terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Atirar Num Elefante: O Terrorismo de Israel Sobre Gaza

[retirado daqui]

Os ataques israelenses não poupam ninguém, crianças, mulheres, ambulâncias e tudo o que se mova pode ser alvo da covardia e brutalidade de um dos exércitos mais brutais do mundo. Se para você isso é novidade, não deixe de assistir a esse documentário
"Em 18 de janeiro de 2010 aconteceu o primeiro aniversário do fim do bombardeio de Israel sobre Gaza - ataque que durou de 27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009 e que terminou com a vida de 1.412 palestinos.
O documentário "To Shoot An Elephant" (TSAE) narra, do interior da Faixa de Gaza, os acontecimentos durante aqueles dias. Convertido em narração direta e privilegiada dos bombardeios, quer ser ferramenta para fazer frente à mentirosa propaganda israelense e ao silêncio internacional.

Este é o primeiro dos 11 vídeos. A ver rapidamente... antes que desapareça...

domingo, 24 de janeiro de 2010

Os "Libertadores" de Auschwitz



Esta entrevista irá merecer uma análise mais profunda da nossa parte nos próximos dias. Até lá, gostaria que a lessem e colocassem os vossos comentários.


"(...) A 17 de Janeiro de 1945, 10 dias antes do Exército Vermelho Soviético libertar o campo, os Nazis forçaram cerca de 60,000 prisioneiros a fazerem a conhecida "Marcha da Morte" pelos doze sub-campos de Auschwitz.
"Eu estava demasiado fraca para ir", disse Wasiak. Ela foi uma das cerca de 7,000 pessoas deixadas para morte.
Ela recorda que uma das equipas Soviétivas de reconhecimento entrou no campo um dia ou dois antes do dia 27 de Janeiro, quando a chegada do Exército Vermelho marcou a libertação do campo.
"Eles eram muito rudes e estavam esfomeados", disse ela à AFP num dos encontros regulares de sobreviventes de Auschwitz num centro comunitário comunista emVarsóvia.
"As tropas montaram um cozinha de campanha mesmo em frente ao barracão das nossas crianças. Eles estavam a comer carne de cavalo e nós, como cães, implorando para que eles nos dessem alguma coisa e eles "brincaram" connosco, lançando os ossos para a neve. Nós fomos buscá-los e até os mastigámos", referiu Wasiak, sem conseguir conter as lágrimas."
[leia a notícia na íntegra].

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

A História do Vôo de Hess: A Oferta de Paz de Hitler à Grã-Bretanha

... Hitler ofereceu o fim da guerra a Ocidente. A Alemanha iria evacuar totalmente da França, com excepção da Alsácia e da Lorena, que iriam permanecer Alemães. Iria retirar da Holanda e da Bélgica, mantendo o Luxemburgo. Evacuaria, igualmente, da Noruega e da Dinamarca.

Em resumo, Hitler ofereceu retirar da Europa Ocidental, excepto de duas províncias Francesas e do Luxemburgo e, em retorno, a Grã-Bretanha concordaria em assumir uma atitude de neutralidade benevolente para com a Alemanha enquanto esta revelava os seus planos para a Europa Oriental. Além do mais, o Führer estava preparado para retirar da Jugoslávia e da Grécia.

Leia sobre este assunto aqui.


Podem ver igualmente estes três vídeos que abordam o mesmo assunto.






quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Bispo Richard Williamson Quebra o Silêncio

Pierre Panet entrevista o Bispo Richard Williamson (em Francês).

A entrevista encontra-se traduzida em Inglês aqui.



terça-feira, 19 de janeiro de 2010

"O Rasputine de Himmler" de Christian Bouchet


Para uns o Rasputine de Himmler, para outros um mero alienado esquizofrénico e megalómano. O popular livro As Raízes Ocultistas do Nazismo, de Nicholas Goodrick-Clarke, viria a celebrizá-lo conferindo-lhe uma aura quase mítica.

A questão permanece envolta em controvérsia. Com base em alguns factos irrefutáveis: os seus estudos e poemas ocultistas, o seu internamento num hospital psiquiátrico de Salzburgo, ou a sua pertença às SS, sobre estas foram tecidas inúmeras lendas e misti cações.

A final qual a sua verdadeira inf luência no Terceiro Reich? A sua obra foi afectada pela sua suposta demência, ou esta vai efectivamente beber aos caudais mais profundos do imaginário völkisch? Wiligut foi, um maníaco, um mago, um neo-cátaro, uma espécie de precursor do paganismo new age ou um pouco de todas estas coisas?

Esta obra do professor universitário francês Christian Bouchet conta ainda com um apêndice de Gerhard Petak (do grupo musical Allerseelen) e uma tradução integral de poemas de Wiligut.

Dados do autor:

Diplomado em Ciências Económicas, em Direito, em História e Doutor
em Etnologia pela Universidade de Paris VII (onde foi aluno do
professor Robert Jaulin), professor universitário, jornalista e escritor, autor
de numerosas obras e artigos, Christian Bouchet é um especialista reconhecido no estudo das novas formas
de espiritualidade contemporânea, dos novos movimentos religiosos e do fenómeno maçónico.


Podem adquirir este livro aqui.

sábado, 16 de janeiro de 2010

Top-Ten Para o Fim-de-Semana



"A demagogia é a capacidade de vestir as idéias menores com as palavras maiores." - Abraham Lincoln

Manifestações recorrentes e agora catalogadas, as reações contrárias ao Revisionismo Histórico - mormente os tópicos da Segunda Grande Guerra - trazem elementos bastante comuns em suas ocorrências. Adiante, aquelas que por já se encontrarem consagradas na habitual Histeria Holocáustica fazem por merecer a alusão nesta lista (que não deixa de ser uma modestíssima proposta de FAQ revisionista). Tão logo é hasteada a bandeira do questionamento, segue-se à ativação do mecanismo doravante nominado “conservadorismo cognitivo”, erigindo-se um bloqueio à nova perspectiva proposta. Trata-se de um ato reflexo a esta polêmica histórica assaz desconcertante... Mas não menos proeminente e instigante!

Ao passo que avança a controvérsia – alicerce da sabedoria – projetam-se os esforços para conservar o estado atual de interesses, por meio dos lugares-comuns do “politicamente correto”, afastando-se a apreciação verdadeiramente objetiva da tese revisionista. Palavrinhas açucaradas de conveniente acolhimento, e que comprometem a capacidade de uma reflexão crítica verdadeiramente autônoma. Não tarda a gritaria: Minorias! Intolerância! Liberdades democráticas! Ódio! Memória...

Habitués das tantas reencenações dessa fábula.

Mais do que esperado é o inconformismo quando afrontados os mitos fundadores do Sistema. Vultoso débito à comunidade acadêmica nos últimos tempos, em sua maior parte prostrada, considerados anos a fio da propaganda de guerra vencedora.

Outrora e cada vez mais os “credores” revisionistas não temem em apresentar a conta aos responsáveis por esse obscurecimento sobre a história recente da humanidade. Então, que se evoque o espírito científico para derrubar estes infames interditos ao livre conhecimento (e convencimento).


O Holo-Ranking

10ª colocação - Como é possível negar o Holocausto? Um fato tão notório, comprovado, indiscutível. E os filmes, documentários, testemunhos, enfim, tudo o que já foi amplamente produzido para denunciar a barbárie do regime “nazista”?


