ciências Económicas, em Direito, em História e Doutor
em Etnologia pela Universidade de Paris VII (onde foi aluno do
professor Robert Jaulin), professor universitário, jornalista e escritor, autor
de numerosas obras e artigos, Christian Bouchet é um especialista reconhecido no estudo das novas formas
de espiritualidade contemporânea, dos novos movimentos religiosos e do fenómeno maçónico.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Top-Ten Para o Fim-de-Semana

R. Não apenas o Holocausto, mas também a Revolução Francesa, o 11 de setembro, o Império Romano, a Revolução Russa, a Idade Média, as Guerras Púnicas... Enfim: toda a História é passível de livre pesquisa não vinculada a este ou aquele resultado pré-estipulado. Aqui não se trata de dar o status de “inviolabilidade” a qualquer evento, e sim conceber a liberdade científica como irrestrita a qualquer período da humanidade. E, uma vez que o suposto Holocausto Judeu gozaria de tamanho arcabouço probatório, “notoriedade”, seria muitíssimo mais apropriado refutar os revisionistas e desmoralizá-los publicamente (pressupondo-se, obviamente, um ambiente de pesquisa não-reprimido). A censura às suas idéias, todavia, evidencia a fragilidade da versão “oficial” dos vencedores. Note-se que exatamente um fato apregoado de forma tão “indiscutível e reconhecida” pôde ser fortemente desestabilizado por pesquisadores independentes dispersos, com ínfimos recursos financeiros e de mídia se comparados à Holo-Indústria.
Pela lógica de Wiesel, este é o critério para a criminalização do pensamento. Ainda que desconsiderada a precariedade jurídica de tal afirmação, pergunta-se: qual a "dor" causada a milhões de pessoas pelas teses que negam, modificam ou mesmo ridicularizam tantos outros segmentos religiosos, como o "revisionismo" da Doutrina Cristã ou o “revisionismo” da Doutrina Islâmica? Qual a dor causada pelas "marchas da maconha" a tantas famílias que vêem nas drogas a causa do sofrimento de um ente querido? Qual a dor causada à identidade cultural de tantos povos estereotipados e parodiados pela Indústria Cinematográfica Hollywoodiana? Exemplos não faltam!
R. A mesma pergunta deve ser feita aos que nos tem “bombardeado” diuturnamente nas últimas décadas com incontáveis produções – principalmente dramaturgia o mais apelativa possível – visando doutrinar as novas gerações na Holo-Cartilha. O Revisionismo nasce como um contraponto a essa propaganda e como movimento de esclarecimento sobre o principal marco do século XX, o pós-45.
O que não envolve, contudo, uma relação de sujeição do revisionismo a qualquer bloco político; trata-se de um novo olhar, uma proposição de releitura da História em qualquer tempo e sob quaisquer prismas. O enfoque temático circunstancial não compromete as possibilidades futuras (e presentes), que são ilimitadas!
Article 19. - Charter of the International Military Tribunal
The Tribunal shall not be bound by technical rules of evidence. It shall adopt and apply to the greatest possible extent expeditious and nontechnical procedure, and shall admit any evidence which it deems to be of probative value.
R. O “célebre” IMT, mais apropriadamente caracterizado “Linchamento” de Nuremberg, foi mui provavelmente uma das maiores aberrações jurídicas de que se tem registro. Valeu-se de uma roupagem formal para que se oficializasse o subjugo do então país vencido, a Alemanha. Remake de Versalhes, só que com um elemento teatral mais aprimorado. Seus vícios remetem desde o básico do processualismo até o mais evidente: EUA, Rússia, Inglaterra e França – nitidamente os “vencedores” – julgaram os “perdedores”. O que dizer disto?! Nem Tribunal, por falta de legitimidade jurisdicional, nem militar, por ter maioria civil, e muito menos internacional, por ter sido composto pelas potências não-neutras durante a guerra e diretamente interessadas no saldo que dali proviesse. Os únicos “crimes” considerados foram os supostamente praticados pelo Eixo. Foi declaradamente um jogo de cartas marcadas.
Não existe na História a adequação da figura jurídica do trânsito em julgado, ou seja, a irrecorribilidade. É precisamente o intento de criticidade e vanguarda poderem-se analisar as condições em que se deram esses “julgamentos” e a real possibilidade de defesa dos réus, sob o ponto de vista do elo fraco na relação desigual que se compôs.
Veritas filia temporis, non auctoritatis “A verdade é filha do tempo, e não da autoridade" - Frase proferida por Galileu Galilei diante do tribunal da Santa inquisição.
R. Da mesma forma como há destacados países do Ocidente historicamente ligados à garantia dos direitos civis que rejeitam categoricamente o cerceamento à liberdade de expressão, aí inclusa a Revisão Histórica. Tratar-se-ia de mais uma (in)coerência do Sistema?
Aqueles já presos estão numa clara situação de perseguição política. Ainda assim, muitos têm conscientemente desafiado a legislação de Holo-Censura, em heróicas manifestações de desobediência civil. Dirk Zimmermann e Vincent Reynouard, por exemplo, são ícones neste aspecto.
Do resultado de uma teoria que seja desfavorável a determinado segmento não se pode automaticamente acusá-la de “racismo”. A incitação à discriminação gratuita – esta sim legitimamente passível de persecução estatal – difere radicalmente da crítica negativa, minimamente fundamentada que seja, e que não se propõe a perseguir ninguém; apenas se exerce o direito fundamental da liberdade de expressão científica, política e ideológica.
Acompanhemos, pois, atentamente as próximas rodadas da reedição desta funesta saga: Fogueira versus Livros.
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Coisas Que Não Encaixam Nas Historietas Oficiais (II)

