segunda-feira, 17 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (II)



O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)


(CONTINUAÇÃO)

2) Na sua edição em Inglês, o jornal Israelita Ha’aretz referiu, no dia 18 de Abril de 2004, que os 687.000 Judeus que tinham vivido nos países sob o controlo da Alemanha durante a Segunda Guerra Mundial ainda estavam vivos naquele momento. Como consequência, deveriam ter existido vários milhões de Judeus nesses mesmos países em Maio de 1945. Como é que estes números encaixam na política de extermínio?

3) Se os Nacional Socialistas tivessem, realmente, a intenção de exterminar os Judeus, praticamente nenhum deles teria sobrevivido nos campos de concentração. Mas os “relatos dos sobreviventes” enchem quase todas as livrarias. Muitos desses antigos prisioneiros Judeus foram transferidos de campo para campo sem terem sido exterminados. Um caso extremo é o do Judeu Polaco Samuel Zylberstztain, que sobreviveu a dez campos: ao “campo de extermínio” de Majdanek, ao "campo de extermínio" de Auschwitz e a mais oito "campos de concentração normais" [7]. O Judeu Socialista Austríaco Benedikt Kautsky passou seis anos nos campos (Dachau, Buchenwald, Auschwitz e, novamente, Buchenwald) antes de ser libertado na Primavera de 1945 [8]. O Judeu e resistente anti-Nazi Arno Lustiger é um “sobrevivente dos campos de concentração e de extermínio”" (Frankfurter Allgemeine Zeitung, 27 de Abril de 1995). O jornal não revela em quais “campos de extermínio” foi Lustiger internado, mas ele não foi exterminado em nenhum deles porque encontrava-se em perfeita saúde em 1995. Estes exemplos podem ser multiplicados. Onde é que isto se enquadra na afirmação de que os líderes da Alemanha pretendiam a eliminação física dos Judeus?

4) De acordo com a história do “Holocausto”, a partir da Primavera de 1942, em Auschwitz, todos os Judeus incapazes de trabalhar eram gaseados logo após a sua chegada, sem qualquer registo prévio. Se esta afirmação fosse verdadeira, não existiriam nomes de Judeus idosos ou crianças Judias nos registos de ‘Sterbebücher’, em Auschwitz. Mas um estudo desses documentos, que foram publicados em 1995 [9], revela que muitos Judeus idosos, assim como idosos, foram registados em Auschwitz:

- 2 Judeus com mais de 90 anos de idade;
- 73 Judeus entre os 80 e 90 anos de idade;
- 482 Judeus dos 70 aos 80 anos de idade;
- 2.083 Judeus dos 60 aos 70 anos de idade;
- 2.584 Judeus dos 0 aos 10 anos de idade [10].

Se considerarmos estas estatísticas, como é que alguém pode, com seriedade, afirmar que os Judeus incapazes de trabalhar eram imediatamente gaseados sem qualquer registo em Auschwitz?

5) Os documentos administrativos do campo de Auschwitz mostram que, a 31 de Dezembro de 1943, encontravam-se 85.298 detidos no campo de concentração Auschwitz-Birkenau. Menos de 19.699, ou seja, mais de 20%, pertencia à categoria dos “incapazes de trabalhar” [11]. Por que é que estas “bocas inúteis” não foram exterminadas, como defende a lenda do Holocausto”?


(CONTINUA)

sábado, 15 de maio de 2010

O Debate Sobre o Holocausto Entre Otto Perge e o Dr. Laszlo Karsai na Hungria (I)



[Retirado e traduzido daqui]

Em Março de 2010 o Parlamento da Hungria adoptou uma lei anti-revisionista tornando-o ilegal e impossibilitando a disputa com a versão oficial ortodoxa do “holocausto”. Ao mesmo tempo, o nacionalista e revisionista (Húngaro) Otto Perge sugeriu um debate sobre esse tópico. Um dos mais proeminentes estudiosos do país sobre o “holocausto”, o Dr. Laszlo Karsai, aceitou o desafio. Após tomar conhecimento disto, contactei Perge, que felizmente tem conhecimentos de Inglês (no meu caso, não leio nem falo Húngaro) e ofereceu-lhe a minha assistência, que acabou por ser aceite. Posteriormente, enviei-lhe 17 questões para o seu oponente. O Dr. Perge fez a sua tradução para Húngaro e publicou-as posteriormente no site do partido nacionalista Jobbik (http://kuruc.info/). Após a sua leitura, o Dr. Karsai disse a Perge não tinha qualquer intenção de responder às questões e que não havia grandes probabilidades de o fazer num futuro próximo.