R. Não apenas o Holocausto, mas também a Revolução Francesa, o 11 de setembro, o Império Romano, a Revolução Russa, a Idade Média, as Guerras Púnicas... Enfim: toda a História é passível de livre pesquisa não vinculada a este ou aquele resultado pré-estipulado. Aqui não se trata de dar o status de “inviolabilidade” a qualquer evento, e sim conceber a liberdade científica como irrestrita a qualquer período da humanidade. E, uma vez que o suposto Holocausto Judeu gozaria de tamanho arcabouço probatório, “notoriedade”, seria muitíssimo mais apropriado refutar os revisionistas e desmoralizá-los publicamente (pressupondo-se, obviamente, um ambiente de pesquisa não-reprimido). A censura às suas idéias, todavia, evidencia a fragilidade da versão “oficial” dos vencedores. Note-se que exatamente um fato apregoado de forma tão “indiscutível e reconhecida” pôde ser fortemente desestabilizado por pesquisadores independentes dispersos, com ínfimos recursos financeiros e de mídia se comparados à Holo-Indústria.

"A dúvida é o começo da sabedoria" – Sègurs



- O Revisionismo é uma pseudociência. Não se deve dar credibilidade a seus autores e seu método é falacioso.

R. Interessante aqui justamente o expediente de atacar o procedimento para, mais uma vez, criar óbices ao exame do mérito. A desqualificação apriorística do adversário é uma evasiva óbvia por demasiado. Igualmente, só se pode conferir a apontada falta de credibilidade revisionista através da análise direta de seus argumentos, sem intermediários que queiram, por si, impedir o acesso público às suas obras.

"As pessoas não debatem conteúdo, apenas os rótulos" - Mário de Andrade


- Negar o Holocausto é uma ofensa à “memória” dos sobreviventes.

Revista VEJA: “Por que negar o holocausto tem de ser um crime e não um direito garantido pela liberdade de expressão?

Elie Wiesel: Porque dói. Dói nos sobreviventes, nos seus filhos e nos filhos de seus filhos. Quem nega o holocausto, por causa da dor que inflige aos sobreviventes e seus descendentes, comete mais do que apenas um pecado. É uma crueldade, uma felonia. Mesmo assim, nem todos os países punem a negação do holocausto. Na Alemanha e na França, isso é crime. Nos Estados Unidos, não. Há o entendimento de que negar o holocausto é um direito assegurado pela Primeira Emenda da Constituição americana, a que garante a liberdade de expressão.

Revista VEJA: Está errado?

Elie Wiesel: Sou um grande admirador da Primeira Emenda, mas acho que ela deveria comportar uma exceção em relação ao holocausto. Não seria uma novidade, pois há exceções. A mais conhecida é a que considera a circunstância do "risco claro e imediato", ilustrada pela hipótese de fogo no teatro. Se você está em um teatro lotado e começa a gritar "fogo, fogo", sem que haja fogo algum, e seu grito leva as pessoas a correr em tumulto para a saída, resultando em feridos ou até mortos, você não terá proteção da Primeira Emenda. Ou seja, não poderá alegar que ao gritar "fogo, fogo" estava apenas se valendo de seu direito de expressão e poderá acabar na cadeia por ter produzido ferimentos ou mortes. Com base nisso, acho que negar o holocausto também deveria ser crime, porque também fere.

R. De uma inacreditável sinceridade a declaração do Holo-$obrevivente Elie Wiesel. A criminalização da "negação" do Holocausto encontraria seu fundamento, portanto, na dor causada às supostas vítimas. Propõe-se um exercício em que se possam identificar outras manifestações de idéias que também causem indignação a um determinado grupo.
Pela lógica de Wiesel, este é o critério para a criminalização do pensamento. Ainda que desconsiderada a precariedade jurídica de tal afirmação, pergunta-se: qual a "dor" causada a milhões de pessoas pelas teses que negam, modificam ou mesmo ridicularizam tantos outros segmentos religiosos, como o "revisionismo" da Doutrina Cristã ou o “revisionismo” da Doutrina Islâmica? Qual a dor causada pelas "marchas da maconha" a tantas famílias que vêem nas drogas a causa do sofrimento de um ente querido? Qual a dor causada à identidade cultural de tantos povos estereotipados e parodiados pela Indústria Cinematográfica Hollywoodiana? Exemplos não faltam!

Percebe-se uma tendência – e já não é de hoje - em se prestar um caráter de distinção, intocabilidade, a tudo que envolva os interesses eleitos pelo Sionismo Internacional (sectário por definição). Aquele que ameaça a incolumidade das “verdades” do Sistema se torna um odiento “antissemita”. Aí sim passamos a compreender o tal “risco claro e imediato” mencionado pelo entrevistado, a despeito do malabarismo procedido.

“Se liberdade significa algo, significa o direito de dizer às pessoas aquilo que elas não querem ouvir.” - George Orwell


- Considerada a realidade brasileira, por que reviver um assunto tão irrelevante aos tempos atuais? Há também matérias mais importantes da conjuntura global para se debater e nos preocuparmos.


R. A mesma pergunta deve ser feita aos que nos tem “bombardeado” diuturnamente nas últimas décadas com incontáveis produções – principalmente dramaturgia o mais apelativa possível – visando doutrinar as novas gerações na Holo-Cartilha. O Revisionismo nasce como um contraponto a essa propaganda e como movimento de esclarecimento sobre o principal marco do século XX, o pós-45.

O Brasil - não nos enganemos - esteve e continua fortemente ligado ao desenrolar do conflito bélico europeu. Não se pode simplesmente – pra não dizer ingenuamente – querer ignorar o passado, ou pior, cristalizá-lo.

"Existem dois tipos de história mundial: uma é a oficial, mentirosa, própria para as salas de aula; a outra é a história secreta, que esconde a verdadeira causa dos acontecimentos." - Honoré de Balzac


- Revisionismo é “nazismo”. Não se pode permiti-lo porque afronta os valores “democráticos” sobre os quais está assentada a sociedade. Trata-se de um movimento da “extrema-direita” autoritária.

R. Seguramente, do resultado de uma nova perspectiva histórica para a Segunda Guerra Mundial, em especial o Holocausto Judeu, abrem-se brechas para a desestabilização de muitas das principais forças já consolidadas no mundo contemporâneo (grupos políticos, ideologias, correntes filosóficas, valores sociais). Seria hipocrisia negar o beneficiamento da assim chamada


“Terceira Posição”; nada mais natural neste tardio contraditório aos derrotados.
O que não envolve, contudo, uma relação de sujeição do revisionismo a qualquer bloco político; trata-se de um novo olhar, uma proposição de releitura da História em qualquer tempo e sob quaisquer prismas. O enfoque temático circunstancial não compromete as possibilidades futuras (e presentes), que são ilimitadas!

Ora, se os regimes atuais necessitam eliminar qualquer remota defesa de sistemas de idéias já sobrepujados para não terem concorrência e só assim poderem alardear “legitimidade e prestígio”, que “democracia” é essa que só reconhece a sua própria autoridade e admite apenas o que lhe é conveniente?

Não podemos esquecer, ainda, que muitos dos revisionistas se filiam a correntes diversas, não existindo um grupo homogêneo: há desde ex-participantes da resistência anti-nazista, como Paul Rassinier, passando mesmo por membros da comunidade judaica, liberais, anarquistas, muçulmanos e tantos outros segmentos que de longe não se aproximam da ignóbil “extrema-direita”.

"As injúrias são as razões dos que não têm razão" – Rousseau


- Os “nazistas” já foram julgados e condenados, principalmente no Tribunal Militar Internacional de Nuremberg do pós-guerra. Não há mais o que se questionar sobre o tema.
Article 19. - Charter of the International Military Tribunal
The Tribunal shall not be bound by technical rules of evidence. It shall adopt and apply to the greatest possible extent expeditious and nontechnical procedure, and shall admit any evidence which it deems to be of probative value.