Coisas Que Não Encaixam Nas Historietas Oficiais (I)

" (...) Na realidade, muito poucas dessas pessoas foram perseguidas na Holanda, afirma a historiadora Anna Tijsseling, que obteve o seu doutoramento na Universidade de Utrecht na quarta-feira passada, pela sua tese "Guilty Sex: Homosexual indecency offences around the German occupation". Na realidade, a perseguição legal aos homossexuais foi mais forte antes e imediatamente a seguir ao fim da guerra, demonstra a investigadora. As suas conclusões contrastam com a versão normalmente aceite dos homossexuais Holandeses como vítimas dos Nazis. Tijsseling chama a esta imagem "uma persistente ficção, criada pelos movimentos gays de emancipação nos anos 70". [leia a notícia na íntegra]
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Os Aliados Ganharam a Guerra... Ou Foi Hitler Que a Fez Perder?
Podem adquirir o vídeo na íntegra aqui e também ler uma análise ao erro de Dunquerque aqui.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Recordando Vincent Reynouard
O seu "crime" foi mandar distribuir folhetos revisionistas que colocam em dúvida vários aspectos do polémico Holocausto judeu.
sábado, 9 de janeiro de 2010
Reestruturação
Mas, pouco a pouco, as coisas estão a entrar nos eixos.
Até lá, fiquem com uma curiosidade mandada por um amigo:
A foto da visita que Leon Degrelle fez a Alain Delon durante as filmagens em Espanha do filme Zorro. Eram amigos de longa data...
Não esquecer que o primeiro a financiar o exilio do general foi o patrão da LOREAL...
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
Pouco a Pouco...

