terça-feira, 30 de março de 2010
Recordando David Cole
Apesar de seu pré-disposto ceticismo, Cole trás diversas surpresas em seu vídeo, desmontando um emaranhado de confusões e interesses, que acabam por oferecer elementos para elucidar o tão obscuro holocausto.
quinta-feira, 25 de março de 2010
A Mossad Israelita e o Seu Envolvimento no 9/11
Católicos Contra Presença Sionista em Notre Dame de Paris
Podem ler mais sobre este assunto aqui.
Lula da Silva "Politicamente Correcto" Apenas Até Certo Ponto

(...) "Eu acredito que a visita ao Museu do Holocausto deveria ser quase obrigatória a todo ser humano que quer governar uma nação", disse o presidente na saída do local.
(...)
Recusa polêmica
A ida ao museu ocorreu no mesmo dia em que a chancelaria israelense havia programado uma visita ao túmulo de Theodor Herzl, fundador do movimento sionista cujo aniversário de 150 anos está sendo celebrado pelo governo de Israel.
O fato de a comitiva brasileira ter rejeitado o convite gerou duras críticas de alguns setores da sociedade israelense.
Segundo a imprensa local, por causa da recusa de Lula, o ministro das Relações Exteriores de Israel, Avigdor Lieberman, teria boicotado o discurso que o presidente brasileiro fez no Parlamento israelense.
O chanceler também boicotou um encontro entre Lula e o primeiro-ministro de Israel, Binyamin Netanyahu.
Lieberman, líder do partido ultra-nacionalista Yisrael Beitenu ("Israel, nosso lar", em tradução livre), é conhecido por suas posições duras com relação ao Irã e à Palestina. O chanceler ainda não se pronunciou oficialmente sobre o episódio. [leia a notícia na íntegra]
quarta-feira, 24 de março de 2010
As Vítimas do Costume...
Recordando Eustace Mullins
A última entrevista de Eustace Mullins:
Eustace Mullins fala sobre a Nova Ordem Mundial:
segunda-feira, 22 de março de 2010
Alan Sabrosky: "A Mossad Cometeu os Ataques de 9/11
A Televisão da Morte

Ver TV é um passatempo bastante mortal, a pesquisa sugere. Não importa quanto tempo você gasta na musculação, cada hora que você gasta em frente da televisão aumenta o risco de morrer de doenças cardíacas, segundo um relatório recente na publicação "Circulação: Jornal da Associação Americana do Coração". (...)
2. TV faz você bêbado.
TV faz você beber mais. Quando se trata de beber, estamos aparentemente muito suscetíveis ao que vemos na televisão, segundo um relatório publicado em "Álcool e Alcoolismo". (...)
3. TV pode fazer o seu filho engravidar/ sua filha ficar grávida.
Os adolescentes que assistiram a uma série de TV que incluía conteúdos sexuais tinham duas vezes mais probabilidade de engravidar, segundo um estudo publicado na revista Pediatrics. (...)
4. TV enfraquece os ossos.
Horas gastas assistindo a TV podem resultar em uma criança com os ossos frágeis, de acordo com um estudo publicado no Journal of Pediatrics. Até chegarmos por volta dos 25 anos, nós acumulamos massa óssea em uma espécie de conta poupança. Quanto mais osso que construímos quando somos jovens, menor a probabilidade de que estamos a desenvolver osteoporose. (...)
5. TV torna você menos empenhado.
Um estudo recente descobriu que enquanto a TV está ligada - mesmo que seja apenas de fundo - os pais interagem menos com seus filhos. Para saber mais sobre os efeitos da TV, os investigadores trouxeram 51 crianças e bebês, cada um acompanhado por um dos pais a um centro de estudo da criança, de acordo com o relatório publicado Child Development. (...)
O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - O Alibi Indispensável (IV)

Apesar do Sionismo representar tipicamente por si próprio a solução para o anti-semitismo, a verdade é diferente. Aliás, a hostilidade contra os Judeus é indispensável à causa do nacionalismo Judaico. Se o anti-semitismo não existisse, os Sionistas teriam que inventá-lo. E, em muitos casos, foi exactamente isso que eles fizeram.
sexta-feira, 19 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: Anti-Semitismo - Mito Sionista VS Verdade e Realidade (III)

