Apesar do Sionismo representar tipicamente por si próprio a solução para o anti-semitismo, a verdade é diferente. Aliás, a hostilidade contra os Judeus é indispensável à causa do nacionalismo Judaico. Se o anti-semitismo não existisse, os Sionistas teriam que inventá-lo. E, em muitos casos, foi exactamente isso que eles fizeram.
Ao contrário da percepção comum de que o Sionismo se opõe ao anti-semitismo, os seus seguidores, de vez em quando, revelam uma atitude ambivalente para com o ódio aos Judeus.
Em 1895, Theodor Herzl, o fundador do Sionismo moderno, escreveu de forma profética nos seus Diários: “Os anti-semitas tornar-se-ão os nossos amigos mais chegados e os países anti-semitas os nossos aliados”. Mesmo o sofrimento infligido aos Judeus Europeus pelo Holocausto Nazi não parece ter acalmado tal cepticismo. Em 1995, Jay Lefkowitz, um funcionário americano do governo, relatou à revista New York Times Magazine que "no fundo, acredito que um pequeno acto anti-semita é uma coisa boa para os Judeus se lembrarem de quem eles são”. [leia tudo aqui]
Há duas definições de anti-semitismo no contexto Judeu. Uma nasceu com uma história real e representa uma verdade. A outra é parcial e encomendada da mitologia Sionista e foi inventada para chantagear os Europeus não-Judeus e os norte-americanos para que se abstenham de criticar Israel ou, para ser mais preciso, permanecerem em silêncio quando os seus líderes recorrem ao terrorismo de Estado e demonstram das mais várias maneiras o seu completo desprezo pela lei internacional.
O anti-semitismo definido de forma adequada e honesta é um preconceito contra e até mesmo um ódio aos Judeus, a todos Judeus de toda a parte, somente porque são Judeus.
O anti-semitismo, definido pelos Sionistas, o colonialismo, a limpeza étnica empreendida por alguns Judeus, veio passar a querer dizer quase toda a crítica às políticas e às acções de Israel, em particular a sua opressão contra os Palestinianos e também a crítica baseada em revelações recolhidas da documentada verdade histórica expõem a propaganda Sionista pela sua própria falta de senso.
De outra forma, o anti-semitismo definido pelos defensores de Israel é algo escrito ou dito por qualquer pessoa que desafie e contradiga a versão sionista dos acontecimentos. Na prática, os Sionistas dizem, "Se discorda de nós, é anti-semita“. [leia o artigo na íntegra]
Quando iniciei aqui uma série de 'posts' sobre o "SIONISMO DESMASCARADO", a ideia era, para aqueles que insistem em misturar tudo, demonstrar que CRITICAR A POLÍTICA INTERNACIONAL DE ISRAEL, POR EXEMPLO, PARA COM A QUESTÃO PALESTINIANA, NÃO PODE SER CONSIDERADO ANTI-SEMITISMO. Mais: o que se condena não são os Judeus e o seu culto, mas sim os Sionistas e os tentáculos do seu lobby, especialmente na política internacional dos EUA. Portanto, a acusação de que este blogue é um local de "ódio a Israel e ao Judaísmo", ou de puro "anti-semitismo", não cola e só serve para desviar as atenções do verdadeiro problema.
A estratégia de certos crentes é sempre a mesma. Veja-se no caso de Robert Faurisson. É anunciado com "negacionista do Holocausto", alguém que "já foi punido pelos Tribunais", alguém que "apela ao ódio", etc. Mas não vejo nenhum daqueles crentes confrontar as suas ideias com outras respostas. Nem precisam. Actualmente, se Faurisson (ou aguém que partilhe da sua opinião) abre a boca, é multado ou preso, pois o facto histórico denominado Holocausto é o único que não permite uma discussão aberta.
