
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Era Uma Vez Um Biombo Nazi...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (III)
[Tradução de algumas partes do vídeo]
Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:
Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos.
A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.
Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.
Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.
Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.
Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.
Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.
Sobre este assunto, podem ainda ler:
The Dresden Holocaust - Focal Point Publications.
Apocalypse at Dresden - R. H. S. Crossman - Esquire magazine (1963.
The Blood of Dresden - Kurt Vonnegut.
Why Dresden Was Destroyed - Jacques R. Pauwels
Dresden - um Holocausto real.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Nós Promovemos o Quê?!...

Recebi um e-mail com esta mensagem e não consegui evitar em partilhar com todos.
- Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
- Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
- Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
- Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
- Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
- Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
- Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.
MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente...
TERÁS:
- Um abrigo...
- Um trabalho...
- Carta de Condução...
- Cartão Europeu de Saúde...
- Segurança Social...
- Crédito Familiar...
- Cartões de Crédito...
- Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra...
- Escolaridade gratuita...
- Serviço Nacional de Saúde gratuito...
- Um representante no Parlamento...
- Podes votar e até mesmo concorrer a um cargo público...
- Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!
- E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira...
E SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA!
SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES !!!
A juntar a este tipo de "raciocínio" só encontro a teoria de quem defende a prisão dos revisionistas porque "eles só pretendem branquear a história e um certo movimento político; são racistas e xenófobos; e promovem o ódio e a distorção histórica; e... etc. e tal...".
Os "crimes de pensamento" passaram a constituir, por isso, o maior problema para certas pessoas. Para elas, pior do que ser um assassino ou um pedófilo, é pensar e analisar as coisas de forma diferente.
Afinal, quem promove o ódio?... Talvez os próximos 'posts' possam ajudar...
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (II)
[Infelizmente, apenas está disponível no Youtube parte do documentário e nem posso dar a garantia de que a ordem dos vídeos seja esta]
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (I)
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A Conspiração
Neste vídeo, bastava a Alex Jones substituir o "futebol americano" por "concursos, novelas e futebol" e estaria a falar de Portugal...
Vídeos igualmente divulgados aqui, um EXTRAORDINÁRIO espaço que merece sempre a nossa atenção, respeito e consideração.
Sinais do Apocalipse?
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Novo Livro de Norman Finkelstein
A seguir podem também assistir a um resumo deste autêntico genocídio.
CRIME DE GUERRA SEM CASTIGO: Os Aliados Sabiam... Mas Bombardearam à Mesma Dresden!


Criticou sempre o bombardeamento dos Aliados sobre Dresden, afirmando que Ultra teria avisado os comandantes da Força Aérea que, contrariamente às espectativas, o exército Panzer das SS não regressaria através daquela cidade após a batalha das Ardenas.
“O bombardeamento de Dresden foi terrível", afirmou Calvocoressi algum tempo depois do fim da guerra, “e nunca deveria ter ocorrido.” [leia a notícia na íntegra]
Por Será Que Não Se Fala do Terrorrismo Judaico?...

Teitel, residente no colunato de Shvut Rachel, foi acusado em Novembro de ser o responsável pelo assassinato de dois Palestinianos e da tentativa de homicídio de outras três pessoas, incluindo o professor da Universidade Hebraica Zeev Sternhell e um adolescente de Ariel, Ami Ortiz. Este, originário de uma família de Judeus Messiânicos, ficou gravemente ferido devido à explosão de uma bomba, em Março de 2008 [alguém ouviu falar disto nos média? NÃO!...].
sábado, 6 de fevereiro de 2010
"Defamation" - Já Anda a Incomodar Algumas Pessoas...