R. O “célebre” IMT, mais apropriadamente caracterizado “Linchamento” de Nuremberg, foi mui provavelmente uma das maiores aberrações jurídicas de que se tem registro. Valeu-se de uma roupagem formal para que se oficializasse o subjugo do então país vencido, a Alemanha. Remake de Versalhes, só que com um elemento teatral mais aprimorado. Seus vícios remetem desde o básico do processualismo até o mais evidente: EUA, Rússia, Inglaterra e França – nitidamente os “vencedores” – julgaram os “perdedores”. O que dizer disto?! Nem Tribunal, por falta de legitimidade jurisdicional, nem militar, por ter maioria civil, e muito menos internacional, por ter sido composto pelas potências não-neutras durante a guerra e diretamente interessadas no saldo que dali proviesse. Os únicos “crimes” considerados foram os supostamente praticados pelo Eixo. Foi declaradamente um jogo de cartas marcadas.

Pergunta-se: quem foi responsabilizado pelo bombardeio a Hiroshima e Nagasaki, os únicos ataques atômicos da História; um genocídio reconhecido e até hoje minimizado? E o ataque com bombas incendiárias a população de Dresden? Ou os milhares deliberadamente mortos nos campos de prisioneiros de guerra de Eisenhower? Ou então os deportados aos Gulags soviéticos?


E o Massacre de Katyn? Pesa a consciência humanitária dos “mocinhos”...
Não existe na História a adequação da figura jurídica do trânsito em julgado, ou seja, a irrecorribilidade. É precisamente o intento de criticidade e vanguarda poderem-se analisar as condições em que se deram esses “julgamentos” e a real possibilidade de defesa dos réus, sob o ponto de vista do elo fraco na relação desigual que se compôs.

"Nunca se mente tanto como antes das eleições, durante uma guerra e depois de uma caçada" - Otto von Bismarck


- O próprio Estado da Alemanha e os vários governos do pós-45 reconhecem o Holocausto. Trata-se de uma vergonha que o povo alemão hoje compartilha.

R. Há de se fazer um esforço quase místico para identificar na Alemanha atual, totalmente curvada às potências vencedoras, um Estado que represente verdadeiramente os interesses do povo alemão. Soberania: zero! Basta repassarmos a divisão em “zonas de influência”, a expropriação de enorme fatia do seu território e as tropas estrangeiras até hoje estacionadas, as absurdas indenizações que ainda se seguem (espólio), a rendição “incondicional” e seus efeitos, a migração estrangeira e perda de identidade cultural, a farsa em Nuremberg, as imposições da UNU quanto à reunificação com a Áustria (ainda que fosse resultante de consenso entre os dois países), a falta de uma Constituição regularmente promulgada, enfim, o absoluto domínio em que se encontra.

Se há um lugar que não pode ser tomado de referência é a Alemanha ocupada. A dita “vergonha” popular não é espontânea, resulta de um processo de virulenta lavagem-cerebral do pós-guerra, por meio de todo sistema escolar e mídia. Governos? Os mesmos que comemoram oficialmente a derrota do país em datas que marcam o drama de sua população quando da “libertação” pelos Aliados?

As ocorrências de censura ao revisionismo histórico mais emblemáticas são evidentemente na Alemanha: um país que não se permite (na verdade, não lhe é permitido) que esclareça e investigue seu próprio passado. Está adstrito à versão imposta pelas nações conquistadoras.
Veritas filia temporis, non auctoritatis “A verdade é filha do tempo, e não da autoridade" - Frase proferida por Galileu Galilei diante do tribunal da Santa inquisição.


- O Revisionismo é execrado por todo o mundo; diversas cortes têm sentenciado seus defensores, o que comprova a ilicitude de tal movimento.
R. Da mesma forma como há destacados países do Ocidente historicamente ligados à garantia dos direitos civis que rejeitam categoricamente o cerceamento à liberdade de expressão, aí inclusa a Revisão Histórica. Tratar-se-ia de mais uma (in)coerência do Sistema?
Aqueles já presos estão numa clara situação de perseguição política. Ainda assim, muitos têm conscientemente desafiado a legislação de Holo-Censura, em heróicas manifestações de desobediência civil. Dirk Zimmermann e Vincent Reynouard, por exemplo, são ícones neste aspecto.

“Não é possível convencer um crente de coisa alguma, pois suas crenças não se baseiam em evidências; baseiam-se numa profunda necessidade de acreditar.” - Carl Sagan


- Revisionismo é “racismo” contra os judeus.

R. Provavelmente o subterfúgio mais oportuno para a Inquisição dissimulada, no qual se vincula uma pesquisa histórica à esfera jurídica penal, criminalizando, na prática, uma manifestação de idéias “politicamente incorreta”. Não há covardia mais patente do que conferir ilegalidade ao antagonista. O formalismo levado às suas últimas (e mais cínicas) conseqüências!
Do resultado de uma teoria que seja desfavorável a determinado segmento não se pode automaticamente acusá-la de “racismo”. A incitação à discriminação gratuita – esta sim legitimamente passível de persecução estatal – difere radicalmente da crítica negativa, minimamente fundamentada que seja, e que não se propõe a perseguir ninguém; apenas se exerce o direito fundamental da liberdade de expressão científica, política e ideológica.

"A verdade é chamada ódio por aqueles que odeiam a verdade"


1ª colocação - Os argumentos revisionistas já foram refutados, o que fez com que seus defensores calassem a boca e agora apenas voltem a reafirmar suas teorias absurdas.

R. Foi-lhes calada a boca por mecanismos de repressão e censura da "esclarecida sociedade moderna", “democrática”. Germar Rudolf, Horst Mahler, Wolfgand Fröhlich, e tantos outros se encontram encarcerados e impedidos de continuar sua pesquisa e publicar seus resultados. Aquele que embaraça o contraditório alheio não pode depois alegar suposta discussão de mérito, isso é um contra-senso! O debate sobre um tema dessa complexidade e extensão implica diversas fases replicáveis, sendo que as iniciativas em calar o oponente - frise-se novamente - apenas evidenciam a fragilidade da própria versão “oficial”, que não suporta contestação racional. Não há que se falar em debate quando este não é concebido em mínimas condições de desenvolvimento. A questão sobre o Holocausto, afastada até mesmo a defesa de um dos lados, se encontra hoje em dia situada primeiramente no que poderíamos conceituar como uma "meta-discussão" (discussão sobre a discussão: possibilidades jurídicas e acadêmicas). Não é razoável crer que o micro-universo dos fóruns e sites de internet possa representar o estágio de conhecimento sobre o assunto (até mesmo porque estamos afastados dos pólos mundiais de investigação mais substancial). Trata-se de um blefe encorajar uma aparente confrontação de idéias num espaço limitado, quando na prática não há liberdade de exploração e o mesmo grau de informação para todos os interessados (pode-se fazer aqui, inclusive, uma analogia com o conceito econômico de “dotação inicial” como requisito para o correto desenvolvimento do mercado – no nosso caso, desenvolvimento da pesquisa acadêmica).