Vamos a mais um exemplo simples. Vejam este vídeo -que se encontrava inicialmente aqui, mas que foi removido por ser considerado um "discurso de ódio":
O vídeo nunca será analisado pelo tema em si, pela questão levantada - o último filme de Tarantino - mas sim por quem fala e pelo seu passado. Inglourious Basterds não passa de um filme doente, sádico, que defende a tortura. Em resumo, é um filme de ódio Judaico. No entanto, com a aprovação que tem merecido dos principais média, só vem demonstrar o quanto doente anda Hollywood e os média controlados pelos lobbys Sionistas. Porém, David Duke pode falar do que quiser, porque os crentes exterminacionistas apenas falarão do seu passado de militância no KKK. Irão sempre rotular as suas palavras de "ódio" e censurarão os seus vídeos. Ou seja, mesmo que seja tudo verdade o que ele diz, como ele pertenceu a um grupo ou associação "criminosa" passa a ser mentira ou a não ter credibilidade.
Posso afirmar que as diferenças entre o nacionalismo Judaico (Sionismo) e o de outros países e culturas, neste caso, são a quadruplicar:
1. O Sionismo é uma espécie de verdadeiro fermento feiticeiro de xenofobia, racismo, ultra-nacionalismo e militarismo que o coloca bem fora de um "mero" contexto nacionalista - por exemplo, quando estava na Irlanda (em ambas as partes), não vi qualquer indicação do PIRA [Provisional Irish Republican Army], nem de qualquer outro que lute e pressione para uma Irlanda unida, com algum projecto em que o objectivo fosse empurrar os Protestantes para campos nem para fora do país - embora pudesse haver alguns que quisessem isso - e ainda vai para mais além da miséria que atingiu alguns devido aos Nazis;
2. O Sionismo consegue subverter a lealdade cívica entre os seus seguidores noutros países de uma forma que outros movimentos nacionalistas (e mesmo movimentos ultra-nacionalistas, como o Nazismo) não fizeram - por exemplo, uma grande maioria dos Judeus Americanos, inclusivamente aqueles que não estão abertos à dupla nacionalidade, abraçam esta forma de bigamia política denominada "lealdade dupla" (a Israel e aos EUA). Ela é tão desonesta quanto a bigamia conjugal (…) e não existe nenhum paralelo no que diz respeito a identidade nacional e cultural abraçada por qualquer outro grupo étnico ou racial na América (…).
3. O "inimigo" dos movimentos nacionalistas normais é o poder de ocupação e talvez permita, uma vez conseguida a independência, as relações normais com o poder dos ocupantes (passa a ser a norma). Porém, para o Sionismo, quase todo o mundo é um inimigo real ou potencial, diferindo só em proximidade e colocação na sua muito longa lista de inimigos (que é agora também a lista de alvo da América);
Por onde andam os paladinos dos "direitos humanos" (que pelos vistos só existem para alguns!) quando são confrontados com estas fotografias? Responda quem souber...
Se você se satisfaz in ad hominem com ataques (atacar a pessoa em vez da questão) deve estar à espera de receber o mesmo em retorno. As questões relacionadas com o rótulo do “anti-semitismo” são muitas. Inicialmente, a expressão "anti-semita" não passava de um termo impróprio. Era definido como “ódio aos Judeus ou ‘Judeophobia’”. O rótulo do "anti-semitismo" está errado porque nem todos os Judeus são Semitas e muitos Árabes são.
Em 2004, o Congresso dos EUA elaborou o Global Anti-Semitism Review Act [Acto Global de Revisão do Anti-Semitismo]. O Acto define uma pessoa como sendo anti-semita por possuir uma série de crenças. Os meus comentários seguem depois cada um dos 14 itens que, supostamente, revelam anti-semitismo.
1) Qualquer afirmação de "que a comunidade Judaica controla o governo, os média, os negócios internacionais e o mundo financeiro". De acordo com isto, não importa se a afirmação é verdadeira ou não. A verdade não é um assunto. A simples declaração transgride o Acto. Em si, este facto fornece claras provas do controlo do governo dos EUA.
2) A expressão de "Forte sentimento anti-Israel". Assim qualquer crítica a Israel pode ser considerada anti-semita. Israel pode mutilar Gaza e escapar às consequências.