O anti-semitismo definido de forma adequada e honesta é um preconceito contra e até mesmo um ódio aos Judeus, a todos Judeus de toda a parte, somente porque são Judeus.
O anti-semitismo, definido pelos Sionistas, o colonialismo, a limpeza étnica empreendida por alguns Judeus, veio passar a querer dizer quase toda a crítica às políticas e às acções de Israel, em particular a sua opressão contra os Palestinianos e também a crítica baseada em revelações recolhidas da documentada verdade histórica expõem a propaganda Sionista pela sua própria falta de senso.
De outra forma, o anti-semitismo definido pelos defensores de Israel é algo escrito ou dito por qualquer pessoa que desafie e contradiga a versão sionista dos acontecimentos. Na prática, os Sionistas dizem, "Se discorda de nós, é anti-semita“. [leia o artigo na íntegra]
"Crimes de Ódio" Só Para Alguns
A estratégia de certos crentes é sempre a mesma. Veja-se no caso de Robert Faurisson. É anunciado com "negacionista do Holocausto", alguém que "já foi punido pelos Tribunais", alguém que "apela ao ódio", etc. Mas não vejo nenhum daqueles crentes confrontar as suas ideias com outras respostas. Nem precisam. Actualmente, se Faurisson (ou aguém que partilhe da sua opinião) abre a boca, é multado ou preso, pois o facto histórico denominado Holocausto é o único que não permite uma discussão aberta.
Vamos a mais um exemplo simples. Vejam este vídeo -que se encontrava inicialmente aqui, mas que foi removido por ser considerado um "discurso de ódio":
O vídeo nunca será analisado pelo tema em si, pela questão levantada - o último filme de Tarantino - mas sim por quem fala e pelo seu passado. Inglourious Basterds não passa de um filme doente, sádico, que defende a tortura. Em resumo, é um filme de ódio Judaico. No entanto, com a aprovação que tem merecido dos principais média, só vem demonstrar o quanto doente anda Hollywood e os média controlados pelos lobbys Sionistas. Porém, David Duke pode falar do que quiser, porque os crentes exterminacionistas apenas falarão do seu passado de militância no KKK. Irão sempre rotular as suas palavras de "ódio" e censurarão os seus vídeos. Ou seja, mesmo que seja tudo verdade o que ele diz, como ele pertenceu a um grupo ou associação "criminosa" passa a ser mentira ou a não ter credibilidade.
quarta-feira, 17 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: A Face Negra do Nacionalismo Judaico (II)

Posso afirmar que as diferenças entre o nacionalismo Judaico (Sionismo) e o de outros países e culturas, neste caso, são a quadruplicar:
1. O Sionismo é uma espécie de verdadeiro fermento feiticeiro de xenofobia, racismo, ultra-nacionalismo e militarismo que o coloca bem fora de um "mero" contexto nacionalista - por exemplo, quando estava na Irlanda (em ambas as partes), não vi qualquer indicação do PIRA [Provisional Irish Republican Army], nem de qualquer outro que lute e pressione para uma Irlanda unida, com algum projecto em que o objectivo fosse empurrar os Protestantes para campos nem para fora do país - embora pudesse haver alguns que quisessem isso - e ainda vai para mais além da miséria que atingiu alguns devido aos Nazis;
2. O Sionismo consegue subverter a lealdade cívica entre os seus seguidores noutros países de uma forma que outros movimentos nacionalistas (e mesmo movimentos ultra-nacionalistas, como o Nazismo) não fizeram - por exemplo, uma grande maioria dos Judeus Americanos, inclusivamente aqueles que não estão abertos à dupla nacionalidade, abraçam esta forma de bigamia política denominada "lealdade dupla" (a Israel e aos EUA). Ela é tão desonesta quanto a bigamia conjugal (…) e não existe nenhum paralelo no que diz respeito a identidade nacional e cultural abraçada por qualquer outro grupo étnico ou racial na América (…).
3. O "inimigo" dos movimentos nacionalistas normais é o poder de ocupação e talvez permita, uma vez conseguida a independência, as relações normais com o poder dos ocupantes (passa a ser a norma). Porém, para o Sionismo, quase todo o mundo é um inimigo real ou potencial, diferindo só em proximidade e colocação na sua muito longa lista de inimigos (que é agora também a lista de alvo da América);
terça-feira, 16 de março de 2010
Angola, 15 de Março de 1961