Alguns problemas pessoais têm impossibilitado a reestruturação do blogue de uma forma mais rápida, mas as coisas estão quase a sair. Até lá, gostaria de partilhar algumas coisas com todos vós, bem ao jeito daquilo que o Revisionismo em Linha vos habituou.
Infelizmente, não há disponibilidade para fazer as respectivas traduções, mas aqui fica uma interessante crónica de Ray McGovern, Are Presidents Afraid of the CIA? [Terão os Presidentes (dos EUA) Medo da CIA?].
Também para analisar com atenção estão duas listas com os melhores artigos e os melhores livros para Lew Rockwell.
Recordando Dirk Zimmermann
Sobre este assunto, podem ler mais aqui.
Para lerem sobre mais um "criminoso do pensamento", podem clicar aqui.
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Para o Fim-de-Semana e Para Começar Bem o Ano
Apesar de estarem agendadas algumas modificações gráficas - entre outras novidades - o Revisionismo em Linha VEIO PARA FICAR E PARA DURAR!
E como prova disso, gostaria de vos deixar estes vídeos - retirados daqui.
Porque neste espaço achamos muito importante a divulgação daquilo que os média institucionais procuram ignorar ou esconder.
(O primeiro vídeo está dividido em nove partes).
"Nos quinze anos que se seguiram a Nuremberg, a luta revisionista foi dirigida contra a versão dos Aliados sobre o que tinha acontecido durante a guerra. Depois surgiu um novo fator. O primeiro ministro israelita Ben Gurion, estava um tanto ou quanto cético sobre as probabilidades de sobrevivência do Estado judeu, estabelecido em circunstâncias altamente questionáveis, em 1948. Mas será que essa sorte se manteria à media que as contrariedades se amontoavam? Rapidamente Ben Gurion ordenou o seqüestro de Eichmann na Argentina e arrastou-o para Israel para um enorme julgamento-espetáculo, uma espécie de Nuremberg mas a serviço exclusivo da ideologia sionista. Os mesmos documentos cuidadosamente selecionados e os mesmos vagos testemunhos foram apresentados no tribunal, com ampla cobertura da televisão e de toda a imprensa mundial. A arma suprema para a sobrevivência de Israel foi forjada ali, em 1961: A culpa foi atribuída a todas as pessoas, nações e organizações que não fossem judias. Todos tinham que pagar indenizações e retribuições, até ao fim dos tempos.
Como resultado, a luta revisionista foi submetida a uma alteração na sua natureza: o seu maior adversário tornou-se o sistema sionista e a sua enorme rede de organizações. Além disso, os sionistas não tinham outra alternativa: nada esperavam da benevolência da opinião ocidental e haviam perdido o apoio do Bloco do Leste. Estavam decididos a adquirir algum tipo de dominação mundial apenas para garantir a existência do aparato estatal sionista, rejeitado por todos no Médio Oriente. Armados com a arma do complexo de culpa, começaram a impor-se a toda a resistência e a impor o silêncio aos seus críticos. Possuíam uma ampla influência em toda a imprensa; lentamente conquistaram posições de controle nos sistemas políticos ocidentais, principalmente no interior da estrutura de poder dos EUA.
Na Europa (e no Brasil) o lobby judeo-sionista teve sucesso na obtenção de novas leis que reduzem severamente a liberdade da imprensa. As duas principais armas utilizados pelos sionistas foram a demonização através dos meios de comunicação e os longos e cansativos julgamentos. A possibilidade de expressão do Revisionismo foi salva por mera circunstância, graças ao desenvolvimento da internet. Logo em 1995 há dez anos foi lançada uma página revisionista nos EUA, a CODOH por Bradley Smith, e em 1996 a AAARGH, em língua francesa. Seguiram-se outras. Foi um desenvolvimento fantástico. Antes era difícil encontrar literatura revisionista, editada por pequenos grupos em países distantes, normalmente como uma atividade secundária. Agora, pela primeira vez, os textos básicos e as demonstrações escritas pelos pesquisadores revisionistas podiam ser vistas e lidas por milhões de leitores em todo o mundo (apesar de vários sites estarem sempre sob ataque, ou retirados dos motores de busca, ou destruídos).
O sionismo começou a uivar. A sua única resposta foi rotular todos os esforços revisionistas como anti-semitas, de extrema direita ou de branqueamento de Hitler. Mas, entretanto, esta barragem de propaganda não tem sido tão eficiente.
Foi iniciada uma nova guerra. Entranhando-se no sistema político dos Estados nacionais, as organizações sionistas lograram obter leis que protegessem a identidade sacrossanta do chamado holocausto. Em 2000, o governo israelita enviou uma toda poderosa comissão a todos os governos ocidentais a pedir-lhes novas medidas para aniquilar o Revisionismo, descrito pelos israelitas como a pior ameaça à sua existência. Como resultado, foi levada a cabo uma ampla conferência governamental em Estocolmo, na qual todos os principais governos, do ocidente e do leste, se comprometeram a reprimir o Revisionismo e a promover o chamado holocausto como o deus supremo dos tempos modernos.
Nos EUA, na Alemanha, na Suíça, na Suécia, na França (e no Brasil) grandes operações policiais foram montadas para impedir a circulação das idéias revisionistas. Muitas pessoas foram atiradas à cadeia, às vezes durante anos. Julgamentos e perseguições seguiram-se sem descanso. Pessoas foram afastadas dos seus empregos e de suas profissões.
Existem alguns textos importantes. Foram editados e estão visíveis na internet, nas línguas da antiga União Soviética (e também em português). Mas isto ainda não é suficiente para divulgar o nosso trabalho de maneira mais eficaz."
[Serge Thion]
USS Liberty - O Ataque Israelita Ignorado Pela Historiografia