Pela sua parte, o Dr. Karsai procurou refutar a visão revisionista, elaborando 15 pontos, os quais enviou a Otto Perge. Mr. Perge, que tem algum conhecimento sobre o assunto, mas que não é um especialista, traduziu estes pontos para Inglês e reencaminhou-os para mim. Como alguns daqueles argumentos são frequentemente utilizados pelos nossos adversários, tomei algum cuidado em responder de forma detalhada. A 24 de Abril, as minhas respostas aos primeiros oito pontos foram publicadas no site Jobbik. As restantes seguir-se-ão dentro de poucos dias.
Um dos mais notáveis historiadores Húngaros, o Dr. Krisztian Ungvary, ofereceu ajuda ao Dr. Karsai e preparou oito questões para Otto Perge. Perge encontra-se agora a fazer a tradução para Inglês; assim que as receber, responder-lhe-ei e a tradução em Húngaro será publicada no já referido site. Todos vocês serão mantidos a par dos desenvolvimentos
Apelo a todos que espalhem este texto deste debate. Brevemente irei fazer a tradução para Alemão e publicá-la-ei no meu site.

Jürgen Graf, 25 de Abril de 2010


Questões ao Dr. Laszlo Karsai

1) Em Agosto de 1944, poucas semanas depois da libertação do campo de concentração de Majdanek pelo Exército Vermelho, uma comissão Polaco-Soviética elaborou um “relatório especial” sobre o campo no qual defendia que tinham ali sido mortos cerca de 1,5 milhões de prisioneiros [1]. O documento foi apresentado plos Soviéticos como prova no julgamento de Nuremberga [2]. No início do ano de 1948, o historiador Polaco Zdzislaw Lukaszkiewicz reduziu os números de Majdanek para 360.000 [3]. Outra redução teve lugar em 1992, quando o historiador Polaco Czeslaw Rajca referiu cerca de 235.000 vítimas. [4].
Passados 13 anos, em 2005, Thomas Kranz, director do departamento de investigação do museu de Majdanek, afirmou que tinham desaparecido cerca de 78.000 prisioneiros no campo [5]. Para fazer uma comparação: no seu livro de 1998, KL Majdanek. Eine historische und technische Studie, os autores revisionistas Jürgen Graf e Carlo Mattogno chegaram à conclusão de que tinham morrido aproximadamente 42.200 pessoas em Majdanek [6]. Deste modo, os números do museu de Majdanek ainda estão acima cerca de 35.800 mortos em relação aos números revisionistas, mas mais baixos cerca de 1.422.000 mortos em relação aos apresentados em Nuremberga e mais baixo cerca de 157.000 mortos do que o número oficial apresentado no museu de Majdanek até 2005. - Algum comentário?

(CONTINUA)

A Nova Ordem Mundial a Todo o Custo


A Comissão Trilateral foi criada pelo mega-bilionário e membro da elite David Rockefeller, sendo uma bifurcacao do CFR (Conselho para relacoes exteriores) para permitir a entrada do Japão. Ela faz parte do governo obscuro paralelo mundial, juntamente com o CFR e o Bilderberg.

O membro da Comissão Trilateral (CT) Mikhail Slobodovsici, conselheiro-chefe para a liderança da Rússia, involuntariamente forneceu uma perspectiva reveladora sobre os planos da elite global durante a recente reunião do grupo em Dublin, Irlanda, quando ele por engano disse a um ativista do grupo We are Change da Irlanda, que ele pensava ser um companheiro trilateral, que os globalistas estariam planejando uma guerra com o Iran.

De acordo com o fascinante artigo de Jim Tucker sobre o acontecido, Slobodovsici também deixou escapar ao ativista do We Are Change Irlanda Alan Keenan que os Trilateralistas e os seus contrapartes Bilderbergs têm a intenção de explorar a crise econômica para finalizar os planos para um governo mundial, mas que essa agenda está sendo severamente dificultada pelos chamados "nacionalistas", que estão se tornando cada vez mais conscientes do impacto global que o governo terá à sua liberdade e em seus padrões de vida.

"Estamos decidindo o futuro do mundo", disse Slobodovsici a Keenan. "Precisamos de um governo mundial", disse ele, mas referindo-se ao Irã disse que "nós precisamos nos livrar deles".
"De repente, Slobodovsici reparou que o crachá Keenan tinha um rótulo diferente do que o da reuniao trilateral e disse: 'Eu não posso falar, nós operamos sob regras da Chatham House'", relata Tucker.
Esta regra diz respeito ao sigilo total do que é discutido em reuniões, sob o pretexto de incentivar o debate livre. O mesmo acontece nas reuniões do clube Bilderberg. [podem continuar a ler aqui]

Leiam mais sobre este assunto aqui e aqui.