"Ter espírito científico é estar, sobretudo, numa busca permanente da verdade, com consciência da necessidade dessa busca, expondo as suas hipóteses à constante crítica, livre de crenças e interesses pessoais, conclusões precipitadas e preconceitos”. – Francisco Saiz

Sabendo-se que o mainstream propagandístico compreende uma versão unilateral e totalmente viciada, o primeiro tabu a ser superado é o que diz respeito à liberdade científica quando abordado o objeto histórico 2ª Guerra Mundial e contigüidades. O Holocausto seria uma decorrência natural, de forma que o cenário fica estabelecido basicamente em duas frentes: uma dogmática, que pretende dar respostas absolutas, “intocáveis”; e a corrente revisionista, que se propõe a fomentar questionamentos e aperfeiçoar continuamente o conhecimento histórico.
Acompanhemos, pois, atentamente as próximas rodadas da reedição desta funesta saga: Fogueira versus Livros.

Antonio Caleari


"Ódio" Para o Fim-de-Semana?...





Humor Para o Fim-de-Semana




quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Coisas Que Não Encaixam Nas Historietas Oficiais (II)


Os novos túmulos descobertos em Giza vêm defender a ideia de que as Grande Pirâmides foram construídas por trabalhadores livres e não por escravos, como sempre se disse e escreveu, afirmou o principal responsável pelos trabalhos arqueológicos no Egipto, este Domingo. Os filmes e os média há muito tempo que apresentam escravos a trabalhar arduamente no deserto para a construção das pirâmides e que depois apenas tinham como recompensa uma morte miserável no final do seu esforço. "Estes túmulos foram construídos ao lado da pirâmide do rei, o que indica que eles não poderiam ser, e forma alguma, escravos", afirmou Zahi Hawass, enquanto liderava a equipa Egípcia de escavação arqueológica. "Se eles fossem escravos, nunca poderiam ter sido autorizados a construir os seus túmulos ao lado do seu rei”. [leia a notícia na íntegra]

Coisas Que Não Encaixam Nas Historietas Oficiais (I)



" (...) Na realidade, muito poucas dessas pessoas foram perseguidas na Holanda, afirma a historiadora Anna Tijsseling, que obteve o seu doutoramento na Universidade de Utrecht na quarta-feira passada, pela sua tese "Guilty Sex: Homosexual indecency offences around the German occupation". Na realidade, a perseguição legal aos homossexuais foi mais forte antes e imediatamente a seguir ao fim da guerra, demonstra a investigadora. As suas conclusões contrastam com a versão normalmente aceite dos homossexuais Holandeses como vítimas dos Nazis. Tijsseling chama a esta imagem "uma persistente ficção, criada pelos movimentos gays de emancipação nos anos 70". [leia a notícia na íntegra]

A Censura Que Nos Passa ao Lado

Recebido de Ludovico Cardo.

terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Os Aliados Ganharam a Guerra... Ou Foi Hitler Que a Fez Perder?

A História fala-nos sempre da vitória dos Aliados na Segunda Guerra Mundial. Porém, este vídeo aborda a questão de outra forma e salienta uma série de decisões e estratégias erradas de Hitler que, elas sim, levaram à sua derrota militar.

Podem adquirir o vídeo na íntegra aqui e também ler uma análise ao erro de Dunquerque aqui.


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

Recordando Vincent Reynouard

O francês Vincent Reynouard foi condenado a 1 ano de prisão pelo Tribunal de Bruxelas.

O seu "crime" foi mandar distribuir folhetos revisionistas que colocam em dúvida vários aspectos do polémico Holocausto judeu.




sábado, 9 de janeiro de 2010

Reestruturação

Como já devem ter reparado, o blogue tem andado com alguma agitação estrutural e tem sobrado muito pouco tempo para o actualizar.
Mas, pouco a pouco, as coisas estão a entrar nos eixos.

Até lá, fiquem com uma curiosidade mandada por um amigo:



A foto da visita que Leon Degrelle fez a Alain Delon durante as filmagens em Espanha do filme Zorro. Eram amigos de longa data...

Não esquecer que o primeiro a financiar o exilio do general foi o patrão da LOREAL...

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Pouco a Pouco...




Alguns problemas pessoais têm impossibilitado a reestruturação do blogue de uma forma mais rápida, mas as coisas estão quase a sair. Até lá, gostaria de partilhar algumas coisas com todos vós, bem ao jeito daquilo que o Revisionismo em Linha vos habituou.

Infelizmente, não há disponibilidade para fazer as respectivas traduções, mas aqui fica uma interessante crónica de Ray McGovern, Are Presidents Afraid of the CIA? [Terão os Presidentes (dos EUA) Medo da CIA?].

Também para analisar com atenção estão
duas listas com os melhores artigos e os melhores livros para Lew Rockwell.

E porque nem só de Holocoiso falamos aqui, falemos também de outro embuste ocorrido a 11 de Setembro de 2001 e de mais outras revelações interessantes e, como quase sempre, sem resposta. E por falar em embustes e também em histórias mal contadas, ainda alguém se lembra de uma coisa chamada "Anthrax"?

Para terminar, o que me dizem deste "estranho" (?) protesto?... Será que esta senhora também é "nazi" ou "anti-semita"?...

Recordando Dirk Zimmermann






Sobre este assunto, podem ler mais aqui.

Para lerem sobre mais um "criminoso do pensamento", podem clicar aqui.

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Para o Fim-de-Semana e Para Começar Bem o Ano

Não consegui deixar passar o dia 1 de 2010 sem colocar um 'post'...

Apesar de estarem agendadas algumas modificações gráficas - entre outras novidades - o Revisionismo em Linha VEIO PARA FICAR E PARA DURAR!

E como prova disso, gostaria de vos deixar estes vídeos - retirados daqui.
Porque neste espaço achamos muito importante a divulgação daquilo que os média institucionais procuram ignorar ou esconder.

(O primeiro vídeo está dividido em nove partes).










"Nos quinze anos que se seguiram a Nuremberg, a luta revisionista foi dirigida contra a versão dos Aliados sobre o que tinha acontecido durante a guerra. Depois surgiu um novo fator. O primeiro ministro israelita Ben Gurion, estava um tanto ou quanto cético sobre as probabilidades de sobrevivência do Estado judeu, estabelecido em circunstâncias altamente questionáveis, em 1948. Mas será que essa sorte se manteria à media que as contrariedades se amontoavam? Rapidamente Ben Gurion ordenou o seqüestro de Eichmann na Argentina e arrastou-o para Israel para um enorme julgamento-espetáculo, uma espécie de Nuremberg mas a serviço exclusivo da ideologia sionista. Os mesmos documentos cuidadosamente selecionados e os mesmos vagos testemunhos foram apresentados no tribunal, com ampla cobertura da televisão e de toda a imprensa mundial. A arma suprema para a sobrevivência de Israel foi forjada ali, em 1961: A culpa foi atribuída a todas as pessoas, nações e organizações que não fossem judias. Todos tinham que pagar indenizações e retribuições, até ao fim dos tempos.

Como resultado, a luta revisionista foi submetida a uma alteração na sua natureza: o seu maior adversário tornou-se o sistema sionista e a sua enorme rede de organizações. Além disso, os sionistas não tinham outra alternativa: nada esperavam da benevolência da opinião ocidental e haviam perdido o apoio do Bloco do Leste. Estavam decididos a adquirir algum tipo de dominação mundial apenas para garantir a existência do aparato estatal sionista, rejeitado por todos no Médio Oriente. Armados com a arma do complexo de culpa, começaram a impor-se a toda a resistência e a impor o silêncio aos seus críticos. Possuíam uma ampla influência em toda a imprensa; lentamente conquistaram posições de controle nos sistemas políticos ocidentais, principalmente no interior da estrutura de poder dos EUA.