Por onde andam os paladinos dos "direitos humanos" (que pelos vistos só existem para alguns!) quando são confrontados com estas fotografias?
Responda quem souber...
segunda-feira, 15 de março de 2010
O Sionismo Desmascarado: O Rótulo do "Anti-Semitismo" Que Impede Qualquer Crítica a Israel (I)

Em 2004, o Congresso dos EUA elaborou o Global Anti-Semitism Review Act [Acto Global de Revisão do Anti-Semitismo]. O Acto define uma pessoa como sendo anti-semita por possuir uma série de crenças. Os meus comentários seguem depois cada um dos 14 itens que, supostamente, revelam anti-semitismo.
1) Qualquer afirmação de "que a comunidade Judaica controla o governo, os média, os negócios internacionais e o mundo financeiro".
De acordo com isto, não importa se a afirmação é verdadeira ou não. A verdade não é um assunto. A simples declaração transgride o Acto. Em si, este facto fornece claras provas do controlo do governo dos EUA.
2) A expressão de "Forte sentimento anti-Israel".
Assim qualquer crítica a Israel pode ser considerada anti-semita. Israel pode mutilar Gaza e escapar às consequências.
3) Expressar uma "Crítica virulenta" aos líderes de Israel, do passado ou presente.
4) Qualquer crítica à religião Judia ou ao seus líderes religiosos com ênfase no Talmud e Kabbala.
É perfeitamente aceitável, como liberdade de expressão, difamar o Islão, mas qualquer crítica ao Judaísmo transgride o Acto. [podem continuar a ler sobre este assunto aqui]
Norman Finkelstein Contra as "Lágrimas de Crocodilo"
Como complemento a este vídeo, aconselho a leitura deste texto.
domingo, 14 de março de 2010
CIA Utilizou Franceses Como Cobaias

(...)
O fenómeno assemelhava-se a uma intoxicação alimentar, só que, para além de vómitos e dores de cabeça, as pessoas demonstraram outros sintomas como loucura, alucinações e tentativas de suicídio.
Durante décadas atribuiu-se o fenómeno a um pão ‘amaldiçoado’, que teria sido envenenado por um padeiro local com bolor psicadélico ou mercúrio orgânico.
Agora um jornalista americano descobriu provas que sugerem que a CIA estaria por detrás do misterioso caso, tendo alterado a composição da comida local, com LSD, numa experiência para tentar controlar mentes, em plena Guerra Fria. [leia a notícia na íntegra]
sexta-feira, 12 de março de 2010
Recordando William Cooper (III)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Recordando Rachel Corrie
É obrigatório a visualização deste vídeo (infelizmente não consegui colocar directamente o vídeo aqui).
O REVISIONISMO EM LINHA QUESTIONA AS RAZÕES PORQUE ESTA PEÇA SOBRE RACHEL CORRIE FOI CENSURADA.
"ANTI-SEMITISMO"????
Inacreditável!!!!
Prioridade de Certas Democracias: Os Crimes de Pensamento!

O proprietário da Libreria Europa, Pedro Varela, foi condenado a dois anos e nove meses de prisão por difusão de "ideias genocidas" e "contra os direitos fundamentais". Um ano e três meses por delito de difusão de ideias genocidas e outro ano e meio por atentar contra os direitos fundamentais e as liberdades públicas garantidas pela Constituição.
Foi, igualmente, condenado a pagar uma multa de 2.880€ e à destruição dos livros apreendidos.
Já em 1998, o último presidente do CEDADE, tinha sido condenado a uma pena de cinco anos de prisão mas o Tribunal Constitucional espanhol declarou que a negação do holocausto não era delito.
Violações Sem Castigo... Porque Foi Um Crime de Guerra "Dos Bons"!

terça-feira, 9 de março de 2010
A Campanha de Roosevelt Para Incitar a Guerra na Europa - Os Documentos Polacos