Ernst Zundel - Há Sete Anos Preso Por CRIME DE OPINIÃO
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Uma Indústria Com 65 Anos
Este debate leva-nos a recordar este outro documentário bastante interessante:
Sobre "American Radical: The Trials of Norman Finkelstein" podem ler mais aqui e aqui.
O Afundamento do Wilhelm Gustloff
No inverno de 1945, bem no final da 2ª Guerra Mundial, um navio alemão que transportava milhares civis refugiados da guerra, o Wilhelm Gustloff, foi afundando por um submarino soviético nas águas do Mar Báltico. Quase todos os que estavam a bordo pereceram afogados ou devido a hipotermia provocada pela baixíssima temperatura do mar. O número de vítimas foi tamanho – é tido como o maior naufrágio civil do mundo - que superou em muito as do transatlântico Titanic, cujo afundamento ocorreu em 1912, sem porém que provocasse a mesma comoção.
Fuga pelo Báltico
“Matem! Matem!.. Usem a força e quebrem o orgulho racial dessas mulheres alemãs. Peguem-nas como legítimo botim. Avante como uma tempestade, galantes soldados do Exército Vermelho.”
Ilya Ehrenburg, jornalista soviético, 1945
Numa daquelas noites prussianas gélidas do Norte europeu, em 30 janeiro de 1945, com o termômetro marcando 10° abaixo de zero, o ex-cruzeiro de luxo alemão M/S Wilhelm Gustloff, de 25 mil toneladas - desde 1940 transformado em hospital flutuante - , deslocava-se apinhadíssimo de gente pelo Mar Báltico.
Este "ex-cruzeiro de luxo" fazia parte do programa KDF - Kraft durch Freude - que proporcionava um período de férias anuais para os trabalhadores alemães. Qualquer semelhança com os governos ditos "democráticos" da atual ordem mundial é somente mera coincidência.
Projetado para levar duas mil pessoas, carregava naquele momento mais de nove mil, a maioria mulheres e crianças que fugiam da invasão russa. O Exército Vermelho vinha, por assim dizer, nos calcanhares deles, seguindo a mesma rota que os seus antepassados mongóis, no século 13, usaram para atingir o Ocidente. Os que escapavam eram civis alemães que até então moravam na Prússia Oriental e nos Estados Bálticos que, apavorados, fugiam pelo Golfo de Danzig da vingança dos soviéticos. Organizaram para eles uma espécie de solução de emergência, recolhendo-os dos portos do leste da Alemanha para que alcançassem, por mar, as áreas mais seguras do Ocidente. Os que iam a bordo não tinha a mínima idéia que seriam os protagonistas da maior tragédia marítima de todos os tempos, quase superior seis vezes as vitimas do transatlântico Titanic, naufrágio ocorrido 32 anos antes (1.517 mortos).
O naufrágio
Quando haviam cumprido a metade do caminho, um pouco depois das 21 horas, três torpedos do submarino russo S-13 os atingiram. O Wilhelm Gustloff logo adernou. A multidão que se agarrava no convés começou a ser jogada na água. Outros, apavorados, saltavam diretamente lá do alto. A gritaria no convés era acompanhada de tiros dos que preferiam suicidar-se ou atirar nos familiares antes. Os soldados feridos, imobilizados, despediam-se uns dos outros. Como distribuir os parcos botes salva-vidas para 9.343 passageiros, sendo que muitos deles estavam cobertos de gelo? O SOS foi lançado e aos poucos começaram a chegar os auxílios. Os faróis dos barcos e das lanchas de socorro vararam a noite inteira em busca de sinais de vida, enquanto corpos, milhares deles, vagavam sem destino em meio aos blocos de gelo, boiando salpicados de neve. Os que conseguiam ser resgatados estavam enregelados, as mãos azuladas e encarangadas e o olhar petrificado. Ao amanhecer as equipes de salvamento haviam retirado 1.239 náufragos (outros reduzem-nos para 996) daquele horror. A situação só não foi pior porque eles estavam próximos ao litoral da Pomerânia, mesmo assim supõe-se que oito mil pereceram.
Os submarinos soviéticos continuaram por perto praticando a caça e, dez dias depois, afundaram o General von Steuben (3 mil mortos) e ainda, em 16 de abril de 1945, puseram a pique o Goya (cerca de 7 mil, a maioria soldados). Portanto, em matéria de matança de civis o M/S Wilhelm Gustloff, realmente empunhou a taça da desgraça.
Se bem que a operação de remoção do maior número possível de civis alemães orientais foi tida como um sucesso, pois conseguiram o translado de 2 milhões deles para fora da órbita soviética, a tragédia daquele barco de turismo adaptado para às pressas para a fuga, perdurou no tempo como um desastre que poderia ter sido evitado, não fosse o clima de revanche que embalava os soviéticos. Revanche que se estendeu para os maus tratos da grande parte da população civil do Leste da Alemanha, com ondas de estupros, pilhagens, saques, desordens, espancamentos e brutalização geral dos vencidos.
Um roteiro de atrocidades
Na época dizia-se que era merecido. Que os alemães haviam se portado do mesmo modo quando adentraram na URSS em 1941. Quem começou a reverter esta opinião entre eles, foi Alexander Soljenitsine.
Cada vez mais fica evidente que o comportamento do Exército Alemão era exemplar, merecendo o reconhecimento de todos os historiadores sérios,como o exército que mais respeitou as convenções da guerra. A propaganda de guerra aliada tenta até hoje perpetuar a mentira, porém, a verdade, uma vez reconhecida, torna-se óbvia - NR.
Cada vez mais furioso com o regime comunista, Soljenitsine que fez parte das tropas de ocupação – era oficial de artilharia - pessoalmente testemunhou as atrocidades que seus conterrâneos haviam cometido. Envergonhado, acabou por denunciar aqueles horrores num longo poema intitulado Prosskie Nochi (Noites Prussianas, 120 páginas, 1974), revelando à opinião pública da então URSS, o que de fato acontecera na Alemanha naqueles meses de conquista e ocupação, quando pelotões inteiros de soldados russos submetiam as alemãs, dos oito aos sessenta anos, a estupros coletivos, cortando o pescoço daquelas que resistiam ou se lhes opunham. Ele acreditou que tudo aquilo decorreu, que deu-se tal roteiro de atrocidades, devido os comunistas "terem afastado a Rússia de Deus", retirando do soldado raso, dos Ivans que passaram a acampar na Alemanha, qualquer sentimento de piedade ou compaixão para com os derrotados. Ao contrário, incitou-os aos barbarismos a pretexto de estarem lutando contra o decadente mundo burguês em sua forma fascista.
Retirado daqui e publicado originalmente em 30/01/2008 no mesmo local.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"Os Banqueiros Ajudaram Hitler", Defende Oliver Stone