3) Expressar uma "Crítica virulenta" aos líderes de Israel, do passado ou presente.
Menachem Begin pode ter conduzido o massacre de Irgun e a expulsão de milhares de Palestinianos, mas é considerado anti-semita dizer isso.
4) Qualquer crítica à religião Judia ou ao seus líderes religiosos com ênfase no Talmud e Kabbala. É perfeitamente aceitável, como liberdade de expressão, difamar o Islão, mas qualquer crítica ao Judaísmo transgride o Acto. [podem continuar a ler sobre este assunto aqui]
Um fenómeno sem explicação ocorreu em Pont-Saint-Esprit, uma pequena localidade a sul de França em 1951. De repente, cinco pessoas morreram misteriosamente, dezenas foram internadas em hospícios e centenas sentiram-se mal. Agora alega-se que a CIA seria responsável pelos factos.
(...)
O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.
Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.
Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria. [leia a notícia na íntegra]
O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição. Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos. Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
Uma mulher Alemã com 80 anos rompeu agora o tabu antigo do silêncio sobre as violações que ela própria sofreu nas mãos de soldados Soviéticos durante a Segunda Guerra Mundial com a publicação de um livro onde revela os crimes do Exército Vermelho quando este marchou em direcção a Berlim.
"Why Did I Have To Be A Girl" ["Por Que é Que Eu Haveria de Ser Uma Rapariga?"], de Gabriele Koepp, é o primeiro livro publicado sobre as violações sob o verdadeiro nome da vítima. Mrs. Koepp foi uma dos cerca de dois milhões de vítimas, raparigas e mulheres Alemães, que foram violadas pelos soldados Soviéticos, encorajados pelo seu líder Estaline que via nesse crime uma vingança e um espólio de guerra depois da invasão de Hitler que deixou 26 milhões de mortos Russos. "Frau. Komm" eram as palavras que as mulheres mais temiam ouvir dos soldados do Exército Vermelho. [leiam a notícia na íntegra]
Podem ler outra notícia sobre o mesmo assunto aqui.
O Revisionismo em Linha aguarda (sentado...) a tradução deste livro para Português...
Este ensaio pretende lançar um olhar detalhado para a campanha secreta do Presidente Roosevelt dos EUA para provocar uma guerra na Europa antes de terem começado as hostilidades em Setembro de 1939.
Destaca os seus esforços para pressionar a Grã-Bretanha, a França e a Polónia para a guerra contra a Alemanha em 1938 e 1939. Franklin Roosevelt não apenas envolveu a América de forma criminosa numa guerra que já tinha engolido a Europa, como suportou a grave responsabilidade pela continuidade da epidemia da guerra mais destrutiva de todos os tempos. Este papel acentuou-se ainda mais com a revelação dos documentos secretos Polacos que caíram nas mãos dos Alemães quando Varsóvia foi capturada, em 1939.
Estes reveladores documentos também confirmam o papel crucial de poder Judeu em influenciar a política externa dos EUA durante estes anos. [leia tudo aqui]
Não precisamos de pesquisar muito para encontrarmos no Youtube a "explicação" para esta suposta "teoria da conspiração" (de que o assassino de JFK teria sido o motorista da limusine).
Neste vídeo, Bob Harris pretende desmascarar tal teoria.
[Este texto não é de minha autoria e desconheço o seu autor]
Para aqueles que ainda têm algumas ilusões de que a Política pode ser minimamente limpa, vejam este vídeo. Para o Poder tudo é permitido.
E se pensavam que os políticos eram donos do Poder, não se iludam, pois o Poder é o dono da Política.
Neste vídeo vê-se que o condutor da limusina que leva o Presidente J.F.Kenedy e a sua mulher, a 22 de Novembro de 1963 em Dallas no Texas, dispara uma pistola, a partir do acento, contra o presidente.