Na Europa (e no Brasil) o lobby judeo-sionista teve sucesso na obtenção de novas leis que reduzem severamente a liberdade da imprensa. As duas principais armas utilizados pelos sionistas foram a demonização através dos meios de comunicação e os longos e cansativos julgamentos. A possibilidade de expressão do Revisionismo foi salva por mera circunstância, graças ao desenvolvimento da internet. Logo em 1995 há dez anos foi lançada uma página revisionista nos EUA, a CODOH por Bradley Smith, e em 1996 a AAARGH, em língua francesa. Seguiram-se outras. Foi um desenvolvimento fantástico. Antes era difícil encontrar literatura revisionista, editada por pequenos grupos em países distantes, normalmente como uma atividade secundária. Agora, pela primeira vez, os textos básicos e as demonstrações escritas pelos pesquisadores revisionistas podiam ser vistas e lidas por milhões de leitores em todo o mundo (apesar de vários sites estarem sempre sob ataque, ou retirados dos motores de busca, ou destruídos).

O sionismo começou a uivar. A sua única resposta foi rotular todos os esforços revisionistas como anti-semitas, de extrema direita ou de branqueamento de Hitler. Mas, entretanto, esta barragem de propaganda não tem sido tão eficiente.
Foi iniciada uma nova guerra. Entranhando-se no sistema político dos Estados nacionais, as organizações sionistas lograram obter leis que protegessem a identidade sacrossanta do chamado holocausto. Em 2000, o governo israelita enviou uma toda poderosa comissão a todos os governos ocidentais a pedir-lhes novas medidas para aniquilar o Revisionismo, descrito pelos israelitas como a pior ameaça à sua existência. Como resultado, foi levada a cabo uma ampla conferência governamental em Estocolmo, na qual todos os principais governos, do ocidente e do leste, se comprometeram a reprimir o Revisionismo e a promover o chamado holocausto como o deus supremo dos tempos modernos.

Nos EUA, na Alemanha, na Suíça, na Suécia, na França (e no Brasil) grandes operações policiais foram montadas para impedir a circulação das idéias revisionistas. Muitas pessoas foram atiradas à cadeia, às vezes durante anos. Julgamentos e perseguições seguiram-se sem descanso. Pessoas foram afastadas dos seus empregos e de suas profissões.

Existem alguns textos importantes. Foram editados e estão visíveis na internet, nas línguas da antiga União Soviética (e também em português). Mas isto ainda não é suficiente para divulgar o nosso trabalho de maneira mais eficaz."

[Serge Thion]

USS Liberty - O Ataque Israelita Ignorado Pela Historiografia



SHIP WITHOUT A COUNTRY - O primeiro livro da AFP sobre este massacre Israelita: Enquanto analisamos as centenas de livros, artigos, ensaios, documentários e filmes que foram feitos sobre temas incontornáveis da história , tais como Pearl Harbor e o assassinato de JFK, podemos, ao mesmo tempo, questionar o seguinte: por que é que não mereceu a mesma atenção o ataque ao USS Liberty (a 8 de Junho de 1967)? Afinal, se o navio tivesse sido afundado, tal como estava planeado, poderia ter originado o início de um conflito nuclear à escala mundial entre os EUA e a URSS. A razão para o silêncio sobre o ataque ao Liberty é simples. Não correu como planeado, isto é, o navio não foi afundado. Mais importante, a entidade responsável por este ataque foi a sagrada das vacas mais sagradas de todas - Israel. Mais: qualquer pessoa que gaste apenas cinco minutos a analisar os factos que envolvem este incidente chega facilmente à conclusão que foi um acto deliberato de guerra contra os EUA.

Neste livro, os leitores poderão lançar um olhar sobre muitos destes factos - items que foram deliberadamente ocultados - alguns até mesmo de forma fanática - durante quase metade de um século. É apresentada, desta forma, uma última versão da montagem, da traição e do embuste - tudo feito por Israel por elementos dentro do governo Americano. Poderão ouvir DIRECTAMENTE os sobreviventes, assim como oficiais de alta patente da Marinha dos EUA e oficiais do governo que foram testemunhas de toda esta montagem. Estes homens concordaram em ser entrevistados - um grande risco físico e profissional para eles próprios - para que, assim, o mundo pudesse saber o que é que eles viram e passaram naquele dia fatídico. Agora todos vocês poderão fazer o mesmo.

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!

COM HUMOR NOS DESPEDIMOS DESTE ANO DE TODOS OS QUE NOS TÊM ACOMPANHADO.
O REVISIONISMO EM LINHA VAI VOLTAR NO INÍCIO DE 2010 COM MAIS TRABALHO E DEDICAÇÃO, SEMPRE A LUTAR PELA LIBERDADE DE EXPRESSÃO E DE INFORMAÇÃO.
A TODOS UM FELIZ NATAL E UM PRÓSPERO ANO NOVO!





Café Com Bradley Smith: 'Don't let the sun catch you cryin''

sexta-feira, 18 de dezembro de 2009

Para Ver e Ouvir no Fim-de-Semana

"Eles chupam… são como sanguessugas... Então tão cansado disso... Eles começam... a pessoa mais popular no mundo, faz muito dinheiro, com uma casa grande, com carros e tudo. Acabam… sem dinheiro! É uma conspiração. Os Judeus fazem isso de propósito". - Michael Jackson

Se não estivesse morto, já tinha sido multado ou preso... ou votado novamente ao esquecimento...





Vou legendar o próximo vídeo como se eu fosse um funcionário desta brilhante agência de segurança que tão bem luta pela nossa segurança...

"Como Criar Facilmente Uma Base de Dados, Uma Espécie de Anilha Chipada, nos Porcos, Sem Eles Darem Por Isso"...






Arquivo Áudio do IHR - inúmeras audições áudio com ínumeros assuntos de grande interesse, onde o politicamente correcto é completamente ultrapassado e onde os mitos, os fantasmas e os tabús ficam à porta. A não perder!

Certos Prisioneiros Políticos Não Podem Ser Esquecidos



Neste Natal, não se esqueçam de certos prisioneiros políticos - leia-se de 'pensamento' - que lutaram pela liberdade de expressão e de informação.

Estes autênticos paladinos da verdade histórica foram multados e encarcerados porque não partilham da opinião dos actuais donos do pensamento mundial. Por isso, pagam este preço.

Para todos eles, o Revisionismo em Linha deseja-lhes um FELIZ NATAL e que o próximo ano lhes possa trazer mais felicidade.

Podem ler mais sobre este assunto aqui (onde também encontrarão as moradas para lhes poderem mandar um simples cartão de Boas Festas).

O próximo vídeo é dedicado não só a eles, mas a todos os que lutam um pouco por todo o mundo para que certas revoluções não párem!




Conselhos de Leitura de Llewellyn H. Rockwell, Jr.Para Este Natal



Conselhos de leitura de Llewellyn H. Rockwell, Jr. para este Natal (e não só) e que podem ser analisados e adquiridos aqui.

Conselhos de Leitura de Ron Paul Para Este Natal




Conselhos de leitura de Ron Paul (para este Natal e não só...) e que podem ser vistos e adquiridos aqui.





quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

Gaza - Um Ano Depois

Enquanto os tolerantes do costume (desta vez na Austrália) se preparam para lançar para cima da mesa uma proposta radical de censura à livre informação contida na Internet, deixo-vos com este vídeo de Norman Finkelstein (podem assistir ao discurso completo aqui) que faz, passado um ano, uma análise aos violentos acontecimentos em Gaza.




Sobre o mesmo assunto, podem assistir a mais este vídeo deste especialista Judeu em assuntos do Médio Oriente. (o som não é o melhor).