Oliver Stone defendeu que Adolf Hitler foi ajudado, na sua subida ao poder, por banqueiros ocidentais que apreciavam a sua linha dura para lidar com os agitadores comunistas e com o poder dos trabalhadores. No seguimento de comentários que ele terá proferido aos críticos de televisão, em Pasadena, no início do mês, sobre o seu documentário de 10 horas - The Secret History of the United States - o realizador acrescentou que o ditador Alemão terá seduzido o complexo militar industrial nacional com promessas ambiciosas. [leia a notícia na íntegra]
Bispo Católico Afirma Que os Judeus Utilizam o Holocausto Como "Arma de Propaganda"

Memórias Para Quem Não é Elefante

Vamos recordar algumas coisas que cairam em esquecimento?...
Penso que existe essa necessidade, porque memória de elefante só existe mesmo no próprio elefante.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
A Verdadeira Anedota

- 90 pessoas apanham a gripe H1N1 e toda a gente quer usar uma máscara!
- 5 milhões de pessoas têm SIDA e ninguém quer usar o preservativo!!!
- 1000 pessoas morrem de gripe A num país rico - é uma pandemia! Milhões de pessoas morrem de paludismo em África - o problema é deles...
Se a situação não fosse trágica, esta "pandemia" seria a melhor anedota dos últimos anos!
Invasões e Cegueiras