Recordando William Cooper (II)
Neste vídeo, Bob Harris pretende desmascarar tal teoria.
Recordando William Cooper (I)
Para aqueles que ainda têm algumas ilusões de que a Política pode ser minimamente limpa, vejam este vídeo. Para o Poder tudo é permitido.
E se pensavam que os políticos eram donos do Poder, não se iludam, pois o Poder é o dono da Política.
Neste vídeo vê-se que o condutor da limusina que leva o Presidente J.F.Kenedy e a sua mulher, a 22 de Novembro de 1963 em Dallas no Texas, dispara uma pistola, a partir do acento, contra o presidente.
Nesse dia, John F. Kennedy recebeu vários disparos. Este feito foi denunciado em várias oportunidades por William Cooper, ex membro da equipa de informação de dos Serviços Secretos da Marinha dos Estados Unidos, tendo sido assassinado pelo Departamento de Estado no ano de2001, por revelar diferentes segredos obscuros da CIA, do Departamento de Estado, da NASA, de diferentes governantes, etc.
William Cooper detalha no seu livro 'Behold a Pale Horse', como o presidente Kennedy foi assassinado.
Cooper menciona no seu livro a existência de um vídeo em particular, ao qual ele teve aceso devido ao seu trabalho nos Serviços Secretos da Marinha e que é o único vídeo que mostra como o próprio condutor dispara contra o presidente dos Estados Unidos.
Este é o vídeo de que tanto falou Cooper e foi ocultado da opinião pública pelo Departamento de Estado e pela CIA durante décadas.
Assumimos que o vídeo foi "libertado" por esta obscura agência dos Serviços Secretos, da mesma forma que desclassifica documentos.
Ao observarem o vídeo poderão tirar as vossas própias conclusões.
Neste vídeo pode ver-se CLARAMENTE, que o condutor da limusina É QUEM MATA John.F.Kenedy. Com um segundo disparo na frente, que o aniquila.
Sempre me perguntei porquê JACKIE deslisava o tronco naquela direcção. De maneira aparentemente ILÓGICA (os disparos de Oswald (???) foram feitos por detrás) o crânio move-se como se tivessem disparado da frente..!!!
Aqui fica CLARÍSSIMO porquê...!
[Fim de citação]
Teoria da conspiração? Apenas um louco? Ou alguém muito incómodo por saber demais?
O Revisionismo em Linha vai dedicar, mesmo assim, esta semana a William Cooper, para que todos vós possam tirar as suas conclusões.
O vídeo que defende que foi o motorista o assassino está aqui:
sexta-feira, 5 de março de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (III)

Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.

CSULB fez referência que tais interrupções e sabotagens às aulas são uma violação à política da universidade. A Polícia do Campus está a corrente da situação e está pronta a responder aos telefonemas (562-985-5049 ou 911).
E convidem Jensen, Ignatiev e Jay para um fórum universitário anti-brancos. Tenho a certeza que ninguém aparecerá lá a barafustar ou a sabotar.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Vídeo do Momento da Libertação de Ernst Zundel
Conheçam um pouco mais sobre este homem "tão perigoso" neste vídeo produzido pelo seu 70º aniversário, a 24 de Abril de 2009.
quarta-feira, 3 de março de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (II)

Mais uma vez, o silêncio… Será anormal um estudante branco ficar algo incomodado? Não. Mesmo assim, ninguém lhe chamou a atenção.
Os Registos das Mortes em Auschwitz