Conselho de Leitura - Recordando Giles MacDonogh


Por considerar uma das obras mais corajosas lançadas nos últimos anos, volto a referir-me a ela. After the Reich, de Giles MacDonogh, merece um olhar atento e de reflexão.

As Runas Nórdicas e o Terceiro Reich


Alguns dos símbolos analisados neste artigo podem ser interpretados, em certos contextos, como fazendo parte da ideologia Nazi. Porém, o seu uso no presente artigo nada tem a ver com ela. Tal comparação e associação são recentes se compararmos com a longa história da maioria desses símbolos. A seguir poderão ver o significado original da cultura Nórdica Viking e a sua utilização e tratamento pela Alemanha Nazis, com o objectivo de demonstrar que a tradição original é muito mais antiga.

Deve ser realçado que o interesse no que diz respeito à runalogia, tão característica nos círculos da Alemanha Nazi durante o início do séc. XX, ficou mais “quente” com os trabalhos de Guido von List, ocultista e revivalista rúnico. Von List criou a sua própria versão do Futhark, conhecido pelas runas de Armanen, supostamente reveladas para o seu “olho interior”. Mais tarde, Karl Maria Willigut foi responsável pela sua utilização durante o Terceiro Reich. Armanen Futhark deriva de runas históricas, mas não pertence à lista de runas escandinavas. De notar que alguns destes símbolos estão incluídos na lista de símbolos proibidos na Alemanha. No entanto, os símbolos Nórdicos não são símbolos de ódio. (...) [leia o artigo na íntegra]

segunda-feira, 3 de maio de 2010

DE FÉRIAS!!!


Vou de férias... porque também mereço!

Voltarei dia 15 com a promessa de MUITO TRABALHO!

sábado, 1 de maio de 2010

Decisão Sobre 'Arquitecto do Holocausto' é Ilegal


Um tribunal alemão decretou na sexta-feira que o governo não tem bases legais para manter em sigilo a documentação secreta referente a Adolf Eichmann, o homem que ficou conhecido como o ‘arquitecto do holocausto judeu’.

O governo mantém os arquivos em segredo com o argumento que o seu conhecimento público pode prejudicar as relações internacionais, pôr em perigo os que divulguem o seu conteúdo ou trazer problemas com agências secretas estrangeiras. [retirado daqui]

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Recordando Subhas Chandra Bose

Quando pensamos no movimento independentista da Índia dos anos 30 e princípios dos anos 40, vem-nos à memória duas figura proeminentes: Mahatma Gandhi, muito popular e "santificado" pacifista e o seu muito respeitado acólito socialista Jawaharlal Nehru.

Menos popular no Ocidente é Subhas Chandra Bose, um homem com um estatuto comparável e que admirava Gandhi, mas cujos objectivos e métodos fizeram dele um rival de Nehru. Bose desempenhou um papel muito activo e saliente na vida polítita da Índia durante os anos 30s. Por exemplo, foi duas vezes (em 1938 e em 1939) eleito Presidente do Congresso Nacional Indiano, a mais importante força política para a liberdade do Raj do domínio Britânico.

nquanto a sua memória ainda é mantida na longínqua Índia, no Ocidente Bose é muito menos referenciado, especialmente pela sua colaboração na Segunda Guerra Mundial com as forças do Eixo. Antes e durante o conflito World War, Bose trabalhou arduamente para assegurar que a Alemanha e o Japão ajudassem a libertar a sua pátria amada do domínio estrangeiro. Durante os dois últimos anos da guerra, Bose - com um considerável apoio Japonês - comandou as forças do Exército Nacional Indiano contra os Britânicos. [Podem continuar a ler sobre este assunto
aqui e saber mais também aqui ou aqui].








terça-feira, 27 de abril de 2010

Foram Mesmo os Egípcios Que Começaram a Guerra de 1967, Como Afirmam os Israelistas?



"O antigo comandante da Força Aérea, o General Ezer Weitzman, conhecido como o ‘falcão’, afirmou que ´não existiu nenhuma ameaça de destruição´ e que ´o ataque contra o Egipto, a Jordânia e a Síria foi, apesar de tudo, justificado para que Israel ´pudesse existir conforme a escala, o espírito e a qualidade ela agora personifica´.

(…)

Menahem Begin fez a seguinte afirmação: 'Em Junho de 1967, tivemos de novo uma oportunidade. A aproximação e concentração do exército Egípcio no Sinai não prova que Nasser estava a preparar-se para nos atacar. Temos que ser honestos connosco. Nós decidimos atacá-los'." - Noam Chomsky, The Fateful Triangle

Podem continuar a ler aqui.

segunda-feira, 26 de abril de 2010

Conselho de Leitura



American Conspiracies - Lies, Lies and More Lies That the Government Tells Us

Podem adquirir o livro aqui.