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010
A Libertação Mentirosa

É suposto transportar connosco um sentimento de culpa para com estas pessoas que passaram a ser vistas como as únicas vítimas da sociedade.
Por outro lado, ouvimos falar muito pouco dos Polacos, dos Russos ou mesmo dos Ciganos, que sofreram tanto ou ainda mais que eles devido a uma mentira que insiste em arder nos corações do resto da humanidade.
As escrituras Judaicas afirmam que a vida de um Judeu é a coisa mais preciosa para Deus e que a vida de um não-Judeu (ou ‘goy‘) não tem qualquer valor.
O historiador David Irving (entre muitos outros) mostraram que não existiram quaisquer câmaras de gás para fins homicidas nos campos de concentração. Era impossível para os Alemães gasearem e depois queimarem 12000 Judeus todos os dias. Teriam que existir, igualmente, restos de ossos ou cinzas com resíduos de cianeto. Nada disto foi encontrado. Até mesmo o Memorial de Auschwitz que afirmava que tinham morrido 6 milhões, diz agora que foram, afinal, pouco mais de um milhão.
Por que é que o que acontece com estes outros grupos parece não ter qualquer importância?
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Os "Libertadores" de Auschwitz (II)

Grávida, dificilmente poderia trabalhar. Segundo “a lenda”, teria ido imediatamente para as câmaras de gás. Mas não foi.
Stanislaw Przeradzki, “sobrevivente” Polaco, actualmente com 78 anos, foi mandado com 13 anos para Auschwitz, o “campo da morte dos Nazis”, em 1944.
Mais uma criança que deveria ter corpo de adulto, forte e pujante, um trabalhador nato que assim conseguiu também evitar ir para as supostas “câmaras de gás”… Mistério!
Não pretendo duvidar do sofrimento e dos danos sofridos por estas três pessoas. Porém, há coisas que não podem deixar de ser ditas.
Atirar Num Elefante: O Terrorismo de Israel Sobre Gaza
Os ataques israelenses não poupam ninguém, crianças, mulheres, ambulâncias e tudo o que se mova pode ser alvo da covardia e brutalidade de um dos exércitos mais brutais do mundo. Se para você isso é novidade, não deixe de assistir a esse documentário
"Em 18 de janeiro de 2010 aconteceu o primeiro aniversário do fim do bombardeio de Israel sobre Gaza - ataque que durou de 27 de dezembro de 2008 até 18 de janeiro de 2009 e que terminou com a vida de 1.412 palestinos.
O documentário "To Shoot An Elephant" (TSAE) narra, do interior da Faixa de Gaza, os acontecimentos durante aqueles dias. Convertido em narração direta e privilegiada dos bombardeios, quer ser ferramenta para fazer frente à mentirosa propaganda israelense e ao silêncio internacional.
Este é o primeiro dos 11 vídeos. A ver rapidamente... antes que desapareça...
domingo, 24 de janeiro de 2010
Os "Libertadores" de Auschwitz