O jornal Francês France-Soir publicou um artigo com o título “Raphaël Feigelson, ce Français qui a conduit les Russes à Auschwitz” [“Raphaël Feigelson, o Francês que conduziu os Russos a Auschwitz”]. Sempre disse que Raphaël Feigelson mentiu sempre que respirava. Em 1945, ele afirmou que em Auschwitz, tinham morrido 7 (sete!) milhões de pessoas. (R. Faurisson, Ecrits révisionnistes (1974-1998), 1999, p. 1731, onde fontes e explicações são fornecidas: http://robertfaurisson.blogspot.com/1995/12/combien-de-morts-auschwitz.html).
Nos comentários que podemos ouvir ou ler actualmente (até ao fim de Janeiro de 2010), os nossos propagandistas e jornalistas têm tendência para dizer que 1.100.000 pessoas, 1 milhão de Judeus, morreram em Auschwitz. Os números apresentados desde 1995, mostram, nas 21 placas comemorativas, 1.500.000 mortos. Os anteriores - havia 19 em 1990, deram o número de 4 milhões, tal como fora decretado, de forma displicente, no julgamento de Nuremberga. Até agora, a estimativa ‘exterminacionista’ mais baixa foi a de Fritjof Meyer, em Maio de 2002: 510.000 ("Morre Zahl der Opfer von Auschwitz. Neue Erkenntnisse durch neue Archivfunde", Ost Europa, 2002 de maio, p. 631-641).
O número verdadeiro para o tempo decorrido entre Maio de 1940 até Janeiro de 1945 talvez seja de 125.000 mortos para Auschwitz e menos de um terço para os campos mais pequenos. As epidemias de tifo foram terríveis, especialmente em 1942, mesmo entre os Alemães e entre médicos especialistas.
O número de cadáveres que esperavam ser cremados, os que foram realmente cremados, foram registados pelos Alemães nos seus “registos mortuários” (Leichenhallenbücher) mas, até agora, apesar da minha insistência sobre esse ponto, nunca vi os nossos revisionistas (ou supostos revisionistas) irem ao local exigir verem esses registos nos Arquivos de Auschwitz. Não entendo esta atitude. Envolverem-se em especulações teóricas sobre cremação ou crematórios, calcular o possível e provável número de cremações num campo como o de Auschwitz é apenas de grande interesse quando existem registos a mostrarem o número exacto de corpos que esperavam a cremação num dado momento. Pessoalmente, não posso voltar a Auschwitz mas, se pudesse, prosseguiria como fiz em 1975 e, especialmente em 1976, no meio do período Comunista, quando tive sucesso em obter do homem encarregado dos Arquivos do campo, Tadeusz Iwaszko, cópias de documentos Polacos em que descobri os desenhos arquitectónicos para os crematórios; esses desenhos tinham ficado escondidos desde a guerra: permitiram-me provar que a alegada câmara de gás (homicida) não passavam de inócuas "Leichenhalle" ou "Leichenkeller", ou seja, simples casas mortuárias, tanto a nível do chão ou parcialmente abaixo do chão. Ignorava na altura a existência do Leichenhallenbücher, mencionado, por exemplo, em 1989 (Danuta tcheco, Auschwitz-Birkenau de Konzentrationslager de im de Ereignisse de der de Kalendarium 1939-1945, Reinberg bei Hamburgo, 1989, p. 10, 127).
segunda-feira, 1 de março de 2010
Zundel Já Está Em Liberdade!

Esta fotografia foi tirada logo a seguir à sua libertação e mostra Zundel com o seu advogado Herbert Schaller (com 87 anos!), que lutou como um verdadeiro leão pela sua liberdade!
Finkelstein Banido em Berlim: Uma Democracia Que Não é Uma Democracia


sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010
A Campanha Contra Kevin MacDonald (I)

Adaptado daqui.
Há muito tempo que a vida de Kevin MacDonald, professor de Psicologia na Universidade da Califórnia, não tem sido fácil devido aos seus escritos sobre "brancura implícita", sobre a influência Judia, entre outros temas polémicos, e que levaram a investigações, denúncias do corpo docente e até, mais recentemente, a agitações mesmo dentro das próprias salas de aulas. É o preço a pagar quando vivemos num tempo em que a defesa dos brancos se tornou no maior tabu da América.
O mais curioso em toda esta polémica com Kevin MacDonald e com a pretensão de o despedirem e sanearem está no facto de a mesma atitude não estar a ser tomada para com outras personalidades académicas. O Revisionismo em Linha irá falar de algumas.
Robert Jensen
Jensen é um professor de jornalismo na Universidade do Texas cujo ódio contra os Brancos irradia praticamente pelo seu corpo. Declarou uma vez, no livro Heart of Whiteness: Confronting Race, Racism and White Privilege, que "Penso que os Brancos não deveriam amar a sua brancura. O melhor para todos, penso eu, seria dar-nos um tiro a nós próprios ainda antes de nos odiarmos". Imaginem a reacção se um professor substituísse “brancura” por “negritude”! Jensen continua: "Quero viver num mundo onde eu possa imaginar, ao menos, que um dia consiga deixar de ser Branco”.
Os Judeus possuem um termo para isto: o “self-hating Jew” [Judeu que se odeia a si próprio]. Os Brancos, aparentemente, também possuem um nome para isso: professor de jornalismo estável e intocável.
Como podemos ver no seu site, Jensen não tem qualquer problema em mostrar as suas posições anti-raça branca ou o seu envolvimento político. No entanto, ignoro que tivesse havido algum estudante que o incomodasse nas aulas ou que colegas membros do corpo docente o tenham denunciado.
Colocando de lado as qualidades e habilidades pedagógicas, a diferença é que estão em lados opostos no que diz respeito à questão da raça na América. Jensen está no “lado correcto” e poderá sempre dizer o que quer, pois é intocável. MacDonald está no “lado errado” e encontra-se na posição de alvo para inúmeros ataques.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
O Genocídio Esquecido

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
A Maior Mentira Tem Pés de Barro!