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009
UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!
sexta-feira, 18 de dezembro de 2009
Para Ver e Ouvir no Fim-de-Semana
Se não estivesse morto, já tinha sido multado ou preso... ou votado novamente ao esquecimento...
Vou legendar o próximo vídeo como se eu fosse um funcionário desta brilhante agência de segurança que tão bem luta pela nossa segurança...
"Como Criar Facilmente Uma Base de Dados, Uma Espécie de Anilha Chipada, nos Porcos, Sem Eles Darem Por Isso"...
Arquivo Áudio do IHR - inúmeras audições áudio com ínumeros assuntos de grande interesse, onde o politicamente correcto é completamente ultrapassado e onde os mitos, os fantasmas e os tabús ficam à porta. A não perder!
Certos Prisioneiros Políticos Não Podem Ser Esquecidos

Estes autênticos paladinos da verdade histórica foram multados e encarcerados porque não partilham da opinião dos actuais donos do pensamento mundial. Por isso, pagam este preço.
Para todos eles, o Revisionismo em Linha deseja-lhes um FELIZ NATAL e que o próximo ano lhes possa trazer mais felicidade.
Podem ler mais sobre este assunto aqui (onde também encontrarão as moradas para lhes poderem mandar um simples cartão de Boas Festas).
O próximo vídeo é dedicado não só a eles, mas a todos os que lutam um pouco por todo o mundo para que certas revoluções não párem!
Conselhos de Leitura de Llewellyn H. Rockwell, Jr.Para Este Natal
Conselhos de leitura de Llewellyn H. Rockwell, Jr. para este Natal (e não só) e que podem ser analisados e adquiridos aqui.
Conselhos de Leitura de Ron Paul Para Este Natal


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
Gaza - Um Ano Depois
Sobre o mesmo assunto, podem assistir a mais este vídeo deste especialista Judeu em assuntos do Médio Oriente. (o som não é o melhor).
Jovem Condenada Por Falso Ataque Nazi
A jovem brasileira que em Fevereiro alegou ter sido alvo de um ataque nazi na Suíça, que lhe custou a gravidez, foi esta quarta-feira condenada por "falsa denúncia", tendo de pagar uma multa de 10.800 francos suíços (aproximadamente 7.153 euros).
A juíza Nora Lichti-Aschwanden concluiu que a jovem brasileira, de 27 anos, "sabia que estava a apresentar queixa por um acontecimento fictício" e que "estava na plenitude da sua capacidade de compreensão".
Como atenuante do comportamento de Paula Oliveira, que já durante a fase de interrogatório tinha admitido inventar os factos, serviu a avaliação psicológica feita pelo tribunal, que concluiu que a jovem sofria de problemas do foro neurológico.
Além da multa de 10.800 francos, a jovem tem ainda de pagar as despesas judiciais e os custos da investigação, que devem ultrapassar os 20 mil francos. Paula Oliveria receberá ainda o seu passaporte deve embarcar para o Brasil.
O caso foi denunciado a 9 de Fevereiro, quando a jovem, advogada e noiva de um suíço, afirmou ter sido agredida por um grupo de neonazis na cidade de Dubendorf, quando falava ao telemóvel com a mãe. Como consequência do ataque, Paula Oliveira, que estaria grávida de três meses, terá perdido os gémeos.
Mas dez dias depois a própria confessou que nunca tinha estado grávida, que o ataque xenófobo não passara de uma invenção e que se tinha auto-mutilado. [retirado na íntegra, daqui]
CONCLUSÃO/QUESTÃO: SERÁ QUE OS REVISIONISTAS PODERIAM FAZER O MESMO TIPO DE INVESTIGAÇÃO, OU UMA SEMELHANTE, A CERTOS "SOBREVIVENTES" - AS TAIS "PROVAS VIVAS" - DO HOLOCAUSTO, SEM SEREM MULTADOS E/OU PRESOS?...
Não me parece...
terça-feira, 15 de dezembro de 2009
Sempre Pela Verdade Histórica!
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.
E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.
Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...
segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Sobreviventes do Holocausto "Pouco Objectivos e Demasiado Emocionais"