Esta entrevista irá merecer uma análise mais profunda da nossa parte nos próximos dias. Até lá, gostaria que a lessem e colocassem os vossos comentários.
"(...) A 17 de Janeiro de 1945, 10 dias antes do Exército Vermelho Soviético libertar o campo, os Nazis forçaram cerca de 60,000 prisioneiros a fazerem a conhecida "Marcha da Morte" pelos doze sub-campos de Auschwitz.
"Eu estava demasiado fraca para ir", disse Wasiak. Ela foi uma das cerca de 7,000 pessoas deixadas para morte.
Ela recorda que uma das equipas Soviétivas de reconhecimento entrou no campo um dia ou dois antes do dia 27 de Janeiro, quando a chegada do Exército Vermelho marcou a libertação do campo.
"Eles eram muito rudes e estavam esfomeados", disse ela à AFP num dos encontros regulares de sobreviventes de Auschwitz num centro comunitário comunista emVarsóvia.
"As tropas montaram um cozinha de campanha mesmo em frente ao barracão das nossas crianças. Eles estavam a comer carne de cavalo e nós, como cães, implorando para que eles nos dessem alguma coisa e eles "brincaram" connosco, lançando os ossos para a neve. Nós fomos buscá-los e até os mastigámos", referiu Wasiak, sem conseguir conter as lágrimas." [leia a notícia na íntegra].
sexta-feira, 22 de janeiro de 2010
A História do Vôo de Hess: A Oferta de Paz de Hitler à Grã-Bretanha
Em resumo, Hitler ofereceu retirar da Europa Ocidental, excepto de duas províncias Francesas e do Luxemburgo e, em retorno, a Grã-Bretanha concordaria em assumir uma atitude de neutralidade benevolente para com a Alemanha enquanto esta revelava os seus planos para a Europa Oriental. Além do mais, o Führer estava preparado para retirar da Jugoslávia e da Grécia.
Leia sobre este assunto aqui.
Podem ver igualmente estes três vídeos que abordam o mesmo assunto.
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Bispo Richard Williamson Quebra o Silêncio
A entrevista encontra-se traduzida em Inglês aqui.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
"O Rasputine de Himmler" de Christian Bouchet
A questão permanece envolta em controvérsia. Com base em alguns factos irrefutáveis: os seus estudos e poemas ocultistas, o seu internamento num hospital psiquiátrico de Salzburgo, ou a sua pertença às SS, sobre estas foram tecidas inúmeras lendas e misti cações.
A final qual a sua verdadeira inf luência no Terceiro Reich? A sua obra foi afectada pela sua suposta demência, ou esta vai efectivamente beber aos caudais mais profundos do imaginário völkisch? Wiligut foi, um maníaco, um mago, um neo-cátaro, uma espécie de precursor do paganismo new age ou um pouco de todas estas coisas?
Esta obra do professor universitário francês Christian Bouchet conta ainda com um apêndice de Gerhard Petak (do grupo musical Allerseelen) e uma tradução integral de poemas de Wiligut.
Dados do autor:
Diplomado em Ciências Económicas, em Direito, em História e Doutor
em Etnologia pela Universidade de Paris VII (onde foi aluno do
professor Robert Jaulin), professor universitário, jornalista e escritor, autor
de numerosas obras e artigos, Christian Bouchet é um especialista reconhecido no estudo das novas formas
de espiritualidade contemporânea, dos novos movimentos religiosos e do fenómeno maçónico.
sábado, 16 de janeiro de 2010
Top-Ten Para o Fim-de-Semana