Terão os crentes exterminacionistas argumentos que possam contrariar esta afirmação:
“Sim, não é verdade. Mas em minha imaginação era verdade.” [Herman Rosenblat]
O especialista judeu para Auschwitz, Robert Jan van Pelt, gostaria de ver destruídas as ainda existentes provas de Auschwitz. Aparentemente a pressão do mundo islâmico, diante do excelente relatório de Germar Rudolf, torna-se maior a cada dia que passa. Van Pelt gostaria de evitar a todo custo tal investigação oficial. Ele declarou isso em entrevista a um jornal canadense – THE STAR, sugerindo a demolição de todas as ruínas de Auschwitz-Birkenau. Somente o prédio do Stammlager deveria ficar em pé, sobre o qual o próprio van Pelt já afirmara em seu livro “Auschwitz: 1270 até hoje”, que lá nunca aconteceu qualquer “gaseamento”.
Robert Jan van Pelt também gostaria que não fosse mais realizado qualquer laudo científico sobre a sede do Holocausto-profissional. E isso, embora o teto das ruínas ainda exista. E este deveria mostrar o “azul cianídrico” e poderíamos mensurar ainda no reboco das paredes os subprodutos das reações com o gás venenoso (cianureto contido no fumigante Zyklon-B). - Podem ler o resto da notícia aqui.
Surpreendidos? Só pode ficar surpreendido quem nunca viu O MAIS IMPORTANTE SITE VISUAL DO MUNDO SOBRE O REVISIONISMO DO HOLOCAUSTO DO MUNDO - 9 horas de vídeos que mostram como o holocausto é um mito: uma grande mentira que justifica guerras, militarismo e colonialismo Judaico.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Mossad: Licença Para Matar
Entre os assassinatos a soldo de Israel contam-se uma grande quantidade de militantes pró-Palestinia em Paris, Nicosia, Beirute e Atenas, desenvolvidos como resposta [???!!!] à crise de reféns durante as Olimpíadas de Munique, em 1972, que resultou na morte de 11 Israelitas. Os métodos incluem telefones e camas armadilhadas com bombas e um raide em Beirute durante o qual o actual Ministro da Defesa se vestiu de mulher.
Os carrascos da Mossad poderão ter apenas sentido satisfação quando rebentou a notícia de que o assassinato de Mahmoud al-Mabhouh (no mês passado, no Dubai), comandante militar do Hamas, tinha sido um sucesso. O governo Israelita recusou-se a comentar esta morte que foi, mais uma vez, publicitada mundialmente como da responsabilidade da Mossad, o seu temido serviço de "inteligência secreta". Os seus assassinatos implacáveis ficaram famosos com o filme Munique, que mostrou em detalhe os ataques da Mossad contra os terroristas que mataram os atletas Israelenses na Olimpíada de 1972. Há muito tempo que aquela agência tinha adoptado a táctica de que o silêncio é a maneira mais eficaz de espalhar o terror entre os seus inimigos Árabes.
A seguir podem assistir ao registo das imagens compiladas pelas autoridades do Dubai e que mostram como é que o esquadrão Israelita realizou o assassinato daquele comandante do Hamas. As filmagens recolhidas pelas câmaras do hotel, onde o assassinato ocorreu, e pelas câmaras do aeroporto do Dubai, permitiram à polícia daquele país fazer uma cronologia do tempo e da preparação do assassinato pelo esquadrão, assim como a sua fuga.
A Verdade Dói... Mesmo em Escultura...

Uma escultura que traz elementos religiosos católicos, judeus e muçulmanos foi v
endida em três minutos na feira de arte contemporânea de Madri, Arco 2010, e se tornou a obra de arte mais polêmica do evento.Chamada Stairway to Heaven (Escadaria para o Paraíso), a obra do artista espanhol Eugenio Merino retrata três homens rezando, um em cima do outro: um muçulmano, sobre ele um sacerdote católico e acima dos dois um rabino judeu, todos eles segurando os livros sagrados de suas religiões – o Alcorão, a Bíblia e a Torá.
A obra foi vendida por 45 mil euros (R$ 112 mil) a um colecionador belga cuja identidade não foi divulgada. A escultura provocou a ira dos fiéis na Espanha e recebeu queixas oficiais.
Ao lado dela, aparece outra escultura que une uma metralhadora Uzi com uma menorá (candelabro ritual judaico). [leia a notícia na íntegra]
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (IV)
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Era Uma Vez Um Biombo Nazi...

segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (III)
[Tradução de algumas partes do vídeo]
Os raids de perfeito terror sobre vilas e cidades Alemãs incluíram:
Dresden – a 13 de Fevereiro de 1945, a guerra está no fim e a Alemanha em ruínas. Sem qualquer aviso, Churchill dá a ordem para que os bombardeiros Americanos e Britânicos larguem cerca de 3 300 quilos de bombas incendiárias sobre Dresden, uma indefesa cidade-hospital, repleta de refugiados vindos de outras cidades destruídas. As bombas fizeram cerca de 500 000 mortes, inocentes que sucumbiram em autênticas fogueiras incandescentes, num massacre sem paralelo na história. Morreram mais pessoas neste genocídio do que em Hiroshima e Nagazaki juntos.
A tempestade de fogo destruiu 39 quilómetros quadrados do centro da cidade. O raid ocorreu doze semanas antes da rendição das Forças Armadas (Wehrmacht) da Alemanha Nazi. Mais de 90% do centro da cidade foi destruído.
Colónia – Era esperado que a devastação provocada por esses raids fosse suficiente para derrotar definitivamente a Alemanha ou, pelo menos, causar graves danos na moral dos Alemães. Os raids foram uma propaganda útil para os Aliados e, em particular, para Sir Arthur Harris e para o conceito de Bombardeamento Ofensivo “Estratégico”. As únicas instalações militares atingidas foi um quartel. Os estragos nas casas de civis, a maioria apartamentos com grandes estruturas, foram consideráveis: 13 010 destruídas, 6 360 seriamente danificadas, 22 270 ligeiramente atingidas. De um total de cerca de 700 000 pessoas que viviam em Colónia, fugiram entre 135 000 a 150 000 após o raid.
Hamburgo – A Batalha de Hamburgo, conhecida pelo nome de código “Operação Gomorrah”foi uma campanha com raids aéreos que começou a 24 de Julho de 1943 e que durou 8 dias e 7 noites. Foi, até hoje, o maior assalto da história da guerra da força aérea e foi mais tarde chamada de ‘Hiroshima da Alemanha’ pelos oficiais Britânicos. Grande parte das vítimas morreu quando procurava um refúgio nos abrigos, pois a tempestade de fogo consumia todo o oxigénio na cidade em chamas. Os violentos ventos criados pela tempestade de fogo levantavam praticamente as pessoas pelos ares. Na noite de 29 de Julho, Hamburgo foi atacada novamente por cerca de 700 bombardeiros. O fogo ciclónico criou um verdadeiro inferno, com ventos superiores a 240 km/h, com as temperaturas a chegarem aos 800º C e com altitudes superiores a 2 000 pés, incinerando mais de 21 km2 da cidade. As estradas asfaltadas explodiam com as chamas e o combustível dos barcos destruídos e danificados, assim como o dos tanques de armazenamento, espalhava-se pelas águas dos canais, levando a que os portos também se incendiassem. A ‘Operação Gomorrah’ causou, pelo menos, 50 000 mortos, a maioria civis, e deixou cerca de um milhão de Alemães desalojados. Foram utilizados cerca de 3 000 aviões, foram largadas 9 000 toneladas de bombas e foram destruídas cerca de 250 000 habitações. Hamburgo foi atingido por outros 69 raids aéreos antes do fim da Segunda Guerra Mundial.
Heilbronn – Em 1944, Heilbronn sofreu um longo raid aéreo de duas semanas pela Royal Air Force. Mais de 7 000 desapareceram durante a guerra com os bombardeamentos dos Aliados e aproximadamente 62% da cidade foi destruída. A intensidade dos bombardeamentos aumentou durante esse anos, numa altura em que a Alemanha já estava de joelhos. As tempestades de fogo na cidade e em seu redor demoraram dias a serem extintas. O fogo que começou quando os muros da cidade foram destruídos demorou 3 dias a ser controlado. A acrescentar a isso, o gado existente naquele local e nas regiões circundantes foi atingido por fragmentos dos bombardeamentos e teve, na maioria dos casos, de ser abatido.
Braunschweig (Brunswick) – O raid aéreo, que fez parte da ‘Operação Hurricane’, originou uma tempestade de fogo que fez a cidade arder durante dois dias e meio e destruiu o seu centro medieval. O objectivo desta acção foi, por um lado, demonstrar o aquilo que poderio destrutivo dos bombardeiros Aliados eram capazes de fazer e, por outro, deixar clara a superioridade aérea dos Aliados. Braunschweig tinha que ser destruída não apenas por ser um importante centro da indústria de armamento, mas também como local de habitação, transformado depois em inabitável e sem utilidade. O objectivo a ser alcançado era sempre a tempestade de fogo que não era produzida por acaso: tinha uma base científica e era desenvolvida de forma esmerada. Tal como já foi referido, o centro medieval foi praticamente destruído – primeiro, foram lançadas bombas de explosão e depois bombas incendiárias, que não apenas começaram o fogo como garantiram que se espalhasse rapidamente. Braunschweig perdeu inúmeros monumentos históricos após estes raids.
Kassel – O fogo originado pelos diversos raids aéreos durou 7 dias e levou à morte de cerca de 10 000 pessoas, 150 000 habitações foram bombardeadas e o centro da cidade foi destruído em 95%. O Primeiro Exército dos EUA conquistou Kassel em Março de 1945 e apenas 50 000 se encontravam a viver naquele local, em vez dos 250 000 em 1939.
Sobre este assunto, podem ainda ler:
The Dresden Holocaust - Focal Point Publications.
Apocalypse at Dresden - R. H. S. Crossman - Esquire magazine (1963.
The Blood of Dresden - Kurt Vonnegut.
Why Dresden Was Destroyed - Jacques R. Pauwels
Dresden - um Holocausto real.
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Nós Promovemos o Quê?!...