Um comité [Alemão] ‘fita-azul’recentemente formado para combater o anti-semitismo envolveu-se em disputa sobre uma discussão em que se deveria ou não evitar trabalhar com sobreviventes do Holocausto porque eles "não eram objectivos” e, sim, “demasiado emocionais”.
Anexação Israelita Ilegal

O relatório anual elaborado pelos responsáveis da eu para missões em Jerusalém acusam Israel de ter executado em 2009 uma política obscura que incluía a expansão Judaica (colonatos) e a demolição de casas dos Palestinianos no Leste de Jerusalém.
“Os desenvolvimentos políticos naquela zona em 2009 foram marcados pela expansão continuada de colonatos Israelitas e num número considerável de demolições da casas Palestinianas”, refere o relatório, publicado inicialmente pelo diário Israelita Haaretz.
Israel considera Jerusalém como a sua “capital terna indivisível”, algo nunca reconhecido pela comunidade internacional. [leia a notícia na íntegra]
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
Crimes de Guerra - A Impunidade de Israel

Existem países autorizados a cometer atrocidades ou crimes de guerra? Que eu conheça, não. Mas parece, afinal, sempre existem. Vejamos: há quem atire bombas nucleares… Há quem possa bombardear cidades onde, praticamente, as vítimas são unicamente civis… Há quem possa ter campos de concentração sem quaisquer condições… Há quem possa raptar, deter, torturar, sem quaisquer motivos ou acusações… E NADA LHES ACONTECE, POIS NUNCA NINGUÉM OS ACUSA DE QUAISQUER CRIMES… POIS TUDO É EM NOME DA… LIBERDADE! (????).
Na Austrália - onde Israel é adorado e a chacina de mulheres e crianças Palestinianas é recebida com aprovação no Parlamento por ambas as partes (“Liberais” e “Trabalhistas”) e pelos meios de comunicação social do sistema - um homem com 88 anos (Charles Zentai) está na prisão aguardando a extradição para a Hungria para enfrentar a "justiça" por, supostamente, lá ter assassinado um rapaz Judeu em 1944. Há seis décadas que os Judeus Israelitas estão a assassinar crianças Palestinianas com uma total impunidade. Eles são recompensados pelos seus crimes por essas mesmas nações, incluindo a Austrália, que fingem star a fazer um compromisso com a justiça e o direito internacional. Se a morte de um menino é crime, porque é que o massacre de centenas de meninos e meninas é “legítima defesa”? [podem ler mais sobre este assunto aqui]
Um Nobel da Paz Que... Defende a Guerra!

Consciente das críticas à escolha do seu nome quando pouco mais tinha feito do que ser eleito presidente de um país envolvido em dois grandes conflitos, Barack Obama explicou aos 900 convidados presentes na sala nobre da Câmara de Oslo que por vezes 'a guerra é necessária'. [leia a notícia na íntegra]
Gostava de saber a opinião do excelentíssimo senhor Presidente dos EUA sobre este assunto... Será que também "é justo" o que se passa ali...
quinta-feira, 10 de dezembro de 2009
O Ministério do Interior Israelita Usa Testes de DNA Para Identificar Imigrantes Não-Judeus

"Meu escritório", fala um oficial do Ministério da Imigração, "ficou como um hospício. Centenas de frenéticos imigrantes telefonaram para saber o que estava acontecendo, e o que iria ser feito com eles."
...
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
Certos Mitos São Como as Folhas de Outono... Acabam Sempre Por Cair!