Nesse dia, John F. Kennedy recebeu vários disparos. Este feito foi denunciado em várias oportunidades por William Cooper, ex membro da equipa de informação de dos Serviços Secretos da Marinha dos Estados Unidos, tendo sido assassinado pelo Departamento de Estado no ano de2001, por revelar diferentes segredos obscuros da CIA, do Departamento de Estado, da NASA, de diferentes governantes, etc.
Cooper menciona no seu livro a existência de um vídeo em particular, ao qual ele teve aceso devido ao seu trabalho nos Serviços Secretos da Marinha e que é o único vídeo que mostra como o próprio condutor dispara contra o presidente dos Estados Unidos.
Este é o vídeo de que tanto falou Cooper e foi ocultado da opinião pública pelo Departamento de Estado e pela CIA durante décadas.
Assumimos que o vídeo foi "libertado" por esta obscura agência dos Serviços Secretos, da mesma forma que desclassifica documentos.
Ao observarem o vídeo poderão tirar as vossas própias conclusões.
Neste vídeo pode ver-se CLARAMENTE, que o condutor da limusina É QUEM MATA John.F.Kenedy. Com um segundo disparo na frente, que o aniquila.
Sempre me perguntei porquê JACKIE deslisava o tronco naquela direcção. De maneira aparentemente ILÓGICA (os disparos de Oswald (???) foram feitos por detrás) o crânio move-se como se tivessem disparado da frente..!!!
Aqui fica CLARÍSSIMO porquê...!
[Fim de citação]
Teoria da conspiração? Apenas um louco? Ou alguém muito incómodo por saber demais?
O Revisionismo em Linha vai dedicar, mesmo assim, esta semana a William Cooper, para que todos vós possam tirar as suas conclusões.
O vídeo que defende que foi o motorista o assassino está aqui:
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Gregory Jay
Gregory Jay é professor de Inglês na Universidade de Wisconsin-Milwaukee. Não sei como é que isso o qualifica ao ponto de querer bater nos brancos por os considerar a causa de todos os males do mundo. O certo é que ele o faz.
Jay propõe-se elaborar “estudos sobre os brancos” que, como podem imaginar, não tem nada a ver com a apreciação da raça branca ou da sua cultura. No ensaio entitulado "Who Invented White People?" [“Quem Inventou a Raça Branca?] uma ilusão insana sem qualquer fundamentação científica, afirma que somos todos uma mistura de raças e insiste que os brancos beneficiaram injustamente de privilégios.
Se "a raça não existe", será que o Professor Jay considera isto tudo o “descarregar de uma acção afirmativa”? E alguma vez ouviu essa afirmação de que “a raça não existe” dirigida directamente para os Negros ou os Hispânicos, acrescentando que a “negrura é uma construção social” ou que ser Hispânico ou Latino uma “ilusão” e que La Raza deveria fazer as malas e voltar para casa? Engraçado, nunca ouvi isso.
E podemos acrescentar que Gregory Jay nunca teve a sua aula sabotada ou colegas membros da faculdade a fazerem encontros sombrios os quais não passam de racismo anti-branco. Anteriormente, o presidente da CSULB, F. King Alexander, e o seu Senado Académico fizeram declarações onde se distanciavam das posições de MacDonald. Mas para ter crédito, este estabelecimento de ensino aparece a dar o seu apoio à liberdade de investigação e escreve tópicos sobre esse assunto. "Liberdade académica, liberdade de expressão... Nós não mudaremos", disse-me um porta-voz da universidade ao telefone. CSULB fez referência que tais interrupções e sabotagens às aulas são uma violação à política da universidade. A Polícia do Campus está a corrente da situação e está pronta a responder aos telefonemas (562-985-5049 ou 911).
Fica o meu conselho aos agitadores e sabotadores: tentem antes debater as questões. Façam discursos a seu tempo. Escrevam cartas. Escrevam nos blogues socialistas. E convidem Jensen, Ignatiev e Jay para um fórum universitário anti-brancos. Tenho a certeza que ninguém aparecerá lá a barafustar ou a sabotar.
No dia 1 de Março de 2010, depois de estar preso sete anos e três semanas apenas pelas suas convicções e crenças em seis prisões em três estados em dois continentes, Ernst Zundel foi libertado da Penitenciária de Mannheim!