Cheney e Rumsfeld Disseram aos Investigadores Para "Esquecerem" o 11/9


Uma organização defensora dos direitos humanos "desenterrou" um documento oficial que data da administração Bush e que vem provar que altas e poderosas figuras da Casa Branca tudo fizeram para desencorajar todas as investigações relacionadas com os ataques de 11 de Setembro.

Em Março, através de uma petição da FOIA, a ACLU obteve um documento esclarecedor com 42 páginas que expõe a duplicidade da administração Bush no que diz respeito aos factos dos dos ataques de 11/9, às detenções em Guantánamo e outras questões. Escondido na página 26 deste documento está uma carta que revela que altos funcionários da administração Bush advertiram a Comissão do 11/9 desaprovando uma investigação demasiadamente profunda daqueles ataques terroristas.
[leia a notícia na íntegra]

sexta-feira, 23 de abril de 2010

Recordando o Massacre de Deir Yasin

Desde a chegada do primeiro Sionista à Palestina, foram cometidos centenas de massacres contra civis Palestinianos desarmados em nome de "Israel", fazendo disso um sinónimo de morte e destruição. Um dos piores massacres dos Sionistas cometidos contra os Palestinianos foi o massacre de Deir Yasin. Infensivos civis Palestinianos foram torturados antes de serem massacrados e os seus corpos mutilados. Mulheres e crianças foram violadas, bébés foram mortos de forma cruel e mulheres grávidas foramaunhaladas com as baionetas.



Podem ler mais sobre este assunto aqui.

Esconderam a Verdade... Mas Depois Está Sempre Tudo Bem!


George W. Bush, Dick Cheney e Donald Rumsfeld esconderam que foram enviados centenas de homens inocentes para a prisão de Guantánamo porque temiam que, ao libertarem-nos, poderiam prejudicaria o "empurrão para guerra no Iraque e a ampla Guerra Contra o Terror, de acordo com um novo documento obtido pelo The Times.

As acusações foram feitas por Lawrence Wilkerson, um assistente superior de Colin Powell, o antigo Secretário de Estado Republicano, numa declaração que suportava uma acção judicial arquivada de um detido em Guantánamo. É a primeira vez que ste tipo de alegações são proferidas por um alto membro da Administração Bush.
[leia a notícia na íntegra].

Conselho de Leitura


Na sequência da proclamação do Estado de Israel, os habitantes da aldeia de Ein Hod são expulsos das suas casas e levados à força para um campo de refugiados administrado pelas Nações Unidas. Entre eles encontra-se Dalia, uma palestina lindíssima com dois filhos pequenos - Yousef e Ismael - que chama a atenção de um soldado israelita cuja mulher não pode ter filhos. No caminho para o campo de Jenin, entre a multidão em fuga, Ismael desaparece. É Amal - nascida em Jenin alguns anos depois - quem vai contar-nos o destino trágico dos dois irmãos. Porque Ismael vai ser criado por uma família judia que o baptiza como David e, durante a guerra de 1967, achar-se-á frente a frente com Yousef, que o reconhecerá pela cicatriz que lhe atravessa o rosto e que ele próprio lhe causou na infância. E as consequências desse encontro serão irremediáveis. Passado durante um dos conflitos políticos mais brutais da História, este romance magnificamente escrito e traduzido em várias línguas aborda questões como a amizade e o amor, a identidade perdida, o terrorismo, a rendição e a coragem de lutar pelos direitos mais básicos. SUSAN ABULHAWA é filha de refugiados da Guerra dos Seis Dias, altura em que a sua família foi separada e a terra onde viviam confiscada. Antes de ir para os Estados Unidos, viveu em inúmeros sítios, incluindo o Kuwait, a Jordânia e Jerusalém Oriental. Frustrada com as notícias tendenciosas sobre a condição precária dos palestinos, começou a escrever artigos de opinião para jornais americanos como o 'New York Daily News', o 'Chicago Tribune', o 'Christian Science Monitor' e o 'Philadelphia Inquirer'. Participou em duas antologias: "Shattered Illusions" (Amal Press 2002) e "Searching Jenin" (Cune Press 2003). Venceu o prémio Edna Andrade Fiction and Creative Nonfiction em 2006. Além disso, fundou a Playgrounds for Palestine, uma ONG que defende o direito das crianças palestinas a poderem brincar, mesmo sob ocupação. [podem adquirir o livro aqui]


segunda-feira, 19 de abril de 2010

Recordando Gideon Levy

Gideon Levy (Tel-Aviv, 1953) é um controverso jornalista israelita, membro da direcção do jornal Ha'aretz.