Jovem Condenada Por Falso Ataque Nazi

Paula Oliveira simulou o ataque e alegou que perdera os gémeos


A jovem brasileira que em Fevereiro alegou ter sido alvo de um ataque nazi na Suíça, que lhe custou a gravidez, foi esta quarta-feira condenada por "falsa denúncia", tendo de pagar uma multa de 10.800 francos suíços (aproximadamente 7.153 euros).

A juíza Nora Lichti-Aschwanden concluiu que a jovem brasileira, de 27 anos, "sabia que estava a apresentar queixa por um acontecimento fictício" e que "estava na plenitude da sua capacidade de compreensão".

Como atenuante do comportamento de Paula Oliveira, que já durante a fase de interrogatório tinha admitido inventar os factos, serviu a avaliação psicológica feita pelo tribunal, que concluiu que a jovem sofria de problemas do foro neurológico.

Além da multa de 10.800 francos, a jovem tem ainda de pagar as despesas judiciais e os custos da investigação, que devem ultrapassar os 20 mil francos. Paula Oliveria receberá ainda o seu passaporte deve embarcar para o Brasil.

O caso foi denunciado a 9 de Fevereiro, quando a jovem, advogada e noiva de um suíço, afirmou ter sido agredida por um grupo de neonazis na cidade de Dubendorf, quando falava ao telemóvel com a mãe. Como consequência do ataque, Paula Oliveira, que estaria grávida de três meses, terá perdido os gémeos.

Mas dez dias depois a própria confessou que nunca tinha estado grávida, que o ataque xenófobo não passara de uma invenção e que se tinha auto-mutilado. [retirado na íntegra,
daqui]


CONCLUSÃO/QUESTÃO: SERÁ QUE OS REVISIONISTAS PODERIAM FAZER O MESMO TIPO DE INVESTIGAÇÃO, OU UMA SEMELHANTE, A CERTOS "SOBREVIVENTES" - AS TAIS "PROVAS VIVAS" - DO HOLOCAUSTO, SEM SEREM MULTADOS E/OU PRESOS?...



Não me parece...

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Sempre Pela Verdade Histórica!

Existem pessoas muito preocupadas com os ventos que os revisionistas fazem soprar e que, cada vez mais, fazem abanar as estruturas, já por si frágeis, do Holoconto.
Por isso, desdobram-se em tentativas - porque sabem que a feroz legislação anti-revisionista (leia-se "contra a liberdade de expressão") não é suficiente - um pouco por todo o mundo.
Nem que para isso utilizem os seus gurus mais preferidos e, supostamente, mais credíveis. O que nem é o caso, como todos sabemos. Sobre este assunto em particular, podem ver este pequeno vídeo. Mas há quem continue sempre a lutar pela verdade hitórica, mesmo quando os média os ignoram ou apenas os acusam sempre de qualquer coisa.

E para que possam perceber o quanto manipulados podem ser todos aqueles que não tomam atenção aos embustes e à areia que alguns pretendem lançar para os nossos olhos, vejam com atenção este vídeo. Observem como a música e as legendas podem transformar completamente a percepção e a compreensão dos acontecimentos.





Finalmente, uma chamada de atenção para o que o Diogo escreveu aqui. Como diria o outro, "impecável"!...

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

Sobreviventes do Holocausto "Pouco Objectivos e Demasiado Emocionais"


Um comité [Alemão] ‘fita-azul’recentemente formado para combater o anti-semitismo envolveu-se em disputa sobre uma discussão em que se deveria ou não evitar trabalhar com sobreviventes do Holocausto porque eles "não eram objectivos” e, sim, “demasiado emocionais”.

Esta revelação, juntamente com as indicações do Dr. Juliane Wetzel, um académico e membro da comissão governamental, que disse, alegadamente, na reunião que não cederá a “chantagens de lobbys”, causou uma grande turbulência entre os membros do comité. [leia a notícia na íntegra]

Anexação Israelita Ilegal


Num relatório confidencial obtido pela AFP, na quinta -feira passada, a União Europeia acusa Israel de “perseguir activamente a anexação da zona leste (Árabe) de Jerusalém e de reduzir as esperanças para a paz com Palestinianos.”

O relatório anual elaborado pelos responsáveis da eu para missões em Jerusalém acusam Israel de ter executado em 2009 uma política obscura que incluía a expansão Judaica (colonatos) e a demolição de casas dos Palestinianos no Leste de Jerusalém.

“Os desenvolvimentos políticos naquela zona em 2009 foram marcados pela expansão continuada de colonatos Israelitas e num número considerável de demolições da casas Palestinianas”, refere o relatório, publicado inicialmente pelo diário Israelita Haaretz.
Israel considera Jerusalém como a sua “capital terna indivisível”, algo nunca reconhecido pela comunidade internacional.
[leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Crimes de Guerra - A Impunidade de Israel


Vamos ver se eu percebo… Ou se alguém me explica…

Existem países autorizados a cometer atrocidades ou crimes de guerra? Que eu conheça, não. Mas parece, afinal, sempre existem. Vejamos: há quem atire bombas nucleares… Há quem possa bombardear cidades onde, praticamente, as vítimas são unicamente civis… Há quem possa ter campos de concentração sem quaisquer condições… Há quem possa raptar, deter, torturar, sem quaisquer motivos ou acusações… E NADA LHES ACONTECE, POIS NUNCA NINGUÉM OS ACUSA DE QUAISQUER CRIMES… POIS TUDO É EM NOME DA… LIBERDADE! (????).

Na Austrália - onde Israel é adorado e a chacina de mulheres e crianças Palestinianas é recebida com aprovação no Parlamento por ambas as partes (“Liberais” e “Trabalhistas”) e pelos meios de comunicação social do sistema - um homem com 88 anos (
Charles Zentai) está na prisão aguardando a extradição para a Hungria para enfrentar a "justiça" por, supostamente, lá ter assassinado um rapaz Judeu em 1944. Há seis décadas que os Judeus Israelitas estão a assassinar crianças Palestinianas com uma total impunidade. Eles são recompensados pelos seus crimes por essas mesmas nações, incluindo a Austrália, que fingem star a fazer um compromisso com a justiça e o direito internacional. Se a morte de um menino é crime, porque é que o massacre de centenas de meninos e meninas é “legítima defesa”? [podem ler mais sobre este assunto aqui]

Mais: por que é que enquanto uns se limitam a pedir desculpa, outros são perseguidos até ao fim dos seus dias, sem qualquer perdão?

Vamos lá ve se eu percebo... ou se alguém me explica...

Um Nobel da Paz Que... Defende a Guerra!



A cerimónia de entrega do Nobel da Paz ao presidente dos EUA, Barack Obama, ficará para a história como uma das mais polémicas de sempre. Desde logo porque o galardoado passou boa parte do discurso de aceitação do prémio, em Oslo, a defender "guerras justas", como a que decorre no Afeganistão.

Consciente das críticas à escolha do seu nome quando pouco mais tinha feito do que ser eleito presidente de um país envolvido em dois grandes conflitos, Barack Obama explicou aos 900 convidados presentes na sala nobre da Câmara de Oslo que por vezes 'a guerra é necessária'.
[leia a notícia na íntegra]

Gostava de saber a opinião do excelentíssimo senhor Presidente dos EUA sobre este assunto... Será que também "é justo" o que se passa ali...