Conheçam um pouco mais sobre este homem "tão perigoso" neste vídeo produzido pelo seu 70º aniversário, a 24 de Abril de 2009.
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Ignatiev, professor de história do Colégio de Artes de Massachusetts, é fundador de um jornal chamdo Race Traitor Motto: treason to whiteness is loyalty to humanity) e colaborador do Harvard's W.E.B. DuBois Institute. Ele escreveu no Harvard Magazine que "abolir a raça branca" é "é tão desejável que alguns até irão achar inacreditável" que apenas os "supremacistas brancos" se irão opor. [ Abolish the White Race, Setembro-Outubro 2002 ] Mais uma vez, o silêncio… Será anormal um estudante branco ficar algo incomodado? Não. Mesmo assim, ninguém lhe chamou a atenção.
Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).
O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.
O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).
Mais do que nunca, vamos exigir que esses preciosos registos sejam publicados!
Esta fotografia foi tirada logo a seguir à sua libertação e mostra Zundel com o seu advogado Herbert Schaller (com 87 anos!), que lutou como um verdadeiro leão pela sua liberdade!
(…) [Norman] Finkelstein incita à violência? As suas opiniões violam as normas legais ou os direitos humanos? Nada disso. Pelo contrário. A razão para essa proibição vem do veto de certos grupos que procuram evitar as críticas a Israel, ligando este assunto com a questão do anti-semitismo. Isto é uma velha associação sem sequer ser interessante. O que é interessante, no entanto, é que o público Alemão compra esta estupidez e nega a vinda de um homem, que perdeu parte da sua família em campos de concentração Alemães, para conversar em solo Alemão, tolerando o que é rotulado de anti-semita: as suas reflexões sobre a violência de Israel. Na realidade, aconteceu o mesmo alguns meses atrás ao historiador Israelita Ilan Pappe em Munique, quando o responsável pela cidade cancelou um debate programado. Pappe respondeu na altura numa carta aberta que o seu pai "tinha sido silenciado de maneira semelhante como Judeu Alemão no início dos anos 30. [leia a notícia na íntegra]
"Se o Hamas faz explodir um autocarro em Tel Aviv e diz: 'o nosso objectivo era destruir o veículo e não matar os passageiros', as pessoas riem-se...
Mas é tudo tão diferente [já ninguém se ri!...] quando Israel lança uma tonelada de bombas sobre Gaza e em bairros densamente povoados, como fez em Julho de 2002, e depois dizem: 'nós não queríamos matar civis, apenas queríamos matar terroristas Palestinianos'"...
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.
O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Jensen é um professor de jornalismo na Universidade do Texas cujo ódio contra os Brancos irradia praticamente pelo seu corpo. Declarou uma vez, no livro Heart of Whiteness: Confronting Race, Racism and White Privilege, que "Penso que os Brancos não deveriam amar a sua brancura. O melhor para todos, penso eu, seria dar-nos um tiro a nós próprios ainda antes de nos odiarmos". Imaginem a reacção se um professor substituísse “brancura” por “negritude”! Jensen continua: "Quero viver num mundo onde eu possa imaginar, ao menos, que um dia consiga deixar de ser Branco”.
Os Judeus possuem um termo para isto: o “self-hating Jew” [Judeu que se odeia a si próprio]. Os Brancos, aparentemente, também possuem um nome para isso: professor de jornalismo estável e intocável.
Como podemos ver no seu site, Jensen não tem qualquer problema em mostrar as suas posições anti-raça branca ou o seu envolvimento político. No entanto, ignoro que tivesse havido algum estudante que o incomodasse nas aulas ou que colegas membros do corpo docente o tenham denunciado.
E qualquer estudante branco que assista às aulas de Jensen terá esta preocupação legítima: será que este tipo vai reprovar-me em nome da punição contra a raça branca?