R. Não apenas o Holocausto, mas também a Revolução Francesa, o 11 de setembro, o Império Romano, a Revolução Russa, a Idade Média, as Guerras Púnicas... Enfim: toda a História é passível de livre pesquisa não vinculada a este ou aquele resultado pré-estipulado. Aqui não se trata de dar o status de “inviolabilidade” a qualquer evento, e sim conceber a liberdade científica como irrestrita a qualquer período da humanidade. E, uma vez que o suposto Holocausto Judeu gozaria de tamanho arcabouço probatório, “notoriedade”, seria muitíssimo mais apropriado refutar os revisionistas e desmoralizá-los publicamente (pressupondo-se, obviamente, um ambiente de pesquisa não-reprimido). A censura às suas idéias, todavia, evidencia a fragilidade da versão “oficial” dos vencedores. Note-se que exatamente um fato apregoado de forma tão “indiscutível e reconhecida” pôde ser fortemente desestabilizado por pesquisadores independentes dispersos, com ínfimos recursos financeiros e de mídia se comparados à Holo-Indústria.
Pela lógica de Wiesel, este é o critério para a criminalização do pensamento. Ainda que desconsiderada a precariedade jurídica de tal afirmação, pergunta-se: qual a "dor" causada a milhões de pessoas pelas teses que negam, modificam ou mesmo ridicularizam tantos outros segmentos religiosos, como o "revisionismo" da Doutrina Cristã ou o “revisionismo” da Doutrina Islâmica? Qual a dor causada pelas "marchas da maconha" a tantas famílias que vêem nas drogas a causa do sofrimento de um ente querido? Qual a dor causada à identidade cultural de tantos povos estereotipados e parodiados pela Indústria Cinematográfica Hollywoodiana? Exemplos não faltam!
R. A mesma pergunta deve ser feita aos que nos tem “bombardeado” diuturnamente nas últimas décadas com incontáveis produções – principalmente dramaturgia o mais apelativa possível – visando doutrinar as novas gerações na Holo-Cartilha. O Revisionismo nasce como um contraponto a essa propaganda e como movimento de esclarecimento sobre o principal marco do século XX, o pós-45.
O que não envolve, contudo, uma relação de sujeição do revisionismo a qualquer bloco político; trata-se de um novo olhar, uma proposição de releitura da História em qualquer tempo e sob quaisquer prismas. O enfoque temático circunstancial não compromete as possibilidades futuras (e presentes), que são ilimitadas!
Article 19. - Charter of the International Military Tribunal
The Tribunal shall not be bound by technical rules of evidence. It shall adopt and apply to the greatest possible extent expeditious and nontechnical procedure, and shall admit any evidence which it deems to be of probative value.
R. O “célebre” IMT, mais apropriadamente caracterizado “Linchamento” de Nuremberg, foi mui provavelmente uma das maiores aberrações jurídicas de que se tem registro. Valeu-se de uma roupagem formal para que se oficializasse o subjugo do então país vencido, a Alemanha. Remake de Versalhes, só que com um elemento teatral mais aprimorado. Seus vícios remetem desde o básico do processualismo até o mais evidente: EUA, Rússia, Inglaterra e França – nitidamente os “vencedores” – julgaram os “perdedores”. O que dizer disto?! Nem Tribunal, por falta de legitimidade jurisdicional, nem militar, por ter maioria civil, e muito menos internacional, por ter sido composto pelas potências não-neutras durante a guerra e diretamente interessadas no saldo que dali proviesse. Os únicos “crimes” considerados foram os supostamente praticados pelo Eixo. Foi declaradamente um jogo de cartas marcadas.
Não existe na História a adequação da figura jurídica do trânsito em julgado, ou seja, a irrecorribilidade. É precisamente o intento de criticidade e vanguarda poderem-se analisar as condições em que se deram esses “julgamentos” e a real possibilidade de defesa dos réus, sob o ponto de vista do elo fraco na relação desigual que se compôs.
Veritas filia temporis, non auctoritatis “A verdade é filha do tempo, e não da autoridade" - Frase proferida por Galileu Galilei diante do tribunal da Santa inquisição.
R. Da mesma forma como há destacados países do Ocidente historicamente ligados à garantia dos direitos civis que rejeitam categoricamente o cerceamento à liberdade de expressão, aí inclusa a Revisão Histórica. Tratar-se-ia de mais uma (in)coerência do Sistema?
Aqueles já presos estão numa clara situação de perseguição política. Ainda assim, muitos têm conscientemente desafiado a legislação de Holo-Censura, em heróicas manifestações de desobediência civil. Dirk Zimmermann e Vincent Reynouard, por exemplo, são ícones neste aspecto.
Do resultado de uma teoria que seja desfavorável a determinado segmento não se pode automaticamente acusá-la de “racismo”. A incitação à discriminação gratuita – esta sim legitimamente passível de persecução estatal – difere radicalmente da crítica negativa, minimamente fundamentada que seja, e que não se propõe a perseguir ninguém; apenas se exerce o direito fundamental da liberdade de expressão científica, política e ideológica.
Acompanhemos, pois, atentamente as próximas rodadas da reedição desta funesta saga: Fogueira versus Livros.