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Ministério do Interior Israelita Usa Testes de DNA Para Identificar Imigrantes Não-Judeus


Desde 1989 mais de 700.000 pessoas imigraram da antiga União Soviética para Israel, e especialistas estimaram entre 60.000 e 200.000 destes podem não ser Judeus, segundo os requisitos da lei Judaica.

Mas eles estão aptos a receberem cidadania Israelense segundo a lei do retorno. Dentro da interpretação Ortodoxa da halchah (Lei Judaica), para alguém ser Judeu precisa nascer de mãe Judia ou ser convertido por um rabino Ortodoxo. A "lei do retorno", qualquer um com avôs Judeus é automaticamente apto a receber cidadania Israelense.

Em Israel, a discriminação tem aumentado em uma série de confusões e ameaças, particularmente relativa aos imigrantes da antiga União Soviética.

Em um caso, um homem que serviu como soldado em uma unidade militar foi morto em ação, mas não pode ser enterrado em um cemitério militar Judaico. E a mãe de um menino que foi morto em um ataque terrorista, no último verão, também não pode enterrar a criança em um cemitério Judaico.

Após dias de negociações, e grande repercussão na mídia, um compromisso foi firmado e a criança foi enterrada na seção Bahai de um cemitério.

Em outro caso, um jovem professor de Hebraico que já vivia em Israel há 10 anos foi impedido, por um rabino, de casar-se com a sua namorada Judia, porque ela não era considerada Judia segundo as leis ortodoxas. Na mesma semana, uma mulher, casada com um cristão, recebeu o direito de batizar o seu recém nascido do sexo masculino segundo a tradição Judaica.
Muito do ódio e discriminação existente contra os imigrantes é praticada pelas autoridades da imigração e Ministério do Interior. Esta semana, houveram novas discriminações, quando tornou-se público que o Ministério do Interior está obrigando imigrantes da antiga União Soviética a realizarem testes de DNA para comprovação da descendência Judaica.

O respeitado jornal Israelense Ha'aretz informou que dezenas de novos imigrantes já foram intimados a efetuar o teste de DNA, e aqueles que se recusarem poderão ser expulsos de Israel.
"Meu escritório", fala um oficial do Ministério da Imigração, "ficou como um hospício. Centenas de frenéticos imigrantes telefonaram para saber o que estava acontecendo, e o que iria ser feito com eles."

O ministério, posteriormente, reconheceu que irá efetuar os testes de DNA, mas declarou que será para encontrar imigrantes que não são Judeus segundo as leis Judaicas e nem segundo a Lei do Retorno.

Nestes casos, segundo fontes ministeriais, os imigrantes foram para Israel, após (supostamente) falsificar documentos, não por possuirem ligações Judaicas, mas apenas porque Israel se tornou um confortável lugar para se viver, com uma economia forte...

"Nós queremos ajudar os imigrantes", declarou Tova Ellinson, porta-voz do Ministério do Interior. "Se eles estão aptos a receber a cidadania, então serão bem-vindos. Senão, eles não poderão receber documentos Israelenses.

Em um caso recente, um Ucraniano de 43 anos que estava vivendo em Israel por cerca de um ano, e que servia no exército, foi intimado a fazer o teste de DNA.

O ministério acredita que homens Judeus que tenham sido testados estão aptos para tornarem-se pais. Se não, o imigrante, sua mulher, filhos e netos, ficarão vivendo em Israel ilegalmente.
...

Alex Tanzer, que imigrou da Ucrânia para Israel há 20 anos atrás, encabeça um grupo de imigrantes. Ele afirma que Israel precisa efetuar todos os testes para a verificação da Judaidade (pureza racial Judaica) antes de permitir que eles entrem em Israel.

"Ser aceito aqui e então ser obrigado a pagar pelo próprio teste de DNA é ultrajante", ele afirma... "Verificar a Judaidade geneticamente possui implicações horríveis".



Retirado daqui.

quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Ofertas de Natal da AFP




Oferta de Natal da AFP - pode ser analisada aqui.







segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Certos Mitos São Como as Folhas de Outono... Acabam Sempre Por Cair!



Será que o médico Nazi Josef Mengele continuou o seu trabalho décadas depois de ter terminado a Segunda Guerra Mundial?

Diversos estudos recaíram sobre uma remota cidade brasileira - recheada de gémeos louros e de olhos azuis - tentando mostrar essa tentiva de Mengele no pós-guerra de chegar aos níveis por ele desejados para uma "raça superior" Ariana.

Mas uma recente investigação pretende demonstrar, de uma vez por todas, que os "gémeos Nazis" de Cândido Godói não passam de mais um mito.

Pode continuar a ler sobre este assunto aqui.

Inacreditável - Sempre ao Serviço da Verdade Histórica



Se até uma criança percebe, não sente vergonha da sua cumplicidade com certas mentiras históricas e certos embustes que duram há tantos anos?...


Já aqui por várias vezes fizemos referência a um dos espaços incontornáveis da mensagem revisionista em Língua Portuguesa - o site brasileiro Inacreditável mantém-nos actualizados nessa luta contra o "esquecimento e a distracção" dos seguidores do politicamente correcto, os tais crentes exterminacionistas que nos atacam todos os dias!

Atacarem-nos significa querer suprimir de forma descarada e cobarde a liberdade de expressão e de informação! E isso nós nunca o iremos permitir!

Leiam atentamente alguns dos seus últimos 'posts'.


A Função Revisionista - Uma revolução de idéias:

Revisão: Ação ou resultado de rever ou revisar, de analisar ou conferir uma informação, decisão, atitude etc.

Revisionismo: Doutrina que propõe a revisão das bases de uma teoria, crença etc. Posicionamento intelectual em que se propõe a revisão de antigos valores artísticos e literários

Revisionismo é o movimento de intelectuais, desprovidos da ignorância cultural imposta pela lavagem cerebral dos meios de comunicação, que busca a alteração da história deformada.

O Revisionismo pretende acabar com a grande farsa e corrigir a deficiente visão da sociedade.
O Revisionismo Histórico vem lutando ao longo dos últimos 60 anos no sentido do resgate da Verdade Histórica. [
podem continuar a ler aqui]


Herman Rosenblat, um - verdadeiro - cara de pau! - Surrealismo puro:

Trecho da entrevista com o "sobrevivente" Herman Rosenblat:

- Por que você contou uma mentira tão grande para tantas pessoas e por tanto tempo?

- Não foi uma mentira. Foi minha imaginação. E na minha imaginação, em minha mente, eu acreditei nisso. E até agora eu acredito nisso, que ela estava lá e que ela jogava as maçãs para mim.

- Como você pode dizer que não foi uma mentira? Não era verdade e você sabe que não era verdade.

- Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade. [
podem continuar a ler aqui]


O caso John Demjanjuk:

Neste último dia do mês de novembro de 2009, inicia-se o capítulo final na vida do ucraniano John Demjanjuk. No tribunal de justiça de Munique II, Nymphenburger Straße 16, abrem-se as cortinas para um julgamento de repercussão internacional, dando continuidade ao teatro macabro holocaustiano. O acusado é um aposentado de 89 anos, John Demjanjuk, de Seven Hills, Ohio-EUA, ex-operário da Ford norte-americana. Contra ele pesam as acusações de assassinato de 27.900 judeus, em 1943, no Campo de Concentração de Sobibor, Polônia. Além disso, para que não paire qualquer dúvida, ele teria propositadamente atropelado um judeu em 1947 (!). Demjanjuk rejeita as acusações. [podem continuar a ler aqui]

Relacionado com este assunto,
podem ler isto.