Portanto, qual é a diferença entre Kevin MacDonald e Robert Jensen? Colocando de lado as qualidades e habilidades pedagógicas, a diferença é que estão em lados opostos no que diz respeito à questão da raça na América. Jensen está no “lado correcto” e poderá sempre dizer o que quer, pois é intocável. MacDonald está no “lado errado” e encontra-se na posição de alvo para inúmeros ataques.
Estudantes do St. Louis Community College-Meramec (STLCC) produziram um documentário exaustivo com o título " The Forgotten Genocide" ["O Genocídio Esquecido"]. O filme examina o sofrimento de todos os indivíduos de descendência Alemã atrás da Cortina de Ferro.
No final da Segunda Guerra Mundial, a União Soviética conduziu de forma sistemática os descendentes Alemães da Europa Oriental para campos da morte com o claro objectivo dos levar à extinção, talvez uma forma de responder aos ataques Alemães aos Soviéticos desde o início da Primeira Guerra Mundial.
Examinando as relíquias daquela era e através de entrevistas com sobreviventes que vieram para a América (20 por cento dos quais ficaram em St. Louis), os estudantes de STLCC recuperaram a história deste período triste e "esquecido" da história da humanidade. [leia a notícia na íntegra]
Este documentário dificilmente passará pelas televisões do mundo (se chegar ao Youtube e aguentar uns dias sem ser censurado já será uma vitória...) porque foi um "CRIME DOS BONS"! E "os bons" Aliados, como sempre aprendemos, fizeram tudo para nos salvar...
Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:
“99% dos testemunhos não podem ser comprovados”! “Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia aqui.
Entre os assassinatos a soldo de Israel contam-se uma grande quantidade de militantes pró-Palestinia em Paris, Nicosia, Beirute e Atenas, desenvolvidos como resposta [???!!!] à crise de reféns durante as Olimpíadas de Munique, em 1972, que resultou na morte de 11 Israelitas. Os métodos incluem telefones e camas armadilhadas com bombas e um raide em Beirute durante o qual o actual Ministro da Defesa se vestiu de mulher.
A seguir podem assistir ao registo das imagens compiladas pelas autoridades do Dubai e que mostram como é que o esquadrão Israelita realizou o assassinato daquele comandante do Hamas. As filmagens recolhidas pelas câmaras do hotel, onde o assassinato ocorreu, e pelas câmaras do aeroporto do Dubai, permitiram à polícia daquele país fazer uma cronologia do tempo e da preparação do assassinato pelo esquadrão, assim como a sua fuga.
Uma escultura que traz elementos religiosos católicos, judeus e muçulmanos foi vendida em três minutos na feira de arte contemporânea de Madri, Arco 2010, e se tornou a obra de arte mais polêmica do evento.
Chamada Stairway to Heaven (Escadaria para o Paraíso), a obra do artista espanhol Eugenio Merino retrata três homens rezando, um em cima do outro: um muçulmano, sobre ele um sacerdote católico e acima dos dois um rabino judeu, todos eles segurando os livros sagrados de suas religiões – o Alcorão, a Bíblia e a Torá. A obra foi vendida por 45 mil euros (R$ 112 mil) a um colecionador belga cuja identidade não foi divulgada. A escultura provocou a ira dos fiéis na Espanha e recebeu queixas oficiais. Ao lado dela, aparece outra escultura que une uma metralhadora Uzi com uma menorá (candelabro ritual judaico). [leia a notícia na íntegra]
Tinha falado do assunto aqui e o Vessas teve a amabilidade de fazer uma busca mais apurada e conseguiu apanhar todo o documentário (After The War: Conquering Germany). A ver aqui ou no espaço dele (não deixem de ver este fim-de-semana também este outro documentário:Soviet Subversion of the Free World Press).
Ícone budista é apreendido por apologia ao nazismo - Diz a Wikipédia (enciclopédia livre na internet) que “a suástica ou cruz gamada é um símbolo místico encontrado em muitas culturas em tempos diferentes: dos índios hopi aos astecas, dos celtas aos budistas, dos gregos aos hindus”. Quando adotada pelo nazismo no século passado, porém, ela foi invertida e inclinada, adquirindo uma aura maldita. Sexta-feira, a representação gráfica virou o centro de uma polêmica no Shopping da Gávea (Zona Sul), com desdobramentos na 15ª DP.