Diversos estudos recaíram sobre uma remota cidade brasileira - recheada de gémeos louros e de olhos azuis - tentando mostrar essa tentiva de Mengele no pós-guerra de chegar aos níveis por ele desejados para uma "raça superior" Ariana.
Mas uma recente investigação pretende demonstrar, de uma vez por todas, que os "gémeos Nazis" de Cândido Godói não passam de mais um mito.
Inacreditável - Sempre ao Serviço da Verdade Histórica

Leiam atentamente alguns dos seus últimos 'posts'.
Revisionismo: Doutrina que propõe a revisão das bases de uma teoria, crença etc. Posicionamento intelectual em que se propõe a revisão de antigos valores artísticos e literários
Revisionismo é o movimento de intelectuais, desprovidos da ignorância cultural imposta pela lavagem cerebral dos meios de comunicação, que busca a alteração da história deformada.
O Revisionismo pretende acabar com a grande farsa e corrigir a deficiente visão da sociedade.
O Revisionismo Histórico vem lutando ao longo dos últimos 60 anos no sentido do resgate da Verdade Histórica. [podem continuar a ler aqui]
Herman Rosenblat, um - verdadeiro - cara de pau! - Surrealismo puro:
Trecho da entrevista com o "sobrevivente" Herman Rosenblat:

- Por que você contou uma mentira tão grande para tantas pessoas e por tanto tempo?
- Não foi uma mentira. Foi minha imaginação. E na minha imaginação, em minha mente, eu acreditei nisso. E até agora eu acredito nisso, que ela estava lá e que ela jogava as maçãs para mim.
- Como você pode dizer que não foi uma mentira? Não era verdade e você sabe que não era verdade.
- Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade. [podem continuar a ler aqui]
O caso John Demjanjuk:
Relacionado com este assunto, podem ler isto.
Protecção aos animais no Nacional-Socialismo:
Dr. Krochmalnik, docente na Faculdade judaica em Heidelberg, disse a respeito da proteção aos animais no Terceiro Reich:
“Os ‘nazistas’ introduziram logo após a tomada de poder uma legislação exemplar para proteção aos animais.”
Os nacional-socialistas aprovaram leis de proteção aos animais e à natureza. Hitler era um adversário dos experimentos em animais, além de ser vegetariano. O Reichsbauernführer Walther Darré cuidou pessoalmente para que o Führer sempre recebesse legumes orgânicos frescos. Lina Hähnle assegurou a Hitler, manter “sua mão protetora sobre os arbustos” e se engajar na “maior proteção às aves”. Himmler louvou em um discurso os antigos germânicos, os quais “eram cientes da ordem divina de todo o reino vegetal e animal.” Ele falou sobre os direitos dos camundongos e ratazanas e alertou quanto a fazer escárnio sobre tal ponto de vista. “Seria melhor”, achava ele, “nós, pessoas piedosas, curvarmos nosso corpo diante da profundidade e imensidão desta cosmovisão.” [podem continur a ler aqui]
Mark Weber Defende o Direito de Expressão de Bispo Williamson
sexta-feira, 4 de dezembro de 2009
Revelações Científicas Sobre o 11/SET Que Aguardam Explicações