Protecção aos animais no Nacional-Socialismo:

(...) O historiador Daniel Heintz apresentou em outubro de 2008 seu novo livro envolvendo a proteção aos animais no Terceiro Reich: “Proteção aos animais no Nacional-Socialismo – Idealismo moral em contraposição à ‘tirania desumana’?” [1] esta contraposição é sustentada na maioria das publicações sobre o tema. Em seu livro, pela primeira vez o tema proteção aos animais é apresentado de forma abrangente, objetiva e sobre bases científicas. Foi mostrado que a ligação entre proteção aos animais e a cosmovisão nacional-socialista era profunda e lógica em si. Com isso o livro retira este tema da polarização entre o alto valor ético da proteção aos animais e, por outro lado dentro do politicamente correto da atualidade, a demonização desta época da história alemã, e o analisa tecnicamente inserido no contexto dos fundamentos e dia-a-dia da Alemanha nacional-socialista.

Dr. Krochmalnik, docente na Faculdade judaica em Heidelberg, disse a respeito da proteção aos animais no Terceiro Reich:

“Os ‘nazistas’ introduziram logo após a tomada de poder uma legislação exemplar para proteção aos animais.”

Os nacional-socialistas aprovaram leis de proteção aos animais e à natureza. Hitler era um adversário dos experimentos em animais, além de ser vegetariano. O Reichsbauernführer Walther Darré cuidou pessoalmente para que o Führer sempre recebesse legumes orgânicos frescos. Lina Hähnle assegurou a Hitler, manter “sua mão protetora sobre os arbustos” e se engajar na “maior proteção às aves”. Himmler louvou em um discurso os antigos germânicos, os quais “eram cientes da ordem divina de todo o reino vegetal e animal.” Ele falou sobre os direitos dos camundongos e ratazanas e alertou quanto a fazer escárnio sobre tal ponto de vista. “Seria melhor”, achava ele, “nós, pessoas piedosas, curvarmos nosso corpo diante da profundidade e imensidão desta cosmovisão.” [
podem continur a ler aqui]

Mark Weber Defende o Direito de Expressão de Bispo Williamson

O vídeo já não é recente, mas o assunto continua bastante actual.


sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Revelações Científicas Sobre o 11/SET Que Aguardam Explicações


A revista académica The Open Chemical Physics Journal, dos Estados Unidos, publicou um artigo dos investigadores Niels H. Harrit, Jeffrey Farrer, Steven E. Jones, Kevin R. Ryan, Frank M. Legge, Daniel Farnsworth, Gregg Roberts, James R. Gourley, Bradley R. Larsen intitulado "Material termítico activo descoberto no pó da catástrofe de 11 de Setembro do World Trade Center" ("Active Thermitic Material Discovered in Dust from the 9/11 World Trade Center Catastrophe").

Resumo do artigo [
retirado daqui]:

"Descobrimos inconfundíveis resíduos vermelho/cinza em todas as amostras da poeira produzida pela destruição do World Trade Center que estudámos. O exame de quatro destas amostras, coleccionadas em sítios separados, é relatado neste documento. Estas partículas vermelho/cinza apresentam semelhanças nítidas em todas as quatro amostras. Uma amostra foi colectada por um residente em Manhattan cerca de dez minutos após o colapso da segunda Torre do WTC, duas no dia seguinte e uma quarta cerca de uma semana depois. As propriedades destas partículas foram analisadas utilizando microscopia óptica, microscopia electrónica com escanerização (SEM), espetroscopia dispersiva com energia de raio-X (XEDS) e calorimetria por escanerização diferencial (DSC). O material vermelho contém grãos de aproximadamente 100 nm (nanómetro) nos quais há óxido de ferro, enquanto o alumínio está contido em minúsculas estruturas laminares (plate-like). A separação de componentes utilizando metil etil cetona demonstrou que alumínio elementar está presente. O óxido de ferro e o alumínio estão intimamente misturados no material vermelho. Quando acesas num dispositivo DSC as partículas exibem grandes mas rápidas exotermias ocorrendo a aproximadamente 430ºC, muito abaixo da temperatura normal de ignição da termite convencional. Numerosas esferas ricas em ferro são claramente observáveis no resíduo que se seguiu à ignição destas peculiares partículas vermelho/cinza. A porção vermelha destas partículas descobriu-se ser um material termítico não reagido e altamente energético".

O texto integral do artigo, com 25 pgs., pode ser descarregado
aqui.

Podem ler mais sobre este assunto também
aqui.

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

Elie Wiesel - Uma Notável Testemunha... FALSA E MENTIROSA!



Sobre este assunto podem ler mais aqui ou aqui.

No Revisionismo em Linha, podem ler mais aqui e aqui.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Histórias de Falsas Atrocidades no Vietname


"War Stories": False Atrocity Tales, Swift Boaters, and Winter Soldiers. What Really Happened in Vietnam - Em 1968, Terry Whitmore, um Marine que tinha sido ferido por fogo de morteiro dos Norte-Vietnamitas em Con Thien e que recuperava no Japão, embarcou num avião que o levou para uma conferência de imprensa em Moscovo e depois para Estocolmo, que passou a ser a sua nova casa. Era um desertor.

Mark Lane, autor dos programa completamente desacreditado, Conversations with Americans, encontrou-o. Whitmore contou-lhe que a sua unidade, 1º Batalhão, 1º Marines, da Companhia Bravo, tinha autenticamente feito desaparecer do mapa a vila inteira de Quang Tri – mais de 400 homens e mulheres - em finais de 1967. E isso não era tudo. Inexplicavelmente, todas as crianças tinham sido reunidas separadamente. Um oficial dos Marines ordenou que as crianças fossem mortas - isto é, assassinadas. Se Whitmore falou a verdade, os homens da Companhia Bravo cometeram um crime de guerra muito semelhante ao massacre de My Lai.

Neil Sheehan, que não era defensor da guerra de Vietname, escreveu uma análise devastadora ao trabalho de Lane no New York Times Book Review. Achou que Lane tinha entrevistado homens que nunca tinham servido no Vietname e que, por outro lado, tinham mentido sobre o seu serviço. Sheehan tinha estado em contacto com dois oficiais da unidade de Whitmore e que negaram completamente a história deste.


Podem continuar a ler sobre easte assunto aqui.

domingo, 29 de novembro de 2009

Conselho de Leitura (Com Vídeo)


Break His Bones: The Private Life of a Holocaust Revisionist - Em 1979, um dramaturgo, autor e editor chamado Bradley R. Smith avançou com uma ideia bizarra: e se a história de Hitler ter exterminado milhões de Judeus em câmaras de gás não fosse verdadeira? Aquilo que começou por ser uma questão peculiar logo deu lugar a uma perigosa aventura intelectual. Pelos seus posteriores esforços como porta-voz de alguém que se considera um dissidente histórico, Smith foi amplamente ultrajado e foi acusado de anti-semitismo. Break His Bones apresenta um lado pouco conhecido de uma história coberta de equívocos e de hostilidade. É um livro simples de um escritor simples que escolheu enfrentar uma pergunta delicada com um grande custo pessoal. É o registo de homem que tentou integrar na sua vida diária e na sua consciência o que para ele era uma descoberta momentânea, uma descoberta que ocasionou uma alteração quase geológica de perspectiva e de crença.
Smith permanece um incorrigível romântico. Acredita que a liberdade de imprensa e de expressão são preferíveis ao tabu e censura. Ele ainda acredita que há uma hipótese de convencer a classe profissional de que incentivar a liberdade intelectual é algo de bom, não um mal – mesmo no que diz respeito à questão do Holocausto. Isto é a sua história. E é uma excelente leitura.