Policiais civis apreenderam um biombo com cerca de dois metros de altura que traz a figura de um Buda com a cruz suástica (não invertida nem inclinada) no peito, na loja de bijuterias e decoração oriental Cheia de Graça. Atenderam a uma denúncia de que a imagem faz apologia ao nazismo.
– Vamos apurar também junto ao fabricante da peça, no Rio Grande do Sul, se há tentativa de propaganda escamoteada – afirmou o delegado Henrique Pessoa, responsável pelo Núcleo de Combate à Intolerância Religiosa.
Estupefatos, os proprietários da loja não compreenderam a ação.
– Isso tudo é de uma ignorância sem comentários. Esse símbolo existe na cultura oriental há mais de 5 mil anos, quando o nazismo nem pensava em nascer. Tentei evitar a confusão, mas não teve jeito: a polícia apreendeu o biombo e eu estou nervosa até agora com essas acusações – desabafou a proprietária Samara Nolding. [leia a notícia na íntegra]
COMENTÁRIO: Comentário não há... Só riso. E muito... pois, por vezes, temos mesmo que nos rir da ignorância e da estupidez. lolololololololololololololololol
Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:
Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos. A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.
Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.
Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.
Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.
Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.
Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.
Recebi um e-mail com esta mensagem e não consegui evitar em partilhar com todos.
Esta é uma das maiores verdades que li até hoje!
Dá que pensar!
Deixem-me ver se entendo ...
Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.
MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente...
TERÁS:
Um abrigo...
Um trabalho...
Carta de Condução...
Cartão Europeu de Saúde...
Segurança Social...
Crédito Familiar...
Cartões de Crédito...
Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra...
Escolaridade gratuita...
Serviço Nacional de Saúde gratuito...
Um representante no Parlamento...
Podes votar e até mesmo concorrer a um cargo público...
Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!
E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira...
E SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA!
SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES !!!
A juntar a este tipo de "raciocínio" só encontro a teoria de quem defende a prisão dos revisionistas porque "eles só pretendem branquear a história e um certo movimento político; são racistas e xenófobos; e promovem o ódio e a distorção histórica; e... etc. e tal...".
Os "crimes de pensamento" passaram a constituir, por isso, o maior problema para certas pessoas. Para elas, pior do que ser um assassino ou um pedófilo, é pensar e analisar as coisas de forma diferente.
Afinal, quem promove o ódio?... Talvez os próximos 'posts' possam ajudar...
Com este vídeo fiquei sem perceber se a suposta pandemia do H1N1 faz parte de um plano para um suposto genocídio de parte da humanidade para controlo da humanidade pelos globalistas ou se, afinal, o H1N1 não passa de um embuste do lobby farmaceutico...
Neste vídeo, bastava a Alex Jones substituir o "futebol americano" por "concursos, novelas e futebol" e estaria a falar de Portugal...
Vídeos igualmente divulgados aqui, um EXTRAORDINÁRIO espaço que merece sempre a nossa atenção, respeito e consideração.
Tal como já tantas vezes escrevi, o Revisionismo em Linha não tem, necessáriamente, que concordar com tudo aquilo que aqui é divulgado. Pessoalmente, considero este documentário relativamente interessante. Daí a minha partilha.
Norman Finkelstein tem um novo livro, "This Time We Went Too Far", sobre o ataque militar devastador de Israel contra os Palestinianos na região de Gaza, sobre o que significou e sobre o que podemos fazer. É um trabalho conciso que mistura a raiva a quente com a análise mais fria e a profunda injustiça do ataque Israelita, amplamente reconhecido por inúmeras organizações como sendo impossível de definir como parcial ou extremista. Melhor do que qualquer outro, este livro mostra como a destruição em massa de Gaza não se tratou de um produto acidental da invasão Israelita, mas sim um objectivo mal ocultado. Vejam também o vídeo com o autor da obra.