Resumo do artigo [retirado daqui]:
"Descobrimos inconfundíveis resíduos vermelho/cinza em todas as amostras da poeira produzida pela destruição do World Trade Center que estudámos. O exame de quatro destas amostras, coleccionadas em sítios separados, é relatado neste documento. Estas partículas vermelho/cinza apresentam semelhanças nítidas em todas as quatro amostras. Uma amostra foi colectada por um residente em Manhattan cerca de dez minutos após o colapso da segunda Torre do WTC, duas no dia seguinte e uma quarta cerca de uma semana depois. As propriedades destas partículas foram analisadas utilizando microscopia óptica, microscopia electrónica com escanerização (SEM), espetroscopia dispersiva com energia de raio-X (XEDS) e calorimetria por escanerização diferencial (DSC). O material vermelho contém grãos de aproximadamente 100 nm (nanómetro) nos quais há óxido de ferro, enquanto o alumínio está contido em minúsculas estruturas laminares (plate-like). A separação de componentes utilizando metil etil cetona demonstrou que alumínio elementar está presente. O óxido de ferro e o alumínio estão intimamente misturados no material vermelho. Quando acesas num dispositivo DSC as partículas exibem grandes mas rápidas exotermias ocorrendo a aproximadamente 430ºC, muito abaixo da temperatura normal de ignição da termite convencional. Numerosas esferas ricas em ferro são claramente observáveis no resíduo que se seguiu à ignição destas peculiares partículas vermelho/cinza. A porção vermelha destas partículas descobriu-se ser um material termítico não reagido e altamente energético".
O texto integral do artigo, com 25 pgs., pode ser descarregado aqui.
Podem ler mais sobre este assunto também aqui.
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Elie Wiesel - Uma Notável Testemunha... FALSA E MENTIROSA!
Sobre este assunto podem ler mais aqui ou aqui.
No Revisionismo em Linha, podem ler mais aqui e aqui.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Histórias de Falsas Atrocidades no Vietname
"War Stories": False Atrocity Tales, Swift Boaters, and Winter Soldiers. What Really Happened in Vietnam - Em 1968, Terry Whitmore, um Marine que tinha sido ferido por fogo de morteiro dos Norte-Vietnamitas em Con Thien e que recuperava no Japão, embarcou num avião que o levou para uma conferência de imprensa em Moscovo e depois para Estocolmo, que passou a ser a sua nova casa. Era um desertor.
Mark Lane, autor dos programa completamente desacreditado, Conversations with Americans, encontrou-o. Whitmore contou-lhe que a sua unidade, 1º Batalhão, 1º Marines, da Companhia Bravo, tinha autenticamente feito desaparecer do mapa a vila inteira de Quang Tri – mais de 400 homens e mulheres - em finais de 1967. E isso não era tudo. Inexplicavelmente, todas as crianças tinham sido reunidas separadamente. Um oficial dos Marines ordenou que as crianças fossem mortas - isto é, assassinadas. Se Whitmore falou a verdade, os homens da Companhia Bravo cometeram um crime de guerra muito semelhante ao massacre de My Lai.
Neil Sheehan, que não era defensor da guerra de Vietname, escreveu uma análise devastadora ao trabalho de Lane no New York Times Book Review. Achou que Lane tinha entrevistado homens que nunca tinham servido no Vietname e que, por outro lado, tinham mentido sobre o seu serviço. Sheehan tinha estado em contacto com dois oficiais da unidade de Whitmore e que negaram completamente a história deste.
Podem continuar a ler sobre easte assunto aqui.
domingo, 29 de novembro de 2009
Conselho de Leitura (Com Vídeo)

Break His Bones: The Private Life of a Holocaust Revisionist - Em 1979, um dramaturgo, autor e editor chamado Bradley R. Smith avançou com uma ideia bizarra: e se a história de Hitler ter exterminado milhões de Judeus em câmaras de gás não fosse verdadeira? Aquilo que começou por ser uma questão peculiar logo deu lugar a uma perigosa aventura intelectual. Pelos seus posteriores esforços como porta-voz de alguém que se considera um dissidente histórico, Smith foi amplamente ultrajado e foi acusado de anti-semitismo. Break His Bones apresenta um lado pouco conhecido de uma história coberta de equívocos e de hostilidade. É um livro simples de um escritor simples que escolheu enfrentar uma pergunta delicada com um grande custo pessoal. É o registo de homem que tentou integrar na sua vida diária e na sua consciência o que para ele era uma descoberta momentânea, uma descoberta que ocasionou uma alteração quase geológica de perspectiva e de crença.
Smith permanece um incorrigível romântico. Acredita que a liberdade de imprensa e de expressão são preferíveis ao tabu e censura. Ele ainda acredita que há uma hipótese de convencer a classe profissional de que incentivar a liberdade intelectual é algo de bom, não um mal – mesmo no que diz respeito à questão do Holocausto. Isto é a sua história. E é uma excelente leitura.