Recebi um e-mail com esta mensagem e não consegui evitar em partilhar com todos.
- Se atravessares a fronteira da Coreia do Norte ilegalmente, és condenado a 12 anos de trabalhos forçados.
- Se atravessares a fronteira iraniana ilegalmente, és detido sem limite de prazo.
- Se atravessares a fronteira afegã ilegalmente, és alvejado.
- Se atravessares a fronteira da Arábia Saudita ilegalmente, serás preso.
- Se atravessares a fronteira chinesa ilegalmente, nunca mais ninguém ouvirá falar de ti.
- Se atravessares a fronteira venezuelana, serás considerado um espião e o teu destino está traçado.
- Se atravessares a fronteira cubana ilegalmente, serás atirado para dentro de um navio para os E.U.A.
MAS ...
Se entrares por alguma fronteira da União Europeia ilegalmente...
TERÁS:
- Um abrigo...
- Um trabalho...
- Carta de Condução...
- Cartão Europeu de Saúde...
- Segurança Social...
- Crédito Familiar...
- Cartões de Crédito...
- Renda de casa subsidiada ou empréstimo bancário para a sua compra...
- Escolaridade gratuita...
- Serviço Nacional de Saúde gratuito...
- Um representante no Parlamento...
- Podes votar e até mesmo concorrer a um cargo público...
- Ou mesmo fundares o teu próprio partido político!
- E por último, mas não menos importante, podes manifestar-te nas ruas e até queimar a nossa bandeira...
E SE EU TE QUISER IMPEDIR, SEREI CONSIDERADO RACISTA!
SEM DÚVIDA QUE PARECE IRREAL, MAS É A MAIS PURA DAS VERDADES !!!
A juntar a este tipo de "raciocínio" só encontro a teoria de quem defende a prisão dos revisionistas porque "eles só pretendem branquear a história e um certo movimento político; são racistas e xenófobos; e promovem o ódio e a distorção histórica; e... etc. e tal...".
Os "crimes de pensamento" passaram a constituir, por isso, o maior problema para certas pessoas. Para elas, pior do que ser um assassino ou um pedófilo, é pensar e analisar as coisas de forma diferente.
Afinal, quem promove o ódio?... Talvez os próximos 'posts' possam ajudar...
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (II)
[Infelizmente, apenas está disponível no Youtube parte do documentário e nem posso dar a garantia de que a ordem dos vídeos seja esta]
Recordando Apenas Algumas Ideias, Acções e Crimes "Dos Bons" (I)
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
A Conspiração
Neste vídeo, bastava a Alex Jones substituir o "futebol americano" por "concursos, novelas e futebol" e estaria a falar de Portugal...
Vídeos igualmente divulgados aqui, um EXTRAORDINÁRIO espaço que merece sempre a nossa atenção, respeito e consideração.