A seguir podem também assistir a um resumo deste autêntico genocídio.
Peter Calvocoressi, que faleceu a 5 de Fevereiro de 1997, teve uma distinta e variada carreira como decifrador de códigos, durante a Segunda Guerra Mundial, historiador, editor e autor; publicou livros sobre aquela guerra e sobre política mundial desde 1945, assim como estudos sobre África, Médio Oriente, Grã-Bretanha e Europa. Criticou sempre o bombardeamento dos Aliados sobre Dresden, afirmando que Ultra teria avisado os comandantes da Força Aérea que, contrariamente às espectativas, o exército Panzer das SS não regressaria através daquela cidade após a batalha das Ardenas.
“O bombardeamento de Dresden foi terrível", afirmou Calvocoressi algum tempo depois do fim da guerra, “e nunca deveria ter ocorrido.” [leia a notícia na íntegra]
Suspeito de ser um terrorista Judeu, Yaakov (Jack) Teitel confessou, durante o seu interrogatório, que tinha sido um membro activo e operacional do grupo ‘anti-missionário’ Yad L'achim, durante cinco anos, referiu o Haaretz.
O grupo, influenciado pelo ultra-ortodoxo Bnei Brak, ganhou protagonismo nos últimos anos pelas suas acções contra ‘Judeus Messiânicos’, que são acusados de procurarem converter Judeus ao Cristianismo. Aquela organização orgulha-se de “resgatar” mulheres Judias de relacionamentos com Palestinianos e Árabes Israelitas.
Teitel, residente no colunato de Shvut Rachel, foi acusado em Novembro de ser o responsável pelo assassinato de dois Palestinianos e da tentativa de homicídio de outras três pessoas, incluindo o professor da Universidade Hebraica Zeev Sternhell e um adolescente de Ariel, Ami Ortiz. Este, originário de uma família de Judeus Messiânicos, ficou gravemente ferido devido à explosão de uma bomba, em Março de 2008 [alguém ouviu falar disto nos média? NÃO!...].
Falamos dele aqui - "Defamation", um provocante e irreverente documentário realizado pelo Israelita Yoav Shamir sobre o "anti-Semitismo", real e inventado, no mundo actual.
Pretende demonstrar como os Sionistas usam uma narrativa histórica manipulada, especialmente no que diz respeito ao "Holocausto", com o objectivo de colocar no pensamento dos Judeus o sentimento paranóico da vitimização e do medo, ao mesmo tempo de desconsideração e desprezo para todos os outros que não sejam Judeus. O documentário inclui entrevistas com: Abe Foxman, director da Sionista 'Anti-Defamation League'; Norman Finkelstein, autor do livro" The Holocaust Industry" ["A Indústria do Holocausto" - podem descarregá-lo no Revisionismo em Linha] ; Stephen Walt, co-autor de "The Israel Lobby"; Uri Avnery, activista e pacifista Israelita.
Há sete anos atrás - a 5 de Fevereiro de 2003 - Ernst Zundel foi preso na sua residência no Tennessee. Desde então tem estado atrás das grades, primeiro no Canadá e actualmente na Alemanha, tudo por causa de um CRIME DE OPINIÃO: expressão absolutamente pacífica do seu ponto de vista não conformista. Ele é, provavelmente, o mais proeminente "prisioneiro de consciência" do actual mundo ocidental. Agora com 70 anos de vida, está prevista a sua libertação no dia 5 de Março.
Há 65 anos, Auschwitz foi "libertado" pelas tropas Soviéticas. Peter Lavelle questiona os seus convidados sobre a herança do Holocausto nos dias de hoje. A sua memória está a sofrer um abuso? Será que Israel usa o Holocausto como "arma chantagista"? Norman Finkelstein e Israel W. Charny discutem estas questões num debate bastante quente.
Este debate leva-nos a recordar este outro documentário bastante interessante:
Sobre "American Radical: The Trials of Norman Finkelstein" podem ler mais aqui e aqui.