Entre 1978 e 1982, Gideon Levy foi conselheiro de Shimon Peres.

Como jornalista, foi correspondente de guerra do Ha'aretz em Sarajevo, durante a Guerra dos Balcãs.

Muito crítico em relação à política do governo de Israel em relação aos territórios ocupados, Levy publica semanalmente, na sua coluna Twilight Zone, uma crónica sobre a violações dos direitos civis dos palestinianos. O seu tema preferido é a denúncia do recurso sistemático à violência, por parte do governo de Israel, e do que considera manipulação da opinião pública do seu país - o que, segundo a sua opinião, desumaniza tanto o povo israelita como os seus adversários.

Levy já recebeu prémios pela sua actuação na defesa de direitos humanos, mas, por outro lado, já foi também acusado pelo governo israelita de ser um possível risco para a segurança do seu país. É apelidado de "propagandista do Hamas", por uns, e de "heróico jornalista", por outros. [adaptado daqui]

Aqui podem ler uma entrevista (em Inglês) de Levy.

A seguir, dois vídeos com algumas das suas declarações:



A Face Oculta do Facebook

A Liberdade de Expressão Acaba Quando Começa o Holocausto...

Um tribunal Alemão condenou o ultra-conservador Bispo Britânico Richard Williamson, na sexta-feira passada, por negação do Holocausto numa entrevista dada à televisão. O tribunal de cidade Bávara de Regensburg deliberou que Williamson era culpado de incitamento por afirmar, numa entrevista dada em 2008 a um canal Sueco, que não acreditava que os Judeus tivessem sido mortos em câmaras de gás durante a Segunda Guerra Mundial. Williamson tem agora que pagar uma multa de 10,000 Euros. [leia a notícia na íntegra]








Podem ler mais sobre este assunto aqui e aqui.

sábado, 17 de abril de 2010

Nem Cães, Nem Chineses, Nem Sinal... Apenas Propaganda de Guerra e de Ódio!


O sinal apenas pode ser visto na cena do filme "Fist of Fury, com Bruce Lee...


Durante muitos anos foi considerado um dos melhores exemplos para demonstrar a forma racista como os Chineses eram tratados no seu próprio país durante o início do século passado. Numa altura em que os Europeus, e especialmente os Britânicos, dominavam grande parte da China, um sinal à entrada do Huangpu Park, em Shanghai avisava (supostamente): "Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses”.

Durante décadas esta história foi amplamente divulgada. Está citada em numerosos livros, inclusivamente nos escritos do primeiro presidente republicano Chinês, Sun Yat-Sen. John K. Fairbank, historiador da Universidade de Harvard, refere-se, no seu estudo de 1986, The Great Chinese Revolution (p. 147) ao “muito mencionado (mas nunca fotografado?) sinal no Jardim Público de Shanghai, 'Não está autorizada a entrada nem a cães nem a Chineses'”.

Mais: parece que não existe qualquer registo de alguém que tenha visto o sinal infame e que a origem precisa dessa história foi sempre obscura.

A questão voltou a levantar furor quando um jornalista Chinês [há uns anos] anunciou que, após uma investigação mais aprofundada, tinha chegado à conclusão de que o sinal nunca tinha existido… Podem continuar a ler mais sobre este assunto aqui e também aqui.

As Leis de Protecção Animal na Alemanha Nazi


(...) Houve um amplo apoio para o bem-estar animal na Alemanha Nazi, e os Nazis tomaram várias medidas para assegurar a protecção dos animais. Muitos dos seus lídere, incluindo Adolf Hitler e Hermann Goering, eram defensores dos direitos dos animais. Vários Nazis eram mesmo ambientalistas e a defesa e protecção das espécies e das suas condições foram questões significantes no regime Nazi. Heinrich Himmler fez todos os esforços para acabar com a caça de animais. Goering era um amante dos animais e um conservacionista. As actuais leis de protecção animal na Alemanha são, com uma ou outra alteração, as mesmas introduzidas pelos Nazis. [leiam mais sobre este assunto aqui]


Se estavam à espera de encontrar este assunto num site Nazi, enganaram-se. Isto está publicado (por enquanto) na Wikipédia. Não deixa de ser estranho a preocupação de um regime "bárbaro e assassino" com os animais... Tantos anos depois, a legislação ainda é, practicamente, a mesma. Muito curioso.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

"Holocausto" ou "Holohoax"?